historia_dos_games

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  • 2018-10-05 09:06:32 -0300 Thumb picture

    Combo#111 [Arcade] (1987): Avengers & Pac-Mania

    A Capcom inova e cria um jogo de Beat ‘em up com visão aérea. O vilão Geshita raptou 6 garotas você deve resgatar cada uma em uma fase diferente. Devemos chutar e socar os inimigos pelo caminho para prosseguir e coletar power-ups, como aumento de velocidade, força ou regenerar o HP. O jogo permite 2 jogadores simultaneamente e conta com um chefe ao final de cada etapa. - Um jogo com visual interessante e com trilha sonora bacana. A jogabilidade é simples e rápida e é gostoso jogar de dois, pelo menos até o chefe da primeira fase. Ele gira sua bola de espinhos e é quase impossível alcançá-lo sem levar dano. Na segunda fase, vários ninjas arremessam kunais e seu HP é drenado rapidamente.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Enquanto isso, a Namco resolve criar mais um jogo do primeiro mascote dos games. O jogo apresenta uma visão isométrica com projeção oblíqua e rolagem de tela. Além das pílulas que dão a Pac-Man a habilidade de comer os fantasmas, ele agora pode pular. Há mais 2 fantasmas novos, um que pula junto com Pac-Man e o outro não permite que saltem por cima dele. São 4 labirintos distintos, mas apenas 3 estão disponíveis para escolher. - O jogo ficou realmente muito bonito e a nova perspectiva deu um ar de novidade a série. Há momentos que chegam ter até 9 fantasmas na tela ao mesmo tempo. Devido a falta de noção do labirinto completo, fantasmas podem aparecer de surpresa e te derrotar.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Pac-Mania

    Plataforma: Arcade
    9 Jogadores

    36
  • 2018-10-04 08:57:53 -0300 Thumb picture

    #111 - Double Dragon [Arcade] 1987

     Seguindo o estilo do Renegade, a Taito lança o jogo de Beat ‘em up mais completo e influente da história. O jogo permite 2 jogadores simultaneamente, onde o primeiro controla Billy Lee e o segundo fica com o irmão, Jimmy Lee. Ambos são lutadores marciais e tem o objetivo de resgatar Marian, que foi sequestrada pela gangue Black Warriors. O jogo é composto por 4 áreas e cada uma possui um chefe no final. Nossos personagens podem socar, chutar e pular, além de técnicas especiais combinando esses botões. É possível agarrar os inimigos e arremessá-los ou segurar por trás para que o outro jogador possa bater nele sem que haja reação, mas os inimigos também possuem essa habilidade. Ao final do jogo, se estiver com dois jogadores, uma batalha entre eles é disputada para ver quem fica com Marian.

     - Um jogo simplesmente fantástico. A evolução desse jogo em relação a Renegade é nítida. Os gráficos são incríveis, com cenários bem ambientados e detalhados, além de animações bem fluidas. A trilha sonora é muito boa também, pois casa certinho com a proposta do jogo. Além das fases com grades, esteiras e buracos, a dinâmica do jogo se estende as armas que podemos usar. Há barris e caixas para arremessar, bastões e chicotes para golpear os inimigos, porém, eles podem ser usado contra você. O jogo permite que um jogador bata no outro, logo, é preciso ficar atento para não causar atrito. O jogo é difícil, mas com 2 jogadores fica mais equilibrado, mas ainda sim, desafiador.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Double Dragon

    Plataforma: Arcade
    272 Jogadores
    4 Check-ins

    44
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      leandro · 15 dias atrás · 3 pontos

      Esse eu cheguei a terminar inúmeras vezes, no Arcade. E, obviamente, usando o clássico macete das cotoveladas heehehe. Um classico dos games e das periferias, já que esse jogo era o mais encontrado em bairros e periferias daqui do RJ, nos anos 80.

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      joanan_van_dort · 15 dias atrás · 2 pontos

      Taí outro jogo que nunca curti... mas fez história e muitos dos que beberam da fonte dele foram soberbos. Então é muito válido.

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      volstag · 15 dias atrás · 2 pontos

      Joguei muito, e adoro, principalmente os 3 primeiros da franquia, e o bizarro Abobo Adventure eu também gosto hahaha, mas ele não é oficial.

