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  • 2018-09-24 08:35:35 -0300 Thumb picture

    Combo#107 [NES] (1987): The Magic of Scheherazade & Digital Devil...

    ...Story: Megami Tensei

     Ambientado no universo de Mil e Uma Noites, controlamos o descendente do mago Isfa e sua missão é viajar no tempo, em 5 eras distintas, para resgatar a princesa Scheherazade, suas três irmãs e seu pai do feiticeiro Sabaron. O jogo mistura RPG de ação, como em The Legend of Zelda, com combates em turnos, estilo Dragon Quest II. Podemos trocar de classes, comprar itens e aprender magias, além de evoluir e chamar diferentes personagens para a sua equipe. - Um jogo muito interessante e com uma série de propostas bem diferentes. A jogabilidade e a trilha sonora são boas, assim como o enredo do jogo e o lance de viajar no tempo. O ponto negativo do jogo é justamente as batalhas por turnos, que quebra o ritmo dos combates em ação.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Baseado no romance de Aya Nishitani, a Atlus cria um jogo de RPG em primeira pessoa para o Famicom. Os estudantes Nakajima e Yumiko se unem para destruir as criaturas do mundo dos demônios, Makai, comandadas por Lúcifer. Makai é um calabouço único em formato de labirinto com algumas regiões povoadas por moradores que vão ajudar os estudantes durante a jornada. O grande diferencial do jogo é o seu sistema revolucionário de negociação com os inimigos, capaz de trazer diferentes demônios para integrar sua equipe e lutar ao seu lado. - Um jogo com belíssimos gráficos e sprites de alta qualidade. A trilha sonora também é legal e a história bacana, mas esse esquema de navegar por labirintos em primeira pessoa é complicado. Além de ser fácil se perder, os demônios do começo são bem difíceis.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Digital Devil Story: Megami Tensei

    Plataforma: NES
    43 Jogadores
    14 Check-ins

    38
  • 2018-09-20 08:31:46 -0300 Thumb picture

    #107 - Dragon Quest II [NES] 1987

     Com o grande sucesso de Dragon Quest, a Enix lança no ano seguinte o segundo jogo da série. A história se passa 100 anos após os eventos do primeiro jogo e o nosso personagem, o príncipe de Midenhall, tem a missão de derrotar o feiticeiro maligno Hargon, logo após ele ter destruído o reino de Moonbrooke. Diferente do primeiro jogo, podemos ter 3 personagens na nossa equipe, que são os primos do príncipe. Além disso, os combates também passaram a aceitar mais de um inimigo por vez. O mapa do jogo ficou muito maior, dando bastante foco na exploração, em especial quando se pega o barco. A história foi mais bem trabalhada e há também uma maior variedade de itens e magias. O jogo foi um grande sucesso no Japão e só trouxe melhorias.

     - O jogo conserta todos os problemas encontrados no jogo anterior. É muito mais fácil subir o nível e os combates são muito mais equilibrados. Não demora muito para você já começar a explorar o mapa, que por sinal, é gigantesco. Tão grande que chega a ter o mapa do primeiro jogo inteiro, em versão reduzida, em um continente separado. Os gráficos não sofreram grandes mudanças e os combates perderam o cenário de fundo, mas todos os novos elementos do jogo são todos bem vindo, em especial ver a sua equipe caminhando junto a ti. Os comandos de porta e escadas foram removidos e durante os combates, nosso personagem pode se defender. Já deu para notar que serão mais horas e horas explorando e jogando este game.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Dragon Quest II

    Plataforma: NES
    50 Jogadores
    1 Check-in

    43
  • 2018-09-19 08:55:56 -0300 Thumb picture

    Golden Joystick Awards de 1987

    Medium 3672223 featured image

    Jogo do ano: Gauntlet (C64) venceu de Uridium e Space Harrier.

     Este incrível para 4 jogadores no Arcade recebeu ports espetaculares para os computadores, alguns inclusive com multiplayers. Podemos escolher o guerreiro, mago, arqueiro ou a amazona para explorar várias salas em labirintos repletos de criaturas.

