historia_dos_games

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  • 2020-05-11 09:05:02 -0300 Thumb picture

    #241 - Virtua Cop [Arcade] 1994

     Utilizando sua placa Model 2, a Sega cria o jogo que marca o próximo passo para a evolução do gênero Light Gun Shooter. A dupla de policiais Michael e James são enviados em uma série de missões a fim de interromper uma operação ilegal com armas liderada pelo sindicato Evil Inc.. Ao contrário dos shooter anteriores, este jogo é o primeiro a utilizar gráficos poligonais para representar os ambientes e os inimigos. A câmera se move pelo cenário e vários homens armados surgem para atirar nos policiais. Há civis correndo pelas áreas e atirar neles faz o jogador perder uma vida. São 3 áreas para escolher, cada um com sua dificuldade. Atirar na mão dos bandidos para desarmá-los sem matar garante pontos extras.

     - Um jogo de tiro realmente inovador e que mostra o caminho certo para o gênero. Ao contrário de games frenéticos com sprites, como Steel Gunner, a ação aqui dá para acompanhar, pois, geralmente, surge apenas um bandido de cada vez. Além do multiplayer, outro destaque desse jogo vai para a destruição do cenário em tempo real. Atirar em uma torre, por exemplo, faz ela cair e explodir, além da possibilidade de atirar através de vidros. O jogo também oferece várias opções de armas diferentes, mas a pistola é mais do que suficiente, pois os bandidos morrem com um tiro só. Os gráficos do jogo são incríveis, com cenários caprichados, texturas bem aplicadas e modelos humanos altamente realista.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Virtua Cop

    Platform: Arcade
    240 Players

    35
  • 2020-05-08 09:18:21 -0300 Thumb picture

    Sega Saturn: O console de quinta geração da Sega

    Medium 3796813 featured image

    Com o sucesso dos jogos 3D nos Arcades usando a placa Model 1, a Sega se preparava para criar sucessor do Mega Drive, que não era capaz de receber portes de seus novos jogos poligonais. O projeto foi liderado por Hideki Sato que fechou uma parceria com a companhia de eletrônicos Hitachi para desenvolver os novos processadores do console. Tom Kalinske da Sega da América foi contra a arquitetura e o preço, apostando então suas fichas no 32X, mas a Sega do Japão continuou o projeto, incluindo novos processadores para trabalhar com jogos poligonais texturizados e rivalizar com os jogos 3D do futuro console da Sony. Em novembro de 1994, O Sega Saturn foi lançado no Japão por 44.800 yen, cerca de 400 dólares.

     O console era grande e vinha com uma carcaça cinza. Havia uma tampa na parte superior para acomodar o CD e uma entrada para cartuchos de expansão. 2 Entradas para controles e saída de vídeo com cabo AV. Por dentro, o console tinha um total de 8 processadores. 2 CPUs principais Hitachi SH-2 de 28,6 MHz. Um Motorola 68EC000 e um Yamaha FH1 capazes de reproduzir sons com qualidade de CD usando 32 canais disponíveis. As GPU VDP1 trabalhava com sprites, polígonos e texturas enquanto o VDP2 lidava com planos de fundo. O Hitachi SH-1 trabalhava com o leitor de velocidade dupla do CD. Além disso, vinha equipado com 16 Mb de RAM, 12 Mb de VRAM, 4 Mb para som e mais 4 Mb para buffer de CD. Especificações realmente impressionantes.

     O controle do Sega Saturn era uma variante do controle de 6 botões do Mega Drive lançado em 1993. A grande diferença ficava por conta da adição dos dois botões de ombro, semelhante aos controles do Super Famicom. Os botões X, Y, Z e os botões de ombro L e R receberam uma pequena inscrição que apontavam para as funções de multimídia do aparelho, como play, pause, avançar, etc., semelhante ao conceito apresentado no 3DO. Os jogos em CD do Saturn vinham em um estojo de plástico quadrado com uma belíssima arte estampada na parte frontal. O CD vinha com uma arte mais simples ou sem nenhum desenho, apenas com o nome do jogo estilizado, seguindo sempre de uma faixa com os logotipos das empresas do jogo e a logo do sistema na parte de baixo.

