jhunvallim

Developer, aspirante a guitarrista, gamer por natureza e amante dos jogos de 8 bits.

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  • jesspras Jessica
    2021-01-17 16:01:27 -0200 Thumb picture
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  • jhunvallim Jhun Vallim
    2021-01-04 00:39:37 -0200 Thumb picture

    Restrospectiva de Platinas 2020

    2020 foi um ano bem diferente, e foi nele também que comecei a jogar mais sem focar em troféus. Voltei a aproveitar meu Wii, meus jogos do Steam e meu DS. Mas é claro que sempre sobra um tempo pra uma garapa ou outra. Foram apenas 15 mas cada uma tem uma história e uma importância dentro desse ano tão conturbado. Como eu venci meu "medo" do Vanquish, eu vou contar como se fossem 50. KKKK

    Pretendo chegar e 100 até o fina do ano e encerrar minha curta carreira. Vamos ver.

    Que venha 2021 e com ele mais jogatinas e menos problemas.

    @platinadores

    Vanquish

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    12
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      herics · 9 months ago · 1 ponto

      Parabéns pelas conquistas ^.^

  • 2020-12-16 11:21:16 -0200 Thumb picture
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    As revistas de videogames dos anos 90

    Medium 3842661 featured image

     Lançada através de uma edição especial de uma revista esportiva, a Ação Games foi uma das revistas de videogame mais importantes do Brasil e tudo começou em 1991, no mesmo que ano que outra revista de peso surgiu em terras tupiniquins, a VideoGame. Já nos Estados Unidos, temos o início de uma das maiores publicações de games da história, a Game Informer, que está em circulação até hoje e é publicada pela GameStop, uma das maiores lojas de games atualmente. Ainda no mesmo ano, no Reino Unido, a revista PC Format focava em jogos para computadores e a Sega Pro, focava em aparelhos da Sega. Em 1992, a GameFan surgiu nos EUA e rapidamente se destacou pela alta qualidade das screenshots.

     Em 1993, no Reino Unido, surgiu a revista mais importante para o mercado britânico de videogames, a Edge, que está na ativa até hoje e parte de suas edições foi publicada nos EUA com o nome de Next Generation a partir de 1995. Outra revista especializada muito forte que surgiu em 1993 foi a GameMaster, que chegava a superar as vendas da Edge. Mas o público britânico sempre foi mais voltado para computadores e no mesmo ano, estreou duas grandes revistas, a PC Gamer e a PC Zone. Em 1994, surgiu uma série de revistas bem interessante nos EUA, a Game Developer, voltado para entrevistas e matérias criadas por desenvolvedores e aspirantes que discutia técnicas de programação, game design, som e imagem.

    Em 1995, entrou em circulação uma das revistas mais amadas pelos brasileiros, a Gamers, que trazia conteúdo de qualidade nas plataformas. Mas nessa época, o mundo estava vivendo a nova geração e a Sega Saturn Magazine surgiu para divulgar jogos do novo videogame da Sega. No mesmo ano, a PlayStation Official Magazine estreou no Reino Unido, trazendo as novidades do console da Sony. A publicação oficial chegou aos EUA em 1997. Um conteúdo curioso surgiu no mesmo ano, a PlayStation Underground, que trazia CDs informativos que podiam ser executados no próprio console. Também em 1997, tivemos a estreia da saudosa CD Expert no Brasil, que trazia CDs de jogos com conteúdo traduzido e até mesmo dublado. Ainda no Brasil, a Nintendo World chegou em 1998 e foi mais um sucesso.

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    80
  • jhunvallim Jhun Vallim
    2020-12-15 16:59:49 -0200 Thumb picture
    jhunvallim checked-in to:
    Post by jhunvallim: <p>Platina #80<br><br>Bom, para comemorar essa marc
    Vanquish

    Platform: Playstation 3
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    Platina #80

    Bom, para comemorar essa marca tão importante (embora nem tanto kkk), decidi deixar de lado as garapas e me focar num game que eu já havia abandonado lá no longínquo ano de 2013 pra deixar o card bonito. Só posso dizer que me arrependi e quase quebrei o controle muitas vezes. KKK

    Não tem muito o que falar dessa maravilha que todos conhecem bem: jogão, Platinum delícia, challenge 6 absurdamente ridículo de complicado, platina do inferno. Mas tá aí, mesmo com toda  minha ruindade eu consegui. O segredo é: tem jogos melhores pra gastar o tempo KKKKK
    Quero distância da versão PS4. 

    PS: de quebra ainda levei um tartaruga pra casa. KKKK

    @platinadores

    20
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      msvalle · 9 months ago · 2 pontos

      Essa platina eu desisti antes mesmo de começar a jogar hehe
      Parabéns pela persistência!

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      hyuga · 9 months ago · 2 pontos

      aqueles desafios e o very hard precisa de uma paciência nivel mestre pra passar PQP, parabenzaço

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      jhunvallim · 9 months ago · 1 ponto

      Vlw, obrigado. Tem momentos no hard que são tensos mesmo. Os challenges então... -_-

  • 2020-12-02 10:45:19 -0200 Thumb picture
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    A história da pirataria nos videogames

    Medium 3840298 featured image

     A pirataria acompanha os videogames desde os primórdios. Com o sucesso de Pong, dezenas de empresas lançaram seus clones para Arcades, bem como centenas de clones do Home Pong da Atari graças a chegada do chip AY-3-8500. Muitas companhias lançaram suas versões de sucesso dos Arcades, mas nessa época, o conceito de pirataria e clone se mesclavam. Com a chegada do Atari 2600 e seu sucesso pelo mundo, qualquer fabricante capaz de produzir um cartucho podia vender suas cópias piratas, pois o videogame não tinha nenhum sistema contra cópias. O mercado ficou entupido de cartuchos piratas. Nos jogos de PC 8-bit, a cópia de disquetes reinava soberano. Era a forma de divulgar o jogo para os poucos amigos que tinham um computador em casa.

     Com a chegada do Famicom e do NES, a Nintendo estabeleceu uma série de regras para impedir a prática da pirataria, pois a fabricação de cartuchos deveria ser exclusiva da Nintendo e todos vinham equipados com a 10NES chip. Por anos, várias companhias tentaram driblar essas regras e a Tengen teve sucesso com a fabricação de cópias não autorizadas, mas a Nintendo processou a companhia pela distribuição ilegal de seus jogos. Já nos computadores, as companhias tentavam alternativas para impedir a cópia desenfreada de disquetes, como códigos especiais nos manuais, discos de proteção e programas de autenticação, mas ainda sim, combater a pirataria PCs da época sempre foi um desafio.

     Durante a quarta geração, a pirataria de cartuchos continuou difícil, mas algumas cópias ilegais ainda circulavam em vários países pelo mundo. Os códigos de segurança do NES foram superados e o mercado se viu inundado de cartuchos e videogames piratas. Com a chegada do 3DO e sua mídia de CD, foi visto inicialmente como o fim da pirataria, pois não era comum as pessoas terem leitores de CD, mas essa realidade mudou rapidamente, pois kit multimídia e computadores com driver de CD começaram a se popularizar. O PlayStation, sendo o console mais popular, foi o principal alvo de cópias piratas, com uma produção rápida e em massa. Isso contribuiu para a popularização do console da Sony, especialmente nos países em desenvolvimento, como no Brasil.

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      volstag · 10 months ago · 7 pontos

      Parabéns, a sua Pirataria virou Artigo... não, pera!

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      artigos · 10 months ago · 6 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      leandro · 10 months ago · 4 pontos

      O sucesso do Play 2 por aqui esta ligado diretamente a pirataria. Por isso é o console mais vendido da historia, a parcela disso o Brasil contribui e muito

      1 reply
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2020-10-27 23:01:26 -0200 Thumb picture
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    Os Contos de.....Tales of !

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    Bom dia, boa tarde, boa noite, meus amigos e amigas do Alvanista. Como estão ? Preparados para outro TEXTÃO ?

    Espero que sim, bom, não é segredo (afinal está no título) , depois de Atelier, Ys e Legend of Heroes, o apanhado da vez é Tales of !

    E Tales tem jogo pra caramba (mais de 30), eu nem sei que dia comecei a redigir esse artigo, e tenho feito quando dá tempo/vontade,, portanto  não estranhem mudanças de linguagem no meio, apesar de ter revisado enquanto passava do Word pra cá, posso ter deixando passar algo,  mas bem, cá está ele terminado então, sem enrolações.

    Vamos falar de Tales of ! Mas antes aquele panorama geral pra situar as coisas.

    A série surgiu pelas mãos da Namco, hoje Bandai Namco, desenvolvido originalmente pelo Wolf Team, uma subsidiária da Telenet Japan, que mais tarde foi debandada pela Namco e acabou virando a Tri-Ace, responsável por vários clássicos, entre eles Star Ocean, que sim, até hoje tem muitas similaridades com Tales of.

    O primeiro jogo, Tales of Phantasia, surgiu para o Super Famicom (o SNES Japa), em 1995. E desde então a série teve vários capítulos principais, spin-offs a rodo, entre outras mídias que serão mais detalhadas abaixo

    Porém,  eu deixei os Crossovers de lado por enquanto, eles são muitos, e alguns com poucas informações ! Então este apanhado é só de games conhecidos como "Mothership/Original" 

    Antes de adentrar em detalhes de cada jogo separadamente, a série possui muitos elementos em comum entre seus títulos que valem serem citados desde já.

    O primeiro deles é o combate. A série ficou conhecida por seu sistema chamado de Linear Motion Battle System (LMBS), que eu carinhosamente chamo nos games mais novos de de briga de bar, o sistema LMBS teve dezenas de variações no decorrer da evolução da série.

    É um sistema de batalha totalmente Action no qual o jogador só pode correr para frente e para trás em uma única linha, como sugere o "Linear" do nome, para atacar os inimigos, de forma semelhante aos jogos de luta 2D. No entanto, nem todos os jogos limitam o jogador a uma única linha; em Tales of Rebirth, o personagem pode alternar entre três linhas, e Tales of the Abyss introduziu o Free Run, ou a habilidade de correr em qualquer lugar no campo de batalha. Vários tipos de ataques podem ser executados usando combinações de direcional e botão, e as habilidades são atribuídas de forma semelhante, embora consumam TP, ou pontos técnicos, na maioria dos jogos. Também existem opções para defender e comandar aliados. As mais notáveis entre as habilidades de um personagem são suas artes místicas. São ataques poderosos desencadeados sob condições especiais, como estar em Over Limit ou após realizar um combo de ataques de tantos Hits como nos games mais novos.