    Jogo mais original: Sentinel (BBC) venceu de Trap Door e Trivial Pursuit.

     O BBC Micro foi capaz de renderizar um dos primeiros jogos onde o jogador entra em uma realidade virtual. O jogo é em primeira pessoa e devemos percorrer um cenário aberto poligonal evitando ser visto pelos sentinelas.

    Jogo de aventura: The Pawn (A8b) venceu de Lord of the Rings e Heavy on the Magick.

     Um jogo de texto interativo onde temos que escapar da terra das fadas chamada Kerovnia. Algumas versões do jogo contam com uma boa música e cenários bem detalhados, porém, isso é apenas estético, pois a maioria das telas não dão dicas de como prosseguir na história.

    Jogo de estratégia: Vietnam (PCB) venceu de Johnny Reb II e Silent Service.

     O terceiro jogo de estratégia da Micro Prose agora é ambientado na Guerra do Vietnã e seu bizarro equilíbrio de poder, tecnologia e desafios únicos. O jogo consegue simular dia e noite, clima, terrenos, formação, entre outros.

    Jogo estilo Arcade: Uridium (ZXS) venceu de Gauntlet e Ghosts ‘n Goblins.

     O Sistema Solar está sob ataque dos inimigos Dreadnoughts e nossa nave tem a missão de passar pelos 15 planetas e destruir o chefe de cada um. O jogo simula um efeito de paralaxe bem interessante para a limitação do computador.

    Melhor trilha sonora: Sanxion (C64) venceu de Knucklebusters e Star Glider.

     Um side scrolling tradicional e muito bonito, mas seu grande destaque vai para a trilha sonora, que traz uma música eletrônica com várias nuances. Rob Hubbard conseguiu fazer uma faixa com cerca de 5 minutos de duração com qualidade de Arcade.

    Empresa de jogos: Elite Systems venceu de U.S. Gold e Hewson Consultants.

     Fundada em 1984, a empresa já chegou fazendo grande sucesso, pois era responsável por converter grandes sucessos dos Arcades para os computadores domésticos, além de criações próprias que venderam bastante.

    Programador de jogos: Andrew Braybrook venceu de Chris Butler, Stephen Crow.

     Andrew começou a programar em 1979 em COBOL e criou vários jogos pequenos para computadores pessoais. Logo que viu seu potencial, fundou a empresa Graftgold junto com Steve Turner em 1983. Seu maior trabalho foi o jogo Pararoid.

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    37
  • 2018-09-18 15:41:57 -0300 Thumb picture

    Combo#106 [NES] (1987): Faxanadu & Getsu Fuuma Den

    O segundo jogo da série Dragon Slayer, Xanadu, teve sua versão para o Famicom da Nintendo. Controlamos um andarilho que volta para sua cidade e a vê destruída. O rei desta cidade élfica deposita suas últimas esperanças no seu personagem para destruir o Evil One e dizimar os anões que foram transformados em monstros. O jogo mistura plataforma com elementos de RPG, assim como em Zelda II: Adventure of Link, porém, de maneira mais trabalhada. O jogo se passa em 4 grandes áreas da Árvore do Mundo. - Um jogo espetacular, com visual bem detalhado e trilha sonora interessante. Os elementos de RPG são um destaque para este tipo de jogo, mas o combate é bastante limitado, aumentando bastante sua dificuldade.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     O rei demônio Ryūkotsuki derrota 2 dos 3 irmãos Getsu e engloba o mundo em trevas. Nosso personagem é o irmão mais novo, Fūma, que deve recuperar as 3 espadas espirituais e adentrar o covil do rei demônio. O jogo apresenta 3 perspectivas. No mapa, temos a visão de cima e podemos escolher entrar em casas para comprar itens ou em áreas de ação, que por sua vez, tem a visão lateral com rolagem de tela. Na masmorra principal, temos uma visão nas costas do personagem dentro de um labirinto. - Um jogo extremamente bonito e com músicas legais. Ele é meio difícil, uma vez que os inimigos não param de vir, mas a jogabilidade e a facilidade de recuperar a barra de vida conseguem equilibrar isso.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Faxanadu

    Plataforma: NES
    67 Jogadores
    5 Check-ins

    51
    • Micro picture
      old_gamer · 3 meses atrás · 3 pontos

      São dois bons jogos de nes, o Getsu Fuuma foi lançado somente no Japão, consegui este jogo completo faz uns dias, a caixa do jogo é muito interessante, tem um adesivo holográfico como arte da caixa.

