historia_dos_games

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  • 2019-03-15 09:03:41 -0300 Thumb picture

    Combo#133 [NES] (1988): R.C. Pro-Am & Knight Rider

    Para desenvolver jogos para o NES, a Ultimate Play the Game foi dissolvida e se tornou Rare. Não demorou muito para eles conseguirem emplacar um jogo inovador e divertido para o console. O jogo traz uma perspectiva isométrica para um jogo de corrida com carrinhos de controle remoto. O objetivo é se classificar entre os 3 primeiros colocados para avançar ao longo de 24 pistas. O grande diferencial do jogo é a mistura de combate veicular com corrida, pois é possível obter mísseis e bombas para destruir seus adversários. - Certamente este é o título de corrida mais divertido do NES. A perspectiva isométrica não atrapalha e os controles são simples e precisos. Há vários obstáculos pela pista e a disputa é sempre muito acirrada.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Um jogo de corrida baseado no programa de TV com o mesmo nome. A jogabilidade é muito semelhante ao RoadBlasters da Atari, onde nosso veículo é equipado com metralhadoras e deve destruir um inimigo que está bem adiante na pista. A perspectiva é em primeira pessoa e podemos fazer upgrade no nosso carro conforme completamos as missões. Nosso carro também pode se equipar com mísseis e arma laser, mas deve evitar contato com carros de civis. - Um jogo de corrida bem genérico, mesmo para a plataforma. Há alguns diferenciais, como fazer o carro saltar e o jogo com uma trama simples, mas na execução, é um jogo de corrida bem simples com objetivos nada claros. A trilha sonora é fraca e os gráficos são medianos.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    R.C. Pro-Am

    Platform: NES
    57 Players

    32
  • 2019-03-13 09:28:39 -0300 Thumb picture

    #133 - Final Fantasy II [NES] 1988

     Depois do enorme sucesso de Final Fantasy, a Squaresoft rapidamente desenvolve um segundo jogo para série, mas trazendo uma história totalmente nova, sem relação com o jogo anterior. O imperador de Palamecia invoca seres do submundo para conquistar tudo. O jogo começa em uma batalha de 4 jovens guerreiros que são massacrados pelo exército do imperador. 3 deles serão os protagonistas do jogo e o quarto integrante vai revezando entre diferentes personagens. O jogo traz um novo sistema de evolução, onde não há level. Cada atributo do personagem vai evoluir de acordo com a frequência de dano, magia, golpes com um tipo de arma que o personagem usa. O jogo ficou restrito ao Japão e vendeu muito bem, mas não foi tão popular quanto o primeiro título.

     - Mais um grande JRPG para o Famicom. O jogo traz personagens com personalidade própria e vários momentos emocionantes durante o desenrolar da história. O combate ficou mais rápido, limitando apenas 4 inimigos por vez e o sistema de evolução possui prós e contras. No início, nossa equipe se torna capaz de explorar o mundo rapidamente, porém, para subir certos atributos, é necessário uso constante de ataques mágicos e físicos nos próprios membros para uma maior eficácia. Os gráficos ficaram ainda mais belos, especialmente nos combates. A trilha sonora continua espetacular. A alternância do quarto membro pode ser frustrante, mas apresenta uma maior diversidade na jogabilidade.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Final Fantasy II

    Platform: NES
    444 Players
    12 Check-ins

    51
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 5 pontos

      Polêmico mas...
      Só fui gostar de FINAL FANTASY com o VII...😂

      6 replies
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      thecriticgames · about 1 month ago · 3 pontos

      Você foi postar justo no dia que iniciei meu gameplay dele kkk, eu ja zerei o remake de GBA e entendo bem os prós e contras de FFII, aind anão joguei o III, mas me parece que depois do I o próximo jogo da série a realmente ter destaque e ficar na memória da galera de forma merecida foi o IV.

      8 replies
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      manoelnsn · about 1 month ago · 3 pontos

      Um dos piores RPGs do NES e o pior Final Fantasy da série clássica, com certeza...

      9 replies
  • 2019-03-12 09:34:06 -0300 Thumb picture

    O contrato de licenças da Nintendo

    Medium 3709161 featured image

    O Crash de 1983 deixou o público americano desacreditado com videogames e a Nintendo veio com a importante missão de salvar a indústria com o lançamento do NES. Depois que a Activision ganhou o processo de poder criar e distribuir jogos para o Atari 2600, criando o conceito de Third Party, várias outras empresas começaram a lançar jogos de baixíssima qualidade. Para evitar que isso acontecesse, a Nintendo criou uma série de restrições para que as desenvolvedoras terceirizadas pudessem lançar jogos para o seu novo sistema. A criação do selo de qualidade Nintendo passava ao consumidor a ideia que tal jogo era licenciada e, portanto, um jogo de qualidade. Porém, para conquistar esse selo, as empresas tinham que seguir uma série de regras bem rigorosas.

