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  • hupsel Luiz Alberto Hupsel
    2013-05-28 10:38:35 -0300 Thumb picture
    Post by hupsel: Van Helsing vem me surpreendendo depois de 5 horas

    Van Helsing vem me surpreendendo depois de 5 horas de jogo, fiz um vídeo comentado no youtube para quem estiver interessado no game ^^

    The Incredible Adventures of Van Helsing

    Platform: PC
    460 Players
    47 Check-ins

    1
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      rennanneves · over 7 years ago · 0 pontos

      O Jogo está muito bom mesmo !

  • hupsel Luiz Alberto Hupsel
    2013-05-09 16:16:44 -0300 Thumb picture
    Post by hupsel: O Vita é o portátil mais impressionante que já tive

    O Vita é o portátil mais impressionante que já tive. Okay, antes de mais nada, vou falar que adoro o meu 3DS e esse tópico não é para virar objeto de flame, sátiras, brincadeiras, etc. Okay? Ótimo, com isso tirado do caminho, podemos começar. E já digo, por contrapartida, que o PSP foi um dos piores portáteis… não… um dos piores videogames que já tive, com sua interface horrenda, controles sofríveis e os malditos UMDs. Cheguei a aproveitar pouquíssimos jogos nele, como Jeanne D’Arc e Portable Ops e, embora tenham sido boas experiências, no fundo o videogame não valeu o investimento. Oh, o PS3 não me fez voltar para o Lado Negro da Força, com o seu sistema operacional também ridículo onde tudo é devagar e difícil de ser encontrado, além de ports sofríveis. Então o que me fez ter a idéia louca de investir em um Vita, ainda mais quando o mercado de portáteis está entrando em crise? Bem, posso resumir isso a duas coisas: a chance de comprar todos os jogos digitais e Persona 4: Golden. Vamos a análise do meu PS Vita que estou jogando há cerca de um mês!

    Eu acabei comprando o PS Vita no Mercado Livre para não ter que gastar mais do que o dobro em lojas de shopping, já que o Vita está em torno de R$1299 aqui por perto. A primeira coisa que me impressionou foi o peso, já que ele é bem leve e fácil de ser carregado para onde quer que você vá. Antes de ligá-lo também segurei ele entre os dedos e o stick da direita realmente dá uma sensação muito melhor de controle e faz o portátil parecer mais um videogame tradicional, o que é bom. Eu também coloquei a película de tela antes de carregar a bateria… ou, melhor dizendo, tentei colocar. Sou péssimo para botar esses acessórios e geralmente fica tudo cheio de bolha e feio, ainda mais no caso do vita, em que a película Hori vem para ocupar toda a frente do aparelho, o que inclui os espaços entre os botões e analógicos. Sem brincadeira, antes de aplicar essas películas é melhor ver um tutorial no youtube para que você tenha noção do trabalho que vem pela frente, porque realmente é um saco. Eu acabei usando uma tesoura para cortar algumas partes da telinha de plástico e deixei a maior parte da proteção só na tela de OLED mesmo.

    Enfim, depois desse sofrimento foi finalmente hora de testar o Vita. Como é de costume, ele já veio com metade de bateria e tratei de responder as perguntas iniciais, colocando a data, hora e encontrando a minha conexão Wi-fi. Você também já pode linkar logo a sua conta da PSN e fiz logo isso, para ter sincronização de troféus e, claro, a sua carteira digital para compras online. Pelo que eu li o Vita só deixa ter uma conta por aparelho, o que é chato, então se você emprestar o videogame para um amigo ele não poderá entrar na conta dele para jogar um jogo e pegar troféus, terá que jogar na sua. Parece que há alguns trambiques na internet para burlar esse esquema mas, oficialmente, não é possível.