    Existem três configurações de controle do personagem por padrão em grande parte dos jogos, os modos Manual, Semi-Auto e Automático. Manual permite ao jogador controlar completamente um personagem. Por exemplo, se o botão de ataque for pressionado, o jogador terá que ir até um inimigo para acertar um hit. Semiautomático, entretanto, move automaticamente o personagem para o inimigo quando uma habilidade ou ataque é usado. 

    Usando essas duas configurações, muitos dos jogos mais recentes, exceto Tales of Legendia, permitiram que quatro personagens lutassem ao mesmo tempo no lugar dos personagens controlados pelo computador. A configuração final, Automática, permite que o computador controle os personagens. No entanto, esses personagens automáticos têm configurações táticas adicionais, como programar quando usarão Arts, ou itens de cura, similar a sistemas que outros JRPGs utilizam, como os Gambits de FF por exemplo.

    Outro sistema padrão é o de “Cozinhar” alimentos

    Cozinhar é muito importante dentro da série. Normalmente, um jogador deve primeiro encontrar uma receitas e ingredientes e pode então cozinhá-las para recuperar pontos de vida, pontos técnicos ou ganhar aumentos de estatísticas temporários. Em alguns jogos, no entanto, o HP é recuperada por meio de cada etapa realizada ou com base em certas configurações de receita. Tales of Hearts é o único título da série principal a não incluir comida no sistema de recuperação, usando as "Pedras de recuperação" no lugar. Em games mais recentes um sistema de plantas também foi introduzido, onde elas aumentam stats do personagem ao serem consumidas, como mais ataque, ou quantidade de HP.

    Também temos as Esquetes.

    Desde Tales of Destiny, quase todos os jogos da série trazem esquetes, sistemas nos quais o jogador é capaz de ouvir e assistir conversas entre o elenco, comentando sobre a aventura, muitas vezes de forma cômica. Embora sejam frequentemente apresentados de várias maneiras ao longo da série, eles geralmente usam artes estáticas dos personagens. A versão japonesa de quase todos os jogos da série teve pelo menos a maioria das esquetes dubladas, enquanto nas versões localizadas, apenas Tales of Eternia, Tales of Legendia, Tales of Vesperia, Tales of Symphonia: Dawn of the New World, Tales of Graces ƒ, Tales of Xillia, Tales of Xillia 2, Tales of Zestiria e Tales of Berseria tiveram todas as esquetes dubladas.

    Títulos

    A partir de Tales of Eternia, os games também trouxeram um sistema títulos “equipáveis” para todos os personagens jogáveis. Embora os efeitos sejam sempre diferentes, incluindo não apresentar nenhum efeito especial o personagem, os títulos sempre têm uma frase que os descreve. Embora alguns sejam adquiridos através do avanço na história ou nível alcançado, muitos vêm por meio de batalhas, missões paralelas ou eventos e ações randômicas do jogador.

    A divisão da série

    Em 2007, os jogos passaram a ser divididos em classificações próprias, os games "Mothership" (Ou Nave-Mãe numa tradução direta) são os games da linha principal. Os Spin-Offs passaram a ser chamados de “Escort Titles” algo como títulos de Escolta.

    Os títulos Nave-mãe deveriam ser os jogos principais da série, enquanto os jogos que eram mais histórias paralelas ou elementos de crossover se tornaram títulos de escolta. À medida que os jogos móveis se tornaram mais proeminentes, a nova classificação "Mobile" Foi adicionada.

    Em 2020 a Bandai Namco aboliu as três categorias criando apenas duas "Original" e "Crossover" Os títulos originais devem ser jogos com uma história independente ou suas sequências diretas, enquanto os títulos de crossover contêm jogos que reúnem personagens de vários títulos e exploram novos aspectos deles. A reformulação do site principal Tales Channel+ em julho de 2020 colocou em uso as essas classificações

    Além de simples cameos ou aparições em crossovers, a maioria dos jogos e outras mídias na série Tales não têm conexão entre si, normalmente com cada um representando uma continuidade única. No entanto, alguns materiais são conectados como sequels, prequels ou intervals, compreendendo várias continuidades distintas dentro da série mais ampla, algumas compostas de múltiplas linhas do tempo ou realidades alternativas que abrangem vários mundos.

    Gêneros Característicos

    Na série, um gênero característico é um rótulo de gênero que, além de classificar os jogos como jogos de RPG, ilustra um tema específico da trama ou aspecto notável do jogo. Os títulos da linha Original e Crossover, freqüentemente possuem um gênero característico.

    O conceito de gênero característico deriva da ideia de que cada jogo Tales é uma experiência única, não compartilhada por nenhum outro jogo do gênero RPG. Para refletir isso, os desenvolvedores criam um novo tipo de "gênero" ao qual cada jogo pertenceria, definindo seu foco e tema principal como parte de seu gênero. O game então colocado dentro de cada gênero torna-se o único representante dessa categoria, colocando ênfase no valor individual de cada jogo independente de outros na mesma série.

    Agora que a introdução está pronta….

    Os Games Originais ! (Com seus Gêneros entre parênteses)

    As datas ao lado dos nomes referem-se ao lançado original no Japão

    1995 - Tales of Phantasia (Legendary RPG)

    Tales of Phantasia começa mostrando uma batalha heróica entre quatro guerreiros desconhecidos contra um feiticeiro malvado, Dhaos, batalho cujo resultado mudou o destino do mundo. Os guerreiros são vitoriosos, mas Dhaos foge. No entanto, quatro heróis diferentes esperam por ele: eles selam o enfraquecido Dhaos usando o poder de dois pingentes, devolvendo assim a paz ao mundo.

    Na cidade de Toltus, dez anos depois que Dhaos foi selado, vive um jovem espadachim chamado Cress Albane e seu melhor amigo Chester Burklight. A cidade é destruída por um cavaleiro das trevas chamado Mars Uldole e seus soldados, enquanto Cress e Chester estão caçando na floresta. Todos os aldeões são mortos no ataque, incluindo Ami Burklight, irmã de Chester, e ambos os pais de Cress.

    Enquanto Chester lamenta, Cress jura vingança. Ele decide que irá para a cidade de Euclides, como sua mãe pediu a ele antes de falecer. Os dois amigos decidem que se encontrarão mais tarde em Euclides. Após sua chegada, Cress é logo traído por seu tio e jogado na prisão, capturado por Marte. O pingente de herança confiado a Cress por seu pai, Miguel Albane, é tirado dele, mas Cress não sabe de seu significado em manter Dhaos lacrado, nem que seu pai foi um dos quatro que o selou.

    Cress conhece Mint Adnade na prisão, ela se junta e o ajuda a escapar. Logo depois, a dupla encontra Chester novamente na casa de Trinicus D. Morrison, outro dos quatro guerreiros. Morrison informa ao grupo que conhecia os pais de Cress e a mãe de Mint muito bem, e eles uma vez se uniram para selar um grande mal. Ele fica horrorizado ao saber que o pingente de Cress foi roubado e corre imediatamente em direção a um mausoléu próximo. Cress, Mint e Chester deduzem que Marte deve estar lá, e assim seguem Morrison sem seu conhecimento e contra sua vontade. Infelizmente, Marte consegue liberar Dhaos usando os pingentes antes que o grupo possam detê-lo. Sem esperança de lidar com o todo-poderoso Dhaos por enquanto, Morrison tenta enviar Cress, Mint e Chester de volta um século no passado, para que eles aprendam sobre Dhaos e procurem um meio de derrotá-lo preventivamente. Depois de matar Marte, Dhaos ataca o grupo com um feitiço mágico do qual Chester leva a pior. É assim que Chester e Morrison são deixados para trás para sofrer a ira de Dhaos, com apenas um arco quebrado e um diário, respectivamente, tudo o que Mint e Cress têm para se lembrar deles.

    No passado, Dhaos ainda está causando caos, preparando-se para uma guerra iminente contra os dois maiores países humanos, o Reino de Alvanista e Midgards. Esses eventos aconteceram noventa e quatro anos antes de ele ser selado. Neste período, a maldade de Dhaos permeia a maior parte do mundo, e ele até controla o príncipe da família real de Alvanista. O grupo aprende que a única maneira de derrotar Dhaos é usando magia, mas nem Cress nem Mint podem praticar as artes mágicas, já que apenas elfos e meio-elfos podem usar os feitiços poderosos. No entanto, eles logo encontram Claus F. Lester, um invocador, e Arche Klein, uma bruxa meio-elfo, que se junta a eles em sua busca. Claus é um pesquisador de invocações, o ato de evocar um espírito mágico ou elemental e, portanto, um dos únicos humanos que pode usar magia indiretamente, formando um pacto com os Espíritos por meio de anéis especiais e, em seguida, convocando-os na batalha. Ele sugere que o espírito Luna pode ser útil para eles, e assim o grupo viaja pelo mundo para os desertos de Freyland, as profundezas das antigas cavernas anãs da Galeria Morlia e para as montanhas acima e cavernas abaixo em busca de anéis e espíritos para ajudá-los a lutar contra Dhaos.

    Tales of Phantasia foi refeito para o PlayStation três anos após o lançamento do Super Famicom, e foi lançado apenas um ano após o segundo jogo da série, Tales of Destiny. O remake roda no motor de Destiny aprimorado e se beneficia de todas as melhorias e refinamentos de jogabilidade que o novo motor tinha a oferecer. Por exemplo, Chester, que dependia da força bruta na versão do Super Famicom, agora tem nove artes que consomem TP, que foram posteriormente transportadas para remakes futuros. Também trazidos de Tales of Destiny estão as esquetes; no entanto, agora o jogador simplesmente precisa apertar o botão "Selecionar" no mapa mundial para vê-los, em vez de ficar parado por um tempo no mapa do mundo como em Destiny. Como em Tales of Destiny, o jogador tem a habilidade de controlar qualquer membro do grupo, ao contrário da versão Super Famicom, onde apenas Cress pode ser controlado.

