historia_dos_games

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  • 2018-03-19 09:19:47 -0300 Thumb picture

    #54 - E.T. the Extra-Terrestrial [Atari 2600] 1982

      Para embarcar no grandioso sucesso do filme de Steven Spielberg, ET: o Extraterrestre, A Atari pagou entre 20 a 25 milhões de dólares para ter o direito exclusivo de fazer um jogo baseado no filme. Howard Scott Warshaw foi encubido de programar e desenhar o jogo, porém, ele tinha apenas 5 semanas para estourar em vendas na temporada de Natal daquele ano. O resultado foi um jogo extremamente confuso e frustrante, onde controlamos o personagem ET que deve coletar partes do telefone para poder voltar para casa. A mídia especializada citava este como o pior jogo de todos os tempos, o que fez a Atari ficar com quase 5 milhões de cartuchos encalhado, chegando a enterrar várias delas na cidade de Alamogordo, no Novo México.

      - Dado as limitações do console e o curto tempo para criar o jogo, Howard fez um trabalho primoroso. O sprite dos personagens e sua movimentação ficaram bem realista. A navegação do jogo é meio confusa. Apesar das telas estarem conectadas, é difícil aprender o padrão, como no SuperMan de 1978. Outro ponto que causa pânico é o contador na parte inferior do vídeo. Toda a ação de ET vai consumir do contador, que podemos aumentar usando uns pontinhos verdes no mapa. O ponto mais frustrante do jogo é questão dos buracos. É quase certo que toda vez que cair em um e conseguir subir, vai cair de novo, de novo e de novo. Ele está longe de ser o pior jogo da história, tem muitos pontos positivos, mas infelizmente, foi concebido no tempo errado.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    E.T. The Extra-Terrestrial

    Platform: Atari 2600
    278 Players
    4 Check-ins

    52
  • 2018-03-16 08:57:46 -0300 Thumb picture

    Combo#53 [Apple II] (1982): Aztec & Escape from Rungistan

    Paul Stephenson cria um game de ação, aventura e exploração para o Apple II. Nosso objetivo é adentrar tumbas gigantescas, para descer e explorar, pegar o tesouro dourado e voltar, porém, cobras, jacarés, aranhas assassinas e até canibais vivem nessas tumbas. Podemos vasculhar pilhas de ossos ou baús para pegar itens para se defender, como uma pistola, munição, facão e poções de vida. - A primeira vista, o jogo é muito inovador e lembra um pouco Pitfall!, mas aqui, o personagem pode fazer muito mais coisas. O jogo é bem tenso e difícil, principalmente devido aos controles. São teclas dispersas para fazer coisas bem específica, inclusive de subir escadas, que acaba deixando a ação do game bem sofrida.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O outro jogo é um adventure em texto com imagens em preto e branco, lembrando muito o Mystery House. É o primeiro adventure de texto onde há momentos que devemos dar o comando em um momento exato, como pular e abaixar. Também é o primeiro a possuir elementos de ação, como a parte de esquiar. Seu objetivo no jogo é escapar do país de Rungistan, passando por montanhas, florestas, enfrentando ursos e canibais e mais uma série de perigos. - Mais um adventure de texto com uma série de comandos bem específicos e difícil de prosseguir. O esquema de fazer o comando em um momento específico tornou a experiência ainda mais complicada. Não consegui sair da cela de prisão que começamos.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    35
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      msvalle · over 1 year ago · 2 pontos

      Ah, esse Aztec! Me lembro de empacar direto nele rs

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      porlock · over 1 year ago · 2 pontos

      po.. tenho moh vontade de jogar esses adventures de texto..

      3 replies
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      msvalle · over 1 year ago · 2 pontos

      Agora esse Escape from Rungistan eu nunca tinha ouvido falar.

      6 replies
  • 2018-03-15 09:50:41 -0300 Thumb picture

    #53 - Ultima II: The Revenge of the Enchantress [Apple II] 1982

      Ultima I foi um jogo de grande sucesso e cheio de inovações, não demorou para Richard Gariott nos presentear com a continuação dessa incrível saga. O vilão do jogo anterior, Mondain, teve uma amante durante sua juventude, a imperatriz Minax. Depois que nosso herói coloca um fim ao mago Mondain, a jovem Minax treinou bastante e se tornou uma ameaça ainda maior que seu amado. Lord British convoca o estrangeiro novamente destruir o novo mal e restaurar a paz na Terra. A aventura agora está ainda maior. Além do mapa gigantesco, portais temporais surgem no mapa que te manda para diferentes eras no tempo, como o início dos tempos, Pangea, antiguidade (1423 a.C.), presente (1990) e no futuro (2112), além de poder te teleportar para diferentes planetas do Sistema Solar.