     Em questão de software, jogos eram facilmente censurados. Não podia haver nenhuma conotação sexual, cenas de violência, sangue ou mesmo imagens profanas ou com ligação religiosa. As produtoras de jogos estavam restritas a publicação de até 5 jogos por ano, que fez com que muitas empresas criarem marcas adicionais para publicações de mais jogos, como a Ultra Games da Konami e a Namcot da Namco. Outra restrição imposta pela Nintendo é de que se a empresa optar por trabalharem com o NES, deveria ficar exclusiva a plataforma por pelo menos 2 anos. Isso limitava o alcance de jogos de terceiros para as concorrentes NEC, Atari e Sega.

     Em questão de hardware, a Nintendo incluiu em todos os videogames o 10NES Chip. Era um chip de autenticação que se comunicava com outro chip que vinha em cada cartucho. Como ela era a única fabricante de cartuchos para o NES, isso obrigava as empresas a comprar cartuchos apenas da Nintendo. As empresas eram obrigadas a comprar, pelo menos, 10 mil cartuchos dela. Mesmo que o jogo não vendesse bem, a produção já estava paga e o prejuízo era inteiramente da produtora. Essas práticas de mercado gerou muita revolta para as produtoras e um processo foi aberto junto ao órgão regulador dos Estados Unidos, o FTC, contra o quase monopólio que a Nintendo havia criado nos videogames.

     A Nintendo acusou a Blockbuster de desonestidade mercadológica com a prática de alugar cartuchos do NES. Jogos de lançamento podiam ser facilmente alugados e prejudicava a venda. O Blockbuster teve que parar de distribuir os manuais originais para poder continuar com a locação. A Tengen, que era a subdivisão de jogos para consoles da Atari Games, criou o chip Rabbit por meio de engenharia reversa que simulava a autenticação do 10NES Chip. A partir daí, uma leva de jogos não licenciados pela Nintendo foram lançados pela Tengen. Outras empresas usavam um Dongle para conectar o jogo não licenciado e burlar as regras da Nintendo.

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    49
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      manoelnsn · about 1 month ago · 6 pontos

      É bem plausível essa atitude da Nintendo na época após o crash, mas mesmo hoje em dia ela continua com umas ideias um tanto retrógradas

      2 replies
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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 5 pontos

      Obrigado, NINTENDO!
      😍

      6 replies
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      speedhunter · about 1 month ago · 5 pontos

      Para a época, foi até compreensível as restrições que a Nintendo fez. Hoje em dia, ainda há muitas ideias arcaicas da que me distanciam cada vez mais da Nintendo.

      3 replies
  • 2019-03-07 09:09:14 -0300 Thumb picture

    Combo#132 [NES] (1988): Konami Wai Wai World & The Battle of Olympus

    A Konami tem a ideia de criar um jogo único, onde a proposta seria um grande crossover entre vários personagens de outros jogos produzidos por ela. Os protagonistas Konami Man e Konami Lady devem explorar 6 cenários e resgatar os personagens de cada jogo. Após resgatados, eles podem ser selecionados a qualquer momento e cada um possui suas próprias habilidades. Dentre os mais conhecidos, estão Simon Belmont da série Castlevania, Penta, de Antartic Adventure e Goemon, de Gambare Goemon! - Um jogo muito divertido e cheio de coisas para fazer e explorar. Além de sua mecânica única, o jogo permite 2 jogadores simultâneos, onde cada um controla um personagem diferente. Há vários itens e passagens secretas pelas fases.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     O primeiro jogo da empresa Infinity foi altamente influenciado pelo Zelda II: The Adventure of Link. O jogo se passa na Grécia Antiga e o nosso herói, Orfeu, deve fazer alguns favores para os deuses para ganhar novos equipamentos e enfrentar Hades, que está aterrorizando toda o país. Algumas áreas do jogo dão acesso a um novo reino, onde é mostrado o mapa da Grécia com seus templos, cidades e masmorras. - Um jogo que bebe bastante do Zelda II, principalmente na jogabilidade. Os cenários são bonitos até e a música é boa, mas nada muito marcante. A navegação pelas áreas é um tanto confusa, mas a exploração permitida pela aquisição de novos itens é boa. Para o primeiro jogo da empresa, está ótimo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Wai Wai World

    Platform: NES
    23 Players

    42
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      darlanfagundes · about 2 months ago · 2 pontos

      A Konami Girl é tão lindinha! Rsrsrrs!

