jhunvallim

Developer, aspirante a guitarrista, gamer por natureza e amante dos jogos de 8 bits.

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  • 2020-06-06 11:09:28 -0300 Thumb picture
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  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2020-04-02 19:19:21 -0300 Thumb picture
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    5 Motivos Pra Começar "Tales of" Por XILLIA!!

    Medium 3787779 featured image

    1 - Roteiro:

    Diferente dos outros Tales que geralmente são mais complexos como Abyss, Vesperia, Berseria, Zestiria, e outros. Esse é mais simples. O roteiro tem uma premissa simples onde você controla o protagonista e o líder.

    2 - Grupo pequeno

    Sabe quando a frase "menos é mais" faz sentido? Então. Esse aqui segue uma receita pouco comum na franquia de terem poucos personagens mas todos diferentes ao extremo seja em gameplay, visual, motivação e etc. Além do mais, subir de nível até o máximo com grupo menor é mais simples e fica ao o gostinho pra quem curte

    3 - Fator replay

    O jogo tem um enorme fator replay por dois motivos, um deles agrada o público casual podendo escolher entre Jude (líder) e Milla (protagonista), o outro pro público hardcore (que gosta de pegar tudo, platinar, nível máximo) está no grade shop podendo ter enormes vantagens na sua segunda jogada, e o jogo tem um tempo de campanha normalmente menor que dos demais da franquia, justamente pra uma segunda jogada não ser cansativa.

    Ah, vale citar que cerca de 20% da campanha muda dependendo do personagem escolhido.

    4 - Sistema de arcos

    Narrativamente falando, o jogo segue a receita de sempre. São três arcos de historia. E temos 3 músicas de batalha pra CADA personagem em cada arco.

    5 - Sistema de combate

    O jogo oferece um sistema simples, divertido, prático e com gameplay diferente pra todos os personagens (dá pra ficar muito tempo citando as diferenças), tem links de personagens que permitem habilidades secundárias e ataques combinados, além de estratégias de cada personagem.

    Somando tudo isso, temos um jogo que comemora os 15 anos da franquia com muito estilo, trazendo uma abordagem mais leve no roteiro (mas com Plot twists), sistema simples e muita coisa pra fazer e te prender por pelo menos 80 horas se for fazer tudo sem pensar em platinar (E umas 10 ou 15 a mais se for).

    Como o jogo tem pouca referência mas tem muitos elementos da franquia, sem sombra de dúvidas é o melhor ponta pé inicial pra começar na franquia. Que pena ser exclusivo. Espero que algum dia isso mude.

    Sou fã da franquia, joguei e zerei 5 jogos até o momento, Eternia, Abyss, World, Destiny e agora Xillia. O melhor ponto de partida é sem dúvidas o Xillia, pra conhecer e tudo mais, porém meu favorito fica sendo o Abyss de muito mas MUITO longe.

    Tales of Xillia

    Platform: Playstation 3
    722 Players
    196 Check-ins

    47
  • rodrigockp Rodrigo
    2020-03-26 04:10:46 -0300 Thumb picture
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    Jogos para esquecer do mundo!

    Medium 3785374 featured image

    Do modo que estamos vivendo hoje, em 2020, quarentena, sem poder sair de casa, acabamos ficando ansiosos com facilidade. Então resolvi colocar aqui alguns jogos que já joguei ou que estou jogando para me distrair, não irei colocar jogos de tiro como CoD/BF ou de Battle Royale,pois são jogos frenéticos demais e as vezes acabam nos fazendo mais mal do que quando começamos a joga-los. A lista a seguir são aqueles jogos que você pega pra jogar e esquece completamente de tudo a sua volta.

    AER MEMORIES OF OLD:

    O jogo é muito inspirado por Jorney e Ico. Nele controlamos uma garota capaz de mudar a sua forma, em um mundo onde existem varias ilhas flutuantes devido a uma catástrofe, nosso objetivo é encontrar, atravez de puzzles, 3 templos e falar com os Deuses de cada um deles para que, assim, o mundo volte a ser o que era. Independente da conclusão do game, você é livre para explorar o mundo todo logo no começo voando de ilha em ilha vendo as mais lindas paisagens poligonais em jogos desse estilo. 

    Disponível para: Nintendo Switch, PlayStation 4, Linux, Xbox One, Microsoft Windows, macOS, Mac OS Classic

    LANTERN:

    Em Lantern, simplesmente controlamos um balão chinês que tem como objetivo devolver a cor para o mundo a sua volta e salvar uma princesa. Passando por estações do ano começamos em mundos totalmente sem cor alguma e vamos dando vida a todo ele por onde passamos. Assim como em AER cenários paisagens poligonais fazem você ficar andando sem rumo por muito tempo sem nem ao menos perceber que já se passou 2 horas jogando somente a primeira fase. E também pode ser jogado em VR

    Disponível para: PC (Steam)

    BURNOUT PARADISE:

    Sim! um jogo frenético e agitado, porém, você pode simplesmente ligar a radio do game e sair dirigindo sem rumo, apenas "viajando" e matando o tempo, só relaxar e curtir "a viagem". Vale também para um Forza Horizon e um Need For Speed que seja mais "Arcade".

