historia_dos_games

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  • 2018-03-27 09:08:03 -0300 Thumb picture

    Combo#56 [Atari 2600] (1983): Robot Tank & Seaquest

    Um jogo que parece ser um porte do jogo Battlezone de 1980 para o Atari 2600, mas ele possui características bem mais avançada. Se trata de uma batalha de tanques onde nosso objetivo é destruir 12 tanques para passar para o próximo nível. O jogo possui passagens de dia e clima que alteram bastante o gameplay, como no Enduro. Além disso, partes de habilidade do nosso tanque podem ser destruídas separadamente, como o radar, a mira, a locomoção e o próprio canhão. - Mais um jogo muito bom da Activision. O combate aqui é muito tenso, pois não podemos perder partes do nosso tanque, pois dificulta muito a coisa, o efeito 3D neste jogo foi transmitida de forma primorosa.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Outro jogo da Activision. Controlamos um submarino (que mais parece um cara nadando) que deve resgatar os humanos de um mar repleto de peixes assassinos e pequenos submarinos inimigos. Temos um limite de pessoas que podemos carregar e também um contador de oxigênio, então, sempre que possível, devemos ir para a superfície para recuperar o ar deixar alguns tripulantes são e salvos. - Joguinho simples e divertido, com mecânicas novas bem interessante e viciante. É um jogo bem tranquilo para se jogar, mesmo sendo de ação constante. O pôr do sol é espetacular, mas o resto dos gráficos são bem simples. A pouca variação que o jogo apresenta deixa ele um tanto monótono.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Seaquest

    Platform: Atari 2600
    662 Players
    16 Check-ins

    41
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      msvalle · about 2 years ago · 2 pontos

      Não conheci Robot Tank, mas Seaquest joguei bastante hehe

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      old_gamer · about 2 years ago · 2 pontos

      Seaquest é muito bom.

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      porlock · about 2 years ago · 2 pontos

      joguei mto seaquest, mais conhecido apenas como submarino... kkkkkkkkkkkkkk
      mas viciado mesmo é o @felipemarx. ele fez uma live desse jogo e fez caralhocentos pontos.. kkkkkkkk

      2 replies
  • 2018-03-26 09:22:40 -0300 Thumb picture

    #56 - Enduro [Atari 2600] 1983

     Bem vindos a 1983, um ano de grandes jogos, principalmente nos Arcades. Mas vamos iniciar com um jogo para a renomada plataforma Atari 2600. Jogo de corrida com perspectiva 3D da Activision, um dos poucos exemplares nesse estilo para o videogame. Controlamos um possível carro de Fórmula 1 e nosso objetivo é ultrapassar 200 carros no primeiro dia e 300 nos dias seguintes dentro de um limite de tempo. Além dos gráficos, o grande diferencial do jogo é a sua progressão. O clima vai se alterando, mudando bruscamente o gameplay, como noite e neblina, que atrapalha a visibilidade, e neve, que dificulta as curvas. Mecânica similar a apresentada em Turbo de 1981.

     - Outro jogo viciante e genial da Activision. O controle é simples, onde pressionamos o botão para acelerar e o manche para virar e frear. Controlar a velocidade no jogo é o principal, pois quando batemos, vários carros nos ultrapassam. Os oponentes não se movem pela pista e só podem estar em 3 posições da rua, permitindo ao jogador acelerar e grandíssima velocidade. O jogo não exige apenas reflexo, pois quando temos a visibilidade prejudicada, devido a neblina ou à noite, temos que prestar bastante atenção nos faróis dos carros, pois o vermelho é sempre o do meio. Os efeitos sonoros são simples, mas é recompensado pela simplicidade da jogabilidade e a beleza de seus gráficos.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Enduro

    Platform: Atari 2600
    2214 Players
    30 Check-ins

    52
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      lgd · about 2 years ago · 4 pontos

      Mês passado consegui bater meu recorde pessoal de sobreviver até o 4º dia rsrs adoro este jogo, é um dos primeiros games que vi, mas jogo muito mal.