     Como o projeto de hardware recebeu mudanças ainda no ano de lançamento do aparelho, os jogos em desenvolvimento foram prejudicados e apenas 2 foram lançados juntos do Sega Saturn. O porte quase perfeito de Virtua Fighter era o maior destaque e era vendido quase em proporção 1 para 1 com o aparelho. Os outros jogos do catálogo também eram portes de outras plataformas, como Rad Mobile dos Arcades, Mahjong Gokū Tenjiku do 3DO e Myst do Windows. Dos jogos originais, havia os adventures WanChai Connection e The Mansion of Hidden Souls, o puzzle 3D Tama: Adventurous Ball in Giddy Labyrinth e o divertido jogo de plataforma Clockwork Knight. Grande parte do catálogo tinha foco em jogos 3D.

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    69
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      artigos · 2 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 3 pontos

      Post em homenagem a @fabiorsodre

      2 replies
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      thecriticgames · 2 months ago · 3 pontos

      Aaaaah Sega Saturn minha tristeza maxima, video game da minha geração preferida (a 32) e com varios jogos que eu jamais joguei e que dispertam minha curiosidade, de dificil emulação sendo o mais inacessivel dos consoles, e que eu tive a sorte de comprar um que explodiu quando testei ele na loja.

      8 replies
  • 2020-05-07 08:56:48 -0300 Thumb picture

    Combo#240 [3DO](1994): Shockwave Assault & Way of the Warrior

    Em 2019, o jovem piloto deve destruir e expulsar os alienígenas que invadiram a Terra usando seu jato de guerra F-177. O jogo utiliza cenas gravadas em FMV para contar a história. Durante as missões, a visão é em primeira pessoa e dá uma certa liberdade para voar pelo mapa. O jato é equipado com raios lasers, mísseis, escudo e combustível, todos limitados, mas é possível recuperar nos drones voadores. São 10 missões com um chefe no final de cada área. - Mais um jogo 3D impressionante. A liberdade que o jogo oferece é muito boa e os gráficos são bem legais. A dificuldade do jogo é alta, pois é muito difícil desviar dos tiros inimigos, mas pelo menos há um painel na nave que apresenta um mini-mapa, mas as vezes somos interrompidos com um vídeo de algum aliado comentando coisas sobre a missão.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O segundo da Naughty Dog e o primeiro em parceria da Universal Interactive. O jogo de luta violento com atores digitalizados foi inspirado diretamente pelo sucesso de Mortal Kombat. São 9 lutadores disponíveis, com modo multiplayer ou torneio. O desenvolvimento do jogo foi com um orçamento bem apertado e os atores foram interpretados por colegas dos programadores. As músicas do jogo foram retiradas de álbuns da banda de rock White Zombie, com licença. - Um clone de Mortal Kombat com altos e baixos. Os cenários 3D, uso de zoom durante a luta, rock pesado com vocal e nitidez na captura das imagens são show, porém, as animações são toscas e travadas, a violência é baixa e a jogabilidade é um pesadelo.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Way of the Warrior

    Platform: 3DO
    92 Players
    2 Check-ins

    33
  • 2020-05-06 10:30:27 -0300 Thumb picture

    #240 - The Need for Speed [3DO] 1994

     A Electronic Arts em parceria com a revista automotiva Road & Track criam o jogo de corrida mais realista para consoles até então. O jogador pode escolher entre 8 carros esportivos e ainda assistir a um vídeo em FMV mostrando algumas manobras com o veículo. São 3 opções de pistas para correr, cidade, floresta e região litorânea, todas elas são longos trajetos ao invés do circuitos fechados dividido em voltas. São 2 modos para se jogar, corrida contra o tempo ou disputar um racha contra o corredor X, que aparece em FMV tirando sarro de você. Se o corredor passar em alta velocidade próximo a um carro da polícia, começa uma perseguição e o jogador pode ser detido, terminando a corrida instantaneamente. É possível jogar com câmbio manual ou automático.

