jhunvallim

Developer, aspirante a guitarrista, gamer por natureza e amante dos jogos de 8 bits.

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  • supermarkosbros マルコス・アントニオ
    2020-02-06 14:41:47 -0200 Thumb picture
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      galathar · 20 days ago · 2 pontos

      Esse Kingdom Come: Deliverance é bom? Sempre vejo o povo jogando ele nos testes de benchmark no YouTube.

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      santz · 19 days ago · 2 pontos

      Esse Aztez parece ser meio meh.

  • 2020-01-31 20:40:10 -0200 Thumb picture
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  • jhunvallim Jhun Vallim
    2020-01-22 17:56:04 -0200 Thumb picture
    jhunvallim checked-in to:
    Post by jhunvallim: <p>Bom, como o meu último check in tem uns 10 meses
    Star Wars Jedi: Fallen Order

    Platform: Playstation 4
    44 Players
    18 Check-ins

    Bom, como o meu último check in tem uns 10 meses (o maldito Stories que nunca mais quero ver na vida), vou dar uma atualizada por aqui com as últimas conquistas. Mudei muito o meu foco no último e passei a jogar apenas aquilo que queria mesmo, sem me focar em platinas, apenas em diversão. Se o jogo for tranquilo e eu tenha real interesse, eu até me animo, mas não me mato mais. Fazendo assim eu tenho me divertido bem mais. Bom, vamos aos games com alguns poucos comentários:

    54 - The Bureau: XCOM Declassified (PS3) - XCOM sempre foi uma série que curti e este, embora diferente, tem o seu charme. Ponto positivo pra série, 

    55 - The Legend of Korra (PS3) - Um ótimo game da Platinum que teu tinha deixado passar batido. O gameplay, como sempre, é excelente. Manipular os elementos se provou bem divertido.

    56 - The Lord of the Rings: War in the North (PS3) - Esse tava no meu backlog há muito tempo. Não é um game excepcional mas rende boas horas de diversão.

    57 - Rise of the Guardians (PS3) - Tá aí um game que sempre tive vontade de jogar e nunca tinha conseguido. Vários amigos tinham me recomendado. É um game simples e bem divertido.

    58 - Disney Pixar's Brave (PS3) - Assim como o anterior eu nunca tinha parado pra jogar esse. Curti bastante. Vou procurar mais games de animações pois parecem ser bem divertidos.

    59 - Goat Simulator (PS3) - O "polêmico" jogo da Plus de Janeiro. Confesso que o game é uma loucura surreal mas eu ri muito com as tosqueiras. Os troféus são bem engraçados.

    60 - Dragon Age: Inquisition (PS4) - Falando em backlog, Inquisiton foi um game que eu peguei em 2014 no launch day, joguei muito e acabei deixando de lado. Acho que aqui a Bioware acertou a mão no gameplay,m que ficou excelente nos consoles.

    61 - Diablo III: Reaper of Souls (PS4) - Eu tenho jogado Diablo desde o seu lançamento em 2013 no PC e comprei pras 3 plataformas que tenho. Sim, sou viciado. Mas ano passado eu decidi que era a hora de platinar e seguir em frente. 

    62 - Spec Ops: The Line (PS3) - Infelizmente um dos games mais obscuros e menosprezados da geração passada. Acho que todos deveriam parar pra jogar essa obra que tem uma das histórias mais fantásticas que já vi em um game.

    63 - Dante's Inferno (PS3) - Só havia jogado a versão do PSP (que tem muitas diferenças) e confesso que não achei isso tudo. Ouvi muito sobre o game mas achei bem mais ou menos.

    64 - Darksiders 2: Deathinitive Edition (PS4) - Aqui eu tenho uma platina polêmica pq eu simplesmente odeio esse jogo, mas amo a franquia. Darksiders 1 é o meu segundo game favorito de todos os tempos (inclusive, "platinei" ele 5 vezes em várias plataformas) mas acho que Darksiders 2 tem ótimas ideias muito mal executadas. O mundo aberto não combinou e Death se tornou um garoto de recados. Uma pena.

    65 - Lollipop Chainsaw (PS3) - Lollipop eu tinha terminado lá em 2014 mas nunca tinha parado pra platinar. Como eu acho um game muito bom, decidi seguir com ela. Não me arrependo, embora algumas partes tenham me dado dor de cabeça.

    66 - Forma.8 (PS4) - Sou um homem simples: eu tenho um Metroidvania, eu jogo. Forma 8 não é excepcional mas cumpre bem o seu papel.

    67 - Days Gone (PS4) - Esse daqui foi um dos exclusivos do PS4 que eu mais falei mal, admito. Achava genérico, personagens ruins, gameplay bosta. Até o dia que tive o prazer de jogar essa game. Quando a platina chegou eu fiquei triste e já estava com saudades de Deacon e seus amigos. Fiquei muito feliz de ter quebrado a cara.

    68 - Mortal Kombat 11 (PS4) - Essa for a primeira do ano de 2020, ano esse que começou de um forma bem ruim. Então como estava com o game, decidi platinar pra poder esvaziar a mente. É lutar, lutar e lutar até a platina pipocar.

    69 - Assassin's Creed: Liberation (PS3) - Nunca fui o maior fá da saga AC mas achava Aveline uma personagem maravilhosa. Um ótimo game.

    70 - Star Wars Jedi: Fallen Order (PS4) - A grande surpresa de 2019, e vinda da empresa mais odiada de todos os tempos. Fallen Order me conquistou de uma forma surreal. Ele tem muitos, MAS MUITOS problemas e mesmo assim é, pra mim, o melhor game de 2019. Se alguém tem dúvidas, deixe-as de lado e joguem sem medo.

    Bom, é isso. A postagem ficou enorme e pois queria comentar algo sobre cada um. Minha jornada atual tem sido recompensante e bem menos estressante. Não me cobro, não me mato por jogo nenhum e não deixo mais nada de lado. Nosso tempo na Terra é limitado demais pra poder ficar jogando coisas ruins pra encher card.  E que 2020 seja um ano de muita jogatina para todos nós. Abs.

    @platinadores

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      msvalle · about 1 month ago · 3 pontos

      "Nosso tempo na Terra é limitado demais pra poder ficar jogando coisas ruins pra encher card"
      Não poderia ter dito melhor!
      Uma bela coleção de jogos concluídos, parabéns!

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      hyuga · about 1 month ago · 2 pontos

      eu curti muito o Xcom bureau é precisa pensar muito pra passar algumas partes, spec ops the line imagino que todos jogaram, não?

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Spec Ops eu pretendo jogar esse ano ainda.

      1 reply
  • natnitro Renata
    2019-12-12 01:31:09 -0200 Thumb picture
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    2019 já no fim e uma retrospectiva dos jogos preferidos da década...

    Medium 3762885 featured image

    Parece que foi ontem mesmo que 2009 terminava e ainda lembro perfeitamente do hype gigantesco em cima do AC2 na época, além de Batman Arkham Asylum, Crysis, Bayonetta e Dragon Age bombando geral e ai o tempo passou quase sem notarmos e lá se foi mais uma década repleta de jogos marcantes, épicos, emocionantes e outros nem tanto...

