historia_dos_games

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  • 2020-03-02 08:49:31 -0300 Thumb picture

    #221 - Rocket Knight Adventures [Mega Drive] 1993

     Entrando na onda de jogos com mascotes, a Konami cria o gambá Sparkster e estreia sua aventura no Mega Drive. Axel Gear é um cavaleiro que rapta a princesa Sherry para tentar descobrir o paradeiro da Seal Key, mas Sparkster volta ao reino e parte em sua jornada para salvar a princesa e derrotar Axel Gear. O gambá possui uma espada mística para derrotar seus inimigos e uma armadura equipada com um foguete. Ao carregar a energia, Sparkster é impulsionado para qualquer uma das 8 direções. As fases do jogo são bem curtas e o foco mesmo é no combate contra chefes, pois há mais de um por estágio. Algumas etapas adotam o estilo de Shoot ‘em up horizontal. O jogo foi aclamado por seus gráficos coloridos e trilha sonora marcante, além de um mascote super carismático.

     - A Konami entrou com o pé direito nos jogos de mascote trazendo um gambá guerreiro de carisma altíssima. A jogabilidade é rápida e macia, apesar da propulsão do foguete ser meio difícil de dominar. É muito curioso o jogo se focar no combate contra chefes e cada batalha é marcante e emocionante, pois é nela que a dificuldade do jogo surge. Os gráficos do jogo estão entre os mais caprichados do Mega drive, com boas escolhas de cores, uso inteligente de paralaxe e animações cheias de personalidades. A música também é outro ponto forte do jogo. Todas elas são bem divertidas e casam com a proposta de cada fase. A história é contada através de cenas de ação simples e bem feitas.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Rocket Knight Adventures

    Platform: Genesis
    621 Players
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      fernando_of_cydonia · 30 days ago · 2 pontos

      Lembrei que preciso jogar esse negocio. Acho que bem em breve faço isso

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      tassio · 29 days ago · 2 pontos

      Tive essa fita pro Mega Drive por um bom tempo, até que um dia enjoei e troquei pela Test Drive II The Duel.

      Mas no tempo que eu alugava ela eu gostava bastante.

      1 reply
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      tassio · 29 days ago · 2 pontos

      Esse jogo foi refeito e lançado pra PC um tempo depois, mas o carinho que se tinha com mascotes nos anos 90 já não é mais o mesmo nos dias de hoje.

      1 reply
  • 2020-02-21 08:44:07 -0300 Thumb picture

    Combo#220 [MS-DOS] (1993): Sam & Max Hit the Road & Gabriel Knight...

    ...Sins of the Fathers

     Baseado nos quadrinhos de Steve Purcell, a LucasArts lança mais um jogo de aventura cômica. A dupla de policiais Sam e Max recebem um telefonema para investigar sobre a fuga do Pé Grande Bruno. O jogo apresenta um mapa dos EUA com ícones para as áreas a serem exploradas. A interface de verbos do jogo foi abolida a favor de ícones que simbolizam a interação com o cenário, além de uma pequena caixa com os itens do inventário. - Outro jogo extremamente engraçado com estilo cartoon. Aqui, as situações são ainda mais inusitadas e divertidas do que em qualquer outro jogo. A interface orientada por ícones é perfeita para esconder as ações e respostas durante os diálogos, resultando sempre em cenas e piadas muito bem humoradas.

    Nota pessoal: ★★★★★

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     Jane Jensen da Sierra On-Line e sua equipe produzem um adventure para adultos, com temática de satanismo, sacrifício e vodu. Gabriel é um escritor que investiga uma série de assassinatos em Nova Orleans para servir de inspiração para seu novo romance. O sistema de jogabilidade é bem semelhante ao Sam & Max, mas usando o motor SCI 32. A versão em CD do jogo conta com cenas em FMV e dublagem profissional para todos os personagens. - Uma das ambientações mais realistas e caprichadas em termos de gráficos e animações. A história é bem pesada, mas se desenrola de maneira bem lenta. O ícone não recebe destaque quando está sobre um objeto interativo. A árvore de diálogos é bem densa e ricas em informações, que ficam gravadas em fitas K7.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Gabriel Knight: Sins of the Fathers

    Platform: PC
    52 Players
    1 Check-in

    29
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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      Personagens famosos o SAM & MAX. Até participaram dum game divertido de cartas...