      1 reply
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      lukenakama · about 2 months ago · 2 pontos

      Esse primeiro eu não conhecia, vou dar uma olhada.

      1 reply
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      old_gamer · about 2 months ago · 2 pontos

      Realmente o Konami Wai wai world é um excelente jogo que só saiu no Japão para o famicom, o 2 consegue ser ainda melhor que o primeiro.tenho a sorte de ter o 2 jogos completos : )

      1 reply
  • 2019-02-28 09:08:22 -0300 Thumb picture

    #132 - Ninja Gaiden [NES] 1988

     Filmes e desenhos animados de ninjas estavam em alta, então a Tecmo decidiu criar 2 jogos de ninja, um Beat ‘em up para Arcade e um jogo de plataforma para o Famicom. Ryu Hayabusa busca vingança pelo seu pai morto em um duelo, mas acaba se envolvendo em uma trama muito maior a cerca de um par de estátuas capazes de destruir o mundo. O jogo segue o estilo de plataforma, ambientado em cenários principalmente urbanos. Podemos usar a espada para cortar o inimigos pelo caminho e itens secundários com disparo limitado. O jogo é dividido em 6 atos, totalizando 20 fases e um chefe ao final de cada ato. A grande inovação do jogo está na forma de contar a história. Ela se dá através de cutscenes que lembram bastante um anime ou um filme de cinema, com faixas pretas, diálogos e animações únicas.

     - O estilo do jogo lembra bastante Castlevania, mas a música e a história passam uma sensação de urgência. Os gráficos do jogo também são bem caprichados e riquíssimo em detalhes. A jogabilidade é fluída e rápida. Ryu pode grudar em paredes e saltar delas, permitindo escalar algumas áreas. O jogo é bastante difícil, principalmente por causa das plataformas e inimigos que reaparecem quase instantaneamente. O que deixa a coisa mais justa são os continues ilimitados. A história do jogo é o ponto chave. Não apenas a forma com que ela é contada, mas a trama em si também é cheio de segredos e reviravoltas. O jogador se esforça para passar das fases só para ver como a história vai prosseguir. São mais de 20 minutos de cutscenes, se juntar tudo.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Ninja Gaiden

    Platform: NES
    1426 Players
    31 Check-ins

    50
  • 2019-02-27 09:25:48 -0300 Thumb picture

    Combo#131 [Arcade] (1988): Bad Dudes vs. DragonNinja & Double Dragon..

    ...II: The Revenge

     O Presidente Ronnie foi sequestrado por uma gangue de ninjas. Você é um cara mal o suficiente para resgatar Ronnie? Blade e Striker aceitam a missão e passam por 7 fases distintas chutando a bunda de todos os ninjas pelo caminho. Ao final de cada fase, os lutadores enfrentam um chefe e ao vencer dizem “I’m Bad!”, frase clássica do Michael Jackson. Podemos pegar diferentes armas pelo caminho e há grande interação com o cenário durante o jogo. - O jogo mais americano de todos os tempos. A jogabilidade é simples e a maioria dos inimigos morrem com apenas um golpe. O cenário do jogo é riquíssimo em detalhes e cheio de movimento. Ao final do jogo, comemoramos o resgate do presidente com um hambúrguer, hilário demais.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Após o enorme sucesso de Double Dragon, a Technos se apressa e lança a continuação do jogo para Arcade. A história começa com Marian, a donzela em perigo do jogo anterior, sendo baleada pela gangue Black Warriors. Jimmy e Billy Lee novamente se unem para dar porrada em todos da gangue através de 4 cenários, com um chefe ao final de cada fase. O jogo segue os mesmos moldes de seu antecessor, com diferença dos golpes em diferentes direções estarem em botões separados, como do jogo Renegade. - Um jogo muito semelhante ao seu antecessor, apenas com gráficos aprimorados. A opção de lados diferentes estarem botões separados deixou a jogabilidade difícil de se acostumar, além disso, os inimigos estão mais sedentos e apelões, deixando o jogo difícil.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Bad Dudes VS. Dragon Ninja

    Platform: Arcade
    32 Players
    1 Check-in

    33
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      leandro · about 2 months ago · 2 pontos

      Bad Dudes é um clássico. É mais um daqueles arcades que faziam a galera morrer em fichas e mais fichas.

