historia_dos_games

Revivendo a história dos games em ordem cronológica

Você não está seguindo historia_dos_games.

Siga-o para acompanhar suas atualizações.

Seguir

  • 2018-09-06 17:10:17 -0300 Thumb picture

    Combo#103 [Arcade] (1986): Wonder Boy & Rygar

    A Sega publica um jogo de aventura ambientado na pré história. Wonder Boy deve passar por 7 áreas com 4 fases cada para no fim salvar sua namorada Tina das mãos do vilão King. Podemos correr, pular e arremessar machadinhas nos inimigos. Temos que coletar as frutas pelo caminho para evitar que a barra de saúde se esgote. Podemos também pegar um skate e uma fada que deixa Wonder Boy invulnerável. - Com uma jogabilidade simples e fácil, ele acaba lembrando um pouco o Super Mario Bros.. A trilha sonora do jogo é divertida e os cenários são bem coloridos e detalhados. O jogo explora bastante a questão de plataformas flutuantes e dá uma sensação de progressão muito boa. O jogador fica curioso para saber como vai ser a próxima fase.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Em uma terra devastada por dominadores, o Guerreiro Lendário, equipado com a Diskarmor (uma espécie de escudo preso a uma corrente) deve atravessar 27 fases para derrotar o vilão do jogo, Rygar. Há 4 tipos de escudos no jogo e cada um confere uma habilidade especial ao guerreiro, como maior alcance da arma, mais poder, derrotar os inimigos pulando nele, melhor controle de rotação da diskarmor e invencibilidade temporária. - Um jogo muito bonito e frenético. Os inimigos vêm aos montes e isso dificulta bastante o progresso, mas as fases são curtas, inclusive, o jogo conta com um mini mapa no canto da tela. A trilha sonora do jogo é fraca e os power-ups não dão uma vantagem tão grande assim ao herói.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Wonder Boy

    Plataforma: Arcade
    41 Jogadores

    39
    • Micro picture
      porlock · 1 mês atrás · 2 pontos

      dois classicos q eu adoro..

      2 respostas
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 1 mês atrás · 2 pontos

      Como o próprio título diz...Wonder Boy é Wonderful.
      Gosto demais e preciso conferir o REMAKE.
      ...
      Agora RYGAR acho q nunca vi...

      2 respostas
    • Micro picture
      joanan_van_dort · 1 mês atrás · 2 pontos

      esse primeiro wonderboy eu nunca gostei, prefiro os seguintes =)
      rygar é fraquinho mesmo... mas é bacana de jogar

      1 resposta
  • 2018-09-06 08:37:35 -0300 Thumb picture

    #103 - Rolling Thunder [Arcade] 1986

     Inspirado nos filmes de espião do James Bond, a Namco cria um jogo de ação e tiro onde controlamos Albatross que deve resgatar a agente Leila de uma sociedade secreta chamada Geldra. O jogo é um dos primeiros de um novo gênero, o Run ‘n’ gun, onde devemos percorrer um cenário repleto de inimigos e tiros. O jogo permite escolher começar por uma das 5 fases disponíveis. Alguns inimigos saem das várias portas espalhadas pelas fases e possuem ataques variados, como atirar granadas, socar ou usar a pistola. Albatross começa com uma pistola de munição limitada e pode pegar uma metralhadora dentro de alguma porta. Ao finalizar as 5 fases iniciais, a história 2 começa e são as mesmas fase, porém, com dificuldade mais elevada.

     - A Namco realmente caprichou no visual do jogo. Não apenas os cenários são bem coloridos e detalhados, mas a fluidez nas animações dos personagens é fabulosa. O jogo possui uma trilha muito boa que ajuda a ambientar ainda mais o jogador em sua missão de espião. O jogo em si é bastante justo e dosa bem a dificuldade, mas alguns inimigos chegam a ser irritantes e basta um único tiro para Albatross perder a vida. A jogabilidade é fluída e podemos pular para plataformas acima e prosseguir a aventura. Alguns inimigos são criaturas bizarras que destoam um pouco da realidade, mas ainda sim, combina com o cenário.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Rolling Thunder

    Plataforma: Arcade
    17 Jogadores

    36
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 1 mês atrás · 3 pontos

      Série espetacular.
      Adoro o II e o III...se não me engano ambos os joguei no MEGA.