     - Mais um jogo para mostrar o grande poder que o 3DO oferece a nova geração. Os gráficos poligonais com texturas são os melhores já vistos em um jogo de corrida. Há uma renderização muito boa do horizonte e cada uma das 3 pistas possuem cenários caprichados, com destaque para a pista com vista do mar. O jogo apresenta 3 pontos de vista e dirigir com a vista de dentro do carro é o modo mais realista. As músicas com uma pegada de rock ajudam a colocar o jogadorr no clima. A jogabilidade é excelente, tudo muito preciso e realista. As opções de carros e os vídeos em FMV são de altíssima qualidade. Infelizmente, o jogo não tem suporte a multiplayer e isso faz muita falta.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    The Need for Speed

    Platform: 3DO
    232 Players

    38
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      lgd · 2 months ago · 2 pontos

      Nunca vi um 3DO, conheci Need for Speed no Saturn

      1 reply
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      leandro · 2 months ago · 2 pontos

      Esse é dos jogos mais queridos do console. E deve ser dos que eu mais joguei. A qualidade é indiscutível. A sensação de velocidade, os gráficos poligonais e a trilha sonora eram tudo muito incrível pra época. Na locadora de game que eu trabalhei esse era o jogo mais pedido pra jogar na hora.

      1 reply
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      tassio · 2 months ago · 2 pontos

      Eu joguei ele esses dias, e achei o do 3DO bem mais legal que as versões de Saturn e Playstation.

      1 reply
  • 2020-05-05 08:54:33 -0300 Thumb picture

    Combo#239 [Super Nintendo](1994): Super Bomberman 2 & Biker Mice...

    ...from Mars

     O segundo jogo da série segue os moldes clássicos da franquia. No modo história, White Bomberman deve enfrentar 5 ciborgues do mal em suas estações espaciais temáticas. Para concluir as etapas, todos os inimigos devem ser derrotados e todos os interruptores explodidos. O modo multiplayer de combate contra até 4 jogadores oferecem 12 arenas para disputar. - Mais um jogo clássico da série e divertido de se jogar. A campanha aboliu o modo cooperativo que havia no jogo anterior, o que é uma lástima, mas acrescentou inimigos variados, mais elementos nos cenários e rolagem de tela. O modo de combate ainda é o ponto alto da franquia, sempre divertido e intenso. Os gráficos estão bem caprichados e coloridos.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Baseado no desenho animado, o jogo de corrida com visão isométrica da Konami traz 6 opções de pilotos que devem vencer campeonatos para ganhar dinheiro e comprar melhorias para seus veículos. O jogo segue os moldes de Rock ‘n’ Roll Racing, com modo multiplayer de tela dividida e combate durante as corridas. A novidade fica por conta do item aleatório dado ao completar cada volta, semelhante a Super Mario Kart. - O jogo apresenta o próximo passo de evolução para o estilo. Com cenários mais detalhados, gráficos coloridos e música boa, o jogo entrega tudo com muito carinho. O multiplayer é incrível, as pistas são bem variadas e cheios elementos no meio da estrada. Os itens extras e poderes de cada veículo garantem uma corrida super dinâmica.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Super Bomberman 2

    Platform: SNES
    2687 Players
    29 Check-ins

    43
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      old_gamer · 2 months ago · 3 pontos

      Biker Mice from Mars é sensacional, para mim um dos melhores jogos de corrida do Snes. Esse eu tenho totalmente completo na coleção. Tb tenho o Bomberman 2 na coleção, 2 exemplares americanos , um totalmente completo e outro lacrado VGA

      1 reply
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      denis_lisboadosreis · 2 months ago · 3 pontos

      O jogo de Biker Mice From Mars é melhor que o desenho.

      1 reply
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      onai_onai · 2 months ago · 2 pontos

      Esse Bomberman só não é melhor porque não dá pra jogar a campanha com outra pessoa.

      1 reply
  • 2020-05-04 08:49:04 -0300 Thumb picture

    #239 - EarthBound [Super Nintendo] 1994

     A sequência de Mother ficou 5 anos em desenvolvimento e foi o único jogo da série a sair em território americano. O jogador controla Ness, que investiga um meteoro que caiu próximo a sua casa. Uma abelha do futuro diz que ele tem a missão de impedir que Giygas espalhe o mal pelo país Eagleland. Ao longo de sua aventura, mais 3 crianças entram para o grupo. Assim como no título anterior, o jogo faz uma paródia com a cultura americana e se passa em tempos modernos, com cenários bem coloridos e cheio de piadas. Os encontros não são aleatórios, mas os combates continuam em primeira pessoa sem animação de ataque. A trilha sonora mistura ritmos de reggae, pop, rock e funk, criando um estilo bem único. A campanha de marketing cara e bizarra, nos EUA contribuiu para as baixas vendas no mercado, dizendo o jogo fedia.

