historia_dos_games

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  • 2019-02-15 09:13:17 -0200 Thumb picture

    Combo#129 [Commodore 64] (1988): Ultima V & AD&D: Pool of Radiance

    Lord British desapareceu e um novo senhor tomou seu lugar, o Lord Blackthorn, um extremista das 3 virtudes: verdade, amor e coragem. Os 3 Senhores das Sombras, falsidade, ódio e covardia, espalham o caos na cidade e cabe ao seu personagem, o Avatar, de Ultima IV, trazer paz de volta ao reino. O jogo é aclamado por trazer um mundo mais vivo, onde os NPCs possuem várias dicas e opções de diálogos. O mundo a ser explorado é ainda mais vasto e o combate tático recebeu pequenas melhorias. - Depois de passar por tantos RPGs simplificados, é complicado voltar aos complexos RPGs ocidentais. O mundo é realmente maior e há dezenas de opções pelo jogo, mas trocar de disquete a cada nova área é bastante frustrante. Sem contar que o estilo gráfico de Ultima já se tornou bem ultrapassado.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     A SSI foi ousada ao lançar o primeiro jogo oficial baseado no RPG de mesa Advanced Dungeons & Dragons. O jogo começa com a opção de criar até 6 personagens, com classes e raças, assim como o sprite no menu e combate. A cidade de Phlan está em ruínas e cheias de monstros ao redor e cabe ao nosso grupo expurgar o mal da cidade e vencer Tyranthraxus, que está por trás de tudo. O jogo foi o primeiro de uma série que era possível usar seu personagem no jogo seguinte. - O RPG mais completo e para computadores. A exploração é em primeira pessoa, como em The Bard’s Tale e o combate é tático, como em Ultima III, só que mais completo. Os gráficos são bonitos com sprites detalhados e muito fiéis ao RPG de mesa. O jogo é lento, mas é muito bom.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Advanced Dungeons & Dragons: Pool of Radiance

    Platform: PC
    3 Players

    30
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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      SANTZ tá rico hein...60G (isso é dinheiro, né?)

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      kipocalia · 2 months ago · 2 pontos

      Tem um remake do Ultima V em cima do jogo Dungeon Siege, se chama Lazarus. O legal de Ultima V é que parece se passar em uma espécie de ditadura, mas nunca joguei o original, e eu sempre tive dificuldade em colocar o patch de Lazarus no jogo Dungeon Siege - acho que não funca na versão da steam, só em iso. Tem remake do Pool of Radiance como campanha para Neverwinter Nights 1 e 2. Ah um tempinho atrás eu estava jogando uma campanha feita no jogo Unlimited Adventures que tem praticamente o mesmo motor gráfico. Eu achei Pool of Radiance bem sem graça, o remake mais fiel é do Unlimited Adventures (no video aqui tem musica, mas não é a musica do jogo, é do cara que está jogando mesmo) e o mais divertido é do NwN 2. https://www.youtube.com/watch?v=cEMkiVmED7Q

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  • 2019-02-12 09:51:01 -0200 Thumb picture

    #129 - Zak McKracken and the Alien Mindbenders [Commodore 64] 1988

     Depois do enorme sucesso de Maniac Mansion, a Lucasfilm Games desenvolve o seu segundo jogo usando o motor Scumm. Você controla Zak e deve impedir que uma raça alienígena domine o planeta Terra usando seu raio de redução de inteligência. O jogo é repleto de piadas e bem humorado. Há várias referências a série de filmes Star Wars e ao Maniac Mansion. Por exemplo, encontramos um galão de gasolina para uma motosserra que só existe no Maniac Mansion e que lá é um item totalmente inútil, justamente pela falta de gasolina. Foi inserido uma proteção contra pirataria no jogo que deve ser inserido toda vez que Zak viaja para os EUA. Caso fosse inserido incorretamente 5 vezes, o personagem é preso e é obrigado a ouvir discursos de antipirataria.

