jack234

Retro gamer especializado em JRPGs por turnos! Membro da equipe oldschool.

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  • 2017-08-12 14:39:53 -0300 Thumb picture
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    Mais 10 RPGs adicionados na planilha de traduções

    Medium 462613 3309110367

    Totalizando 189 RPGs a planilha foi atualizada hoje com os seguintes jogos:

    * Dragon Quest I + II (SNES)

    * E.V.O.: The Theory of Evolution (PC98)

    * Devil Boy: Trap of Hell (NES)

    * Ancient Magic: Bazoo! World of Magic (SNES)

    * Adventures of Arle (GAME BOY)

    * Armed Dragon Fantasy Villgust (NES)

    * Castle of Ayakashi (GAME BOY)

    * Brave Battle Saga: Legend of the Magic Warrior (MEGA DRIVE)

    * Pretty Soldier Sailor Moon: Another Story (SNES)

    * Bloody Warriors: Shan-Go no Gyakushuu (NES)

    Lembrando que fico no aguardo de qualquer comentário sobre atualizações de projetos até então cadastrados como "incompletos" na lista. Se souberem que o jogo teve sua tradução concluída, me avisem que eu atualizo a planilha.

    ► https://docs.google.com/spreadsheets/d/1WXlPiCOFLOGs5F_WnFGPJv8v13aobVZ8RXkjK-o5-po/edit?usp=sharing

    Novos jogos ainda não cadastrados também são sempre bem-vindos, então se souberem de algo que não esteja lá nos conte!

    [@jvhazuki]

    Dragon Quest I & II

    Plataforma: SNES
    292 Jogadores
    36 Check-ins

    36
  • 2017-08-02 11:03:52 -0300 Thumb picture
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    A pré-história dos jogos eletrônicos

    Medium 3522902 featured image

    Seja bem-vindo ao nosso primeiro post da persona. Estamos em 1970 e vamos conhecer um pouco sobre os primeiros jogos eletrônicos que surgiram. Há uma grande discussão a respeito de quem criou o primeiro jogo, afinal, o que é um jogo? Podemos considerar que os primeiros jogos nasceram em um centro de pesquisa de raios de tubos catódicos interativos, de 1947. O registro mais antigo deste projeto é apenas uma patente registrada de como funciona o jogo, mas muitos não consideram ele o primeiro jogo. Em 1951, com a comercialização do computador mainframe UNIVAC I, algumas universidades e centros de pesquisa começaram a programar criar conceitos de interação e diversão digital, como o jogo Nimrod, que basicamente era um jogo matemático de cálculos chamado de Nim.

     Em 1952, na universidade de Cambridge, Sandy Douglas cria aquele que é considerado por muitos como o primeiro jogo eletrônico da história: OXO. O jogo rodava em um mainframe EDSAC, que possuía uma memória de escrita e leitura que permitia que programas de computadores fossem gravados nele. OXO era basicamente um jogo da velha, onde era suportado apenas 1 jogador e ele deveria vencer uma inteligência artificial, preenchendo um dos 9 campos em cada turno até que se tinha uma sequência de "O" que se alinhavam. Para dar o comando, o jogador deveria discar a posição que ele queria marcar, sim, discar mesmo, como se fosse um telefone convencional da época.

     Em Outubro de 1958, em meio há vários jogos simples, tivemos um jogo que se destacou. William Higinbotham era um físico genial, pois utilizando um computador analógico do Laboratório Nacional de Brookhaven, ele cria o famoso Tennis for Two. O Jogo funcionava para 2 jogadores e simulava uma partida de tênis, com a quadra vista de lado e a tela era um osciloscópio. A bola respeitava as leis da física, como gravidade e velocidade, permitindo uma experiência bem fluída. O controle era uma caixa com um potenciômetros e um botão, onde o jogador controlava a reação da bola quando ela vinha para o seu lado do campo. O jogo foi um sucesso nos anos que ficou exposto, principalmente entre os estudantes, mas 2 anos depois, o computador foi desmontado.