    A interface do Vita é um salto gigantesco em relação ao PS3 e nem vou comentar do PsP. Tudo é rápido e bem fácil de ser movimentado. O Vita copiou o Ipad em muitos quesitos, sendo que você usa somente a touch screen no menu principal e seus aplicativos ficam ordenados como bolinhas na tela, onde você pode tocá-las para acessá-los ou movê-los segurando o botão. Pode organizá-los também em um mesmo folder, criando, por exemplo, uma pasta de jogos e outra de aplicativos sociais. Tudo é bem rápido e para fechar aplicativos você só precisa apertar o botão do Playstation, no próprio aparelho – um botão físico como o Home do Ipad e Iphone – e deslizar o dedo na tela. Fechar aplicativos e jogos é uma tarefa extremamente rápida e você está de volta a tela inicial em menos de dois segundos pronto para iniciar outra coisa. Não que seja preciso, já que o Vita deixa você acessar mais de um aplicativo ao mesmo tempo e ficar andando entre eles deslizando o dedo horizontalmente. Assim, você pode acessar o seu e-mail, twitter e ter um jogo disponível ao mesmo tempo e andar entre eles apertando o botão do Playstation e deslizando o dedo na horizontal. E, então, é possível voltar ao jogo daonde ele estava voltando para o aplicativo e apertando em “Continuar”. Pronto, não há load nenhum e o jogo volta a rodar daonde estava sem engasgar uma vez sequer.

    Também fico feliz que a Playstation Store do Vita funcione que é uma maravilha. Digo… quando não há alguns bugs mas, no geral, não tenho reclamações. Todos os jogos lançados para o Vita estão disponíveis digitalmente e assinantes da PS Plus ainda ganham Gravity Rush, Uncharted: Golden Abyss e Wipeout 2048. Cada mês também há uma chuva de jogos grátis para assinantes e são títulos impressionantes como BlazBlue: Continuum Shift Extend, isso sem falar das ótimas promoções como PS All Stars Battle Royale por $17 e Sly Cooper: Thieves in Time por $13. Há vários demos já disponíveis, muitos jogos do playstation original e, embora não tenha todo o catálogo do PsP, você pode encontrar vários títulos excelentes como Persona 3 Portable, Tactics Ogre e Dissidia: Final Fantasy. Os downloads também evoluíram para 2013 e podem ser feitos no background enquanto você joga alguma outra coisa ou simplesmente deixa o console dormir – na verdade, a última atualização voltou a admitir essa função, já que estava bugada. Sim, esse é um problema de tanto firmware, ou seja, algumas coisas ficam quebradas e podem levar um tempo até voltar a funcionar. Fora os jogos você pode usar o Vita para acessar alguns aplicativos como Youtube, Twitter e o seu e-mail, ou seja, o básico do básico e que está em todo celular hoje em dia. Mesmo assim, é legal ter acesso a eles em uma interface muito mais intuitiva e se não estiver com saco para mexer no celular quando for checar alguma coisa rápida.

    A tela de OLED realmente é outra vantagem do videogame, fazendo as imagens em HD se tornarem mais vivas e até colocando para trás a TV LCD do seu quarto onde você joga Gears e Uncharted. Tudo bem, o Vita pode não ser capaz de rodar jogos com a qualidade gráfica de Uncharted 3, mas, mesmo assim, o que ele consegue fazer é absurdo. Até alguns jogos dessa geração rodam nele sem problema, como Dead or Alive 5 que saiu para consoles ano passado e roda nele a 60fps. Persona 4: Golden também é outro jogo que fica muito bonito e todo colorido com os visuais em alta definicão. Em muitos casos, é realmente como se fosse um “home console” nas suas mãos. Com todo esse poder a bateria dura em torno de três horas, o que é aceitável, embora pudesse ser um pouco mais. A minha dica para quem viaja muito e quer aproveitar mais tempo de bateria é comprar o Vita Portable Charger, um acessório pequeno que abastece o videogame para sessões extras de jogatina e dá até 1.5x mais tempo de bateria! Ele pode ser encontrado na Amazon por $39 e, embora o preço seja salgado, ele é capaz até de abastecer outros equipamentos que usam entrada USB, como o seu celular.