      1 resposta
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      porlock · 3 meses atrás · 2 pontos

      a foto do faxanadu me lembrou muito o nosferatu do snes.

      1 resposta
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      gus_sander · 3 meses atrás · 2 pontos

      Gostei de ambos, apesar do primeiro me deixar com um pé atrás, já que o Zelda II foi bem complicado pra mim, até onde joguei :p

      2 respostas
  • 2018-09-17 08:42:47 -0300 Thumb picture

    #106 - Zelda II: The Adventure of Link [NES] 1987

     Com o enorme sucesso de The Legend of Zelda, a Nintendo se apressou para lançar o segundo jogo da série. A princesa Zelda é enfeitiçada por uma magia que a faz dormir eternamente e cabe a Link, o guardião da Triforce da coragem, coletar os 6 cristais espalhados pelos templos em Hyrule e despertar a princesa. O jogo alterna entre dois modos. Para explorar o mapa, temos uma visão aérea. Dentro dos templos, vilas, cavernas e combates temos uma visão lateral. Temos uma mistura de plataforma estilo Super Mario Bros. e elementos de RPGs, como upgrade de level, magias e combates aleatórios. Apesar da mudança radical, o jogo foi bem aceito na época e vendeu bastante no ano que foi lançado.

     - É um jogo com uma pegada bem diferente do antecessor, que antes visava mais a exploração e descobrimento de enigmas. A trilha sonora do jogo continua espetacular e os gráficos são bem coloridos, porém, pobres em detalhes. O combate do jogo ficou muito mais elaborado, explorando ataques e defesa, em pé ou agachado, além do pulo para acertar alguns inimigos aéreos. Além dos itens que dão habilidades permanentes a Link, temos uma lista de magias que dão ainda mais opções ao jogador. A dificuldade do jogo é alta e possui sistema de vidas, como nos jogos mais tradicionais de plataforma. O que mais me incomoda é o tamanho da espada de Link, que é curta demais e dificulta muito o combate.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Zelda II: The Adventure of Link

    Plataforma: NES
    1253 Jogadores
    28 Check-ins

    48
    • Micro picture
      l_perugia · 3 meses atrás · 4 pontos

      Zelda II, mais conhecido como a ovelha negra da família

      2 respostas
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      joanan_van_dort · 3 meses atrás · 3 pontos

      Esse jogo é FABULOSO! E realmente afasta aqueles que não estão acostumados com grandes dificuldades em Zelda, por isso ele é tido como o pior jogo da série por algumas pessoas (na minha opinião esse posto é do Windwaker).
      A trilha sonora dele é magnífica e o sistema de batalhas é muito bem feito, mas injusto muitas vezes, exigindo perícia clínica e cirúrgica do jogador, o que toma tempo e muita paciência.
      Pra mim o ponto fraco está exatamente no sistema de exploração. É muito comum ter que ir à lugares extremamente perigosos pra conseguir um item que será usado uma única vez e nunca mais. Ou então conseguir algum gadget nas dungeons que também são usados raramente. Esse tipo de coisa faz com quê o sistema de exploração seja simplesmente ignorado muitas vezes, uma vez que, a não ser chaves e itens-chave, o resto é completamente desnecessário, pois não há nem a recompensa ou a satisfação de ter aquele item no inventário. Eu como adorei o jogo explorei MESMO. Fui à todos os cantos possíveis do jogo dentro e fora dos palácios! =D
      E o grind. Ah! O grind... isso realmente me aborreceu nesse jogo. É trabalhoso e demorado, cansativo, mas necessário pra não ficar voltando toda hora para o palácio inicial.
      Se tem um "dark souls 8 bits", com certeza é esse Zelda xD

      6 respostas
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      porlock · 3 meses atrás · 2 pontos

      não conhecia esse...

