historia_dos_games

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  • 2019-12-03 10:11:50 -0200 Thumb picture

    Combo#199 [Arcade] (1992): Art of Fighting & Fatal Fury 2

    A SNK segue firme nos jogos de luta e cria mais um jogo que traz inovações para o gênero. A história se passa alguns anos antes de Fatal Fury, onde o lutador de Karatê Ryo Sakazaki e Robert Garcia enfrentam uma série de oponentes para salvar a irmã de Ryo, Yuri, que foi raptada por Mr. Big. O jogo introduz o conceito da barra de espírito, que é consumida para utilizar um poder, além de revelar um golpe especial durante as cenas da história. O jogo também utiliza zoom para enquadrar os lutadores. A medida que a luta segue, as roupas vão rasgando e o rosto inchando. - Um jogo de luta que tem muita cara de clone de Street Fighter II, mas introduz conceitos que o torna bem original. A dificuldade é balanceada e os gráficos são incríveis, tanto nos cenários quanto no detalhe do rosto inchado dos lutadores.

    Nota pessoal: ★★★★★

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     O segundo jogo da série traz um novo torneio de artes marciais, agora organizado por Krauser para se vingar dos lutadores que mataram Geese. O gameplay adota o estilo do sucesso Street Fighter II, com 8 lutadores selecionáveis e cada um com seu próprio estilo de luta, cenário e golpes. O jogo apresenta o Desesperate Move, que dispara um golpe poderoso quando a saúde está baixa. O jogo segue com os dois planos de luta no cenário e gráfico aprimorados. - Um jogo que segue a fórmula de Street Fighter II, inclusive nos combates contra 4 chefes no final. Em relação ao jogo anterior, ele apresenta um avanço incrível, especialmente nos cenários bem caprichados e vivos. O repertório de golpes e a variedade de personagens são pontos fortes.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Art of Fighting

    Platform: Arcade
    125 Players
    2 Check-ins

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      leandro · about 2 months ago · 4 pontos

      Uma coisa que chama atenção nos jogos de luta da SNK, não apenas a qualidade do jogo em sim, os backgrounds dos cenários sempre muito bem feitos de detalhados

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      manoelnsn · about 2 months ago · 4 pontos

      Curtiu mais art of fighting que fatal fury 2?

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      thecriticgames · about 2 months ago · 2 pontos

      Dois jogos otimos, mas tenho que citar sempre o quanto eu odeio Gesse.

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  • 2019-12-02 10:56:42 -0200 Thumb picture

    #199 - Mortal Kombat [Arcade] 1992

     Com o sucesso estrondoso de Street Fighter II, começaram a surgir vários clones no mercado, mas Ed Boon e John Tobias da Midway conseguiram criar um jogo de luta realmente original. Durante 500 anos, Goro seguiu invicto no torneio Mortal Kombat e logo teria o controle de todos os reinos, mas Raiden reúne um novo time de lutadores para defender o reino da Terra. O jogo apresenta atores reais digitalizados para representar cada lutador. O Arcade traz um esquema inovador de 5 botões, sendo 1 deles reservado para defesa. Após duas vitórias, o jogador tem um breve período para executar o comando de Fatality, que finaliza o oponente da forma mais violenta possível. Cada personagem possui seu próprio repertório de Fatality e foi o primeiro jogo de luta a introduzir esse conceito.

     - Mortal Kombat traz a tona a violência exagerada nos games de luta. Litros de sangue voam pela tela a cada golpe e o uso de atores digitalizados causa um espanto ainda maior, especialmente nos Fatalities. A jogabilidade do game é muito boa e a introdução do botão de defesa é um diferencial. As magias são disparadas com toques no joystick ao invés de movimentos circulares, como era comum à época. O design dos cenários e o universo criado para o game o torna ainda mais místico e surpreendente. Os lutadores possuem diferenças bem notáveis entre si e a dificuldade do jogo é bem equilibrada, guardando os desafios mais pesados para os duelos finais. O minigame de testar a força é legal, mas não vale muito o esforço.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Mortal Kombat

    Platform: Arcade
    678 Players
    6 Check-ins

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      darlanfagundes · about 2 months ago · 2 pontos

      O inicio de uma lenda!

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      onai_onai · about 2 months ago · 2 pontos

      A primeira vez que vi sangue em um jogo, muito sangue por sinal! Hehe...

