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  • 2018-10-29 09:22:08 -0200 Thumb picture

    Combo#118 [NES] (1987): Mike Tyson’s Punch-Out!! & Rad Racer

    Para adaptar seu jogo de boxe do Arcade, Punch-Out!!, para o NES, a Nintendo optou por diminuir o tamanho do protagonista e aumentar os oponentes. Little Mac deve vencer 14 lutas para se tornar o grande campeão mundial. O último lutador era Mike Tyson. Na época, a Nintendo fechou um contrato de licenciamento para uso de seu nome e imagens antes que ele se tornasse o pugilista de renome. Foi uma aposta arriscada por parte da Nintendo americana. - Uma adaptação muito boa para o NES. O jogo é divertido e conta trilha sonora de fundo, que é muito boa. Alguns lutadores são gigantes e deixa a coisa ainda mais cômica. Os oponente sempre dão um sinal quando vão disparar um golpe, então é preciso ficar atento.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O NES havia poucos jogos de corrida, a Squaresoft então criou um game inspirado no sucesso da Sega, Out Run. Além da sensação de alta velocidade, o jogo trazia o modo 3D, pressionando o botão select. Usando o acessório Famicom 3D System com um óculos 3D, era possível ver o jogo em uma perspectiva tridimensional, como alguns jogos do Master System já faziam. São 8 pistas e podemos escolher uma Ferrari ou um carro de Fórmula 1. - Um jogo de corrida sensacional para um console caseiro. Ele é bem difícil, pois te força a estar em alta velocidade, mas na hora das curvas, é preciso diminuir imediatamente para não bater nos objetos fora da pista. O visual do game  e a trilha sonora são fantásticos.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Mike Tyson's Punch-Out!!

    Plataforma: NES
    259 Jogadores
    14 Check-ins

    35
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      porlock · 4 meses atrás · 2 pontos

      uau.. queria ver o rad racer em 3d..

      6 respostas
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      fabiorsodre · 4 meses atrás · 2 pontos

      Joguei o dia inteiro quando moleque! Punch out e star Fox são as franquias que mais curto da Nintendo.

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      leandro · 4 meses atrás · 2 pontos

      Eu acho o Punch Out um jogo excelente é um dos melhores jogos do Nes. Merecia 5 estrelas. ao meu ver

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  • 2018-10-27 10:39:20 -0200 Thumb picture

    #118 - Mega Man [NES] 1987

     A Capcom criava jogos primariamente para Arcades e apenas convertia seus sucessos para o Famicom. Então, ela formou uma equipe de 6 pessoas para produzir seu primeiro jogo voltado exclusivamente para o Famicom. Inspirado pelo anime e mangá Astro Boy, nasceu o jogo Rock Man. Dr. Light cria vários robôs para ajudar os humanos, mas seu rival, Dr. Wily, modifica esses robôs para praticar o mal e dominar o mundo. A missão de Rock Man é destruir todos os 6 robôs e finalizar com Dr. Wily. Podemos escolher qual fase começar e ao final de cada uma, enfrentamos um Robot Master. Caso vença, Rock Man ganha a arma do inimigo, mas com munição limitada. A versão americana saiu no mesmo ano, tendo seu nome alterado para Mega Man. A capa do jogo é medonha e é citada como uma das piores capas da história dos games.

     - A Capcom mostrou que é capaz de criar jogos inéditos para o NES. A jogabilidade de Mega Man é excelente. O personagem é rápido, o pulo é preciso e as armas extras que ele pega são bem interessantes, além de mudar a cor do personagem. O design das fases é inteligente e oferece uma variedade de desafios. A trilha sonora do jogo é espetacular e um dos pontos de destaque do jogo. Traz músicas únicas de rock para cada fase. O esquema de escolher as fases dá ao jogador a liberdade de traçar a melhor estratégia, pois cada Robot Master possui uma franqueza contra alguma arma adquirida. Na etapa final, a dificuldade do jogo aumenta consideravelmente. Temos que enfrentar todos os Robot Master novamente e o temível Yellow Devil.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Mega Man

    Plataforma: NES
    2043 Jogadores
    107 Check-ins

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  • 2018-10-26 10:06:05 -0200 Thumb picture