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  • 2020-02-20 08:38:36 -0300 Thumb picture

    #220 - Day of the Tentacle [MS-DOS] 1993

     Tim Schafer e Dave Grossman foram designados a criarem uma continuação do clássico Maniac Mansion. O Tentáculo Roxo bebe uma água tóxica e revela que pretende dominar o mundo. Dr. Fred, usando sua máquina do tempo, envia Bernard, Hoagie e Laverne em diferentes períodos para resolver os quebra cabeças e impedir o Tentáculo Roxo. A mecânica do jogo permite enviar itens através do tempo usando o banheiro ou deixando escondido no passado para ser obtido por alguém que esteja no futuro. O estilo artístico do jogo foi inspirado em desenhos animados como Looney Tunes e possui grande foco na comédia e situações absurdas. O trabalho de dublagem dos personagens foi feito por profissionais do ramo, com lançamento juntos em disquetes e CD.

     - Um jogo simplesmente hilário e incrível. O estilo cartoon do jogo garante uma animação de altíssimo nível e cenas extremamente engraçadas. Os diálogos e a dublagem são de um capricho nunca antes visto. A interface é a mesma do Fate of Atlantis, mas estilizado como um desenho animado. A mecânica de enviar itens através do tempo é simplesmente genial. Não apenas isso, mas ações do passado interferem no futuro. Enquanto Bernard fica no presente, Hoagie se aventura 200 anos antes, no período da criação da Constituição Americana e Laverne 200 no futuro dominado pelo Tentáculo Roxo. O jogo é cheio de segredos e referências, inclusive, é possível jogar o Maniac Mansion inteiro usando um Commodore 64 dentro do jogo.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Maniac Mansion: Day of the Tentacle

    Platform: PC
    259 Players
    12 Check-ins

    37
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      anikabonny · about 1 month ago · 3 pontos

      Esse aí eu nunca ouvi falar. Vou procurar depois, parece legal!

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      tassio · about 1 month ago · 3 pontos

      Me lembrei de um jogo do Scooby-Doo pro Mega Drive nesse mesmo esquema aí.

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      gusgeek · about 1 month ago · 2 pontos

      Um dos jogos mais surtados que já joguei, quando nada faz sentido, tudo acaba fazendo sentido! XD

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  • 2020-02-19 09:54:21 -0300 Thumb picture

    3DO: O projeto de um console revolucionário

    Medium 3776767 featured image

    Em 1991, Trip Hawkins, fundador da Electronic Arts, criou a 3DO Company para desenvolver seu novo projeto de videogame baseado em CD da nova geração. A ideia era criar um padrão de console e licenciar a fabricação de hardware para empresas interessadas em entrar no mercado de videogames. Algumas das gigantes do mundo da eletrônica chegaram a adquirir uma licença, como Panasonic, Samsung e Toshiba. O primeiro modelo lançado veio da fabricante Panasonic em outubro de 1993, o FZ-1. O lançamento foi conturbado devido às mudanças no padrão de projeto em cima da hora e seu preço absurdo para a época, 699 dólares, muito acima de qualquer console já consolidado.

     O padrão do console 3DO vinha com especificações bem robustas para a época. Uma CPU RISC de 32 bits a 12 MHz, uma SRAM de 32 KB, 2 MB de RAM principal, 1 MB para RAM de vídeo, 2 co processadores de vídeo capaz de resoluções de até 640x480 px, som estéreo de 16-bits com 13 canais de DMA, suporte a som Surround e uma velocidade de leitura de 2x. O Modelo FZ-1 da Panasonic vinha em uma carcaça preta com ejetor de bandeja para entrada de CD, saída RF e RCA composto para imagens mais nítidas e uma única saída para controle. O 3DO era uma plataforma multimídia, ou seja, era possível reproduzir músicas e fotos através do aparelho, além de jogar. Foi o primeiro console com sintetizador de luz capaz de criar um show de imagens em vídeo que oscilam ao ritmo da música.