    E nesses altos e baixos da década, eis ai uma lista dos jogos que foram os melhores desses dez anos por aqui, em ordem cronológica:

    1º -- Assassin's Creed Brotherhood (2010)

    A trilogia do Ezio selou a era de ouro da franquia que começou com a história marcante do AC2 em 2009 e chegou ao ápice com o Brotherhood, que até hoje é meu AC favorito, pelo conjunto da obra que inclui jogabilidade simples e muito eficiente com a possibilidade de se ter controle total do parkour nas escaladas e corridas, etc, além do combate mega fluído que exige timing certo para bloquear e atacar, emendando counter-kills mega estilosos, o que desapareceu depois do Revelations, virando praticamente só quicktime events do AC3 pra frente...

    E além da jogabilidade sensacional, juntamos ai a ambientação magnífica de Roma, os personagens mais carismáticos da franquia inteira, as melhores guildas de aliados, a possibilidade de recrutar e treinar seus próprios discípulos, dezenas de side-missions excelentes, o melhor vilão da saga e, obviamente, o melhor protagonista que a franquia já teve até hoje, que é ninguém menos do que o mestre assassino Ezio Auditore da Firenze no seu auge, que assim teremos o melhor AC já feito até agora... ♥♥♥

    "Nós agimos nas sombras para servir a luz...

    Nós somos Assassinos...

    Nula è reale, tutto è lecito...."

    "Dizer que nada é real significa compreender que as bases da sociedade são frágeis e que somos guias da nossa própria civilização...

    Dizer que tudo é permitido, é compreender que nós somos os arquitetos de nossas ações e que devemos assumir as consequências de nossos atos, sejam eles gloriosos ou trágicos...

    (Ezio Auditore da Firenze)"

    Só de pensar no que veio depois da saga do Ezio, já bate uma saudade enorme da época em que a Ubi sabia fazer jogos bons... 

    Menções honrosas 2010Red Dead Redemption e Lords of Shadow 1

    2º -- Dark Souls (2011)

    E o grande marco divisor de dificuldade no mundo dos games veio justamente em 2011 com o primeiro Dark Souls, que dispensa qualquer apresentação, tanto que virou até uma categoria própria chamada de "Souls-Like" para classificar aqueles jogos que colocam os jogadores no seu limite (e muito além dele), exigindo técnica, paciência e muito aprendizado que vai além de simplesmente esmagar botões... 

    E o mais sensacional de Dark Souls é que ele muda bastante a forma como jogamos todos os outros jogos depois dele, já que nunca mais encaramos um chefe, por mais fracote que seja, da mesma forma que antes...

    2011 também foi um dos melhores anos da década com várias menções honrosas a jogos sensacionais como Batman Arkham City, The Witcher 2: Assassins of Kings, Deus Ex: Human Revolution, Portal 2, etc.

    3º -- Far Cry 3 (2012)

    Nunca fui lá muito fã de Far Cry até o dia em que resolvi dar uma chance para o FC3, que era um daqueles jogos que eu tinha na estante há tempos mas nunca jogava, e ai bastou começar a campanha para logo me empolgar e querer ir até o final para ver como aquela história terminava... 

    E o que fez o Far Cry 3 ser um sucesso e virar o melhor da franquia até hoje foi justamente o conjunto da obra, com uma ambientação de vilas e áreas selvagens em um mapa repleto de missões para todos os lados, a jogabilidade boa para os padrões da época, personagens mega carismáticos como o Vaas Montenegro, que nem é o vilão principal mas acabou virando "a cara" da franquia, com sua presença intimidadora em cena e suas frases marcantes, além de não terem tido medo de inovar até nas pirações psicodélicas que ficaram muito legais e foi uma pena que, mesmo repetindo a fórmula várias vezes depois, a Ubi nunca mais acertou em cheio assim, nem com o Far Cry 5, que só o trailer já dava um hype enorme a ponto de implorarmos pra fazerem até um filme com o Jared Leto de Joseph Seed, o padre malucão do jogo, mas que infelizmente ficou tão sem graça que nem chegou à sombra do Vaas e do FC3... 

    Menção honrosa de 2012: Sleeping Dogs 

    4º -- Payday 2 (2013)

    Com mais de 1.100h de jogo, provavelmente esse foi um dos multiplayers que mais joguei até hoje e que valeu cada minuto porque o PD2 pegou o que o PD - The Heist tinha de bom e melhorou ainda mais e, com isso, elevaram o caos, a confusão e a zoeira a níveis épicos... 

    E mesmo não sendo competitivo, engana-se quem pensa que o PD2 é um jogo simples e fácil, já que o foco é a cooperação para conseguir realizar as missões em equipe para o assalto perfeito em stealth  ou ainda ter que sobreviver até o final e escapar com o loot no loud, o que nunca é tarefa fácil... 

    Menções honrosas de 2013: Metal Gear Rising Revengeance e Tomb Raider

    #5º -- Lords of Shadow 2

    Minha história de amor e ódio pelo LoS2 está registrada aqui no Alva desde antes do lançamento do jogo, quando fui jogar o Lords of Shadow 1, que me fez redescobrir Castlevania e me apaixonar novamente pela franquia desde os jogos oldschool...

    E mesmo sendo um jogo que tinha Castlevania só no nome e uma jogabilidade que não era das melhores, o LoS1 me causou quase o mesmo efeito dos AC, me envolvendo com a história, personagens, ambientação e tudo mais, e ai depois veio o Mirror of Fate que empolgou ainda mais pelo Gabriel como o Prince of Darkness e, com isso, o hype para o LoS2 foi pra estratosfera, já que o jogo parecia espetacular com uma história forte e tensa, além de jogarmos com o Drácula pela primeira vez e até ai tudo parecia incrivelmente perfeito, mas...

    Assim que o jogo saiu, quase tudo que prometeram estava lá, como o Gabriel como o Drácula definitivo, a história envolvente, a ambientação espetacular com um dos gráficos mais bonitos da geração passada, a jogabilidade super estilosa chegando perto da perfeição, etc. 

    Só que o amor também virou ódio por causa de alguns erros imperdoáveis como colocarem stealth em um hack'n'slash com a desculpa mais furada do mundo, e ainda deixarem a campanha linear igual a um corredor, sem nenhuma mísera sidequest, nem boss rush e nem nada além da Arena do Kleidos, que não passa de uma área de treino com inimigos e aliados da campanha e nadica de nada mais...  

    Ai realmente bateu uma tristeza enorme de ver como estragaram o LoS2 dessa forma, mas, ainda assim, só a jogabilidade mega estilosa, os gráficos perfeitos e a ambientação sensacional já valeram por todos os erros...

    Menções honrosas de 2014: Dragon Age Inquisition e Goat(y) Simulator

    6º -- The Witcher 3 - Wild Hunt (2015)

    Se fosse escolher um só para ser o jogo da década, com certeza seria o Witcher 3...

    E só para explicar o motivo de o jogo merecer tanto esse título de melhor da década já renderia um textão à parte, mas, para fazer isso em poucas palavras, basta mencionar o conjunto da obra que raspou quase na perfeição com personagens muito marcantes, história sensacional que chegou a um nível de construção e profundidade da trama nunca vistos até então, com side-missions e dlcs idem, que sozinhas já valem por um jogo inteiro, mais a exploração e jogabilidade boa, liberdade total de escolhas e uma das ambientações mais bonitas já feitas até hoje... 

    É por tudo isso que o Witcher 3 foi bem além de um rpg de mundo aberto e virou praticamente uma experiência para quem for jogar, pelo nível de liberdade e imersão que o jogo conseguiu alcançar... 

    Menção honrosa de 2015: Metal Gear Solid V - The Phantom Pain

    7º -- Dark Souls III (2016)

    Se Dark Souls 1 já veio pra arrebentar geral e virou até um estilo próprio chamado Souls-Like, o DS3 então pegou tudo o que a franquia já tinha de melhor e também de pior, corrigindo essas falhas, e elevou a dificuldade e a beleza do mundão aberto ao nível ultimate, se tornando o melhor da trilogia até hoje... 