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      vante · about 2 months ago · 2 pontos

      Eu tive trauma desse jogo no começo pq joguei em um emulador e quando perguntei pro meu irmão como fazer os especiais, ele disse "1 baixo, 1 frente, 1 c", e o gênio aqui apertiu os números pra variar kkkkkkkkkk.

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  • 2019-11-29 10:11:44 -0200 Thumb picture

    A importância e o desenvolvimento de Sonic the Hedgehog

    Medium 3760228 featured image

    Em 1990, os esforços da Sega se voltaram na criação de um novo mascote para rivalizar com a popularidade do Mario da Nintendo. Yuji Naka e Naoto Ohshima desenharam diversos personagens para ser esse novo ícone. Dentre as opções, um cachorro, um coelho que estica as orelhas e o Theodore Roosevelt de pijamas se destacaram, mas o vencedor foi Mr. Needlemouse, um ouriço de cabelo espetado. Após desenvolver o mascote, a equipe japonesa da Sega criou uma banda com vários animais e uma mulher humana para servir de par romântico do protagonista, mas essas ideias foram descartadas pela equipe americana. O design do presidente de pijamas foi aproveitado para criar o vilão do ouriço, Dr. Robotnik.

     O nome Sonic veio da principal habilidade do personagem, sua velocidade que supera a barreira do som. Seus sapatos foram inspirado no Michael Jackson e no Papai Noel e sua atitude de fazer acontecer no presidente Bill Clinton. A Sega investiu pesado em propaganda para apresentar seu novo mascote, patrocinando uma turnê do grupo Wonder 3 e aparecendo como um pingente decorativo no primeiro Arcade de 32-bitsda Sega, Rad Mobile. Yuji Naka havia desenvolvido um protótipo de um jogo capaz de mover um sprite em alta velocidade usando matriz de pontos. Naka era muito fã de Super Mario Bros. e se desafiava a passar da primeira fase o mais rápido possível, mas achava o personagem muito lento. O projeto “Defeat Mario” contava com uma equipe 7 funcionários e foi crescendo ao longo dos meses.

     A equipe Sonic Team trabalhou meses para tirar todo proveito que o Mega Drive podia oferecer. Os cenários apresentavam uma gama de cor nunca antes vista, a trilha sonora de Masato Nakamura ficou fantástica, mesmo se limitando aos 4 canais de som do console. Yuji Naka ficou cerca de 8 meses criando a Green Hill Zone, pois a proposta do design das fases era dar ao jogador a sensação de velocidade e liberdade, já que há várias rotas possíveis para se concluir cada nível. O presidente da Sega da América, Tom Kalinske, lançou o jogo nos EUA primeiro logo após a aprovação dos jogadores na CES de 1991. Para aumentar ainda mais a popularidade do jogo, Sonic the Hedgehog substitui Altered Beast como jogo bundle e logo se torna um dos maiores sucessos da história.

     O sucesso do primeiro jogo foi algo sem precedentes. Muitos consideravam ele como o melhor jogo de todos os tempos e mostrava que o Genesis era capaz de uma prima tão fantástica. Vender o cartucho junto do console se mostrou uma estratégia genial, visto que o aparelho vendeu mais que o Super Nintendo no período do Natal de 1991. No pico de janeiro do ano seguinte, pela primeira vez na história, a Sega havia ultrapassado a Nintendo, que se manteve como líder do mercado desde 1985. Uma versão 8-bits do jogo saiu no mesmo ano e ajudou a popularizar o Game Gear e o Master System, mas ainda não conseguiram vencer a concorrência. Yuji Naka ficou insatisfeito com a falta de créditos que recebeu do jogo e saiu da Sega, mas logo foi contratado pela Sega da América para desenvolver a sequência do sucesso.