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      flaviohideki · about 2 months ago · 2 pontos

      Eu tenho o cartucho do Bad dudes do Famicom, na verdade Dragon Ninja, pois é a versão japonesa. Joguei muito quando era criança. :)

      1 reply
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      porlock · about 2 months ago · 2 pontos

      joguei mto double dragon num arcade perto de casa, qdo criança... mas pense num cabra ruim nesse jogo.. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      2 replies
  • 2019-02-22 09:10:53 -0300 Thumb picture

    #131 - Splatterhouse [Arcade] 1988

     Inspirada pelos filmes de terror que eram sucesso nos cinemas, como Sexta-feira 13 e Uma Noite Alucinante 2, a Namco explorou o lado terror e gore nos videogames, algo ainda não muito comum. No jogo, o casal Rick e Jennifer fogem para uma mansão devido a uma tempestade. Lá dentro, Rick é dominado pela Máscara do Terror e ganha uma força sobre-humana. O jogo consiste em 7 fases, onde temos que avançar com Rick derrotando as criaturas e chefes mais sinistros e nojentos já vistos nos games. Ele pode adquirir diferentes armas pelo caminho e cada um tem um efeito de golpe diferente. O jogo foi aclamado pela crítica, principalmente devido ao seu alto grau de violência representado nos gráficos, música e animações.

     - Um dos poucos jogos de terror para Arcade, trazendo gráficos sinistros, sombrios e com muito sangue. Logo na primeira fase, é possível notar pessoas presas em equipamentos de tortura e faltando partes do corpo. Cada fase é mais horripilante do que a outra, cheio de detalhes e criaturas medonhas diferentes. Uma das armas mais bacanas é o pedaço de pau, que ao acertar o inimigo, arremessa ele na parede ao fundo e explode em sangue. A trilha sonora ajuda a ambientar o jogador no clima de terror. O jogo em si não é muito difícil, pois a jogabilidade é simples e as criaturas morrem com apenas um golpe, mas podem aparecer algumas surpresas pelo caminho e Rick tem uma quantidade de vida baixa.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Splatterhouse

    Platform: Arcade
    49 Players
    3 Check-ins

    37
  • 2019-02-21 09:03:15 -0300 Thumb picture

    As televisões dos anos 80

    Medium 3705041 featured image

    Nos início dos anos 80, a televisão a cores já havia substituído quase que completamente as TVs com imagens preta e brancas. Todas as casas americanas possuíam pelo menos uma televisão, pois era o principal centro para entretenimento. Além de ser o principal meio de notícias através de jornais televisivos, já era bastante comum assistir filmes, shows, desenhos animados, séries de comédia, programas de auditório e mais um monte de variedade de entretenimento possível. O controle remoto sem fio começa também a se tornar um item indispensável, tal como um aparelho de vídeo cassete. Telas cada vez maiores, com 20 polegadas, e com melhor definição, incentivava a compra de uma nova televisão.

     Em meados dos anos 80, as primeiras televisões com som estéreo chegam ao mercado, obrigando a programação a se adaptar ao novo jeito de captar e transmitir o áudio. No Japão, o conceito e as primeiras TVs com sinais digitais surgem como uma nova revolução tecnológica, porém, a forma de transmissão ainda seria implantada de forma bastante gradual. TVs portáteis coloridas começaram a se tornar popular, tal como monitores coloridos para usar nos novos modelos de computador com interação através do mouse. Ao final dos anos 80, a grande popularidade dos controles remotos permitia novos modelos de aparelho com interface mais sutis, visto que as configurações mais complexas podiam estar no controle.

     No Brasil, as televisões a cores e em preto e branco dividem o espaço nas casas da população nos anos 80. A censura no telejornalismo se encerra e diversos filmes clássicos começam a ser transmitidos com maior frequência. A Globo se mantém como a mais influente rede do Brasil, seguida pela SBT com os programas do Silvio Santos e a Bandeirantes com seus programas de auditórios e novelas. A TV Manchete e a TV Cultura se tornam os principais canais de programação infantil. Os primeiros satélites brasileiros de comunicação são enviados ao espaço. A principal atração da televisão brasileira eram as novelas e a Rede Globo possuía as com maiores audiência.

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    36
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      leandro · 2 months ago · 4 pontos

      A minha era uma Telefunken, preto e branco e tudo era uma maravilha jogando o meu Turbo Game, nela. O pessoal que reclama de fps´s e 4k, hoje em dia ( e ta chato isso, me desculpem ) não tem noção o que era crescer jogando em tela preto e branco, sem reclamar. Já estava de bom tamanho. O que importasse ali era jogar e se divertir

      2 replies
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      marlonildo · 2 months ago · 3 pontos

      Saudades... #sqn

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      leopoldino · 2 months ago · 2 pontos

      TV com controle remoto naquela época eram o supra sumo da tecnologia.