     E para fechar a nossa história, em 1962, no Instituto de Tecnologia de Massachusetts, Steve Russell tem acesso ao computador mais poderoso da época, o PDP-1, que era um computador muito menor que os mainframes gigantescos da época e logo foi adotado em muitas universidades. Disposto a demonstrar o potencial máximo do novo hardware, Steve cria o Spacewar!, um jogo onde 2 jogadores controlavam uma nave e deviam trocar tiros em meio ao espaço sideral. Mas no centro da arena, havia uma espécie de buraco negro que sugava as naves para ele e as destruíam instantaneamente. O jogo foi tão incrível que a própria fabricante do PDP-1 decidiu incluí-lo como programa de teste, fazendo assim a primeira distribuição de um jogo eletrônico da história.

     Nesse meio tempo, vários outros jogos surgiram, como o jogo baseado em texto, Hamurabi, de 1968, e o simulador Space Travel, de 1969, mas a grande maioria desses jogos não tiveram um impacto relevante na história dos jogo. E assim concluímos o nosso primeiro post. Espero que tenham gostado e comentem. :)

    [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      andre_andricopoulos · mais de 1 ano atrás · 5 pontos

      Muito interessante o OXO...
      Sinistro esse "SPACE WAR"... kkkkkk
      ---
      Adorei...uma época onde eu ainda nem existia...mas era o caminho para a invenção da minha maior paixão: VIDEOGAMES!
      ---
      Por favor...me marque.

      3 respostas
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      ramzarify · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Parabéns! Ótimo texto! Vou acompanhar daqui pra frente.

      1 resposta
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      artigos · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      Seu artigo virou destaque!

      1 resposta
  • 2017-08-01 12:51:17 -0300 Thumb picture
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    O sistema PLATO e a origem secreta dos RPGs

    Nascidos em mainframes de universidades, os primeiros RPGs eram impressionantemente avançados.

    Nos anos 1960, computadores pessoais eram gigantes, caros, nada práticos e limitados. A computação ainda estava em sua infância e se limitava basicamente aos meios militares. Nesse contexto surgiu o PLATO — um sistema de computadores focados na educação, voltados para uso principalmente em universidades.

    Com uma tecnologia muito à frente de seu tempo e mais acessível, vários conceitos da computação moderna surgiram nesse sistema. Ele já conectava vários computadores e terminais em uma mesma rede (uma ideia tão boa que, hoje em dia, temos uma rede mundial de computadores chamada “internet”), possuía fóruns, e-mails, mensagens instantâneas e até telas táteis. 

    Como seu foco era acadêmico, possuía também ferramentas para a ação criativa dos usuários, como a linguagem TUTOR, que permitia a manipulação de gráficos interativos de forma relativamente simples.Nesse ambiente à frente de seu tempo surgiram vários jogos que também não eram compatíveis com a época de lançamento. Muitos precursores de gêneros modernos, como FPS e estratégia, deram seus primeiros passos nas universidades que contavam com esse sistema — incluindo os RPGs.

    Clássicos perdidos e resgatados

    O provável primeiro RPG da história surgiu em 1974, numa rede PLATO da Southern Illinois University. Ele era conhecido apenas como m199h. Não se sabe muito sobre ele além disso — nem mesmo quem seria o seu criador. Todas as informações que temos sobre o jogo vêm de relatos de estudantes da época. O que aconteceu com o possível pai de todos os RPGs? Ele foi deletado.

    Como os sistemas PLATO tinham como objetivo servir de ferramenta educacional, qualquer programa que os administradores não julgassem pertinente era apagado. Sendo um jogo, m199h dificilmente seria visto como um projeto acadêmico em 1974 e foi logo retirado dos sistemas, ficando apenas na memória das poucas pessoas que puderam jogá-lo antes de sua destruição. Nem mesmo o seu verdadeiro nome foi registrado — “m199h” era apenas o nome do arquivo do game.

