historia_dos_games

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  • 2018-10-16 09:09:30 -0300 Thumb picture

    Combo#114 [NES] (1987): Rambo & Bio Senshi Dan: Increaser Tono Tatakai

    Depois de servir de inspiração para vários jogos, o filme Rambo II: A Missão ganha o seu terceiro jogo oficial para os consoles. O coronel Trautman aborda Rambo para uma missão na floresta em troca de sua liberdade. O mecânica do jogo lembra bastante o Zelda II: Adventure of Link, mas sem o mapa visto de cima. É possível adquirir experiência e novas armas para que Rambo encare os inimigos à sua frente. - Pelo título, você deveria imaginar um jogo com muita ação estilo Contra, mas ao invés disso, temos um jogo de plataforma e exploração mediano onde Rambo mata criaturas da floresta, como abelhas, cobras e tigres. Só ao final do jogo vamos combater soldados. Ao menos a trilha sonora é legal e os gráficos simpáticos.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    No ano de 2081, a Terra foi tomada por criaturas comandadas por Increaser. Dan então volta no tempo para o ano de 1999, antes da praga acontecer para impedir os eventos que causam o caos no futuro. Nosso personagem começa apenas com uma espada, mas pode coletar energia para comprar melhores equipamentos, itens ou recuperar a barra de vida. O foco do jogo é na exploração e as áreas possuem vários andares, portas e buracos que dão acesso a outra parte do mapa. - Mais um jogo de aventura e exploração, mas aqui, tudo é muito bem equilibrado. As cenas dentro das portas são muito bem desenhadas, além dos gráficos com áreas sinistras e música bacaninha. O alcance do ataque é satisfatório.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Rambo

    Plataforma: NES
    60 Jogadores

    38
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      darlanfagundes · 4 meses atrás · 2 pontos

      Esse Rambo eu sempre alugava! hehehe!

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      ogawara · 4 meses atrás · 2 pontos

      Os Contra são mais Rambo do que esse jogo do Rambo. Hehe.

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      andre_andricopoulos · 4 meses atrás · 2 pontos

      Q carai de nome é esse? kkkkkkkkk
      KCT...
      Engraçado que me fez lembrar um game que eu jogava parecido...e que coletava uns "E" nos inimigos caídos. Será que era esse? Enfim...

      1 resposta
  • 2018-10-15 09:13:59 -0300 Thumb picture

    #114 - Castlevania II: Simon's Quest [NES] 1987

     Após a derrota de Dracula no jogo Castlevania do Famicom, Simon Belmont é amaldiçoado pelo vampiro. Sua missão agora é coletar as 5 partes do corpo de Dracula e a Magic Cross para dar um fim definitivo ao conde e livrar Simon da maldição. A Konami optou por uma exploração livre em um mapa interconectado, como do jogo Metroid. Simon pode comprar itens e melhorias para os chicotes com coração, como em Vampire Killer. As pessoas das vilas vão dar dicas importantes para prosseguir com a aventura, além do uso da água benta para destruir tijolos secretos. O jogo conta com transição de noite e dia e quando a noite chega, os inimigos ficam mais fortes e as pessoas do vilarejos são substituídas por zumbis.

    - Um jogo que melhora muitos pontos em relação ao primeiro jogo. O jogo traz cenários mais escuros e detalhados, além de sprites mais bem desenhados. A trilha sonora continua espetacular, com batidas únicas e clima de terror com ação. A exploração do jogo foi muito bem recebida na época, mas contém enigmas onde não possui pistas em lugar nenhum, como agachar próximo a um lago para liberar uma escada secreta. O jogo é bastante difícil, principalmente por conta do respawn dos inimigos com um scrolling mínimo de tela. Cada parte do Dracula está localizado em um castelo, mas nem todos possuem chefes, que é bastante inusitado. Apesar disso tudo, o jogo se mantém divertido e instiga a exploração.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Castlevania II: Simon's Quest

    Plataforma: NES
    843 Jogadores
    22 Check-ins

    56
    • Micro picture
      joanan_van_dort · 4 meses atrás · 3 pontos

      Apesar do vídeo super negativo do AVGN, o jogo é bom. Costumo dizer que é o Zelda II dos Metroids, pq tem coisas super específicas pra se fazer na ordem certa, se errar, abraço...