     O Controle do 3DO da Panasonic vinha em um formato levemente curvo, com direcional circular e 3 botões de ação dispostos de forma semelhante ao gamepad do Mega Drive. Além disso, mais 2 botões de ombro semelhante ao Super Nintendo. O botões centrais, que seriam o “select” e “start” são sinalizados como “Stop” e “Play / Pause”, para dar um foco as funções multimídia do produto. Cada controle tinha uma entrada para outro controle, ou seja, para jogos multiplayer, os controles eram conectados entre si formando uma cadeia. Até 8 controles podem estar conectados. A caixas dos jogos vinham com um formato bem cumprido e uma arte na frente,  já o CD vinha com o nome do jogo estampado de forma estilizada, mas sem desenhos.

     Devido a várias mudanças no padrão em cima da hora, apenas 1 jogo ficou pronto no lançamento do FZ-1, Crash ‘n Burn. Alguns poucos jogos foram lançados ainda em 1993, muitos deles utilizando filmes interativos em FMV, como Twisted: The Game Show. O Foco do videogame eram os jogos em 3D e o resultado era algo realmente impressionante. O console não tinha nenhuma trava de região ou mesmo esquemas para antipirataria, com isso, diversas empresas poderiam lançar jogos para a plataforma sem nenhum tipo de vistoria. Não demorou muito e vários jogos pornográficos com atores reais estavam misturados a jogos educacionais para crianças. Na EGM de 1993, o 3DO foi considerado o pior lançamento do ano.

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      leandro · about 1 month ago · 2 pontos

      Sendo bem honesto o impacto desse console, na época ( e pelo menos pra mim ) foi bem momentâneo. Era um vídeo game absurdamente caro e aquele monte de FMV só impressionava em primeira vista. Depois eu esquecia complemente. Mas vou destacar 3 jogos que eu joguei bastante nele, na época: Mad Dog McCree, Need For Speed ( esse era impressionante ) e o FIFA Soccer. E tive a sorte de joga-los muito devido porque trabalhei em uma locadora de games, na época. Se não ele iria passar distante

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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      Foi uma revolução. Uma pena que o custo alto afastou muitos gamers...e sua falência (morte) se deu com o anúncio e lançamento do PLAYSTATION.
      ...
      Tê-lo no lançamento foi uma sensação indescritível e fenomenal. Sinto honra de tê-lo. Foi bom demais...o mesmo digo do DREAMCAST.
      ...
      Era sensacional esse estilo de inserir um CD e manipular o visual na tela (manualmente ou automaticamente.
      ...
      Uma pena que o 3DO-M2 foi cancelado...😭

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      old_gamer · about 1 month ago · 2 pontos

      Pra mim esse vídeo game foi igual caviar ....

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  • 2020-02-18 09:45:56 -0300 Thumb picture

    Combo#219 [GameBoy] (1993): Kid Dracula & DuckTales 2

    No segundo jogo da série spin-off de Castlevania, o pequeno Dracula recebe a missão da Morte para derrotar Garamoth novamente, porém, Dracula esqueceu todos os feitiços aprendidos no jogo anterior, exceto a transformação de morcego. O jogo segue o estilo plataforma com inimigos clássicos da série e a cada chefe derrotado, Dracula ganha uma nova habilidade. O jogo continua com a pegada infantil e fofa, fazendo uma paródia da série Castlevania. - O segundo jogo do pequeno Dracula brilha mais uma vez, agora no portátil. Além de uma trilha sonora super divertida, o jogo conta com diálogos cheios de piadas e personagens cômicos. A jogabilidade é bem fluída e a dificuldade bem equilibrada.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O segundo jogo Tio Patinhas pela Capcom chegou ao NES e GameBoy trazendo a mesma fórmula de exploração e plataforma do título anterior. Os sobrinhos de Donald encontram um novo pedaço de um mapa de tesouros e Tio Patinhas deve viajar pelo mundo em busca de itens e upgrades que irão permitir explorar novas áreas. A jogabilidade se mantém, porém há algumas pequenas melhorias no uso da bengala, como puxar alavancas e usar como um gancho. - DuckTales traz a mesma fórmula, mas com uma jogabilidade refinada. Os cenários a serem explorados são bem diversificados e a trilha sonora, mais uma vez, está espetacular. Mesmo sem cores, o jogo se sai muito bem nos gráficos.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    DuckTales 2