      1 resposta
  • 2018-10-03 09:11:31 -0300 Thumb picture

    A origem e o fim da Muse Software

    Medium 3676183 featured image

    No final dos anos 70, os computadores domésticos começaram a se provarem uma excelente plataforma para jogos. Em Agosto de 1978, Ed Zaron funda a Muse Software para publicar jogos para o computador mais popular dos Estados Unidos, o Apple II. Dentre os jogos lançados naquele ano, temos Tank War, inspirado em Combat do Atari 2600, Side Show, uma coletânea de 6 jogos básicos, Maze Game, um dos precursores em jogos de labirinto em 3D com visão de primeira pessoa e Escape!, também com visão 3D, mas com alguns personagens espalhados pelo labirinto. Com propostas inovadoras e jogos cheio de ação, a empresa ganhou destaque no primeiro ano de desenvolvimento.

     Além de jogos, a Muse Software começou a criar programas auxiliares, como o editor de texto Super-Text. Em 1979, o jogo de estratégia e conquista Global War traz um mapa-múndi com as áreas conquistadas. Em 1980, ela desenvolve um clone de Missile Command, o ABM. Mas apenas em 1981, ela consegue emplacar o jogo que a fez finalmente se destacar no mercado de jogo, Castle Wolfenstein. O primeiro jogo em stealth da história trazia uma trama de espionagem e violência. O sucesso do jogo foi tremendo que fomentou o desenvolvimento de outros games, além de empregar novos programadores, chegando a 40 funcionários ao final de 1983. O jogo foi portado para outros computadores domésticos, como a linha 8-bits da Atari, Commodore 64 e IBM-PC.

     Tudo ia muito bem, quando o mercado de consoles caiu e os de computadores aumentou. O que parecia positivo, acabou gerando o fim da companhia, pois várias outras empresas começaram a apresentar jogos ainda melhores, mais complexos e uma série de novas opções de computadores surgiram. Em 1984, eles lançam a continuação de seu grande sucesso, Beyond Castle Wolfenstein, porém, apresentou pouca inovação em relação ao anterior e a empresa não conseguiu mais emplacar nenhum grande sucesso. Os videogames recuperam sua grandeza e conseguiram fazer frente aos computadores. Em Outubro de 1987, a empresa declara falência e perde suas propriedades intelectuais.

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    36
  • 2018-10-02 08:37:33 -0300 Thumb picture

    Combo#110 [MS-DOS] (1987): Police Quest & Mixed-Up Mother Goose

    A Sierra cria mais jogo de adventure gráfico com interpretador de textos e agora sobre uma trama policial. Estamos no comando de Sonny Bonds e devemos desvendar vários crimes, desde assassinatos à tráfico de drogas. O jogo retrata o dia a dia de um policial e suas tarefas de investigação e combate ao crime. É possível dirigir pela cidade em visão aérea para se chegar a cena do crime. - Um jogo com uma pegada bem séria e trama pesada. A ideia é muito bem vinda, pois viver na pele a vida de um policial é algo que poucos jogos retratam, porém, o jogo é extremamente exigente com cada passo que você dá. Se você não cumprir horário ou não fazer algumas ações na ordem, ou mesmo estar em lugares errados, acarreta em Game Over.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Em contraste aos complexos jogos de adventure da Sierra, Roberta Williams cria um game voltado para o público infantil. Podemos escolher uma das 8 crianças para viver em um mundo de fantasia. O objetivo do jogo é levar objetos para uma pessoa ou grupo que está com algum tipo de problema. É possível também guiar pessoas ou animais para um local específico. A criança só pode levar 1 item por vez e cada vez que se ajuda alguém, ganha 1 ponto, no total de 18. - Um jogo super simples, mas muito bem desenhado e com músicas bacanas. Não é usado o interpretador de comandos, podemos apenas caminhar, que deixa o jogo bem lento e quase sem desafios, mas a proposta funciona perfeitamente.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Mixed-Up Mother Goose

    Plataforma: PC
    1 Jogadores

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  • 2018-10-01 08:43:23 -0300 Thumb picture

    #110 - Leisure Suit Larry in the L. L. L. [MS-DOS] 1987

     Inspirado pelo adventure de texto Softporn Adventure de 1981, Al Lowe recria o jogo erótico usando os gráficos e a engine de adventures da Sierra. Larry Laffer é um virgem de 38 anos que mora no porão da casa da mãe e resolve mudar de vida. O objetivo do jogo é ajudar Larry a perder a virgindade com uma das 4 mulheres disponíveis no jogo. Podemos andar, coletar itens e interagir com objetos e pessoas pelo cenário através de comandos de textos. Como o jogo é voltado para adultos, há um questionário antes do jogo começar com perguntas que, em teoria, apenas adultos saberiam responder. O jogo foi um fiasco em vendas no mês de seu lançamento, pois não teve nenhuma campanha publicitária, mas o boca a boca e a pirataria tornaram este game um dos mais geniais e conhecidos da Sierra naquele ano.