    Muitas outras mudanças, como uma sequência de abertura totalmente animada mais missões secundárias, artes adicionais e uma taxa de encontro de batalha mais amigável ao jogador também estão presentes. O áudio é remasterizado em qualidade superior com canais adicionais graças ao CD do Playstation. Sprites também foram refeitos para coincidir com as artes recorrentes de cada personagem no jogo.

    Em 2003, a Nintendo lançou uma versão para Game Boy Advance de Tales of Phantasia. Esta versão combina vários elementos da versão original da Super Famicom e do remake do PlayStation em um único jogo. Os sprites e os gráficos de batalha são do remake do PlayStation, mas a sequência de abertura, os gráficos do mapa e do campo são reciclados diretamente da versão Super Famicom junto com alguns sprites / animações sendo completamente alterados. Os gráficos também são iluminados e supersaturados para compensar a tela escura do Game Boy Advance original, que não tem luz de fundo. Esta versão do jogo também é a base para o primeiro port mobile, Tales of Phantasia Mobile

    Uma versão para o PSP chamada Tales of Phantasia: Full Voice Edition foi lançada no Japão em setembro de 2006, desenvolvida pela Mineloader Software. Esta versão do jogo é amplamente baseada no remake do PlayStation e contém dublagem completamente refeita, que agora é usada para a maioria dos eventos da história. Ele também adicionou voz para todos os eventos do enredo, o que pode ser a razão por trás do nome do remake. O port do PSP também inclui um sistema de graus, também de jogos posteriores da série, e apresenta novos sprites de batalha para os personagens principais com proporções menos exageradas, mais próximas dos jogos posteriores da série, como Tales of Eternia. No entanto, sprites inimigos da versão PSX ainda são portados, incluindo inimigos humanóides que ainda mantêm as proporções exageradas originais.

    Um remake de Tales of Phantasia: Full Voice Edition, agora conhecido como Tales of Phantasia: Cross Edition foi lançado em 5 de agosto de 2010. O jogo inclui uma versão atualizada do enredo e do sistema de batalha, novas artes místicas e Rondoline E. Effenberg protagonista de Narikiri Dungeon. Na verdade, este jogo vem no mesmo UMD como complemento do jogo principal Tales of Phantasia: Narikiri Dungeon X, um remake da sequência direta do próprio Tales of Phantasia. Além da novo personagem jogável, o sistema de batalha foi reformulado para que os feitiços não parassem mais o tempo e interrompessem o fluxo da batalha.

    1997 - Tales of Destiny (Fateful RPG)

    É o segundo jogo da série, originalmente lançado no Japão em 23 de dezembro de 1997 para o PlayStation. Este jogo foi lançado na América do Norte em 30 de setembro de 1998, marcando a primeira aparição da série Tales em regiões de língua inglesa. Uma versão remake de Tales of Destiny foi lançada posteriormente para o PlayStation 2, seguida por uma versão adicional Director's Cut, lançada no mesmo sistema.

    No passado, um meteoro caiu no mundo, jogando nuvens de poeira no céu e envolvendo o mundo em frio e escuridão. Quase ao mesmo tempo, os habitantes do planeta descobriram uma nova forma de energia no núcleo deste meteoro, que eles chamaram de Lens.

    Combinando o Lens com pesquisas adicionais, as pessoas foram capazes de criar cidades nos céus e habitá-las. Infelizmente, apenas alguns seres selecionados foram escolhidos, deixando o resto das pessoas na superfície deserta do planeta. Com o tempo, os habitantes do céu passarma a ser conhecidos como os Er’thers, , enquanto os habitantes da superfície ficaram conhecidos como Aeth’ers.

    Em seu desgosto pelo comportamento elitista de sua civilização, um grupo de cientistas Etéreos veio à superfície. Lá, com a ajuda do povo, eles foram capazes de criar espadas especiais, chamadas de Swordians, que eram conscientes. Ao contrário de outras armas, essas espadas escolheram seus mestres e foram capazes de invocar os elementos da natureza para fazer sua vontade. Usando essas armas, as pessoas da superfície finalmente tiveram uma vantagem contra os Er’thers. Graças em parte aos Swordians e seus mestres, dezenas de cidades foram afundadas nas profundezas do oceano. No final, os Aethers conquistaram a vitória sobre os Er’thers. Milhares de anos depois, essa história foi quase totalmente esquecida pela população moderna. Nesse ínterim, os espadachins, agora sem propósito caíram em uma estáse profunda, programados apenas para acordar quando ameaças graves surgirem novamente.

    A história do jogo começa quando o caipira que virou aventureiro Stahn Aileron, foge a bordo do navio voador Lumina Draconis como clandestino. Ele é encontrado pela tripulação e forçado a trabalhar como marinheiro, mas quando uma grande força hostil ataca o navio, a tripulação é esmagada e Stahn se liberta durante o caos. Procurando por uma arma útil para afastar os atacantes, ele ganha acesso a um depósito e descobre uma espada no "lixo". No entanto, a espada começa a falar com ele, chamando-se Dymlos e alegando ser uma Swordian consciente das Guerras de Aether. Armado com Dimlos, Stahn luta para chegar a uma cápsula de fuga, que usa para escapar da nave que desce rapidamente antes que ela se choque com o solo. Dymlos se torna a chave para a fama, fortuna e aventuras que Stahn busca quando o jovem conhece outros Swordianos, rapidamente se envolvendo em uma batalha por uma relíquia das Guerras do passador: uma lente enorme e extremamente poderosa chamada Olho de Atamoni.

    Em 19 de junho de 2006, matérias indicaram que um remake de Tales of Destiny apareceria no PlayStation 2. Em 15 de novembro de 2006, uma semana antes da data de lançamento original de 22 de novembro, o jogo foi adiado para uma data desconhecida. Dois dias depois, em 17 de novembro de 2006, o site oficial do jogo anunciou que sua data de lançamento seria 30 de novembro fim de corrigir um bug que os desenvolvedores haviam descoberto no jogo durante os testes. Este remake apresenta gráficos e mecânica de jogo altamente aprimorados, junto com um roteiro totalmente reescrito e um diálogo totalmente expresso. Como os lançamentos de Tales of Destiny para PlayStation 2 têm vários detalhes que entram em conflito com o jogo original, os eventos da versão para PlayStation 2 são considerados uma representação do cânone oficial atual, substituindo a versão original do jogo.

    Uma versão "Director's Cut" de Tales of Destiny foi anunciada em 20 de julho de 2007, e foi lançada em 31 de janeiro de 2008 no Japão para o PlayStation 2. O game passou a ter um novo Genêro Caracterísitco, chamado agora de One More RPG Known as Fate.

    Com base no primeiro remake do PlayStation 2 com recursos adicionais, esta versão do jogo inclui um novo modo de jogo chamado "Leon's Side". Este novo modo traz Leon como personagem principal do jogo, em vez de Stahn. O modo de história original ainda está disponível para jogar, com o nome de nome "Stahn's Side". O jogo foi lançado em duas versões: a versão regular, contendo apenas o jogo, e uma versão "Premium Box" contendo o jogo; um livreto de ilustração de 128 páginas com a nova arte de personagens de Mutsumi Inomata; e uma trilha sonora original para a versão do diretor, com 21 canções. Todos esses materiais são embalados em um invólucro externo especial com novas obras de arte também da Inomata.

    2000 - Tales of Phantasia: Narikiri Dungeon (Dungeon RPG)

    Em Novembro de 2000, Tales of Phantasia: Narikiri Dungeon foi lançado para o GameBoy Color, o game é o primeiro jogo a ter ligação direta de enredo com um lançamento anterior da série, se passando 104 anos após os eventos de Tales of Phantasia. Um remake foi lançado para o PSP chamado de Tales of Phantasia: Narikiri Dungeon X

    A história começa quando o que parece ser uma estrela cadente pousa nas montanhas. O narrador descreve o jogador, referido na segunda pessoa, encontrando um par de bebês gêmeos na luz e se tornando seu pai adotivo. Por padrão, o menino se chama Dio e a menina se chama Mel. A história avança treze anos para 4.408 pelo calendário Aselia. A narração observa que Dio é enérgico, Mel é equilibrada e ambos são misteriosamente poderosos. Dio entra com uma estranha criatura que o seguiu para casa desde as montanhas. Ele e Mel decidem mantê-lo como animal de estimação e chamá-lo de "Kruelle" com base no som que faz: Kruelle começa como uma criatura bípede verde que tem quase a altura da cintura, mas na verdade é um metamorfo cujas formas mudam com base em seu poder e humor.

    Mel e Dio começam o dia normalmente quando são repentinamente visitados por uma mulher alada que se apresenta como Norn e diz que os dois têm um destino condenado. Com pouca explicação, ela os envia para encontrar Arche Klein, o único guerreiro do tempo sobrevivente que ficou famoso pelos eventos de Tales of Phantasia. Arche, cuja idade é de 223 anos, possível apenas por ela é ser uma meio-elfa, agora vive em uma torre rosa adornada com corações que Mel e Dio devem escalar. Quando eles chegam ao topo, Norn surpreende Arche ao aparecer e pede a ajuda de Arche na preparação de um julgamento que irá testar a força dos corações e corpos de Mel e Dio.

    Devido aos limites do GameBoy, o jogo usa um sistema de batalha chamado Petit Linear Motion Battle System, ou Petit LMBS, uma variação baseada em turnos do Linear Motion Battle System usado pelo resto da série. Como no LMBS normal, o jogador controla apenas um personagem e faz isso por meio de combinações de botões em vez de uma escolha de diálogo, enquanto os membros do grupo são controlados pelo computador.

    2000 - Tales of Eternia (Eternity and Bonds RPG)

    Também conhecido como Tales of Destiny II na América do Norte devido a problemas com registros, Eternia é o terceiro jogo Original da série, trazendo avanços e melhorias no LMBS, Eternia também foi o primeiro jogo a ter um port lançado na Europa mas não nos Estados Unidos.

    Reid Hershel, junto com seu amiga de infância Farah Oersted, notou uma mudança incomum na cor da Barreira Orbus juntamente passagem de um estranho navio vindo de Celestia. Quando eles vão ver o que aconteceu, eles encontram Meredy, que está vestida de uma forma estranha e fala uma língua bizarra juntamente com sua Quickie de estimação.