    Esse é o nosso “clássico perdido” no mundo dos jogos eletrônicos. Assim como na literatura temos registros de várias obras nunca encontradas, apenas relatadas por outros autores, também nos games há casos de precursores vivos apenas nos testemunhos de certas pessoas. Uma caso similar ocorreu também com os adventures, cujo possível primeiro game do gênero só foi recuperado anos depois, após um gigantesco trabalho de arqueologia digital. m199h, infelizmente, não teve a mesma sorte.

    Quantos “clássicos perdidos” será que temos na história dos jogos?

    Quanto da história dos foi simplesmente deletada por administradores de sistemas fazendo seus serviços? Quantas obras digitais foram esquecidas para sempre porque seus criadores não guardaram o código ou nunca divulgaram?

    O segundo “provável primeiro RPG da história” quase sofreu o mesmo destino. Intitulado Dungeon, ficou mas mais conhecido pelo nome de seu arquivo, pedit5. Esse sabemos quem é o criador: Reginald Rutherford, que o desenvolveu no verão de 1975.

    Mesmo possuindo algumas características conhecidas do gênero, pedit5 estava mais para um “proto RPG”. 

    Esse dungeon-crawler top-down tinha um sistema de atributos simples e pequeno, poucos monstros e uma trama simplória. Era possível resumir o objetivo em uma frase: entre na dungeon, consiga o máximo de tesouro, tente não morrer.

    pedit5 também foi apagado pelos administradores do sistema, já que era um aplicativo não autorizado. Felizmente, seu código não foi perdido e o game era reinserido na rede regularmente… apenas para ser deletado mais uma vez, num metajogo de gato e rato nérdico. 

    Eventualmente, outros programadores aprimoraram o clássico e o relançaram como orthanc.

    O precursor dos precursores

    Em parte por causa da “volatilidade” de pedit5, Gary Whisenhunt e Ray Wood, dois estudantes da Universidade de Illinois, decidiram fazer seu próprio jogo inspirado em Dungeons & Dragons — apropriadamente chamado de dnd ou The Game of Dungeons

    Como Gary e Ray eram administradores do sistema PLATO instalado em sua universidade, eles foram capazes de reservar um espaço da rede para criar o projeto deles sem o perigo de ser seria apagado logo depois. Este terceiro “provável primeiro RPG da história” é, talvez, o mais digno do título e o mais influente dentro da cena de RPGs precursores.

    Lançado inicialmente em 1975, dnd é um dungeon crawl, assim como pedit5. A história é minimalista e o objetivo simples: entrar e sair da dungeon Whisenwood, coletando os cobiçados tesouros Graal e Orbe. Após uma rolagem inicial de dados para definir os status de seu personagem, você adentra o calabouço e tenta vencer as hordas de monstros. 

    O jogador decide o quão fundo quer ir, podendo sair quando quiser para se recuperar e reiniciar a aventura. Ao fim do calabouço, um dragão defende a Orbe — provavelmente o primeiro “chefão” do mundo dos games.

    Diferentemente de seu “antecessor” (na verdade, o desenvolvimento de dnd começou antes de pedit5, mesmo com pedit5 sendo lançado primeiro), dnd é mais do que um “proto RPG”. 

    O jogo contava com vários sistemas interessantes que só seriam vistos de novo na década seguinte, como teleportadores, armadilhas, várias opções para abordar os monstros, um sistema de equipamentos, poções com variados efeitos e eventos especiais.

    dnd se tornou um sucesso e o foi melhorado através do feedback da comunidade por Dirk Pellett e Flint Pellett, que assumiram o suporte do jogo após Whisenhunt e Wood começarem a se focar em outros projetos. 

    Ele recebeu várias atualizações, chegando à versão 8.0 em 1977. Até a extinção dos sistemas PLATO, ele continuou sendo um dos games mais jogados do sistema.