    Platform: Gameboy
    81 Players
    1 Check-in

    38
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      gennosuke6 · about 1 month ago · 2 pontos

      Nossa, dei bengalada demais nos outros no Ducktales (Owa, ahuahauhauhua), mas no primeiro. O segundo não cheguei a jogar. Na verdade, foi depois de muiiiitos anos que descobri a existência do segundo. ^^'

      1 reply
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      vinicios_santana · about 1 month ago · 2 pontos

      A versão de GB do Kid Drácula, é praticamente um Remake da versão de Nes, com melhorias na jogabilidade e considerada a versão definitiva.
      Preciso pegar os jogos de Duck Tales pra jogar.

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      thecriticgames · about 1 month ago · 2 pontos

      A primeira vez que joguei Ducktales foi essa versão, Kid Dracula de Game Boy é bem legalzinho, curiosamente ele fez um caminho similar mas oposto ao de Gargoyle Quest co respeito aos jogos de NES e Game Boy.

      1 reply
  • 2020-02-17 09:19:20 -0300 Thumb picture

    #219 - The Legend of Zelda: Link's Awakening [GameBoy] 1993

     Com a proposta inicial de portar A Link to the Past para o GameBoy, Yoshiaki Koizumi acabou criando um spin-off da série Zelda e o primeiro para um portátil. A história se passa com Link navegando em uma forte tempestade e acordando na praia da ilha Koholint. Este jogo se diferencia por ser o primeiro a não se passar em Hyrule e não ter a princesa Zelda na trama. A mecânica do jogo segue o estilo tradicional, com um mundo aberto a explorar que vai se revelando aos poucos, dungeons e itens diversos para coletar. Link deve reunir os 8 instrumentos musicais mágicos para despertar Peixe do Vento. O jogo implementa power-ups temporários e uma série de itens de troca que leva um item especial no final.

     - Um jogo típico da série Zelda adaptada para o portátil. O trabalho não poderia ter sido mais perfeito. Se tratando de um spin-off, o jogo traz um cenário cheios de mistérios e personagens novos que dão um rumo interessante para a história do jogo. Os gráficos são charmosos e bem detalhados, a trilha sonora é bem inspiradora e traz temas clássicos retrabalhados. A jogabilidade é rápida e precisa. Link pode equipar qualquer item nas duas mãos, permitindo combinações bem únicas. Logo na primeira dungeon, Link obtém o item da pena que o permite saltar, trazendo uma dinâmica muito diferente para a série. O jogo também possui as seções de plataforma 2D do primeiro Zelda, só que mais elaboradas.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    The Legend of Zelda: Link's Awakening

    Platform: Gameboy
    1309 Players
    25 Check-ins

    37
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      gennosuke6 · about 1 month ago · 2 pontos

      Amo esse jogo! *o* Pra qm é fã do "A Link to the Past", esse "Awakening" e os "Oracles" são um prato cheio!

      1 reply
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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse é muito legal! Ainda tenho que acabar de jogar o remake do switch também

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      gusgeek · about 1 month ago · 2 pontos

      Amo esse jogo, a versão DX é Perfeita!

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  • 2020-02-14 10:00:40 -0200 Thumb picture

    Combo#218 [Super Nintendo] (1993): Breath of Fire & Lufia and the...

