hizaki

Membro dos Sentinelas Azuis, grupo dedicado no desenvolvimento de lores sobre Dark Souls

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  • 2018-01-11 13:46:44 -0200 Thumb picture
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      mathsmf · 1 ano atrás · 9 pontos

      XB1X: Upscaled 4K
      PC: Native 4K
      Ihhhhhhhhhhhhhhhh

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      santosmurilo · 1 ano atrás · 2 pontos

      1080p nativo em modo dock no Switch com mais 6 pessoas online... Parece verídico.

      2 respostas
  • hizaki Hizaki
    2018-01-05 04:31:37 -0200 Thumb picture
  • hizaki Hizaki
    2018-01-05 02:47:19 -0200 Thumb picture
  • 2018-01-03 21:57:17 -0200 Thumb picture
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    A vida e morte de um console de videogame

    Medium 3584438 featured image

    Salve, salve Talkers de plantão…

    Enfim ano de 2018 (e eu escrevendo isso no dia 27/12/2012 às 21:56 em meu trabalho de suporte técnico com a cliente reclamando que seu smartphone não liga ¬¬), e esperamos muitos, mas muitos lançamentos de jogos, redescobrir novos games para podermos desbravar novos mundos e continuar com a nossa diversão diária.

    Um assunto que me ocorreu ao conversar com alguns old gamers, relembrar aqueles jogos que marcaram nossa infância, adolescência até mesmo a fase adulta de alguns que estão na nova geração.

    Lembramos de grandes jogos e suas franquias, Mega-Man, Street of Rage, Final Fight, Street Fighter, Mortal Kombat, Donkey Kong Country, Resident Evil e outros.

    E quando criança, o que comentamos? Se jogo tivesse isso para fazer, se personagem tivesse esse golpe, o que poderia fazer em um jogo se desse para caminhar livremente, isso na era de 8 e 16 bits.

    Algo totalmente surreal ao que temos hoje em dia nas novas gerações, PC, PS4, XBox One, Switch.

    Um ponto foi o auge de cada jogo por suas limitações tecnológicas, até então, foi um novo conceito em desenvolver um console de videogame, programar jogos e ele passar em uma tela monocromática. Dou graças a Deus que houve uma mente brilhante em desenvolver isso, grande parte do pessoal fica sem palavras, que da era Atari a atual de hoje em dia.

    Mas devemos comentar algo que sempre ocorreu, e muitos deixaram isso de lado, a vida e morte dos consoles de videogames.

    Isso sempre ocorreu, e irá ocorrer sempre por conta da evolução que a tecnologia avança rápido. O que antes tinha uma simples placa com alguns capacitores, resistores e memória ROM para entender a instrução passada pelo cartucho desenvolvido.

    Algo que era uma diversão, novos jogos sendo lançados, desafios novos, comentários que pode ser falado durante a aula ou no intervalo da escola. Poder combinar com os amigos de ir na sua casa para poder jogar aquele game novo que comprou no final de semana, ou até mesmo jogar um jogo já lançado anteriormente, mas poder se divertir com os amigos.

    Os anos vão passando, e eis que vem um amigo da escola e diz pra você: “Ganhei um Super Nintendo de aniversário.”, “Ganhei um Mega-Drive no Natal.”, e você sem entender nada do que é, vai na casa de seu amigo e vê que seu formato é diferente daquele que ele tinha ou você tem.

    Inicia um jogo que é só para ele, porque até seu formato é diferente do que o cartucho que está acostumado.

    Uma grande parte de sua vida ali sossegada em seu NES, Master System, e compra revistas sobre o assunto videogame (Ação Games, Game Power), vê as matérias de jogos de ambos os consoles e você vê propagandas e um jogo da geração atual, SNES: Mega-Man X, Mega-Drive Shinobi, e você ficava se perguntando o porque não rodava estes jogos em seu console.

    Passa mais um tempinho e você consegue um dos consoles: SNES ou Mega-Drive, e pode comentar com os amigos, pois você se atualizou, pode trocar jogo, pegar emprestado, alugar na locadora na sexta-feira e entregar na segunda.

    O antigo console o que acaba acontecendo, ele é encostado, você quase não o jogará mais, e ele estará pegando poeira. É amigo, aquele que foi seu primeiro companheiro de diversão e horas e horas de jogatina não é mais um atrativo seu. Depois de um tempo se for uma alma caridosa, você dará seu antigo console para um primo seu e fará a diversão dele, ou, venderá ele a preço de banana, e comprará mais alguns jogos para seu novo parceiro de jogatinas.