      2 replies
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      old_gamer · about 2 years ago · 4 pontos

      Jogão até hoje !

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      cleitongonzaga · about 2 years ago · 4 pontos

      Jogava muito esse na infância, mas só fui entender o objetivo há alguns quando peguei pra jogar novamente rs

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  • 2018-03-23 09:10:50 -0300 Thumb picture

    Combo#55 [Arcade] (1982): Tron & Robotron: 2084

    Mais um jogo baseado em filme, mas dessa vez, um clássico dos estúdios Disney que fazia uma homenagem a esse incrível mundo dos jogos e da informática. O jogo era dividido em 4 minigames, que iam aumentando de dificuldade conforme vencemos os desafios. Em um deles, tínhamos que chegar num local específico antes do tempo acabar, mas um monte de inseto atrapalhava a passagem. No outro, tínhamos de alcançar o topo, destruindo uma parede de tijolos. Uma batalha de tanque convencional e a disputa das motos no estilo Blockade. - Foi uma estratégia interessante de fazer o jogo com 4 cenas icônicas do filme, exceto pela batalha de tanque. O visual lembra bem o filme, mas o controle é bem ruinzinho.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     E para concluir o ano de 1982, temos um grande clássico da Williams. Inspirado no jogo Berzerk da Stern, controlamos um pequeno personagem que vive no futuro, ano de 2084. Ele deve resgatar os últimos humanos vivos na tela e também destruir todos os inimigos vermelhos antes que eles extinguem a raça humana. Foi um dos primeiros jogos a utilizar e popularizar o controle com 2 manches, onde um controlava o personagem e o outro a direção dos tiros. - Estamos diante de um joguinho extremamente divertido de jogar. Fica uma embolação maluca na tela, mal dá para ver o seu personagem, mas a jogabilidade te permite sair dessa enrascada e vencer várias telas. Sons de qualidade e uma inacreditável quantidade de sprites simultâneos e se movendo pela tela.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Robotron: 2084

    Platform: Arcade
    5 Players

    36
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      darlanfagundes · about 2 years ago · 2 pontos

      Não conheço nenhum dos dois! Eu gostava muito de Tron, o filme...mas só conheci ele quando eu tinhas uns 17 anos...

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      msvalle · about 2 years ago · 2 pontos

      Joguei esse TRON no Arcade, foi um sonho realizado na época.

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      porlock · about 2 years ago · 2 pontos

      taporra... preciso jogar akele tron.

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  • 2018-03-22 08:57:36 -0300 Thumb picture

    #55 - Q*Bert [Arcade] 1982

      A gigante das máquinas de pinball, Gottlieb, começa a fazer jogos eletrônicos no início dos anos 80. 2 anos depois, Warren Davis cria um jogo revolucionários e de grande sucesso. Se trata de um dos primeiros jogos de plataforma com visão isométrica. Controlamos uma simpática criatura que deve pular em todos os cubos para deixar todos da mesma cor. Diferentes inimigos vão te caçar pela tela e devemos fugir constantemente, pois qualquer esbarrão, você perde uma vida. Há discos nas laterais da pirâmide para servir de atalho e chegar ao topo, enganando alguns inimigos também. O jogo possui uma voz sintetizada para uma frase que ele fala no começo do jogo, mas é incompreensível.

     - Eita jogo difícil. Apesar de ter uma mecânica simples, a visão isométrica te deixa muito confuso. O mais comum de acontecer é se atrapalhar com os botões e se jogar do penhasco ou contra um inimigo. Já não bastasse isso, tem inimigos que caminham por um plano de perspectiva diferente do seu, sendo ainda mais difícil prever seus movimentos. Uma coisa que curti demais é o palavrão que Q*Bert fala quando algo o toca: @!#?@!, representa de forma fiel a sensação que sentimos quando erramos. O jogo tem poucas cores, mas elas variam muito bem nas fases e os efeitos sonoros também são muito bem feitos.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Q*Bert

