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  • 2018-08-24 08:59:18 -0300 Thumb picture

    Combo#99 [Arcade] (1986): Arkanoid & Super Sprint

    Mais de 10 anos depois, a A taito resolve reviver um grande clássico da Atari, o Breakout. A mecânica de destruir tijolos ainda se mantém, mas a grande novidade aqui são as diferentes fases que o jogo possui, 33 no total e ainda temos um chefe na última fase, Doh, uma estátua Moai que dispara tiros. Alguns tijolos destruídos revelam uma pílula que garante a nossa paleta, chamada Vaus, diferentes habilidades, como por exemplo, triplicar a bola, diminuir a velocidade dela, aumentar o tamanho de Vaus, vida extra, etc. - O jogo resgata um grande clássico perdido da Atari com muitas cores e dinâmica nova. Os novos power-ups deixam o jogo bem divertido, mas ainda continua exigindo prática para se dar bem.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     A Atari também resolver reviver um grande clássico dos Arcade, a série Sprint. Apesar de ter 4 carros na pista, como em Sprint 4, apenas 3 deles podem ser jogadores humanos, um deles sempre será inteligência artificial. São 8 circuitos que podemos escolher logo no início, cada um com seu nível de dificuldade. As pistas são ricas em detalhes, com curvas, túneis, rampas e até atalhos. Pequenos tornados e óleo na pista vão atrapalhar o trajeto dos carros. Chegando em primeiro, podemos melhorar nosso carro, como a fricção, aceleração e velocidade. - Mais um clássico sendo lembrado, mas esse não teve o mesmo brilho do jogo acima. As novidades apresentadas deixaram o jogo bastante divertido e competitivo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Arkanoid

    Plataforma: Arcade
    48 Jogadores
    1 Check-in

    31
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      volstag · 2 meses atrás · 2 pontos

      Joguei muito esses dois, Arkanoid aliás eu quase terminei.

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      porlock · 2 meses atrás · 2 pontos

      arkanoid eu conheço, embora não lembre ter jogado..

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      kb · 3 dias atrás · 2 pontos

      Arkanoid é um grande clássico. Pegou Breakout que era muito simplório e o aperfeiçou tremendamente, tornando-o um jogo muito melhor e muito mais divertido. Tenho Arkanoid Doh it Again! no meu SNES e é um jogaço, além de Arkanoid Plus! no WiiWAre.

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  • 2018-08-23 09:04:48 -0300 Thumb picture

    #99 - Out Run [Arcade] 1986

     Após aprimorar a técnica de super scale com Hang-On e Space Harrier, Yu Suzuki desenvolve a sua mais nova criação para Arcades. Dirigimos uma Ferrari em um jogo de corrida contra o tempo e nosso objetivo é alcançar o fim de cada pista para que ganhe mais tempo e possa prosseguir. Este foi o primeiro jogo da história a permitir escolher a música que ouvir durante a jogatina, que deve ser decidida logo no começo da partida e são 3 opções diferentes. O jogo inova também em apresentar percursos diferentes que podem ser escolhidos ao completar uma pista. O Arcade foi o mais vendido naquele ano. A máquina simulava uma Ferrari, com volante, pedais de aceleração e freio e um controle de marcha de 2 níveis.

     - Um dos jogos mais incríveis que já apareceu aqui na persona. O carro vai em uma velocidade tão alta que deixa ainda mais incrível a sensação de 3D proporcionada pelo super scale. O visual do jogo é fantástico, não apenas pelos sprites crescendo, mas também cenário e ambientação do jogo, isso combinado com uma belíssima seleção de música. As pistas são cheios de curvas e morros, que torna a dinâmica mais rica e realista. Ao final de cada cenário, a pista se divide em 2 e podemos escolher qual rota continuar. São 15 cenários diferentes e 5 finais possíveis. O que peca no jogo é sua dificuldade. O controle é ótimo, mas se capotar uma única vez, já pode dizer adeus, pois dificilmente vai chegar ao checkpoint antes do tempo acabar.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    OutRun

    Plataforma: Arcade
    139 Jogadores

    43
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      willguigo · 2 meses atrás · 2 pontos

      Esse é loko.