    Cada época de lançamento dos consoles, quando a fabricante anuncia um novo sucessor, para muitos e grande euforia, porque são novos gráficos, nova jogabilidade, novos jogos, novas franquias. Também novas brigas entre os árduos fãs de cada empresa.

    Atari x Daktar

    NES x Master System

    SNES x Mega Drive

    PlayStation X Saturn X Nintendo 64

    Dreamcast X PlayStation 2 X Game Cube X XBox

    PlayStation 3 X XBox 360 X Wii X WiiU

    PlayStation 4 X XBox One X Switch

    Em toda época de lançamento, começa uma grande guerra, e novos consoles lançados, nova jogabilidade, jogos, franquias e etc…

    Seu antigo console não é mais destaque nas revistas de games ou páginas relacionadas a games, e você percebe que até mesmo as produtoras não demonstram mais interesse no antigo console, e passa a fever em seu caldeirão novos lançamentos para a atual geração.

    Responda as seguintes questões abaixo:

    Quando isso ocorre?

    Quando você se dá conta que seu console é ultrapassado?

    O quão importante é para você se atualizar?

    O porque você precisa passar para a nova geração? Só porque vai sair um The Last of US Parte 2 para PlayStation 4???

    Mas afinal, quem determina que seu console realmente morreu?

    E você por necessidade de atualizar nas novas franquias e jogos recém fresquinhos lançados

    Ou

    É a fabricante que determina que seu o console que eles fabricaram está ultrapassado e é hora de inovar para pegar nova fatia do bolo que o mercado de games tem…

    Acompanho a evolução dos videogames desde que joguei na casa de um amigo o Top Game e o jogo Fórmula 1 Sensational, amei este jogo e queria ter um. Por condições da época e meus pais não puderem me proporcionar isso.

    Para poder me divertir era alugando fitas e indo na casa de amigos, ou, me aventurando nos fliperamas com o que juntava de troco do pão.

    No meu aniversário de 15 anos (em 1995) ganhei meu SNES, e foi um excelente companheiro de jogatinas até ele parar de funcionar.

    Fiquei sem um console de videogame até começar a trabalhar, e quando fui desligado em 2003, com a rescisão de contrato fui disposto a comprar um PSOne, mas na Santa Ifigênia comprei meu PlayStation 2. Tenho o console até hoje, pena que seu leitor ótico não leia mais nenhuma mídia, mas está lá meu companheiro. Meu amigo me vendeu em 2010 um PS3, no qual joguei ele até 2016 quando iniciou problemas de superaquecimento e não resolver ligar para novas jogatinas. Decidi comprar um novo console, mas não parti para um PlayStation 4, e comprei parcelado nas Casas Bahia (grande carnê das Casas Bahia xD), e comprei o PlayStation 3 novamente, em minhas férias do ano passado, adquiri meu PlayStation 4, mas meu velho companheiro PlayStation 3 está junto comigo me proporcionando muitas horas de jogatina.

    Porque decidi comprar um 3 e não o 4, pelo tanto de mídia física de jogos que ainda não terminei, jogos que adquiri com a venda de amigos meus que partiram para o PS4, preço de banana os jogos a 30 reais cada um. Uma coleção de 73 jogos em mídia física, 25 mídia digital, fora alguns free que a PSN Store me dá.

    Para minha pessoa, meu PS3 vai me proporcionar mais de 1 ano ainda de jogatinas com amigos, novos amigos que vou conhecer, e alguns jogos que estou descobrindo e comprando a preço de banana.

    Mas, é o PS4? Ele também está me proporcionando horas de diversão, comprar jogos novos, lançamentos, pré-lançamentos com preços exorbitantes de 250, 299, 200 reais não é para meu bolso.

    Até lá, vou garimpando antigos jogos que antes estavam a este preço, estará em preços de banana, 30, 40 até 50 reais. Vou me divertir da mesma forma, pois será novidade.

    Comprei meu SNES onde meu padrasto e minha mãe jogam todos os dias Puzzle Bubble. Tenho algumas fitas dele, Rock’n’Roll Racing, Donkey Kong Country 2, Dragon Ball Z3.

    Tenho um PSP Go, PS Vita que me divertem durante a ida e vinda do trabalho.

    E uma materia para completar:

    No Brasil, PlayStation 2 se recusa a morrer.

    Então amigos, não decrete a morte de seu console, por mais que seu hardware hoje possa ser ultrapassado, obsoleto. Te garanto que ao abrir aquele jogo que tanto amou, vai divertí-lo novamente.