    Disponível para: PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360, Microsoft Windows e Nintendo Switch.

    STARDEW VALLEY:

    Obviamente teria que colocar esse jogo na lista, quem me acompanha por aqui sabe que esse jogo está no meu Top 5 jogos favoritos. Plante, explore minas antigas, reconstrua lugares, se case, tenha filhos e prospere dentro de uma fazenda e em uma cidade amigável e agradável sem problemas modernos. Isso vale para jogos como Harvest Moon e Rune Factory também, mas como o foco aqui é colocar jogos que as pessoas tenham pelo menos a chance de jogar em algum lugar acessível, fica somente como menção honrosa.

    Disponível para: Microsoft Windows, OS X, Linux, PlayStation 4, Xbox One, Nintendo Switch, iOS, Android, Playstation Vita e até mesmo para carros mais topo de linha da Tesla.

    MINECRAFT:

    Minecraft, o jogo de criança que vejam só, já tem 11 anos e as crianças de 11 anos que jogaram ele no lançamento, já estão terminando A FACULDADE! Monte sua vila, explore um mapa (vazio) e gigantesco, jogue com amigos, construa um mundo ideal para vocês ou simplesmente jogue sozinho e crie seu mapa calmo e tranquilo. Jogos como Minecraft te prendem sem você perceber, começa a jogar as duas da tarde e sem notar, já são 4 da manhã. Minecraft é um jogo de nicho pois são poucas pessoas que não tem um certo "preconceito gráfico" com ele. Mas vale a pena na situação que estamos agora, vai por mim ;).

    Disponível para: Microsoft Windows, macOS, Linux, Android, iOS, Xbox 360, Raspberry Pi, Windows Phone, PlayStation 3, Fire OS, PlayStation 4, Xbox One, PlayStation Vita, Wii U, tvOS, Nintendo Switch, New Nintendo 3DS.


    Então essa,lista é baseada nas minhas experiencias. Porém, posso deixar aqui jogos como "Animal Crossing" que acabou de ganhar uma nova versão para Nintendo Switch e o aclamado "GTA 5" e o "RED DEAD REDEMPITON 2" que mesmo esses dois últimos sendo jogos um pouco mais frenéticos que os outros citados aqui, ainda sim tem o seu tempo de "admiração e contemplação" que faz com que você esqueça até que exista missão principal e uma historia por trás.

    MAS NÃO FIQUE BITOLADO SÓ EM JOGOS! Não sabemos quando isso irá passar, então aproveite também ler aquele livro que você estava enrolando a anos para terminar, fazer aquele curso online que você sempre diz não ter tempo de fazer. Mesmo você que está de home office, você tem bastante tempo sobrando, aproveita o tempo do "transito" que não existe entre a sua cama e a mesa do computador. Passe um tempo também com a sua família, sim, o nome dado para aquele coletivo de pessoas que estão sentadas na sua sala todos os dias, sim aquilo não são seres de outro mundo, são chamados de familiares. Brinque com o seu cachorro/gato ou simplesmente "apague" a sua mente por um tempo, pare de pensar somente em problemas que você sozinho não vai resolver então, meu amigo, relaxa, logo o mundo volta ao normal e você volta a ter esses problemas, aproveite agora para não pensar muito neles. E POR FAVOR, FIQUE EM CASA! NÃO INVENTA DE SAIR PRA CHAMAR A ATENÇÃO E FALAR QUE VOCÊ É FODA E "NINGUÉM MANDA EM VOCÊ" O PROBLEMA QUE ESTAMOS VIVENDO AGORA VAI MUITO ALÉM DESSA SUA REBELDIA ADOLESCENTE OPRIMIDA. Se você tiver o "privilegio" do home office, não saia pra coisas inúteis, a baladinha espera o bar também, não seja um jovem mimado de rebeldia tardia ;)

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      xch_choram · 4 months ago · 2 pontos

      Tem um genero/termo que é usado em anime e manga o iyashikei que seguem bem essa ideia de esquecer do mundo e aquecer o coração, da pra dar uma pesquisada em obras do genero também. Minhas recomendações seria Yotsubato e Yokohama Kaidashi Kikou

      2 replies
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      cris_ds · 4 months ago · 2 pontos

      Boa, esqueceu de mencionar que o Stardew Valley tem pra Vita e Wii U tbm

      2 replies
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      kess · 4 months ago · 2 pontos

      Muito obrigado pelas duas primeiras indicações, achei elas interessantíssimas!