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      darlanfagundes · 2 meses atrás · 2 pontos

      Primeiro game de corrida que gostei de verdade! Eu conheci ele no fliperama, nos idos de 2000 e já tinham máquinas com jogos mais avançados, quando eu não estava defendendo meu título de monstro dos jogos de luta eu jogava ele nos flipers da Lapa...hehehehe

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      joanan_van_dort · 2 meses atrás · 2 pontos

      DIVERSÃO PURA! Essa é a única definição válida pra esse jogo! hahaha

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  • 2018-08-22 08:51:28 -0300 Thumb picture

    Atari 7800: Entrando na terceira geração

    Medium 3663898 featured image

    Com o grande fracasso comercial do Atari 5200, a Atari começa a desenvolver o seu novo videogame. O projeto foi chamado de Atari 3600 e foi o primeiro console desenhado por outra empresa, a General Computer Corporation. Em 1984, o console passa por um teste de mercado, na Califórnia e já estava tudo preparado, mas a Warner Communications vendeu a divisão de hardware para Jack Tramiel que cancelou o lançamento. Depois de muito relutar, Tramiel pagou a General Computer para reaver o projeto do videogame e em maio de 1986, chega ao mercado, o console de terceira geração da Atari, o Atari 7800, que tinha a difícil missão de desbancar o campeão de vendas NES e o recém chegado Master System da Sega.

     O novo aparelho era simples, todo preto com uma faixa prateada no meio, sem nenhum apelo visual. A CPU do Atari 7800 era a Sally, uma versão customizada do 6502 da MOS Technology e que operava em 1.79 MHz. Sua GPU, a MARIA, era capaz de gerar uma paleta de 256 cores, resolução de 160x240 ou 320x240 px e mais de 100 sprites simultâneos na tela. Vinha com 4KB de RAM e uma BIOS que interpretava assinatura de jogos da Atari, para que não fosse possível jogar games não licenciados por ela, como os polêmicos jogos eróticos. O chip de som, TIA, era o mesmo usado no Atari 2600, ou seja, poucos canais de áudio. Para compensar isso, alguns cartuchos vinham equipados com um chip próprio, o POCKEY, que acaba consumindo processamento da CPU.

     O joystick padrão do Atari 7800 era simples e funcional. Uma alavanca alta com um 2 botões de ação nas laterais, muito parecido com o controle do Atari 5200, mas sem o teclado numérico. Para fazer frente aos controles de NES e Master System, foi lançado um joypad quadrado seguindo a ideia de seus concorrente, com os 2 botões da ação mais baixo e um direcional de 8 direções na parte superior esquerda. Esse direcional vinha com um buraco para inserir uma pequena alavanca. Os cartuchos tinham o mesmo formato do Atari 2600, com uma arte do jogo estampada na frente. O preço do aparelho era bastante competitivo, US$ 140,00, 50 dólares a menos que seus concorrentes.

     Assim como a Sega, a Atari também sofria a falta de Third Party em seus consoles devido ao contrato de exclusividade que a Nintendo impunha nas grandes empresas parceiras. Foram 5 títulos de lançamento, todos eles eram portes de Arcades. Galaga, Ms. Pac-Man, Xevious, Dig Dug e o que vinha junto do videogame, Pole Position II. O Atari 7800 foi o primeiro console com retrocompatibilidade nativa, sem uso de acessórios, mas apenas dos cartuchos lançados para o Atari 2600. Apesar dos gráficos bonitos, os americanos ainda estavam apaixonados pelas grandes aventuras e músicas marcantes dos jogos japoneses, logo, este foi mais um console da Atari que não conseguiu emplacar.

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      leandro · 2 meses atrás · 3 pontos

      Serviu para a gradiente lançar o clone mais popular do Nes, aqui no Brasil, o Phantom System. Na verdade era intenção da gradiente lançar o 7800 por aqui, mas viu que correria o risco de fracasso, pelo desinteresse do console ( devido ao sucesso do Nes ) ai preferiu criar um clone, com essa aparencia do 7800.

