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Reinforcements? I am the reinforcements. —Ashley Riot

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  • jclove José Carlos
    2018-11-19 01:48:17 -0200 Thumb picture
    jclove fez um check-in em:
    <p>Terminei o disco 1, tirei um monte de screenshot - Alvanista
    Deep Fear

    Plataforma: Sega Saturn
    65 Jogadores
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    Terminei o disco 1, tirei um monte de screenshots pra fazer aquele post trabalhado que ninguém liga e ai qdo foi trocar o disco que percebi que não sabia como trocar disco no Mednafen.

    Olhando no google vi que pra poder fazer isso é preciso rodar o jogo através de um arquivo  .m3u pra que ele entenda que se trata de um jogo com vários discos e permita carregar o posterior sem acabar com a emulação.

    Ok, fiz o tal arquivo e os saves e states que fiz no disco separado não são reconhecidos. Teria de recomeçar do zero!

    Alguém aqui entende desse emulador problemático e tem alguma solução pra eu não ter qe rejogar o disco 1 inteiro novamente? É meui cruel rejogar tudo U_U

    Tentei renomear os arquivos de save mas continuou não reconhecendo.U_U

    31
  • jclove José Carlos
    2018-11-18 16:11:25 -0200 Thumb picture
    jclove fez um check-in em:
    <p>Fui continuar ontem e vi que o jogo salvou autom - Alvanista
    Aliens: Infestation

    Plataforma: Nintendo DS
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    Fui continuar ontem e vi que o jogo salvou automaticamente após terminar a primeira fase, me deixando apenas com a corporal johnstson. Fazer o que né?

    Felizmente, apesar do permadeath vc pode resgatar novos marines pra sua equipe nas fases. Encontrei mais doi na missão pela lua LV426. Era pra destruir as 3 torres de comunicação apenas, mas não podia ser simples...as bombas falham e é preciso encontrar novos explosivos enfrentando muitos aliens pela frente. Depois rola uma fuga no tanque que lembra a fase de tiro de Alens vs Predator da Capcom, só que não tão divertida pq vem uma quantidade absurda de bicho até o carro explodir...

    E ai  caimos na nave do do Sapace Jockey e o segundo boss é um alien jockey bizarro e Chato pacas de vencer. Aliás o que ta matando o jogo pra mim são esses bosses. A progressão e mecânicas nas fases são tão legais (tem até cover nos tiroteios) mas ai vc chega no boss e é sempre um bicho gigante, dificil de mirar no ponto fraco e com uma TONELADA de Hp...demora demais pra morrer esses bicho!

    Chega a ser humilhante assistir os videos de "matando qq coisa de qq jogo sem dano" do Shadow serg. Recomendo demais!hehe

    Perdi a Johan de dei um ragequit de leve, depois tento de novo. Mas desanima ver que tem mais 4 piores...

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      filipessoa · 1 mês atrás · 2 pontos

      Não adianta, boss é tudo exagerado.

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      netogermano · 1 mês atrás · 2 pontos

      eu tinha vontade de pegar um 3ds desbloqueado qualquer dia pra jogar jogos de 3ds e Ds, até ver o preço que estão vendendo...

      5 respostas
  • jclove José Carlos
    2018-11-18 15:37:04 -0200 Thumb picture
    jclove fez um check-in em:
    <p>Depois que me rendi ao save state ficou bem mais - Alvanista
    Deep Fear

    Plataforma: Sega Saturn
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    Depois que me rendi ao save state ficou bem mais fácil avançar.

    O jogo não limita muito recursos, vc tem acesso a muitos itens de cura e munição nos depósitos, o problema é a distância entre os savepoints e o fato de que um ou dois hits dos monstros matam o personagem, o que pode ser BEM frustrante qdo vc avança um bocado e ve o game over pra um maldito cachorro mutante.

    É meio cruel até o design. Vc tem muitos pontos de recarga de ar que deveriam ser savepoints mas estão convenientemente quebrados pra essa função. Sem save state provavelmente estaria tentando sair da jnk area até agora...

    Assim como nos REs clássicos vale mais a pena dar um "olé" nos monstros a parar pra mata-los principalmente pelo fato do ar ser contado e da mira ser muito difícil em movimento.

    Enfim, avancei bastante até. Consegui encontrar a Doutora Gina, que foi bem mais amigável dessa vez e até parece estar jogando um charme pro John.

    Ela tava presa no laboratório pq a área médica estava com problema na distribuição de ar, e só ela podia abrir a passagem pra ala dos apartamento acima, dai tive que achar um chip na junk area pra consertar o fluxo de ar no local.

    Ela nota que o John ta tossindo e o força a fazer um teste de sangue, explicando como o parasita que transformou geral me monstro funciona. Começa com um sintoma similar a gripe e depois detona tudo.

    Ela comprova que ele foi infectado mas de alguma forma o virus não conseguiu avançar no sistema dele, talvez pelo fato dele estar gripado antes de ter contato e resolve ficar na ala médica investigando.

    Ai continuamos a jornada até a central de comando e nos apartamentos John é salvo d eum ataque pela Anna, líder da equipe de resgate da base. Apesar da ajuda ela não é muito amistosa e só quer saber se salvar seu cachorrinho RAMBO que sumiu.

    Rodando pelo local encontro haburgers na cantina e logo depois encontro o Rambo, que curte a iguaria e enfim é encontrado pela Anna. Agradecia ela da o cartão de acesso a DNarea.