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      lukenakama · about 2 months ago · 4 pontos

      O legal é que essa mulher loira que fazia parte da ideia inicial de Sonic tinha o nome de Madonna, @andre_andricopoulos pira

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      fagnerale · about 2 months ago · 2 pontos

      Não gosto de ficar comparando eu gosto igual de Mario e Sonic, já zerei todos os jogos de Mario do snes e Sonic do Mega e acho muito bom os dois, os dois mascotes são nota 10

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      artigos · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2019-11-28 10:22:58 -0200 Thumb picture

    Combo#198 [NES] (1992): Mr. Gimmick! & Little Samson

    Para rivalizar com os jogos da geração 16-bits, a equipe da Sunsoft extraiu o máximo de gráficos do Famicom e ainda incluiu um chip que adicionava canais extra de som para seu novo jogo. Com a chegada de Yumetaro, os outros brinquedos deixaram de ser amados e enviaram a garota para uma outra dimensão. O jogador controla Yumetaro em um jogo side scrolling padrão e pode criar estrelas mágicas para derrotar seus inimigos ou usar como plataforma para alcançar lugares inacessíveis. - Um joguinho de plataforma com gráficos belíssimos e trilha sonora com vários estilos, mas sempre voltado para o lado mais infantil. A jogabilidade do game não é muito boa, pois o personagem escorrega muito e usar a estrela como plataforma é muito complicado, aumentando consideravelmente sua dificuldade.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Quatro heróis distintos são convocados para derrotar um príncipe das trevas que ameaça destruir o mundo. Inicialmente, o jogador pode escolher qual das 4 fases jogar e em cada uma vai controlar um herói diferente. Cada um deles possuem características distintas, como formas de ataque diferente, força, velocidade, pulo e habilidades únicas. A partir da quinta etapa, o jogador pode trocar para o herói que deseja jogar a qualquer momento. O jogo não utiliza diálogos para contar sua história. - Um jogo extremamente divertido e com uma proposta bem interessante. Cada herói tem seus pontos fortes e fracos e isso incentiva o jogador trocar constantemente de personagem. A trilha sonora e os gráficos são de alta qualidade também.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Little Samson

    Platform: NES
    100 Players
    17 Check-ins

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      darlanfagundes · about 2 months ago · 4 pontos

      Jogaços... tô assistindo uma live speed run de Gimmick agora mesmo...rsrs...
      https://www.twitch.tv/speedrunhypetv

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      thecriticgames · about 2 months ago · 4 pontos

      Gimmick foi uma das minhas ultimas descobertas com respeito a jogos de NES interessantes, Little Samsom é disparado um dos melhores jogos do console pra mim e lembro de uma historia curiosa, conheci o jogo através de um amigo que tinha ele em uma coletânea, mas o maldito posteriormente perdeu ela e não lembrávamos o nome do jogo, quebrei a cabeça pensando em como descobrir o nome do jogo e resolvi isso quando pesquisei no google "golem, rato e dragão."

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      old_gamer · about 2 months ago · 3 pontos

      Dois jogos lindos do Snes, muito acima da média. Hoje esses dois jogos são raríssimos, o Gimmick só saiu no Japão e Europa, uma versão completa do famicom chega fácil a 4 a 5000 reais, o Little sanson é ainda mais raro e desejado pelos colecionadores, uma cópia americana completa passa fácil de 10.000 reais. Na minha coleção tenho Gimmick do famicom completo e tenho o cartucho original do little sanson, ainda estou à procura de uma cópia completa, sei quem tem no Brasil, mas o cara não quer vender agora ......

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  • 2019-11-27 10:44:33 -0200 Thumb picture

    #198 - Gargoyle's Quest II [NES] 1992

     A história do segundo jogo das aventuras do gárgula Firebrand se passa antes dos eventos do primeiro jogo. Durante o treinamento do jovem gárgula, a cidade é alvejada por uma luz negra que destrói tudo mata os habitantes. O rei da vila envia seu guerreiro para cidades vizinhas em busca de respostas para o evento catastrófico. Assim como no jogo de GameBoy, o game é dividido em partes de exploração com visão aérea no estilo dos RPGs da época e sessões de ação com plataforma. No decorrer da aventura, Firebrand vai adquirindo novas habilidades, como maior duração de voo e diferentes tipos de poderes de ataque. O jogo traz um sistema de uso de itens para determinadas ações nas partes de exploração que dão um tom de adventure ao jogo.

     - Mais um excelente jogo do gárgula que traz o mesmo estilo de seu antecessor, só que muito melhor. Agora o jogo não apenas apresenta cores, mas também gráficos de ponta e riquíssimo em detalhes. A trilha sonora também continua boa, com uma pegada mais sombria. A parte de exploração é muito boa e ainda conta com um overworld, mas sem batalhas aleatórias dessa vez. Nas sessões de plataforma, Firebrand é super lento, mas em compensação, os inimigos também se movem de maneira bem metódica, o que permite desviar da maioria dos ataques com certa precisão devido a habilidade de voo do gárgula. A dificuldade do jogo é muito alta e conta com uso de senhas para salvar o progresso.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Gargoyle's Quest II: The Demon Darkness

    Platform: NES
    127 Players
    9 Check-ins

    44
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      darlanfagundes · 2 months ago · 3 pontos

      Gosto mais desse do que do de SNES.