    Combo#117 [Arcade] (1987): Xybots & Thunder Blade

    A Atari foi ousada e criou um jogo muito a frente de seu tempo. Se trata do primeiro Third Person Shooter da história. Controlamos Rock ou Ace com o objetivo de destruir os robôs Xybots dentro de um labirinto 3D com vários andares e chefes. O jogo é cooperativo e cada jogador pode andar pelo labirinto independente do outro. Ao final de cada fase, é possível comprar upgrades para os personagens usando as moedas coletadas durante o percurso. O jogo não fez muito sucesso devido ao seu controle complicado para a época. - Um dos jogos mais fantástico já apresentado. A sensação de liberdade é nítida e a jogabilidade é simples e fluída. Ver na sua tela o outro jogador é muito massa, além de ter um mapa na parte superior e várias informações para ajudar.

    Nota pessoal: ★★★★★

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     Inspirado na série de TV Blue Thunder, a Sega lança mais um Shooter 3D com super upscale usando sua placa X Board. Estamos pilotando um helicóptero de guerra com o objetivo de destruir os jatos e tanques pelo caminho. A fase começa com uma visão de cima tradicional, mas com efeito subida e descida, mas logo fica com perspectiva 3D. O Arcade vinha com um manche que vibrava em determinadas situações. - Mais um jogo impressionante da Sega com sua nova placa. O jogo não é tão rápido quanto After Burner, porém, mostra os cenário com muito mais detalhes e desviar dos tiros é bem mais fácil, apesar do jogo ainda ser difícil. As diferentes fases e perspectivas distintas tornam a experiência deste Arcade ainda mais fantástica.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Xybots

    Plataforma: Arcade
    2 Jogadores

    32
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      volstag · 4 meses atrás · 3 pontos

      Eu tinha Thunderblade do Master System, terminei várias vezes, depois conheci a do mega, que era muito superior, essa de arcade cheguei a jogar, mas nunca terminei.

      2 respostas
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      porlock · 4 meses atrás · 2 pontos

      thunder blade parece maneiro..

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      thecriticgames · 4 meses atrás · 2 pontos

      O Thunder Blade do Mega foi um Launch Title do mesmo, outro que figura na minha lista.

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  • 2018-10-25 09:42:35 -0200 Thumb picture

    #117 - Operation Wolf [Arcade] 1987

     Vendo o sucesso que os jogos de pistola de luz fazia nos consoles, a Taito cria um Arcade revolucionário. Se trata de um jogo de tiro em primeira pessoa onde controlamos Roy Adams, um soldado das forças especiais. Sua missão é resgatar os reféns em uma zona de guerra. O jogo é composto por 6 cenários e ao final de cada um, recebemos um bônus, como recuperar o HP ou munição. A tela do jogo percorre o campo na horizontal automaticamente e vários soldados e veículos inimigos aparecem na tela tentando te matar. Devemos destruir uma certa quantidade de inimigos e resgatar o máximo de reféns possíveis na tela, bastando apenas não atirar neles. O gabinete vinha com uma pistola acoplada e permitia mirar em todos os cantos da tela.

     - Um jogo frenético bem diferente. Os gráficos são fantástico e cheios de detalhes. Há diferentes linhas no cenários que os inimigos e veículos caminham, usando bastante projeção e paralaxe. Além de munição e granadas limitadas, podemos adquirir power-ups e munições pelo cenário, geralmente escondidos em porcos, galinhas, cocos, barris ou caixas. A metralhadora permite você atirar a vontade durante 10 segundos. Saber gerenciar as granadas é primordial, além de sempre atirar em pontos chaves nos veículos, como por exemplo, onde fica o combustível. O jogo é difícil e exige reflexos rápidos para matar o soldado antes que ele atire em você.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Operation Wolf

    Plataforma: Arcade
    5 Jogadores

    43
  • 2018-10-24 09:33:00 -0200 Thumb picture

    PC Engine - O primeiro console da quarta geração

    Medium 3680820 featured image

    A desenvolvedora e publicadora de jogos Hudson Soft via grande potencial no mercado de consoles domésticos, mas não tinha capital suficiente para desenvolver um hardware novo. A NEC, líder de vendas no mercado de computadores japoneses, também tinha interesse em entrar neste mercado de videogames, mas não sabia produzir jogos. Eis então que as duas empresas se unem para criar um console poderoso e simples para desbancar o trono da Nintendo com seu Famicom. Em 30 de Outubro, o PC Engine chega ao mercado japonês com títulos coloridos e um novo patamar de tecnologia, dando início a quarta geração de videogames. No ano de seu lançamento, o console foi tremendo sucesso.