    Consequentemente, Reid e Farah visitam sua amiga de infância, Keele Zeibel, em busca de respostas sobre a identidade de Meredy. Reid descobre que ela fala Melnics, uma língua proeminente de civilização antiga. Depois de viajar para Morle, o grupo recebe um brinco de tradução especial que permite a comunicação com Meredy.

    Eles seguem para a cidade de Inferia, a capital global. O grupo pede ajuda ao Rei de Inferia, mas Reid é acusado de espalhar medo e confusão por todo o país; a punição é uma sentença de morte. A princesa quer saber mais sobre o que eles têm a dizer, então o grupo é libertado.

    A versão de PSP de Tales of Eternia foi lançada no Japão e na Europa, enquanto a América do Norte conhece este jogo como Tales of Destiny II no PSX. Seu lançamento na América do Norte foi intitulado Tales of Destiny II para evitar a violação da marca registrada "Eternia", propriedade da Mattel na América do Norte para sua linha de brinquedos Masters of the Universe de He-Man. A escolha do nome mais tarde causou confusão após o lançamento do jogo para PlayStation 2 conhecido como Tales of Destiny 2, uma sequência genuína de Tales of Destiny ocorrendo no mesmo mundo. Tales of Eternia não está relacionado a Tales of Destiny, exceto por algumas breves aparições de personagens.

    2002 - Tales of Destiny 2 (Liberating Fate RPG)

    O quarto game original continuação do game de 1997 se passando no mesmo mundo 18 anos mais tarde.

    Embora as façanhas de Stahn Aileron e dos Swordian Masters sejam conhecidas em todos os lugares, elas começaram a desaparecer do coração das pessoas. Agora, todos estão preocupados com a Santa Mulher Elrane. Neste cenário, um menino chamado Kyle Dunamis dá seus primeiros passos em busca de aventura. Como filho dos heróis mundialmente renomados, Stahn e Rutee Katrea, Kyle tem certeza de que é seu destino, até mesmo seu dever, tornar-se um herói também. Enquanto explora as ruínas de uma cidade antiga perto de sua casa, Kyle encontra uma garota misteriosa chamada Reala, que emerge de uma enorme lente. Ela anuncia que está em busca de um herói. O destino de Kyle é colocado em prova. Em uma jornada que engloba passado, presente e futuro, Kyle aprende o verdadeiro significado do que é ser um herói.

    Tales of Destiny 2 também emprega um recurso de zoom automático em combate, que se tornará o padrão nos futuros jogos da série Tales. Quando há uma grande distância entre os personagens, o zoom da câmera diminui, tornando mais fácil para o jogador monitorar toda a party, e quando os personagens estão agrupados, ou há uma ação particularmente intensa, a câmera aumenta o zoom. Outra mudança única neste jogo é a introdução do sistema de Graus que foi integrada em parcelas futuras da série. Dependendo das ações dos personagens na batalha, o grupo recebe nota positiva ou negativa no final da batalha e, ao completar o jogo, eles podem trocar pontos na Loja de notas por certos recursos a serem incluídos numa segunda jornada.

    2003 - Tales of the World: Summoner’s Lineage (Fantasy Simulation RPG)

    Lançado em 7 de Março de 2003 para o GBA no Japão, Summone’s Lineage é na verdade um SRPG, mas que retém muitas das particularidades como itens e inimigos em semelhança aos outros títulos além de possuir uma história ligada diretamente a Tales of Phantasia.

    Se passando anos no futuro, um jovem invocador, chamado Fulein K. Lester, juntamente com sua companion Macaron, estudam magias capazes de trazer para o mundo físico bestas magicas. Entretanto suas façanhas são interrompidas quando um número significativo de monstros e outras feras começam a aparecer em seu mundo, ameaçando a estabilidade da pacífica nação

    É decidido que, para combater essas criaturas, eles devem invocar os lendários Heróis da Eternidade, nome dado aos personagens principais de Tales of Phantasia após suas aventuras ao longo de vários séculos. É então que Cress Albane, Mint Adenade, Chester Burklight, Claus F. Lester, Arche Klein e Suzu Fujibayashi fazem sua aparição, e com suas habilidades combinadas, junto com a ajuda de alguns novos rostos, eles esperançosamente livrarão o mundo de esta nova crise.

    Além das limitações do GBA, a mudança na estrutura do game pode ser atribuída ao fato de que Summoner's Lineage é na verdade uma sequência de gameplay de um pouco conhecido jogo japonês da Namco lançado para o Gameboy Color intitulado Pocket King, uma sequência do título de 1988 do NES, King of Kings, apresentado no Namco Anthology 2. Além dos personagens principais de Tales of Phantasia, o jogador também pode utilizar a habilidade de Fulien de convocar vários tipos diferentes de criaturas para ajudar na batalha. Esses monstros, como qualquer outro personagem, têm suas próprias estatísticas e ataques únicos, bem como suas próprias formas de abordar o combate.

    2003 - Tales of Symphonia - (Resonating with You RPG)

    Entrando nos 128 Bits, Tales of Symphonia é o primeiro jogo da série a apresentar combates em 3D, mas ainda mantendo o LMBS clássico em 2D. Symphonia foi lançado originalmente para o Game Cube em Agosto de 2003. Também é o primeiro jogo da série a trazer trajes alternativos para os personagens da party.

    O jogo começa no mundo de Sylvarant, um continente que está morrendo devido à perda constante de mana, uma fonte de energia necessária tanto para a magia quanto para sustentar a própria vida. À medida que as safras começam a murchar e as dificuldades se instalam, as pessoas voltam suas esperanças para o Escolhido, um servo e messias da Deusa Martel, que pode reverter os males do mundo completando a Jornada da Regeneração Mundial. Para regenerar o mundo, os Escolhidos devem viajar de continente a continente, despertando os Espíritos de Invocação que dormem em antigos santuários conhecidos como "selos". Com cada selo liberado, o Escolhido se aproxima cada vez mais de se tornar um anjo. Assim que o Escolhido se transformar totalmente em um anjo, o mundo será regenerado.

    Especula-se que Tales of Symphonia ocorra milhares de anos antes dos eventos de Tales of Phantasia, e que eles sejam ambientados nos mundos combinados de Sylvarant e Tethe'alla, conhecidos neste ponto como o mundo de Aselia. A distância exata de tempo entre os dois jogos nunca foi declarada.

    Devido ao baixo número de vendas no GameCube, em 2004 a Namco decidiu relançar o jogo na concorrência. O Playstation 2. O game no PS2 veio com melhorias, como novas cenas animadas, um único DVD ao invés de 2 discos da versão do Cube, Mystic Artes para todos os personagens (na versão do GameCube apenas Lloyd, Colette e Genis possuem Mystic Arte). Animações nas esquetes para representar diferentes emoções dos personagens, o Game Cube do cenário em Sylvarant Base foi trocado por um logo da Sony. Salas escuras no Temple of Lightning passaram de levemente visíveis, para totalmente pretas.

    A versão do PS2 também tinha loadings mais rápidos porém, devido ao hardware mais fraco, o game passou dos 60 quadros do GameCube, para 30.

    O game também foi lançado em 2016 para o PC, uma cópia de Tales of Symphonia foi dada para quem fez a pré-compra de Tales of Zestiria na Steam a versão do PC é um port da versão do PS2, porém patches corrigem problemas como performance e restauram o FPS do game original do Cube.

    2004 - Tales of Rebirth (Where You Will Be Reborn RPG)

    Agora de casa nova, em 16 de Dezembro de 2004, Tales of Rebirth chegava ao PS2 Japônes. O game voltou a trazer sprites como em Destiny, com artes e character designs de Mutsumi Inomata.

    Tales of Rebirth se passa em um mundo onde humanos, chamados de Huma, e Gajuma, pessoas bestas, coexistem em relativa paz. Nos tempos antigos, ambas as raças uniram forças para fundar o reino de Calegia. Aos 60 anos, o rei Gajuma, Ladras Lindblum, que governou sabiamente o reino por anos, gradualmente enfraquece e morre de causas misteriosas. No dia de sua morte, o caos se desencadeia no reino e, desde então, as pessoas se referem a este dia como o Crepúsculo de Ladras. Sua filha, Agarte Lindblum, única parente consanguínea e herdeira do trono,tem como conselheira Zilva Madigan.

    O herói principal de Rebirth, Veigue Lungberg mora em uma vila, Sulz, localizada na bela e fria região norte. Embora ele nunca tenha pensado em deixar a vila, ele começa a ponderar essa opção depois que seu ambiente familiar, incluindo sua amiga Claire Bennett e ele mesmo, são atacados. Durante a liberação inicial do poder do rei, a “Force” de Veigue torna-se instável fazendo com que sua amiga Claire seja aprisionada em um pilar de gelo.

    Force (ou força numa tradução direta) é um poder elemental que uma pessoa pode possuir, antes pertencia apenas aos Gajuma, mas os Huma agora são capazes de usá-lo, às vezes resultando na incapacidade de controlá-lo.

    Um ano depois disso, Veigue é contatado por Mao e Eugene Gallardo, que ajudam a libertar Claire de sua prisão de gelo. Pouco depois disso, Claire é levada pelo escudeiro do rei que está em busca da mais bela mulher Huma da terra.

    Em 2008 Rebirth foi portado para o PSP. O game no PSP trouxe novidades, como novos eventos, uma Arena, a dificuldade GOD (maior que a Unknow do PS2), a velocidade de movimentação em cidades e dungeons foi aumentada, o game também continha um bônus de pre-order, chamado de Tales of Rebirth: Re-Birthday Celebration Chapter, além de um dvd de entrevistas com os Voice Actors ele também trazia cenas mostrando as novidades da versão do PSP apresentadas diretamente pelos personagens do game.

    Uma grande novidade em Rebirth foi a evolução do LMBS, agora chamado de Three-Line Linear Motion, o game trazia nos combates, 3 diferentes onde a party deveria ser disposta, estudar onde posicionar seus personagens era essencial para o sucesso nos combates.

    2005 - Tales of Legendia - (RPG Where Bonds Spin Legends)

    Legendia é o sétimo jogo da linha principal, e o primeiro que não foi desenvolvido pelo Tales Studios.