    Muita gente diz que o maior problema do Vita são os jogos, ainda mais com o 3DS tendo Luigis Mansion, Fire Emblem, Super Mario 3D Land e assim por diante. Tnho que concordar que a linha no 3DS é superior, mas não julgo a lineup do Vita como sendo ruim. Poderia, sim, ser bem melhor e aguardo anúncios na E3 mas há alguns títulos bem legais para serem conferidos. Persona 4: Golden é essencial para fãs de RPG que não jogaram a primeira versão no PS2, em 2008. Gravity Rush é outro jogo muito bem e considerado um dos melhores da plataforma. Além disso há vários indies pelo caminho como Spelunky, Hotline Miami e Frozen Synapse. Muitos jogos de PSN acabam saindo também para ele, como Knytt’s Underground e Guacamelee! Acho sim que o Vita poderia ter maiores exclusivos de peso, ainda mais depois da decepção que foi Call of Duty, a mediocridade de Assassins Creed e, embora seja um bom jogo, a crítica esperava mais de Soul Sacrifice.

    O meu maior problema com o Vita é mesmo o preço e os malditos cartões de memória. Tudo bem que o hardware é muito bom e impressionante, aí você vai olhar o preço e a versão mais crua está saindo por $249. É um preço absurdo levando em conta que o 3DS sai a $149 e pro Vita você ainda precisa comprar um cartão de memória própria para ele, então se prepare para torrar, no total, uns $300, ou seja, o DOBRO do portátil da Nintendo. É isso que vem matando o mercado de portátil para a Sony e eles precisam urgentemente corrigir isso, ou já colocando bundles com o cartão de memória ou colocando alguma memória interna já no Vita em uma versão revisionada. E o pior é que os cartões são caros, sendo que o de 32gb sai por $99! O Vita só aceita cartões próprios para ele em uma tentativa da Sony ganhar dinheiro, mas foi um tiro no pé quando cartões de memória para o 3DS saem a $30 e são da mesma capacidade! Calma, não terminei de reclamar! Jogos de Vita, pela sua natureza, também são maiores do que de costume e não é raro ter jogo de 3gb então, se você for todo digital, em pouco tempo pode lotar um cartão de 16gb ou mesmo de 32gb e esses são os maiores tamanhos. Ou seja, em 2013 não há cartão de 64gb ou 128gb para o Vita o que, na verdade, me deixa meio decepcionado.

    De qualquer forma, estou gostando muito do portátil. Tirando a questão do preço, consigo aproveitar jogos que nunca joguei como Persona 3 e 4 deitado no sofá e outros games que vieram na PS Plus, como Gravity Rush e Uncharted. O preço é mesmo salgado mas, para aqueles dispostos a pagar, acho difícil que venham a se decepcionar ainda mais se investirem em um cartão de 32gb e comprarem tudo digital.

    Publicado originalmente no Shumi (www.shumi.com.br)

    Shin Megami Tensei: Persona 4 Golden

    Platform: Playstation Vita
    847 Players
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  • hupsel Luiz Alberto Hupsel
    2013-04-01 14:43:29 -0300 Thumb picture
    Post by hupsel: Dark Souls não é tão bom quanto vocês pensam. Eu

    Dark Souls não é tão bom quanto vocês pensam.

    Eu zerei Dark Souls mais de uma vez e devo somar, no total, cerca de 100 horas de jogatina no Xbox 360 e na versão de PC. Já testei várias classes, builds e morri de todas as formas imagináveis. Depois de parar e pensar bem, minha idéia em relação ao jogo mudou drasticamente. Eu posso falar, com toda a sinceridade do mundo, que Dark Souls não é um jogo bom. Não vou chegar ao extremo de chamá-lo de ruim, mas também não é um título que mereça tantos fãs fervorosos e pessoas que encabeçam esse game no topo da lista de melhores jogos da geração. Dark Souls é um jogo medíocre e nada mais além disso e trago ao Alvanista e ao Shumi as razões pelo jogo ser tão superestimado.