    Lá aparecem monstros novos BEM chatos de matar, mas em compensação, conseigo liberação pra usar a shotgun (finalmente uma arma boa!)

    Encontro uma fita com nome sugestivo tbm...

    Mas eram só as blueprints da base e do submarino seafox, mo trollagemXD

    Depois numa sala de depósito John encontra um japinha fncionarío da empresa privada que financia o projeto junto com o governo.

    Ele tem um maçarico que precisarei pra alguma coisa (que ainda não sei) mas só entrega se John copiar os dados que ele precisa num disquete. Lá vamos nos dar uma volta pra pegar os tais arquivos.

    Depois de conseguir ele entrega o maçarico (que eu pensei que seria um lança-chamas bolado, mas é só tiem U_U) e começam a rolar uns tremores na base.

    Amanhã se der continuo.

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      mastershadow · 1 mês atrás · 2 pontos

      Ahhhhh no console foi foda zerar mesmo devido aos save points,passei mt nervoso ahuhauhaua.mas sei la, acho que tem jogos piores nesse quesito, tipo Fear Effect ou o Martian,

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      vinicios_santana_3 · 1 mês atrás · 2 pontos

      Hoje em dia pra mim o save state é uma ferramenta indispensável. Bebê ta fazendo algo e preciso parar de jogar, salvo ali mesmo, sem precisar parar tudo e correr pra um save point ou perder todo o progresso.

      4 respostas
  • jclove José Carlos
    2018-11-17 16:06:20 -0200 Thumb picture
    jclove fez um check-in em:
    <p>Depois de apanhar no segundo boss do Julius mode - Alvanista
    Aliens: Infestation

    Plataforma: Nintendo DS
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    Depois de apanhar no segundo boss do Julius mode no Dawn of Sorrow, resolvi tentar continuar esse alinzinho da Wayforward. Tinha parado no primeiro save point e nem lembrava mais de nada.hehe

    Resumindo é um metroidvania (sem os elementos de rpg) situado no  universo dos filmes e o jogador assume o controle de 4 marines,sem nenhuma diferença a não ser a visual e elas funcionam como as vidas: quando 1 morre o jogador escolhe o próximo e continua até que os 4 morram e dê o game over.

    Pelo que vi é dividido em fases, sendo a primeira na USS Sulaco, a nave dos marines do segundo filme. A missão inicial é encontrar uma sobrevivente na suposta nave abandonada (mas cheia de robos de segurança). O primeiro alien so aparece depois de uns 20min de jogo e o clima de suspense é bem legal. 

    Os marines podem usar uma pistola (inutil), o fuzil, munição explosiva e granadas, mas todas limitadas, sendo possivel recarregar e trocar de personagem nos savepoints.

    Depois que  o alien aparece a nave fica infestada e vira uma loucura pior que o alen 3 do mega, com bicho pipocando do nada na sua frente, sempre colado com o personagem pra dar aquele dano maroto.

    Avancei até chegar numa (acho que era)Rainha que DEMOROU pra caramba pra morrer e acabei gastando 3 dos 4 personagens pra matar a bicha. Foi tão resistente que pensei que ja fosse o ultimo boss.

    Ai qdo finalmente caiu a fase acabou e começou a segunda em outro lugar só com a ultima marine que eu tinha...ai desliguei e tento depois de novo, mas achei bem pauleira...

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      wilford_fernandes · 1 mês atrás · 2 pontos

      parece mto massa esse ;p

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      mateusfv · 1 mês atrás · 2 pontos

      É uma rainha msm, poderia ser um praetorian que é meio parecido, mas pelo tamanho n é não, já que um praetorian tem o tamanho praticamente igual ao de um drone ou warrior, tenho que jogar esse quando arrumar outro R4, adoro o universo da franquia, menos as budega que o Ridley Scott tá fazendo recentemente hsushsh

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  • jclove José Carlos
    2018-11-16 16:08:21 -0200 Thumb picture
    jclove fez um check-in em:
    <p>Fiz o Good Ending ontem mesmo!</p><p>#img#[59833 - Alvanista
    Castlevania: Dawn of Sorrow

    Plataforma: Nintendo DS
    2006 Jogadores
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    Fiz o Good Ending ontem mesmo!

    Ja tava na porta do final boss, mas cara, que bicho chato! Demorei muito pra passar pq não conseguia acertar direito e acabava tomando dano toda hora.

    Na ultima tentativa resolvi gastar os itens de cutra todos e ir na força bruta até que finalmente caiu. Olha o tamanho do bicho:

    Ficou faltandoazer o segundo final, mas como esse é o true e o único satisfatório tá ótimo.

    Terminei o jogo com incômodos 98,8% do mapa

    Pensei que tinha passado por tudo mas tinha algumas paredes quebráveis e uma salinha no abyss

    Ai não consegui parar antes de vasculhar todos os cantos e completar os 100%

    Agora sim, o mapa ta bonitinho!

    Só não animei de pegar todas as almas, até porque usei a de dois bosses (o bichão da torre e a morte) pra fusionar na arma, ai não teria 100% de qq maneira.

    Joguei um pouco do Julius mode e é bem legal o esquema de trocar de personagem a la Castle 3 e ainda tem sistema de level up, o que deixa menos difícil... Mas não cheguei a encontrar o Alucard. 

    Não sei se encaro esse modo até o final pq é mais na pegada classica (não da pra ficar usando item de cura nas boss fights XD) e  tem o Eclesia parado no começo ainda...

