historia_dos_games

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  • 2019-06-17 11:44:55 -0300 Thumb picture

    #157 - Phantasy Star III: Generations of Doom [Mega Drive] 1990

     Seguindo com seu grande RPG, a Sega lança o terceiro jogo da série que tem pouca ou nenhuma ligação com o jogo anterior, o Phantasy Star II. Em um mundo abalado por uma guerra entre os líderes Orakio e Layla, o jogo começa com o casamento do príncipe Rhys com Maia, que havia perdido sua memória. Um dragão do reino de Layla rapta a noiva e Rhys parte em sua jornada para salvar Maia e descobrir os segredos da guerra. O jogo se destaca pelo seu enredo, especialmente no momento que passamos a jogar com o filho e o neto de Rhys, alterando o gameplay dos novos protagonistas e os finais de cada um. O restante do jogo segue as fórmulas estabelecidas do jogo anterior, com um novo sistema de escolhas de ação representado por ícones ao invés de palavras.

     - O jogo logo conta com uma abertura épica e te prepara para uma longa jornada. Os gráficos estão meio repetitivos, especialmente nas cidades. Durante as batalhas, perdeu-se as animações do nosso personagem que havia no jogo anterior, porém, ganhou um cenário de fundo que se adequa ao ambiente, como no primeiro. O enredo, que é o cargo chefe do novo jogo, é bem trabalhado, especialmente esse lance de jogar com suas gerações e alterar o final. A trilha sonora é muito bem ambientada e muda conforme a quantidade de aliados no grupo e condição do combate. O jogo tem alta dificuldade inicial e é preciso um tempo se fortalecendo antes de partir para a jornada.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Phantasy Star III: Generations of Doom

    Platform: Genesis
    325 Players
    66 Check-ins

    33
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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Lembro dessa capa...
      ...
      Mesmo nunca curtindo a série...eu sempre alugava um PHANTASY STAR pra tentar gostar...
      ...
      Nunca gostei 😅

      4 replies
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      spider · 3 months ago · 2 pontos

      A série Phantasy Star está na lista das vergonhas gamísticas. Mas sei que ela é ótima, então um dia vou jogar! Aproveitando.... #voltalistas :-)

      1 reply
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      thecriticgames · 3 months ago · 2 pontos

      Zerei o primeiro recentemente, um dia, um dia eu crio coragem pra zerar esse dai

      1 reply
  • 2019-06-15 09:42:51 -0300 Thumb picture

    Versões e acessórios do Master System

    Medium 3727754 featured image

    Lançado em 1985 no Japão, o Sega Mark III veio com uma plataforma 8-bits poderosa para fazer frente com o NES, visto que os SG-1000 e SG-1000 II não tiveram boa aceitação do mercado. O console branco trazia um par de gamepads simples e leitores de cartuchos e cartões. No ano seguinte, a Sega lança seu videogame com um novo design, o Master System. Trazia um acabamento em preto e vermelho e mantinha as mesmas capacidades do Mark III, com exceção do chip sonoro YM2413 FM. Ainda sem superar o NES, a Sega focou seus esforços no Mega Drive, mas lançou, em 1990, o Master System II, que visava um aparelho de baixo custo, com tamanho mais compacto e sem a entrada para os cartões Sega Card.

     O Master System teve dezenas de modelos de controles alternativos. Em 1987, o Speedking trazia os botões de ação na lateral e um joystick em cima. O Control Stick foi pensado para jogadores canhotos e possui uma joystick gigante. O ASCII Stick α simulava um Arcade, possuía funções de turbo e também de alternar as funções dos botões de ação. Em 1988, o Ultimate Superstick traz a mesma ideia do anterior, mas com opções para destros e canhotos. O WizMaster trazia ergonomia, funções de turbo e opções para ser usado no NES da Nintendo. Em 1989, o Wireless Controller trazia todas funções do anterior, mas com a vantagem de ser sem fio. Esses controles eram produzidos por terceiros, com exceção do Control Stick.

     Na linha de controles oficiais, o Rapid Fire Unit de 1985 foi a primeiro produto que permitia a função turbo para os controles do Mark III. A Light Phaser era a tradicional pistola de luz do console, lançado em 1986. Já em 1987, o Sports Pad vinha com uma trackball de 360º e botões de ação para alguns títulos de esportes específicos. No mesmo ano, o Paddle Control, lançado apenas no Japão, trazia um controle rotativo e os botões de ação ficavam na parte da frente e outro no topo. Funcionava em outros poucos jogos. Em 1989, no Japão, a Haori lança o Handle Controller e licenciado pela Sega nos EUA e Europa no ano seguinte. O controle era pensado para títulos de corrida, com botões de ação nas pontas e direcionais esquerda e direita mapeados para a inclinação do volante.