      2 respostas
    • Micro picture
      gus_sander · 1 mês atrás · 2 pontos

      Ótimo visual mesmo, os detalhes são bem aparentes! Vou testar ele depois, curto jogos do estilo, e saber que ele foi um dos primeiros de seu gênero já me deu uma baita determinação pra jogar.

      2 respostas
    • Micro picture
      joanan_van_dort · 1 mês atrás · 2 pontos

      Esse nunca joguei, mais um pra lista! =D

      1 resposta
  • 2018-09-05 09:01:34 -0300 Thumb picture

    Versões e acessórios do Atari 2600

    Medium 3668067 featured image

    O Atari VCS, lançado em 1977, teve vários modelos ao longo dos anos. A primeira versão, o CX2600, vinha com 6 seletores no painel superior, já o modelo CX2600-A, introduzido em 1980, vem com apenas 4, passando os seletores de liga e desliga e o de dificuldade para a parte de trás do aparelho. O nome Atari 2600 só veio em 1982 em uma carcaça pequena e toda preta, que veio a ser apelidada de Darth Vader. No Japão, o console da Atari só veio em 1983, chamado Atari 2800. Além de uma carcaça bem diferente, substituindo as chaves por botões, o joystick tinha um manche que rotacionava, além de 2 botões de ação para destros e canhotos. O Atari Jr. veio em 1986 trazendo uma opção de baixo custo e compatível com o controle europeu do Atari 7800.

     Como principal console da segunda geração, o Atari 2600 recebeu uma série de controles das mais variadas formas e funções. Dentre eles, temos o manche Booster Grip, com 2 botões e vinha junto com o game Omega Race. O Space Age Joystick tinha o formato de uma pistola, mas com o manche na parte superior. O Keyboard Controller e suas versões infantis era usado para jogos educativos com múltiplas escolhas ou de programação. O Remote Joystick era um controle sem fio que necessitava de um receptor de sinal espetado no videogame. O Trackball Controller era usado para jogos de Arcade que tinha esse tipo de controle e o Track & Field Controller foi criado para permitir jogar este fantástico game de olimpíada sem precisar destruir o joystick padrão.

     Dentre os acessórios mais bizarros, temos o tapete Foot Craz, que podia ser usado em 2 jogos específicos da Exus para acertar a cor correta ou como um Joystick comum, só que usando os pés. Outro acessório semelhante é o The Joyboard, onde o jogador deve se equilibrar em cima da prancha e inclinava para a direção desejada. O Flight Commander é semelhante pistolas de luz da terceira geração e vinha com o jogo Spitfire Attack. O Cosmic Command também era usado apenas para um jogo, o Survival Run, que simulava um labirinto 3D em primeira pessoa. Mas certamente, o acessório mais curioso de todos é a tiara MindLink System, que prometia controlar jogos com a mente, mas que na verdade interpretava o movimento da testa e sobrancelha para enviar os comandos ao jogo.

     Os periféricos relacionado a cartuchos de Atari 2600 também são vários. O Video Game Brain permite usar 7 cartuchos juntos e troca-los  usando botões de seleção. O Supercharger permitia jogar games em fitas cassetes, que era muito mais barato que os cartuchos tradicionais. O Yoko Game Copier permitia copiar o conteúdo de um cartucho para um outro cartucho em branco. O Kid Vid System era o módulo de som que dava voz para os jogos do Atari 2600, mas apenas Berenstain Bears e Smurfs Save the Day tinha suporte a voz. Por fim, o Master Module era um modem que permitia baixar jogos pela internet e jogar enquanto o videogame estivesse ligado. Serviço semelhante ao pioneiro PlayCable do Intellivision.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    52
  • 2018-09-04 10:17:56 -0300 Thumb picture