      1 reply
  • johnny_bress Johnny Bress
    2020-03-12 15:44:03 -0300 Thumb picture
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    Joymasher BR - Revivendo a delicia dos retro

    Medium 3781560 featured image

    Viciado em games Danilo é um Baicharel em arquitetura, a Thais desenvolvedora de jogos criando varios jogos para Celular, tambem é gamedesigne.

    Com isso surge a Joymasher no inicio de 2012 tendo como primeiro projeto Oniken, que seria um game 8bits com uma certa inspiração no game Ninja Gaiden.

    Oniken estava na gaveta do Danilo a algum tempo quando um amigo lhe comentou desse projeto, e ele resolveu voltar a desenvolver o game chegando a finalizar e lançado em 2012. Como novo projeto tiveram o Odallus the Dark Call, mais um jogo 8bits dessa vez inspirado em Castlevania trazendo tambem dificuldade semelhante. A Joymasher mostrava querer trazer para os tempos atuais o gosto dos jogos retro e fazendo isso com maestria, acertando na jogabilidade, efeitos sonoros, e level designe. Tivemos então mais um ótimo jogo, o Blazing Chrome, tendo claramente uma inspiraçao no Contra Hard Corps e ao mesmo tempo trazendo suas próprias qualidades, os jogos da Joymasher são um pedacinho disso e daquilo, pegando varias inspirações para dar vida a um jogo retro, cheio de mecânicas diversificadas.

    Após Odallus Daniel estava um pouco cansado de trabalhar em metroidvania, queria voltar a jogos mais lineares e foi assim que começou a trabalhar em Blazing Chrome

    Das diferenças de Blazing chrome em relação a contra temos o uso de sub armas que pegamos nas fases, stages com veículos,  quando se finaliza o jogo desbloqueiam 2 novos personagens com jogabilidades totalmente diferente  que ao invés de ter armas, usam espadas, dando um toque de Strider

    A Joymasher tenta trazer de volta o gostinho dos jogos da década de 80 e 90, jogos estilos 8 e 16 bits, porem com evoluções na jogabilidade e gamedesign,

    Apesar de ser apenas duas pessoas, eles mostram muito talento em seus jogos com muita criatividade e empenho, dedicando seu tempo para trazer um jogo novo e cheio de qualidades não só para aqueles que se deliciavam  nos  desafios dos jogos 8 e 16 bits, mas  também aqueles jogadores atuais que se sentiram atraidos por estes estilos de games.

    Até Odallus, a Joymasher não tinha uma publisher, dai com Blazing Chrome, a The Arcade Crew entrou em contato com a dupla e se juntaram fazendo agora com que a desenvolvedora brasileira tivesse uma publisher para fazer os ports e a comunicação.

    Blazing Chrome ficou tão bom que a Microsoft entrou em contato com a Joymasher negociando para o game entrar para o Gamepass do Xbox, também tiveram uma certa dificuldade para colocar seus jogos na Steam, demorou um pouco para que o Odallus fosse aprovado na Greenlight (sistema de aprovação de jogos da steam) até então seus jogos eram vendidos de maneira comum sem ter uma plataforma que ajudasse na divulgação. Esta foi uma das coisas que adiou um pouco o alavancamento dos ótimos jogos retro da desenvolvedora

    Mesmo sendo apenas dois membros, a Joymesher não fazia tudo sozinha, contava tambem com parceiros, que ajudam em coisas com programação (no caso do Blazing Chrome) parte sonora como musicas e efeitos sonoros.

     No começo o Daniel ficou um pouco desconfortavel com um segundo programador, mas com o tempo as coisas foram mudando. Blazing Chrome incialmente era pra ser somente um projeto pequeno junto com seu amigo que tinha acabado de se formar e queria por suas habilidades em pratica, o projeto pequeno então se tornou algo bem maior.

     Agora como novo projeto da Joymasher temos o Moonrider, onde podem ser encontrados videos no canal da desenvolvedora. Olhando e chutando parece uma mistura de Oniken com Blazing Chrome

    A Joymasher mostrou que jogos retro também podem ser desenvolvidos em meio a jogos com gráficos de ultima geração.

    Mesmo não sendo facil o desenvolvimento de jogos no Brasil, os estúdios nacionais estão surgindo e mostrando o potencial que os jogadores brasileiros tem para criação de jogos.

    Blazing Chrome

    Platform: PC
    52 Players
    19 Check-ins

    43
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      jcelove · 5 months ago · 3 pontos

      Excelente man. Respeito demais o trabalho do Danilo e da Thais apesar de ser péssimo nos jogos deles.hehe

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      thiagoreis · 5 months ago · 2 pontos

      Esse Blazing chrome é um jogaço !! Joguei ele pelo Game Pass.. Muito bom 👏🏻👏🏻

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      artigos · 4 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

      1 reply
  • 2020-01-20 21:54:30 -0200 Blank user
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    5 Jogos de RPG para SNES que talvez você NÃO conheça!