    Tales of Legendia se passa em um mundo coberto principalmente de água, com todos os eventos do jogo ocorrendo a bordo de um enorme navio do tamanho de um país chamado Legacy, um resquício de uma civilização antiga altamente avançada. A população divide-se em dois grupos: os Orerines, "seres da terra", e os Ferines, "seres do mar", uma raça de pele clara, cabelos claros com capacidade para viver debaixo de água. As tensões entre essas duas raças servem de pano de fundo para a trama do jogo. Além disso, uma parte selecionada da população é conhecida como Erens, pessoas nascidas com a habilidade de usar poderes especiais conhecidos como Eres, que são divididos em dois grupos: Crystal Eres, que inclui lançar feitiços mágicos, e Iron Eres, que gira em torno habilidades físicas. Uma linguagem fictícia conhecida como Relares aparece ao longo do jogo, formando a base para alguns nomes de locais e personagens.

    Legendia não foi bem aceito pelos fãs da série, sendo considerado um retrocesso perante a evolução que os games vinham trazendo, o combate voltou a ser apenas em uma única linha, tendo apenas o herói principal Senel, como personagem controlável pelo jogador, enquanto os outros personagens da equipe eram comandados pela IA.

    2005 - Tales of the Abyss (Discovering the Meaning of Life RPG)

    Para salvar a série depois do breve fracasso com Legendia, o Tales Studios trouxe aquele que foi o game responsável por “catapultar” o sucesso de Tales of ao redor do globo, principalmente por ter sido lançado no auge da popularidade do PS2...

    Abyss

    Tales of the Abyss se passa em Auldrant, um planeta composto de partículas elementares chamadas fônons. Durante a maior parte da história de Auldrant, apenas seis fonons tinham existência conhecida, representando os elementos de Sombra, Terra, Vento, Água, Fogo e Luz; no entanto, um sétimo fônon, o som, foi descoberto

    Luke fon Fabre é filho de nobres do país de Kimlasca-Lanvaldear. Ele é seqüestrado aos dez anos e teve suas memórias bloqueadas por uma forte amnésia. Durante seu convívio na mansão após o seqüestro, mantém um bom relacionamento com Guy, um de seus mordomos, e com a Princesa Natalia, com quem irá se casar quando chegarem à maioridade. Ele é treinado na esgrima por Van Grants, líder dos Oracle Knights. No dia em que Van precisa sair da capital de Kimlasca-Lanvaldear, Baticul, a mansão é atacada por Tear Grants e uma acidental hyper-ressonância envia Luke e a garota para o distante leste, enquanto tentam retornar para Baticul, a dupla conhece Ion, sua guardiã Anise e o comandante de uma das forças militares do reino de Malkuth, Jade Curtiss. Ao ajudar os Cheagles com um problema com monstros, Luke recebe Mieu como servo, para pagar por seu descaso com a comunidade Cheagle.

    Abyss teve uma ótima recepção ao trazer um novo sistema de combate, o FR-LMBS, Flex Range Linear Motion Battle System, trazendo o sistema clássico da série, agora Luke e sua party tinham muito mais mobilidade em batalha, graças ao Free Run, que permitia ao jogador sair da linha de combate e se mover em qualquer direção.

    2006 - Tales of the Tempest (RPG that Awakens the Soul)

    O Nono jogo da linha principal, Tempest foi lançado em Outubro de 2006 exclusivamente para o DS porém devido a baixa recepção, o game passou a ser um título de escolta/crossover.

    Uma raça de homens-fera chamada Leymon tem dominado o continente de Aurella ao longo da história. Os Leymon construíram uma civilização sofisticada, eles desenvolveram desenvolvendo grande força física e espiritual. Entretanto os Leymon não estavam preparados para o surgimento de uma estranha e proíbida tecnologia chamada de Life Magic,. Embora a matança em massa não fosse a intenção, ainda assim fez com que a nação entrasse em uma guerra civil, em um conflito que acabou sendo chamado de Guerra das Bestas. Com o Leymon tendo perdido a maior parte de sua população, os líderes transferiram o direito de governar o continente para os humanos, que naquela época eram uma raça pequena e fraca.

    Tempest utiliza o mesmo combate de Rebirth, aprensentando 3 linhas onde o jogador pode dispor sua party em combate. Utilizando as capacidades do DS, o game também possuí um modo “Multiplayer” ativado através de um item encontrado em dungeons do game, onde os players podem se aventurar por um mesmo mundo usando seus próprios personagens e um combate é iniciado quando ambos players se encontram. Items e Gald ganhos no modo multiplayer podiam ser carregados para o modo single player, porém a experiencia ganha não.

    O Triverse Gate em Tales of Innocence R contém images alusivas a Tales of Hearts e Tales of the Tempest, o que levou a especulações de fãs que a Namco poderia lançar remakes de ambos os títulos, porém apenas Tales of Hearts R foi lançado, confirmando o baixo interesse por parte da Namco e do público em Tales of the Tempest.

    2007 - Tales of Innocence (Connecting Thoughts RPG)

    Lançado em 2007 para o DS Tales of Innocence é o atual nono jogo Original da franquia, assumindo o lugar que era de Tempest.

    O mundo de Innocence é dividido entre o mundo divino de Devaloka, dividida entre as regiões de Sensus e Ratio, e o mundo humano de baixo de Naraka. Como Devaloka precisava de almas humanas para sobreviver, Asura, general de Sensus se utilizou do Manifesto, um artefato criado pelo ancião conhecido como Primeval Giant, para “fundir” os Devaloka com os Naraka. Esse plano foi amplamente criticado por muitos, levando a uma guerra entre Sensus e Ratio. Asura tinha como aliados Inanna, Orifiel e Sakuya, além de Durandal sua espada ciente, e o dragão Vritra.

    Tamanha força dos aliados levou Asura a vitória, derrotando Hypnos, general dos Ratio em combate, entretanto antes de conseguir usar o Manifesto, Asura é traído por Inanna que empala o general com a Durandal, mas acaba morrendo junto no processo, deixando a unificação dos Devaloka com os Naraka incompleta. Grande parte dos Devalokas morreram neste processo, levando a extinção quase completa anos depois. No presente, Naraka é governada pela capital imperial de Regnum, e o país de Garam, e ambos estão em estado de guerra. Somado a isso temos ainda o surgimento dos Reborn, chamados de Fallens, antigos de Devaloka renascidos na forma de humanos com super poderes, os Reborns são caçados pelo regime militar de Regnum e forçados como experimentos na linha de frente dos combates.

    Neste panorama temos Ruca Milda, a reeincarnação de Asura e Illia Animi, reencarnação de Inanna, ambos caçados pelos militares de Regnum, onde unem forças com aliados especiais reencarnados do passado.

    Innocence usa o Dimensional Strid Linear Motion Battle System (DS-LMBS), uma fusão dos combates de Tales of the Abyss e o port de Destiny para o PS2. O combate permite o player a se mover livremente pelo cenário usando ataques e skills no ar. A IA foi amplamente melhorada, sendo possível atribuir diferentes combinações de comandos que se encaixem em situações específicas.Todos os personagens da equipe possuem uma barra de Tensão, que ao ser preenchida libera um estado de Awakening, onde o movimento e a força de ataque são aumentadas, e o consumo de TP e o tempo de cast diminuídos, permitindo longos e poderosos combos.

    Innocence foi então em 2012 refeito para o Vita, ele mantém a história original introduzindo novos personagens em uma trama paralela sem interferir na história original.

    Tales of the Innocence também foi o primeiro jogo a trazer a classificação CERO B (para maiores de 12 anos), devido a violência de algumas cenas e uso de termos ofensivos, fazendo com que a série perdesse a classificação “All Ages” que mantinha, consequentemente, todos os games posteriores receberam essa classificação mostrando uma mudança dentro da série para uma audiência mais velha.

    2008 - Tales of Symphonia: Dawn of the New World (To Believe in the Resonating Hearts RPG)

    Lançado em 2008 no Wii, Dawn of the New World é um título de escolta/crossover sequencia do Tales of Symphonia original.

    A muito tempo, Sylvarant e Tethe’alla foram unificados em um único mundo que sugou a energia da Great Kharlan Tree. Entretanto uma energia divina dividiu os mundos , e a grande árvore secou e morreu, coube então a Lloyd Irving e seus amigos, restaurarem o mundo a sua forma original. Juntos mais uma vez, o mundo está entrando em uma nova era. No entanto, seu povo ainda enfrenta muitos problemas. Depois que as terras se tornaram uma só, os mapas se tornaram inúteis e o clima passou por muitas mudanças profundas: cidades desérticas se tornaram terras desertas congeladas e lagos secaram em vales. Tudo isso se origina de um fator esquecido na unificação dos mundos: o espírito da velha Árvore Kharlan, Ratatosk, ainda existe em algum lugar, e seu sono enviou o mundo ao caos.

    O game trouxe todo o elenco do primeiro Symphonia, além de novos personagens, protagonistas da história, chamados Emil Castagnier e Marta Lualdi

    O sistema de combate, trouxe o Flex-Range Element Enchanced Linear Motion Battle System, ou FREE-LMBS, apesar da comportar até 10 personagens, apenas 4 podiam ser selecionados para combate sendo que Emil e Marta não podiam ser removidos, sempre sendo necessário que um deles fosse o líder da equipe.

    O game também trouxe um sistema único de capturar e treinar monstros, o sistema de cozinhar do game também gira ao redor deles, sendo possível evoluí-los quando alimentados com certos itens e ao atingir o nível requerido.

    Em 2013 a Bandai Namco lançou no Japão o pack Tales of Symphonia Unisonant Pack contendo Symphonia e Dawn of the New World remasterizados.

    2008 - Tales of Vesperia (Enforcing One's "Justice" RPG)

    Em Agosto de 2008, Tales of Vesperia chegava ao XBOX360, foi o primeiro jogo da série a ser lançado num console da Microsoft, e o primeiro com suporte a resoluções HD.

    Vesperia se passa no planeta de Terca Lumireis. As pessoas de Terca dependem de uma antiga tecnologia conhecida como Blastia e empregada em uma larga gama de funcionalidades como prover água, alimentar barcos e criar barreiras ao redor de cidades protegendo-as dos monstros que vivem em florestas e áreas remotas, essa tecnologia é alimentada por uma substância chamada Aer.