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      leandro · 2 months ago · 2 pontos

      Diria que é um dos games mais avançados do Nes, em termos de visual gráfico e sprites

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      old_gamer · about 2 months ago · 2 pontos

      Adoro tanto esse quanto à sua sequência para Snes. Tenho dois exemplares dele na coleção, ambos americanos um completo e outro lacrado de fábrica : )

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  • 2019-11-26 10:39:28 -0200 Thumb picture

    Combo#197 [MS-DOS] (1992): Ultima VII: The Black Gate & Dune II: ...

    ... The Building of a Dynasty

     Após Ultima VI, o sétimo jogo da série traz um mundo de fantasia ainda mais rico. O Avatar é novamente convocado a Britannia, agora para investigar sobre um ritual satânico. O jogo todo agora é em tempo real, inclusive nos combates. Há centenas de itens disponíveis para o jogador usar ou apenas carregar. Pela primeira vez na série, a interface é totalmente orientada a mouse, utilizando um sistema de janelas para gerenciar itens, bolsas e equipamentos. Implementa uma opções de diálogo prontos com palavras chaves. - Definitivamente, o melhor jogo da série. A interface orientada a mouse simplificou muito as coisas, porém, trouxe um sistema realismos até demais, onde é possível obter centenas de itens inúteis e ainda correr o risco de um personagem adoecer ou até te atacar se o Avatar infringir muito as leis.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Desenvolvido junto do primeiro Dune, o segundo jogo traz um foco total nos combates, sendo considerado o maior influenciador do gênero RTS. O jogador pode escolher uma das 3 casas disponíveis para criar um grande império e dominar o planeta Arrakis. A mecânica do jogo consiste em coletar especiarias pelo deserto para converter em créditos e construir unidades militares. A interface é orientada totalmente para uso do mouse. - Um jogo de estratégia muito convidativo, pois consegue apresentar uma mecânica fácil de aprender e que aos poucos vai se tornando mais complexa conforme novas missões vão surgindo. O campo do jogo é escuro e o jogador deve ir explorando o mapa aos poucos para descobrir inimigos e solos férteis.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Dune II: The Building of a Dynasty

    Platform: PC
    51 Players

    35
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      porlock · 2 months ago · 4 pontos

      eu olhei a foto do ultima e pensei: "tibia, eh vc?"

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      manoelnsn · 2 months ago · 3 pontos

      Ultima VII ainda pretendo jogar, foi meio que o pai dos WRPGS point and click

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      old_gamer · 2 months ago · 2 pontos

      Tenha a versão de Snes deste Última.

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  • 2019-11-25 10:09:11 -0200 Thumb picture

    #197 - Dune [MS-DOS] 1992

     Baseado no romance e no filme de 1984 de mesmo nome, a Cryo criou um jogo que mistura elementos de adventure com estratégia. O jogador controla Paul Atreides que logo recebe a missão de fazer alianças com nativos do planeta Dune para minerar recursos e expandir sua força militar, pois a casa Harkonnens pode atacar e dizimar seu território. A medida que o jogo avança, novos elementos de jogabilidade são adicionados, como a parte de estratégia em tempo real para batalhas e mineração, bem como uso novas habilidades de telepatia e transporte para manter contato com as diversas áreas do planeta. Foi um dos primeiros jogos a receber adaptação para CD, que teve melhorias na trilha sonora, personagens dublados e cenas cinematográficas em momentos chaves.

     - A adaptação do livro e filme para o jogo se mostrou bem ambiciosa. O game traz uma mistura inusitada de gêneros, mas que combinam de forma fantástica. Na parte de adventure, os diálogos são simples e servem como a parte diplomática do jogo, já a questão de combate e mineração de estratégia se mostra confusa inicialmente, principalmente por ter acesso ao mapa do planeta inteiro. Tudo no jogo ocorre em tempo real, então é preciso calcular bem cada passo para não fazer algo que vá prejudicar no futuro. O jogo conta com uma trilha sonora muito boa e que casa bem com a proposta do jogo, que por sua vez, traz um visual inspirado e cenas cinematográficas de alta qualidade.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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      porlock · 2 months ago · 2 pontos

      q bacana parece esse jogo.