      3 respostas
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      manoelnsn · 4 meses atrás · 2 pontos

      Esse foi o avô dos metroidvanias. É um jogo bem legal, só que cheio de problemas, infelizmente

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      darlanfagundes · 4 meses atrás · 2 pontos

      Eu nunca joguei esse jogo, achei interessante a premissa, vou conferir um dia desses...

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  • 2018-10-11 17:33:14 -0300 Thumb picture

    Combo#113 [Arcade] (1987): Roadblasters & Final Lap

    A Atari cria um jogo de corrida onde nosso objetivo é alcançar os checkpoints durante os percursos antes que o combustível se esgote por completo. O diferencial do game é que o nosso carro é equipado com uma metralhadora e pode destruir os outros veículos pela pista. Para recuperar o combustível, podemos pegar esferas espalhadas pela pista ou ultrapassar a linha de checkpoint. - Um jogo de corrida tradicional e muito bonito. O controle é fácil e a dificuldade é dosada, mas o tanque se consome rápido demais. Tem um tanque reserva para ajudar o jogador caso o combustível do tanque principal termine. Além de carros na pista, aparecem caminhões e motociclistas pelo caminho.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     A Namco foi ainda mais ousada para estrear sua nova placa de Arcade, a System 2. Juntando 4 gabinetes de 2 jogadores, o game foi pioneiro em permitir 8 jogadores simultâneos na mesma partida. O jogo de corrida de Fórmula 1 retratava o circuito real de Suzuka, mas em versão compacta. Outra inovação do jogo foram as bordas de borracha nas curvas, para permitir que o jogador nunca ficasse muito atrás do líder. - Mais jogo de Fórmula 1 da Namco, depois do grande sucesso do Pole Position e sua continuação. Por retratar uma pista de verdade, os cenários são vazios e não apresenta música, apenas o barulho do carro. A sensibilidade do volante é grande e isso dificulta bastante na hora das curvas, principalmente as mais fechadas.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Final Lap

    Plataforma: Arcade
    4 Jogadores

    31
  • 2018-10-11 08:28:05 -0300 Thumb picture

    #113 - After Burner [Arcade] 1987

     Yu Suzuki aposta em mais um jogo de super upscale, em sua terceira placa de Arcade focado nesta técnica, a Sega X Board, mas dessa vez, controlamos um jato de guerra inspirado no filme Top Gun de 1986. Estamos pilotando o jato F-14 Tomcat e devemos destruir os jatos inimigos que aparecem na tela. Além da metralhadora, temos mísseis limitados que podem ser disparados quando a mira fixa no inimigo. Conforme nosso jato inclina, o cenário inteiro roda junto com ele, inclusive, é possível girar em 360 graus, causando um efeito visual belíssimo. O jogo é composto por 18 fases, contando com alguns percursos onde devemos apenas desviar dos obstáculos. O jogo teve um sucesso tão grande, que no mesmo, saiu uma sequência semelhante a este aqui.

     - Se Out Run impressionava demais pelos gráficos, este jogo eleva ainda mais beleza do super upscale para criar um ambiente 3D. Os efeitos de girar o cenário inteiro é realmente fantástico. A animação do nosso jato sendo destruído também é belíssima, principalmente quando ele vai ao chão e cria uma trilha de explosões. A trilha sonora é ok e os controles até que respondem bem, mas o jogo é extremamente difícil. Desviar dos mísseis não é tão simples, pois eles são teleguiados e exige reação rápida. Em fases posteriores, a dificuldade aumenta insanamente, com mísseis e jatos vindo de trás e os segmentos de desviar dos obstáculos beira o impossível.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    After Burner

    Plataforma: Arcade
    38 Jogadores
    1 Check-in

    50
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      venomsnake · 4 meses atrás · 3 pontos

      Considero esse aí o pai do ace combate, e filho do River Raid!

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      darlanfagundes · 4 meses atrás · 2 pontos

      Eu conheci esse jogo recentemente numa lista do MAME aqui... Jogo foda!

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      juray · 4 meses atrás · 2 pontos

      Caracaaaaaa! Joguei demais esse jogo...! Eu tinha um Master System (tenho até hoje).

      Eu tava quase sempre lá na locadora alugando esse awe! rsrs!