    ...Fortress of Doom

     A Capcom resolve entrar de cabeça no gênero do RPG e cria um jogo clássico de aventura num mundo de fantasia. Ryu é membro do clã dos dragões da luz, mas sua vila é atacada e sua irmã, Sara, é raptada. Ryu deve explorar o vasto mundo em busca das chaves da Deusa e resgatar Sara. Durante sua jornada, 7 personagens vão entrar para o grupo e cada um possui sua própria história, personalidade e habilidades que podem ser usada para interagir com o mundo e resolver quebra-cabeças. O combate é com encontros aleatórios, por turno e com uma inovadora visão isométrica. - Um RPG de fantasia bem clássico e com grande foco na história. O encontro com outros personagens garantem uma dinâmica na jogabilidade. Os gráficos são bem detalhados e a trilha sonora memorável.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     O RPG da Taito conta a história de 4 heróis que invadem a Doom Fortress e derrotam os 4 Sinistrals que desejavam dominar o mundo. Quase 100 anos depois, controlamos um descendente de um dos grandes heróis e a menina Lufia que vão explorar o mundo ameaçado por novos monstros. O combate ocorre em encontros aleatórios e em perspectiva de primeira pessoa, com menu orientado em ícones. - Um RPG muito bonito e com uma trilha sonora fenomenal. Começar o jogo controlando heróis em um combate lendário foge bem do padrão dos RPGs tradicionais. O diálogo dos personagens fica dentro de balões, como em histórias em quadrinhos. O combate é cheio de efeitos de magia e golpes, mas infelizmente conta com o esquema de atacar um inimigo derrotado.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Breath of Fire

    Platform: SNES
    1410 Players
    92 Check-ins

    41
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      old_gamer · about 2 months ago · 3 pontos

      Mais dois rpgs clássicos do Snes, o BoF 1 tenho um carinho especial, zerei ele numa época muito boa ....
      Tenho os dois jogos na coleção, todos americanos, o Lufia 1 tenho ele completo e o BoF 1 tenho um completo e outro lacrado de fábrica com classificação da VGA : )

      1 reply
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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Curtia essa capa, mas eu sempre fugia de games graficamente simples assim...

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      thecriticgames · about 2 months ago · 2 pontos

      2 jogos muito bons, o primeiro Bof me traz más memorias kkk ele demora muuuuuuuuuuito pra upar, eu achei que nunca ia sair do nivel 4.

      2 replies
  • 2020-02-13 10:14:43 -0200 Thumb picture

    #218 - Shadowrun [Super Nintendo] 1993

     Após um desenvolvimento conturbado, a Beam Soft consegue concluir seu jogo baseado no RPG de mesa da FASA. O jogo começa com Jake sendo assassinado e indo parar no necrotério, mas ele desperta, sem memória, e deve explorar a cidade em busca de respostas. O jogo se passa em 2050, ambientado num cenário cyberpunk com estilo noir bem incomum à época. A mecânica do jogo se dá por meio de um cursor para interagir com objetos na tela ou conversar com NPCs. O diálogo é bem rico e usa o conceito de palavras chaves para desenvolver a conversa. O combate acontece em tempo real, onde é preciso mirar no oponente e atirar com uma pistola ou utilizar magia. É possível contratar um shadowrunner para auxiliar a jornada de Jake. O jogo também permite acessar o ciberespaço Matrix para obter dinheiro ou informação nos computadores em rede.

     - Um jogo super inovador e diferente dos demais RPGs de fantasia que era comum para a época. Os gráficos são simplesmente incríveis, com uma riqueza de detalhes nas cidades e dentro das casas que apenas a visão isométrica pode oferecer. O clima noir é algo bem único no jogo, graças ao design dos personagens, música, gráficos e diálogos. O jogo tem uma pegada de adventure com foco de uso de itens em locais específicos e aprendizagem de palavras chaves para desenvolver os diálogos. A jogabilidade por meio de um ponteiro é pouco usual para um controle, mas até que não é ruim. O combate é bem simples e legal de se ver, com uso de magias e armas de fogo. É um daqueles jogos que mereciam mais atenção.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Shadowrun (1993)

    Platform: SNES
    415 Players
    9 Check-ins

    53
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      mjdias · about 2 months ago · 2 pontos

      Nunca vi esse, a ultima imagem me lembrou muito a primeira tela do Predador 2 do mega drive.

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      Acho que foi um dos primeiros RPGs que comecei a curtir (o boom de paixão pelo gênero se deu com FFVII).
      ...
      Ele realmente é diferente, imersivo e divertido.
      Gostava bastante.
      ...

      1 reply
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      leandro · about 2 months ago · 2 pontos

      Eu nunca joguei, mas sempre que vejo comentários sobre ele o pessoal cultua bastante.