    Platform: Arcade
    7 Players

    42
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      joanan_van_dort · about 2 years ago · 2 pontos

      Essa série é muito bacana! Os jogos posteriores (ou ports pra outras plataformas) possuem uma mecânica mais estruturada e dá pra jogar melhor. Mesmo assim ainda é bem difícil.
      Outra coisa que me fascina é como o Q*Bert é carismático. Mas não isso e sim o fato de não terem usado todo o potencial que esse carisma tinha para diversas coisas comerciais e até mesmo outros jogos sequenciais. Teve um desenho... que meh. E só =(

      1 reply
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      porlock · about 2 years ago · 2 pontos

      esse eu ateh conhecia de nome.. mas nunca joguei.

      2 replies
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      msvalle · about 2 years ago · 2 pontos

      Esse é bem divertido, mas como você falou, às vezes a perspectiva atrapalha.

      3 replies
  • 2018-03-21 08:53:25 -0300 Thumb picture

    Atari 5200: Um fracasso comercial para a Atari

    Medium 3612314 featured image

    5 anos depois do lançamento do lendário Atari VCS, os fãs da Atari estavam ansiosos para ver o próximo videogame da gigante dos games. Aos poucos, a própria Atari divulgava informações do seu novo console na sua revista própria revista, a Atari Age. O protótipo do console era conhecido como Atari Video System X, sob o codinome de “Pam”. O console parecia promissor e teria um design simplificado e moderno, mas o pessoal queria mesmo era ver os jogos, pois a ideia era ser um concorrente do Intellivision e ColecoVision. Quase no final do ano, em novembro de 1982, a Atari lança o Atari 5200 em solo americano. Para o nome fazer sentido, o Atari VCS foi renomeado para Atari 2600, metade do número do novo aparelho.

      O novo console de segunda geração era gigantesco. A parte superior era lisa com uma faixa branca e alguns detalhes no plástico preto. Havia apenas a entrada para cartuchos e um botão para ligar o videogame na parte superior. Possuía entradas para até 4 controles, algo muito incomum e tanto inútil para a época. Por dentro, ele era muito similar aos computadores Atari 400 e 800, inclusive os mesmos chips gráficos e sonoros, porém, eram sistemas incompatíveis. A CPU era um MOS Technology 6502C de 1,79 MHz, 16 KB de memória RAM, 4 canais de som e capacidade de 256 cores, sendo 16 simultaneamente na tela. O preço do novo aparelho chegou bastante salgado, US$ 270,00, bem acima da média.

      Os controles seguiam a tendência de teclas numéricas com um manche. Temos 2 botões de ação de cada lado e teclas extras, como reset, start e pause, muito mais conveniente do que ter de levantar para acessar essas funções no videogame. Já no lançamento, o controle foi muito criticado, pois seu manche não respondia bem e não voltava para o centro. Foi considerado um dos piores controles da história. Os cartuchos eram ligeiramente maiores que seu antecessor, com uma pequena arte, o nome do jogo e a plataforma descritas na parte da frente. Era possível guardar vários cartuchos numa partição que o console possuía em sua traseira. Meio inútil, mas estava lá.

      Os jogos do Atari 5200 foi mais um dos pontos mais criticados. O novo console não tinha retrocompatibilidade com os cartuchos do Atari 2600 e isso foi um fator decisivo para o fracasso do aparelho, pois a plataforma ainda era forte e recebia jogos de alto nível, pelo menos os da Activision. A primeira leva de jogos eram portes bem fiéis aos clássicos dos Arcades, como Qix, Space Invaders e Pac-Man, que ficaram perfeitos. Jogos originais, em sua maioria, eram de esporte. Figuras humanas e detalhes coloridos tornavam os jogos agradáveis aos olhos. Os outros títulos eram versões melhoradas de jogos do Atari 2600, ou seja, pouca coisa do catálogo era algo realmente novo.