      1 resposta
  • 2018-10-10 08:34:02 -0300 Thumb picture

    Atari XEGS: O console que roda jogos de computadores

    Medium 3677903 featured image

    Após a Atari ser comprada por Jack Tramiel, um visionário dos computadores domésticos, ele propôs um videogame que podia rodar todos os jogos do Atari 8-bits. No outono de 1987, chega ao mercado, o Atari XEGS, baseado no computador 65XE da linha 8-bits da Atari. O console era bem pequeno, branco e contava com entradas para periféricos e cartuchos. Vinha equipado com um MOS Technology 6502C e 64 KB de memória RAM. O objetivo do aparelho era fomentar o desenvolvimento de softwares e jogos para sua linha de 8-bits. Ele chegou ao mercado custando US$ 160,00 e vendeu 100 mil unidades no Natal de 1987. Foram as únicas unidades produzidas e o produto final se provou mais um grande fracasso da Atari.

     O aparelho foi lançado em duas versões. Na básica, ele vinha com o console e um joystick padrão do Atari 2600, só que branco, para combinar com o XEGS. Na versão de luxo, vinha o acréscimo da pistola de luz Light XG-1, que também era compatível com o Atari 2600, e um teclado branco, para transformar o console em um computador 8-bits completo. Além disso, o aparelho era compatível com todos os acessórios e periféricos desenvolvidos para a sua linha de computadores 8-bits, como gravador de disquetes, leitor de fita cassete e por aí vai. Os cartuchos seguiam o mesmo formato dos cartuchos padrões da sua linha de computadores, mas com uma nova estampa e arte para alguns jogos.

     O console vinha com uma versão de Missile Command na memória. O jogo Flight Simulator vinha junto com o teclado e Bug Hunt junto com a pistola Light XG-1. O console era compatível com todos os cartuchos de jogos da linha 8-bits da Atari, que detinha ports dos maiores sucessos dos Arcades, porém, todos eram jogos antigos e isso não agradou o público em geral. Apesar dos jogos coloridos e simples, não chegava nem perto das grandes aventuras que os outros consoles já podiam oferecer. Além disso, a indústria de PCs já estava migrando para a arquitetura de 16-bits e para os jogos interativos com o mouse, diminuindo ainda mais o interesse ao novo console da Atari.

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    42
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      joanan_van_dort · 4 meses atrás · 2 pontos

      A Atari foi uma empresa de um empreendimento só. Revolucionou o mercado na época e as pessoas sentem nostalgia pelo legado que o 2600 deixou. Mas depois dele foram produtos ruins atrás de produtos ruins, muito em culpa do Tramiel, que era um pão duro e tratava a família igual tratava suas empresas, com mão de ferro e muito amadorismo. O ápice das decisões erradas dele aconteceu com o Jaguar, mas isso é outra história.

      8 respostas
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      artigos · 4 meses atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      porlock · 4 meses atrás · 2 pontos

      q iraaado.

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  • 2018-10-09 08:30:37 -0300 Thumb picture

    Combo#112 [MSX] (1987): Maze of Galious & Ys I: Ancient Ys Vanished

    A continuação de Knightmare segue um estilo totalmente diferente de seu antecessor. Podemos controlar Popolon ou Aphrodite dentro do castelo de Galious para resgatar o filho Pampas. Este castelo é único e suas salas são conectadas. Há diferentes itens no jogo para ajudar na exploração, chaves de ouro e lojas com diferentes propósitos. - Um jogo com proposta interessante e desafiador. Os gráficos são limitados, pois o jogo é de MSX1. Há muitas salas que os inimigos ou o nosso personagem se camuflam com o cenário de fundo, que é uma droga. A jogabilidade é meio travada e a dificuldade do jogo é alta por causa disso. O castelo possui bastante salas, que garante horas de exploração.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Com o sucesso da sua série Dragon Slayer, a Nihon Falcom cria um novo jogo de RPG com mais foco na narrativa. Controlamos o jovem guerreiro Adol que deve partir a procura dos 6 livros Ys para adquirir conhecimento e derrotar o grande mal que está varrendo a Terra. A ideia do jogo é simplificar tudo que um RPG possui, com menus de equipamentos e evolução básicos. A grande inovação está no combate, onde não é preciso apertar nenhum botão para golpear o inimigo, basta ir de encontro com ele. - Um jogo belíssimo, com cores vivas e trilha sonora espetacular de Yuzo Koshiro. O combate é simples e ágil, mas deve-se ficar atento a barra que HP, que mesmo com recuperação automática, como em Hydlide, é muito pequena no começo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    31
  • 2018-10-08 08:55:36 -0300 Thumb picture