     - Um dos poucos jogos ambientado no presente, que deixa tudo bastante familiar. O jogo traz textos bem engraçados e situações inusitadas, sendo um jogo muito mais humorístico do que erótico. Como qualquer adventure desse tipo, ele requer comandos e ações bem específicas para prosseguir. Se dar mal neste jogo é muito fácil, mas sempre conta com situações engraçadas. Um exemplo é quando o personagem morre e um laboratório secreto da Sierra fabrica um novo Larry para reiniciar a aventura. Hilário. Os gráficos são bonitos e a música é bacana, porém, a maioria dos quebra-cabeças são bem difíceis. As grandes áreas do jogo são acessíveis usando um táxi e é possível ganhar dinheiro jogando blackjack ou caça-níqueis.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Leisure Suit Larry in the Land of the Lounge Lizards

    Plataforma: PC
    7 Jogadores
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      leopoldino · 18 dias atrás · 5 pontos

      O jogo que me ensinou a falar inglês. Jogava ele com um dicionário na mão num 286 com monitor monocromático verde.

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      filipessoa · 19 dias atrás · 2 pontos

      Joguinho bem inusitado kkk

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      gus_sander · 18 dias atrás · 2 pontos

      Parece ser bem hilário mesmo... Acho que não conseguiria me dar bem nesse jogo. Escolher comandos com tantas coisas para se fazer nele com certeza ia me deixar travado em alguma parte só escolhendo as infinitas ações xD

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  • 2018-09-28 09:10:27 -0300 Thumb picture

    Combo#109 [Arcade] (1987): 1943: The Battle of Midway & Dragon Spirit

    Seguindo o sucesso de seu primeiro shoot ‘em up vertical, 1942, a Capcom lança a continuação do jogo ainda com a mesma temática de combate aéreo contra as frotas japonesas. Dentre as novidade, há um medidor de combustível que vai se degradando com o tempo e pode ser preenchido coletando os “Pow” deixado pelas formações de inimigos. É possível utilizar um especial que afeta todos na tela, mas consome energia. O jogo permite 2 jogadores simultâneos. - O visual do jogo é meio repetitivo e as músicas são bacanas. O que mais agrada no game é o multiplayer, pois a dificuldade do jogo continua alta, apesar de mais dosada do que no game anterior. Há power-ups também que podem ser coletados, mas nenhum com grande destaque.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Usando sua placa de 16-bits, a Namco cria um jogo de shoot ‘em up vertical ambientado em uma terra mística que mistura dinossauros e outras criaturas do mundo da fantasia. Zawell escapa da prisão e rapta a princesa Alicia. O herói Amul levanta sua espada para o alto e se transforma num dragão. Podemos cuspir fogo e arremessar bombas para destruir os inimigos terrestres. Os power-ups coletados garantem uma cabeça extra ao dragão e aumenta seu poder de fogo. - Um jogo muito bonito e com temática interessante. Os power-ups são bem interessantes, mas aumenta o tamanho do dragão, que já é grande o suficiente para desviar dos tiros. Além disso, o esse lance de separar inimigos terrestres e aéreos dificulta ainda mais as coisas.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    1943: The Battle of Midway

    Plataforma: Arcade
    47 Jogadores
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      old_gamer · 21 dias atrás · 3 pontos

      Tenho esse dois jogos na minha coleção nas versões do nes.

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      volstag · 21 dias atrás · 3 pontos

      dois classicos, esses eu terminei a decadas atrás, mas ainda lembro muito, o 1943 inclusive terminei de novo esses tempos atrás, e é bem difícil o final.

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      andre_andricopoulos · 19 dias atrás · 3 pontos

      Praticamente nunca joguei NES...bem que @old_gamer poderia me mostrar tooooooda coleçao NES dele...

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  • 2018-09-27 08:48:14 -0300 Thumb picture

    #109 - R-Type [Arcade] 1987

     A empresa japonesa Irem cria um dos shoot ‘em up horizontais mais belos e dinâmicos dos últimos tempos. Estamos no controle da nave R-9 e devemos percorrer por várias áreas no espaço para derrotar alienígenas e robôs lideradas pela criatura Bydo. A progressão lateral lembra o jogo Gradius, mas o esquema dos power-ups são bem diferentes. Ao pegar a Force, uma esfera de energia aparece para nos auxiliar, ela pode ser acoplada na frente ou atrás de nossa nave, fornecendo um novo tipo de tiro. Além disso, esses upgrades são acumulativos. Naturalmente, R-9 possui um canhão de disparos rápidos ou carregado com maior poder de fogo. Ao final de cada fase, temos um chefe gigantesco com um ponto específico para causar danos.