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    67
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      old_gamer · about 2 years ago · 5 pontos

      O único que joguei foi o 2600.

      1 reply
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      natnitro · about 2 years ago · 8 pontos

      Tenho até hoje um Atari 2600 sixer, daqueles do painel que imita madeira que foi fabricado em 1986 e mesmo com preço nas alturas, o 2600 foi o blockbuster da época e parece que depois dele não teve nenhum outro tão relevante mesmo e a Atari foi só perdendo espaço, já que o Nes chegou fazendo um estrago geral e o pessoal da Atari não conseguiu mais acompanhar a Nintendo...

      4 replies
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      porlock · about 2 years ago · 7 pontos

      acho q ninguem aqui no brasil pos as maos nele, na epoca...
      eu mesmo soh soube de sua existencia decadas depois..

      5 replies
  • 2018-03-20 11:55:00 -0300 Thumb picture

    Combo#54 [Atari 2600] (1982): Dragonstomper & Raiders of the Lost Ark

      Estamos diante de um dos primeiros RPGs para console. Controlamos um caçador de dragões e nossa missão é matar um deles e recuperar o amuleto mágico para o rei. O jogo era dividido em 3 partes: a região selvagem, a vila dos oprimidos e a caverna do dragão. Elas eram vendidas em 3 fitas cassetes separadas e era necessário ter o cartucho Supercharger, que fazia interface entre gravador e o videogame. - Esse jogo é genial. Conseguiu simplificar os complexos controles de jogos de RPGs para computador para o joystick do Atari VCS. O combate é por turnos e acontece de forma aleatória ou quando investigamos os objetos do cenário. Podemos usar itens e evoluir nosso personagem, ganhando mais força e destreza.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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      Antes do fracassado E.T., Howard Scott desenvolveu outro jogo com uma pegada muito diferente. Ele se baseou no filme Caçadores da Arca Perdida, de 1981 e levou cerca de 7 meses para ficar pronto. Controlamos o aventureiro Indiana Jones que deve navegar por múltiplas telas, trocar e utilizar uma série de itens para chegar na arca, finalizando o game. O joystick 1 controlava o personagem e usava os itens e o joystick 2 escolhia e desfazia dos itens. - Eita jogo complicado. Sem um manual, é impossível progredir, pois o jogo tem item demais e mal dá para identificá-los por causa dos sprites esquisitos. O clima de aventura e exploração foi transmitida de maneira formidável, com música tema no início, mas é um sufoco descobrir o que fazer.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Raiders of the Lost Ark

    Platform: Atari 2600
    91 Players

    37
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      porlock · about 2 years ago · 2 pontos

      caramba... 2 jogos q eu nao conhecia no atari... num eh mto comum isso.. kkkkkkkkkkkk

      1 reply
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      msvalle · about 2 years ago · 2 pontos

      Esse do Indiana Jones era famoso pela sua complexidade hehe

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      andre_andricopoulos · about 2 years ago · 2 pontos

      Ligeira sensação que conferi ambos... e por serem confusos (pelo menos para uma criança)... rapidamente os larguei de lado...

      1 reply
  • 2018-03-19 09:19:47 -0300 Thumb picture

    #54 - E.T. the Extra-Terrestrial [Atari 2600] 1982

      Para embarcar no grandioso sucesso do filme de Steven Spielberg, ET: o Extraterrestre, A Atari pagou entre 20 a 25 milhões de dólares para ter o direito exclusivo de fazer um jogo baseado no filme. Howard Scott Warshaw foi encubido de programar e desenhar o jogo, porém, ele tinha apenas 5 semanas para estourar em vendas na temporada de Natal daquele ano. O resultado foi um jogo extremamente confuso e frustrante, onde controlamos o personagem ET que deve coletar partes do telefone para poder voltar para casa. A mídia especializada citava este como o pior jogo de todos os tempos, o que fez a Atari ficar com quase 5 milhões de cartuchos encalhado, chegando a enterrar várias delas na cidade de Alamogordo, no Novo México.