      - O jogo foi feito em Assembly, que permitiu maior número de animações e detalhes, além de um mapa muito mais gigantesco. Os gráficos, na verdade, teve pouca diferença com o anterior e o sistema de combate recebeu uma leve melhoria, onde temos 2 segundos para cada ação. A falha da comida foi corrigida, com consumo menos acelerado. Existe uma gama muito maior de inimigos e eles podem aparecer aos montes na tela. Para ajudar a orientar o jogador nesse monte de áreas para explorar, o jogo vinha com mapas detalhados. Sem o mapa, vaguei sem rumo pela terra cheio de inimigos. Encontrei uma vila e um castelo, que também são gigantes e cheio de coisas para fazer, mas não progredi muito. O ideal é ter algum guia para te orientar.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Ultima II: The Revenge of the Enchantress

    Platform: PC
    8 Players

    38
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      scarthnite · over 1 year ago · 2 pontos

      Nossa, a persona ja postou muita coisa que eu não vi, ta no post 52 já hauhauha preciso maratonar as postagens

      1 reply
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      porlock · over 1 year ago · 2 pontos

      deu vontade de jogar esse ultima.

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      onai_onai · over 1 year ago · 2 pontos

      É uma série que ainda quero jogar.

      4 replies
  • 2018-03-14 10:32:39 -0300 Thumb picture

    Vectrex: O console de gráficos vetoriais

    Medium 3610264 featured image

      A General Consumer Electric resolve inovar, criando um console de segunda geração bastante diferente dos que existiam no mercado. Nenhum jogo de cartucho da época podia rodar jogos com gráficos vetoriais, pois a tecnologia só era possível em monitores especiais. Por isso, os jogos de Arcade que possuíam gráficos nesse estilo eram os que mais impressionavam os jogadores que buscavam imersão. Visto que não existia jogos vetoriais para os consoles caseiros, a empresa pensou em uma forma para tornar isso possível, então veio a ideia de criar um console com um televisor integrado, como alguns Arcades tabletop. Em novembro de 1982, é lançado o console de segunda geração, Vectrex.

      O console já era o monitor, bem menor que as televisões convencionais. Tinha uma tela na orientada na vertical e gerava gráficos vetoriais em preto e branco. Possuía entrada para 2 controles, um único sinal sonoro e a entrada para cartuchos ficava na parte lateral. Por dentro, era equipado com um Motorola 68A09 de 1,5 MHz e 1KB de memória RAM. Como ele já vinha com uma tela, não ocupava a televisão de casa, que geralmente era a apenas uma. Apesar da ideia inovadora, o hardware era modesto, o que impactava no preço final do produto, US$ 200,00 inicialmente. Não demorou muito para a gigante Milton Bradley, que havia criado o Microvision, comprar a pequena General Consumer Electric.

      Como a maioria dos jogos eram portes de Arcades da Cinematronics ou inspirados em outros jogos vetoriais da época, seu controle foi feito pensando nos fliperamas. Seguia um padrão bem diferente do que estava sendo adotado pelo mercado, com teclado numérico ao estilo do Intellivision. Ele possuía uma pequena alavanca do lado esquerdo e 4 botões de ação no lado direito, que já é mais botões que a maioria dos jogos de Arcade. Os cartuchos eram simples e pequenos, com um nome do jogo estampado na frente e nenhum desenho. Para simular cores, os jogos eram vendidos com películas de acetato para grudar na tela da TV, muito parecido com o que o Odyssey fazia, mas sem muitos desenhos na folha.

      Os jogos do console eram únicos e também o seu grande charme. Mesmo sendo jogos vetoriais, ele chegou a ter ports de jogos pixelado dos Arcades, como Pole Position e Scramble. Space Wars sempre foi o jogo mais popular da plataforma, mas o seu verdadeiro poder estava nos jogos com perspectiva 3D. Renderizando linhas com grande velocidade, os jogos trazia uma experiência completamente diferente dos seus concorrentes. Com um controle inovador e fácil de manusear, uma boa película na tela do jogo e principalmente, uma televisão integrada, era o sonho de consumo de qualquer gamer americano.