    Combo#101 [Master System] (1986): Ghost House & Black Belt

    Mais um jogo de caça aos vampiros. Controlamos o jovem Mick que deve derrotar o Drácula 5 vezes em fases distintas dentro de uma mansão repleta de monstros e fantasmas. Para derrotar o vampiro, temos que pegar uma espada dourada, que vem voando em nossa direção e você tem que pular em cima dela. Podemos socar os inimigos ou pular em cima de alguns, além disso, há objetos pela fase que recupera a barra de vida e lâmpadas que paralisa todos na tela por alguns segundos. - Um jogo com gráficos bem bonitos e animação fluída. Aparecem vários inimigos na tela ao mesmo tempo para te derrotar, mas a presença de uma barra de vida deixa tudo mais justo. Quando Drácula levanta, devemos para acertar e matar o vampiro antes que a espada desapareça.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Baseado no anime e mangá do Hokuto no Ken, a Sega cria um jogo de Beat ‘em up no estilo do Kung-Fu Master. A localização americana do jogo não tinha a licença da obra japonesa, então teve que ser adaptado. Controlamos o herói Riki que deve passar 6 fases a fim de resgatar sua namorada Kyoko. Em cada fase, temos a parte onde vários inimigos vem ao seu encontro e morrem com um único golpe. De 3 a 4 chefes intermediários aparecem no caminho e por fim, temos uma batalha separada, onde os sprites dos lutadores ficam maiores. - Um dos jogos mais bacanas nesse estilo, não apenas pelo visual e música, mas o esquema de combate contra o chefe ao final de cada fase é sensacional.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Black Belt

    Plataforma: Master System
    403 Jogadores
    8 Check-ins

    40
    • Micro picture
      leopoldino · 2 meses atrás · 3 pontos

      Depois a Tec Toy fez o jogo do Chapolim vs Dracula em cima desse Ghost House, só tiveram que trocar os sprites do personagem principal como eles fizeram com o jogo da Mônica.

      2 respostas
    • Micro picture
      porlock · 2 meses atrás · 2 pontos

      parecem bacanas os jogos..

      2 respostas
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 2 pontos

      BLACK BELT...muito foda!

      1 resposta
  • 2018-09-03 09:14:24 -0300 Thumb picture

    #102 - Alex Kidd in Miracle World [Master System] 1986

     Em resposta a Super Mario Bros., a Sega criou o seu próprio jogo de plataforma, mas com o diferencial de ter algumas fases com scrolling vertical. O príncipe Alex de Radaxian, um grande lutador marcial, deve derrotar Jaken que capturou o filho do rei Thunder. Alex pode socar pedras e blocos para revelar seu conteúdo. Coletando sacos de dinheiro, é possível comprar itens, veículos e vidas extras nas lojas disponíveis no começo de algumas fases. São 17 estágios no total e os chefes principais devem ser derrotados no tradicional pedra, papel e tesoura. O jogo foi muito bem aceito pela crítica e pelos jogadores e Alex Kidd se tornou o novo mascote da Sega para fazer frente ao Mario da Nintendo.

     - Um jogo com gráficos bem coloridos e simpáticos. A trilha sonora do game, apesar de ter poucas músicas, são todas excelentes e marcantes. A jogabilidade de Alex é meio escorregadia e rápida, qualquer erro pode ser fatal. Um dos grandes diferenciais do jogo é a possibilidade de pilotar veículos, como uma moto e uma espécie de helicóptero com pedal. Eles vão te dar ampla vantagem no decorrer da fase, mas se você bater uma única vez, vai ter que percorrer o resto da fase a pé. O jogo é bastante difícil e desafiador. Alguns trechos de plataformas exigem extrema precisão e isso pode frustrar bastante os jogadores que ainda não se acostumaram com o controle do príncipe.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Alex Kidd in Miracle World

    Plataforma: Master System
    3118 Jogadores
    48 Check-ins

    53
    • Micro picture
      darlanfagundes · 2 meses atrás · 3 pontos

      Amor da vida até hoje! Rssrsrss!