     - O segundo jogo de Point-and-Click da Lucasfilm traz um novo paradigma de exploração. Podemos viajar entre vários países e até mesmo para Marte. Zak pode carregar muitos itens de uma vez, que pode dão ainda mais opções de ações, mas em contrapartida, torna o jogo ainda mais confuso. Há comandos novos que são desbloqueados apenas em áreas específicas, como por exemplo, comprar e vender itens quando se está em uma loja. O humor do jogo é um ponto positivo e há uma interação muito maior com os cenários. Dá para pegar vários objetos e interagir com quase tudo. Os gráficos do jogo receberam uma melhora significativa e há mais trilhas sonoras ao decorrer do jogo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    30
  • 2019-02-08 10:07:36 -0200 Thumb picture

    Mega Drive: O poderoso console de 16-bits da Sega

    Medium 3702529 featured image

    O console de 8-bits da Sega, o Master System, embora tenha feito sucesso na Europa, não conseguiu superar as vendas do NES nos EUA e nem do Famicom no Japão. O CEO da Sega japonesa, Hayao Nakayama montou uma equipe para desenvolver um novo console doméstico para a nova geração. O lançamento do PC Engine da NEC deu ainda mais urgência ao desenvolvimento, que propunha adaptar a placa de Arcade System 16 em formato menor. O console foi anunciado com o nome de Mark V, porém, a administração da Sega propôs um nome mais forte. Em 29 de Outubro de 1988, o Sega Mega Drive é lançado no mercado japonês, porém, o aparelho foi ofuscado por um novo jogo da série Super Mario lançado 1 semana antes.

     A Sega, mais uma vez, acertou no design do aparelho. Ele vinha escrito “16-BIT” no topo em grande destaque, pois era o verdadeiro videogame de 16-bits da nova geração, uma vez que o PC Engine vinha com 2 processadores de 8-bits. A carcaça era preta com um grande círculo no topo acompanhado da entrada de cartuchos e os as funções do aparelho no canto. Ele vinha com 2 entradas para controles e uma curiosa entrada para fones de ouvido. Por dentro, ele vinha com uma CPU Motorola 68000 de 16-bits com 7,6 MHz como processador principal e um Zilog Z80 de 8-bits para o controle de som. 72 KB de RAM e 64 KB de RAM de vídeo, era capaz de produzir 61 cores simultâneas com resolução de até 320x240 pixels.

     O Control Pad do Mega Drive é um dos primeiros controles de videogame a apresentar um design ergonômico. Há pegadores em formato de bumerangue que se ajusta melhor nas mãos dos jogadores, fugindo do design quadrado dos controles das concorrências. O D-Pad circular permite acessar as 8 direções com mais facilidade. Há 3 botões de ação posicionada em fileira, de modo que o polegar consiga alcançar todos com grande precisão. Os botões foram chamados de A, B e C e possuem orientação da esquerda para a direita. Além disso, o botão de Start agora estava no controle, situado acima dos botões de ação. Os cartuchos eram pretos e vinham com uma belíssima arte do jogo, ocupando quase toda a frente do cartucho.

     Os títulos de lançamento do Mega Drive eram adaptações ou portes de Arcade. Altered Beast é o jogo principal e o que mais se assimilava a versão de Arcade, inclusive, era o único jogo com que permita 2 jogadores simultâneo. Osomatsu-kun: Hachamecha Gekijō era um jogo de plataforma que promovia o anime lançado no mesmo ano. Space Harrier II era muito semelhante a versão do primeiro jogo de Arcade, mas com opção de selecionar a fase que deseja se aventurar. Era incrível ver aqueles efeitos de Super Upscale 3D dos Arcades rodando em um console caseiro. E por fim, Super Thunder Blade, também similar a sua versão de Arcade.

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    76
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      kb · 2 months ago · 5 pontos

      O Motorola 68000 era um processador bem poderoso no final da década de 80. O meu Mega Drive é esse original japonês da foto. Foi com o Mega Drive/Genesis que a Sega atingiu seu ápice e se tornou uma forte potência na indústria dos videogames. Enquanto o sucesso no Japão foi de certa forma modesto, nos EUA o console brilhou devido às estratégias acertadas do CEO da Sega for America, Tom Kalinske e o Genesis foi um adversário e tanto para o SNES da Nintendo. O modelo original com saída de fone de ouvido fazia um diferencial e tanto nos jogos, com acústica e sonoridade bem melhor do que o som exibido na TV.