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    58
  • 2018-03-13 10:41:45 -0300 Thumb picture

    Combo#52 [Atari 2600] (1982): Demon Attack & Megamania

    A Imagic não ficou para trás e criou o seu jogo de maior sucesso. Controlamos um canhão que deve destruir uma série de ondas de demônios voadores, que vão aumentando de dificuldade com o tempo. Inicialmente, eles apenas atiram, depois passam a disparar lasers, tiros em sequência até que finalmente começam a se dividir e se moverem individualmente. - Visualmente, o jogo não impressiona em nada, apenas nos detalhes e os movimentos do inimigos, mas o som do jogo é muito clássico e a jogabilidade é simples e divertida. Como a dificuldade do jogo é progressiva, ele te desafia a sempre continuar, sem contar que ele te dá vidas com bastante frequência.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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      Outro jogo de tiro, agora da Activision. O jogo foi fortemente inspirado pelo Astro Blaster da Sega, de 1981. Controlamos uma nave peculiar que destruir uma onda de objetos inicialmente aleatórios, que se movem de forma coordenada. A cada onda de inimigos, a dificuldade vai aumentando. No manual do jogo, os objetos estranhos que você destrói no início são hambúrgueres e biscoitos, tirando um sarro dos gráficos limitados do videogame. - Jogo aparentemente genérico, mas é bem divertido e desafiador. Apesar de nossa nave ser bem limitada e os inimigos pequenos e rápidos, o jogo te instiga a tentar mais uma vez para ver o que te espera na próxima onda de ataque.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Demon Attack

    Platform: Atari 2600
    134 Players
    3 Check-ins

    40
  • 2018-03-12 09:07:07 -0300 Thumb picture

    #52 - River Raid [Atari 2600] 1982

      Estamos diante a um dos jogos mais populares e queridos de sua época. Ele foi programado por Carol Shaw e ficou conhecida mundialmente pelo jogo. Controlamos um avião de guerra que percorre um rio infinito e cheio de perigos. Barcos, helicópteros e jatos são seus inimigos constantes, mas devemos também ficar atento ao combustível, que podemos recuperar passando por cima do FUEL. Destruindo as pontes, marcamos um check-point e ganhamos pontos. Ele foi o primeiro jogo de videogame a ser proibido na Alemanha, por se tratar de um tema de guerra. O jogo conta com um algoritmo de geração procedural que permite gerar percursos não aleatórios e infinitos, driblando a limitação de memória do Atari VCS.

      - Que jogo viciante. Um dos poucos exemplares de jogos com progressão de tela vertical no mercado. Os controles são fáceis e intuitivos, te permitindo frear e acelerar o avião para desviar dos obstáculos. Os gráficos possuem um charme único, com casas e árvores de enfeite e sprites bem coloridos e definidos. Os efeitos sonoros, apesar de poucos, encaixam muito bem a ação. Como a fase não é aleatória, a cada ponto que você morre, já é possível traçar uma melhor estratégia para se dar bem na próxima. O esquema do combustível aumenta ainda mais a adrenalina no jogo, pois além dos inimigos, o rio também se divide e toma as mais variadas formas.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    River Raid

    Platform: Atari 2600
    2066 Players
    14 Check-ins

    48
    • Micro picture
      lgd · over 1 year ago · 3 pontos

      Tenho dúvida se foi River Raid ou Enduro o primeiro jogo eletrônico que eu vi na vida!

      Clássico.

      3 replies
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      porlock · over 1 year ago · 3 pontos

      vééééééééi...
      sabe quem jogava muuuuuito river raid?
      a minha mãe.
      foi o unico jogo q ela jogou em qqer video game.

      5 replies
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      darth_gama · over 1 year ago · 3 pontos

      O Atari tem alguns jogos realmente inesquecíveis: Enduro, River Raid e Pitfall são alguns deles. Difícil achar alguém que não tenha gostado de algum desses games...

      2 replies
  • 2018-03-09 10:20:01 -0300 Thumb picture

    Combo#51 [Arcade] (1982): BurgerTime & Popeye

    Hora do lanche! A Data East cria um jogo genial e muito divertido. Controlamos o mestre cuca Peter Pepper e devemos caminhar sobre os ingredientes de um hambúrguer para poder montar ele completo na bandeja na parte inferior. Salsichas, ovos e pickles ambulantes vão estar sempre atrás de você, mas podemos jogar pimentas limitadas para imobilizar o alimento maligno. - Que jogo divertido. Montar hambúrguer nunca foi uma tarefa tão divertida e difícil. O controle do personagem é fácil, a musiquinha de fundo é empolgante, apesar de ser curta e repetitiva, e os gráficos são belíssimos. Conseguimos ver com clareza o pão, alface, carne e queijo. São 6 telas bem diferentes para tornar o desafio ainda mais prazeroso.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Depois da confusão no ano anterior com o uso do personagem no jogo do Donkey Kong, a Nintendo conseguiu os direitos de fazer um jogo com o personagem Popeye. Controlamos o marinheiro com o objetivo de pegar todos os objetos jogados por Olívia Palito, seja corações, notas musicais ou letras. Brutus vai estar constantemente atrás de você e outros inimigos arremessam latas e outros objetos em Popeye, mas ele pode soca-los para se defender. Comendo o clássico espinafre, podemos derrubar Brutus com apenas um toque. - Um ícone dos desenhos animados americano ganha vida no jogo. Ver personagens famosos dentro do jogo e bem desenhados é realmente satisfatório. O jogo é bem rápido e fluído e possui 3 telas.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    BurgerTime