     - O segundo jogo da série segue os moldes de seu antecessor, mas traz um visual ainda mais incrível. O mundo é cheio de vida e bem colorido, especialmente nas cidades. O jogo também faz o uso de áreas totalmente conectadas, mesmo com grandes variações de cenários. A trilha sonora é ainda mais espetacular, com temas retrabalhados e músicas com estilos únicos. A história é hilária e bem divertida, brincando a cultura americana da época e com o próprio gênero de RPG. Mais pra frente no jogo, alguns temas pesados e bizarros são incorporados a aventura. O esquema de menus e combates seguem o estilo Dragon Quest, que já se provava bem ultrapassada. Os confrontos não apresentam imagem de fundo e não há animações de ataque. Ainda sim, é um dos jogos de RPG mais diferentes e incríveis já visto.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    EarthBound

    Platform: SNES
    1504 Players
    231 Check-ins

    37
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      kalini · 2 months ago · 2 pontos

      Obra-prima mesmo! O que mais me chama a atenção desse jogo é o fato dele ter identidade própria. É diferente de todos os outros RPGs, que geralmente são medievais. Gosto dessa pegada urbana, com sons e visuais psicodelicos e o clima debochado. E, claro, o chefe final, que te poe mais pressão psicologica do que muito monstro por aí, mesmo os de terror.

      1 reply
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      old_gamer · 2 months ago · 2 pontos

      Realmente um rpg incrível para o Snes, que vendeu muito pouco na época. Esse jogo vinha em uma caixa bem grande, bem maior que as caixas padrões dos jogos Snes, além de um playguide muito detalhado e ilustrado com mais de 100 páginas. Tenho 2 exemplares americanos deste jogo na coleção, um totalmente completo e outro com cartucho e playguide .

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Mundo desconhecido por mim...
      E sempre bem elogiado...☹️
      Uma pendência a ser sanada....

      2 replies
  • 2020-05-02 12:29:06 -0300 Thumb picture

    Combo#238 [Arcade](1994): Darkstalkers: The Night Warriors & X-Men:...

    ...Children of the Atom

     Utilizando a placa CPS-2, a Capcom cria um jogo de luta que traz um estilo de animação totalmente diferente de tudo que havia no mercado. Um grupo de monstros se unem para impedir Pyron de dominar a Terra. Vampiros, succubus, pé grande, múmia e vários tipos de criaturas diversas dão um clima aterrorizante em contraste com o estilo de animação exagerados que lembram animes. Com a barra de especial cheia, o lutador pode disparar um poder mais poderoso ou executar um longo combo. - O jogo de luta 2D mais bonito até então. Os personagens possuem vários quadros de animação e todos eles são muito bem desenhados. Os cenários de fundo são cheios de vida e as músicas de cada estágio dão um clima legal ao game.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Mais um jogo de luta da Capcom utilizando os moldes de animação e combate rápido de Darkstalkers. Baseado no arco Fatal Attractions, os X-Men se unem para impedir os planos de Magneto de apagar o polo magnético da Terra. São 10 mutantes para escolher e cada um utiliza suas habilidades para lutar e soltar super especiais. O jogo implementa longos combos, super pulo, rolagem após a queda e combos aéreos. - Mais um jogo formidável da Capcom. A grande quantidade de quadros de animação garantem movimentos fluídos e rápidos. A novidade dos combos longos e aéreos é excelente, mas difícil de dominar. O que mais se destaca são os especiais, geralmente algo exagerado que torna a luta super dinâmica.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Darkstalkers: The Night Warriors