      3 respostas
  • 2018-09-14 09:50:14 -0300 Thumb picture

    Combo#105 [MS-DOS] (1986): King's Quest III & Space Quest: Chapter I

    Após o sucesso dos 2 jogos anteriores, Roberta Williams da Sierra On-Line cria o terceiro de aventura com gráficos. Controlamos o jovem Gwydion que mora na casa do feiticeiro maligno, Mannanan. O objetivo do jogo é escapar desta casa e salvar sua irmã do outro lado do mar de um dragão de 3 cabeças. As ações do jogo é dada por comandos digitados e podemos mover nosso personagem livremente pelo cenário. Algumas magias vinham escritas apenas no manual que serviu como um método antipirataria. - Um jogo belíssimo com uma história muito bem contada, porém, o jogo é frustrante. Sem um guia, é quase impossível saber os comandos ou identificar os itens e objetos interativos pelo cenário. Qualquer movimento errado ocasiona morte ou penalidade.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Seguindo este novo molde para jogos de aventura, conhecido como AGI, a Sierra lança um jogo mais bobo e divertido com temática espacial. Controlamos um tripulante da equipe de limpeza e percebe que vários outros astronautas foram assassinados por alienígenas. Nossa missão de imediato é fugir da nave e depois explorar o planeta Kerona. Podemos mover nosso personagem pelo cenário e interagir com alguns objetos através de comandos. - Este jogo também é bastante complicado, requer comandos bem específicos e alguns deles estão no manual. Logo no início do jogo, a situação é grave e desesperadora. Algumas salas dessa nave não tem propósito nenhum e isso é uma baita falha.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    King's Quest III: To Heir Is Human

    Plataforma: PC
    8 Jogadores

    42
  • 2018-09-13 08:33:15 -0300 Thumb picture

    #105 - Starflight [MS-DOS] 1986

    No ano de 4620, habitantes do planeta Arth descobrem que o mineral Enderium pode ser usado como combustível para suas naves espaciais. Terminada a nuvem de radiação deixado pelo Velho Império, começamos o jogo na estação espacial. Aqui, podemos criar nossos personagens com diferentes raças e definir a função de cada um, como engenheiro, médico, capitão, etc., assim como comprar equipamentos para nossa nave. Este jogo foi desenvolvido por apenas 5 pessoas e tiveram a ambição de criar uma galáxia com 270 sistemas solares com até de 8 planetas cada um, sendo assim, o jogo é capaz renderizar mais de 800 planetas aleatoriamente com sua própria estrutura, gravidade, tamanho e seres vivos. Este foi o primeiro jogo de computador a vender mais de 1 milhão de cópias.

     - Este jogo está muitos anos a frente de seu tempo. Assim como o jogo Elite de 1984, ele permite uma exploração espacial livre entre vários sistemas. Podemos aterrissar em cada planeta para tentar coletar recursos, minérios, praticar diplomacia com habitantes nativos ou tentar colonizar a descoberta. É possível também participar de combates interestelares contra outras naves, mas para isso, deve-se estar bem equipado para não ser destruído. O gerenciamento de recursos e pessoas é constante e deve ser definida uma ação para cada tripulante da nave. Além de tudo, o jogo possui gráficos incríveis e bem coloridos, além de uma enorme variedade de planetas e raças. Um manual ou guia é extremamente necessário para este jogo.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Starflight

    Plataforma: PC
    3 Jogadores

    37
    • Micro picture
      kipocalia · 3 meses atrás · 2 pontos

      Esse jogo é o que No mans sky não conseguiu ser huehue

      3 respostas
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      gus_sander · 3 meses atrás · 2 pontos

      Esse aqui me interessou de tal maneira... Já tô colocando ele aqui pra dar uma jogada assim que dispor de mais tempo. Estou muito curioso pra ver o resultado desse game... E ter sido lançado naquele tempo ainda!