    O “killer app” da geração

    O sucesso de dnd permitiu que outros jogos fossem criados de forma “oficial”, sem serem automaticamente apagados por administradores logo depois. Logo surgiram sucessores e concorrentes. Nenhum deles foi mais popular do que Avatar.

    Lançado em 1979, Avatar tinha um escopo gigantesco para a época e foi precursor até mesmo dos MMOs. Com uma natureza multiplayer, ele permitia que os jogadores entrassem nas dungeons em equipes de até 15 pessoas — mais do que as raides de alguns MMORPGs. Dentre suas características, ele possuía 13 guildas, um sistema de chat que permitia os jogadores se comunicarem, dez diferentes raças, um sistema de alinhamento, magias, habilidades e várias outras coisas.

    Apesar de ser possível jogar sozinho, Avatar era tão difícil que trabalhar em equipe tornava-se quase obrigatório. Além de ajudarem você a derrotar os monstros, caso você morresse, seus parceiros podiam levá-lo ao necrotério e revivê-lo. Uma equipe com carisma alto o suficiente também podia recrutar certos monstros e membros das guildas podia criar suas próprias quests para os outros jogadores.
    Com uma forte comunidade, Avatar logo se tornou o título mais jogado nos sistemas PLATO, correspondendo sozinho a 6% de todas as horas de jogo na plataforma. Até hoje ele tem fiéis seguidores, que o jogam através de recriações da antiga rede como o cyber1.

    Se quiser ver como funciona é só clicar no link.

    Influências transatlânticas

    Apesar de todo esse valor histórico e de esses jogos terem antecipado muita coisa do que conhecemos hoje em dia em RPGs e MMOs, o sistema PLATO não estava disponível para o público geral. Ele era confinado aos meios acadêmicos e poucas pessoas jogaram as obras que surgiram nele, incluindo futuros game designers.


    Richard Garriot, para muitos o verdadeiro pai dos RPGs, não sabia da existência desses jogos quando criou Ultima em 1981. Os títulos do gênero que vieram posteriormente foram inspirados diretamente nele, não nos percursores dos anos 1970. Para todos as causas e efeitos, os games desenvolvidos nos sistemas PLATO são apenas curiosidades históricas, com poucas influências nos jogos modernos.

    Há uma notável exceção: Oubliette (Dungeon, em francês… o pessoal daquela época adorava calabouços). Lançado em 1978 e desenvolvido por Jim Schwaiger, o jogo era muito parecido com Avatar — na verdade, Avatar foi criado com a intenção de superar Oubliette. Ele contava com várias raças, classes, shops, tavernas, templos, minigames, um complexo sistema de magia e uma visão em primeira pessoa. A intenção de Schwaiger era recriar uma experiência típica de Dungeons & Dragons digitalmente, delegando as partes tediosas do jogo ao computador.

    Avatar não foi o único jogo influenciado por Oubliette. Outro game bem mais famoso também o usou como fonte de inspiração: Wizardry. Desenvolvida pela Sir-Tech, a série é considerada tão importante quanto a série Ultima na história dos RPGs. Vários clássicos dos anos 1980 são sucessores diretos de Wizardry, incluindo Bard’s Tale, Ultima III e Might & Magic.

    Wizardry fez ainda mais sucesso no outro lado do mundo, tornando-se incrivelmente popular no Japão. No oriente, a série também inspirou a criação de vários outros jogos… Incluindo Dragon Quest e Final Fantasy. No final das contas, os jogos criados no sistema PLATO não são apenas precursores à frente de seu tempo; eles são os ascendentes diretos dos jRPGs como conhecemos.

    Ou seja ... gosta de RPG agradeça ao sistema PLATO !