    Platform: Arcade
    299 Players
    2 Check-ins

    45
  • 2020-04-30 09:00:34 -0300 Thumb picture

    #238 - The King of Fighters '94 [Arcade] 1994

     A SNK elaborou uma nova série de jogos de luta para competir com Super Street Fighter II. O vilão Rugal cria um novo torneio de artes marciais e convoca lutadores de todas as partes do mundo. A grande inovação do jogo era seu combate com times formados por 3 lutadores. Quando um derrotado, o vencedor ganha um pouco de sangue e se prepara para o próximo lutador. O jogo faz uso do Super Move, quando a barra de poder estiver cheia ou quando a barra de sangue estiver baixa. O jogo apresenta um crossover entre personagens de vários outros jogos da produtora, como Fatal Fury 1 e 2, Art of Fighting, Psycho Soldier e Ikari Warriors, além de novos lutadores para completar 8 times, cada um situado em um país diferente.

     - A SNK alcançou uma fórmula inovadora para criar uma série de jogos de luta muito promissora. A ideia de criar combates com times de 3 lutadores é genial, transformando uma ficha em maiores oportunidades de vitória. Fazer um mega crossover com outros títulos da companhia também foi um conceito inovador. Os gráficos do jogo estão fantásticos, com cenários de fundo cheios de vida e animações de golpe bem fluídas, mas infelizmente não implementaram o zoom. As músicas do jogo também são excelentes e casam com a proposta de cada arena. Os novos poderes e movimentos deixaram as lutas bem equilibradas e cheias de tensão. É um jogo que traz um modo competitivo de respeito.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    The King of Fighters 94

    Platform: Arcade
    322 Players
    6 Check-ins

    57
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      kalini · 3 months ago · 5 pontos

      Peguei ranço dessa franquia, por causa de um amigo fanboy que fica exaltando ela atraves de desmerecer Mortal Kombat e diminuir a importancia de Street Figher, sendo que KOF é um rip-off de SF.

      De qualquer forma, vou ver se dou uma chance.

      9 replies
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      denis_lisboadosreis · 3 months ago · 4 pontos

      O cara que programou o Rugal não deve ter recebido carinho na infância.

      3 replies
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      manoelnsn · 3 months ago · 2 pontos

      primeiro kof, o qual nunca consegui jogar por muito tempo, os comandos são bem chatos de funcionar...

      1 reply
  • 2020-04-29 09:05:19 -0300 Thumb picture

    A origem e o fim da Commodore

    Medium 3794476 featured image

    A Commodore foi fundada em 1954 por Jack Tramiel, um sobrevivente de campos de concentração nazista. Inicialmente, ele dirigia um taxi e consertava máquinas de escrever em Nova York, mas se mudou para o Canadá no ano seguinte. No final dos anos 50, uma onda de máquinas japonesas obrigou a maioria das empresas americanas a interromper seus negócios, mas Tramiel voltou seus esforços para máquinas de adição. Nos anos 60, a situação se repete e o mercado japonês começa a exportar muitas máquinas de adição para o território americano. Mais uma vez, Tramiel teve uma nova ideia e passou a produzir calculadoras eletrônicas, tanto para o público científico quanto para os consumidores comuns.

     Em 1975, a Texas Instruments, principal fornecedora de peças, entrou no mercado de calculadoras e a Commodore teve de recorrer a MOS Technology para continuar bem no mercado. Em 1977, a empresa voltou seus esforços para o mercado de computadores pessoais e lançou o Commodore PET, um dos primeiros PCs voltado para as massas. Em 1980, A Commodore era uma das principais fabricantes de computadores, lançando alguns outros sucessos, como o VIC-20 e o fantástico Commodore 64, em 1982. O C64 se tornou o computador pessoal mais vendido de todos os tempos, graças a uma intensa guerra de redução de preços que ocorreu na primeira metade dos anos 80. A Commodore liderava o mercado, dificultando as vendas das linhas de computadores da Atari, Coleco, Sinclair e Texas Instruments.

     Em 1984, Jack Tramiel saiu da Commodore após várias discordâncias com o conselho e fundou outra empresa. No mesmo ano, ela comprou a divisão de hardware da Atari vendida pela Warner e lançou o Atari ST no ano seguinte. Já a Commodore havia comprado uma empresa iniciante chamada Amiga Corporation por 25 milhões de dólares e lançou seu computador de 32-bits, o Amiga 500, para competir com o computador da Atari, utilizando um hardware muito superior. A segunda metade dos anos 80 foi uma guerra intensa entre Atari, Commodore e Apple com a nova geração e computadores, mas a Microsoft e seus clones de IBM-PC saiu vitoriosa com seus sistemas MS-DOS e Windows.