      8 replies
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      darlanfagundes · 2 months ago · 5 pontos

      O melhor da era 16 bits.... NADA supera Sonic! IJOSoijasoiasjioasjasoas!

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      porlock · 2 months ago · 2 pontos

      eu adoro altered beast...

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  • 2019-02-07 08:49:08 -0200 Thumb picture

    Combo#128 [Arcade] (1988): Power Drift & Winning Run

    A Sega lança um jogo de corrida bastante inovador utilizando a técnica de Super Upscale. Se trata de uma corrida competitivo utilizando kart. A maioria dos jogos de Arcade na época usavam corrida contra o tempo, este game traz um circuito tradicional. O jogo era bem ambicioso, pois mostrava diferentes níveis de terreno e repleto de morros e descidas, lembrando uma montanha russa. Para prosseguir para a próxima etapa, era exigido chegar pelo menos na terceira posição. - Um jogo com visual único e muito frenético. Tem hora que tanta subida e descida nas pistas que confunde o jogador, pior ainda é quando o carro bate e tudo fica girando. O visual do jogo é fantástico assim como a trilha sonora, mas a jogabilidade é bastante complicada.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     A Namco é ainda mais ousada e inovadora. Usando sua nova placa, a System 21, criou um jogo de fórmula 1 capaz de renderizar 60 mil polígonos na tela, criando assim, o primeiro jogo de corrida poligonal da história. A visão é em primeira pessoa e também traz o estilo de corrida com circuito, mas junto com um contador de tempo. O jogo possui um sistema de até 5 níveis de marchas e um par de retrovisores para mostrar os carros que vem por trás. - Um jogo com visual muito diferente e limpo. A sensação 3D funciona muito melhor com polígonos do que com sprites escalonados. O realismo do jogo faz parecer que o jogador se sinta em uma pista de Fórmula 1 de verdade.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Winning Run

    Platform: Arcade
    1 Players

    35
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      volstag · 2 months ago · 3 pontos

      Corrida contra o tempo sempre me desanimou um pouco, eu nunca curti esse modo mercenário de comer fichas que os caras inventaram, mas são jogos bons, tem que treinar até pegar o jeito, ai a coisa fica mais legal.

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      leopoldino · 3 months ago · 2 pontos

      Sempre achei incrível o gráfico do Power Drift.

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      porlock · 3 months ago · 2 pontos

      caraio... joguei power drift no fliperama.

      1 reply
  • 2019-01-29 08:39:21 -0200 Thumb picture

    #128 - Chase H.Q. [Arcade] 1988

     Este não é apenas um jogo de corrida contra o tempo, pois se trata, na verdade, de uma perseguição policial bem ao estilo dos filmes de ação da época. Ao receber uma mensagem de rádio dizendo a localização do bandido ou assassino, nosso personagem, o policial Tony Gibson se dirige ao local em alta velocidade. Há momentos que a pista se divide e devemos optar por um dos lados para evitar um trajeto mais longo. Ao alcançar o bandido, ligamos a sirene e é adicionado mais tempo ao contador. O objetivo agora é acertar o carro do bandido varias vezes até que ele pegue fogo e pare. O jogo é dividido em 5 fases e a dificuldade da pista aumenta a cada nova perseguição.

     - Um jogo de corrida com uma proposta diferente. Os gráficos e controles lembram Out Run da Sega, mas as pistas são mais estreitas e há momentos que o carro salta devido aos morros repentinos. Nosso carro não é muito rápido, mas temos 3 turbos que podemos usar para ganhar uma grande velocidade e chegar ao carro do bandido antes que o tempo acabe. Como qualquer jogo de corrida, é quase impossível de concluir o cenário se ficar batendo muito. As cenas de apreensão são sempre diferentes e legais de se ver. Os gráficos são bem variados e as pistas nem sempre são no asfalto, pois percorremos trilhas na terra.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Chase H.Q.