    Medium 3770539 featured image

    Veremos nesse tópicos pérolas preciosas que não tiveram o devido reconhecimento por serem lançados no final da época do console ou então por não serem lançados aqui no ocidente. Confira:

    Feda: The Emblem of Justice

    É um jogo RPG no estilo Fire Emblem Gaiden, você pode controlar o personagem a vontade, mas quando chega em um confronto com o inimigo, a tela muda para um combate estratégico estilo xadrez.

    Você controla Brian e Ain (uma espécie de lobisomem, cachorro, anúbis... Não sei) que saem pelo mundo em busca de libertação e fight. Pode recrutar personagens e talz, é quase semelhante ao Fire Emblem.

    Rudra no Hihou (Treasure of Rudra)

    Nós assumimos o controle dos mocinhos. Temos que salvar o mundo em 16 dias, ou então o mundo acabará. (meh) Você poderá escolher Sion, Surlent, Riza e Dune, eles serão os protagonistas de suas respectivas histórias. Os personagens que você joga poderão criar um vínculo na histórias com os outros personagens, é meio difícil de explicar, é só jogando que você vai entender.

    Um dos diferenciais é que você pode usar "MANTRA", que seria praticamente uma magia dos RPG, porém você mesmo pode digitar/criar suas magias. Por exemplo, eu posso criar uma mantra chamada "EuSouIncrivel", o jogo pode analisar o nome e criar seu elemento com base nisso.

    A história também é muito bem contada, como eu disse, vai entrelaçando o caminho dos personagens...

    Dark Half

    Dark Half é o jogo que você controla Rukyu e Falco, protagonista do mal e do bem respectivamente. O seu maior diferencial é a liberdade que você tem de escolher qual lado deseja lutar:

    Você pode ser o vilão, onde LITERALMENTE é o demônio fodão que fica sentado no trono discutindo planos com seus servos, ou então quando sai de seu castelo você pode atacar vilarejos e matar pessoas (mano, isso soa bem para aqueles que cansaram de ficar jogando com os mocinhos, NÓS QUER SER É DO MAL MESMO) para roubar suas almas e ficar mais forte...

    Ou então você pode assumir o controle dos mocinhos para combater Rukyu e salvar o mundo (meh)

    Ele tem várias mecânicas acompanhada com sua história obscura... Se você não jogou, dê uma chance a ele, recomendo muito para os amantes de RPG.

    Live A Live

    Outro jogo que você pode escolher quais personagens irão controlar (até parece que eu só gosto de jogos com escolhas psst). O jogo oferece 8 personagens jogáveis com sua próprias histórias (apenas 7 jogáveis no inicio), você pode escolher entre ser um caubói, um robô, um mestre de kung fu, um ninja, um cavaleiro medieval, um homem das cavernas ou um jovem que pode ler mentes.

    Esse jogo tem uma linguagem divertida, vários momentos de humor e batalhas incríveis. Não tem muito o que dizer sobre esse jogo, a única coisa que quero falar é: "Sad Oersted!"

    Tales of Phantasia

    O jogo gira em torno de Cless, um jovem garoto que carrega consigo um pedante que havia selado um antigo mal. Sua vida mudou completamente quando um desastre aconteceu...

    É um jogo bonitinho estilo animes com batalhas em tempo real. Sua história é tão emocionante que me fez chegar a ponto de chorar... Não subestime essa velha preciosidade do SNES.

    ATENÇÃO: Todos os jogos que citei aqui foram lançados exclusivamente no Japão, maaasss como temos maravilhosos fãs desocupados, podemos desfrutar dos jogos com patch de tradução.


    Você jogou todos os jogos que eu citei? Coloque nos comentários o seu favorito e sua opinião.

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      onai_onai · 6 months ago · 8 pontos

      Na verdade Tales of Phantasia é bem conhecido...

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      artigos · 6 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      lukenakama · 6 months ago · 2 pontos

      Só conhecia Tales of Phantasia.

  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2020-02-06 14:41:47 -0200 Thumb picture
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  • 2020-01-31 20:40:10 -0200 Thumb picture
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  • jhunvallim Jhun Vallim
    2020-01-22 17:56:04 -0200 Thumb picture
    jhunvallim checked-in to:
    Post by jhunvallim: <p>Bom, como o meu último check in tem uns 10 meses
    Star Wars Jedi: Fallen Order

    Platform: Playstation 4
    86 Players
    41 Check-ins

    Bom, como o meu último check in tem uns 10 meses (o maldito Stories que nunca mais quero ver na vida), vou dar uma atualizada por aqui com as últimas conquistas. Mudei muito o meu foco no último e passei a jogar apenas aquilo que queria mesmo, sem me focar em platinas, apenas em diversão. Se o jogo for tranquilo e eu tenha real interesse, eu até me animo, mas não me mato mais. Fazendo assim eu tenho me divertido bem mais. Bom, vamos aos games com alguns poucos comentários:

    54 - The Bureau: XCOM Declassified (PS3) - XCOM sempre foi uma série que curti e este, embora diferente, tem o seu charme. Ponto positivo pra série, 

    55 - The Legend of Korra (PS3) - Um ótimo game da Platinum que teu tinha deixado passar batido. O gameplay, como sempre, é excelente. Manipular os elementos se provou bem divertido.