    A tecnologia também é usada por soldados do império e membros de guildas espalhadas ao redor de Terca para melhorar suas aptidões em combate, porém em grandes concentrações, o aer pode ser fatal aos humanos.

    Quando o Core da cidade de Zaphia é roubado, deixando assim a cidade sem fornecimento de agua, um jovem espadachim chamado Yuri Lowell e seu inseparável parceiro Repede perseguem o ladrão, mas Yuri acaba preso nos calabouços do castelo, onde ele conhece uma jovem chamada Estelle, que está procurando por Flynn Scifo, parceiro de Yuri. Após alguns eventos iniciais Yuri, Repede e Estelle deixam Zaphia para trás perseguindo Flynn e o ladrão.

    Graças ao poder dos novos consoles Vesperia trouxe bem-vindas inovações a série, como esquetes totalmente dubladas em ambos os idiomas, cgs de alta qualidade, o sistema de combate de Abyss foi evoluído, agora trazendo até 8 monstros simultâneos para o jogador enfrentar, Vesperia também foi o primeiro jogo da série a trazer um perosnagem não humòide para a Party, com o cão/lobo companheiro de Yuri, Repede.

    Em Setembro de 2009 o game foi portado para o PS3, a versão da Sony possuía dublagem em todas as cenas do game não apenas cgs e esquetes, trazendo um script duas vezes maior que o da versão original do XBOX 360, também trouxe Flynn como um personagem completo da equipe, customizável e equipável em todo o jogo, além de trazer Patty Fleur uma nova personagem. Novas Esquetes, cenas, bosses, a possibilidade de escolher Yuri, Flynn ou Patty como avatares no mapa, novos mini-games como um de corrida para Repede, entre várias outras melhorias e novidades

    Em Junho de 2018 em comemoração aos 10 anos de Vesperia a remasterização/edição definitiva, foi anunciada para PS4, XBOX One, PC e Nintendo Switch, com todo conteúdo lançado previamente para o jogo.

    2008 - Tales of Hearts (A Meeting Between Hearts RPG)

    Hearts é o décimo primeiro título da linha Original de Tales of, lançado em 2008 no DS, o game possuía sprites em 2D mesclado a cenários 3D, além de ser o primeiro jogo a trazer modelos em CG durante as cutscenes.

    5 anos depois, em 2013, Hearts foi relançado para o Vita como Tales of Hearts R, o game é uma total re-imaginação do original, abolindo as CGs porém convertendo todo o game para modelos em 3D e introduzindo mudanças significativas no gameplay. R também trouxe novos personagens para a trama.

    A descrição do Plot abaixo pertence a versão R do Vita.

    Dois mil anos antes dos eventos principais da história, o planeta de Organica foi atacado por xerom, monstros que comem a Spiria dos indivíduos, a essência cristalina do coração e das emoções de uma pessoa. Os xerom foram enviados para Organica pelo povo de Minera, o planeta mais tarde conhecido como Lua Branca. O xerom foi a criação de Creed Graphite, e as irmãs Spodumene, Lithia e Fluora, com seu núcleo vivo sendo Gardenia.

    Enquanto Creed e Lithia viam Gardenia como um meio de terminar o conflito em seu mundo e os Organicans como cobaias de teste, Fluora se opôs ao seu plano. Facções entre o povo de Minera que não aprovavam o uso dos organicanos presentearam aqueles com Spiria fortes com armas conhecidas como Soma. Esses detentores do Soma, conhecidos como Somáticos, também são capazes de entrar no Labirinto Espiritual de alguém e purificá-lo do desejo, a doença que o xerom causa na Spiria das pessoas.

    Quando a Gardênia foi ativada, ela ficou fora de controle e absorveu o Spiria de todos em Minera, causando a calcificação de todo o planeta e sua população. Horrorizada com o que havia sido feito, Fluora fechou Gardenia e usou-se como um selo para evitar sua reativação. Uma Lithia arrependida tentou evitar que Creed resgatasse Fluora, mas acabou separando seus Spiria de seus corpos. Seus respectivos Spiria encontraram hospedeiros em várias pessoas ao longo dos próximos dois milênios, com eles continuando seu conflito através das gerações.

    O combate de Hearts segue o sistema de seus primos mais velhos do DS, Tempest e Innocence, mas também retorna com o sistema de ataques aéreos de Tales of Destiny. O jogo no DS usava um sistema diferente de recuperação dos personagens, que foi abolido no Vita em troca do retorno do sistema clássico de Cooking da série.

    2009 - Tales of Graces (Discovering the Strength to Protect RPG)

    Tales of Graces se passa em um planeta conhecido como Ephinea. Ephinea depende de grandes monumentos conhecidos como Valkines Cryas para abastecê-los com eleth. Eleth é a fonte de vida para o povo de Ephinea. Existem três valkines cryas em Ephinea: Gloandi em Windor, Duplemar em Strahta e Forbrannir em Fendel. Cada um produz um tipo específico de eleth com base nos elementos Vento, Água e Fogo, respectivamente.

    Asbel Lhant, Hubert Lhant e Cheria Barnes são crianças de Lhant, uma vila em Windor. Um dia, os três fazem amizade com uma garota amnésica de fora de sua aldeia, a quem chamam de Sophie. Nesse mesmo dia, Lhant é visitado por Richard, o príncipe de Windor, que faz amizade com os quatro. Richard retorna a Barona, a capital de Windor, e os convida a entrar em seu castelo por uma passagem secreta. Lá, os quatro são feridos por um monstro desconhecido, mas são salvos quando Sophie se sacrifica. Asbel recupera a consciência em Lhant e é informado sobre a morte de Sophie e a adoção política de Hubert pela família Oswell, para garantir o futuro de Asbel como Senhor de Lhant. Assustado com a morte de Sophie e os acontecimentos políticos em casa, Asbel foge e se matricula na academia de cavaleiros de Barona.

    Graces foi lançado em 2009 no Wii e é o décimo segundo título da linha Original, apesar de ter recebido o codinome de “Tales of Ten” pelo Tales Studios, que descartam Legendia e Innocence da linha principal da série.

    O sistema de batalha usado para Tales of Graces é o Style Shift Linear Motion Battle System, ou SS-LMBS. Neste sistema, os personagens têm dois estilos de luta diferentes para escolher. As artes de cada estilo são definidas para os botões A e B no Wii, e o jogador pode alternar livremente entre os estilos na batalha. Os personagens também são capazes de desviar dos atques ao redor do inimigo, proporcionando dano reduzido e outros bônus se a ação de desvio for cronometrada corretamente. Na batalha, os jogadores atacam usando uma modificação do sistema Chain Capacity introduzido pela primeira vez com o remake para PlayStation 2 de Tales of Destiny. A corrida livre que se originou em Tales of the Abyss é renovada neste jogo, mas é limitada pela drenagem de CC enquanto está ativa.

    O jogo também foi portado para o PlayStation 3 sob o nome de Tales of Graces ƒ Lançado em 2 de dezembro de 2010, quase um ano após o lançamento original do Wii. O símbolo ƒ que é usado no título se refere à palavra "future", que enfatiza seu conteúdo pós-jogo adicionado nessa versão. O jogo inclui um arco de história adicional que ocorre seis meses após o final da história original e resolve os mistérios restantes do jogo. Outros conteúdos incluem novas cenas de história adicionais dentro da história original, gráficos de alta definição aprimorados, além de novos trajes para os personagens . Tales of Graces ƒ também adicionou o recurso Data Install para reduzir os tempos dos loadings dentro do jogo.

    2011 - Tales of Xillia (RPG of Unwavering Convictions)

    Em Setembro de 2011 chegava ao PS3 no Japão, Tales of Xillia.

    O jogo se passa em Rieze Maxia, um mundo onde humanos e monstros coexistem com espíritos. Os espíritos apóiam a civilização humana concedendo desejos, como a habilidade de canalizar mana como poder espiritual e, por sua vez, são protegidos por esses desejos. O mais poderoso desses espíritos é um ser chamado Maxwell, embora sua verdadeira natureza seja desconhecida. Em Rieze Maxia, existem dois principais países competindo pela supremacia. Rashugal é um império com uma longa história, cujo uso livre do poder do espírito concedeu-lhe majestade e prosperidade incríveis. Auj Oule é um país em desenvolvimento cujo poder deriva do controle de monstros e do poder de seus militares.

    Xilia possui um protagonismo dividido entre Jude Mathis um estudante de medicina de Fennmont, capital de Rushugal. E Millia Maxwell uma garota que clama ser a lorde dos espíritos, e o game apresenta ao jogador a possibilidade de selecionar entre os dois personagens. A escolha afeta certas cenas com alguns personagens, bem como os ambientes que o jogador irá encontrar. Xilia também é o primeiro jogo da série a ter uma câmera sobre o ombro, ao contrário da câmera top down dos jogos anteriores. O estilo de camera passaria a ser padrão nos games seguintes.

    Em vez dos sistemas de Level tradicionais usados nos outros jogos da série, os jogadores usam um sistema de Grid para subir de nível seus personagens gastando Pontos de Crescimento ou Growth Points (GP). GP é usado para aprimorar uma das seis estatísticas: força, vitalidade, inteligência, espírito, agilidade e destreza. A grade também contém nós com artes e habilidades entre as seis estatísticas principais. Os jogadores podem revelá-los conectando-se a nós adjacentes. Há uma flor adicional sob a grade, que cresce com base no nível da grade.

    O sistema de batalha é conhecido como Double-Raid Linear Motion Battle System (DR-LMBS), que envolve dois personagens se unindo em combate para máxima eficácia. O personagem controlado diretamente pelo jogador é conhecido como "Mestre", enquanto o parceiro de IA apóia o Mestre tomando ações como cercar o inimigo ou proteger o flanco traseiro do Mestre. Além disso, os dois personagens podem se unir e realizar poderosos ataques unificados chamados "Link Artes" preenchendo um medidor durante o "Link Mode" e, em seguida, executando certos movimentos de pré-requisito.

    2012 - Tales of Xillia 2 (Choices That Spin the Future RPG)

    Continuação direta de Tales of Xilia, se passando 1 ano após os eventos do game anterior

    Tales of Xillia 2 se passa em Elympios, que atualmente permanece em harmonia com Rieze Maxia. No entanto, devido às diferenças entre os dois mundos em cultura e termos de opinião, eles também permanecem em oposição. Elympios é um mundo altamente tecnológico onde os residentes vivem em prosperidade. Os residentes de Elympios continuam a temer o povo de Rieze Maxia, chamando-os de "monstros" devido à sua habilidade de usar Spirit Artes, que são raras em Elympios.