    Platform: Arcade
    13 Players
    3 Check-ins

    48
  • 2019-01-21 08:28:21 -0200 Thumb picture

    Combo#127 [NES] (1988): Bio Miracle Bokutte Upa & Tetsuwan Atom

    O espírito maligno Zai é libertado e suga toda juventude dos habitantes de um reino mágico. O bebê Upa recebe um chocalho mágico e parte em uma aventura pelas terras dos doces, brinquedos e várias outras fases com temas infantis para vencer Zai. Upa pode inflar os inimigos usando seu chocalho e usá-los como plataforma ou arma de arremesso. Há diversos itens para se coletar durante as fases, como um coração extra, um sino de invencibilidade e mamadeiras, para recuperar o saúde. - Um jogo com tema muito infantil e é claro, muito divertido. Tudo é muito colorido e carismático. Na segunda fase, Upa entra em um bolo e deve comer para abrir caminho pelo labirinto. O jogo ainda possui uma boa dose de dificuldade e desafios.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Astro Boy é um dos mangás e animes de sucesso mais antigo do Japão e finalmente recebe a sua primeira adaptação para um jogo de videogame. Vários bandidos roubam as moedas de ouro do professor Ochanomizu e cabe ao robô Astro Boy recuperar todo ouro roubado através de 10 fases temáticas. A cada segundo, a energia do Astro Boy vai decaindo e qualquer golpe resulta na aparição do professor para consertar o robô. Após 3 saltos consecutivos, Astro Boy pode voar por um determinado tempo. - Um joguinho de plataforma bem mais ou menos. Os cenários, as músicas e as mecânicas do jogo deixam bastante a desejar. O design das fases é simples e não propõe nenhum desafio interessante.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Bio Miracle Bokutte Upa

    Platform: NES
    12 Players

    30
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      manoelnsn · 3 months ago · 3 pontos

      Ouvi dizer que Megaman foi baseado no Astro Boy/Atom. Os dois são bem parecidos, tanto em origem quanto habilidades, então faz bastante sentido

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      old_gamer · 3 months ago · 3 pontos

      Adoro esse Bio Miracle, jogo muito divertido e quase desconhecido da Konami, provavelmente por ter sido lançado só no Japão. Hoje esse é um jogo extremamente raro, que só o cartucho chega a 1000 reais no Japão. Tenho a sorte de ter esse jogo original na coleção : )

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      andre_andricopoulos · 3 months ago · 2 pontos

      Curioso BIO MIRACLE...não conheço nenhum...

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  • 2019-01-14 08:42:24 -0200 Thumb picture

    #127 - Super Mario Bros. 2 USA [NES] 1988

     O jogo Super Mario Bros. 2 japonês foi classificado como muito difícil e pouco inovador para o mercado americano. Em 1987, um grande festival japonês com parceria da Nintendo com a Fuji Television recebe um título único para celebrar o evento: Yume Kōjō: Doki Doki Panic. A Nintendo da América resolveu adaptar esse jogo para se tornar a nova sequência da série Super Mario, alterando o sprite dos personagens e alguns elementos. A mecânica básica, gráficos e trilha sonora já lembravam um jogo do Mario, então pouca coisa teve que ser refeita. A principal novidade é a possibilidade de atirar objetos ou inimigos contra os próprios adversários. Além disso, foi permitido também a seleção de 4 personagens para jogar: Mario, Luigi, Peach e Toad, cada um com habilidades únicas.

     - Apesar de se tratar de uma adaptação de outro jogo, tudo que foi sucesso no primeiro jogo está aqui. A jogabilidade é rápida e precisa. A mecânica que arrancar objetos do chão e arremessar nos inimigos casou muito bem com a proposta. Escolher o personagem muda a forma de jogar de cada fase, permitindo um alto valor de replay. O jogo conta com inúmeros segredos, seja através das poções mágicas que dão acesso ao mundo invertido ou descobrindo as warp zones secretas pelas fases. Cada fase possui uma temática diferente e possui um certo nível de exploração para prosseguir. Há diversos inimigos novos e chefes divertidos de serem derrotados, apesar de nenhum fazer alusão ao jogo original.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Super Mario Bros. 2

    Platform: NES
    5606 Players
    24 Check-ins

    46
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      joanan_van_dort · 3 months ago · 4 pontos

      O que eu acho mais curioso de tudo é que essa mecânica de rolagem vertical foi pensada e subdesenvolvida pelo Miyamoto pra outro jogo da Nintendo. Acabou aprimorada no Doki Doki Panic para o jogo da TV Fuji. E no ocidente virou Mario 2.
      Na Nintendo mesmo quando eles não querem reciclar ou engavetar uma ideia ou tecnologia pra usar depois, o conceito acaba voltando para eles próprios com no mínimo relativo sucesso de público e financeiro também. Às vezes vira um puta sucesso, como foi o caso do Mario Maker. Os caras imprimem dinheiro de qualquer jeito...