     E na lista de acessórios oficiais da Sega, temos o Telecon Pak, lançado apenas no Japão em 1985. Ele permitia que a imagem do jogo seja transmitida para a televisão sem fio, usando sinal de radiofrequência. O add-on FM Sound Unit também é de exclusividade japonesa lançado em 1987 e adicionava 9 canais extras de som mono para o videogame. O 3-D Glasses, lançado no mesmo ano, permitia criar efeitos de 3D em cores alternando entre o fechar e abrir das lentes muito rapidamente. O periférico era conectado na porta do Sega Card e produzia efeitos belíssimos, mas diminuía o frame-rate em alguns jogos. E por fim, a Datel lança o Pro Action Replay em 1990 e permita introduzir códigos de trapaças nos jogos de forma não oficial.

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    47
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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 3 pontos

      Apesar de ATARI ter sido o primeiro contato gamer...o MASTER SYSTEM intensificou minha paixão por games.
      ...
      Fiquei vidrado com as invenções LIGHT PHASER e 3D GLASSES (super estiloso, by the way). Eu os tive.
      ...
      O wireless Controller não sei se tive (pois não lembro de nenhum controle sem fio na época)... mas me lembro dum controle igualzinho (mesmas cores) que já tive no Master...
      ...
      Tá cada vez melhor os posts (logo avança pro Mega...SNES...😍...3DO...)
      ...

      3 replies
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      artigos · 3 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      kess · 3 months ago · 2 pontos

      Caraca, não imaginei que tinha tanto periférico! E legal ver que tem coisas que a tecnologia já existia na época, como 3D e sem fio, coisa agora bem mais difundida, já que deve ter evoluido e barateado.

      1 reply
  • 2019-06-14 09:12:13 -0300 Thumb picture

    Combo#156 [NES] (1990): Nintendo World Cup & Snake Rattle N Roll

    Adaptado da versão japonesa de mais um jogo da série Kunio-Kun, o jogo de se futebol se transforma em uma disputa de Copa do Mundo, que antes era competições entre escolas japonesas. Apesar de simular as regras tradicionais do esporte, não há falta nem impedimento. Dos 5 jogadores em campo e um goleiro, o jogador controla apenas um e deve dar os comandos de chutar, tocar ou usar estratégias definidas anteriormente para os demais jogadores. O jogo permite até 4 jogadores usando um adaptador. - Um jogo de futebol muito engraçado e divertido. Podemos golpear os adversários até que eles caem desmaiados. Há diversos campos para disputar no mod VS., como gelo e areia. Para comportar tantos sprites em tela, o jogo tem flickering constantes.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Depois de portar Marble Madness para o NES, a Rare cria um dos jogos mais incríveis para a plataforma. As cobras Rattle e Roll percorrem por 11 níveis em visão isométrica com objetivo de comer Nibbley Pibbleys para aumentar de tamanho e peso e conseguir passar de fase. Ao longo do caminho, diversos inimigos e armadilhas vão dificultar seu objetivo, mas há power-ups e fases bônus escondidas dentro de bueiros. O jogo é aclamado por seus gráficos, fluidez e trilha sonora composta por David Wise. - Um verdadeiro achado na biblioteca do NES. Tudo nele é perfeito e o fato de permitir 2 jogadores cooperativos deixa tudo ainda mais incrível. As partes que exigem saltos são as mais complicadas, pois a visão isométrica não favorece precisão nas acrobacias.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Nintendo World Cup

    Platform: NES
    73 Players
    3 Check-ins

    39
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      old_gamer · 3 months ago · 3 pontos

      Snake Rattle é muito bom, um jogo singular !
      Esse eu tenho completo no coleção !

      1 reply
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      spider · 3 months ago · 2 pontos

      taí dosi que nunca joguei, o futebol porque não gosto mesmo, e o segundo por não gostar do estilo.

      2 replies
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      leafargs · 3 months ago · 2 pontos

      ambos são jogos bons e divertidos, o World Cup é um ótimo passatempo.