    Devo admitir que DoS virou um dos meus jogos favoritos na série, uma sequência que conseguiu superar o fantástico Aria of Sorrow. A história é bacana, tem muitos extras, sistema de almas melhorado (cara, tem muito poder bem legal) e até os selos que me fizeram torcer o nariz por anos não é nenhum bicho de sete cabeças.

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      manoelnsn · 1 mês atrás · 2 pontos

      Finalmente alguém que concorda comigo que Dawn>Aria, hauhaua

      Parabéns pelo zeramento, esse seria meu metroidvania preferido se não fosse o Portrait of ruin. Ainda não cheguei a zerar o Julius mode, mas estou guardando ele pra quando me der algum ímpeto de jogar todos os games novamente.

      Aliás, tu achou o final boss difícil? Achei ele um coitado, só tinha tamanho mesmo

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      mastershadow · 1 mês atrás · 2 pontos

      Nem li o restante, pra não estragar surpresas haha, já que to jogando ele no momento.Mas to adorando o jogo!

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      darth_gama · 1 mês atrás · 2 pontos

      Final Boss é chato mesmo... O Julius Mode lembra muito Castlevania 3.

      1 resposta
  • jclove José Carlos
    2018-11-15 23:01:11 -0200 Thumb picture
    jclove fez um check-in em:
    <p>O PS1 reconheceu a midia gravada e vamo lá jogar - Alvanista
    Medal of Honor (1999)

    Plataforma: Playstation
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    O PS1 reconheceu a midia gravada e vamo lá jogar esse clássico do PS1.

    Não curto muito FPS, muito menos em consoles antigos, MAS esse é uma boa exceção. Idealizado por ninguem menos que Steven Spielberg, MoH tem uma atmosfera de filme de guerra dos bons e foi um ods primeiros jogos do gênero com foco em realização de objstivos nas fases ao invés de só achar chave e matar tudo pela frente.O Goldeneye do PS1.hehe

    Jimmy Petterson tem as mais diversas missões: desarmar comunicação, encontrar aviões caidos de aliados, se esgueirar por bases nazistas...tudo com uma jogabilidade bem precisa pro PS1 e inimigos cheios de reações bacanas, tipo ficar gritando em alemão pros comanheiros qdo te veem, ficarem apavorados quando vc joga uma granada na direção deles (um dos soldados CHUTOU uma granada pra fora da sala qdo tentei jogar na direção dele!) e cairem ou se contorcerem de forma diferente de acordo com o lugar onde se acerta os tiros.

    Parei na terceira fase, na fuga pelos esgotos e vamo ver se dessa vez levo até o fim.

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  • jclove José Carlos
    2018-11-15 22:31:41 -0200 Thumb picture
    jclove fez um check-in em:
    <p>Depois de me perder MUITO, me perdi de novo e ti - Alvanista
    Castlevania: Dawn of Sorrow

    Plataforma: Nintendo DS
    2006 Jogadores
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    Depois de me perder MUITO, me perdi de novo e tive de dar uma olhada no gamefaqs pra ter uma idéia e o caminho tava na cursed tower numa área que eu já tinha passado a muito tempo mas que não dava pra enxergar a entrada no mapa...

    Ai avancei, grindei muito (tem alma que num dropa nem a pau U_U) e finalmente cheguei no Dario. Venci facilmente a i vi que cai no pior final...

    Felizmente o jogo deixa continuar e ainda cometi o mesmo erro de novo até sacar que tinha de lutar com a lama demoniaca que dominava ele entrando no espelho, numa pegada parecida com o Shaft no Richter em Sotn.

    Ataque mais roubado que esse só os mosquitos do abaddon.

    Ai rola um plot twist, Soma quase se entrega de vez as trevas num acesso de fúcia mas Arikaido salva o dia de novo e ele volta a raciocinar de novo.

    O Julius destroi a barreira de magia negra da torre e fica cansadão restando ao Soma e ao Arikaido terminar o serviço. 

    Ignore o Alucard do Julius mode, to com o Soma ainda mas deu preguiça de achar ibagem^^

    Desci a mina do mal e venci a morte, bem irritante como sempre MAS a vantagem dos metroidvanias é que se vc grindar e tiver item no inventario vc não morre pra chefe nenhum!hehe

    Voltei pra fusionar a arma dela ao meu Golden axe e finalmente chegou a forma final, a foice da morte, que e bem fortinha.

    A ultima área, abismo é literalmente uma descida ao inferno, bem bizarros os cenários. Cheguei no boss final mas a bateria descarregou, só mais tarde ou amanhã agora U_U

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      luis_fajardo · 1 mês atrás · 3 pontos

      Baixei um rom hackeada desse game na qual não precisa fazer aquelas magias na touchscreen, toda vez que chego em um portal que necessita-a, o jogo avança automaticamente.

      3 respostas
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2018-11-15 17:00:03 -0200 Thumb picture
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    Killer 7 disponível na Steam

    A Nis America e a Grasshopper lançaram hoje Killer 7 na Steam

    https://store.steampowered.com/app/868520/killer7/

    R$ 37,99 com desconto de 10% na primeira semana de lançamento

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      jclove · 1 mês atrás · 1 ponto

      Uma das histórias mais lojas q Sudão inventou. Tenho original do ps2 mas tá na wishlisr do dream tbm

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      spacegrid · 1 mês atrás · 1 ponto

      Suda 51 é um gênio

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      mutux · 1 mês atrás · 1 ponto

      tenho o original do Cube, eu amo esse jogo

  • jclove José Carlos
    2018-11-14 22:23:59 -0200 Thumb picture

    Os clones de Resident Evil - Parte 1 (PsOne)

    Medium 3685261 featured image

    Resident Evil não foi exatamente o primeiro jogo do gênero mas estabeleceu padrões para adventures misturando câmeras fixas, cenários pré-renderizados, gerenciamento de itens em inventário, puzzles, movimentação tanque e sustos que a Capcom batizou como Survivor Horror.