    Após os eventos de Xilia, uma grande soma de mana explode devido à destruição do cisma, uma barreira que separa Elympios e Rieze Maxia. A explosão faz com que os Orbs Lilium se sobrecarreguem com mana e parem de funcionar. No entanto, ao alimentar os orbes usando energia elemental por meio de um Spyrix que absorve mana, eles funcionam mais uma vez, embora de maneira diferente. Essas esferas são mais tarde chamadas de Orbs de Allium.

    Tales of Xillia 2 é apresentado em um apelo gráfico semelhante ao do primeiro game. No entanto, ao contrário de qualquer outro jogo Tales, durante as cenas, os jogadores são solicitados a realizar ações diferentes, que podem mudar o curso da história e também afetar o andamento da mesma.

    Tales of Xillia 2 usa o Cross Double-Raid Linear Motion Battle System (XDR-LMBS), uma variante do DR-LMBS. Este sistema de batalha também apresenta um novo sistema de "Mudança de Arma", semelhante ao sistema de Mudança de Estilo de Tales of Graces. Com os Weapon Shift, Ludger o protagonista é capaz de alternar entre três armas: lâminas duplas, uma marreta e armas duplas.

    Tales of Xillia 2 apresenta o Allium Orb em vez do Lilium Orb. Conforme o jogador avança na história, eles podem encontrar Minério Elemental que pode ser aplicado ao Orbe de Allium com o Extrator. O Allium Orb possui seis elementos: Luz, Terra, Água, Trevas, Vento e Fogo, e dependendo de qual Extrator está equipado, um elemento ganhará pontos do Minério Elemental que for recebido. Conforme um elemento ganha pontos, estatísticas, habilidades e artes são desbloqueadas.

    2015 - Tales of Zestiria (RPG of Passion that Illuminates the World)

    Lançado em 2015, Zestiria foi o primeiro jogo da série a ser lançado em versão Japonesa, Americana e Européia no mesmo ano, com poucos meses de diferença.

    É o décimo-quinto jogo da série principal e comemora os 20 anos da franquia.

    Tales of Zestiria se passa em um continente fictício chamado Glenwood. Glenwood é dividido entre dois países em guerra: O Reino de Hyland, que é governado por uma monarquia constitucional, e o Império de Rolance. Existindo independentemente estão várias guildas, que lucram prontamente com o conflito e abrangem várias profissões, desde o transporte até a manufatura de mercadorias e o assassinato. Por toda a terra, uma impureza conhecida como malevolência gerada pelas emoções negativas da humanidade transforma periodicamente os vivos, os mortos e até mesmo objetos inanimados em monstros chamados Hellions, que representam uma ameaça para o mundo.

    Junto com os humanos, uma das principais raças do mundo são os serafins, humanóides sobrenaturais e animais que só podem interagir com humanos que possuam ressonância suficiente neles. Embora antes fossem um povo abundante em Glenwood, os serafins se tornaram raros.

    As pessoas do mundo chamam aqueles que interagem com os serafins de pastores, e ambos são aclamados como salvadores e temidos por causa de seu poder. Os pastores freqüentemente aparecem em tempos de crise e fazem parte do folclore comum junto com os serafins. Os serafins também podem firmar contratos entre si, com uma figura dominante chamado Primeiro Lord e uma série de parceiros chamados Sub Lords, que atuam como suporte para eles. O jogo conta a história dos pastores durante a Era do Caos, quando os Hellions estão livres por toda Glenwood, atacando o campo e as cidades.

    Os dragões desempenham um papel importante tanto na tradição mundial quanto no arco principal da história, mas não seguem sua representação tradicional como seres do bem e do mal ou criaturas simbólicas; em vez disso, eles são na verdade serafins corrompidos pela malevolência.

    Zestiria foi o primeiro jogo da série a trazer um mundo aberto interconectado que pode ser explorado pelo jogador. Durante a exploração um personagem serafim específico é atribuído, o jogador pode executar comandos especiais: eles são, cortar obstáculos menores (todos os personagens), quebrar obstáculos grandes (Edna), temporariamente se protegenr da visão do inimigo (Mikleo ), acendendo luzes especiais em masmorras (Lailah) ou teletransportando-se através das lacunas (Dezel / Zaveid).

    Itens como roupas, armas, armaduras e itens padrão podem ser comprados e vendidos em lojas por toda Glenwood com um sistema de recompensa quanto mais o jogador compre itens. Durante a exploração, os jogadores visitam várias regiões sob o controle dos Lord of the Land, pequenos serem conhecidos como Normins, que exigem a proteção dos serafins. Garantir essa proteção dá ao jogador acesso a habilidades como o deslocamento entre pontos de salvamento por uma certa quantia em gald. Outras habilidades, incluindo várias habilidades e bônus desbloqueados ao completar certos objetivos na batalha e estabelecer contrato com mais Normins. O jogador pode aumentar esses benefícios aumentando a força da proteção por meio de batalhas na área. Os jogadores também podem descansar os personagens em estalagens, restaurando sua saúde e medidores mágicos.

    Tal como acontece com os títulos anteriores da série, Tales of Zestiria usa a marca registrada Linear Motion Battle System (LMBS). A variante usada no Zestiria é chamada de Fusionic Chain Linear Motion Battle System (FC-LMBS). Ao contrário das entradas anteriores da série, que apresentavam uma tela de batalha separada, as batalhas em campo aberto e ambientes como cidades e masmorras acontecem no mesmo espaço da exploração. A habilidade de luta dos personagens pode ser afetada pela topografia e características como lagos e rochas. Atacar os inimigos preventivamente também concede ao jogador uma vantagem durante a batalha. Como entradas anteriores na série, o LMBS incorpora habilidades especiais chamadas artes e por padrão uma arte-chain é limitada a quatro ataques, com o limite da arte-chain para a armadura sendo três ataques. Existem três categorias de artes: os personagens humanos se especializam em artes marciais e ocultas, enquanto os personagens serafins usam as artes marciais e seráficas. 

    2016 - Tales of Berseria (RPG of Discovering Your Own Reasons to Live)

    Tales of Berseria é o até então, mais recente game da linha principal de Tales of

    Berseria também é o primeiro jogo da série a ter uma protagonista exclusivamente feminina. Onde Velvet não divide o protagonismo com outros personagens.

    Berseria ocorre em um mundo conhecido como Desolation, especificamente no Império Sagrado de Midgand, um país poderoso que governa o arquipélago de um continente de Desolation. O mundo do jogo é compartilhado com Tales of Zestiria, embora esses eventos ocorram em um passado distante. Existem inúmeras ilhas ao redor, e o governo de Midgand atravessa até os mares. As áreas de terra e ilhas no jogo são divididas em territórios. Junto com os humanos, uma das outras raças principais são os malakim, espíritos sobrenaturais cujas vontades são seladas, e usados por humanos como escravos para utilizar suas habilidades mágicas após serem tornadas visíveis devido ao Advento, um incidente que ocorreu três anos antes da fuga de Velvet Crowe da ilha prisão de Titânia.

    Em todo o império, uma doença conhecida como Daemonblight faz com que os infectados percam sua humanidade e senso de racionalidade e se transformem em monstros conhecidos como Daemons, que representam uma ameaça para o mundo. Junto com os governantes do Império Sagrado de Midgand existe uma ordem teocrática conhecida como Abadia, que são de grande importância política e religiosa e são influentes nos assuntos imperiais. Os exorcistas, soldados da Abadia, têm a tarefa de trazer a paz e a ordem, purgando o mundo dos Daemons e estão dispostos a ir a extremos para alcançar seu objetivo.

    Alguns novos recursos foram adicionados ao jogo. Os primeiros são itens chamados de "potentites", que concedem efeitos e habilidades adicionais durante a batalha. Um recurso chamado "Code Red Daemon Hunting" também foi introduzido, no qual o jogador luta com daemons chamados "Code Red" espalhados pelo mundo para ganhar itens poderosos como potentites como recompensa; um jogador pode encontrar um Code Red mesmo sem falar primeiro com o entregador da missão. Outro recurso é chamado de "Inimigos errantes".

    Se um jogador atender a uma determinada condição em batalha, um daemon específico aparecerá, sendo mais perigoso que um Code Red, aparecendo em múltiplos e se tornando invencível por um período limitado de tempo, o que requer planos de batalha estratégicos.

    Seguindo Tales of Zestiria, o jogo faz uso do Katz. Ao longo do jogo, existem chamas opacas chamadas "Katz Spirits" que podem ser recolhidas e, com o suficiente delas, permitem ao jogador abrir as "Katz Boxes", que são baús especiais com equipamentos e acessórios espalhados pelo continente. Uma nova forma de transporte chamada geoboard, uma versão terrestre dos Rheairds de Phantasia e Symphonia também foi adicionada.

    Berseria trouxe o Liberation-LMBS, tornando o free run padrão nos combates sem a necessidade de ser ativado, assim como total rotação da camera, e a possiblidade de atribuir diversas artes para os botões de ataque XYBA.

    O número de artes que podem ser executadas em uma única seqüência depende do medidor de alma (Soul Gauge, SG) do personagem. Cada batalha começa com 3 SG, enquanto derrotar um inimigo concede mais uma unidade SG. Uma vez que o medidor de alma encher, ele permitirá que um personagem use seu Break Soul (BS), o que permite que ele exceda o limite superior de artes em um combo e invoque um efeito especial.

    Ao usar Break Soul, o jogador pode exceder o limite superior de artes executáveis em um combo, e cada personagem pode usar sua ação especial única. Essas ações especiais são totalmente diferentes, dependendo do personagem. O jogador pode introduzir mais escolhas e aplicar maior estratégia de jogo trocando o personagem controlado durante a batalha para reagir ao inimigo e à situação.

    Além disso, uma mecânica de jogo chamada Switch Blast pode ser executada consumindo Souls. Switch Blast permite que um personagem controlado troque por um personagem que não está no campo de batalha. A troca resultará no personagem invocado realizando uma arte especial. Antes de mudar uma vez, o sub-personagem invocado terá mais uma Alma. Cada personagem tem sua própria técnica Switch Blast única que pode ser ligada em combos.