     A Commodore sempre foi vista como uma empresa difícil de lhe dar. Os varejista reclamavam do tratamento severo da empresa e lançamentos de computadores incompatíveis, mas se viam escravos do sucesso do C64. Os desenvolvedores também tinham a mesma reclamação. O Amiga não emplacou como o esperado e mesmo que o hardware oferecesse gráficos e sons excelentes para jogos, os consoles domésticos já se mostravam ter a preferência dos consumidores nesse quesito. Além da má administração do conselho, a Commodore lançou outros produtos que fracassaram no mercado, como o Amiga 600 e o console baseado em CD, Amiga CD32. Em abril de 1994, a empresa declarou falência e seus ativos foram vendidos aos seus credores e por várias outras companhias.

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    53
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      manoelnsn · 3 months ago · 2 pontos

      Famoso comodore 64. Mas realmente, não sabia que o Amiga era da mesma empresa, e muito menos que tinha o Tramiel no meio

      2 replies
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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Commodore...nome esquisito, não?
      Pelo visto há mais coisas esquisitas além do nome (como sua fama em ser difícil de se lidar)

      2 replies
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      kess · 2 months ago · 2 pontos

      O cara conseguiu se meter no Commodore e na Amiga. Mas apesar de conseguir fazer os itens alavancarem em vendas, de começo, não tinha mão para se manter no topo do mercado.

      1 reply
  • 2020-04-28 10:36:47 -0300 Thumb picture

    Combo#237 [Mega Drive](1994): Streets of Rage 3 & Castlevania: ...

    ... Bloodlines

     O terceiro e último jogo da série traz de volta Mr. X, que agora controla uma empresa de robótica para cometer crimes pela cidade. O robô Dr. Zan se une a Axel, Blaze e Skate para enfrentar mais essa ameaça. O jogo segue o estilo beat ‘em up cooperativo da série, com novidades no gameplay, como golpes especiais com armas, todos podem correr, esquiva vertical e uma barra que permite usar o golpe especial sem gastar HP. A trilha sonora de Yuzu Koshiro foi criada usando o inovador Sistema Automatizado de Composição, que gerou músicas com batidas aleatórias e estranhas. - O jogo traz o melhor da jogabilidade até então, com novos movimentos e dificuldade desafiadora. Os gráficos são caprichados, mas as músicas são bem ruins, um techno bem bagunçado. O segundo jogo ainda é o melhor.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     E o único jogo da série Castlevania lançado para o Mega Drive conta uma história alternativa. Elizabeth Bartley, sobrinha de Dracula, viaja pelo mundo a fim de realizar um ritual para ressuscitar seu tio. John Morris, descendente dos Belmont e seu amigo Eric Lecarde se unem para tentar impedir os planos da vampira. O jogador pode escolher entre os dois personagens e cada um possui armas e habilidades únicas que garantem acesso a rotas diferentes. As armas secundárias possuem especial e gastam cristais ao invés do tradicional coração. - O melhor Castlevania até então. A jogabilidade é excelente graças aos novos recursos e uso de 2 personagens, além de um level design impecável. Os gráficos são belíssimos, com efeitos incríveis e as músicas sempre fantásticas.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Castlevania: Bloodlines

    Platform: Genesis
    1142 Players
    58 Check-ins

    49
    • Micro picture
      jcelove · 3 months ago · 3 pontos

      A Konami não decepcionou os fãs do Meguinha na época, demorou mas quando lançaram TNMT, Contra e Castlevania no console da SEGA mandaram bem demais.

      1 reply
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      hyuga · 3 months ago · 2 pontos

      eu sempre achei zoado o golpe especial beat n up gastar um pouco de vida e não ter nenhuma esquiva ou defesa

      2 replies
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      gusgeek · 3 months ago · 2 pontos

      O Bloodlines é difícil mas merece respeito e reconhecimento!!

      4 replies
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