    Por onde começar? Bem, são vários os defeitos que encontrei e escrevi em uma folha de papel para não esquecer de jeito nenhum. Primeiro, vem a criação de personagem, a pior que já vi em um jogo. Como assim não é possível mudar o supercílio e ajeitar a posição dos ossinhos do rosto? Mudar a posição dos olhos e alterar o sorriso nos lábios para você ver o seu herói sorrindo ou chorando depois de ser trucidado por um chefe? Digo, o jogo tem uma barra de SEXO mas não tem essas coisas mais simples? E como assim uma barra de sexo? Se você escolhe um homem e coloca a barra de sexo no meio, quer dizer que ele é um pouco mulherzinha só? E se colocar a barra todo no “macho” quer dizer que ele é super machista e não quer ter nenhuma relação com mulheres? Claro que colocar toda a barrinha em “fêmea” gera ainda mais problemas e lhe dá desvantagens pesadas, onde o seu personagem acaba sendo tratado de forma preconceituosa pelos npcs, que não lhe vendem itens e chegam até a atacar o seu personagem. Esse é o meu segundo problema. Dark Souls é um jogo preconceituoso e te deixa entre a cruz e a espada com essa maldita barrinha de SEXO, como uma pegadinha para enganar os jogadores e trazer a tona a verdadeira natureza das pessoas. Espero que a From Software mude isso no futuro, ou eu mesmo vou fazer um abaixo-assinado para controlar toda essa baixaria!

    Agora vamos para a parte técnica. Sério, que gráficos são aqueles? São horríveis. Péssimos. Talvez tenha sido a idéia da From Software fazer gráficos assim tão ruins para esconder o verdadeiro sexo do personagem, mas não é uma desculpa sadia para o mundo ser tão marrom e o seu personagem tão travado. Call of Duty e Battlefield têm gráficos muito melhores, lol. Esse é o terceiro problema com Dark Souls. Os gráficos não são como os de Battlefield. E, claro, estou falando de Battlefield para PC, a versão definitiva, já que o jogo nos consoles é só para garotinhos de quinze anos que não entendem absolutamente nada sobre placas de vídeo, processamento, memórias DDR5, chips de microprocessamento AG-103 e íons de netuno Grorg-شبه الجز-alpha.

    Claro que não poderia deixar de citar o gameplay superestimado da série Souls. Não vou mentir, eu adoro o combate com espadas, embora o número de botões deixe a ação complicada demais em algumas partes. Seria melhor colocar apenas um botão para ataque e pronto, mas esse é o menor dos problemas. Quer saber aonde está o verdadeiro problema? Magias e arco e flecha. Deus me livre, as magias de Dark Souls além de roubadas são muito ruins de usar. Quem é nOOb sempre escolhe pyromancer, já que a From Software não tem noção de balanceamento e deixa uma fireball matar qualquer coisa no jogo, inclusive outros jogadores, chefes e até o cenário. Eu zerei Dark Souls uma vez jogando só com a fireball e queimando tudo pelo caminho. O Capra demon não sobreviveu, muito menos a Queelag, invasores, npcs, esqueletos, Gwynevere, “amazing chest” da Gwynevere… tudo morria. Por outro lado, o arco e flecha é inútil. From Software, é difícil copiar Skyrim ou Dragon’s Dogma ou fazer um combate bom com arco e flecha? Eu nem consigo mirar na cabeça dos inimigos para headshots precisos. Arco e flecha tinha que deixar o jogo virar um FPS, para você mirar direitinho e matar os inimigos. Mais uma coisa que Call of Duty supremo e Battlefield fazem muito melhor. E, além disso, voc6e devia ganhar souls adicionais por matar inimigos com Headshots ou em stealth.