      2 respostas
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 3 pontos

      Esse jogo é espetacular. Só achei vacilo o nível da dificuldade...

      1 resposta
    • Micro picture
      thecriticgames · 2 meses atrás · 3 pontos

      Achei esse jogo bem maneiro, mas ele é aquele caso de jogo foda PRA época dele, e já que você vai estar creio eu olhando com ponto crítico a trajetória dos games, se prepare pra notar facilmente o porque de Alex Kidd ter praticamente morrido com o decorrer do tempo.

      2 respostas
  • 2018-08-31 08:44:50 -0300 Thumb picture

    Combo#101 [MSX] (1986): Valis: The Fantasm Soldier & Vampire Killer

    A jovem Yuko, equipada com a espada Valis, deve proteger os 3 mundos do demônio Rogles, sendo eles, a Terra, o Mundo dos Espíritos e o Mundo dos Sonhos, Vecanti. Temos que coletar as 5 Joias Fantasmas se aventurando nesses 3 mundos e derrotando os chefes de cada lugar. O cenário é vasto, então há uma seta indicando onde é o objetivo, enquanto isso, vários inimigos bizarros vem de encontro a jovem e podemos pegar outros itens auxiliares para se defender. - O jogo tem gráficos bacanas, uma boa história com cutscenes e músicas legais, mas o gameplay é terrível. Os inimigos são muitos e atacam tudo ao mesmo tempo. Para piorar, o jogo é mal otimizado e possui flickering constante, que deixa inimigos e ataques praticamente invisíveis.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Após 1 mês do lançamento de Castlevania para o Famicom, a Konami lança uma versão bem diferente para o MSX. A premissa do jogo ainda é a mesma, onde temos que guiar Simon dentro das áreas do castelo a fim de derrotar o Drácula no final. As músicas e visual do jogo se mantiveram, mas a mecânica mudou um pouco. O jogo é tela a tela e nosso objetivo é encontrar a chave de osso e então passar para a próxima fase. O jogo tem o foco mais em exploração e os corações servem para comprar itens com os mercadores espalhados pelo castelo. - Até agora, foi o jogo mais bonito e completo para o MSX. A jogabilidade é fluida e podemos pegar itens auxiliares para melhorar Simon. Muitas paredes do jogo escondem segredos, então o jeito é ir quebrando tudo.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    38
    • Micro picture
      porlock · 2 meses atrás · 3 pontos

      q maneiro esse castlevania do msx.. rsrsr

      2 respostas
    • Micro picture
      volstag · 2 meses atrás · 3 pontos

      Vivendo e aprendendo, eu sempre achei que o nome dela era Valis hahaha, e esse Castlevania é muito legal mesmo.

      2 respostas
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 3 pontos

      Nunca vi mais gordo...
      kkkkkkkkkk (o comentário do @porlock). Eu também pensei que fosse CASTLEVANIA...

      3 respostas
  • 2018-08-30 09:08:25 -0300 Thumb picture

    #101 - Romancia [MSX] 1986

     A japonesa Nihon Falcom, responsável pela produção da série Dragon Slayer, cria o terceiro da série. Seguindo a premissa de exploração e aventura com plataforma, o jogo narra a história do príncipe Fan Freddy e tem 30 minutos para resgatar a princesa raptada Selina. Nosso herói deve explorar várias áreas a fim de coletar itens e chaves que vão permitir explorar áreas antes inacessíveis. Além da tela do jogo em si, temos uma parte com informações de itens coletados, saúde, magia, tempo, conversa e um mapa bem detalhado na parte inferior. Podemos atacar os inimigos com a espada ou arremessá-la, mas essa segunda opção é consumível. As pessoas no vilarejo são úteis para dar dicas e detalhes da história, além de vender itens.