    Apesar de ainda gostar mais do Prepare to die antigão, o DS3 é incomparavelmente muito superior na jogabilidade, na liberdade de exploração, ambientação e tudo mais e, de brinde, ainda trouxe toneladas de eastereggs dos anteriores para deixar o mais masoquista dos fãs feliz da vida enquanto encara sua jornada de mais puro sofrimento até o final, embalado pela melhor trilha sonora de toda a saga Souls... 

    Menções honrosas de 2016: Doom e PokemonGo

    8º -- AC Origins (2017)

    Depois de fechar a trilogia do Ezio, foi como se a era de ouro dos AC se encerrasse ai também, já que do AC3 em diante a franquia não conseguiu mais repetir o mesmo hype do início da década e, somado ao detalhe de que os jogos depois do Revelations ficaram cada vez piores com bugs, problemas de desenvolvimento, história ruim e personagens cada vez mais rasos, as coisas chegaram a um ponto em que parecia o fim da linha para a franquia com o Syndicate, que era um jogo bem feito, mas não passava de uma fórmula requentada que ninguém aguentava mais... 

    E foi nesse momento ai o AC Origins chegou quase sem hype nenhum e quando todos pensavam que era o fim, ele conseguiu ressuscitar a franquia outra vez, voltando às origens do credo dos assassinos no Egito antigo e mudou completamente a jogabilidade, incluindo elementos de rpg e bebeu bastante na fórmula do Witcher 3, com umas pitadas de Souls-like, o que era tudo que os ACs precisavam para renascer outra vez... 

    Menção honrosa de 2017: Nioh

    9º -- Spyro: Reiginited Trilogy (2018)

    Quando a trilogia do Spyro chegou aos consoles em 2018 foi uma enorme surpresa para os fãs do dragãozinho roxo mais fofura ever, ao verem os jogos lá do ps1 totalmente recriados em uma engine da nova geração e isso fez a nostalgia bater forte mesmo... 

    E aqui foi tanta nostalgia que não só rejoguei a trilogia clássica do ps1, como também a versão reignited do ps4 e ainda fiz questão de comprar a  reiginited trilogy de pc no lançamento em setembro passado e fechar tudo nos 100% de conquistas de novo... 

    Menções honrosas de 2018 (que ainda não terminei de jogar): God of War e Red Dead Redemption 2

    10º -- Devil May Cry V (2019)

    E o melhor jogo de 2019 não poderia ser outro senão o DmC V, que pegou tudo que a franquia tinha de melhor e elevou isso a níveis épicos... 

    Depois daquela tentativa de reboot da franquia em 2013 que não deu muito certo, ai resolveram trazer o bom e velho Dante platinado de volta, com ainda mais estilo nos combos, zoeiras muito mais afiadas e o resultado foi um dos melhores jogos da franquia DmC, que pra mim só não superou ainda o DmC3, que continua imbatível em todos os quesitos... 

    Esse foi com certeza a melhor compra do ano, que valeu cada centavo pago no lançamento, bem como cada minuto jogado até chegar aos 100% de conquistas, além de ir direto para o top 5 dos jogos preferidos aqui... 

    E como peguei pouquíssimos lançamentos de 2019, as menções honrosas ficarão para o Bloodstained: Ritual of the Night, a Spyro Reignited Trilogy (Steam) e a Phoenix Wright: Ace Attorney trilogy (Steam), que fiz questão de jogar todos eles até fechar os 100% de conquistas...

    E agora que venha 2020 e mais uma década repleta de jogos memoráveis pela frente... :-)

    Assassin's Creed: Brotherhood

    Platform: PC
    2641 Players
    135 Check-ins

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  • 2019-11-24 15:43:33 -0200 Thumb picture
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    Breath of Fire III - Saiu TRADUÇÃO para Pt-BR!

    Para aqueles que sempre aguardavam ansiosamente (principalmente eu) alguma tradução em português para o jogo Breath of Fire III (de PS1), já podem contar com uma versão preliminar que traduz 100% da HISTÓRIA PRINCIPAL (ao menos por enquanto...):

    https://canalvantrox.blogspot.com/2019/11/breath-of-fire-3-pt-br-depois-de-quase.html#more

    O autor fez uma live terminando o jogo, para demonstrar o trabalho:

    (Recomendo que baixem o jogo, assistam à transmissão, se inscrevam no canal e façam doações para incentivar o trabalho dos tradutores, não só desse, mas de todos que trabalham pelos jogos que vocês gostam.)

    .

    Downloads:

    (todos estão no primeiro link...)

    Breath of Fire III

    Platform: Playstation
    1898 Players
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      manoelnsn · 3 months ago · 3 pontos

      Legal!

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      onai_onai · 3 months ago · 2 pontos

      Boa!

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      carlospenajr · 3 months ago · 2 pontos

      Não faço lá muita questão de jogar em PT-BR, mas como o jogo é muito bom, vou compartilhar pra fazer mais pessoas jogarem XD

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  • 2019-11-27 20:06:24 -0200 Thumb picture
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    Top 10 Jogos de SNES (Parte 1)

    Medium 3759872 featured image

    Shounen Ninja Sasuke

    Um beat em up com elementos de plataforma e RPG que com certeza merecia mais visibilidade. Apesar da história clichê (um ninja que sai em busca de uma princesa raptada, ao lado de seu amigo), o jogo garante muita diversão com seus vários inimigos interessantes e ótima jogabilidade, mesmo sendo infelizmente um jogo curto.

    Ele foi planejado para sair também nas Américas, mas acabou não rolando. Por sorte o jogo foi traduzido para o Inglês e pode ser encontrado facilmente. Também tem uma versão Multiplayer, que eu nunca testei, mas deve ser incrível.

    Uncharted Waters: New Horizons

    Eu não costumo jogar jogos de estratégia/simulação semelhantes a Sid Meyers Civilization, mas Uncharted Waters é um título ao qual abri uma exceção.

    Aqui você joga com um Capitão de navio (podendo escolher entre seis personagens, cada um com objetivos diferentes), e o jogo é praticamente um “simulador de tripulação”, onde você pode aumentar seu navio (mandando fazer ou comprando), mas com isso terá que cuidar da tripulação (como não deixar faltar comida), que pode ser cada vez maior dependendo do navio, e você deve colocar cada companheiro para desempenhar uma função, para que o navio funcione corretamente. Apesar do jogo ter uma história a ser seguida, a navegação no mae acaba sendo bem livre e ampla, onde você pode ser atacado por piratas, descobrir lugares escondidos e até encontrar com sereias.

    O jogo também é um RPG, principalmente no quesito batalhas. Você deve estar bem equipado para que vença as batalhas e não tenha suas coisas roubadas.

    Fora tudo isso que eu falei, o jogo também possui um sistema de venda e troca, um bar onde você pode ir arrumar novos companheiros e até alianças com a realeza.

    The Legend of Bishin

    Um jogo futurista para a época que foi lançado (por ser dos anos 90 e se passar em 2010-20). Ele é uma mistura interessante de beat em up com corrida.

    Depois de uma série de catástrofes em Tokyo (como a erupção do Monte Fuji), as pessoas tentam sobreviver e voltar a vida que tinham antes; só que no meio disso, muitas pessoas se aproveitaram; entre elas, várias gangues de motoqueiros.