    Com o sucesso estrondoso dele, várias empresas (incluindo a própria Capcom) tentaram emplacar outros jogos com mecânicas ou visuais parecidos, nem sempre utilizando a temática de "horror" como base.

    A grande maioria desses jogos fica entre o medíocre e o muito ruim, mas pra quem era (ou ainda consegue ser) aficionado pelas mecânicas de RE acabava jogando e as vezes até curtindo alguns desses games.

    Resident Evil inaugurou a era dos jogos de aventura com cenários pré-renderizados no Playstation, esse tipo de cenário que é composto por imagens estáticas que davam uma impressão de realismo muito maior que o Ps1 conseguiria fazer. Hoje em dia a técnica caiu em desuso porque os consoles atuais já conseguem processar gráficos assim em tempo real.

    Particularmente eu ADORO o gênero survivor horror clássico, apesar de detestar/morrer de medo com histórias de terror. Na verdade o que me atrai nesses jogos é justamente os elementos de gameplay, a parte que veio dos adventures point n click misturada com um pouco de ação: ter um ou mais personagem em um ambiente fechado tendo que resolver enigmas e enfrentar (ou não) inimigos muito mais fortes que ele numa narrativa que utiliza câmeras fixas pra dar aquele tom cinematográfico e tal. Por isso quase sempre acabava gostando de qualquer coisa parecida com Resident Evil e não conseguir curtir muito jogos de "terror" em primeira pessoa, que infelizmente são o padrão hoje em dia.

    Alguns dos vários jogos que podem ser considerados como clones de RE

    Desde o ano passado resolvi me embrenhar por todos os clones possíveis de Resident Evil que encontrasse, principalmente no Playstation 1 e ACHO que já passei pela grande maioria, dai bateu a vontade de fazer esse "catado" com todos num artigo só.

    Os critérios pra entrar nessa lista são baseados em elementos básicos do gameplay de RE:

    -Ser em 3ª pessoa (existem vários "survivor horror" no PS1 em 1ª pessoa mas pra mim perde o charme, então estão fora -sorry Echo Night)

    -Ter câmera fixa, ou ângulos fixos em alguns momentos

    -Ter cenários pre-renderizados de preferência

    -Ter movimentação "tanque"

    -Dublagem tosca não intencional, não é obrigatória, mas deixa a coisa mais divertida.^^

    Se tiver ao menos 3 elementos desses ai já encaixo nesse conceito de clone. Não ouso chama-los de Survivor horror porque vários são jogos de ação mesmo, sem nenhuma pitada de suspense ou terror no enredo ou clima. 

    Separei em 3 categorias: os bons, os ruins e os MUITO ruins (e algumas menções honrosas que não se encaixam exatamente no modelo mas valem pela curiosidade-ou não XD):

    //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

    Os Bons: Esses tem todos os elementos bons de RE e alguns elementos originais, em alguns casos fugindo completamente da temática de horror e partindo pra ação, hack n slash ou RPG. São os que eu considero melhores e ainda bem jogáveis hoje em dia, se você não for daqueles que torcem o nariz pros polígonos quadrados do PS1 e a texturas em baixa resolução.

    Vou deixar um comentário breve em cada porque provavelmente já tem link do Youtube suficiente pra quebrar a alva nesse post gigantesco^^.

    Dino Crisis (1999)

    Começando com um dos clones feitos pela própria Capcom e pela equipe dos REs originais. Dirigido por Shinji Mikami, DC trocava a temática de zumbis criados por vírus e armas biológicas pra uma ilha que acabou transportada pro período jurássico após um experimento que deu "errado". No controle de Regina, uma das agentes enviadas ao local para capturar o Dr. Kirk, gênio responsável pelo desastre, o jogador precisa encarar dinossauros que são muito mais espertos e difíceis de enfrentar que os zumbis de RE, e uma montanha de puzzles complicadinhos e códigos, muitos códigos em portas!

    DC trazia várias novidades a fórmula de Survivor horror: Cenários texturizados em tempo real ao invés dos pré-renderizados, Podia-se andar empunhando a arma, tinha trechos com escolhas e QTEs básicas em vários momentos também. Era BEM mais difícil que RE pela falta de munição e resistência dos dinos. Os raptors abriam até portas se você fugisse.

    Dino Crisis 2 (2000)

    Lançado um ano depois do original, DC 2 foi ainda mais experimental que o primeiro. Provavelmente com base nas reclamações dos jogadores do primeiro, a equipe resolveu mudar completamente o foco do game. Sai o "survivor panic" cheio de puzzles e itens escassos e entra um jogo de ação bem arcade, com direito a pontuação e combos que incentivavam a matança desenfreada dos dinos. 

    Bem diferente do que se esperava, mas muito divertido de se jogar. O gameplay dele é de longe o melhor em jogos de ação com movimentação tanque. Tanto a Regina quanto o novato Dylan são rápidos e tem uma game de ataques e armas interessantes. A história continua direto do original, dessa vez numa cidade inteira que acabou sendo engolida pelo fenômeno iniciado no primeiro jogo.