    O próximo ponto na lista é o multiplayer. Nossa, que lixo é aquele? Ver fantasminhas e ser invadido do nada por humanos? Onde está o Team Deathmatch e capture a bandeira? Sério, outro ponto que o jogo ficou sofrível. Hoje em dia é inadmissível que um jogo seja lançado sem multiplayer (um dos fatores que me fez parar com BioShock Infinite). E Dark Souls tinha tudo para dar certo com um modo multiplayer legal, onde você subiria de nível, daria unlocks em novas armaduras, magias, armas e poderia modificar o seu emblema com as insígnias dos Forest Hunters ou os Darkmoon Blade.

    Outra coisa que me irrita é a falta de DLC importante. É claro que hoje em dia ninguém quer saber de DLC chato para a história. Eu prefiro muito mais um DLC cosmético ou, melhor, packs de DLC que te dão almas. Quem não gostaria de poder pagar $10 e ter acesso logo a cem mil almas? Muito melhor do que te fazer jogar e obter logo todas as almas. Além disso seria mais proveitoso comprar as armas únicas dessa forma e abrir os achievements de maneira mais rápida. O jogo também perdeu a chance de vender armaduras, skins e até vendedores de almas VIPs para quem comprasse o season pass. Pior que sem um multiplayer não podemos nem falar de DLCs bacanas que dão XP em dobro para 100 partidas e abrem mapas de Deathmatch novos, como “A Batalha em Anor Londo” e “Painted World of Ariamis Battleground”.

    Ah, sim, não poderia deixar de falar que em Dark Souls você pode comprar armaduras com PELE de animais, o que é um completo absurdo em um jogo, já que implica a morte de um ANIMAL que uma vez era um ser vivo como nós e foi morto para a proteção humana. Um completo desrespeito por parte dos desenvolvedores, o que vem ocorrendo com frequência na nossa amada indústria de jogos, como mostrado por Assassins Creed e outros games. Assim, pretendo enviar uma cópia desse artigo para a PETA para alertá-los da ofensa praticada pela empresa japonesa. No jogo você é incentivado a matar animais, o que é percebido logo no início em que você entra no esgoto após matar alguns esqueletos. Ali há um rato que FOGE de você, ou seja, ele não quer luta, mas mesmo fugindo ele acaba encuralado em uma passagem sem saída e fica a mercê do jogador, sem defesa, sendo trucidado por um único golpe e perdendo a sua ALMA. Nesse jogo, você mata animais e SUGA a alma/espírito/essência deles… acredite se quiser.

    O último e mais importante defeito… e este é duro de dizer… mas o jogo estimula a zoofilia. Sim, você leu isso certo. No jogo você é obrigado a matar uma mulher nua que é parte Deusa Grega, parte aranha gigante cabeluda (o animal, não pense besteiras). Acontece que a mulher é super sexy e foi feita para atrair o jogador a sentir tesão por ela. Isso traz vários problemas. Primeiro, me faz sentir vergonha e mal estar quando vou procurar fotos da Queelag para postar aqui e encontro desenhos hentai. Segundo, nenhum jogo deveria ter aranhas, já que é o bicho mais escroto da face da Terra. Terceiro, Queelag é o único modelo de personagem bonito no jogo inteiro, mas é uma maldita aranha que quer te matar. E quarto, ela não tem mamilos, já que não há pretuberância nenhuma atrás dos cabelos que escondem os seios (a pesquisa foi realizada meramente por caráter científico para ajudar nas informações do post, nada mais).

    Espero que tenha aberto os olhos de alguns jogadores que só falam que Dark Souls é bom para se sentirem jogadores hardcore e adoram falar besteira sobre os verdadeiros ícones da nossa indústria, conhecidos como Battlefield e Call of Duty. Outro fator que essas pessoas também esquecem de mencionar e notar , um retrato do quão superestimado Dark Souls acabou sendo, são as vendas. Dark Souls sofreu para vender razoavelmente bem e Call of Duty vendeu horrores, o que quer dizer que é um jogo bem melhor e merece mais atenção. Se as pessoas querem aproveitar um bom RPG, com combate interessante e história digna de oscar, eu sugiro muito que testem Dragon Age II e Dark Messiah of Might & Magic e vejam o que nossa indústria é capaz de produzir.