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      joanan_van_dort · 2 meses atrás · 2 pontos

      O aparelho era terrível. Morreu pelos próprios pecados. Mesmo que a Nintendo não dominasse o mercado ele ia morrer.

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      artigos · 2 meses atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2018-08-21 08:41:17 -0300 Thumb picture

    Combo#98 [Arcade] (1986): Rampage & Renegade

    A Midway cria um jogo bem diferente, onde controlamos os monstros ao invés do mocinho. O jogo permite até 3 jogadores simultaneamente e cada um controla uma criatura gigantesca. O primeiro fica com o gorila estilo King Kong, o segundo com o dinossauro tipo Godzilla e o terceiro controla um lobisomem gigante. O objetivo do jogo é destruir todos os prédios do cenário para acumular pontos, mas o exército vai atacar os monstros com dinamites, metralhadoras, helicópteros, tanques de guerra, etc. - Um ideia genial e um jogo muito divertido, principalmente quando se joga com os colegas. Podemos comer pessoas e outros alimentos para recuperar a vida, que decai com muita facilidade. É possível também atrapalhar os outros monstros e até comê-los quando ficam em sua forma humana.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Neste outro jogo, controlamos um vigilante que deve encarar uma gangue para salvar sua namorada. No jogo, podemos socar e chutar os bandidos até que eles sejam derrubados em definitivo e venha o chefe da área. São 5 áreas diferentes, sendo que a última é composta apenas pelo chefe final que possui pistola fatal. Podemos nos mover em 8 direções, pular e correr. Os inimigos vêm aos montes e só são derrubados após uma série de socos e chutes. O jogo é o maior influenciador do gênero Beat ‘em up. - Um jogo de briga com gráficos e animação muito bem feitas. A jogabilidade não é muito boa, pois enquanto estamos socando um capanga, outro aparece por trás e te dá uma porrada. Não se pode ficar parado e a voadora é o melhor golpe.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Renegade

    Plataforma: Arcade
    37 Jogadores

    37
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      joanan_van_dort · 2 meses atrás · 2 pontos

      Renegade joguei muito pouco por conta dele ser antigo e a jogabilidade travada. Possuo mais respeito que admiração por ele hahaha
      Já o Rampage é legal demais!!! E realmente se jogar de galera ele fica divertidíssimo! É daqueles jogos em que a bagunça é mais legal do que simplesmente cumprir o que os objetivos propõem! O remake dele pra Gamecube ficou 10/10 no multiplayer! =D

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      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 2 pontos

      Fui conhecer RAMPAGE só no GameCube...

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      mattfenrir · 2 meses atrás · 2 pontos

      Joguei muito Rampage no PS1 XD

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  • 2018-08-20 08:58:47 -0300 Thumb picture

    #98 - Bubble Bobble [Arcade] 1986

     Na onda dos jogos de plataforma, a Taito cria um jogo fantástico voltado para o público infantil. Baron Von Blubba rapta as namoradas de Bubby e Bobby e os transforma em dragões. O objetivo do jogo é encarar 100 telas diferentes para enfrentar o chefe ao final do jogo. O jogo permite 2 jogadores simultaneamente e foi pensado para se jogar em dupla. Nossos personagens podem cuspir bolhas que vão prender os inimigos, feito isso, devemos estourar elas para transformar o inimigo em uma fruta. Todos os inimigos da tela devem ser derrotados para prosseguir a próxima tela. O jogo é conhecido por ter múltiplos finais, como no Ghosts 'n Goblins, onde devemos jogar o game tudo de novo para ter acesso ao final verdadeiro.

     - O jogo super divertido de jogar. Há vários power-ups diferentes no jogo, como cuspir fogo, aumento de velocidade e algumas bolhas que, quando estouradas, liberam relâmpagos e água. Há também itens que vão te fazer pular várias telas, ganhar vida extra ou muitos pontos. É possível pular nas bolhas para alcançar lugares mais altos e toda essa dinâmica deixa o jogo super divertido. O jogo não é tão difícil e o ideal é jogar junto com um colega. Os gráficos do jogo são simpáticos e coloridos, assim como o design de algumas fases, que costumam fazer referências a jogos antigos da Taito. A trilha sonora do jogo também é muito animada e divertida.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Bubble Bobble

    Plataforma: Arcade
    65 Jogadores
    4 Check-ins

    39
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      darlanfagundes · 2 meses atrás · 3 pontos

      Interessante, eu não sabia a origem desses bichinhos, tive uma fita pirata do SNES em que eles controlam uma áquina e explodem bolhas no teto, tipo um tetris ao contrário...Esse jogo aí nunca vi.