    56 - The Lord of the Rings: War in the North (PS3) - Esse tava no meu backlog há muito tempo. Não é um game excepcional mas rende boas horas de diversão.

    57 - Rise of the Guardians (PS3) - Tá aí um game que sempre tive vontade de jogar e nunca tinha conseguido. Vários amigos tinham me recomendado. É um game simples e bem divertido.

    58 - Disney Pixar's Brave (PS3) - Assim como o anterior eu nunca tinha parado pra jogar esse. Curti bastante. Vou procurar mais games de animações pois parecem ser bem divertidos.

    59 - Goat Simulator (PS3) - O "polêmico" jogo da Plus de Janeiro. Confesso que o game é uma loucura surreal mas eu ri muito com as tosqueiras. Os troféus são bem engraçados.

    60 - Dragon Age: Inquisition (PS4) - Falando em backlog, Inquisiton foi um game que eu peguei em 2014 no launch day, joguei muito e acabei deixando de lado. Acho que aqui a Bioware acertou a mão no gameplay,m que ficou excelente nos consoles.

    61 - Diablo III: Reaper of Souls (PS4) - Eu tenho jogado Diablo desde o seu lançamento em 2013 no PC e comprei pras 3 plataformas que tenho. Sim, sou viciado. Mas ano passado eu decidi que era a hora de platinar e seguir em frente. 

    62 - Spec Ops: The Line (PS3) - Infelizmente um dos games mais obscuros e menosprezados da geração passada. Acho que todos deveriam parar pra jogar essa obra que tem uma das histórias mais fantásticas que já vi em um game.

    63 - Dante's Inferno (PS3) - Só havia jogado a versão do PSP (que tem muitas diferenças) e confesso que não achei isso tudo. Ouvi muito sobre o game mas achei bem mais ou menos.

    64 - Darksiders 2: Deathinitive Edition (PS4) - Aqui eu tenho uma platina polêmica pq eu simplesmente odeio esse jogo, mas amo a franquia. Darksiders 1 é o meu segundo game favorito de todos os tempos (inclusive, "platinei" ele 5 vezes em várias plataformas) mas acho que Darksiders 2 tem ótimas ideias muito mal executadas. O mundo aberto não combinou e Death se tornou um garoto de recados. Uma pena.

    65 - Lollipop Chainsaw (PS3) - Lollipop eu tinha terminado lá em 2014 mas nunca tinha parado pra platinar. Como eu acho um game muito bom, decidi seguir com ela. Não me arrependo, embora algumas partes tenham me dado dor de cabeça.

    66 - Forma.8 (PS4) - Sou um homem simples: eu tenho um Metroidvania, eu jogo. Forma 8 não é excepcional mas cumpre bem o seu papel.

    67 - Days Gone (PS4) - Esse daqui foi um dos exclusivos do PS4 que eu mais falei mal, admito. Achava genérico, personagens ruins, gameplay bosta. Até o dia que tive o prazer de jogar essa game. Quando a platina chegou eu fiquei triste e já estava com saudades de Deacon e seus amigos. Fiquei muito feliz de ter quebrado a cara.

    68 - Mortal Kombat 11 (PS4) - Essa for a primeira do ano de 2020, ano esse que começou de um forma bem ruim. Então como estava com o game, decidi platinar pra poder esvaziar a mente. É lutar, lutar e lutar até a platina pipocar.

    69 - Assassin's Creed: Liberation (PS3) - Nunca fui o maior fá da saga AC mas achava Aveline uma personagem maravilhosa. Um ótimo game.

    70 - Star Wars Jedi: Fallen Order (PS4) - A grande surpresa de 2019, e vinda da empresa mais odiada de todos os tempos. Fallen Order me conquistou de uma forma surreal. Ele tem muitos, MAS MUITOS problemas e mesmo assim é, pra mim, o melhor game de 2019. Se alguém tem dúvidas, deixe-as de lado e joguem sem medo.

    Bom, é isso. A postagem ficou enorme e pois queria comentar algo sobre cada um. Minha jornada atual tem sido recompensante e bem menos estressante. Não me cobro, não me mato por jogo nenhum e não deixo mais nada de lado. Nosso tempo na Terra é limitado demais pra poder ficar jogando coisas ruins pra encher card.  E que 2020 seja um ano de muita jogatina para todos nós. Abs.