     - O jogo é muito bonito e detalhado, não apenas nos cenários, mas o mapa e desenho dos personagens e itens. A trilha sonora do jogo também é muito envolvente. O controle do príncipe é bom, mas o que peca no jogo é a falta de fluidez nas animações. Tanto a rolagem de tela quanto o movimento dos inimigos acontecem quadro a quadro e isso atrapalha bastante o combate. Por causa disso, o jogo é bastante difícil e os inimigos vêm aos montes para consumir todo seu HP rapidamente. Além disso, o jogo tem um espaço de tempo muito curto para finalizar e como é tudo japonês, um guia ou detonado se faz necessário. O jogo traz um conceito de exploração com plataforma bem legais, mas peca no aspecto de animação e dificuldade, infelizmente.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    37
    • Micro picture
      porlock · 2 meses atrás · 2 pontos

      mais um de msx pra lista.

      1 resposta
    • Micro picture
      leopoldino · 2 meses atrás · 2 pontos

      Esse eu nem conhecia.

      1 resposta
    • Micro picture
      volstag · 2 meses atrás · 2 pontos

      Caramba, quando bati o olho na imagem achei que fosse um tetris, por causa das duas janelonas nas laterais, mas enfim, o jogo parece interessante.

      2 respostas
  • 2018-08-29 09:26:56 -0300 Thumb picture

    A origem e o fim da Imagic

    Medium 3666022 featured image

    Após a formação da Activision, 1979, o mercado de jogos para videogames domésticos mudou radicalmente, pois passou a ser permitido que outras empresas desenvolvam jogos para plataformas que já estavam consolidadas no mercado. Com o grande sucesso da Activision, a segunda Third Party da história é formada nos mesmos moldes da primeira, com funcionários saindo da Atari para formar a nova empresa. Ex-funcionários da Mattel, Intel e da Versatec também faziam parte do quadro de fundadores da nova empresa. Em 1981, surge a Imagic com o intuito de produzir jogos para o Atari 2600, que era a plataforma que estava com a maior base instalada nos Estados Unidos.

     Os jogos chegaram ao mercado em 1982 e logo veio o maior sucesso da empresa, Demon Attack, que vendeu bastante na plataforma da Atari. Além dele, Atlantis, Cosmic Ark e Dragonfire venderam muito bem e logo a empresa se tornou famosa. Esses jogos começaram a receber ports para outras plataformas, como os consoles Intellivision, Odyssey² e Colecovision. Nos anos seguintes, além de consoles, a empresa começou a fazer jogos e portar seus maiores sucessos para os computadores domésticos, como o Commodore 64, TI-99/4A, VIC-20 e o IBM PC-Jr. A empresa conseguiu lucrar bastante entre 1982 e 1983, até um clube foi formado para repassar informações de novos jogos, o Numb Thumb Club.

     Demon Attack estava em todas as plataformas, mas a empresa não conseguiu emplacar nenhum outro jogo desse nível, além do quê, os jogos da Activision eram os favoritos do jogadores. O Crash de 1983 veio com tudo e a empresa não conseguiu se adaptar às mudanças do mercado americano. Com a chegada do NES da Nintendo, o Atari 2600 ficou ainda mais esquecido e a Imagic não demorou muito para declarar falência. Em 1986, as revistas começam a divulgar o fim dessa empresa que chegou a emplacar alguns bons títulos na sua era de ouro e suas propriedades intelectuais foram compradas pela sua grande rival, a Activision.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    46
    • Micro picture
      old_gamer · 2 meses atrás · 3 pontos

      Um das melhores third party do Atari 2600, laser gates e dragonfire são meu jogos favoritos dela!

      1 resposta
    • Micro picture
      porlock · 2 meses atrás · 2 pontos

      pena ela nao ter aguentado o crash de 83... soh tinha jogão....

      1 resposta
    • Micro picture
      darlanfagundes · 2 meses atrás · 2 pontos

      Dragonfire era foda... eu nem me importava com essa coisa de qual empresa fazia o que, mas agora vendo essas postagens vejo como tudo tem uma origem interessante...será que alguém dessa empresa continuou trampando com games?!