    É ai que você escolhe entre dois protagonistas, e o que você escolher precisa dirigir pelas ruas e lutar com os motoqueiros, para resgatar o companheiro que foi sequestrado por eles.

    Para quem gosta de beat em up, ou melhor ainda, de corrida também, com certeza vai adorar o jogo, que tem uma jogabilidade boa e gráficos bonitos.

    Magna Braban

    Um RPG com um sistema diferente para a época. Um garoto chamado Alex certa vez foi atacado por demônios controlados por um rei demoníaco , porém foi salvo por um guerreiro, e desde então o garoto passou a sonhar em futuramente ser como ele, mesmo com seus pais desaprovando. Quando atingiu certa idade, o garoto entrou em um torneio, mas perdeu logo no começo. Ele foi mandado para se recuperar, junto com outros dois guerreiros; porém, enquanto ausentes, o rei demônio reaparece com seu exército e mata todos que estavam no torneio, restando apenas Alex e os outros dois guerreiros. Por conta de serem os únicos sobreviventes, as pessoas assumem que eles sobreviveram por força, e o rei os manda em uma jornada para acabar com o Rei Demoníaco e seu exército.

    O jogo nunca lançou fora do Japão, mas por sorte, foi traduzido. O sistema de batalha se difere: antes das batalhas, através de um menu, você deve fazer um esquema de ataques que você deseja que os personagens usem, e a cada batalha randômica, os personagens lutam sozinhos usando o esquema que você escolheu; e a única coisa que você pode fazer é pausar a batalha e mudar o esquema.

    Os gráficos são bonitinhos, as músicas são bem características para a época e tanto os protagonistas quanto os npcs são personagens muito interessantes. 

    Obitus

    Um interessante RPG de Ação em primeira pessoa com muitos elementos de Aventura. Aqui você controla o famoso protagonista perdido que não sabe onde está, o motivo de estar ali e como sair; pois nosso protagonista, que é um professor que sofreu um acidente e se refugiou em uma caverna, apenas para acordar em um lugar estranho.

    Enquanto se aventura pelos interessantes cenários e lidando com combates, você também precisa resolver puzzles enquanto tenta não se perder na infinidade de labirintos que é esse jogo, pois sério mesmo, se você não desenhar onde você está, pode se perder e acabar morrendo; por isso o jogo pode ser frustrante para alguns. O personagem também precisa se alimentar e descansar. 

    The Lawnmower Man

    Inspirado em um filme e livro do mesmo nome (muito bons, por sinal). Nele, um cientista chamado Angelo trabalha em uma indústria VSI, e ele usa drogas psicotrópicas e realidade virtual para aumentar a inteligência de primatas; porém, Angelo pretende testar em humanos, e descobre o protagonista Jobe, que possui uma falha em seu intelecto. 

    A inteligência dele logo aumenta, mas alguns problemas fazem com que Angelo interrompa os experimentos e que Jobe fique agressivo devido a efeitos colaterais. Logo eles continuam o tratamento e Jobe acaba adquirindo poderes telecinéticos. O mesmo decide a procurar vingança contra quem usou ele como teste e a tomar todos os computadores do mundo.

    É um jogo de Ação e tiro, onde o protagonista corre pelos cenários e atinge seus inimigos. O jogo não tem muitos níveis, e algumas partes são 3D e em primeira pessoa. O jogador pode coletar discos e upgrades para armas. 

    Umihara Kawase

    Conhecido por muitos como o jogo que fez um Japonês deixar seu SNES ligado por 20 anos para não perder o save. Um jogo simples, mas desafiador. Cada fase do jogo são campos interligados que possuem plataformas estáticas ou que se mexem, espinhos e outros tipos de obstáculos, inclusive bichos marinhos estranhos. 

    Tudo que a personagem tem é uma corda que ela deve usar corretamente para se deslocar entre os obstáculos e chegar até as portas. A corda é uma linha de pesca que se prende nas superfícies. A personagem também pode correr, pular e subir nos lugares. Existem várias rotas possíveis para vencer as fases.

    Deae Tonosama Appare Ichiban

    Com certeza um dos jogos mais bizarros do SNES, envolvendo alienígenas que querem dominar o Japão, e por isso os dois protagonistas devem impedir. Um deles é o filho de um lorde feudal que morreu; e apesar dele não ser forte, seu pai entra em seu corpo e o da força. O outro personagem é um príncipe Francês que acabou indo parar nó Japão por acidente; ele é rápido e atira flores; e também pode se transformar em seu pai.

    Depois de escolher um dos protagonistas, você descobre que eles também possuem ajudantes que os ajudam fazendo mágicas. Os garotos ficam muito mais fortes quando se transformam em seus pais musculosos, mas a cada ataque que eles levam, a barra de poder diminui até chegar a zero. Vale a pena checar o jogo e ver inimigos e personagens extremamente bizarros.

    Neugier: Umi to Kaze no Koudou

    Um jogo de ação e aventura que lançou apenas no Japão, mas que foi traduzido por fãs. É um jogo bem simples e curto, porém divertido e com gráficos interessantes. No jogo existe um reino chamado Neugier sob o reinado do Conde Wein. Em um navio, ele, seu assistente e sua tripulação foram subitamente atacados por piratas , e a situação só piora. O protagonista é o filho banido de Wein, e ele deve salvar o reino.

    Como eu disse antes, é um jogo simples e rápido, mas que vale a pena tirar um tempo para desfrutar de sua tradução. O personagem pode também se equipar com armas e armaduras, em um menu estilo RPG.

    The Twisted Tales of Spike McFang

    Um jogo de Ação extremamente bom e que não recebeu tanto reconhecimento como merecia. Aqui você controla Spike, filho de Dracuman que é líder da Ilha de Dracuman. Spike é um vampiro e mágico em treinamento. Spike deve salvar a Ilha que General Von Hesler pretende atacar, e salvar tanto sua ilha quanto a de sua amiga.

    As fases são vistas por cima e muito bem desenhadas. Spike conta com diversos ataques, como jogar seu chapéu (mais de um modelo disponível), e também o uso de cartas que lhe dão poderes mágicos, como invisibilidade, recuperar vida, summonar morcegos e anjos, flutuar com balões, transformar pessoas em pequenos animais, etc.

    Espero que tenham curtido a primeira lista de SNES!

    Ps: O jogo na capa á Famicon Detective Club II

    @srdeath

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      davidchagas123 · 3 months ago · 3 pontos

      conhecia nenhum dos jogos, irei experimentar cada um

      1 reply
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      vinicios_santana · 3 months ago · 3 pontos

      Não conhecia absolutamente nenhum. kkk
      O beat n up do ninja e o dos piratas me chamaram a atenção.

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      onai_onai · 3 months ago · 3 pontos

      Como um apreciador de jogos de estratégia me interessei por esse Uncharted Waters: New Horizons.

      3 replies
  • 2019-11-22 09:12:17 -0200 Thumb picture
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    Detalhes insanos!

    Amo esses vídeos que mostram detalhes na composição do jogo q as vezes passa batido! Esse é especial pq é de um jogo q tô amando jogar e muitas dessas coisas ainda não tinha percebido! Kojima sabe colocar pequenos detalhes sempre! Se liguem aí, n se preocupem q o vídeo não tem spoilers!