    @platinadores

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      msvalle · 7 months ago · 3 pontos

      "Nosso tempo na Terra é limitado demais pra poder ficar jogando coisas ruins pra encher card"
      Não poderia ter dito melhor!
      Uma bela coleção de jogos concluídos, parabéns!

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      hyuga · 7 months ago · 2 pontos

      eu curti muito o Xcom bureau é precisa pensar muito pra passar algumas partes, spec ops the line imagino que todos jogaram, não?

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      santz · 7 months ago · 2 pontos

      Spec Ops eu pretendo jogar esse ano ainda.

      1 reply
  • natnitro Renata
    2019-12-12 01:31:09 -0200 Thumb picture
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    2019 já no fim e uma retrospectiva dos jogos preferidos da década...

    Medium 3762885 featured image

    Parece que foi ontem mesmo que 2009 terminava e ainda lembro perfeitamente do hype gigantesco em cima do AC2 na época, além de Batman Arkham Asylum, Crysis, Bayonetta e Dragon Age bombando geral e ai o tempo passou quase sem notarmos e lá se foi mais uma década repleta de jogos marcantes, épicos, emocionantes e outros nem tanto...

    E nesses altos e baixos da década, eis ai uma lista dos jogos que foram os melhores desses dez anos por aqui, em ordem cronológica:

    1º -- Assassin's Creed Brotherhood (2010)

    A trilogia do Ezio selou a era de ouro da franquia que começou com a história marcante do AC2 em 2009 e chegou ao ápice com o Brotherhood, que até hoje é meu AC favorito, pelo conjunto da obra que inclui jogabilidade simples e muito eficiente com a possibilidade de se ter controle total do parkour nas escaladas e corridas, etc, além do combate mega fluído que exige timing certo para bloquear e atacar, emendando counter-kills mega estilosos, o que desapareceu depois do Revelations, virando praticamente só quicktime events do AC3 pra frente...

    E além da jogabilidade sensacional, juntamos ai a ambientação magnífica de Roma, os personagens mais carismáticos da franquia inteira, as melhores guildas de aliados, a possibilidade de recrutar e treinar seus próprios discípulos, dezenas de side-missions excelentes, o melhor vilão da saga e, obviamente, o melhor protagonista que a franquia já teve até hoje, que é ninguém menos do que o mestre assassino Ezio Auditore da Firenze no seu auge, que assim teremos o melhor AC já feito até agora... ♥♥♥

    "Nós agimos nas sombras para servir a luz...

    Nós somos Assassinos...

    Nula è reale, tutto è lecito...."

    "Dizer que nada é real significa compreender que as bases da sociedade são frágeis e que somos guias da nossa própria civilização...

    Dizer que tudo é permitido, é compreender que nós somos os arquitetos de nossas ações e que devemos assumir as consequências de nossos atos, sejam eles gloriosos ou trágicos...

    (Ezio Auditore da Firenze)"

    Só de pensar no que veio depois da saga do Ezio, já bate uma saudade enorme da época em que a Ubi sabia fazer jogos bons... 

    Menções honrosas 2010Red Dead Redemption e Lords of Shadow 1

    2º -- Dark Souls (2011)

    E o grande marco divisor de dificuldade no mundo dos games veio justamente em 2011 com o primeiro Dark Souls, que dispensa qualquer apresentação, tanto que virou até uma categoria própria chamada de "Souls-Like" para classificar aqueles jogos que colocam os jogadores no seu limite (e muito além dele), exigindo técnica, paciência e muito aprendizado que vai além de simplesmente esmagar botões... 

    E o mais sensacional de Dark Souls é que ele muda bastante a forma como jogamos todos os outros jogos depois dele, já que nunca mais encaramos um chefe, por mais fracote que seja, da mesma forma que antes...

    2011 também foi um dos melhores anos da década com várias menções honrosas a jogos sensacionais como Batman Arkham City, The Witcher 2: Assassins of Kings, Deus Ex: Human Revolution, Portal 2, etc.

    3º -- Far Cry 3 (2012)

    Nunca fui lá muito fã de Far Cry até o dia em que resolvi dar uma chance para o FC3, que era um daqueles jogos que eu tinha na estante há tempos mas nunca jogava, e ai bastou começar a campanha para logo me empolgar e querer ir até o final para ver como aquela história terminava... 