      - Dado as limitações do console e o curto tempo para criar o jogo, Howard fez um trabalho primoroso. O sprite dos personagens e sua movimentação ficaram bem realista. A navegação do jogo é meio confusa. Apesar das telas estarem conectadas, é difícil aprender o padrão, como no SuperMan de 1978. Outro ponto que causa pânico é o contador na parte inferior do vídeo. Toda a ação de ET vai consumir do contador, que podemos aumentar usando uns pontinhos verdes no mapa. O ponto mais frustrante do jogo é questão dos buracos. É quase certo que toda vez que cair em um e conseguir subir, vai cair de novo, de novo e de novo. Ele está longe de ser o pior jogo da história, tem muitos pontos positivos, mas infelizmente, foi concebido no tempo errado.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    E.T. The Extra-Terrestrial

    Platform: Atari 2600
    280 Players
    4 Check-ins

    52
  • 2018-03-16 08:57:46 -0300 Thumb picture

    Combo#53 [Apple II] (1982): Aztec & Escape from Rungistan

    Paul Stephenson cria um game de ação, aventura e exploração para o Apple II. Nosso objetivo é adentrar tumbas gigantescas, para descer e explorar, pegar o tesouro dourado e voltar, porém, cobras, jacarés, aranhas assassinas e até canibais vivem nessas tumbas. Podemos vasculhar pilhas de ossos ou baús para pegar itens para se defender, como uma pistola, munição, facão e poções de vida. - A primeira vista, o jogo é muito inovador e lembra um pouco Pitfall!, mas aqui, o personagem pode fazer muito mais coisas. O jogo é bem tenso e difícil, principalmente devido aos controles. São teclas dispersas para fazer coisas bem específica, inclusive de subir escadas, que acaba deixando a ação do game bem sofrida.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O outro jogo é um adventure em texto com imagens em preto e branco, lembrando muito o Mystery House. É o primeiro adventure de texto onde há momentos que devemos dar o comando em um momento exato, como pular e abaixar. Também é o primeiro a possuir elementos de ação, como a parte de esquiar. Seu objetivo no jogo é escapar do país de Rungistan, passando por montanhas, florestas, enfrentando ursos e canibais e mais uma série de perigos. - Mais um adventure de texto com uma série de comandos bem específicos e difícil de prosseguir. O esquema de fazer o comando em um momento específico tornou a experiência ainda mais complicada. Não consegui sair da cela de prisão que começamos.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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      msvalle · about 2 years ago · 2 pontos

      Ah, esse Aztec! Me lembro de empacar direto nele rs

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      porlock · about 2 years ago · 2 pontos

      po.. tenho moh vontade de jogar esses adventures de texto..

      3 replies
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      msvalle · about 2 years ago · 2 pontos

      Agora esse Escape from Rungistan eu nunca tinha ouvido falar.

      6 replies
  • 2018-03-15 09:50:41 -0300 Thumb picture

    #53 - Ultima II: The Revenge of the Enchantress [Apple II] 1982

      Ultima I foi um jogo de grande sucesso e cheio de inovações, não demorou para Richard Gariott nos presentear com a continuação dessa incrível saga. O vilão do jogo anterior, Mondain, teve uma amante durante sua juventude, a imperatriz Minax. Depois que nosso herói coloca um fim ao mago Mondain, a jovem Minax treinou bastante e se tornou uma ameaça ainda maior que seu amado. Lord British convoca o estrangeiro novamente destruir o novo mal e restaurar a paz na Terra. A aventura agora está ainda maior. Além do mapa gigantesco, portais temporais surgem no mapa que te manda para diferentes eras no tempo, como o início dos tempos, Pangea, antiguidade (1423 a.C.), presente (1990) e no futuro (2112), além de poder te teleportar para diferentes planetas do Sistema Solar.