     - Mais um jogo extremamente bonito para os Arcades. O visual encanta, não apenas pelos cenários de fundo e inimigos bem desenhados, mas a animação de tudo que acontece na tela. Tudo é muito bem colorido e detalhado. A trilha sonora é mediana. A jogabilidade do game é espetacular. O esquema dos upgrades é genial, pois podemos disparar a Force para frente para que ela possa dar conta dos inimigos adiante, enquanto você desvia dos tiros no fundo. O design da fase é bem feito, mas qualquer erro resulta na destruição da nave. O jogo é bem difícil, principalmente quando se perde os power-ups e tem que continuar da metade da fase apenas com os tiros iniciais.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    R-Type

    Plataforma: Arcade
    16 Jogadores

    43
  • 2018-09-26 08:54:11 -0300 Thumb picture

    Resumão da segunda geração

    Medium 3674145 featured image

    Em uma era onde consoles disponíveis no mercado eram máquinas que rodavam Pong e algumas variantes, a Fairchild , em 1976, traz o seu Channel F com dois novos conceitos: um videogame equipado com um microprocessador e jogos gravados em cartuchos ao invés de já vir na memória do aparelho. A gigante dos Arcades, Atari, viu ali uma oportunidade de ouro e começou a desenvolver seu próprio console. Foi um processo tão caro que a Atari teve de ser vendida para a Warner Communications para finalizar com o projeto. Em 1977, o Atari VCS chega ao mercado, trazendo 9 cartuchos e cada um deles com vários jogos e variantes dentro um único hardware. Rapidamente, o console se tornou extremamente popular nos Estados Unidos.

     Os programadores da Atari não recebiam nenhum crédito por suas obras, o que culminou na formação da primeira third party da história, a Activision, fundada por ex-funcionários da Atari, em 1979. Em 1980, a Mattel entra para o mercado de consoles domésticos com o seu Intellivision. A primeira guerra de consoles tem início, mas mesmo com a superioridade gráfica e sonora, o console da Atari ainda vendia muito mais, devido ao seu preço e oferta de jogos, em especial os ports de sucessos de Arcades jogos da Activision. O Odyssey² também disputava liderança no mercado, mas dispunha de hardware mais modesto. O Colecovision veio trazendo a ideia de ports perfeitos de Arcades e balançou o mercado, mas devido ao seu alto preço, o console teve um breve período de vida.

     Depois da Activision, surgiram várias empresas para desenvolver jogos para os sistemas no mercado, em especial, para o Atari 2600, que resultou em uma enxurrada de jogos com baixa qualidade. Várias empresas do ramo da eletrônica também resolveram se aventurar neste mercado, abastecendo o mercado com vários videogames clones e de qualidade duvidosa. Os computadores pessoais começaram a ganhar mercado e se tornaram acessíveis. Essa mistura culminou no Crash de 1983 para o mercado norte americano, onde os consumidores e a mídia começaram a negligenciar esses produtos e migrando em massa para os Arcades e seus games japoneses ou para os computadores e suas épicas aventuras.

     A segunda geração foi marcada pela introdução de jogos em cartuchos, até 3 canais de áudio, games com IA e com múltiplas telas. Nos consoles, o Atari 2600 foi predominante. Nos Arcades, os jogos japoneses reinaram, trazendo gráficos coloridos e gameplay simples, voltado para o público infantil. Pac-Man e Donkey Kong foram os maiores expoentes nessa era. Os computadores 8-bits se alastraram nas casas dos consumidores, como o Apple II, Commodore 64 e ZX Spectrum, trazendo jogos com enredos elaborados e aventuras complexas, como Ultima e King’s Quest. Os portáteis também tiveram jogos em cartuchos, como o Microvision, mas o campeão de vendas eram os portáteis Game & Watch da Nintendo, trazendo jogos em LCD simples e viciantes, como Fire Attack, Helmet e Lifeboat.