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      thecriticgames · 2 months ago · 2 pontos

      Não tenho interesse no jogo mas os 21 livros estão todos na minha lista de leituras futuras, quem sabe um dia... assim como os diferentes contos.

      7 replies
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      onai_onai · 2 months ago · 2 pontos

      Eu joguei muito foi o Dune 2000.

      1 reply
  • 2019-11-22 09:49:48 -0200 Thumb picture

    Combo#196 [NES] (1992): Bucky O’Hare & Mega Man 5

    A Konami cria um jogo de plataforma aos moldes de Mega Man usando o universo do coelho verde dos quadrinhos e animações como base. A nave da tripulação é atacada por sapos e cada personagem caí em um planeta diferente. Bucky deve vencer os chefes de cada planeta e salvar seus amigos. Após fazer isso, o jogador pode trocar de personagem a qualquer momento da fase, semelhante ao Wai Wai World, também da Konami. - Um jogo de ação muito simpático e divertido. A dificuldade dele é bem alta, mas vale a pena o desafio para desbloquear os personagens e ver suas habilidades. A jogabilidade é bem rápida, os gráficos são bem caprichados e a trilha sonora é espetacular.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O quinto jogo da série se passa 2 meses após os eventos de Mega Man 4, onde Proto Man sequestra Dr. Light, seu criador, e deixa 8 Robot Masters para Mega Man enfrentar. A mecânica de jogo segue o estilo tradicional, com o Mega Buster levemente mais poderoso. A novidade do game se revela após coletar as 8 letras escondidas em cada fase e desbloquear o pássaro robô Beat, que vai seguir Mega Man durante suas aventuras, atacando os inimigos pela tela. - O quinto jogo da série recicla a mesma fórmula clássica com quase nenhuma novidade. Beat é legal, mas demora coletar as letras para vê-lo em ação. Os gráficos e a trilha sonora continuam boas e o level design de algumas fases traz experiências interessantes, mas a dificuldade reduziu novamente.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Mega Man 5

    Platform: NES
    1505 Players
    30 Check-ins

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  • 2019-11-21 10:19:13 -0200 Thumb picture

    #196 - Summer Carnival ‘92: Recca [NES] 1992

     No Japão, era comum competições em jogos de shoot ‘em up e a Naxat publicou uma série de jogos com foco em pontuação. Após 2 jogos para o PC Engine CD, o terceiro game chega ao Famicom, trazendo o primeiro Bullet Hell da história. O jogo é um dos poucos que trabalha no limite do hardware da Nintendo, utilizando técnicas de varredura com ondas senoidais para criar um fundo animado cheio de efeitos e o jogo roda em 30 fps para contornar os limites de sprites em tela. Há 3 modos de jogo, campanha, disputa por pontos e corrida contra o tempo. Além de power-ups para diferentes tipos de tiro e uso de mísseis auxiliares, a nave pode carregar energia e disparar uma bola de luz que vai servir como escudo contra tiros, evitando a chuva de disparos.

     - De longe, o game mais frenético de todos os tempos. Com poucos segundos de jogo, você já tem dezenas de inimigos disparando, power-ups caminhando pela tela e tiros para todos os lados. Quando menos se espera, surge um chefe gigante disparando contra você imediatamente. É difícil memorizar os padrões dos inimigos, exigindo muito reflexo e paciência do jogador, pois o game é extremamente difícil. Em termos técnicos, Recca dá um show. Os cenários de fundo com efeitos animados é surpreendente, a quantidade de sprites na tela é incrível, mesmo com o flickering. A trilha sonora é espetacular, com uma pegada techno bem única, mas a música geralmente é abafada por causa dos efeitos sonoros constantes no decorrer da ação desenfreada.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Summer Carnival '92: Recca

    Platform: NES
    45 Players
    6 Check-ins

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      leandro · 2 months ago · 3 pontos

      Como esse jogo não pegou 5 estrelas?? Bizarro! E nem vou me ater a falar das qualidades desse shmup´s pq seria chover no molhado. Agora eu tenho escutado a trilha sonora desse jogo e digo se colocasse ela em uma festa Rave ninguém iria notar que se trata de uma OST de game 8 bits, tamanha semelhança com a musica techno

      1 reply
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      darlanfagundes · 2 months ago · 3 pontos

      Um dos melhores games do tipo já feitos... acho que vi poucos bons concorrentes, embora eu não seja muito bom em bullet hell's....rsrs

      1 reply
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      riki_samejima · 2 months ago · 3 pontos

      Esse jogo é legal, mas não considero ele o melhor shmup desse console, nem o Crisis force que o pessoal fala tanto.
      Pra mim, o melhor shmup de NES é o Zanac.