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      volstag · 2 meses atrás · 3 pontos

      Adoro essa franquia, joguei praticamente todos já.

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      gus_sander · 2 meses atrás · 2 pontos

      Parece ser bem interessante, mesmo... nunca vi também!

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  • 2018-08-17 08:47:25 -0300 Thumb picture

    Combo#97 [NES] (1986): The Wing of Madoola & Space Hunter

    A estátua sagrada do pássaro Madoola é roubada por Darutos. Lucia então é incumbida de recuperar o objeto e restaurar a paz para o reino de Badham. O jogo segue o estilo side-scrolling e devemos percorrer por 16 fases diferentes. Inicialmente, Lucia começa apenas com uma espada mas é possível coletar itens permanentes que aumentam sua força, vitalidade, velocidade ou adiciona alguma magia. - O jogo é muito bonito, principalmente nos cenários de fundo. A trilha sonora do jogo é legal também, assim como a jogabilidade, mas o problema do jogo é sua alta dificuldade. Os inimigos vem amontoados para cima da Lucia, com padrões de movimentos irritantes e são necessários vários golpes para matá-los. Se fosse mais fácil, o jogo seria um sucesso.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     No ano de 2199, a robô Al Tiana quer provar que é leal aos humanos e para isso ela deve destruir os planetas os 6 planetas que ameaçam a Terra. Começamos o jogo no espaço e podemos escolher qual planeta explorar. Cada um conta com uma temática diferente, como fogo, aquático, gelo, rocha, etc. Nossa missão é explorar as bases em cada planeta para derrotar o chefe dentro de cada uma. Ao fazer isso, temos um tempo para escapar do planeta antes que ele exploda. - O jogo é divertido e fácil de jogar, pois muitos inimigos dropam energia para restaurar a vida. Al Tiana pode se equipar com diferentes equipamentos e armas que permitem acessar áreas antes impossíveis de explorar. O jogo é muito rápido, simples e conta com um mapa.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    The Wing of Madoola

    Plataforma: NES
    3 Jogadores

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      volstag · 2 meses atrás · 3 pontos

      Os dois parecem interessantes, não conhecia

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      gus_sander · 2 meses atrás · 3 pontos

      Achei ambos interessantes, e esse primeiro é realmente belo. Talvez o @filipessoa sinta-se tentado a jogar o Space Hunter, já que parece ser muito bom e possui m a p a s. Kkk

      4 respostas
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      mattfenrir · 2 meses atrás · 3 pontos

      O primeiro jogo então é um Dark Souls kkkk

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  • 2018-08-16 09:15:33 -0300 Thumb picture

    #97 - Metroid [NES] 1986

     Com o grande sucesso de Super Mario Bros. e The Legend of Zelda, a Nintendo trabalha em um título que iria unir plataforma com exploração. Samus Aran, a maior caçadora de recompensas da galáxia, é enviada para o planeta Zebes na missão de resgatar os Metroids roubados pelos Piratas Espaciais. O foco do jogo é explorar todas as salas desse planeta a fim de coletar todos os power-ups presentes no jogo que vão permitir Samus alcançar lugares que antes não era possível. Dentre essas habilidades, temos a que transforma Samus em uma bola, tiro de gelo, tiro mais longo, bomba, míssil, etc. O planeta é dividido em 5 grandes áreas e 3 delas possuem chefes, Kraid, Ridley e Mother Brain. O jogo foi um dos primeiros a possuir finais alternativos, que vão variar de acordo com o tempo que levou para terminar o jogo, trazendo a grande surpresa de que você estava jogando com uma mulher esse tempo todo.