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      joanan_van_dort · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      "o pessoal daquela época adorava calabouços"
      E quem não gosta de uma boa masmorra num belo rpg? hahaha
      Excelente esse texto! Gostei demais! =D

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      santz · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Puta merda, que texto maravilhoso. Eu conhecia muito superficialmente o pedit5, mas não sabia que era tão avançado assim. Mano parabéns, o texto ficou maravilhoso e muito foda.
      Então esses PLATOs conseguiam gerar gráficos bem foda, coisa que só víamos nos Arcades no final da década de 70. Muito massa. E tem muita gente que acha que o RPG se deu início com jogos da série Ultima e outros até acham que começaram com Dragon Quest.

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      jack234 · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Sensacional o texto cara! Parabéns! Fica encabulado de o tanto de conhecimento que os EUA conseguiram criar nessas décadas passadas... Realmente acho que esse é o trunfo dos caras. Importação em massa de conhecimento (Einstein foi um deles) e resultou no que resultou. Até o RPG foi os caras que criaram. Tudo bem, que pra mim foram os japoneses que aperfeiçoaram hehehe

      2 respostas
  • 2017-08-07 09:42:11 -0300 Thumb picture
    <p>Bom dia galera,</p><p>Tava dando uma passeada na - Alvanista

    Bom dia galera,

    Tava dando uma passeada na Google Play e vi uma coisa que interessou muito: A Namco Bandai lançou Tales of the Rays para Android/IOS e o melhor que é totalmente de grátis até então.
    Ainda não testei, mas as impressões e comentários da galera são bons. Aparentemente grande parte do conteúdo fica offline, mas precisa de um pouco de rede para algumas solicitações que o jogo faz, provavelmente para venda de itens online.

    Quem puder testar ou já testou e quiser deixar o seu comentário, vai ser muito útil!

    Valeu demais!

    Tales of the Rays

    Plataforma: Android
    16 Jogadores
    1 Check-in

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      santz · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Bom, pelo que testei o jogo não abre se você não estiver conectado. Mas vai ver você tem que passar por todo tutorial primeiro para ele ficar offline. Me diz aí se o jogo é offline mesmo.

      3 respostas
  • sergiotecnico Sergio Tecnico
    2017-08-04 07:56:06 -0300 Thumb picture
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    Livro Super Legal

    Pessoal... navegando pelas internets da vida, me deparei com esse livro super legal de Super Nintendo. É um trabalho de curso de jornalismo, muito bem feito.

    https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/1144...

    Super Mario World

    Plataforma: SNES
    25833 Jogadores
    352 Check-ins

    43
  • 2017-08-02 11:04:28 -0300 Thumb picture
    <p>Tá legal até agora e continuo animado. Muita por - Alvanista

    Tá legal até agora e continuo animado. Muita porradaria até o momento. Tô com uma leve sensação de que os levelups e novas espadas não fazem uma diferença tão grande, e sim as habilidades manuais. Gosto mais do equilíbrio, nem tanto botão nem tanta força. Pouco tempo ainda. Vamos ver o andamento! Bora jogar!

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  • 2017-08-01 11:02:49 -0300 Thumb picture
    jack234 fez um check-in em:
    <p>Desde que vi esse jogo pela primeira vez, curti - Alvanista
    Muramasa: The Demon Blade

    Plataforma: Nintendo Wii
    841 Jogadores
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    Desde que vi esse jogo pela primeira vez, curti demais. Gráficos 2D muito bonitos, música que ficou na minha cabeça por semanas e atmosfera japonesa que além de me instigar, me traz um paz....hehehehe

    Acho que vou terminar rápido, pq tá bem empolgante. Chique show!