    @armkng

    International Superstar Soccer Deluxe

    Plataforma: SNES
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      hizaki · 1 ano atrás · 2 pontos

      Cara seu texto foi sensacional, algo que me trouxe a infância e adolêscencia. Hoje só não tenho mais meu PS2, pois meu irmão emprestou a um amigo e deu problema na placa. Como já estava com PS3, dixei essa pendencia pra ela, penso em pegar um PS4, mas não irei me desfaser do 3, pois esse companheiro além de proporcionar horas de jogatina, foi e ainda é minha central multimidia.

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      kess · 10 meses atrás · 2 pontos

      Para as mortes dos consoles, pelo menos dos mais famosos, temos uma ressureição através dos emuladores... Os que ainda estão vivos, ainda precisamos de bolsos cheios... ou paciência, para juntar a grana e comprar os jogos um pouco mais datados e/ou esperar por promoções...

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      artigos · 1 ano atrás · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2017-12-30 22:58:01 -0200 Thumb picture
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    Top 10 Animes 2017

    A regra aqui é que só irá aparecer lançamentos desse ano, animes como Boku no Hero Academia, Shigeki e entre outros, apesar de serem ótimos, vão ficar de fora.

    Leftovers que só irá acabar próximo ano, como por exemplo Mahou Tsukai no Yome, também ficará de fora, mas ele tem um espaço reservado no meu kokoro. <3

    E claro, essa é uma lista pessoal, com os melhores na minha opinião, sua lista pode ser diferente da minha e se quiser postar nos comentários, sinta-se à vontade.

    Então, vamos a lista?!

    10. Gabriel DropOut

    Temporada: Inverno

    Episódios: 12

    Gênero: Comédia, Escolar, Sobrenatural, Shounen

    O anime conta a história de um anjo que cai na terra e é corrompido pelo entretenimento dos mortais, fazendo com que ele mude fortemente de personalidade. É um anime divertido, tiveram episódios fracos, mas na grande maioria são legais. É uma comédia bem simples, pra quem curte esse gênero, pode acabar curtindo, eu particularmente gostei.

    9. Inuyashiki

    Temporada: Outono 

    Episódios: 11

    Gênero: Ação, Drama, Psicológico, Sci-Fi, Seinen

    Inuyashiki, Inuyashiki... Pense em um anime com uma proposta bem inovadora, com uma trama ótima e um antagonista bastante interessante. 

    Porém, o anime tem alguns defeitos que fizeram ele descer bastante na lista como, animação inconsistente (nos últimos episódios), a pressa no desenvolvimento da história e por conta disso, deixou o final super corrido, tornando aquilo bem broxante.

    Acho que esperei demais disso aqui e acabei me decepcionando mais do que deveria do final, mas o saldo foi positivo para mim, por isso, conseguiu entrar no top 10.

    8. Kakegurui

    Temporada: Verão

    Episódios: 12

    Gênero: Jogo, Mistério, Psicológico, Drama, Escolar, Shounen

    O anime se passa em um colégio com alunos, que em sua grande maioria, são bilionários. Eles vivem fazendo apostas através de jogos e quem perder, acaba se tornando uma espécie de escravo. 

    Kakegurui é bem divertido, é legal ver a verdadeira face das pessoas e suas reações através dos jogos, que são bem exageradas na verdade, mas são ótimas e a animação capricha principalmente  nessas cenas. 

    Ah! A abertura desse anime é sensacional.

    7.  Quanzhi Guashou (The Kings Avatar)

    Temporada: Primavera

    Episódios: 12

    Gênero: Ação, Jogo

    Não nego a ninguém que sou muito fã de MMORPG, esse foi um dos motivos dele entrar na lista e foi um dos poucos animes da temporada de primavera que realmente gostei. 

    A trama é simples, conta a história de um jogador profissional de MMORPG, ele é expulso do grupo dele injustamente e daí, ele vai trabalhar em uma LAN House, começa a jogar em outro servidor desse MMO e vamos acompanhando a jornada dele do zero no jogo. 

    Se você é fã desse tipo de jogo e procura bastante ação, é aqui onde você vai encontrar tudo isso, todo episódio tem batalha, TODO!