    Dark Souls

    Platform: Playstation 3
    3208 Players
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      cici_rs · almost 8 years ago · 0 pontos

      Só pode ser uma pegadinha de 1º de abril :P

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      ronaldofjc · almost 8 years ago · 0 pontos

      Fala sério, só pode ser brincadeira mesmo!

  • hupsel Luiz Alberto Hupsel
    2013-03-24 11:49:13 -0300 Thumb picture
    Post by hupsel: Tive a chance de jogar o beta do Stardrive e postar

    Tive a chance de jogar o beta do Stardrive e postar as minhas impressões iniciais no Shumi. Para início de conversa, jogos de estratégia sempre me fascinaram, desde a época do Command & Conquer, lá em 1994, até os dias de hoje com Starcraft 2. O gênero se diversificou muito no decorrer dos anos, impulsionado também por séries como Civilization, Heroes of Might & Magic e Total War, então temos basicamente vários jogos de estratégia que miram públicos diferentes. O último game a arriscar viciar os jogadores se chama Stardrive, um projeto originalmente do Kickstarter que estará sendo lançado em breve para o Steam. Eu tive a chance de testar o jogo por algumas horas durante o beta e trazer minhas opiniões. Ah, e atenção! As informações a seguir são de um jogador n00b que lutava para entender Civilization e Sins of the Solar Empire!

    Stardrive é um jogo de estratégia espacial, a primeira vista extremamente complexo (e a segunda… e a terceira vista também). Entenda mais ou menos como um Civilization no espaço, onde o jogador administra colônias, conversa com outras raças do computador ou jogadores e constrói sua tropas para se defender ou atacar os inimigos. Logo no início da partida o jogador deve escolher a sua raça, que envolve a tradicional humanóide bonita e outras não-tanto-tradicionais como plantas que se comunicam através de sons e bichos que lembram gremlins e corujas servindo um… robô… ou coisa do tipo. De qualquer forma, a raça é a menor das preocupações e só serve para lhe dar um conjunto de vantagens e desvantagens padrões, que podem ser alterados conforme a sua vontade. Sim, antes da partida você tem a chance de escolher alguns bônus que vão facilitar a sua vida, como em um RPG. Vantagens incluem algumas sacadas legais como “Metabolismo Eficiente” que diminui a quantidade de comida necessária por turno em 25% e “Esbelto” em que você já começa a partida com bônus de diplomacia em relação a outras raças. Em contrapartida, a lista de desvantagens também é legal e você pode escolher algumas como “Tímido” em que suas tropas terrestres recebem penalidade em combate e “Corrupto” em que as taxas dos planetas aumentam em 25%. Demora um pouco a entender o que de fato significam todos esses bônus e penalidades, ainda mais sem nunca ter jogado, mas é claro que elas ao menos foram feitas para se adequar ao estilo de jogo de uma pessoa, seja alguém que prefere diplomacia ou construir naves imensas para aniquilar o oponente.

    Quando o jogo começa você logo se sente intimidado, sendo largado no espaço com milhares de planetas ao seu redor e uma única nave sob o seu controle. Não ajuda nem um pouco que os tutoriais são apenas vídeos para ajudar o jogador a se situar. Para ser justo, os desenvolvedores incluíram vários vídeos, mas, sinceramente, quem quer aprender a jogar olhando dezenas de cenas chatas? É que nem o jogo te mandar pegar o manual para aprender todos os macetes. “Leia isso e agora se vire!” Ninguém mais quer saber disso e espero que incluam um tutorial completo in-game para o jogador aprender enquanto joga porque, sinceramente, fiquei entediado de olhar os primeiros vídeos e fui tentar me virar sozinho. Depois de alguns minutos (okay, horas) tive um certo avanço, mas Stardrive é um daqueles jogos que PRECISA de um tutorial completo já que seu gameplay abrange diversas minúcias.