    Platform: Arcade
    13 Players

    43
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      msvalle · almost 2 years ago · 2 pontos

      Olha ele aí! Burger Time era divertido demais! :D

      1 reply
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      porlock · almost 2 years ago · 2 pontos

      tb naum conhecia nenhum dos dois, mas caraio, que bonito esse do popeye.
      véi... isso num pode ser de 1982... num eh "possibru"..
      kkkkkkkkkkkkkk

      1 reply
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      andre_andricopoulos · almost 2 years ago · 2 pontos

      Cara...tinha até esquecido desse POPEYE... como eu gostav dele...
      ---
      kkkkkkkk...bizarro o jogo de montar sanduiche...

      2 replies
  • 2018-03-08 08:47:46 -0300 Thumb picture

    #51 - Donkey Kong Jr. [Arcade] 1982

      Dado o enorme sucesso do jogo Donkey Kong, a Nintendo preparou a sua continuação, trazendo agora um novo protagonista. O carpinteiro Mario aprisiona o gorila Donkey Kong por ter capturado Pauline. Agora controlamos o filho do gorilão, o Donkey Kong Junior e nosso objetivo é pegar a chave para libertar o pai. Podemos pular em plataformas e escalar em cipós, sendo que subimos mais rápido quando penduramos em dois e descemos quando agarramos em um. Mario liberta os mais variados monstros para te atrapalhar. Jacarés, aves e monstros elétricos, mas podemos derrubar frutas sobre eles para derrotá-los e ganhar mais pontos. O jogo é composto por 4 telas diferentes e narra uma história simples com começo e fim, como acontecia com seu antecessor.

      - Cada fase nos trás um desafio novo, com plataformas mais elaboradas, gangorras, caminhos eletrificados e múltiplas chaves, mas o que mais dificulta no jogo é a questão do tempo. Temos que fazer tudo bem rápido, sem encostar em nenhum inimigo e nem cair de uma altura muito grande. O desafio do jogo te faz querer sempre superá-los para poder ver a próxima fase. A mecânica de escalada do novo personagem ficou muito boa e os vários elementos na tela dão uma bela dinâmica ao jogo. Os gráficos tiveram pouca melhoria, mas ainda sim, é um jogo muito divertido.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Donkey Kong Jr.

    Platform: Arcade
    52 Players

    38
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      darlanfagundes · almost 2 years ago · 2 pontos

      Nunca vi esse...hehehehe, o que joguei acho que vc ainda vai citar, é o que usamos uma arminha de água na bunda do Donkey...hehehehe

      1 reply
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      porlock · almost 2 years ago · 2 pontos

      tb nao conhecia esse..

      2 replies
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      joanan_van_dort · almost 2 years ago · 2 pontos

      Ele deixou de ser o Jumpman pra ser chamado efetivamente de Mario nesse jogo? Fiquei na dúvida aqui.

      3 replies
  • 2018-03-07 09:24:16 -0300 Thumb picture

    Commodore 64 e ZX Spectrum: Computadores com foco em jogos

    Medium 3608108 featured image

     Depois do grande sucesso dos seus computadores, PET e VIC-20, a Commodore lança a sua nova linha de PCs. O poderoso computador vem com incríveis 64 KB de memória RAM e o processador MOS Technology 6510, que já era o melhor custo benefício. Seu chip gráfico e sonoro também eram da mais altas qualidades. 64 cores e 3 canais de sons sintetizados, que permitia programas e jogos de maior qualidade. Seu sistema operacional inicial era o BASIC, um dos mais populares. O computador foi um grande sucesso no mercado americano e europeu. Veio chegando o aproximadamente US$ 595,00, que era opção mais barata do mercado, visto o nível de sua qualidade.