    6. Little Witch Academia

    Temporada: Inverno

    Episódios: 25

    Gênero: Aventura, Comédia, Magia, Fantasia, Escolar

    Little Witch conta a história de Atsuko Kagari, que entra em uma escola de magia com um sonho de se tornar uma bruxa. Na escola, ela encontra mais duas personagens que acabam se tornando amigas rapidamente, a Lotte e a Sucy (essa última é a minha favorita <3). 

    Juntas elas vivem se metendo em confusões, vivendo aventuras e tentando desvendar mistérios, como por exemplo, sobre o desaparecimento da Chariot, uma bruxa super famosa, que a Atsuko é fã. 

    Apesar do anime ter 25 episódios, não achei nenhum ruim, foram todos de bons à excelentes.

    5. Net-juu no Susume

    Temporada: Outono

    Episódios: 10

    Gênero: Jogo, Comédia, Romance

    O anime conta a história de uma mulher, com seus 30 anos idade, que larga o emprego por alguns motivos aí e acaba se tornando uma NEET. Daí, ela começa a viver para um jogo de MMO e conhece umas pessoas que ajudam ela a fugir dos problemas da realidade, com algumas outras surpresas.

    O foco do anime não é no jogo em si, e sim a vida da protagonista. Moriko é uma personagem bem interessante, acabo me identificando com ela em alguns momentos e com outro personagem que não vou falar muito sobre que ele, pois pode estragar um pouco pra quem não assistiu ainda. 

    Net-juu no Susume é um anime redondinho, ele é gostoso de assistir do inicio ao fim. Acho que foi o final mais satisfatório do ano para mim.

    4. Kuzu no Honkai

    Temporada: Inverno

    Episódios: 12

    Gênero: Drama, Romance, Escolar, Seinen

    Anime polemico, onde possui um bom desenvolvimento de personagens e o psicológico de cada um deles é bem trabalhado. Alguns deles me deixavam puto com algumas decisões que tomavam, sim, eles são todos um bando de egoístas, tirando um lá, mas a grande maioria são todos filhos da mãe. 

    Acho que esse é o propósito da história, que acabou decepcionando algumas pessoas, pois os personagens não são altruísta e tal. Só na segunda parte da temporada que pode ser que você comece a gostar um pouco mais deles. O final possui uma quebra de padrão que não me surpreendeu, pois imaginei que aquilo poderia acontecer, achei bem legal. 

    Quem curte drama, vale muito a pena dá uma olhada nesse, pois a trama é bem massa, a animação é muito boa, a direção desse anime é foda e a trilha sonora então?! A obra fecha bem, gostaria que acontecesse uma coisa lá, mas gostei do final.

    3. Tsurezure Children

    Temporada: Verão

    Episódios: 12

    Gênero: Comédia, Romance, Escolar, Shounen

    Sabe aquele anime que alegra seu dia? Pois é?! 

    Tsure, como gosto de chamar, é uma comédia romântica, que conta a história de vários casais em um colégio e é cada uma mais divertida que outra. Os personagens são bem bons, adorei todos eles sem exceção e para um short conseguir fazer isso é de tirar o chapéu. 

    Pena que o anime termina em aberto, mas é pelo motivo de o mangá não ter terminando ainda, alguns casais se fecham, mas outros a gente fica na expectativa que tenha dado tudo certo.

    2. Made in Abyss

    Temporada: Verão

    Episódios: 13

    Gênero: Sci-Fi, Aventura, Mistério, Drama, Fantasia

    Surpresa do ano, hein. Fui assistir sem expectativa nenhuma e me deparei com um anime excelente. Made in Abyss conta a história de uma menina junto com um menino meio robô, descendo em um abismo em busca da mãe dela. 

    Nesse abismo possuem vários mistérios, tem maldições e tudo mais naquele lugar. Legal que é tudo bem detalhado, alguns cenários são maravilhosos, o visual do anime no geral é bem feito. 

    Tipo, não se engane pelo inicio, por parecer leve e tudo mais, mas o anime vai ficando bem pesado com o decorrer. Tem uma cena lá para o final, que é bem tensa, pqp! Os últimos episódios vão ficando bem tensos em si. Infelizmente termina com final aberto, mas fica aí a dica.

    1. Youjo Senki

    Temporada: Inverno

    Episódios: 12

    Gênero: Militar, Magia, Ação, Aventura

    Enfim, o primeiro lugar dessa lista que me custou metade da noite, Youjo Senki. O anime conta a história de um homem que reencarna em uma menina em um mundo de fantasia, que logo procura se alistar no exercito daquele lugar, ela acaba se tornando um dos destaques e uma militar bem temida. 