    #112 - Metal Gear [MSX] 1987

    Hideo Kojima cria o seu primeiro jogo junto a Konami para o MSX2. O novato Solid Snake é enviado para uma missão a 3 complexos para resgatar os prisioneiros de guerra e destruir a máquina capaz de lançar mísseis nucleares a qualquer parte do mundo, a Metal Gear. Ele começa a missão completamente desarmado e deve evitar o encontro com os guardas espalhados pela tela. Conforme avança no jogo, Snake pode se equipar com diferentes armas e itens que vão ajudar nos confrontos e na exploração do cenário. O jogo revoluciona o gênero stealth, criado pelo Castle Wolfenstein. Rapidamente, o jogo foi sucesso e é considerado um dos melhores jogos da plataforma, devido a sua mecânica viciante e história envolvente.

     - Os gráficos do jogo são extremamente bonitos e detalhados, com cores sombrias e realistas. A trilha sonora é constante, mas não enjoa e deixa tudo mais tenso. A ideia do jogo é evitar o confronto, mas caso algum guarda o veja, temos que usar nossas armas até que pare de aparecer soldados. O mais bacana do jogo é sua exploração e uso de itens, pois cada um deles tem um propósito específico, como máscara de gás, paraquedas, uma caixa de papelão, detector de minas e ração para recuperar HP. O jogo tem dificuldade alta e praticamente você só aprende o que tem que fazer morrendo. O que peca no jogo são os cartões usados para abrir as portas. Eles não possuem identificadores, que obriga o jogador a ir testando todos os tipos que possuem.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Metal Gear

    Plataforma: PC
    231 Jogadores
    16 Check-ins

    54
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      darlanfagundes · 5 meses atrás · 3 pontos

      Esse eu nunca tinha visto, eu lembro da minha fita preta do NES desse jogo...mas esse aí tá bem mais polido, vou ver se jogo...eu nunca zerei esse jogo...tinha uma parte no fim eu acho, um muro azul se não me engano que eu não sabia passar...rsrsrs

      2 respostas
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      joanan_van_dort · 5 meses atrás · 2 pontos

      Essa é uma franquia que eu acho chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaata! Reconheço a importância e a qualidade dos jogos, mas simplesmente não consigo jogar.

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      volstag · 4 meses atrás · 2 pontos

      Melhor franquia do universo pra mim

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  • 2018-10-05 09:06:32 -0300 Thumb picture

    Combo#111 [Arcade] (1987): Avengers & Pac-Mania

    A Capcom inova e cria um jogo de Beat ‘em up com visão aérea. O vilão Geshita raptou 6 garotas você deve resgatar cada uma em uma fase diferente. Devemos chutar e socar os inimigos pelo caminho para prosseguir e coletar power-ups, como aumento de velocidade, força ou regenerar o HP. O jogo permite 2 jogadores simultaneamente e conta com um chefe ao final de cada etapa. - Um jogo com visual interessante e com trilha sonora bacana. A jogabilidade é simples e rápida e é gostoso jogar de dois, pelo menos até o chefe da primeira fase. Ele gira sua bola de espinhos e é quase impossível alcançá-lo sem levar dano. Na segunda fase, vários ninjas arremessam kunais e seu HP é drenado rapidamente.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Enquanto isso, a Namco resolve criar mais um jogo do primeiro mascote dos games. O jogo apresenta uma visão isométrica com projeção oblíqua e rolagem de tela. Além das pílulas que dão a Pac-Man a habilidade de comer os fantasmas, ele agora pode pular. Há mais 2 fantasmas novos, um que pula junto com Pac-Man e o outro não permite que saltem por cima dele. São 4 labirintos distintos, mas apenas 3 estão disponíveis para escolher. - O jogo ficou realmente muito bonito e a nova perspectiva deu um ar de novidade a série. Há momentos que chegam ter até 9 fantasmas na tela ao mesmo tempo. Devido a falta de noção do labirinto completo, fantasmas podem aparecer de surpresa e te derrotar.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Pac-Mania

    Plataforma: Arcade
    10 Jogadores

    37
  • 2018-10-04 08:57:53 -0300 Thumb picture

    #111 - Double Dragon [Arcade] 1987

     Seguindo o estilo do Renegade, a Taito lança o jogo de Beat ‘em up mais completo e influente da história. O jogo permite 2 jogadores simultaneamente, onde o primeiro controla Billy Lee e o segundo fica com o irmão, Jimmy Lee. Ambos são lutadores marciais e tem o objetivo de resgatar Marian, que foi sequestrada pela gangue Black Warriors. O jogo é composto por 4 áreas e cada uma possui um chefe no final. Nossos personagens podem socar, chutar e pular, além de técnicas especiais combinando esses botões. É possível agarrar os inimigos e arremessá-los ou segurar por trás para que o outro jogador possa bater nele sem que haja reação, mas os inimigos também possuem essa habilidade. Ao final do jogo, se estiver com dois jogadores, uma batalha entre eles é disputada para ver quem fica com Marian.