      1 reply
  • 2019-06-12 09:23:37 -0300 Thumb picture

    #156 - Fire Emblem: Shadow Dragon and the Blade of Light [NES] 1990

     Após o lançamento de Famicom Wars, a equipe já começou a trabalhar em seu novo jogo que misturaria elementos de RPG com combate de turnos táticos. Após 3 anos de desenvolvimento e conseguir superar as limitações da plataforma, o jogo é lançado e tem sucesso moderado inicialmente. Vamos acompanhar a trajetória de Marth e seu exército para recuperar o trono tomado por Medeus, que havia sido ressuscitado pelo feiticeiro Gharnef. Cada integrante do exército pode evoluir e adquirir novas magias e equipamentos de forma independente, além de cada um ter uma classe, mas se ele tombar em combate, a morte é definitiva. Esse aspecto deixava os combates bem tensos e o jogador se importava mais com cada personagem.

     - Um jogo de combate tático muito tenso e estratégico, pois cada falha pode resultar em uma morte permanente de um personagem. O jogo é difícil e a sorte conta bastante no início. Itens de cura são difíceis de conseguir, o que torna o combate ainda mais perigoso. Os gráficos são simples, mas as animações de combate são convincentes, apesar do fundo preto. A grande variedade de classes no jogo deixa tudo mais dinâmico, pois cada um tem suas particularidade sobre a movimentação no mapa e atuação em combate. É possível entrar em casas durante a partida para adquirir informações ou comprar algo. A história se dá através de diálogos com fotos bem desenhadas. É importante manter Marth vivo, pois se ele morrer, o jogo termina.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Fire Emblem: Dragon of Darkness and Sword of Light

    Platform: NES
    69 Players
    13 Check-ins

    47
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      thecriticgames · 3 months ago · 3 pontos

      Esse eu comecei e uma hora irei terminar, jogos de estratégia não são o meu forte e meio que uma fase por dia.

      5 replies
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      matheusps92 · 3 months ago · 3 pontos

      Eu acho esse jogo uma coisa muito espetacular pra época. É um daqueles jogos que estavam muito à frente do seu tempo.

      1 reply
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      spider · 3 months ago · 2 pontos

      Aí está uma série que nunca joguei, mas todos falam que os jogos são muito bons! Um dia quem sabe....

      2 replies
  • 2019-06-11 09:37:20 -0300 Thumb picture

    Combo#155 [Arcade] (1990): Bonanza Bros. & Magic Sword

    Os irmãos Robo e Mobo são ladrões que invadem mansões, cassinos e bancos para roubar artefatos de valor e fugir pelo telhado, onde terá um dirigível esperando. No modo cooperativo do jogo, cada personagem pode explorar as áreas de forma independente, pois a tela é sempre dividida. O objetivo do jogo é ser o mais sorrateiro possível, pois há guardas espalhados por todos os lados. Os personagens são tridimensionais, mas o jogo é em 2D. - Um jogo com uma pegada incomum para Arcade, pois tem que se jogar com bastante cautela. A jogabilidade é boa e podemos usar vários atalhos pelo cenário para conseguir executar a melhor estratégia, especialmente com 2 jogadores, onde cada um pode ir para um canto.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Aos moldes de Black Tiger, a Capcom lança um jogo de ação medieval onde os heróis devem escalar a torre Dragon Keep para derrotar o vilão Drokmar que pretende dominar o mundo com a Black Orb. Além do modo cooperativo, cada jogador pode ser assistido por um aliado que dá um suporte ofensivo ou defensivo. Há várias portas durante as fases que escondem power-ups, aliados ou armadilhas. Ao derrotar um chefe, os jogadores adquirem uma arma mais poderosa. - Um jogo de ação constante e frenética. É incrível ver tanto personagem em tela. O jogo tem uma dificuldade bem equilibrada, pois o herói pode ter uma série de vantagens que permite vencer os níveis, mesmo com muitos inimigos.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Bonanza Bros.

    Platform: Arcade
    10 Players

    32
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      thecriticgames · 3 months ago · 3 pontos

      Ja zerei ambos, Bonanza Bros é um ótimo multiplayer, zerei a versão de Mega Drive, o Magic Sword é legal mas acho bem longo pra um game de arcade, ele cansa muito com o tempo.

      2 replies
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      spider · 3 months ago · 2 pontos

      Joguei bem pouco do Bonanza, mas sei que é um jogo bem divertido! E o Magic é bem legal, como você disse, nos moldes de Black Tiger.