    Parasite Eve 2 (1999)

    O primeiro Parasite Eve não considero como survivor horror nem como clone de RE. Apesar de algumas semelhanças o gameplay é bem mais action RPG (o cinematic RPG, como a Squaresoft gostava de chamar), com muitas áreas abertas e tal.

    O segundo jogo no entanto, teve ex-funcionários da Capcom que trabalharam em Resident Evil 2 na equipe de desenvolvimento e se transformou num belo clone do jogo da Capcom, sem tentar disfarçar nem um pouco, MAS ainda mantendo alguns elementos de RPG do original. 

    Existem batalhas aleatórias, forte foco em evolução da personagem matando inimigos infinitamente, gestão de inventário, upgrade de armas e equipamentos e por ai vai. A história se passa 2 anos após os eventos do primeiro jogo e a ex-policial Aya Brea agora é agente do FBI e investiga um incidente envolvendo criaturas geneticamente modificadas que tem raizes muito maiores que ela imagina.

    Koudelka (2000)

    Desenvolvido pela finada Sacnoth e publicada pela gigante dos jogos de luta SNK, Koudelka era uma mistura bizarra de survivor horror fortemente baseado em Resident Evil, com RPG Tático com batalhas por turnos. Muito estranho, mas muito bem feito também. As batalhas são simples de entender mesmo que nunca tenha jogado nada do gênero e fora delas temos um autêntico Survivor horror com temática sobrenatural cuja história se passa no monastério mais sinistro da Europa virtual. No Controle de médium Koudelka e de seus inusitados parceiros Edward e padre James o jogador precisa descobrir como impedir a fonte do mal que habita no lugar se espalhe.

    Fear Effect (1999)

    Fear Effect chamou muita atenção na época, pelos aspectos técnicos, sendo um dos primeiros jogos (bem) feitos com a técnica cell shading, (que consiste em dar aos polígonos uma cara de "desenho animado", surpreendente na época) e pela temática om uma história situada num futuro distópico onde o grupo de mercenários composto por Hana, Glas e  Deke se veem numa sucessão de eventos de vida e morte bizarros enquanto tentam resgatar a filha desaparecida de um chefão da tríade. Além do visual fantástico o jogo se destacava pela dificuldade e pelos 4 CDs, necessários pra rodas as dezenas de animações em CGI que compunham o game.

    Fear Effect 2 (2001)

    A sequência de FF na verdade era uma prequel do jogo original narrando eventos que uniram Hana Deke e Glas, além de trazer uma nova personagem, a sexy Rain, que era namorada da protagonista. O jogo chamou ainda mais atenção pelas cenas sugestivas com as duas que pelo gameplay em si.

    Tecnicamente e em termos e jogabilidade não trazia nada de muito diferente do original. Muitos puzzles difíceis e tiroteios hardcore.

    Silent Hill (1999)

    Silent Hill dispensa apresentações. Na verdade é até meio cruel reduzir ele apenas a um "clone" de Resident Evil porque apesar da óbvia inspiração, o jogo da Konami trazia uma pegada diferente, muito mais focada no terror psicológico, muito mais perturbador que qualquer outro jogo do gênero na época.

    Tecnicamente ele tinha diferenças também. assim como Dino Crisis, os cenários nele não eram pré-renderizados e sim texturizados em tempo real. A cidade que da nome ao jogo era coberta por uma densa neblina, que era uma forma muito esperta dos desenvolvedores contornarem as limitações do PS1 e que acabou virando marca registrada da série.

    No controle do escritor Harry Mason o jogador deve se embrenhar pela assustadora cidade fantasma de Silent Hill em busca da filha dele que sumiu após um acidente de carro. Se curte jogos de terror e nunca jogou isso, está cometendo um erro maior que Harry entrar na cidade desarmado.

    Alone in the dark The New Nightmare (2001)

    Alone in the Dark foi o primeiro jogo de terror em 3d com os elementos que fariam de RE um sucesso. Lá em 1993 quando saiu o primeiro jogo era a coisa mais surpreendente e assustadora que se podia imaginar. Quem diria que anos depois a Infogrames iria passar a copiar as mecânicas do jogo da Capcom e dar uma cara totalmente Resident Evil pro seu 4 jogo.

    Lançado também pra Dreamcast e PC (dublado em português inclusive). New Nightmare trazia um novo Detetive Carnby que dessa vez dividia o protagonismo com a antropóloga Aline Cedrac, cada um com sua própria campanha, tentando solucionar o mistério de uma mansão assobrada por criaturas sensíveis a luz.

    Covert Ops - Nuclear Dawn (2000)

    Saindo de vez do survivor horror, Covert Ops (Chase the Express no Japão) coloca muita ação na fórmula de RE. Se passando inteiramente num trem militar, o jogador precisa controlar o agente da OTAN Jack Morton numa perigosa corrida contra o tempo pra salvar o embaixador Francês que foi sequestrado enquanto viajava no trem pela Rússia e conter o ataque terrorista que pretende ameaçar o mundo com mísseis nucleares.

    Se as mecânicas e visual lembra Resident Evil, o clima e ação lembram Metal Gear e Shypon filter. Apesar da movimentação tanque, é simples combater os terroristas mas ainda tem gestão de inventário e alguns puzzles, além de vários finais que dependem de ações chave que se toma durante o jogo.