    Death Stranding

    Platform: Playstation 4
    440 Players
    128 Check-ins

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      jcelove · 3 months ago · 2 pontos

      Atençao aos pequenos detalhes é marca de Kojimao desde o msx

      2 replies
  • 2019-10-21 21:12:32 -0200 Thumb picture
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    Top 10 Jogos de NES (Parte 1)

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    Chiller

    Esse jogo não é  bom, está nessa lista por curiosidade pois ele teve um lançamento não autorizado para Nintendo. O jogo é diferente de alguns da época, pois seu objetivo é torturar e matar pessoas, e quanto mais pessoas, mais pontos. 

    É um jogo de tiro em primeira pessoa, onde as vítimas não reagem, e você pode atirar nelas ou usar armadilhas, como guilhotinas e até dar de comer para um jacaré. O jogo tem diversas fases, e uma delas é apenas constituída de fantasmas e não pessoas. A versão do Nintendo é mais “leve” que a de Arcade.

    Ghoul School


    Um jogo de ação e plataforma, com diversos inimigos. Aqui você controla um estudante, que ao voltar pra casa, passou por um cemitério e encontrou um crânio brilhante e guardou consigo para mostrar ao seu professor. Porém, no dia seguinte, o crânio tinha aumentado de tamanho. 

    Acontece que o crânio é amaldiçoado e transforma todos na escola em demônios e criaturas, e a líder de torcida foi capturada pelas criaturas. Seu dever é salvar a garota e a escola. O jogo é ótimo para quem curte o estilo, e tem diversos cenários e diversos segredos escondidos, sendo desafiador como outros do gênero.

    Journey to Silius


    Na minha opinião, um dos melhores jogos Side Scrolling de Ação do NES. A história do jogo se passa em um futuro muito distante, onde muitas pessoas foram morar em colônias espaciais, devido a superpopulação da Terra. O protagonista é um garoto que deveria ir para o Sistema Solar Silius, porém um atentado terrorista explode o sistema, acabando com todos os seus planos e matando os pesquisadores, sendo que um deles é o pai do protagonista. 

    O garoto acaba achando em sua casa um disco contendo todas as informações sobre Silius e uma mensagem de seu pai pedindo para que o garoto salve o sistema. Agora ele quer não apenas salvar o lugar, mas também vingar a morte de seu pai.


    Moon Crystal


    Um dos melhores jogos de Plataforma do NES, com algumas características de gameplay muito avançados para a época. Você controla um garoto que teve seu pai sequestrado por um Necromancer, que pretende usar o Moon Crystal para ressuscitar os mortos. 

    O protagonista junto de uma garota misteriosa precisa resgatar seu pai das garras do conde, e impedir que ele continue com seus planos. O jogo foi lançado apenas nó Japão, mas existe uma tradução feita por fãs.

    Déjà Vu


    Um Adventure Point and Click policial/detetive. Você controla Ace, um detetive particular que acorda em um banheiro, sem memórias do que aconteceu anteriormente. Logo ele descobre que está no banheiro de um bar, e que um homem foi encontrado morto no local e que Ace é um suspeito.

    Você precisa encontrar provas para se lembrar do que aconteceu e resolver o caso, pois tudo indica que você estava envolvido de algum forma, porém você não sabe como; e o problema de memória do personagem só piora, mas depois de usar um antídoto, ele começa a ter flashbacks de eventos que podem ajudar a resolver o caso. O jogo também tem uma sequência, intitulado Deja Vu II: Lost in Vegas.

    Crystalis


    Um RPG de ação cultuado por muitos fãs. Cryslalis se passa em um mundo pós apocalíptico onde uma guerra nuclear fez com que surgissem criaturas mutadas e que a população voltasse a ser primitiva. Com abandono da ciência, a população começa a aprender magia. Alguns sobreviventes construíram uma torre cheia de armas, para se precaverem diante futuras destruições. 

    Porém, um homem pretende dominar o que restou da Terra, e para isso combina magia e ciência, controlando militares para invadir a torre. E a única pessoa que pode impedir isso, é o protagonista do jogo, que foi colocado em um sono criogênico antes da guerra, e mesmo que ele não se lembre de nada, ele sabe que precisa salvar o mundo ao lado de outros guerreiros. O jogo tem gráficos avançados para época, um plot muito bem elaborado e uma bela trilha sonora. Existe também uma versão para o Game Boy Color.

    Maniac Mansion


    Um clássico Adventure Point and Click do Nintendinho. Nele um jovem se aventura na mansão de um cientista louco que usa cérebros humanos para experimentos, junto com dois amigos, pois o mesmo raptou sua namorada, e ele precisa encontrá-la, enfrentando o cientista e as estranhas personalidades que habitam sua mansão. Uma exclusividade do jogo na época, era a existência de seis amigos, podendo o jogador escolher dois para adentrar a mansão. 

    Cada personagem tem diferentes habilidades, o que significa que certos puzzles só podem ser resolvidos com personagens específicos, e isso afeta também o final do jogo, sendo que existem vários finais e várias formas de lidar com o cientista . Se um dos personagens morrer, você deve escolher outro, e o jogo acaba se todos forem mortos. O jogo também tem altas doses de humor, e uma sequência intitulada Day of the Tentacle foi feita, e é também um ótimo Adventure.

    Uninvited


    Um clássico Adventure point and click de horror, da mesma linha de Deja Vu. O protagonista sofreu um acidente de carro em frente a uma mansão, e precisa abandonar o carro em chamas, enquanto percebe que sua irmã sumiu. 

    Tudo que resta para ele, é entrar na mansão nada convidativa para encontrar sua irmã. Ele vai descobrindo, que o antigo dono da casa era no mínimo assustador. O jogo consiste em explorar o ambiente, resolver puzzles e coletar objetos, enquanto evita os perigos do local.

    Nightshade


    Um Adventure Point and Click de Ação, onde você controla um Detetive com vibe de super herói, que deve enfrentar o vilão e sua gangue que tomam conta da cidade. O jogo tem tanto elementos de Adventure, como exploração e puzzles, como de ação, onde o personagem resolve tudo na pancadaria. O protagonista também deve conversar com personagens, que podem oferecer pistas valiosas. 

    O personagem também tem uma barra de popularidade que sobe cada vez que ele realiza algum ato heróico. Algumas vezes, o detetive também se vê preso em armadilhas feitas pelo seu inimigo, e você deve encontrar formas dele escapar. O jogo não tem exatamente uma ordem correta de resolver as coisas, sendo bem livre.

    The Portopia Serial Murder Case


    Um Adventure muito avançado para a época, contendo um plot complexo e muitas possibilidades de gameplay. É mais um Adventure de Detetive para a lista, onde o presidente de um banco foi encontrado esfaqueado e morto por sua secretária. Alguns pensaram ser um suicídio, mas o protagonista foi contratado para investigar o caso, contando com a ajuda de sua assistente e outros personagens interessantes, como uma stripper. 

    O jogo possui elementos point and click, onde você deve usar o cursor para encontrar pistas, também algumas partes são comandadas por diálogos onde você deve escolher e digitar as palavras certas; além disso, existe um celular onde você faz ligações e alguns momentos onde você se locomove por um labirinto similar ao de Monster Maze 3D. O game possui mais de um final e a possibilidade de acusar várias pessoas de assassinato, e caso você acuse a pessoa errada, é criticado pela polícia e precisa reabrir o caso. O jogo foi lançado apenas no Japão, mas existe uma tradução.

    Espero que tenham curtido a lista de hoje! Em breve, continuações de listas anteriores e listas novas.

    Ps: O jogo da capa é Mother.