     O design do console era muito minimalista. Seu tamanho era apenas de 14 cm², sendo este, o menor videogame caseiro de todos os tempos. Possuía apenas uma entrada para controles, chave para ligar e desligar o aparelho e uma porta para futuras expansões. A entrada para os jogos em formato de cartões ficava na parte superior. Por dentro ele vinha equipado com uma CPU de 8-bits de 1,79 MHz e vinha com uma GPU de 16-bits, capaz de gerar 482 cores simultâneas e 64 sprites na tela. Vinha com 8 KB de memória RAM principal e 64 KB para RAM de vídeo, além 6 canais de áudio programáveis. Seu preço era o mesmo do Famicom, apesar de vir equipado com hardware muito superior.

     O controle padrão do PC Engine era muito similar ao controle do Famicom, tanto na quantidade de botões quanto em seu formato, porém, todos os botões eram emborrachados, que dava maior durabilidade e firmeza. O fio do controle era curto e vinha com uma entrada proprietária. Para suprir a falta de entradas para mais controles, o TurboTap foi lançado no mesmo ano, permitindo entrada para até 5 controles, embora não houvesse títulos no lançamento que justificasse a compra do acessório. Os jogos eram distribuídos em cartões similares aos Sega My Card do Mark III. Chamados de HuCards, era na verdade uma evolução dos Bee Cards desenvolvido pela Hudson Soft para alguns jogos de MSX.

     Em seu lançamento, apenas 2 títulos foram produzidos. O Mahjong Shanghai e um porte do jogo Wonder Boy in Monster Land (que ainda vai aparecer aqui na persona). Até o final do ano, outros 3 jogos saíram. The Kung Fu, um jogo similar ao Kung-Fu Master, mas com o sprite dos personagens enormes. Kato-chan Ken-chan, um jogo de plataforma tradicional onde controlamos um humorista japonês. E por fim, Victory Road, um jogo de corrida que mostrava a superioridade de seu hardware frente ao seus concorrentes. Todos os jogos eram bem coloridos, detalhados e possuía efeitos sonoros e músicas de alta qualidade. A quarta geração dos videogames começa aqui e vai ser uma guerra ferrenha.

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      joanan_van_dort · 4 meses atrás · 3 pontos

      A transição dos 8 para os 16bits nos deu jogos muito legais! =D Esse console é MUITO BOM! \o/

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      manoelnsn · 4 meses atrás · 3 pontos

      PC engine fez um sucessão no Japão, pena que aqui ele não teve muita chance...

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      lgd · 4 meses atrás · 3 pontos

      Bons jogos, simpaticíssimo console!

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  • 2018-10-23 09:29:21 -0200 Thumb picture

    Combo#116 [Commodore 64] (1987): The Great Giana Sisters & Defender...

    ... of the Crown

     O estúdio alemão Time Warp desenvolveu um jogo de plataforma altamente inspirado no Super Mario Bros.. As irmãs Giana e Maria se veem preso em um pesadelo, num mundo fantástico e cheio de criaturas bizarras. Devido a sua imensa semelhança ao jogo do Mario, a Nintendo pediu para parar as vendas imediatamente, alegando violação de direitos autorais. Um dos pontos de maiores destaques do game é sua trilha sonora marcante. - Assim como Super Mario Bros., este jogo é altamente viciante e divertido. A jogabilidade é simples e funcional, com destaque aos power-ups que podemos coletar. A garota passa a disparar bolhas que podem quicar na parede ou até seguir os inimigos.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Este foi o primeiro jogo da Cinemaware, publicado em 1986 para o Commodore Amiga e recebeu ports para vários computadores no ano seguinte. Jim Sachs, responsável pelo design do game, elevou o Amiga ao seu potencial máximo para a época, superando gráficos de alguns jogos de Arcade. O jogo se passa na Inglaterra de 1149, quando vários povos tentam tomar território após a morte do rei. É um jogo de estratégia e conquista, onde devemos acumular ouro para fortalecer o exército e conquistar todos os territórios. - Um jogo de estratégia bem divertido e com várias opções. Podemos lutar em campos de guerra, invadir castelos e até mesmo participar de torneios de cavalaria. Mas é um game que exige paciência e cautela a cada turno.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Defender of the Crown