      1 reply
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      lgd · 3 months ago · 2 pontos

      Dois bons jogos. Bonanza Bros só joguei os ports do Master e Mega. Magic Sword tem para SNES também, bom port.

      1 reply
  • 2019-06-10 10:49:57 -0300 Thumb picture

    #155 - SMASH T.V. [Arcade] 1990

     Eugene Jarvis da Williams é o design por trás de um jogo que mistura violência exagerada com humor. Em 1999, um game show televisivo colocava até 2 competidores em uma arena com salas interconectadas para enfrentar uma série de inimigos armados e robôs que tentam matar os competidores. O controle se dava através de 2 joysticks como em Robotron: 2084, onde um controla o personagem e o outro controla a direção do tiro. Além de dinheiro e itens bônus que valem pontos, os competidores podem pegar power-ups que aprimoram a agilidade, vida extra ou armas novas com munições limitadas. Após passar por uma série de salas, há um chefe gigante para ser derrotado. Os gráficos do jogo foram desenhados por John Tobias.

     - Um dos jogos mais insanos e cômicos para Arcade. A violência é tão exagerada que tem explosão e sangue para tudo quanto é lado. Uma das coisas mais engraçadas é no chefe da primeira etapa. Quando explodimos uma parte do corpo dele, por exemplo, a cabeça, voa cabeças para todos os lados. Os gráficos são perfeitos e conseguem processar dezenas de inimigos na tela ao mesmo tempo. A dificuldade do jogo é bem alta, pois surge inimigos aos montes e te encurralam facilmente, então a melhor opção é jogar em multiplayer, pois aumenta a chance de salvar o outro competidor em apuros. A ação é frenética e os power-ups desaparecem com o tempo, que aumenta ainda mais o desespero.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Smash T.V.

    Platform: Arcade
    27 Players
    1 Check-in

    30
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      leandro · 3 months ago · 2 pontos

      Eu adoro esse jogo. Eu acho de algo perfeitamente insano hahaha. Tem um port do Nes que eu particularmente acho bem legal, tb

      2 replies
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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Muito...mas muito bom mesmo.
      Faz lembrar o filme do SHWARZENEGER "O SOBREVIVENTE"

      1 reply
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      spider · 3 months ago · 2 pontos

      Eu gosto bastante de Smash TV, foi um dos primeiros jogos no SNES (a versão que mais joguei). E joguei as versões de Arcade e do NES também! Todas tem seu valor!

      2 replies
  • 2019-06-07 08:51:19 -0300 Thumb picture

    Combo#154 [NES] (1990): Shadow of the Ninja & Kabuki: Quantum Fighter

    Em 2029, o imperador Garuda cria uma grande cidade no meio dos Estados Unidos e 2 ninjas do clã Iga são enviados em uma missão para assassinar o imperador como vingança de vidas tomadas sob seu comando. O jogo adota um estilo plataforma de ação tradicional com upgrades na katana ou na corrente, além de itens de arremesso. O grande destaque do jogo vai para seu multiplayer cooperativo. - Mais um jogo de ninja com bastante ação. Os gráficos são ricos em detalhes, especialmente nos cenários. A música também combina com o estilo de ação proposto pelo jogo. A opção cooperativa deixa tudo mais divertido e o jogo conta uma dificuldade bem equilibrada.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Cientistas descobrem uma forma de transformar o cérebro humano em dados bruto. Quando o coronel Scott entra na máquina, ele adota a forma de seu ancestral. Sua missão é combater um vírus que ameaça o planeta como Kabuki. O jogo adota ação com rolagem de tela e seu principal ataque é com o cabelo, mas também pode usar chips consumíveis. A história é contada através de cenas no estilo Ninja Gaiden. - Um jogo de ação com gráficos bem realistas e variados e com uma trilha bem adequada. O jogo conta com uma dificuldade equilibrada, mas o ataque com o cabelo é bem fraco para inimigos que se amontoam na tela. A história contada em cutscenes são belas e dão um charme ao jogo.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Kabuki Quantum Fighter

    Platform: NES
    44 Players
    2 Check-ins

    47
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      darlanfagundes · 3 months ago · 3 pontos

      Dois jogaços inspirados em Ninja Gaiden... esse Kabuki é tão bom que merecia uma continuação....