    Stardrive é um jogo imenso e, acredito, mais para os hardcore do gênero. Você tem a opção de mexer em praticamente tudo ao seu alcance, das taxas dos planetas até as construções em cada um deles, tropas terrestres, tropas espaciais, customizar cada nave sua individualmente como em FTL alterando escudos, canhões, motor e assim por diante. Ah, também existe a opção de diplomacia e você vai acabar sendo contactado mais cedo ou mais tarde pelos outros aliens, que vão querer saber a sua posição em relação a eles. Pelo que eu vi as opções são básicas e variam desde formar uma aliança até declarar guerra contra outra raça e trocar produtos. de qualquer forma, o jogo é um paraíso para os fãs mais árduos de games como Civilization, já que possui um nível ainda mais alto de customização. Stardrive também possui o clássico mapeamento de tecnologia e você escolhe o que vai ser estudado e criado – sejam usinas de energia ou fazendas para aumentar os suprimentos e possibilitar o maior número de tropas. O jogo é em tempo real mas esses estudos acontecem em turnos pré-determinados e, quando completados, ficam disponíveis para você montar novas construções no planeta ou alterar as suas tropas.

    Não tive muito tempo de testar o combate, já que gastava horas melhorando minhas tropas e construções através das árvores de ciência. Pelo que eu vi, funciona bem, embora o foco de Stardrive não seja tanto combate como, por exemplo, Sins of the Solar Empire. Fui pesquisar outros sites e encontrei pessoas dizendo que a AI é meio problemática e não possui tropas muito avançadas, quase nunca construindo as melhores naves de sua raça, então o combate acaba sendo mais fácil. Também tem gente reclamando de muitos bugs, o que é normal em um beta e tomara que resolvam. Meu jogo só travou uma vez durante os meus testes, o que fica na faixa de expectativa.

    Quem comprar Stardrive agora ganha 15% de desconto e acesso imediato ao beta. O jogo está disponível no Steam.

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  • hupsel Luiz Alberto Hupsel
    2013-03-16 11:14:56 -0300 Thumb picture
    Post by hupsel: Eu não tenho um Nintendo Wii. Na verdade, o último

    Eu não tenho um Nintendo Wii. Na verdade, o último console da empresa japonesa que eu tive foi o Nintendo 64, e lá se foram dez anos de história gamística desde que eu tive uma plataforma de mesa de Mario e companhia em casa. Não fique surpreso, no entanto, penso em comprar um Nintendo WiiU em junho para aproveitar alguns jogos do console anterior e, claro, lançamentos futuros como Zeldas, F-Zeros (haha) e Bayonetta 2. Além desses títulos clássicos tem um outro que sempre me atraiu e tive vontade de jogar: Xenoblade Chronicles. Muitas pessoas dizem que esté é o melhor JRPG da geração e o título possui reviews mesmo muito altos, seja da crítica especializada ou de usuários. Acompanhei alguns vídeos e fiquei logo com vontade de jogar. Fui pesquisar o preço em algumas lojas, a começar lá por fora. Primeiro, foi a Gamestop, onde ocorreu em tese o lançamento exclusivo de Xenoblade. Para minha surpresa, estava esgotado. Tudo bem, talvez na Best Buy? Esgotado. Play-Asia? Nope. Target? Esgotado também. Wall-mart? Surpresa! Esgotado. É, eu já sabia que ia ter muita dor de cabeça. Amigos do Alvanista, venho compartilhar uma história que contei lá no blog do Shumi: como está sendo difícil encontrar Xenoblade Chronicles por um preço razoável.