     - Um jogo extremamente inovador e gostoso de jogar. Explorar esse planeta para deixar Samus mais forte é incrível, pois há uma grande variedade de coisas para coletar e muitas delas estão escondidas. A trilha sonora do jogo é espetacular. Além de te ambientar, ela passa uma sensação de solidão e aventura. O mapa do jogo é imenso e isso já te faz jogar por horas sem se cansar. O jogo é bem difícil, apesar de alguns inimigos deixarem energia para restaurar o HP. Quando muitos deles se juntam ou possuem um padrão de movimento que dificulta acertar ou mesmo quando você cai na lava, sua vida se vai rapidamente. A junção de Mario com Zelda ficou perfeita neste título.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Metroid

    Plataforma: NES
    1229 Jogadores
    37 Check-ins

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  • 2018-08-15 09:23:30 -0300 Thumb picture

    A importância e o desenvolvimento de Super Mario Bros.

    Medium 3661739 featured image

    Em uma época em que os jogos eram curtos e repetitivos, onde o objetivo era acumular mais pontos a fim de se manter no topo do rank e a maioria dos jogos possuíam basicamente uma tela, Shigeru Miyamoto, que havia trabalhado em outros títulos da Nintendo, como Donkey Kong, Donkey Kong Jr. e Mario Bros., teve a chance de criar o game mais importante da história para o Famicom. Super Mario Bros. nasceu para revolucionar toda indústria de games e salvar o mercado norte-americano da crise de 1983 deixada pela Atari. Os conceitos e mecânicas apresentadas deixaram uma marca na história e vamos entender um pouco mais o que este jogo fez para merecer tanto prestígio e atenção.

     Vamos começar pela genialidade da fase 1-1, a primeira fase do jogo. Esta fase é considerada uma obra prima de level design no mundo dos jogos, ensinando a jogar sem precisar de manual ou textos. De cara, temos alguns blocos com interrogação, onde saí moedas, mas um deles, sai um cogumelo, que aumenta o tamanho de Mario, passando a sensação que Mario ficou mais forte. Também temos a presença do primeiro inimigo, o Goomba e se encostarmos nele, Mario perde uma vida. Após os primeiros canos, somos apresentados aos primeiros segredos no jogo, onde podemos agachar e entrar no cano, que te leva para o final da fase e a um bloco invisível que te dá uma vida extra.

     A jogabilidade do game é diversificada. Além dos diferentes power-ups e suas respectivas características, temos ambientes aquáticos que mudam a dinâmica do jogo. A física de pulo e velocidade foi muito bem trabalhada para que o jogador se sinta no real controle do personagem, com um certo nível de liberdade. O jogo é repleto de segredos que atiçam a curiosidade do jogador, como por exemplo, bater em todos os blocos disponíveis para ver o que pode ter dentro ou tentar entrar em todos os canos que aparecem. O jogo brinca tanto com o imaginário do jogador que chega a colocar canos secretos que te levam a fases bem posteriores caso Mario prossiga por cima das informações de pontos e tempo da tela.

     Para driblar a limitação de memória gráfica do Famicom, alguns sprites no jogo são reaproveitados, como por exemplo, o Goomba e o cogumelo, a nuvem e o arbusto. Koji Kondo também foi outro gênio que criou músicas harmoniosas e que casam bem com a proposta de cada fase. Os efeitos sonoros são mesclados junto com a música de forma orgânica e contínua, mesmo separando um canal de áudio para cada efeito, além de usar o canal de ruído como bateria que foi outra sacada genial. A forma como a história é contada é simples e instiga o jogador a explorar e avançar cada vez mais. O jogo não apenas possuía final, mas também, permitia uma nova partida com alguns elementos que tornava o jogo ainda mais difícil. Dando uma espécie de recompensa para quem conseguir concluir o jogo.

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      joanan_van_dort · 2 meses atrás · 5 pontos

      Já disse antes num outro post do Mario: É o Cidadão Kane dos jogos de console!
      Mudou a narrativa do produto videogame audiovisual como um todo, tanto dos jogos em si como da relação jogador-console: Mudou a trilha sonora que antes era só um complemento e não fazia parte da narrativa dos jogos. Mudou a dinâmica do jogador com o jogo através da interação com o cenário. Mudou a progressão para algo muito mais complexo do que havia no mercado, embora ainda parecesse simples de utilizar. Mudou aspectos técnicos que ampliaram a imersão geral do jogador com a obra. E, pra coroar tudo, criou um ícone, o maior da história dos videogames e um dos maiores da cultura pop e do entretenimento de todos os tempos. E ainda assim devo estar esquecendo alguma coisa que Super Mario Bros fez.