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    ? - Tales of Arise

    Poucos detalhes ainda são conhecidos sobre Arise, o game foi adiado do lançamento de 2020 para uma data ainda não determinada, um dos principais motivos foi a pandemia do Covid-19 que forçou o afastamento de membros do estúdio num período de produção onde era essencial a colaboração de todos. Pouco também se sabe a respeito do plot do jogo a não ser o abaixo.

    Os habitantes do planeta Dahna sempre reverenciaram Rena, o planeta no céu, como uma terra dos justos e divinos. No entanto, as histórias transmitidas através das gerações distorceram a verdade para o povo de Dahna. Rena governou Dahna nos últimos 300 anos, pilhando o mundo sob seus recursos e seu povo de sua dignidade e liberdade

    O pouco gameplay de Arise mostrado pegou muitos fãs de surpresa, mostrando um combate em terceira pessoa quase como que em Monster Hunter, mas tudo ainda é muito cru para se tirar conclusões a respeito dos sistemas de gameplay do jogo.

    -

    Aí está !

    Obrigado a todos que leram, apontem erros para que eu possa corrigir também ^^

    E até a próxima o/

    Tales of Phantasia

    Platform: SNES
    1015 Players
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      artigos · 11 months ago · 5 pontos

      Parabéns! Seu livro - ops - artigo virou destaque!

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      gustavohawke · 11 months ago · 3 pontos

      Caramba, quanto conteúdo!
      Tales of tá entre minhas séries favoritas de todos os tempos. Gosto muito de como eles mantiveram o jeitão clássico em meio a tanta preguiça, quero dizer, inovação que outras séries se deixaram levar.

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      noblenexus · 11 months ago · 3 pontos

      teremos que usar um sistema de referencia bíblico pelo tamanho do texto 'Em Tales 23:16 diz...' srrsrs

      1 reply
  • 2020-10-28 10:07:02 -0200 Thumb picture
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    A importância e o desenvolvimento de Chrono Trigger

    Medium 3835032 featured image

     Tudo começou em 1992, em uma viagem de avião para os EUA que por acaso reuniu 3 gênios dos videogames: Hironobu Sakaguchi, criador da série Final Fantasy, Yuji Horii, criador da série Dragon Quest e Akira Toriyama, criador da série de mangá Dragon Ball. Os três conversaram sobre a criação de um jogo que ninguém nunca havia feito antes. Um ano se passou e Kazuhiko Aoki se ofereceu para produzir o jogo. A partir daí, a Squaresoft reuniu uma equipe de grandes talentos para trabalhar no jogo, o que ficou conhecido como o Dream Team. Foram mais de 50 funcionários trabalhando em cima do novo RPG da companhia, que incorporou muitos elementos que teriam sido usados no que se tornou Secret of Mana, inclusive o codinome inicial, Chrono Trigger.

     Com um vasto mundo e diferentes períodos no tempo para explorar, muitos game designs contribuíram para criar uma história diversificada, personagens carismáticos , múltiplos finais e uma mecânica de combate inovadora, que deixaria o jogador entretido todo o tempo. Os gráficos, arte, animação, sprites, tudo foi feito e projetado com muito carinho e culminou num cartucho gigante para a época, 32 Mb. Outro grande destaque do jogo é sua trilha sonora, compostas pelos gênios Yasunori Mitsuda e Nobuo Uematsu. O número de faixas e efeitos sonoros era sem precedentes para a época. Segundo o grupo, foi um desenvolvimento divertido e alguns programadores chaves podem ser encontrados dentro do jogo em uma sala secreta.

     A história narra as aventuras de Crono que deve viajar no tempo e impedir o apocalipse de 1999. O enredo é desembaraçado e divertido de acompanhar, mesmo com as típicas falhas dos paradoxos que envolvem viagem no tempo [SPOILER] O ápice do jogo é a morte de Crono, que deveria ser algo definitivo, mas a Square pediu que fosse colocado uma forma de ressuscitar o protagonista. Chrono Trigger foi um dos jogos mais aguardados, com altas expectativas dado o elenco de programadores por trás dele. No Japão, o jogo foi um sucesso sem precedentes, vendendo mais de 2,36 milhões de cópias. Altamente aclamado pela crítica, muitas vezes é indicado como um dos melhores RPGs de todos os tempos e melhor jogo da história.

     Em julho de 1995, no Japão, surgem as primeiras DLC da história, usando o novo sistema de internet por satélite da Nintendo, o Satellaview. Jet Bike Special, o mini-game de corrida, Character Library, contando um pouco mais sobre os heróis e os monstros e a Music Library, com uma coleção de músicas do jogo. No ano seguinte, o quarto DLC é lançado, Radical Dreamers, um jogo estilo visual novel que conta as aventuras de Serge, Kid e Gil que vão atrás do artefato chamado Frozen Flame. O jogo também gerou um OVA de 16 minutos chamado Dimensional Adventure Numa Monjar que conta alguns eventos durante a feira milenar do início do jogo, além de uma série de mangás. O jogo também gerou 3 CDs com a trilha sonora do jogo e um álbum especial com remix das músicas em jazz.

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx, @fredson, @mjdias, @hyuga, @wcleyton, @bobramber, @carlosneto, @thiagobrugnolo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      manoelnsn · 11 months ago · 3 pontos

      Seria legal ver um post sobre o desenvolvimento de final fantasy vi também, afinal ele que serviu de referência pra praticamente tudo que é rpg japa que veio a partir dali, inclusive CT

      3 replies
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      old_gamer · 11 months ago · 3 pontos

      Jogo espetacular que dispensa comentários. Tenho dois exemplares de CT na coleção, um completo e outro lacrado de fábrica e classificado pela VGA.

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      noblenexus · 11 months ago · 2 pontos

      Esse lance de DLC nos anos 90 me pegou de surpresa

      2 replies
  • jhunvallim Jhun Vallim
    2020-10-30 17:30:14 -0200 Thumb picture
    jhunvallim checked-in to:
    Post by jhunvallim: <p>E vamos a mais um mês onde a PS Now se mostra um
    Injustice 2

    Platform: Playstation 4
    396 Players
    90 Check-ins

    E vamos a mais um mês onde a PS Now se mostra um ótimo investimento. Além dos ótimos games que já estão lá (tenho feito uma economia absurda) esses mês teremos essas belezinhas aqui:

    - Injustice 2

    - Rage 2

    - Kingdom Come: Deliverance

    - Warhammer: Vermintide 2

    - My Time At Portia.

    Vale muito a pena, mesmo que atualmente esteja saindo por uns 350 reais.

    7
  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2020-10-09 14:21:04 -0300 Thumb picture
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      noblenexus · 12 months ago · 3 pontos

      pra quem ainda não jogou recomendo pegar uma tarde e mergulhar (ba dum tss) no abzû, é uma experiência bem journey em baixo d'agua, bom demais

  • pedro_passarin Pedro Passarin
    2020-09-17 12:05:02 -0300 Thumb picture
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    Por que as empresas estão apostando na Nostalgia??

    Medium 3827400 featured image

    Não é de hoje que as empresas no ramo de games estão investindo pesado em marketing e produtos que reforçam as nossas lembranças.

    E isso não acontece somente nos games, mas também em quase tudo que envolvem lazer e entretenimento.

    Provavelmente, em meio a isso, muitos se questionam o motivo de tanto focarem nesse ponto, na atualidade.

    E uma resposta breve e direta para essa estratégia se chama "Nostalgia".

    Essa palavra está sendo tão utilizada atualmente, que estamos até acostumados de vê-la em vários sites e redes sociais pela internet.

    Porém, por que esse sentimento está sendo tão explorado?

    Segundo os especialistas na área de psicologia, a nostalgia é um dos sentimentos mais fortes do ser humano, pois ela resgata as mesmas sensações que tivemos há muitos anos atrás!

    Um exemplo disso é quando ouvimos uma música que fez parte de nosso passado. A música em si óbviamente não mudou, mas a melodia dela gravou algum momento bom da sua vida, dentro da mente.

    Com isso, lembrar de tempos melhores cria sensações positivas que ajudam a romper o aspecto negativo da solidão e tristeza. Mais do que isso, esse sentimento nos ajudam a aumentar a auto-estima e nos tornarmos mais vivos!

    Resumidamente, a indústria percebeu que, quando um produto mexe com os sentimentos do consumidor, automaticamente acaba sendo comprado, não se importando tanto com o valor!

    Para efeitos de comparação, nunca se viu tanto "remaster" e "remake" feitos de games, como são vistos nos dias atuais. 

    E aproveitando o assunto, a Nintendo lançou a coletânea "Super Mario 3D All Stars". Pra quem não sabe, este game bateu recordes de pré-vendas nas varejistas. Porém, muitos se questionam o motivo de uma coletânea de games antigos estar sendo comprada como água.

    A verdade é que, este game tem o público-alvo específico, que são as pessoas que já jogaram e querem reviver as emoções desses clássicos, assim como também os jogadores mais novos, que terão a oportunidade de apreciar pela primeira vez essas sensações! 

    E cá entre nós... Quem nunca jogou por várias e várias vezes um game, por ter gostado tanto dele? Pois é, agora imagina poder reviver tudo isso vários anos depois... 

    Nostalgia é isso. É o cantinho na sua mente que foi guardado com carinho, e que ao sentí-lo novamente, te faz voltar no tempo.

    E nada mais satisfatório que sentir essa coisa boa em meio de tantos problemas e dificuldades que vivemos ao decorrer do dia-a-dia.

    Super Mario 3D All-Stars

    Platform: Nintendo Switch
    61 Players
    7 Check-ins

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      sophos · about 1 year ago · 3 pontos

      acho q por causa da idade. os consumidores que jogaram snes tem hoje por volta de 30 a 40 anos. É uma idade de forte nostalgia. Isso não era tão importante nos anos 90 e 2000 qdo os nostalgicos eram ataristas

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      hyuga · about 1 year ago · 3 pontos

      vou ler depois

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      santz · about 1 year ago · 3 pontos

      Quem reviver os tempos áureos da infância com jogos clássicos, só ir no emulador, não precisa ficar comprando essas porcarias.

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