    Soul of Samurai (1999)

    Esse é um daqueles jogos que mereciam mais reconhecimento na época. Lançado pela Konami em 99, Soul of Samurai era a coisa mais parecida com Onimusha antes de Onimusha existir. Ao invés de terror e zumbis a parada aqui é samurai e ninja contra seres do mal que estão aterrorizando uma cidadezinha do Japão feudal. Os cenários pré-renderizados são na mesma pegada de RE, ainda tem inventário e puzzles simples, mas a movimentação tanque é mais rápida e tem um leve toque de rpg com várias sidequests e espadas escondidas.

    O jogo trazia dois personagens, cada um com sua campanha, que encontravam em várias partes dela. e tinha uma historinha bem bacana.

    //////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////

    Os Ruins: Esses ficam entre o medíocre e o ruim, MAS ainda tem algum elemento que os fazem especiais de alguma forma. Também são jogáveis com um pouco (ou muito) mais esforço que os da categoria anterior, mas da pra se divertir.

    Galerians (1999)

    Da uma tristeza colocar Galerians entre os ruins, afinal o jogo tinha muita coisa única na época: O enredo é bem dark e é provavelmente a coisa mais parecida com um jogo baseado no clássico mangá Akira  (misturado com Matrix) até hoje já que o protagonista Ash, assim como Tetsuo, tem poderes paranormais e todo combate do jogo é baseado neles.

    O jogo é super violento e tem cenas bem pesadas, com um enredo muito doido e interessante. O problema é a jogabilidade. A movimentação do Ash é uma das piores dos jogos listados aqui e é preciso carregar cada golpe que ele dá, o que deixa as constantes batalhas muito difíceis. os bosses em especial são um exercício de paciência e autocontrole pra não jogar o PS1 na parede. Outro problema é o inventário extremamente limitado que força o jogador a escolher que item pegar o tempo inteiro e como os poderes do protagonista consomem a energia vital dele, é muito possível chegar em um ponto onde não se tem nem item de ataque nem de recuperar HP e inutilizar o save. É um jogo bem bacana, mas muito difícil de recomendar hoje em dia.

    Chaos Break (2000)

    Sequência obscura do ainda mais obscuro arcade Chaos Heat, Chaos Break era a tentativa da Taito de atrair os fãs de survivor horror. Porém, assim como em Dino Crissis 2, o foco aqui era bem mais na ação que no terror, praticamente inexistente na verdade. 

    No controle de um dos dois agentes veteranos no controle de pragas biológicas, Mituki ou Rick, o jogador deve tentar conter uma praga que assolou um laboratório privado que tentava fazer uso do parasita alienígena que causou o desastre do jogo original. Tem bastante ação mas ainda traz elementos de survivor horror, com alguns puzzles simples e munição que começa farta mas se se empolgar fica sem nada perto do final (quando realmente precisa dela).

    Se alguém souber como faz o final bom, me conta ai porque terminei 4x seguidas, fazendo 100% na ultima e ainda cai no final ruim. Mas é um jogo divertido.

    Enigma (1998)

    Lançado apenas no Japão, Enigma traz uma mistura de survivor horror com Indiana Jones, com uma pegada de aventura e caça ao tesouro. Temos 3 personagens se alternando nas longas fases do jogo, em várias partes do mundo, enfrentando muitas criaturas muitas vezes na base do soco. Tem mais ação mas muitos puzzles também. Esse nunca consegui terminar...

    Overblood (1997)

    Overblood foi um dos primeiros clones de Resident Evil. lançado uma ano depois que o jogo da Capcom, o jogo da desconhecida Riverhillsoft trazia muitos elementos que o faziam bem distinto. foi o primeiro survivor horror com cenários gerados em tempo real e o jogador precisava guiar o protagonista Raz e sua parceira a entender o que aconteceu de errado na base subterrânea onde estavam instalados (eu jurava que o jogo se passava no espeço quando joguei pela primeira vez, ja que o cara acorda de um dispositivo de criogenia.)

    Overblood 2 (1998)

    Aparentemente sem ligação com o jogo original, a sequência trazia uma nova história envolvendo uma capsula que colidia em East Edge City.

    Os gráficos eram bem melhores que o primeiro jogo, o que não quer dizer muita coisa hoje, mas a jogabilidade é ainda mais travada.

    TRAG/Hard Edge (1998)

    Outro jogo de ação com cara de Resident Evil. O diferencial de TRAG era o bizarro visual de anime realista. O jogo se passa num prédio tomado por terroristas e dois agentes do grupo TRAG (Tactical Rescue Assault Group) são os únicos (até aparecem mais dois personagens) que podem impedir uma tragédia megalomanícaca envolvendo ciborgues. Apesar do plot genérico e da dublagem hilária (que era meio que padrão na época) é um jogo bem legal até. 

    Vampire Hunter D (1999)

    Imagine se existisse Devil May Cry no PS1...

    Não existiu, mas graças a Jaleco tivemos um jogo do meio vampiro caçador de vampiros dos animes D que foi a coisa mais próxima disso.

    Vagamente baseado no excelente  OVA Bloodlust, o jogo era uma mistura de survivor horror com hack n slash ja que D não usava armas de fogo e sim ataques de espada e magias, além de poder correr, pular e defender ataques.

    É meio travadão mas depois que se pega o jeito vira um jogo bem interessante. 