      2 respostas
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      porlock · 3 meses atrás · 2 pontos

      caraio... 5 estrelas... deve ser bom mesmo...
      parece muuuuuito interessante.

      3 respostas
  • 2018-09-12 09:38:41 -0300 Thumb picture

    Consoles de menor expressão da segunda geração

    Medium 3670300 featured image

    Antes do Atari 2600 chegar ao mercado, em janeiro de 1977, a RCA lança o seu console baseado em cartuchos, o Studio II é lançado com jogos em preto e branco e bem inferiores aos do Fairchild Channel F e foi descontinuado no ano seguinte. Ainda em 1977, a parceria Bally e Midway criam o Astrocade, trazendo um controle confortável, jogos coloridos e ports de alguns sucessos dos Arcades. Só deixou o mercado em 1985. Com o sucesso de seu primeiro console, o TV Fun, a APF lança, em 1978, o MP-1000, com controles destacáveis e teclado numérico. A Imagination Machine, lançada em 1979, transformava o MP-1000 num computador, mas o custo ficou alto e ambos perderam mercado.

     Ainda em 1978, a britânica Interton lança o VC 4000. Um console todo preto e moderno, com jogos coloridos e cheios de ação, mas foi encerado em 1983. O resto da Europa recebeu uma variante do mesmo videogame, o Acetronic MPU 1000 desenvolvido pela Audiosonic. No Japão, em 1979, a Bandai continua sua linha de consoles de mesa com o Super Vision 8000. Usava cartuchos e trazia jogos bem simples com apenas 2 opções de cores. Foi abandonado em 1983. Ainda no oriente, a Epoch lança o Cassete Vision em 1981. O aparelho é totalmente diferente dos convencionais, pois os controles ficavam presos ao console. Os jogos eram bem coloridos e detalhados. Em 1983, uma versão com custo reduzido é lançado, o Cassete Vision Jr.

     Testado em 1981 e lançado no ano seguinte, o CreatiVision da VTech foi lançado como um híbrido entre computador e videogame e lembrava bastante o Intellivision, mas foi descontinuado em 1985. O Arcadia 2001, lançado em 1982 pela Emerson Radio foi um dos consoles mais populares dentre os obscuros. Vários países receberam clones do aparelho, inclusive o Japão, produzidos pela Bandai. E falando na terra do sol nascente, alguns outros consoles baseado em cartuchos com gráficos simples foram lançados em 1983, como o Compact Vision TV-Boy com seu manche gigante preso ao console e o Pyuuta Jr. que vinha com um teclado completo e controles com disco como o do Intellivision, mas foram rapidamente esquecidos com a chegada dos consoles da terceira geração.

     Os cartuchos chegaram também aos portáteis e em 1981 a Mattel lança o Children’s Discovery System, uma espécie de mini computador com visor embutido e diversos jogos educacionais. Seguindo modelo de cartuchos do Microvision, a Entex lança o Select-A-Game em 1981, que oferecia jogos simples para 2 jogadores. Logo o projeto foi abandonado e no ano seguinte veio o Adventure Vision, uma espécie de Arcade tabletop que gerava jogos de ação em uma tela toda vermelha. Permitia 2 jogadores e vendeu relativamente bem. Outros portáteis com jogos utilizando tela de LCD, similar a do Game & Watch, foram lançados em 1983, como o Super Micro da Palmtex e os Gamate 3D e Variety da VTech.

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    51
  • 2018-09-11 08:47:48 -0300 Thumb picture