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      leandro · 3 months ago · 3 pontos

      Esse são dois jogos de ponta do Nes. Desses dois o que mais joguei foi Shadow Of The Ninja

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      old_gamer · 3 months ago · 3 pontos

      Jogaços do nes ! Tenho o shadow cib mas está difícil achar o Kabuki.

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  • 2019-06-06 14:08:29 -0300 Thumb picture

    #154 - Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos [NES] 1990

     Após o grande sucesso do primeiro Ninja Gaiden, a Tecmo já logo começou a produzir sua sequência. A história se passa 1 ano após os eventos do primeiro jogo, quando um novo vilão surge para tentar dominar o mundo e o envolver nas trevas, o imperador Ashtar. O jogo é dividido em atos e sua história é contada através de cutscenes cinematográficas. Como adição a jogabilidade, Ryu Hayabusa pode subir e descer pelas paredes livremente e dentre os novos power-ups disponíveis no jogo, o principal cria até 2 clones do ninja que repete seus movimentos. O jogo se destaca por sua trilha sonora acelerada e uma magnífica melhoria gráfica, especialmente nos efeitos de pseudo parallax no fundo e nas cutscenes.

     - A continuação de um jogo que já era incrível conseguiu manter o padrão de qualidade. Os gráficos estão belíssimos, com uma pegada bem realista e sprites bem desenhados. Ao final de cada ato, Ryu enfrenta um chefe e cada um conta com sua particularidade. As fases estão mais frenéticas e diversificadas, como ação em cima de trem em movimento, fase com chuva que empurra o protagonista ou mesmo uma fase totalmente escura que só clareia com relâmpagos. A dificuldade continua bem alta por conta do respawn e de inimigos bem irritantes. A uma maior quantidade de itens para pegar na fase e estamos constantemente mudando de power-up, que dá uma dinâmica ainda maior a jogatina.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Ninja Gaiden II: The Dark Sword of Chaos

    Platform: NES
    719 Players
    14 Check-ins

    43
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      ramonplayerone · 3 months ago · 4 pontos

      Nunca passei da segunda fase. Maldita tela do vento haha

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      armkng · 3 months ago · 3 pontos

      Saudades Ninja Gaiden 2

      1 reply
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      spider · 3 months ago · 3 pontos

      Da trilogia é o meu prefeirido. Foi o que mais joguei de longe, a jogabilidade é muito precisa, desafio, música, jogabilidade e cut scenes mais elaboradas! Jogo muito massa! Destaque pra música da fase do vento

      2 replies
  • 2019-06-06 09:08:54 -0300 Thumb picture

    As companhias de games entre 1985 1989

    Medium 3725758 featured image

    4 grandes companhias de games são fundadas em 1985. Começando pela Tradewest, companhia americana que publicava os jogos de Arcades e consoles da SNK e que compra a Cinematronics em 1987. A Westwood Associates ficava responsável por portar jogos 8-bits da Epyx e SSI para as plataformas 16-bits, como o Amiga e o Atari ST. A Cinemaware trabalhava como desenvolvedora e publicadora de jogos baseado em filmes e teve seu primeiro grande sucesso o extraordinário Defender of the Crown em 1986. A Titus também trabalhava nas duas frentes e foi fundada na França. Publicava jogos para as principais plataformas de computadores e posteriormente para consoles como o Master System.

     Em 1986, a Bethesda Softworks foi fundada e criou o primeiro jogo de esporte com foco em física mais realista, o Gridiron!. A Majesco foi fundada para recriar jogos abandonados para as plataformas da Nintendo e da Sega. Na França, após sucesso de distribuir computadores, os irmãos Guillemont fundam a Ubi Soft, tendo como primeiro sucesso o Zombi para computadores. No Reino Unido, a Codemasters foi fundada para fazer jogos de computadores mais acessíveis e independente, iniciando com BMX Simulator. A Square foi fundada em 1983 como parte da companhia de energia Den-Yu-Sha, mas depois do sucesso de seus primeiros jogos, em 1986, ela se torna independente e publica o grande sucesso Final Fantasy no ano seguinte.

     Em 1987, Scott Miller criou a Apogee para distribuir jogos shareware através de redes BBS, sendo seu primeiro sucesso o Kingdom of Kroz. Will Wright e Jeff Braun se unem para fundar a Maxis na intenção de portar SimCity para outras plataformas. Greg Fischbach, ex-funcionário da Activision, se junta com mais 2 amigos e fundam a Acclaim com a intenção de portar jogos estrangeiros para computadores americanos e licenciar outras franquias. A britânica The Bitmap Brothers é fundada para lançar jogos para computadores europeus e logo emplacou sucessos como Xenon e Speedball. A Empire Interactive também foi fundada no Reino Unido com a ideia de publicar jogos para computadores domésticos.