    Devilman (2000)

    Lançado em 2000 pela Baindai exclusivamente no Japão, o jogo adapta o anime clássico e macabro dos anos 70 pra um jogo de aventura que mistura vários estilos. No capítulo 1 é um survivor horror clássico onde o jogador assume o controla o jovem de coração puro, Akira Fudo antes de se transfomar no Devilman. O capítulo 2 vira um beat'em up onde ja na forma demoniaca ele sai detonando outros satanazes e o capítulo 3 é uma série de boss fights.

    O gameplay é bem mais ou menos mas nada abaixo da média dos clones de RE. a dificuldade na primeira parte é bem grande por causa dos puzzles em japa.

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    Os MUITO ruins: Esses dataram demais ou já eram quebrados/ruins na época do lançamento. Só sendo MUITO fã de RE pra encarar hoje em dia.

    Alone in the dark  - One Eyed Jack's Revange (1996)

    Único jogo da trilogia original a ser portado pro PS1, Alone in the Dark 2 ganhou nesta versão uma bela melhoria gráfica já que os polígonos tem texturas, dando um visual muito mais agradável que no PC. 

    De resto é o mesmo jogo de 94. É o mais difícil dos Aitd originais pra mim. Com movimentação extremamente truncada, erros de colisão constantes, puzzles muito difíceis de entender e muitos, mas muitos combates.

    Countdown Vampires (1999)

    Assim como Dino Crisis trocou zumbis por dinossauros, Countdown Vampires como o nome indica é um clone de Resident Evil 1 com vampiros e outros monstros. A diferença é que Dino Crisis fez isso bem enquanto que o jogo da Bandai é uma cópia mal feita do primeiro survivor horror da Capcom (quando ja existia o RE 3), com cenários em baixa resolução, jogabilidade horrorosa e história péssima. Da pra jogar se você for MUITO fã de RE 1 mas estressa mais que diverte.

    Man in Black: The Game (1997)

    Vagamente baseado no primeiro filme da série dos Homens de preto, o jogo (também com port pra PC) trazia versões poligonais quadradas de Will Smith e Tommy Lee Jones encarnando os agentes J e K, tendo a agente L selecionável também.

    O Game era um Resident Evil com mais foco na ação, tendo possibilidade de lutar com socos e chutes e também pular, mas tudo era muito travado e pouco atrativo.

    A história era uma releitura do recrutamento do J e suas primeiras missões em vários locais do mundo caçando aliens fujões. Seria legal se não fosse tão quebrado.

    Evil Dead hail to the King (2000)

    Esse foi o primeiro jogo baseado na série de filmes Evil Dead e era natural ser um survivor horror. De bom ele traz o carismático ator Bruce Capbell, que encarna o protagonista Ash nos filmes, narrando o jogo e dublando sua versão digital. 

    O resto todo é uma bomba. Os gráficos até que eram passáveis mas a jogabilidade é péssima com inimigos dando respawn imediatamente após mata-los (estilo Ninja Gaiden no NES), movimentação e colisão quebrados e dificuldade artificialmente alta demais. Só sendo maluco pelos filmes pra encarar.

    Martian Ghotic: Unification (2000)

    Pensado como um point n click tradicional, esse jogo acabou assumindo as mecânicas de Survivor horror porque os produtores acharam que ficaria mais vendável. O problema é que os desenvolvedores não tiveram tempo pra ajustar as mecânicas e o game acabou ficando excessivamente difícil e complicado.

    O enredo se passa numa base em marte onde um virus letal transformou quase todos os habitantes do local em zumbis. apenas os 3 protagonistas permanecem humanos e precisam arrumar um jeito de escapar mas não podem se cruzar durante o jogo porque se entrarem em contato direto se infectam e morrem. O jogador precisa controlar alternadamente os 3 personagens resolvendo puzzles e gerindo a pouquissima munição que eles encontram.

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    Menções honrosas: Os jogos listados abaixo pendem mais pro point n click clássico ou pro adventure em primeira pessoa (ou beat'em ups) mas ainda tem algum elemento que lembra os clones de RE também. Alguns muito obscuros, outros até um pouco acima da média, mas a maioria, ruinzão.

    Discworld Noir (1999)

    Terceiro jogo baseado nos livros da série homônima do escritor inglês Terry Prachet, Discworld Noir se destaca por sair da pegada de desenho animado medieval colorido dos anteriores pra uma aventura de detetive noir bem legal. É um point n click com cenários pré-renderizados bem obscuro mas amado por quem jogou. Existe uma versão pra PC que infelizmente não funciona em versões atuais do Windows, nem tem relançamento em plataformas digitais.

    A versão do PS1 é bem inferior graficamente e ainda mais difícil de achar. No Ebay, o disco não sai por menos de 49 dólares e até a ISO europeia (não foi lançado nos EUA) é bem difícil de encontrar pra baixar em inglês.

    The City of lost children (1997)

    Baseado no filme francês de mesmo nome, o jogo era uma adventure point n click sem a parte de apontar e clicar ja que se tem o controle da pequena protagonistas com movimentação tanque. O jogo teve certo destaque na época pelos visuais e pelo fato de consumir todos os 15 blocos do Memory Card do PS1 pra salvar o jogo.

    Clock Tower (1997)

    O primeiro Clock Tower na verdade foi lançado no Super Nintendo pela Human em 94, ms ficou apenas no Japão, dai quando ela resolveu lançar o segundo jogo no ocidente ele saiu como se fosse o original.