    Essa protagonista me surpreendeu, pois achei que ela ia ser de todo, apenas uma louca insana assassina, mas ela acaba sendo humanizada e vai mostrando que ela possui um lado bom, nem que seja bem pouco (:v), fazendo de Tanya uma personagem incrível (imagine uma loli matando geral, pqp muito foda!). 

    A trama é movimentada, quase todo episódio possui um desafio novo. Tanya vive sendo mandada em missões de guerra com o seu esquadrão e, ela sempre está lá na linha de frente com sangue nos olhos. Quem curte aventura militar, com certeza vale à pena conferir esse.

    @pauloe

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      blackerhp · 1 ano atrás · 3 pontos

      Interessante, vou compartilhar pra ler mais tarde

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      armkng · 1 ano atrás · 3 pontos

      bacana este top 10 que você colocou, e muito interessante e estou compartilhando em minha persona...

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      zir0 · 1 ano atrás · 3 pontos

      konosuba 2 > resto xD

      4 respostas
  • 2018-01-02 20:38:57 -0200 Thumb picture
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    Navlaan - Homem que enganou a Maldição

    Medium 3583935 featured image

    Eaeeee pessoal beleza? Hoje lançaremos a primeira lore desse 2018, para iniciar com chave de ouro, mas primeiramente queríamos agradecer todo apoio de vocês que comentaram, curtiram e seguiram nosso trabalho essas últimas semanas, esperamos trazer mais novidades para esse próspero 2018. Mas sem delongas, vamos para lore.

    Falaremos a respeito do verdadeiro Joker de DS2, um sujeito dividido em duas consciência distintas, vivendo na inconstância da mente humana. Navlaan foi conhecido na outrora dos tempos, como um Feiticeiro negro que através de suas experiência na manipulação de vida, conseguiu retornar sem perder sua humanidade, porém o que foi despertado no processo, pode ser considerado pior que se tornar um Hollow.

    O hospedeiro aparentemente, fora um jovem feiticeiro de um aldeia pequena, porém de localização desconhecida, obcecado pela idéia de trazer ao mundo novas formas de magias e interação com as mesmas, ingressou no estudo da alma e da escuridão, levando ao caminho sedutor dos Hexers. Uma de suas experiências não havia saído como planejado, resultando na criação de uma entidade mortífera e sanguinolenta que se proclama como Navlaan. Tal criatura se apossou da psique do jovem feiticeiro, deixando um rastro de sangue e morte a cada caminho desbravado.

    Seus atos de crueldade não saíram impune, o feiticeiro junto de todos de sua aldeia, foram condenados a morte por atos que envolviam a ressurreição pela Darkness Art, uma arte até então nada bem vista pelos antigos, não se sabe de qual forma foram mortos, porém foi nesse ponto em que uma coisa incrível aconteceu, Navlaan havia ressuscitado pelo poder dos sortilégios, sem ao menos perder sua humanidade. Sim, o ocultista havia conseguido BURLAR a maldição dos Hollows.

    O feiticeiro pode ter vivido por muito tempo, até mesmo antes de Drangleic ter sido fundada, porém o tempo exato em que o mago conseguiu seu feito, ganhando essa habilidade, ainda é um mistério. Muito tempo haviam se passado, muitos reinos surgiram e caíram na mesma proporção, até que um Lord de família real, convocar o feiticeiro negro para participar de suas experiência que visam buscar maneiras de parar a maldição que assola o reino de seu irmão. Desse ponto em diante, especulamos que o hospedeiro tenha recobrado parte de sua consciência e como pagamento de seus serviços a Aldia, o Lord criou a barreira mágica, mantendo o assassino por fora de circulação. Isso até um tal Barão do Curso Curioso, decidir soltá-lo um dia, ignorando todos os avisos sksksksks.

    E então galera, o que vocês acham? Navlaan saiu no fim das contas com lucro de não se tornar um hollow ou com prejuízo de se tornar um assassino em série?

    Autor: @namelesspinto

    Texto: @hizaki

    Revisão: @armkng

    Dark Souls II: Scholar of the First Sin

    Plataforma: Playstation 3
    62 Jogadores
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  • caco02 Marco Antônio
    2017-10-23 20:36:40 -0200 Thumb picture
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    A sombra lançada por Dark Souls.