      - O jogo foi feito em Assembly, que permitiu maior número de animações e detalhes, além de um mapa muito mais gigantesco. Os gráficos, na verdade, teve pouca diferença com o anterior e o sistema de combate recebeu uma leve melhoria, onde temos 2 segundos para cada ação. A falha da comida foi corrigida, com consumo menos acelerado. Existe uma gama muito maior de inimigos e eles podem aparecer aos montes na tela. Para ajudar a orientar o jogador nesse monte de áreas para explorar, o jogo vinha com mapas detalhados. Sem o mapa, vaguei sem rumo pela terra cheio de inimigos. Encontrei uma vila e um castelo, que também são gigantes e cheio de coisas para fazer, mas não progredi muito. O ideal é ter algum guia para te orientar.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Ultima II: The Revenge of the Enchantress

    Platform: PC
    9 Players

    39
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      scarthnite · about 2 years ago · 2 pontos

      Nossa, a persona ja postou muita coisa que eu não vi, ta no post 52 já hauhauha preciso maratonar as postagens

      1 reply
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      porlock · about 2 years ago · 2 pontos

      deu vontade de jogar esse ultima.

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      onai_onai · about 2 years ago · 2 pontos

      É uma série que ainda quero jogar.

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  • 2018-03-14 10:32:39 -0300 Thumb picture

    Vectrex: O console de gráficos vetoriais

    Medium 3610264 featured image

      A General Consumer Electric resolve inovar, criando um console de segunda geração bastante diferente dos que existiam no mercado. Nenhum jogo de cartucho da época podia rodar jogos com gráficos vetoriais, pois a tecnologia só era possível em monitores especiais. Por isso, os jogos de Arcade que possuíam gráficos nesse estilo eram os que mais impressionavam os jogadores que buscavam imersão. Visto que não existia jogos vetoriais para os consoles caseiros, a empresa pensou em uma forma para tornar isso possível, então veio a ideia de criar um console com um televisor integrado, como alguns Arcades tabletop. Em novembro de 1982, é lançado o console de segunda geração, Vectrex.

      O console já era o monitor, bem menor que as televisões convencionais. Tinha uma tela na orientada na vertical e gerava gráficos vetoriais em preto e branco. Possuía entrada para 2 controles, um único sinal sonoro e a entrada para cartuchos ficava na parte lateral. Por dentro, era equipado com um Motorola 68A09 de 1,5 MHz e 1KB de memória RAM. Como ele já vinha com uma tela, não ocupava a televisão de casa, que geralmente era a apenas uma. Apesar da ideia inovadora, o hardware era modesto, o que impactava no preço final do produto, US$ 200,00 inicialmente. Não demorou muito para a gigante Milton Bradley, que havia criado o Microvision, comprar a pequena General Consumer Electric.

      Como a maioria dos jogos eram portes de Arcades da Cinematronics ou inspirados em outros jogos vetoriais da época, seu controle foi feito pensando nos fliperamas. Seguia um padrão bem diferente do que estava sendo adotado pelo mercado, com teclado numérico ao estilo do Intellivision. Ele possuía uma pequena alavanca do lado esquerdo e 4 botões de ação no lado direito, que já é mais botões que a maioria dos jogos de Arcade. Os cartuchos eram simples e pequenos, com um nome do jogo estampado na frente e nenhum desenho. Para simular cores, os jogos eram vendidos com películas de acetato para grudar na tela da TV, muito parecido com o que o Odyssey fazia, mas sem muitos desenhos na folha.

      Os jogos do console eram únicos e também o seu grande charme. Mesmo sendo jogos vetoriais, ele chegou a ter ports de jogos pixelado dos Arcades, como Pole Position e Scramble. Space Wars sempre foi o jogo mais popular da plataforma, mas o seu verdadeiro poder estava nos jogos com perspectiva 3D. Renderizando linhas com grande velocidade, os jogos trazia uma experiência completamente diferente dos seus concorrentes. Com um controle inovador e fácil de manusear, uma boa película na tela do jogo e principalmente, uma televisão integrada, era o sonho de consumo de qualquer gamer americano.

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