    Plataforma: PC
    4 Jogadores

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      darlanfagundes · 4 meses atrás · 2 pontos

      Gostei da premissa Mount & Blade desse Defender of the Crown, vou baixar aqui pra jogar....esses quase clones do Super Mario Bros teve alguns muito bons, mas esse daí nunca vi...hehehehe

      1 resposta
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      porlock · 4 meses atrás · 2 pontos

      é notória a inspiração no mario... rsrsrsr

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      msvalle · 4 meses atrás · 2 pontos

      Joguei muito Defender of the Crown, muito bom!

      2 respostas
  • 2018-10-22 10:08:34 -0200 Thumb picture

    #116 - Maniac Mansion [Commodore 64] 1987

     Ron Gilbert e Gary Winnick da Lucasfilm Games eram fãs dos adventures de texto da Sierra, porém, achavam frustrante a mecânica de adivinhar os comandos para resolver os quebra-cabeças, então desenvolveram um novo sistema de interação clicando em comandos limitados e apontar para algum elemento na tela, que ficou conhecido como Point-and-Click. No jogo, devemos guiar o protagonista Dave junto a mais 2 colegas para invadir a mansão do Dr. Fred e salvar sua namorada. Um meteoro senciente caiu próximo a mansão e transformou Dr. Fred em um cientista maluco. A engine SCUMM foi criada para interpretar os comandos do jogo e facilitar os ports para os outros computadores da época. Este foi um jogo revolucionário e ditou a nova tendência de adventures simplificados.

     - Finalmente um jogo de adventure com uma mecânica simplificada. Além dos comandos estarem prontos, os objetos são mais fáceis de identificar e jogo é muito mais rápido que os adventures da Sierra. O jogo faz paródias com filmes de terror clássicos e abusa dos clichês, mas sempre com bom humor e piadas inteligentes. A mansão é viva e tem hora pré-determinada para algumas coisas acontecerem ou personagens estarem em certos cômodos. Podemos escolher mais 2 personagens no início e conforme eles vão morrendo, vamos pegando os outros. O jogo não é linear e possui até 5 finais diferentes dependendo da forma que jogou e personagens vivos que chegaram ao final. O jogo é genial e fantástico, realmente deu uma nova cara ao gênero.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Maniac Mansion

    Plataforma: PC
    84 Jogadores
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      porlock · 4 meses atrás · 3 pontos

      eu adoro joguinhos de point-and-click... muitos são bem desafiadores.

      7 respostas
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      jclove · 4 meses atrás · 3 pontos

      MM foi um marco no adventures, MAS era muito difícil e datou bastante. Apesar de adorar os jogos da LA nunca tive paciência pra jogar muito ele.

      Uma coisa legal é que tinha uma versão completa dele dentro do The Day of the tentacle, num dos quartos do 1] andar e dava pra jogar até o fim. Na versão remaster tem incluso tbm.

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      andre_andricopoulos · 4 meses atrás · 2 pontos

      Mano...como esse gam foi popular na época...e eu nunca joguei até o fim!

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  • 2018-10-19 08:50:47 -0300 Thumb picture

    Combo#115 [Arcade] (1987): Bionic Commando & Rastan

    Nascido como um spin-off do jogo Commando, a Capcom cria um game de plataforma onde o personagem não pula, ao invés disso, ele deve usar sua garra para se pendurar e acessar plataformas distantes. O jogo se passa 10 anos após uma Guerra Mundial e nosso protagonista deve vencer 4 fases para chegar ao último nível e impedir que um míssil seja disparado. - De longe, um dos jogos mais injustos que joguei. O fato do personagem não pular deixa tudo extremamente difícil. Além da garra ser lenta e ter um alcance limitado, os tiros são pouco eficazes. O que salva do jogo é a trilha sonora bem animada e os gráficos coloridos, apesar do mundo proposto no jogo não fazer sentido algum.