    Medium 3555474 featured image

    A alguns anos atrás videogames haviam atingido uma homeostase no quesito dificuldade, os jogos eram todos em sua maioria equilibrados no quesito dificuldade, grande parte vinha com a seleção de dificuldade direto no menu antes de se dar inicio a jogatina. Até que a From Software abalou esse lago calmo uma pedra chamada Demon's Souls, na época não se via falar tanto, afinal era um exclusivo do Playstation 3, porém revoltados e determinados a From Software foi até o galpão buscou uma escavadeira, arrancou o pavimento e lançou na cabeça da porra dos patos do lago, o pavimento se chamava Dark Souls e jogou água para tudo quanto é lado.

    Se tornando uma série aclamada por muitos e criando seu próprio gênero de games os "Souls-like". Marcante por possuir uma linha de aprendizado dura  e ser punitivo com as mortes do jogador ele se tornou o Kilimanjaro, o Grande Kahuna, o Santo Graal dos jogadores Hardcore. Dark Souls fez história ao marcar a tela "You Died" na mente e na cultura gamer e se tornou uma referencia no quesito jogos dificeis.

    Porém ele é realmente tão difícil quanto dizem? O que torna o jogo tão difícil assim? A resposta é preguiça. Se pegarmos o modelo do que vendia antes de Dark Souls eram jogos que não puniam diretamente o jogador, ou exigiam um grande entendimento do universo ou mecânicas necessárias para se transpor os desafios.

    Eu gosto de ver Dark Souls como um dos poucos RPG's que apelam para o sistema tradicional. Por exemplo um RPG de mesa, você tem que aprender a como trabalhar seu personagem para que mesmo quando der 1 no dado você não se estoure tanto e evitar ao máximo ser morto pois dependendo do sistema você ou morre de vez ou vai ter que esperar seu grupo ralar muito para trazer você de volta a vida, ou seja são medidas punitivas que deixam o jogo mais tenso.

    A dificuldade chega a ser um ponto alto do jogo mas nem tanto, uma vez que você aprendeu o padrão do seu inimigo basta paciência e cautela para derrota-lo, coisa difícil pois muitos jogos sempre dão tudo na hora, morte/respawn/kill/morte em um ciclo vicioso e maçante.

    Porém com o lançamento de Dark Souls 3, foi dito que a série seria descontinuada, nos deixando com a esperança do próximo BloodBorne e do novo Code Vein que são todos Souls Like, sem falar no recente The Surge e no fadado Lord's of Fallen.

    Esses são jogos no qual é possível utilizar o termo "Como Dark Souls" pois são jogos que seguem estilo, mecânica, dificuldade com a série original. O problema começa quando você quer utilizar o termo com qualquer jogo que seja um pouco sequer acima da média no quesito dificuldade.

    Crash-Souls foi algo que realmente foi para mim um chute na canela, o jogo sequer consegue exigir algo além de atenção e reflexo do jogador, não é como se fosse algo totalmente injusto. O que acontece é que o jogo é exigente, porém não em um nível Dark Souls da coisa, quero dizer você calcula alguns pulos, uns tempos de ataque de boss e bada bin badabun pronto.

    Cuphead o mais novo "como Dark Souls" pegou a todos de surpresa quando Dan Takahashi sequer conseguiu passar o tutorial do jogo, dizendo que a dificuldade é extremamente injusta para com o jogador. Eu comecei sábado e fechei ontem a tardezinha, é um pouco exigente com a atenção do jogador em sempre acompanhar os projéteis na tela. Alguns dizem ser bem impossivel para os menores, realmente as crianças terão uma grande tarefa para fechar o jogo, porém com um jogo assim você consegue estimular os reflexos e pensamento das crianças.

    Jogos devem ser algo com o intuito de desafiar e elevar as habilidades do jogador, acho que Dark Souls entrega isso de uma maneira poética, você começa como alguém incapaz de ultrapassar os menores obstáculos sequer, porém com o aprendizado das mecânicas do jogo e do que seu personagem aprende sobre aquele mundo e do que ele pode fazer juntos vocês superam todas as adversidades. Isso é o que falta em muitos jogos essa sensação de dever cumprido ao final.

    Dark Souls apareceu e saiu em grande estilo na cultura gamer, até aonde sabemos não haverá uma continuação da série, só que é garantido que seu nome ecoara por anos a fio na cultura gamer, e as ondas que ele moveu na superfície cristalina dos jogos casuais jamais irão cessar de se mover é uma certeza.