     Por fim, em 1988, Don Daglow, que havia trabalhado na Mattel, Electronic Arts e na Brøderbound funda a Beyond para lançar o primeiro MMORPG gráfico da história, Neverwinter Nights. 3 Programadores se unem para fundar a Visual Concepts para fazer jogos para computadores. No Reino Unido, 5 programadores fundam a Eurocom para criar jogos especificamente para o NES na Europa. E a gigante das animações, o estúdio Walt Disney, cria uma subsidiária para criar jogos digitais baseado em seus filmes de animação, a Disney Interactive. Em 1989, não teve uma grande companhia fundada. E durante este período, várias empresas faliram ou foram incorporadas por outras companhias.

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      darlanfagundes · 3 months ago · 2 pontos

      Dessas a Acclaim e a Square foram as que mais me agradaram...algumas como a Eurocom...e a Disney é aquela coisa, criou grandes clássicos...

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Pessoal boa tanto mas amo BETHESDA...
      ...
      MAJESCO nem sei se existe ainda mas tinha muitos BEAT em ups que eu jogava...
      ...
      Ubi... Square...admiro pacas.😍

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      joanan_van_dort · 3 months ago · 2 pontos

      Interessante ver como as coisas são. A Nintendo e a Ubisoft foram muito próximas várias vezes durante esses anos todos. Quando o WiiU saiu o jogo de lançamento era o ZombiU, título direto do Zombi, primeiro game da empresa. Acho legais essas coisas!
      Aliás, ZombiU é um jogo MUITO LEGAL! Mas no WiiU, porque o gamepad utiliza algumas mecânicas diferentes do usual e com isso a imersão dele é absurda! No PC e em outras plataformas isso não funciona direito e o diferencial do jogo se perde, ficando beeem mais ou menos. No WiiU ele é ótimo! Não é espetacular, mas eu dou uma nota 8/10.

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  • 2019-06-04 09:09:50 -0300 Thumb picture

    Combo#153 [MS-DOS] (1990): Wing Commander & Commander Keen

    Inspirado pelo universo de Star Wars, Chris Roberts cria um jogo de combate espacial que elevou o nível de qualidade de jogos para computador. Controlamos um piloto que usa sua nave espacial para concluir as missões da Confederação Terran. Dependendo das atuações nessas missões, as missões podem ser mais ofensivas ou defensivas em cima da raça rival, os Kilrathi. Durante o combate, o jogo permite vôo livre em todas as direções para fazer os disparos ou desviar de asteroides. - Um jogo simplesmente lindo, com animações fluídas e gráficos de alta qualidade. A liberdade de voar pelo espaço é incrível. O combate não é muito complicado, mas requer treino. As missões são simples e um pouco repetitivas, mas empolgantes. O jogo passa a sensação de estar jogando um filme espacial.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Tentando recriar Super Mario Bros. 3 para MS-DOS, John Carmack e John Romero desenvolvem, em segredo, um jogo de plataforma lúdico para computadores que se provou um sucesso instantâneo. Billy Blaze é um gênio de 8 anos que cria uma espaço nave e vai para Marte. O jogo é o pioneiro em criar uma rolagem de tela suave para jogos de computador e foi distribuído em 3 partes no modelo shareware. O primeiro podia ser baixado pelas BBC e o restante comprado com a Apogee. - Um jogo simples, mas com grande mérito de revolucionar a rolagem de tela em PCs. Keen pode pular e atirar, mas o foco do jogo está em suas plataformas e evitar inimigos. O jogo possui muitos segredos e um seletor de fases através de um mapa bem amplo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Wing Commander

    Platform: PC
    26 Players
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    • Micro picture
      darlanfagundes · 3 months ago · 3 pontos

      Legal, nunca tinha visto nenhum dos dois...

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      onai_onai · 3 months ago · 3 pontos

      Wing Commander acho legal.

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      msvalle · 3 months ago · 3 pontos

      Joguei muito os dois. Se não me engano, o terceiro Wing Commander tem cenas FMV e conta com a participação de Mark Hammil (aka Luke Skywalker).

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