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      gus_sander · 2 meses atrás · 3 pontos

      Mario realmente veio pra revolucionar.

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      old_gamer · 2 meses atrás · 3 pontos

      Foi o jogo que mudou a história do vídeo game, simples assim : )

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  • 2018-08-14 08:38:33 -0300 Thumb picture

    Combo#96 [Master System] (1986): TransBot & Astro Warrior

    Conhecido também por Astro Flash, é um jogo shoot ‘em up horizontal inspirado nos quadrinhos e animações da série Transformers. O computador DALAUS quer criar um novo império após a guerra nuclear de 2000 e cabe a nossa nave impedir isso. Os power-ups nos permite escolher uma letra, de A a G, cada uma fornece um novo poder fogo a nossa nave e algumas delas a transforma em robô. - O jogo é divertido e muito bonito, com efeito de progressão bem feitos. Os poderes e o esquema de power-up são legais e vem com uma boa frequência, mas eles possuem munição limitada. O jogo também é justo, dando uma barra de vida para o jogador resistir a tiros e ele se passa em 2 ambientes, na superfície e no subterrâneo, onde encontramos o chefe.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O outro jogo de shoot ‘em up para o Master System é com rolagem vertical. Nossa nave deve invadir o Império Estelar demoníaco e destruir todos os inimigos e chefes que aparecem no caminho. Destruindo os objetos quando sobrevoamos a superfície da nave mãe, os power-ups aparecem. Eles vão aumentar a velocidade da nave, aprimorar o tiro e por fim, adicionar uma esfera de energia que te auxilia no poder de fogo. O jogo possui apenas 3 cenários distintos e cada um deles conta com um chefe no final. - Mais um jogo de nave aparentemente genérico. Ele possui trilhas sonoras bem gostosas de ouvir, mas tirando isso, não apresenta nenhuma particularidade interessante. Com power-ups no último nível, os chefes morrem com muita facilidade.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Astro Warrior

    Plataforma: Master System
    131 Jogadores
    3 Check-ins

    43
  • 2018-08-13 08:49:36 -0300 Thumb picture

    #96 - Fantasy Zone [Master System] 1986

     Inspirado pelo Twin Bee da Konami, a Sega também trabalha no seu jogo Cute ‘em up. O jogo saiu inicialmente nos Arcades e logo foi portado para o novo videogame dela, o Master System, onde fez bastante sucesso. Temos aqui, o primeiro mascote da Sega, a nave colorida Opa-Opa, que deve proteger a Zona da Fantasia de uma invasão de monstros de outra dimensão. O objetivo é destruir todos as bases inimigas para enfrentar um chefe depois. São 8 fases disponíveis no jogo e na última, temos de enfrentar todos os chefes e mais o boss final para concluir o game. Os power-ups do jogo devem ser comprados nas lojas que aparecem esporadicamente, mas a maioria deles possuem tempo limitado para uso.

     - O jogo possui um visual super colorido e tudo nele é muito fofo. Um dos grandes charmes de Opa-Opa é que quando ele está no chão, a nave cria pernas e começa a andar. A trilha sonora do jogo é incrível. Cada música é única e muito divertida, principalmente a da primeira fase. Apesar do visual infantil, o jogo é bastante difícil. A questão dos power-ups temporários é a coisa mais absurda do game, pois eles são caros e devem ser usados no momento que saímos da loja, nem dá tempo de usar no chefe. Alguns chefes também são bem difíceis para um jogo voltado ao público infantil. Mas com prática, você consegue progredir bem, mas temos que estar atento a dinâmica de rolagem de tela durante as fases, pois alguns inimigos se movem junto com a tela.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Fantasy Zone

    Plataforma: Master System
    154 Jogadores
    7 Check-ins

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