    O primeiro Clock tower foi relançado pro PS1 mas ficou apenas no Japão também, só a Human sabe porquê, ja que de longe é o melhor da série.

    Esse se passa um ano após o jogo do Snes e temos a traumatizada protagonista Jennifer de volta mas dividindo o jogo com sua terapeuta, que se veem sendo perseguidas novamente pelo assassino da tesoura gigante. Dependendo das escolhas que faz no começo a rota da história e a protagonista muda. Praticamente tudo que se faz no jogo muda um dos vários finais dele. 

    Difícil é aguentar até chegar lá, porque a transição de sprites pro 3d não foi bonita. Na época ele ja era bem feinho e os controles point n click eram lentos demais. É uma ideia interessante mas muito ruim de jogar hoje em dia.

    Clock Tower 2 - The Struggle Within (1998)

    O ultimo jogo da série clássica no PS1 na verdade não era o CT2 e sim um spin off sem ligação com os 2 anteriores. É considerado pela fanbase como o pior por causa da jogabilidade ruim e da história maluca MAS pessoalmente achei ele bem melhor que o anterior. Ainda é ruim e quebrado mas tem umas idéias legais como uma menina de 7 anos endemoniada esquartejando a irmã e te perseguindo e uma protagonista colegial normal que assume a personalidade de um homem violento e badass quando solta o amuleto que leva sempre consigo.

    Echo Night (1998)

    A série Echonight é uma espécie de survivor horror sobrenatural mas sempre em primeira pessoa, o que o tornava bem menos atrativo pra mim, mas tem muitos fãs até hoje. O jogo se passa com o protagonista Richard tentando encontrar seu pai num misterioso navio que aparentemente está abandonado (mas cheio de fantasmas)

    Echo Night 2 (1999)

    O segundo jogo da série mantem a estética do original, mas agora se passa numa mansão assombrada. O protagonista não usa nenhum tipo de arma de fogo e sim luz pra se defender e comunicar com os fantasmas do lugar. Alguns inofensivos, outros já mais mal intencionados pro seu lado.

    Hellnight (1998)

    Produzido pela Atlus, esse survivor horror em primeira pessoa lembra bastante os dois Echo Night (que eram da From Software) e se passa numa realidade distópica onde a colegial Naomi Sugiura e outros sobreviventes de um desastre de trem precisam escapar por um labirinto subterrâneo na forma de esgoto enaunto fogem de criaturas bizarras e uma seita nada amistosa.

    D (1995)

    Clássico "filme" interativo de terror do 3do, D foi o primeiro jogo do Diretor Keiji Eno e trazia uma viagem insólita por um hospital que virava sem mais nem menos um castelo medieval cheio de puzzles e perigos enquanto a jovem Laura tentava descobrir o que levou seu pai, um respeitável médico da cidade a sair matando geral.

    O jogo lembrava mais Myst que Resident Evil, mas é um clássico, eu tinha de mencionar, sem falar tinha vistosos 3 discos pra 30 minutos de jogo (se você soubesse o que fazer) porque as CGis comiam o espaço todo da mídia.

    Uma curiosidade que em todos os jogos da Warp sempre tem uma protagonista loira chamada Laura, Tanto no D2 (que é bem clone de RE no Dreamcast) quanto no criativo Enemy Zero do Saturn.

    The Witch of Salzburg (1997)

    Esse é realmente obscuro. Descobri enquanto pesquisava pra escrever esse artigo e nunca tinha ouvido falar.

    É um adventure com temática sobrenatural e pitadas de terror que pode ser jogado tanto em 3[ quanto em primeira pessoa, mas só saiu no Japão. O enredo envolve lendas sobre bruxas da Austria.

    The note (1997)

    Esse é outro bem obscuro que só ficou no Japão. (tem versão Europeia em inglês) 

    É um survivor horror em primeira pessoa com o repórter especializado em ocultismo (só podia ser no Japão né?) Akira e sua parceira Angela investigando uma mansão assombrada, de onde eles só deveriam tirar fotos pra uma matéria mas acabam se complicando um pouco. Quase um Fatal Frame.^^

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    Acho que com isso englobo todos os clones de Resident Evil e também a maioria dos Survivor horrors do PS1. Se você conhece algum que não foi listado aqui avise que quero ver e adcionar a lista.

    Deu um trabalhão pra arrumar e escrever sobre tudo mas curti demais. Em breve continua com Saturn e PS2 (ou não).

    Resident Evil (Director's Cut)

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    89
    • Micro picture
      emphighwind · 1 mês atrás · 3 pontos

      bom post, queria saber se destes quais não tem saves limitados(tipo o sistema de tinta do RE), é literalmente a mecânica que eu mais me desanima de ir atrás dos RE inclusive.

      2 respostas
    • Micro picture
      artigos · 1 mês atrás · 3 pontos

      Parabéns, seu artigo virou destaque!

      1 resposta
    • Micro picture
      kess · 1 mês atrás · 3 pontos

      Eu já tinha essa ideia de ir atrás dos clones de RE, mas vários desses eu não conhecia... Muito obrigado por essa compilação!

      1 resposta
  • hard_frolics David Waters
    2018-11-14 13:21:53 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Blazing Chrome - Environments Trailer

    Blazing Chrome anunciado para Nintendo Switch e PlayStation 4! o/

    E sai no comecinho e 2019! :D

    Blazing Chrome

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    • Micro picture
      jclove · 1 mês atrás · 2 pontos

      O Contra BR.

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