      Dentre as diversas entradas que o computador possuía, uma delas era a de cartucho. O foco do computador era nos games e ele recebeu, logo no primeiro ano, portes muito competentes dos maiores clássicos dos Arcades, além de outros demais jogos de peso de computadores. Os jogos estavam em nível muito acima do Atari VCS e um pouco abaixo dos do ColecoVision, mas por ser um computador, compensava bem mais ter um equipamento desses em casa. Ele também havia entrada para joysticks e a própria Commodore havia desenvolvido um específico para ele, pequeno e bem confortável. O sucesso deste computador está entre um dos maiores da história.

      Enquanto isso, a empresa Sinclair lança um computador simples e muito potente que foi um grande sucesso logo de cara. O principal destaque do novo equipamento são as cores. Diferente de seu antecessor, o ZX81, que gerava imagens em preto e branco, o ZX Spectrum conseguia gerar 8 cores muito bem definidas e vivas, bem diferente dos seus principais concorrentes. Além disso, vinha equipado com uma CPU Zilog Z80, 16 ou 48 KB de memória RAM e 2 canais de som que produzia até 10 oitavas. Seu design era minimalista e chamava bastante atenção, devido ao seu tamanho e cores. Os teclados eram emborrachados, algo bem raro para os computadores da época.

      O foco do computador também era os jogos, mas eles vinham em fitas cassete. Na verdade, o sistema todo era baseado em fitas cassete, que permitia uma leitura mais lenta que os cartuchos, porém, era muito mais barato. Assim como a maioria dos jogos de Arcades, o ZX Spectrum também recebeu portes de grandes clássicos, como Galaxian e Frogger. Jogos originais também estavam em sua biblioteca inicial, como o grande clássico dos adventures de texto baseado no universo de JRR Tolkien, The Hobbit. Mas a maioria dos jogos tinham foco na ação, tanto que diferentes joysticks foram desenvolvidos para o Spectrum. O computador foi sucesso na Europa e foi vítima de uma série de clones.

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    41
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      cleitongonzaga · almost 2 years ago · 4 pontos

      Acho muito bacana estes computadores antigos. Especialmente o MSX. Ainda quero ter todos que eu conseguir na minha coleção.

      3 replies
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      porlock · almost 2 years ago · 3 pontos

      'incriveis 64k de ram"... eh o q eu seeempre falei do msx, com aquela fita metalica brilhante gigante... kkkkkkkkk
      eu aprendi a programar basic... era molecote...

      4 replies
  • 2018-03-06 09:44:07 -0300 Thumb picture

    Combo#50 [Arcade] (1982): Burnin' Rubber & Joust

       Conhecido também como Bump ‘n’ Jump, é um jogo de corrida com visão aérea onde nosso objetivo é chegar ao final da pista para acumular o maior número de pontos possíveis. O grande destaque do jogo vai para nossa habilidade de salto. Podemos saltar muito alto e desviar dos mais diversos obstáculos que surgem pelo caminho, como fim da pista, curvas bruscas ou até mesmo dos carros inimigos. Outra mecânica que o jogo explora bastante é a de destruir seus oponentes, tanto que ganhamos pontos extras por cada carro destruído. - Um jogo frenético e cheio de ação. O empurra empurra de carros é constante, mas devemos sempre que estar atento na pista. Além disso, o visual do jogo é fenomenal e sua música de fundo também empolga bastante.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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      Depois do grande sucesso de Defender, a Williams, mais uma vez, é extremamente criativa na sua nova criação. Controlamos um cavaleiro montando em cima de um avestruz e nosso objetivo é topar contra os cavaleiros inimigos a fim de derrotar todos na tela e prosseguir para o próximo estágio, que terão mais inimigos e pequenas variantes no cenário. Durante o choque, quem estiver mais alto, leva a melhor e o jogo pode ser jogado com 2 jogadores de forma cooperativa, sendo um dos primeiros jogos a implementar essa mecânica. - A ideia do jogo é completamente bizarra, mas funcionou muito bem. Os sprites são muito bem coloridos e bem animados. O controle do avestruz é um pouco rápido demais, mas depois que pega o jeito, fica muito bom, principalmente jogando de 2.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Bump 'n' Jump

    Platform: Arcade
    8 Players

    30
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      msvalle · almost 2 years ago · 3 pontos

      Faltou o Joust :)

      2 replies
    • Micro picture
      mastermune · almost 2 years ago · 2 pontos

      Geeeente, faz tempo que eu não ouvia falar desse Joust, joguei ele há MUUUITO tempo atrás...
      Eu amava jogar, achava os gráficos avançadíssimos xD

      1 reply
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      msvalle · almost 2 years ago · 2 pontos

      Tive o prazer de jogar o Joust, juntamente com Burger Time e TRON em um Arcade :D

      3 replies
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