     - Um jogo simplesmente fantástico. A evolução desse jogo em relação a Renegade é nítida. Os gráficos são incríveis, com cenários bem ambientados e detalhados, além de animações bem fluidas. A trilha sonora é muito boa também, pois casa certinho com a proposta do jogo. Além das fases com grades, esteiras e buracos, a dinâmica do jogo se estende as armas que podemos usar. Há barris e caixas para arremessar, bastões e chicotes para golpear os inimigos, porém, eles podem ser usado contra você. O jogo permite que um jogador bata no outro, logo, é preciso ficar atento para não causar atrito. O jogo é difícil, mas com 2 jogadores fica mais equilibrado, mas ainda sim, desafiador.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Double Dragon

    Plataforma: Arcade
    275 Jogadores
    5 Check-ins

    46
    • Micro picture
      leandro · 5 meses atrás · 3 pontos

      Esse eu cheguei a terminar inúmeras vezes, no Arcade. E, obviamente, usando o clássico macete das cotoveladas heehehe. Um classico dos games e das periferias, já que esse jogo era o mais encontrado em bairros e periferias daqui do RJ, nos anos 80.

      1 resposta
    • Micro picture
      joanan_van_dort · 5 meses atrás · 2 pontos

      Taí outro jogo que nunca curti... mas fez história e muitos dos que beberam da fonte dele foram soberbos. Então é muito válido.

      4 respostas
    • Micro picture
      volstag · 5 meses atrás · 2 pontos

      Joguei muito, e adoro, principalmente os 3 primeiros da franquia, e o bizarro Abobo Adventure eu também gosto hahaha, mas ele não é oficial.

      1 resposta
  • 2018-10-03 09:11:31 -0300 Thumb picture

    A origem e o fim da Muse Software

    Medium 3676183 featured image

    No final dos anos 70, os computadores domésticos começaram a se provarem uma excelente plataforma para jogos. Em Agosto de 1978, Ed Zaron funda a Muse Software para publicar jogos para o computador mais popular dos Estados Unidos, o Apple II. Dentre os jogos lançados naquele ano, temos Tank War, inspirado em Combat do Atari 2600, Side Show, uma coletânea de 6 jogos básicos, Maze Game, um dos precursores em jogos de labirinto em 3D com visão de primeira pessoa e Escape!, também com visão 3D, mas com alguns personagens espalhados pelo labirinto. Com propostas inovadoras e jogos cheio de ação, a empresa ganhou destaque no primeiro ano de desenvolvimento.

     Além de jogos, a Muse Software começou a criar programas auxiliares, como o editor de texto Super-Text. Em 1979, o jogo de estratégia e conquista Global War traz um mapa-múndi com as áreas conquistadas. Em 1980, ela desenvolve um clone de Missile Command, o ABM. Mas apenas em 1981, ela consegue emplacar o jogo que a fez finalmente se destacar no mercado de jogo, Castle Wolfenstein. O primeiro jogo em stealth da história trazia uma trama de espionagem e violência. O sucesso do jogo foi tremendo que fomentou o desenvolvimento de outros games, além de empregar novos programadores, chegando a 40 funcionários ao final de 1983. O jogo foi portado para outros computadores domésticos, como a linha 8-bits da Atari, Commodore 64 e IBM-PC.

     Tudo ia muito bem, quando o mercado de consoles caiu e os de computadores aumentou. O que parecia positivo, acabou gerando o fim da companhia, pois várias outras empresas começaram a apresentar jogos ainda melhores, mais complexos e uma série de novas opções de computadores surgiram. Em 1984, eles lançam a continuação de seu grande sucesso, Beyond Castle Wolfenstein, porém, apresentou pouca inovação em relação ao anterior e a empresa não conseguiu mais emplacar nenhum grande sucesso. Os videogames recuperam sua grandeza e conseguiram fazer frente aos computadores. Em Outubro de 1987, a empresa declara falência e perde suas propriedades intelectuais.

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