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      manoelnsn · 3 months ago · 3 pontos

      O famoso jogo do rabanete. Nessa época a Peach ainda era morena

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      thecriticgames · 3 months ago · 3 pontos

      Um dos games que sofre rage mais injustiçados pela fan base, o bizarro da história é que todo mundo lembra dele ter se originado do Doki Doki, mas quase ninguem sabe que o Doki Doki era pra ser um game do Mario na vdd e que mudou posteriormente pra colocar mascotes de uma rede de TV que tinha parceira com a Nintendo, foi um jogo de Mario se tornando no fim um jogo de Mario.

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  • 2019-01-09 08:30:24 -0200 Thumb picture

    A importância e o desenvolvimento de Maniac Mansion

    Medium 3696566 featured image

    Ron Gilbert tem o seu primeiro contato com um adventure gráfico com o jogo King’s Quest da Sierra e viu que aquele era o caminho certo para o futuro dos jogos. Junto com seu colega de trabalho, Gary Winnick, funcionários da Lucasfilm Games, começaram o desenvolvimento de um jogo revolucionário em 1985. O projeto se baseava em filmes B de terror e clichês de clássicos do cinema, como Sexta-Feira 13 e A Hora do Pesadelo. A ideia era brincar com esses elementos, mesclando com humor e muitas piadas. Criaram um jogo de tabuleiro onde as cartas disparavam eventos que futuramente seriam incluídas no jogo. Mais tarde, o desenho da mansão foi colocada em quadro dentro do jogo.

     Gilbert esperava criar uma nova engine para que os futuros jogos da Lucasfilm não perdessem tempo programando um novo motor, além de facilitar o porte para outros computadores. Os primeiros 9 meses de produção do jogo foram voltados apenas para o desenvolvimento desse novo motor e recebeu o nome de SCUMM. O interpretador de textos, usado nos jogos da Sierra, era frustrante, pois cabia ao jogador adivinhar as palavras e comandos usados para executar uma ação. O SCUMM trazia um inovador sistema de apontar e clicar, onde bastava selecionar o comando desejado e depois clicar no objeto da tela para fazer a interação. Uma espécie de protótipo desse sistema foi usado no jogo Labyrinth: The Computer Game de 1986. Maniac Mansion foi lançado no ano seguinte.

     Não é apenas na forma de interagir que o jogo revoluciona. O mundo é vivo e tem momentos certos para as coisas acontecerem, independente da ação do jogador. Vez ou outra, entra uma cena em outro cômodo para explicar parte da história. Gilbert chamou isso de cutscene, mas não foi o primeiro jogo a ter isso, Pac-Man foi o pioneiro. Os textos do jogo foram muito bem escrito e mudam de acordo com qual personagem você está controlando. O jogo tentou não punir o jogador com algumas decisões lógicas do cotidiano. Em King’s Quest, nosso personagem pode morrer só de pegar um caco de vidro no chão. As soluções dos puzzles foram pensadas para se completar com qualquer combinação de personagem ou mesmo com apenas 1 sobrevivente.

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      msvalle · 3 months ago · 4 pontos

      Para quem tiver acesso, esse jogo está embutido no Day of the Tentacle.

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      lukenakama · 3 months ago · 3 pontos

      To começando a entender a importancia do jogo, acho que sem ele Telltale não teria sido o que foi.
      Preciso jogar mais, eu peguei a versão de Nes, mas um dia eu dou um jeito de jogar a original.

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      manoelnsn · 3 months ago · 2 pontos

      Bem interessante

      1 reply
  • 2019-01-07 09:21:20 -0200 Thumb picture

    Combo#126 [PC Engine] (1988): Keith Courage in Alpha Zones & The...