    E o que fez o Far Cry 3 ser um sucesso e virar o melhor da franquia até hoje foi justamente o conjunto da obra, com uma ambientação de vilas e áreas selvagens em um mapa repleto de missões para todos os lados, a jogabilidade boa para os padrões da época, personagens mega carismáticos como o Vaas Montenegro, que nem é o vilão principal mas acabou virando "a cara" da franquia, com sua presença intimidadora em cena e suas frases marcantes, além de não terem tido medo de inovar até nas pirações psicodélicas que ficaram muito legais e foi uma pena que, mesmo repetindo a fórmula várias vezes depois, a Ubi nunca mais acertou em cheio assim, nem com o Far Cry 5, que só o trailer já dava um hype enorme a ponto de implorarmos pra fazerem até um filme com o Jared Leto de Joseph Seed, o padre malucão do jogo, mas que infelizmente ficou tão sem graça que nem chegou à sombra do Vaas e do FC3... 

    Menção honrosa de 2012: Sleeping Dogs 

    4º -- Payday 2 (2013)

    Com mais de 1.100h de jogo, provavelmente esse foi um dos multiplayers que mais joguei até hoje e que valeu cada minuto porque o PD2 pegou o que o PD - The Heist tinha de bom e melhorou ainda mais e, com isso, elevaram o caos, a confusão e a zoeira a níveis épicos... 

    E mesmo não sendo competitivo, engana-se quem pensa que o PD2 é um jogo simples e fácil, já que o foco é a cooperação para conseguir realizar as missões em equipe para o assalto perfeito em stealth  ou ainda ter que sobreviver até o final e escapar com o loot no loud, o que nunca é tarefa fácil... 

    Menções honrosas de 2013: Metal Gear Rising Revengeance e Tomb Raider

    #5º -- Lords of Shadow 2

    Minha história de amor e ódio pelo LoS2 está registrada aqui no Alva desde antes do lançamento do jogo, quando fui jogar o Lords of Shadow 1, que me fez redescobrir Castlevania e me apaixonar novamente pela franquia desde os jogos oldschool...

    E mesmo sendo um jogo que tinha Castlevania só no nome e uma jogabilidade que não era das melhores, o LoS1 me causou quase o mesmo efeito dos AC, me envolvendo com a história, personagens, ambientação e tudo mais, e ai depois veio o Mirror of Fate que empolgou ainda mais pelo Gabriel como o Prince of Darkness e, com isso, o hype para o LoS2 foi pra estratosfera, já que o jogo parecia espetacular com uma história forte e tensa, além de jogarmos com o Drácula pela primeira vez e até ai tudo parecia incrivelmente perfeito, mas...

    Assim que o jogo saiu, quase tudo que prometeram estava lá, como o Gabriel como o Drácula definitivo, a história envolvente, a ambientação espetacular com um dos gráficos mais bonitos da geração passada, a jogabilidade super estilosa chegando perto da perfeição, etc. 

    Só que o amor também virou ódio por causa de alguns erros imperdoáveis como colocarem stealth em um hack'n'slash com a desculpa mais furada do mundo, e ainda deixarem a campanha linear igual a um corredor, sem nenhuma mísera sidequest, nem boss rush e nem nada além da Arena do Kleidos, que não passa de uma área de treino com inimigos e aliados da campanha e nadica de nada mais...  

    Ai realmente bateu uma tristeza enorme de ver como estragaram o LoS2 dessa forma, mas, ainda assim, só a jogabilidade mega estilosa, os gráficos perfeitos e a ambientação sensacional já valeram por todos os erros...

    Menções honrosas de 2014: Dragon Age Inquisition e Goat(y) Simulator

    6º -- The Witcher 3 - Wild Hunt (2015)

    Se fosse escolher um só para ser o jogo da década, com certeza seria o Witcher 3...

    E só para explicar o motivo de o jogo merecer tanto esse título de melhor da década já renderia um textão à parte, mas, para fazer isso em poucas palavras, basta mencionar o conjunto da obra que raspou quase na perfeição com personagens muito marcantes, história sensacional que chegou a um nível de construção e profundidade da trama nunca vistos até então, com side-missions e dlcs idem, que sozinhas já valem por um jogo inteiro, mais a exploração e jogabilidade boa, liberdade total de escolhas e uma das ambientações mais bonitas já feitas até hoje... 

    É por tudo isso que o Witcher 3 foi bem além de um rpg de mundo aberto e virou praticamente uma experiência para quem for jogar, pelo nível de liberdade e imersão que o jogo conseguiu alcançar... 

    Menção honrosa de 2015: Metal Gear Solid V - The Phantom Pain

    7º -- Dark Souls III (2016)

    Se Dark Souls 1 já veio pra arrebentar geral e virou até um estilo próprio chamado Souls-Like, o DS3 então pegou tudo o que a franquia já tinha de melhor e também de pior, corrigindo essas falhas, e elevou a dificuldade e a beleza do mundão aberto ao nível ultimate, se tornando o melhor da trilogia até hoje... 