    Xenoblade Chronicles veio para a América do Norte por pressão dos fãs, o que talvez tenha influenciado a decisão de tão poucas cópias disponíveis para o público. Até setembro do ano passado era possível comprar esse jogo em muitas lojas mas, desde então, ele está longe de aparecer nas prateleiras. O resultado foi um enxame de fãs correndo atrás do jogo sem poder comprá-lo e a Nintendo pouco se importando em solucionar o problema. Acha que eles mandaram fazer novas cópias? Nada disso. Acha que pensaram em liberar o jogo na Ninendo Eshop? Bem, é a solução mais inteligente, mas quando nem jogos de Super Nintendo e clássicos de Gamecube estão lá então não veremos jogos de Wii tão cedo. Resumindo, encontrar o jogo por algum meio digital estava fora de cogitação.

    Xenoblade virou um jogo raro e, segundo alguns fãs, a tendência é que vire um objeto tão precioso quanto Earthbound, de SNES. O preço sofreu uma inflação terrível. Na Amazon é possível encontrar algumas lojas vendendo o game… pelo preço absurdo de $190 dólares. Tudo bem, você pode optar por um usado, mas estará pagando $100 dólares. Isso levando em conta os mais baratos. Há gente pedindo $300 pelo jogo novo e $200 pela versão usada também. Para uma comparação absurda, no momento, Earthbound está custando três mil dólares. A solução foi mesmo me aventurar no Ebay e no Mercado Livre e, nesses sites de leilão, o bicho pega. No ebay os preços estavam mais ou menos a mesma coisa. A versão usada em torno de $120 e uma versão nova por… $95…!? Oh, espere, essa veio da Alemanha e não vai funcionar em Wiis americanos. Acabei chegando no Mercado Livre e, para minha surpresa, é onde eu encontrei as melhores ofertas, deixando a dica aí para quem quiser comprar esse jogo no futuro. É raro encontrar Xenoblade lá e, quando estiver a venda, as chances é que seja comprado logo. Há cerca de três semanas vi um anunciado por R$150, usado. Demorei muito pensando e pronto, foi vendido no mesmo dia. E, há uma semana, vi um outro usado por R$200. Mordi a língua sabendo que pagaria R$50 a mais do que o anterior, mas optei assim mesmo pela compra. Sim, comprei um jogo sem nem mesmo ter o console só para mantê-lo aqui caso outras cópias não sejam feitas.

    O que eu fiz é bem arriscado e uma faca de dois gumes. Pode ser mesmo que a Nintendo of America não faça mais nenhum Xenoblade Chronicles e esse jogo suma do mercado, virando um objeto raro nas mãos de colecionador. Mas pode ocorrer também o contrário. O mais provável é que o jogo apareça em versão física ou digital próximo do novo game anunciado para Wii, o X, que sabemos ainda tão pouco mas parece ter algo a ver com o Xenoblade Chronicles. Maldita ansiedade minha. Mas enfim, agora é aproveitar o jogo e ver se vale todo o hype. Oh, na verdade, esqueci que preciso primeiro do console…

    Xenoblade Chronicles

    Platform: Nintendo Wii
    1512 Players
    444 Check-ins

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      vocetubeia · almost 8 years ago · 0 pontos

      Esse jogo está no meu baú do tesouro. Tenho 2 unidades do box europeu com controle (1 aberto e 1 lacrado) e 2 exemplares da versão americana (também 1 aberto e 1 lacrado). Tava por 149 na House Games semana passada, última unidade da rede.

  • hupsel Luiz Alberto Hupsel
    2013-03-14 16:55:57 -0300 Thumb picture
    Post by hupsel: Lista do Shumi que eu fiz sobre... as 10 melhores n

    Lista do Shumi que eu fiz sobre... as 10 melhores novas franquias da geração: http://shumi.com.br/blog2/?p=1764

    Dark Souls

    Platform: Playstation 3
    3208 Players
    641 Check-ins

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