      1 reply
  • 2020-02-12 11:09:35 -0200 Thumb picture

    Combo#217 [Arcade] (1993): Samurai Shodown & Super Street Fighter II

    A SNK lança seu primeiro jogo de luta baseado em armas. O jogo é ambientado na era dos samurais no Japão e reúne uma série de guerreiros para lutar entre si. São 12 opções de lutadores para selecionar e cada um conta com um estilo de arte marcial usando armas brancas. O foco do jogo está principalmente no uso de golpes poderosos ou invés de combos. O uso do zoom está aprimorado e há sangue para os golpes de corte aplicados. - Um jogo de luta bem diferente e graficamente lindíssimo. As animações para cada golpe são bem caprichadas e os cenários cheios de vida. O combate é bem cadenciado, mas com muita emoção. É possível desarmar o oponente e é a melhor tática para tentar vencer, mas é preciso impedir que ele recupere a arma.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Para estrear sua nova placa de Arcade, a CPS-II, a Capcom lança o quarto jogo da sub-série Street Fighter II. O jogo agora se tornou ainda mais equilibrado e adicionou novos poderes para alguns personagens. Os gráficos e os sons também tiveram uma melhoria considerável com relação às versões da CPS-I. A grande novidade do jogo é a inclusão de 4 novos personagens: Fei Long, Dee Jay, T. Hawk e Cammy. O jogo também permite escolher os 4 chefes, totalizando 16 lutadores para escolher. - Para manter a febre de Street Fighter sempre em alta, a Capcom lança atualizações do mesmo jogo e essa é a mais marcante de todas. Os novos lutadores e poderes são adições muito bem vindas. Os gráficos também estão mais agradáveis.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Samurai Shodown

    Platform: Arcade
    282 Players
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    40
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      leandro · about 2 months ago · 3 pontos

      Dois clássicos da peste, mas vou dar um destaque para o Samurai Shodown. Primeira vez que joguei me impactou as animações dos lutadores, o efeito zoom durante o combate e os cenários que são coisas mais lindas, ate hoje. São verdadeiras artes em forma de pixel

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      manoelnsn · about 2 months ago · 3 pontos

      Haoumaru e seu clássico E O TIOZÃO!

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      mjdias · about 2 months ago · 3 pontos

      Samurai mora no coração, o port pra mega drive que foi onde eu mais joguei era muito bem feito, mesmo não tendo o personagem Earthquake, mas o jogo é melhor sem ele mesmo, no SNES tem o Earthquake mas o jogo ficou com sprites bizarramente pequenos.

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  • 2020-02-11 10:31:54 -0200 Thumb picture

    #217 - Mortal Kombat 2 [Arcade] 1993

     Com o sucesso do primeiro Mortal Kombat e suas versões para consoles, era mais do que esperado uma sequência do violento jogo de luta da Midway. O torneio agora é realizado em Outworld, reino do imperador Shao Khan. O novo jogo agora conta com 12 lutadores selecionáveis, com destaque para as irmãs ninjas e Shang Tsung jovem. Cada personagem conta agora com 2 Fatalities, além de finalizações cômicas, como Babality e Friendship. O jogo é duas vezes mais rápido que o título anterior e os gráficos apresentam uma gama muito maior de cores, criando cenários mais detalhados e atores digitalizados com melhor qualidade. O jogo também conta com vários segredos, personagens secretos e novos chefes finais.

     - O segundo jogo melhorou tudo que havia de bom do primeiro. Os gráficos estão com uma qualidade impecável, seja nos cenários super inspirados ou nos atores digitalizados, que estão ainda mais realistas. A jogabilidade mais rápida é uma das melhorias mais significativas, pois os rounds são mais curtos e tensos. A quantidade de personagens para escolher também é fenomenal, com lutadores cheios de movimentos especiais distintos que garantem lutas ainda mais dinâmicas. Os novos Fatalities estão mais cruéis e legais de assistir, ainda melhor com 2 opções distintas para cada lutador. Para amenizar um pouco, as finalizações cômicas dão um ar mais debochado para a série. Sem sombra de dúvidas, um dos melhores jogos de luta até então.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Mortal Kombat II

    Platform: Arcade
    342 Players
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