    YOU DIED

    Dark Souls: Prepare to Die Edition

    Plataforma: PC
    1871 Jogadores
    790 Check-ins

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    • Micro picture
      harpuia · mais de 1 ano atrás · 4 pontos

      Cara, na minha opinião essa coisa dos jogos estarem muito fáceis é uma questão de perspectiva.
      As empresas, na sua grande maioria, agindo como toda empresa age, busca o lucro em cima dos jogos que vende, seja com a venda direta do produto, com conteúdo adicional ou com o sistema de loot boxes (um câncer, diga-se de passagem). No entanto, para atingir o maior lucro possível, essas empresas tornam os jogos mais fáceis e amigáveis pois elas miram o "jogador casual", um público que foi surgindo com o passar dos anos e hoje dá a maior renda para a indústria dos vídeo games.
      Eu, provavelmente você, e uma galera ainda aprecia jogos independente de serem desafiadores ou não, só que esse pessoal mais casual, que é maioria, tende a deixar de jogar um jogo muito rápido ou sequer comprá-lo se souber que ele é punitivo, difícil, ou seja, irá dar menos lucro. Pois o perfil desse jogador é de uma pessoa que não joga há tanto tempo e não joga muitas horas por dia ou semana.
      O melhor exemplo disso é o que aconteceu esse ano, com o sistema de loot boxes sendo enfiado à força em diversos jogos. Na minha concepção isso é uma grande canalhice em jogos online e algo inconcebível em jogos Single Player, mas as empresas meteram loot boxes nos jogos pois, apesar da nossa revolta, os jogadores casuais são passivos com essa atitude.
      Resumindo, os jogos mudam conforme o mercado muda, e as empresas simplesmente seguem o fluxo de onde vem o dinheiro. Essa é apenas a minha visão sobre o assunto, claro.

    • Micro picture
      harpuia · mais de 1 ano atrás · 3 pontos

      VOCÊ É UM BELO DE UM PILANTRA!
      Libera o artigo com polêmica fresquinha sem esperar eu terminar de jantar, seu crápula. huahuahuahua

      1 resposta
    • Micro picture
      artigos · mais de 1 ano atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2017-12-22 02:08:49 -0200 Thumb picture
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    DarkLurker - Anjo ou Demônio?

    Medium 3579618 featured image

    Eaeeeeee pessoal, tudo bem com vocês? Trazemos nossa terceira lore da série Dark Souls, dessa vez iremos especular sobre a origem de um certo “Chefe” misterioso, pouco falado em lores na net ou até mesmo durante a gameplay e itens. Lembrando que a opinião de todos será bem vinda sobre o que será falado aqui….sem mais delongas, vamos para lore.

    DarkLurker ou Espreitador da Escuridão é um chefe secreto em Dark Souls 2, acessível após acender três fogueiras do abismo, protegidas por antigos guerreiros que falharam na missão dada por Darkdiver Grandahl, NPC encontrado em três localidades distintas: Bosque Sombrio; Ravina Negra e Castelo de Drangleic. DarkLurker é um humanoide com formas que lembram um anjo caído, suas grandes asas são brancas na maior parte da extensão, já as pontas das penas alteram em tons de azul. Em sua boss fight, localizada no canto mais obscuro do que sobrou do fragmentado abismo, DarkLurker é capaz de utilizar diversas formas de ataques mágicos variando entre sortilégios, piromancias e clonagem, porém sendo vulnerável a feitiços e milagres de ataque.

    Aparentemente sua atual forma física fora alterada por influência direta do abismo, algo bem semelhante ao ocorrido com os 4 Reis de New London, nos levando a crer que sua origem foi de um humano. Se observar bem, ao adentrarmos no buraco que nos leva ao terceiro encontro com Grandahl, encontramos em um esqueleto, a armadura capa do jogo: Faraam armor Set. Isso poderia indicar que um antigo Cavaleiro de Leão de Forossa, estaria ligado com a verdadeira identidade do espreitador.

    Mexendo em alguns itens encontrados no game, surgiu um forte candidato a posição de espreitador, Lothian - O Sem Escudo, uma vez um simples plebeu que brincava nas terras da antiga Forossa em seus tempos de meninice, viera se tornar General da linha de frente dos Lion Knight, a elite do exército do reino. Lothian era um guerreiro valente e surpreendentemente corajoso, tornando o campo de batalha seu playground, porém cansado da fragilidade dos seres humanos, partiu para caçar um lendário dragão. Dragão esse, poderia se referir ao Dragão Ancestral, senhor do santuário de dragões e seus defensores?

                                                    Lores dos itens de Lothian


    Anel de Pedra

    Adorado anel do valente Lohian Sem

    Escudo, outrora de Forossa. Seus golpes

    reduzem muito o equilíbrio inimigo.