      9 replies
  • 2019-11-20 10:18:03 -0200 Thumb picture

    Os processos judiciais da Nintendo

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    A chegada da Nintendo em território americano chamou a atenção da Universal com seu grande sucesso dos Arcades, Donkey Kong. A Universal alegava que o jogo violava os direitos intelectuais de seu filme, King Kong e processou a Nintendo em 1982, além de outras empresas que vendiam produtos com uso do gorila do Arcade. Enquanto algumas empresas sediam a pressão da Universal e pagaram uma taxa para não serem processada pela gigante dos cinemas, a Nintendo resolveu lutar. O advogado da Nintendo, Howard Lincoln, contratou John Kirby e no tribunal eles provaram que a Universal não tinha direito sobre a marca King Kong, pois ela já estava em domínio público e que a mesma já tinha perdido um processo anterior contra a RKO alegando os mesmos falsos direitos sobre a marca.

     O tribunal deu causa ganha para a Nintendo e ainda castigou a Universal por tentar usar mais uma vez King Kong para ganhar vantagem, mesmo sabendo que não tinha os direitos e ainda por extrair contratos de licenças contra empresas menos capazes. Em 1984, a Universal recorreu, alegando que os jogadores podiam confundir o gorila da Nintendo com a produção cinematográfica. Novamente, o tribunal deu a causa para a Nintendo ao declarar que ambas as propriedades não tinham nada em comum e que Donkey Kong podia no máximo ser visto como uma paródia do gorila dos cinemas. Com a vitória da Nintendo nos casos, ela se viu confiante de entrar no mercado americano com o NES e brigar no tribunal para quem violasse seus termos a respeito do novo videogame.

     O chip 10NES da Nintendo permitia que somente os cartuchos produzidos por ela podiam ser lidos pelo videogame, mas em 1987, a Atari conseguiu fabricar um chip que burlava essa comunicação por meio de engenharia reversa. Cartuchos com o chip Rabbit foram produzidos e a Nintendo logo processou a Atari por violação de direitos. A Atari se voltou, alegando que a Nintendo estava abusando dos direitos e criando um monopólio nos videogames. O tribunal iria dar a causa ganha para a Atari, uma vez que o uso da engenharia reversa não figura como violação de direitos autorais, porém, a Nintendo conseguiu provar que a Atari obteve acesso aos códigos do 10NES de forma ilegal, finalizando o processo só em 1992.

     Em 1990, a Lewis Galoob criou o Game Genie, um periférico capaz de alterar o código de um cartucho em tempo de execução para inserir trapaças nos jogos. A Nintendo entrou com a ação no mesmo ano, alegando quebra de direitos autorais. O tribunal foi decidido em 1991 a favor da Galoob, alegando que a inserção de códigos nos jogos era como pular páginas de um livro ou avançar capítulos de um filme. Uma vez que a pessoa comprasse o cartucho, poderia fazer o que bem entender para expandir o produto e criar novas variações do mesmo. A Nintendo recorreu, mas perdeu novamente, tendo que pagar o valor de 15 milhões a Galoob referente ao período que o Game Genie estava proibido de ser vendido durante o andamento do processo.

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      darlanfagundes · about 2 months ago · 3 pontos

      Todo castigo pra Nintendo é pouco!

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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 2 pontos

      Kkkkk...mano, que história.
      Eu não sabia dessa treta com o KING KONG...tampouco que NINTENDO ganhou a causa 2x...(^^)(^^)(^^)
      😂😂😂😂

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      thecriticgames · 2 months ago · 2 pontos

      Essa do King Kong é epica, e ja ouvi falar que é até hoje citada na própria area jurídica dela como casos historicamente e culturalmente relevante e notáveis.

      1 reply
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