    Nota pessoal: ★☆☆☆☆

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     A Taito cria um jogo ação, plataforma e fantasia, onde temos que conduzir um bárbaro na missão de derrotar um dragão. O jogo possui 5 fases e cada uma dela é composta por 3 segmentos, sendo eles, ar livre, dentro do castelo e a sala do trono, onde vai haver uma batalha contra um chefe. Nosso guerreiro pode se equipar com diferentes armas e itens para auxiliar na jornada. - Um jogo muito bonito, com cenários cheios de detalhes e sprites bem desenhados. A jogabilidade do bárbaro é simples e rápida, pois a maioria dos inimigos morrem com apenas um golpe. O pulo não é muito bom, que torna as partes com plataformas penosas. O jogo é bem difícil e costuma aglomerar vários inimigos na tela.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Bionic Commando

    Plataforma: Arcade
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      gus_sander · 4 meses atrás · 2 pontos

      Bem que poderiam ter aproveitado melhor a mecânica desse primeiro. Histórias pós guerra geralmente tem um leque tão grande de possibilidades interessantes...

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      volstag · 4 meses atrás · 2 pontos

      Bionic Commando é lamentável, mas tem um conceito bom, que deveria ter sido melhor explorado.
      É a uns anos atrás até saiu dois novos bionic Commando pra PS3, com gráficos melhores, mas lamentavelmente uma merda também.
      O Rastan eu curto, mas envelheceu mal.

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      andre_andricopoulos · 4 meses atrás · 2 pontos

      Mano...o primeirao BIONIC COMANDO...fui jogá lo recentemente porém outra versão. Conan ja joguei, curtia. Meu irmao nessa epoca era mestre em "caçar" jogos (hoje em dia é só game de estratégia no PC)

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  • 2018-10-18 08:25:28 -0300 Thumb picture

    #115 - Street Fighter [Arcade] 1987

     A Capcom aposta em seu primeiro jogo de luta, gênero ainda pouco explorado nos Arcades. O lutador Ryu deve viajar para 5 países para derrotar 2 lutadores de cada um e provar sua força. No último país, ele vai enfrentar dois lutadores de Muay Thai, Adon e o mestre Sagat. O jogo permitia que o segundo jogador desafiasse Ryu, usando o lutador Ken. Caso saísse vitorioso, tomava o lugar do primeiro jogador e continuava a jornada pelos outros países. Além do joystick padrão para controlar o lutador, o gabinete foi pioneiro a vir com 2 botões pneumáticos, um para soco e outro para chute. Quanto mais forte o jogador socasse esses botões, mais forte era o golpe do lutador. Devido a quebra de várias máquinas, esse sistema foi substituído por Arcades de 6 botões de ações.

     - Um jogo extremamente inovador e diferente. Ao invés de personagens pequenos e com pulos altos como em Yie Ar Kung-Fu, temos lutadores grandes e que dão saltos mortais. A luta é uma melhor de 3 o fato de permitir 2 jogadores lutando um contra o outro é inovador. Este jogo também foi o primeiro a apresentar golpes especiais usando combinações de botões. Podemos disparar esferas de energia (Surge Fist), um gancho aéreo (Dragon Punch) ou chute giratório (Hurricane Kick). Esses golpes especiais tira bastante sangue do adversário, que pode decidir a luta em poucos segundos, mas os oponentes também possuem técnicas especiais poderosas. A trilha sonora do jogo é fraca, mas os gráficos são bonitos, especialmente os cenários de fundo.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Street Fighter

    Plataforma: Arcade
    283 Jogadores
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      joanan_van_dort · 4 meses atrás · 2 pontos

      A revolução nem sempre vem em bons jogos hehehe

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      leandro · 4 meses atrás · 2 pontos