    Apesar de ainda gostar mais do Prepare to die antigão, o DS3 é incomparavelmente muito superior na jogabilidade, na liberdade de exploração, ambientação e tudo mais e, de brinde, ainda trouxe toneladas de eastereggs dos anteriores para deixar o mais masoquista dos fãs feliz da vida enquanto encara sua jornada de mais puro sofrimento até o final, embalado pela melhor trilha sonora de toda a saga Souls... 

    Menções honrosas de 2016: Doom e PokemonGo

    8º -- AC Origins (2017)

    Depois de fechar a trilogia do Ezio, foi como se a era de ouro dos AC se encerrasse ai também, já que do AC3 em diante a franquia não conseguiu mais repetir o mesmo hype do início da década e, somado ao detalhe de que os jogos depois do Revelations ficaram cada vez piores com bugs, problemas de desenvolvimento, história ruim e personagens cada vez mais rasos, as coisas chegaram a um ponto em que parecia o fim da linha para a franquia com o Syndicate, que era um jogo bem feito, mas não passava de uma fórmula requentada que ninguém aguentava mais... 

    E foi nesse momento ai o AC Origins chegou quase sem hype nenhum e quando todos pensavam que era o fim, ele conseguiu ressuscitar a franquia outra vez, voltando às origens do credo dos assassinos no Egito antigo e mudou completamente a jogabilidade, incluindo elementos de rpg e bebeu bastante na fórmula do Witcher 3, com umas pitadas de Souls-like, o que era tudo que os ACs precisavam para renascer outra vez... 

    Menção honrosa de 2017: Nioh

    9º -- Spyro: Reiginited Trilogy (2018)

    Quando a trilogia do Spyro chegou aos consoles em 2018 foi uma enorme surpresa para os fãs do dragãozinho roxo mais fofura ever, ao verem os jogos lá do ps1 totalmente recriados em uma engine da nova geração e isso fez a nostalgia bater forte mesmo... 

    E aqui foi tanta nostalgia que não só rejoguei a trilogia clássica do ps1, como também a versão reignited do ps4 e ainda fiz questão de comprar a  reiginited trilogy de pc no lançamento em setembro passado e fechar tudo nos 100% de conquistas de novo... 

    Menções honrosas de 2018 (que ainda não terminei de jogar): God of War e Red Dead Redemption 2

    10º -- Devil May Cry V (2019)

    E o melhor jogo de 2019 não poderia ser outro senão o DmC V, que pegou tudo que a franquia tinha de melhor e elevou isso a níveis épicos... 

    Depois daquela tentativa de reboot da franquia em 2013 que não deu muito certo, ai resolveram trazer o bom e velho Dante platinado de volta, com ainda mais estilo nos combos, zoeiras muito mais afiadas e o resultado foi um dos melhores jogos da franquia DmC, que pra mim só não superou ainda o DmC3, que continua imbatível em todos os quesitos... 

    Esse foi com certeza a melhor compra do ano, que valeu cada centavo pago no lançamento, bem como cada minuto jogado até chegar aos 100% de conquistas, além de ir direto para o top 5 dos jogos preferidos aqui... 

    E como peguei pouquíssimos lançamentos de 2019, as menções honrosas ficarão para o Bloodstained: Ritual of the Night, a Spyro Reignited Trilogy (Steam) e a Phoenix Wright: Ace Attorney trilogy (Steam), que fiz questão de jogar todos eles até fechar os 100% de conquistas...

    E agora que venha 2020 e mais uma década repleta de jogos memoráveis pela frente... :-)

    Assassin's Creed: Brotherhood

    Platform: PC
    2680 Players
    136 Check-ins

    48
  • 2019-11-24 15:43:33 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Breath of Fire III - Saiu TRADUÇÃO para Pt-BR!

    Para aqueles que sempre aguardavam ansiosamente (principalmente eu) alguma tradução em português para o jogo Breath of Fire III (de PS1), já podem contar com uma versão preliminar que traduz 100% da HISTÓRIA PRINCIPAL (ao menos por enquanto...):

    https://canalvantrox.blogspot.com/2019/11/breath-of-fire-3-pt-br-depois-de-quase.html#more

    O autor fez uma live terminando o jogo, para demonstrar o trabalho:

    (Recomendo que baixem o jogo, assistam à transmissão, se inscrevam no canal e façam doações para incentivar o trabalho dos tradutores, não só desse, mas de todos que trabalham pelos jogos que vocês gostam.)

    .

    Downloads:

    (todos estão no primeiro link...)

    Breath of Fire III

    Platform: Playstation
    1923 Players
    68 Check-ins

    40
    • Micro picture
      manoelnsn · 9 months ago · 3 pontos

      Legal!

    • Micro picture
      onai_onai · 9 months ago · 2 pontos

      Boa!

    • Micro picture
      carlospenajr · 9 months ago · 2 pontos

      Não faço lá muita questão de jogar em PT-BR, mas como o jogo é muito bom, vou compartilhar pra fazer mais pessoas jogarem XD

      2 replies
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