    ...Legendary Axe

     Adaptado do anime Mashin Hero Wataru, controlamos o jovem Keith, membro da NICE, que tem a missão de destruir as forças alienígenas do planeta BAD. Começamos na área esverdeada de um vilarejo, onde podemos coletar moedas de pequenas criaturas para comprar melhorias para o nosso personagem. Ao final dessa etapa, Keith é transportado para o submundo e usa um mecha de combate para destruir seus inimigos, a Nova Suit. - Um jogo bem simples de plataforma que lembra um pouco o Wonder Boy in Monster Land. A jogabilidade é meio travada e o design das fases é bem simples. Os inimigos costumam dar respawn rapidamente com um mero scrolling na tela, que torna o jogo um pouco difícil.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Flare é raptada e vai para servir de sacrifício culto de Jagu. Seu amigo de infância, Gogan, recebe o machado lendário dos aldeões, o Sting, e parte para uma aventura em 6 zonas para enfrentar o próprio Jagu e salvar sua amiga. O jogo adota um estilo plataforma com ação, muito semelhante ao jogo Rastan. Há um medidor de força que recarrega automaticamente e pode ser aumentado pegando power-ups pela fase. O jogo foi muito elogiado pelos gráficos, trama e trilha sonora. - Um jogo que mostra o poderio da nova geração. A jogabilidade é simples e precisa. A dificuldade é mediana e bem equilibrada. Os gráficos do jogo são belíssimos, com cenários bem desenhados e riquíssimo em detalhes.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    The Legendary Axe

    Platform: TurboGrafx-16
    15 Players
    1 Check-in

    31
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      volstag · 4 months ago · 3 pontos

      Legendary Axe é um classico! Joguei muito no emulador, ja esse outro não lembro de ter jogado não, mas qualquer hora vou dar uma conferida.

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 4 months ago · 2 pontos

      Não conheço mas olhando...KEITH parece um"MegaMan" de pobre.
      Que trama macabra de LEGENDARY AXE...gostei.

      1 reply
  • 2019-01-04 09:42:46 -0200 Thumb picture

    #126 - Alien Crush [PC Engine] 1988

     Chegou a hora de estrear uma nova plataforma, o PC Engine, que foi lançado em 1987. Inspirado pelo filme Alien, o Oitavo Passageiro, a NEC lança um jogo de pinball com temática alienígena. É possível escolher qual velocidade se deseja jogar (lenta ou rápida) e também qual das duas músicas disponíveis se deseja ouvir enquanto joga a tela principal. A mesa do pinball é dividido em duas telas, mas há vários caminhos bônus que te levam para uma área nova, onde o objetivo é destruir alienígenas e acumular mais pontos. O jogo é aclamado pela crítica, pois mostra todo o poder que o novo videogame da NEC possui. Os gráficos são chamativos e riquíssimo em detalhes.

     - Um jogo muito viciante e divertido de se jogar. O visual do jogo realmente está em outro nível, com cores e detalhes bem implementados para um console caseiro. As músicas são poucas, mas são bacanas. A parte mais legal, sem dúvida, é encarar os bônus. O desafio é limpar a tela, destruindo todos os inimigos para acumular mais pontos, mas é uma tarefa bem difícil. Na mesa em si, há diversos objetos que garantem pontos ou alguma vantagem, como por exemplo, tapar o buraco por onde a bola vaza. É possível ganhar uma vida extras através dos bônus da mesa e ao final da partida, podemos inserir nossas iniciais, porém, só fica gravada enquanto o videogame estiver ligado.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Alien Crush

    Platform: TurboGrafx-16
    7 Players

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      volstag · 4 months ago · 3 pontos

      Esse é um classico bem dificil de jogar, e muito lgal tambem, e me lembra que nunca o terminei.
      Ja o Devil Crush (ou crash) de mega drive, que acho que deve ser tipo uma continuacao desse, eu terminei a trocentos anos atras.

      1 reply
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      darlanfagundes · 4 months ago · 2 pontos

      Vixe, detesto TODOS os pinballs...ashiusahisa....Mas o PC Engine ainda tem muita coisa boa, que eu nunca joguei, até baixei os jogos aqui mas ainda estou me matando nos de NES...

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 4 months ago · 2 pontos

      Gosto do SONIC SPINBALL... kkkkkkkkk

      2 replies
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