    18
  • 2017-07-26 20:59:52 -0300 Thumb picture
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    1001 Videogames para jogar antes de morrer

    Faz uns 2 anos que tenho esse livro, e estou sempre lendo ele, geralmente compro um jogo e depois vou procurar para ver se está presente no livro. O livro, de fato, é bem produzido, com ótimas dicas de jogos e a crítica sobre cada jogo se importa em explicar sua relevância no mercado gamer. Mas nem tudo é perfeito e o livro tem umas coisas bem estranhas, como o fato de Ico não estar presente, ou mesmo God of War 3, sendo que chains of olympus está lá. Resident evil 5 está presente! Eu gosto muito do jogo, mas Ico devia estar no lugar dele. Sem contar que não tem nenhum Megaman ou Crash no livro!

    Mas recomendo mesmo assim, principalmente pra quem quer conhecer uns jogos menos visados.

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      igor_park · mais de 1 ano atrás · 5 pontos

      Talvez com tantos bons lançamentos eles poderiam aumentar para 2000 e rever numa nova edição

      1 resposta
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      lanzitto · mais de 1 ano atrás · 4 pontos

      Ótimo catálogo, acho que em toda nova versão botam mais uns titulos na lista

      1 resposta
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      jorgegt · mais de 1 ano atrás · 4 pontos

      Também já deve ter uns 2 anos que possuo esse livro, e ainda não li nem metade.

      1 resposta
  • 2017-07-26 00:06:38 -0300 Thumb picture
    <p><strong>[ABAIXOU!!!]<br></strong></p><p><strong> - Alvanista

    [ABAIXOU!!!]

    Pra vender mais rápido, reduzi o valor! Deem uma olhada no link do ML. Valeu!

    Pessoal,

    Estou vendendo um Teclado Sem Fio Logitech K270 totalmente novo. Comprei achando que era o combo (teclado+mouse) para dar de presente para a patroa, mas errei e comprei só o teclado sem o mouse ;-(.

    O código do teclado é K270 e do combo é MK270... Fui traído pelas letras.

    Os lacres de plástico da caixa estão abertos. Eu abri, vi que era só o teclado e nem fiz mais nada.

    O teclado e o receptor USB são da tecnologia Unifying, assim, caso perca o receptor ou o teclado, basta comprar outro Unifying que são compatíveis e irão funcionar.

    Tem garantia da Logitech até 21/06/2020.

    Segue o link:

    http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-892705146-t...

    Caso tenham alguma dúvida, fiquem a vontade para perguntar.

    Obrigado galera!
    @trocavenda

    13
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      willguigo · mais de 1 ano atrás · 4 pontos

      Hei, esse teclado é bom demais, tenho um a quase 3 anos e está zerado nem a pilha precisei trocar ainda

      3 respostas
  • 2017-07-25 23:59:33 -0300 Thumb picture
    <p style="margin-left: 20px;">CHECK OUT!</p><p styl - Alvanista

    CHECK OUT!

    Demorou, mas acabou. Concordo que como já haviam me dito, o jogo não foi uma Brastemp hehhe

    Agradou em alguns pontos, mas depois ficou um pouco monótono e demorei a me motivar a terminar.

    Porém, como não resisto a cumprir com o que me proponho, completei alguns achievements:

     - Bestiary 100%;

     - Level 99 tanto nos Jobs, quanto na base;

      - Todos os sidequests completos.

    Acho que para quem é fã de FF, vale a pena. Joguei o FF1 por ser fã, mas achei difícil por, na minha opinião, ser simples demais. Dei uma olhada no FF2 e achei bem parecido com o FF1. Imaginei que o FF3 seria um pulo maior. Melhorou em relação aos antecessores, na minha opinião, mas ainda não está no ponto que daria uma nota maior.

    Tenho boas expectativas para o FF4.

    Agora tô estudando qual o próximo game. Acho que vou no Muramasa do Wii. Acho que vai dar uma relaxada dos turnos. Chique!

    Final Fantasy III

    Plataforma: PSP
    439 Jogadores
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      manoelnsn · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Eu não gosto desse remake de FF3 com essa engine 3D, prefiro o do NES mesmo.

      E sim, o FFIV é melhor que todos eles, ainda mais a versão PSP

      1 resposta
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