      Eu tinha conhecido primeiramente o SF II. Esse daí, lembro bem até hoje, conheci e joguei em um carnaval de rua, lá bem no início dos anos 90, em um botequim abarrotado de gente. Valeu apenas por ter conhecido e só rs

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      darlanfagundes · 4 meses atrás · 2 pontos

      Já viu a versão fan bet'em'up dele?! Muito bom cara...esse é toscão, talvez se eu tivesse jogado na época até gostasse...rsrsrs

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  • 2018-10-17 09:43:44 -0300 Thumb picture

    A importância e o desenvolvimento de The Legend of Zelda

    Medium 3679377 featured image

    Quando criança, Shigeru Miyamoto gostava muito de explorar bosques e cavernas, chegou a encontrou um lago uma vez, que foi uma grande surpresa. Na Nintendo, ele foi convocado para criar um jogo ao novo periférico de disquetes do Famicom, o Disk System. O desenvolvimento do jogo The Legend of Zelda começou em 1984, junto com Super Mario Bros., porém, ambos tinham propostas opostas. Enquanto Mario seguia com uma aventura lateral, Zelda seria uma aventura com visão de cima com foco em exploração. O jogo foi lançado junto com o Disk System em fevereiro de 1986. A versão americana veio só em julho de 1987, mas foi o primeiro cartucho a vir com uma bateria interna para salvar a jornada.

     The Legend of Zelda foi o responsável por popularizar o gênero de RPG com ação, trazendo uma fórmula simples, um mundo gigantesco e cheio de segredos. Foi o primeiro jogo de mundo aberto para consoles, dando uma total liberdade ao jogador desde o início. Para forçar a interação com o mundo, Link começa sem nenhuma arma, mas a tela inicial apresenta uma caverna. Lá dentro, podemos interagir com um velho e receber uma espada. Porém, é possível finalizar o jogo sem pegar a espada. Para aumentar ainda mais o fator replay do jogo, é habilitado o modo Master Quest após finalizar o jogo pela primeira vez. Além de mais difícil, algumas dungeons do jogo ganham o formato de cada letra do título, ZELDA.

     O nome do protagonista, Link, foi pensado no elo do jogador com aquele mundo. Zelda foi inspirado na esposa do romancista Francis Scott, Zelda Fritzgerald. Uma mulher bonita e de atitude, além de um nome impactante. O enredo foi escrito por Takashi Tezuka, que trabalhou em Super Mario Bros. e trouxe uma trama épica, onde o herói devia desbravar Hyrule para recuperar todas as partes da Triforce da Sabedoria espalhada em masmorras por Zelda antes de ser capturada pelo demônio Ganon. Ao final do jogo, Link deve pegar a flecha de prata, derrotar o vilão e salvar a princesa. A trilha sonora do jogo foi composta por Koji Kondo, que também trabalhou em Super Mario Bros. e trouxe um dos temas mais marcantes da história.

     O jogo foi um tremendo sucesso no Japão, mas principalmente nos EUA, pois trouxe o primeiro RPG para o console mais popular da época, o NES. Foi o responsável por despertar a paixão dos americanos por RPGs, em especial, com ação e sistema simplificado. Apesar de todos os quesitos revolucionários do jogo, seu maior legado está nos enigmas. Não há apenas segredos que concede alguma vantagem ao jogador, como em Super Mario Bros., mas aqui, são obrigatórios para prosseguir na aventura, pois a maioria das dungeons estão bloqueadas inicialmente e devemos anotar as dicas oferecidas pelos NPCs de Hyrule, além do próprio design do mapa e uso de itens específicos em locais únicos.

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      manoelnsn · 4 meses atrás · 4 pontos

      Zelda é um puta jogo mesmo! E vão aparecer pessoas tendo ADP porque tu disse que Zelda é RPG, hein? Huahuaua

      11 respostas
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      joanan_van_dort · 4 meses atrás · 4 pontos

      E a Nintendo revoluciona de novo o mundo dos games trazendo aventura em mundo aberto num jogo de fantasia, aventura e exploração. A fonte foi aberta e muita gente bebeu dela ao longo das últimas décadas.

      2 respostas
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      artigos · 4 meses atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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