      1 resposta
  • 2018-08-28 09:40:06 -0300 Thumb picture

    Combo#100 [NES] (1986): Ganbare Goemon! Karakuri Dōchū & Super Pitfall

    Inspirado por um herói japonês lendário, a Konami cria um jogo de aventura e exploração estrelando Goemon. Seu primeiro jogo foi para Arcades e no mesmo ano, o game para Famicom foi lançado. Ambientado no Japão feudal, nosso objetivo é coletar todos os objetos do cenário em ordem para então prosseguir para a próxima. Goemon pode pular por cima de objetos e baús, revelando seu conteúdo ou passagens secretas. - Um jogo muito bonito e com uma trilha sonora bem divertida, mas o gameplay em si é confuso. Coletar os objetos em ordem é quase impossível. Podemos comprar algum desses itens e ganhar power-ups para aumentar a velocidade ou ataque de longa distância.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     A japonesa Micronics conseguiu a licença da Activision para lançar o jogo do Pitfall na plataforma da Nintendo. O jogo segue a proposta de seu antecessor, Pitfall II: Lost Caverns, onde Harry explora subterrâneos de cavernas para coletar os objetos valiosos que vão te ajudar a prosseguir para a próxima fase. Harry começa com uma pistola de munição limitada e pode ser usada para derrotar as diversas criaturas do jogo. O jogo possui exploração confusa e level design sem nenhum capricho e acabou sendo mal recebido pelo público e imprensa. - O jogo tem gráficos bonitos, mas todo o resto do jogo é péssimo. Várias partes da caverna não fazem sentido e o jogo é extremamente difícil, seja pelas armadilhas ou pelo controle ruim do personagem.

    Nota pessoal: ★☆☆☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Super Pitfall

    Plataforma: NES
    216 Jogadores
    1 Check-in

    37
    • Micro picture
      porlock · 2 meses atrás · 2 pontos

      o carinha do pitfall pula como o mario.. kkkkk

      3 respostas
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 2 pontos

      Conheci GOEMON no SNES... que game "delicioso" para jogar...

      1 resposta
    • Micro picture
      volstag · 2 meses atrás · 2 pontos

      Infelizmente o Super Pitfall é muito bugado, eu jogo ele a anos tentando terminar, mas é um pesadelo, mesmo tentando fazer mapas, e olha que até com mapa de internet é tenso.

      1 resposta
  • 2018-08-27 08:50:32 -0300 Thumb picture

    #100 - Castlevania [NES] 1986

     Inspirado pelos filmes de terror e no livro Drácula de Bram Stoker, a Konami cria um jogo de aventura e plataforma sensacional para o Famicom Disk System. O castelo de Dracula ressurge a cada 100 anos e sua aparição em 1691 espalha o caos em Transilvânia. Simon Belmont, equipado com seu chicote Vampire Killer deve adentrar o castelo, dividido em 18 fases e derrotar o vampiro final, mas antes disso, vai ter que passar por vários outros perigos e armadilhas que o castelo possui. Além do chicote, Simon pode se equipar com armas secundárias que vão consumir corações que são coletados destruindo velas e inimigos pelo caminho. A saúde pode ser recuperada com frangos escondidos dentro de paredes e o acúmulo de pontos podem garantir uma vida extra.

     - Um jogo realmente espetacular que surpreende a cada instante. Os gráficos são sombrios e repleto de detalhes, em especial no cenário de fundo. A trilha sonora é incrível e marcante. Todos os temas são memoráveis. Além do Dracula, vamos enfrentar outros chefes, como um morcego gigante, Medusa, múmias, Frankenstein e até a Morte. Simon é bastante duro de controlar e alguns inimigos são extremamente irritante, como as cabeças de Medusa e os Flea Man, ainda bem que há uma grande variedade de armas secundárias para compensar a falta de agilidade, além de power-ups que aumentam o tamanho do chicote. As plataformas do jogo são um dos maiores desafios, pois o pulo de Simon possui uma trajetória fixa.

    Nota pessoal: ★★★★★

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Castlevania

    Plataforma: NES
    1906 Jogadores
    97 Check-ins

    59
Continuar lendo → Reduzir ←
Carregando...