      1 reply
  • 2019-02-20 08:57:36 -0300 Thumb picture

    Combo#130 [NES] (1988): Quest of Ki & The Adventures of Bayou Billy

    No terceiro jogo da Babylonian Saga, controlamos a jovem Ki que parte em busca do dragão que roubou o Blue Crystal Rod. A história se passa antes do primeiro Tower of Druaga e Ki adentra a torre com 100 andares a fim recuperar o cajado. Em cada tela, Ki deve pegar a chave que dá acesso à próxima fase sem encostar nos inimigos. Há baús espalhados pela fase e dão algum extra, como vida bônus ou avançar alguns andares na torre. - O terceiro jogo da série é certamente o pior de todos. Ki não pode atacar e possui um pulo infinito, porém, se bate a cabeça no teto, fica atordoada e se torna alvo fácil dos inimigos que se movem. Há uma grande variedade de inimigos, mas o visual dos andares são sempre os mesmos.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Inspirado pelo filme Crocodilo Dundee, a Konami lança um jogo de ação com diferentes jogabilidades. Controlamos Billy West que vai em busca de sua namorada, Annabelle Lane, que foi sequestrada por Gordon. A maior parte do jogo adota o estilo Beat ‘em up, onde podemos usar armas de fogo ou pedaços de pau contra nossos inimigos. Algumas fases adota um estilo Rail Shooter, onde se faz necessário o uso da pistola Zapper e também temos fases de corrida. - Um jogo muito bonito e ousado. Os diferentes estilos de jogos dão um grande senso de aventura, porém, o jogo é extremamente difícil. A parte de Beat ‘em up é tão complicada que chegamos a lutar contra vários crocodilos ao mesmo tempo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    The Adventures of Bayou Billy

    Platform: NES
    43 Players
    4 Check-ins

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  • 2019-02-18 09:32:28 -0300 Thumb picture

    #130 - Super Mario Bros. 3 [NES] 1988

     Enquanto os americanos se deliciavam com Super Mario Bros. 2, o Japão recebe o terceiro jogo da série. A equipe liderada por Shigeru Miyamoto e Takashi Tezuka ficaram 2 anos trabalhando com o jogo e o seu lançamento foi um momento marcante na história. O jogo ampliou todas as possibilidades apresentada nos primeiros jogos, incluindo novos power-ups para Mario e Luigi, como o tanuki, que permite o vôo, a roupa de sapo, que possui maior agilidade na água e por aí vai. O jogo é dividido em 8 mundos com temas bem distintos, como deserto, mundo gigante, nuvem, e cada um conta uma quantidade bastante variada de fases. Para escolher a fase, Mario navega por um mapa que possui diferentes rotas e casas com mini-games, além Hammer Brothers, castelos e fases secretas.

     - O jogo é tão incrível e apresenta tanta novidade que nem cabe aqui no post. Temos um estoque de itens que podemos usar no mapa e iniciar a fase com ele. Os gráficos do jogo são extremamente variados e bem coloridos. A trilha sonora também está impecável, com diversos temas e efeitos que ficam marcado para sempre na memória. A jogabilidade está ainda mais precisa e bem trabalhada. O jogo trabalha muito bem a dificuldade, com níveis mais simples e abundantes em vida no começo a fases bem complicadas nas últimas. A final de cada mundo, temos que derrotar um dos filhos do Bowser para recuperar o cajado e restaurar a paz de volta ao reino. Sem sombra de dúvidas, é o melhor jogo que já apareceu aqui na persona e dificilmente será superado.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Super Mario Bros. 3

    Platform: NES
    10711 Players
    93 Check-ins

    61
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      mardones · 2 months ago · 4 pontos

      O jogo que representa a geração 8 bits.

      1 reply
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      leandro · 2 months ago · 3 pontos

      Ao meu ver um dos mais fantásticos de toda a série principal e uma aula de level design. Costumo dizer que Super Mario Bros revolucionou a indústria, mas quem impactou em termos de capricho foi Super Mario Bros 3 ( com todo respeito ao Super Mario World ). Coloco tanto Super Mario Bros 3 quanto Mario 64 como divisores de água no mundo 2D e 3D, respectivamente

      3 replies
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      neilson1984 · 2 months ago · 3 pontos

      O melhor Super Mario ever!

      3 replies
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