    Combo#104 [NES] (1986): The Goonies & Adventure Island

    Baseado no sucesso dos cinemas, Os Goonies, a Konami cria um jogo de plataforma onde controlamos Mike e nosso objetivo é coletar as 3 chaves e um Goonie para prosseguir a próxima fase. Esses coletáveis estão escondidos dentro das portas com uma caveira e para abri-las, devemos usar uma bomba. Os inimigos mais comuns do jogo são ratos e Jake Fratelli, que ataca usando notas musicais. O jogo apresenta poucas fases que vai se repetindo infinitamente. - Um jogo muito divertido e gostoso de jogar. A trilha sonora é bem animada e a jogabilidade de Mike é fácil de dominar. Para se dar bem no jogo, é preciso senso de direção, pois algumas fases são um verdadeiro labirinto.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     A Hudson Soft começou a desenvolver o porte de Wonder Boy para o console da Nintendo, porém, não conseguiu os direitos com a Escape, que desenvolveu o jogo do Arcade. Com isso, algumas coisas da história e trilha sonora foram alteradas para que fosse lançado para o Famicom. A mecânica do jogo continua a mesma, onde temos que coletar as frutas pelo caminho para evitar que a barra de energia se esgote. O design das fases também são idênticas a versão do Arcade. - O jogo continua divertido e bastante desafiador, pois qualquer esbarrão nos inimigos, Master Higgins perde uma vida. A nova trilha sonora para este jogo ficou fantástica e divertida. O jogo flui muito bem e tudo é muito colorido e detalhado.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Adventure Island

    Plataforma: NES
    418 Jogadores
    7 Check-ins

    48
    • Micro picture
      volstag · 3 meses atrás · 3 pontos

      Eu não sabia que tinha Goonies 1 pra Nes, só joguei o 2.
      Adventure Island é melhor do que Wonderboy, apesar de ser um jogo modificado, mas prefiro ele.

      2 respostas
    • Micro picture
      joanan_van_dort · 3 meses atrás · 2 pontos

      Tem jogo dos Goonies? Caramba! Mais um pra lista! hahaha
      Adventure Island eu detesto... blé

      5 respostas
    • Micro picture
      manoelnsn · 3 meses atrás · 2 pontos

      Master Higgins! Adoro o segundo jogo pro nes!

      1 resposta
  • 2018-09-10 09:21:39 -0300 Thumb picture

    #104 - Kid Icarus [NES] 1986

     Palutena, Deusa da Luz, transforma a deusa da escuridão, Medusa, em um monstro e a manda para o submundo. Medusa então se vinga e rouba os 3 tesouros sagrados, além  de transformar os soldados de Palutena em pedra. Em um último suspiro de esperança, um arco e flechas são enviados a nosso herói, Pit, um anjo guerreiro que deve percorrer os 3 mundos para salvar a Deusa da Luz. O jogo tem scrolling vertical e ao alcançar o limite horizontal da tela, atravessamos para o outro lado. Pit deve juntar corações para poder comprar itens nas várias lojas espalhadas pelas fases. O jogo se passa em 3 cenários, submundo, Terra e céu e cada um deles conta com um chefe final. Podemos equipar vários itens e melhorar as habilidades de Pit durante o jogo, mecânica similar a do jogo Metroid.

     - A temática do jogo é muito interessante, pois tudo é inspirado no cenário da Grécia Antiga. A trilha sonora do jogo é muito divertido e bem ambientada. A jogabilidade de Pit é boa, mas o jogo pesou bastante a mão na questão da dificuldade. Os inimigos vêm aos montes e o design das fases exigem bastante a performance no salto. A pior parte é que quando a gente sobe a tela, o chão vira um buraco mortal. Há diversos itens no jogo para comprar, mas juntar corações neste jogo não é uma tarefa muito fácil, pois os itens são bem caros. O jogo trabalha com passwords, o que já facilita na questão de prosseguir com a aventura durante o dia. Apesar da dificuldade do jogo, ele é muito simpático e divertido.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Kid Icarus

    Plataforma: NES
    345 Jogadores
    10 Check-ins

    41
    • Micro picture
      porlock · 3 meses atrás · 2 pontos

      e esse personagem com cara de turma da monica? kkkkkkk

      3 respostas
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      leandro · 3 meses atrás · 2 pontos

      Esse é clássico

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    • Micro picture
      thecriticgames · 3 meses atrás · 2 pontos

      Bem da hora e inusitado Kid Icarus, se não me engano ele foi produzido ao mesmo tempo que Metroid e com algumas das mesmas pessoas alternando entre as equipes, mas de certo lembro que faltou gente pra fazer o jogo e o diretor perdeu a lua de mel dele pra finalizar a programação do game kkk

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