    Anel dos Gigantes

    Adorado anel do valente Lothian Sem

    Escudo, outrora de Forossa. Aumenta

    o equilíbrio.

    Lothian nasceu camponês e morreu

    general. Sua determinação e

    diligência eram inigualáveis, e

    quase toda sua vida foi nos campos

    de batalha.


    Machado de Matador de Dragões

    Adorado machado negro do valente

    Lothian Sem escudo, outrora de Forossa

    Guerreiro algum jamais se equiparou à

    ferocidade do invencível Lothian, mas

    ele se retirou do campo de batalha de

    repente e nunca mais foi visto. Alguns

    dizem que se cansou da fragilidade dos

    inimigos humanos e partiu para derrotar

    o dragão lendário.


    Mas o que levaria Lothian se aventurar no abismo? “Isso ainda é uma incógnita até o seguinte momento”, porém após sua transformação o levar a atual forma física distorcida, seu coração permaneceu puro e justo, uma fagulha de luz em meio a todo aquele caos. Especulamos que DarkLurker mantinha o avanço do abismo sobre seu próprio controle, uma teoria bastante louca na verdade, porém se avaliarmos a fundo a função dos Peregrinos da Escuridão, Grandahl líder da convernante, tem como objetivo expandir as forças das trevas (recebendo/doando) o “Dark” e DarkLurker poderia ser um empecilho em seus planos. Isso explicaria a congratulação com um rank em seu pacto à cada trecho do abismo antigo desbravado, sendo que só obtemos a terceira posição após a conquista da boss fight. 

    Há mais duas evidências que reforçam as nossas suspeitas, a primeira seria a alma dropada do Espreitador, sendo que a mesma não fora corrompida pela força do abismo, algo bem diferente das souls dropadas por (Manus, As irmãs do abismo, Fume Knight e Artorias). A segunda evidência é o Sino do Dragão, obtido após finalizar a convernante e dialogar com o NPC mais uma vez, essa arma possui uma lore bem interessante, abaixo segue na imagem:

    A arma mais poderosa e veloz em questão de catalizador para Milagres, permaneceu por um bom tempo no abismo, sem ao menos se corromper pela influência da escuridão, mantendo sua pureza sublime. Pode ter sido até uma coincidência na hora da concepção do game, mas montando um quebra cabeça, três peças acabaram se encaixando:

    1° Um Guerreiro que deixou o campo de batalha para perseguir um Dragão Lendário.

    2° Um ser de uma alma pura, que mantém o avanço da escuridão.

    3° Um sino com a forma draconiana, mantinha sua pureza, mesmo no canto mais obscuro. Somente aqueles com a mais pura fé, podem utilizar sua totalidade.

    Esperamos que tenham gostado desse conto movido a muito mistério e magia oculta, opiniões e sugestões sempre serão bem vidas pelo nosso grupo. Sentinelas Azuis agradeçam ao vosso apoio e aguardem as próximas lores.

    Autores: @namelesspinto e @hizaki.

    Texto: @hizaki.

    Dark Souls II: Scholar of the First Sin

    Plataforma: Playstation 3
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    • Micro picture
      rafaelseiji · 1 ano atrás · 4 pontos

      Puta textão! Parabéns!!!

      1 resposta
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      diegolvf · 1 ano atrás · 2 pontos

      Só sei que esse boss está no meu top 5 de perrengues na franquia DS.

      4 respostas
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      hizaki · 1 ano atrás · 2 pontos

      Seria bem legal se a From Software tivesse colocado um final alternativo no DS2, tipo conseguindo o rank 3 dos Peregrinos e escolhendo o segundo final do game, o abismos saísse de controle e aparecesse o velho com uma risada gutural.

  • 2017-12-18 20:17:00 -0200 Thumb picture
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    O Homem que Trapaceou a Maldição.

                                                                            Em breve

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      hizaki · 1 ano atrás · 1 ponto

      Bicho pilantra esse ai

  • 2017-12-18 19:57:31 -0200 Thumb picture
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    DarkLurker - Anjo ou Demônio?

                                                                          Em breve

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      hizaki · 1 ano atrás · 1 ponto

      Ta saindo da jaula o monstro.......Biiiiiiiiiii

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      rafaelseiji · 1 ano atrás · 1 ponto

      Esse deu trabalho

      3 respostas
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      hizaki · 1 ano atrás · 1 ponto

      Até que não tive tanta dificuldade, taquei trovão no safado skskskskskkss

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