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      jcelove · 4 months ago · 3 pontos

      Seleção bacana como sempre. Só tiraria o Chiller pq é ruim de todas as formas e na versão do nes nem a violencia extreme tem.hehe

      Portophia murder case é um dos jogos que Kojimão sempre fala que o inspiraram motrando o quão porfunda poderia ser a narrativa num jogo. Se me lembro ele deu origem a vn awesome do snes tbm.

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      leandro · 4 months ago · 2 pontos

      Vou destacar da lista o Journey to Silius, que, na minha opinião, não é apenas um dos melhores jogos de plataforma do Nes, mas entra fácil na lista ( pelo menos na minha ) de melhores do gênero, de todos os tempos. Ah e a trilha sonora desse jogo é simplesmente memorável

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      vinicios_santana · 4 months ago · 2 pontos

      Só surpreende hem. Ótimos jogos.

  • 2019-10-19 20:42:58 -0300 Thumb picture
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    Top 10 Jogos de Nintendo DS (Parte 1)

    Medium 3752094 featured image

    Nanashi no Game

    Um jogo de terror para a lista. Não é um jogo muito desconhecido, mas ele merece ser mencionado. Aqui temos um jogo dentro de um jogo. No mundo “real” do jogo, tem um jogo portátil que se chama “The Cursed Game ”, e todos que o jogam e não terminam o jogo em sete dias, começam a ver estranhas aparições, e acabam por morrer. O protagonista acaba jogando o jogo por indicação de um colega, mas as coisas começam a ficar bizarras quando um amigo de escola some, e a namorada dele pede para que o protagonista vá até seu apartamento dar uma olhada nele. Quando chega lá, encontra o garoto morto por afogamento, com o jogo em suas mãos; e também descobre que o garoto não mandou o jogo para ele, mas estava na verdade tentando impedir a circulação do mesmo.

    A jogabilidade é 3D em primeira pessoa no “mundo real”, onde você deve explorar os ambientes, resolver puzzles e evitar inimigos; também pode ler emails. No segundo modo de jogabilidade, você joga o Cursed Game, que é um rpg em terceira pessoa 8-bits, parece ter saído do Game Boy Color; e ao jogar ele, você pode acabar solucionando problemas do “mundo real”. Existe uma sequência, intitulada “Nanashi no Game: Me”. Os jogos só foram lançados no Japão, mas ambos foram traduzidos por fãs.

    Flower, Sun and Rain

    Um dos melhores jogos que eu já joguei no Nintendo DS, e com certeza meu preferido. Goichi Suda (ceo da Grasshopper, que fez No More Heroes, Lollipop Chainsaw, Killer is Dead, entre outros), coloca todo seu toque absurdo e bizarro no jogo, com seus personagens icônicos e peculiares e história irreal. Aqui você controla Sumio Mondo, um homem que carrega sua maleta Catherine que ele usa para procurar “coisas perdidas”. Ele é contratado pelo hotel Flower, Sun and Rain para encontrar uma bomba, porém algo o atrapalha e a bomba acaba por explodir. 

    Curiosamente ele se vê em um looping infinito do mesmo dia, acordando quando o avião ainda não explodiu, e ele sempre tem novas chances de impedir que isso aconteça, mas será que ele consegue ou ele encontrará outros empecilhos?

    A jogabilidade consiste em andar (muito) pelos cenários, conversar com os funcionários e hóspedes do Resort e resolver diversos puzzles com a ajuda de Catherine e do guia do Hotel, utilizando o touch do DS.

    Time Hollow

    Um excelente jogo de manipulação de tempo do Nintendo DS. O protagonista tem uma vida normal com seus pais, porém ao fazer 17 anos, seus pais desaparecem e de repente toda a vida do garoto muda, entrando em uma realidade onde ele nunca viveu com seus pais, mas com seu tio. Não só isso, mas sua história sempre vai se alterando, com seus amigos morrendo e desaparecendo. Porém, o garoto descobre que existe uma caneta especial que altera o tempo, e que com ela, ele pode alterar o passado, consertando as coisas. 

    Aparece também em sua escola uma garota misteriosa, que não é afetada pelas manipulações de tempo. A jogabilidade é praticamente toda com a caneta, onde você deve abrir portais nos lugares certos, mudar o passado para corrigir o presente; também coletar objetos e passar por diálogos.

    Ghost Trick Phantom Detective

    Outra jóia indispensável do Nintendo DS. Você controla um homem que acabou de morrer, mas ele não se lembra de quem é e nem o motivo de alguém querer assassinar ele. Porém ele descobre que enquanto espírito, ele tem o poder de manipular objetos e de se locomover através deles. 

    Quando ele acaba usando esse poder para salvar a vida de uma garota, que por alguma razão estava na cena do crime, ele se vê em uma trama misteriosa, onde talvez a garota seja a chave para que ele descubra sua própria identidade. A jogabilidade consiste nessa manipulação e locomoção através de objetos, sempre com um objetivo e as vezes com tempo.

    Trace Memory

    Um Adventure maravilhoso e essencial do Nintendo DS. Você controla uma garota que foi criada pela tia, pois seus pais desapareceram quando ela era muito criança. Porém, um dia ela recebe um pacote que diz ser de seu pai, que ela pensava estar sumido, e no pacote, além de um aparelho misterioso, tem a localização dele, pedindo para a garota encontrá-lo. Ele diz estar em uma ilha, e por isso a garota e sua tia viajam até lá. Chegando no local, a tia da garota sai para procurar o irmão, mas não retorna. Por isso, a garota decide se aventurar para encontrar sua tia e seu pai, com a ajuda do espírito de um garotinho que se intitula “D”.

    A jogabilidade é como a de um Adventure, tem muita conversa, exploração, arquivos e notas para ler, coleta de objetos e puzzles para resolver, tudo usando a caneta do Nintendo DS e as vezes o microfone. A personagem também tem um aparelho que o pai a enviou, e ele tem várias funções, uma delas é tirar e salvar fotos que podem ajudar nos puzzles e ler pequenos cartões de memória.

    Deep Labyrinth

    O primeiro RPG da lista. É um jogo infelizmente meio underrated, mas que merece mais visibilidade, por isso estou citando ele. Aqui, o protagonista, seus pais e seu cachorro estão andando de carro, quando o pneu do carro fura em frente a uma mansão estranha. O cachorro, que se chama Ace, fica incomodado com algo da mansão e acaba entrando nela; enquanto os pais do protagonista vão atrás, porém acabam não voltando. O garoto resolve ir procura eles, e quando se aproxima, acaba sendo sugado por um vortex, ficando preso. Ele se reencontra com Ace, e se aventura no lugar para salvar seus pais. Não apenas essa história, mas o jogo também possui outro plot de um homem que foi sugado pelo mesmo vortex. 

    A jogabilidade usa o touch para mover a espada do protagonista e também desenhar magias, que podem ser combinadas para novas magias; o microfone também precisa ser usado em certas partes. O jogo tem diversos finais em cada capítulo, e suas escolhas interferem nesses finais. As dungeons do jogo são super imersivas, com inimigos em 3D e primeira pessoa.

    Theresia: Dear Emile

    Mais um Adventure Survival Horror para a lista. Não é um jogo super desconhecido, mas também não é cultuado como deveria. É um dos melhores jogos de Nintendo DS que eu já joguei, e ele tem uma história incrível e um visual ultra bonito. A história do jogo começa sendo um mistério. A protagonista é uma garota que acorda em uma espécie de prisão, e nada se sabe sobre ela a não ser vários flashbacks que ela fica tendo, mas que você não sabe quem são as pessoas que ela vê e até que ponto ela estava envolvida nos acontecimentos. 

    Por ser um jogo com uma história muito misteriosa, é bom prestar muita atenção nos flashbacks, pois por mais que eles não façam sentido no começo, parecendo apenas várias informações jogadas, elas são importantes e podem ir de encaixando aos poucos. A jogabilidade é em primeira pessoa, mas se torna um pouco complicado, pois o jogo é repleto de armadilhas e os puzzles não tem tanta dica, tendo a possibilidade de você ficar horas preso; por isso é bom explorar o máximo que der, para evitar que algo fique para trás. Existe também em seu inventário um pingente, que ao fazer a personagem usá-lo, vozes misteriosas dão dicas de como prosseguir.

    Tenchu Dark Secret

    Um jogo de ação para a lista. Aqui você controla um dos dois ninjas assassinos que devem proteger uma princesa que foi ferida. Você deve atacar os inimigos e também fazer armadilhas para eles.

    O jogo tem diversas missões, as vezes você deve salvar pessoas que te dão itens como agradecimento, e eles podem ser usados para construir vários itens úteis, que podem ser usados ou vendidos.

    Again

    Um Adventure policial para a lista. Nele você controla um agente do FBI que sobreviveu a uma série de assassinatos. Eles voltam a acontecer depois de muitos anos, e você deve solucionar esses crimes. O agente tem uma habilidade psíquica que o permite reaver o passado e investigar as cenas do jeito que elas ocorreram. A jogabilidade usa o Nintendo DS como um livro (igual em Hotel Dusk/Last Window), e você deve não só explorar os ambientes em primeira pessoa, como também usar as habilidades especiais do protagonista para reaver os crimes. 

    Sempre que você encontrar todas as cenas necessárias em um ambiente, você terá todas elas fora de ordem, e as colocando em ordem certa, você consegue ver uma cena do assassinato. Porém, o personagem tem uma barra psíquica de saúde , que se caso você usá-la indevidamente, se resulta em game over.

    Infinite Space

    Um RPG de Ficção Científica para terminar a lista de hoje. O Nintendo DS tem diversos RPGs maravilhosos, e esse é um deles. Aqui você controla um garoto que vive em uma realidade futurista, onde a humanidade foi distribuída em várias galáxias, e onde viagens na velocidade da luz podem ser feitas, inclusive para lugares que demorariam anos para chegar. O garoto descobre que existe um império com um líder tirano que quer dominar uma das galáxias, e o protagonista deve tentar defendê-la. 

    O jogo também possui diversos finais, e sua jogabilidade consiste em controlar uma nave espacial e seu time. A nave pode ser customizada de incontáveis maneiras, bem como seu time tem diversas possibilidades de membro. Você controla várias ações usando o touch screen, tanto as viagens, como combate e a locomoção de personagens. Sempre que uma nave inimiga aparece, você pode selecionar alguns tipos de ataque, que podem funcionar ou não. 

    Por hoje é isso! Espero que tenham encontrado algum título de interesse! Aguardem mais listas dessa e de outras plataformas.

    Ps: O jogo da capa é Golden Sun.

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      jcelove · 4 months ago · 3 pontos

      Caraca, tem que gostar muito da loucura de Sudão pra ter FSR como jogo favorito do DS, com tanto jogo muito mais jogo e muito mais agradável. Qualquer outro dessa lista é mais favoritável que ele pra mim, ainda mais com o AWESOME Ghost Trick logo abaixo. XD

      O jogo do Mondo tem um conceito maneiro mas faz de tudo pra vc detestar a experiência, é um jogo bem conceitual além de ser muito, mas muito difícil de entender mesmo jogando até o final e tendo jogado silver case.hehe

      Dessa vez eu conheço todos ao menos de vista.hehe
      Again é bem maneiro, apesar de cansativo, apesar de memos cansativo ue Hotel dusk pra mim

      Theresia não sei se da pra chamar de survivor horror, é um adventure/vn/dungeon crawler estático. Ta mais pra um Myst com temática de terror que prum Resident Evil, mas tem uma história muito boa, apesar de ser dificil de aguentar tbm

      Nanashi no geamu eu achei um conceito sensacional, mas não tive saco pra jogar até o fim (só joguei o 2 na verdade). A falta de interface na parte 3d deixa a coisa bem solta, dificil de entender o que fazer. Qdo apareceu o primeiro fantasma e morri sem saber como reagir deixei pra lá XD

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      emphighwind · 4 months ago · 3 pontos

      Deep Labyrinth é tão bom assim? Preciso voltar com Theresia e GT(especialmente GT, tinha jogado em JP sem entender nada até empacar, mas não toquei quando saiu a tradução) algum dia.

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      josebrito · 4 months ago · 2 pontos

      boa noite, curti aquele de terror vou ver se funciona no emulastation aqui

  • 2019-09-07 18:46:04 -0300 Thumb picture
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    Mitos sobre os RPGs por turno

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    Recentemente tivemos finalmente o anúncio de Indivisible, um RPG indie que era muito aguardado pelos fãs do gênero, seja por possuir sprites em alta definição (afinal ele é produzido pela mesma empresa que fez Skullgirls) ou pelo gameplay ser inspirado em um clássico do Play Station: Valkyrie Profile. Porém, o que era pra ser uma boa notícia para todos nós da equipe (afinal, nosso objetivo é que mais e mais pessoas joguem e se divirtam com RPGs eletrônicos), acabou se tornando motivo de preocupação. Não pelo jogo em si, que ainda aparenta estar espetacular, e sim pela forma com que a empresa está o vendendo: como um RPG de ação.

    A nova tela de combate de Indivisible, presente na versão final do jogo

    Action RPG, em suma, é um subgnênero do RPG eletrônico que enfatiza a ação em tempo real, onde o jogador controla diretamente os personagens e a maneira como o combate acontece depende única e exclusivamente dos inputs do mesmo, podendo mover o personagem pra bem longe do adversário ou mesmo atacá-lo por ângulos diferentes. Em Indivisible, as batalhas acontecem com os personagens jogáveis de um lado e os inimigos de outro e uma ação direta só ocorre quando um marcador localizado abaixo do mesmo (que na versão demo era simbolizado por uma barra e nessa versão final é na forma de pequenos círculos) se completa, permitindo assim que o jogador faça os combos devidamente. O mesmo vale pros inimigos, que apesar de não terem o marcador à mostra, também ficam imóveis e só fazem uma ação após determinado tempo, o que não se encaixa como um RPG de ação e sim por turnos, que usa uma função bastante conhecida pelos jogadores de Final Fantasy: a ATB, ou active time battle.

    Quando surgiu, em FFIV, a ATB sequer era mostrada na tela, só vindo a aparecer no jogo seguinte, e perdurando na franquia por um bom tempo, além de ser reaproveitada em vários outros jogos

    Mas, se é algo tão notável o fato de Indivisible ser um RPG por turnos, por que estão vendendo ele como se fosse um Action? RPGs de ação são mais rentáveis, sendo mais atraentes pra novos públicos, e com isso para uma desenvolvedora de jogos ter lucro é muito mais fácil produzindo um jogo dessa forma. E como fora de combate o jogo possui momentos plataformer( bem no estilo de Valkyrie Profile mesmo), optaram por vender o jogo dessa maneira, assim quem queria comprar o jogo por ele ser o sucessor espiritual de Valkyrie Profile ainda vai fazê-lo, e aqueles que têm preconceito contra RPGs de turno também o farão, já que com a ATB, a ação em plataformas e o sistema de combos, dificilmente descobrirão que foram “enganados”.

    Não é de se espantar se memes desse tipo surgirem depois do lançamento do jogo...

    Contudo, apesar de parecer a escolha perfeita, mascarar o jogo como algo que ele não é, é ruim por dois motivos. Primeiro porque gêneros e subgêneros existem pra que os consumidores saibam o que vão comprar, e a partir do momento que isso se tornar relativo e as empresas utilizarem eles de forma desregrada você pode acabar comprando um jogo de pesca que é vendido como shooter de nave. E segundo é porque estão vendendo a imagem que o sistema de combate por turnos em um RPG é algo ruim e que apenas se for chamado de Action poderá ser criativo e interessante, isso num jogo indie, se já não fosse ruim o suficiente empresas grandes como Square Enix fazerem a mesma coisa.

    Motivados por essa infeliz atitude por parte dos produtores desse que parece ser um dos melhores RPGs indies dos últimos anos, nós do Grindingcast decidimos desmentir alguns dos mais comuns mitos e falácias sobre RPGs turn based, muitas delas divulgadas à rodo por canais do Youtube, podcasts e influenciadores no geral. Não pra que você, leitor, se sinta obrigado a jogá-los mas para que, se não optar por sistemas de turnos, que não seja pelos motivos a seguir:

    1 – RPGs por turno são mais demorados

    Essa é bem comum. Provavelmente isso se popularizou devido ao fato dos RPGs de turno mais famosos, como Final Fantasy VII, demorarem suas 30/40 horas para serem terminados, isso além de possuírem as famigeradas random battles (que foram sendo deixadas de lado pelos RPGs com o tempo, afinal eram uma limitação tecnológica e não uma escolha criativa). Contudo, isso é uma afirmação que não se sustenta, pois assim como temos RPGs de turno mais demorados, também temos RPGs de ação longos, um bom exemplo são os jogos da franquia Tales of (com os primeiros possuindo, inclusive, batalhas random), ou mesmo os WRPGs cheios de escolhas como The Witcher 3. E não apenas isso, como também existem vários RPGs por turno curtos, sejam os mais modernos como Child of Light ou os mais antigos como Arabian Nights, todos podendo ser terminados com menos de 20 horas de duração, entregando uma experiência bem satisfatória pro jogador.

    2 – RPGs por turno são parados

    A própria expressão “combate por turno” remete e algo demorado e lento, sempre com um esperando enquanto o outro ataca e vice-versa. Essa é uma falácia muito dita por pessoas que não jogaram muitos ou mesmo nenhum RPG cujas batalhas são feitas dessa forma, já que o que não faltam são RPGs por turno dinâmicos que deixam as batalhas tão (ou até mais) animadas que as suas contrapartes Action. A ATB de Final Fantasy IV foi melhorada e reutilizada por muitos jogos, e coisas como Grandia e Atelier Iris 2 refinaram-na, com o jogador precisando ficar atento na hora da ação, seja a sua ou a do inimigo. Em Super Robot Taisen OG Saga: Endless Frontier (ou no seu sucessor espiritual, Project X Zone) é preciso combar o inimigo no timing certo, mantendo-o no ar, caso contrário ele irá contra-atacar de forma absurda. Sem contar que, em muitos jogos por turno, o jogador também terá ações quando for a vez do oponente, como em Ar Tonelico 2: Melody of Metafalica onde, se apertar o botão no momento certo do ataque inimigo, levará menos dano.

    3 – RPGs por turno são todos iguais

    Apenas com os exemplos anteriormente citados, já dá pra perceber que a coisa não é bem assim e nem tudo se resume à Final Fantasy e Dragon Quest. Com relação à variedade e criatividade, os RPGs por turno são até mais variados do que os Action (especialmente por não terem que se preocupar com a física do combate), com inúmeros jogos tendo sistemas de combate totalmente diferentes, ainda dentro do escopo do subgênero. Por exemplo, na franquia The Legend of Heroes, da Nihon Falcom, os combates ocorrem num campo aberto onde o alcance das suas armas e magias conta pra atingir o inimigo; em Bravely Default (ou mesmo em sua sequência, Bravely Second) é possível adiantar seus turnos de uma vez, mas ficando sem atacar após um tempo... Isso além dos SRPGs (RPGs táticos, que alguns nem os consideram como RPG, mas que mesmo assim ainda estão dentro dos sistemas de turno e do que eles podem oferecer) que possuem outra infinidade de variedades, como Valkyria Chronicles, onde você move os seus soldados no campo de batalha num cenário em 3 dimensões e caso o inimigo entre na sua linha de fogo quando for o turno dele, poderá ser abatido.

    4 – RPGs por turno são mais difíceis

    Muitas das pessoas que têm preconceito contra o sistema de turnos pensam que todos eles são Dragon Quests do NES, onde tu tem batalhas a cada segundo, com inimigos podendo te matar com dois petelecos e com uma quantidade de grinding imensa sendo necessária pra se terminar o jogo. Entretanto, o que não faltam são RPGs por turno extremamente fáceis que praticamente qualquer pessoa consiga terminar. Super Mario RPG é um exemplo de jogo mais antigo, e mais recente temos ambos RPGs de South Park (Stick of Truth e Fracted But Whole) que também são bem fáceis e qualquer pessoa, mesmo não acostumada com o gênero, poderá jogá-los tranquilamente. E também não quer dizer que RPGs de ação serão automaticamente mais fáceis também, Tales of Eternia (Tales of Destiny II aqui no ocidente) é um action e consegue ser mais difícil que todos os RPGs de turno mainstream do PS1.

    Existem ainda mais falácias e mentiras ditas sobre o sistema de turnos, mas deixaremos para abordá-las em no futuro. É comum que as pessoas inventem falsas afirmações quando não possuem um grande conhecimento sobre determinado assunto, e sabemos muito bem que o sistema de combate por turno nos RPGs eletrônicos não conseguiu acompanhar as mudanças tecnológicas que foram surgindo como sua contraparte action fez. Contudo também é fato que existe muita coisa legal e única nesse subgênero, e é triste que muitos sequer façam ideia disso apenas por causa da desinformação massiva que acontece com ele, seja por parte dos jogadores ou mesmo pela própria indústria (como com o infeliz caso de Indivisble) . 

    Nós, do Grindingcast, queremos que mais pessoas joguem RPG eletrônico (seja ocidental ou oriental, seja turno ou action) , mas também desejamos que o maior número possível de pessoas consiga perceber o quão incrível os Role Playing Games são, seja controlando o seu personagem livremente ou aguardando a sua vez de atacar pacientemente.

    Indivisible

    Platform: PC
    41 Players
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      santz · 6 months ago · 3 pontos

      Baita informação e realmente os RPGs por turnos sofrem dessas falácias, especialmente o tal do "jogo parado". Mas pra mim, é nítido que se trata de um gênero bem consolidado e uma escolha de design, agora, jogo recente adotar o combate do nada, aí já acho putaria.

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      wilford_fernandes · 6 months ago · 2 pontos

      é tiro no pe marketing errado.... triste.... vou jogar mas espero q o jogo n seja prejudicado por isso ;p

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      gennosuke6 · 6 months ago · 2 pontos

      Eu não cheguei a ver vídeo de gameplay, e estava achando que era RPG de ação, tipo um Tales da vida... Bom saber.
      Eu gosto de ambos os estilos, de turno, ou de ação, mas realmente, tem gente que só joga um ou outro, e o jogo sendo vendido pelo que ele não é, pode enganar mta gente.

      1 reply
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