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      old_gamer · 23 dias atrás · 7 pontos

      Comecei minha jornada pelos games nesta geração , tenho ótimas lembranças e ainda jogo Atari 2600. Hoje tenho o prazer de colecionar este console : )

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      leandro · 23 dias atrás · 3 pontos

      Eu cheguei a pegar a primeira geração, jogando em um Tele Jogo uma versão do Pong. Mas foi na segunda que eu comecei a jornada, através de um clone do Atari 2600, la pelos idos de 84/85

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      jade_archer · 23 dias atrás · 3 pontos

      Cheguei a jogar Atari 2600 em casa de parentes, onde joguei Pac-man e um jogo de tênis. Mas só entrei mesmo nesse mundo na terceira geração com um clone do nintendinho, o Dynavision III. Bons tempos.

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  • 2018-09-25 09:02:04 -0300 Thumb picture

    Combo#108 [Arcade] (1987): Black Tiger & Dark Adventure

    A Capcom mais uma vez impressiona, criando um jogo de ação com plataforma onde controlamos um herói bárbaro equipado com uma corrente deve percorrer por 8 fases diferentes para enfrentar o dragão no último cenário. O ataque do herói também dispara facas, que ajuda nos inimigos distantes. É possível comprar upgrades para a arma, armaduras e itens, libertando alguns senhores petrificados. Para comprar, devemos coletar o máximo de moedas Zenny possíveis. - Um outro jogo de ação frenética e jogabilidade excelente. Apesar do grande número de inimigos na tela e armadilhas, o herói é capaz de encarar todos os desafios. Ele tem uma barra de vitalidade e perde a armadura quando se chega na última, como em Ghosts 'n Goblins.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Durante uma conferência da imprensa, o arqueólogo abre o baú e é transportado para o Mundo dos Demônios junto com outros 2 companheiros. Neste Arcade da Konami, era permitido até 3 jogadores simultâneos e cada um controla um personagem. Labryna está equipada com uma espada, Condor com um chicote e Zorlock com uma lança. O objetivo do jogo é encontrar a chave da área para poder abrir o portão que leva para a próxima fase, mas diversas criaturas aparecem no caminho para impedir isso. - Um jogo muito parecido com Gauntlet, mas com gráficos e jogabilidades melhorados. Devemos destruir as casas que nascem inimigos e coletar refrigerante para recuperar o HP.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Black Tiger

    Plataforma: Arcade
    31 Jogadores
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      fredson · 24 dias atrás · 3 pontos

      Black Tiger eu zerei. Só uma dica que vale acrescentar aí: No PS3 você pode pegar DE GRAÇA pela PSN o "Capcom Arcade Cabinet", que já vem com o Black Tiger. Tem vários outros jogos clássicos de arcade da Capcom lá, mas são DLCs comprados separadamente.

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      volstag · 22 dias atrás · 3 pontos

      Black Tiger eu joguei na época, foi a coisa mais bonita do mundo haha, quando a emulação apareceu, eu vivia esperando por ele pra poder jogar, e quando deu matei a vontade até não aguentar hahaha.
      Aproveitando, dois jogos de beat n up que joguei quando foram lançados e que até hoje gosto, e quem sabe você possa por na sua listinha, um se chama Vendetta, e é muito legal mesmo! o outro é o D.D. Crew, não é tão elaborado, mas diverte demais também.

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      joanan_van_dort · 24 dias atrás · 2 pontos

      Mais dois pra lista! =D

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  • 2018-09-24 14:46:40 -0300 Thumb picture

    #108 - Contra [Arcade] 1987

     A Konami cria um jogo de tiro e plataforma inspirado nos filmes de ação dos anos 80. Bill e Lance são convocados a destruir a organização Red Falcon que está sendo controlada por alienígenas. O renova o conceito do Run ‘n’ gun, onde o objetivo é ir atirando em todos os inimigos que aparecem pelo caminho enquanto desvia de vários tiros, além de ter alguns percursos de plataforma. O jogo permite 2 jogadores simultaneamente, o que deixou o Arcade ainda mais divertido. Além da rolagem de tela tradicional, algumas fases apresenta uma perspectiva em terceira pessoa, onde devemos destruir uma série de painéis e inimigos para prosseguir. O game é composto por 7 fases distintas e com um chefe ao final de cada uma.

     - Um dos melhores Arcades para se jogar em cooperativo. A ação é frenética e a jogabilidade é simples e funcional. Podemos atirar em 8 direções e agachar para desviar dos perigos. As diferentes opções de armas que podemos pegar durante a aventura deixa tudo ainda mais dinâmico, ainda mais por terem munição ilimitada. Os segmentos com perspectiva de terceira pessoa quebra um pouco o ritmo, mas tem um contador de tempo para dar mais urgência. Os gráficos são bonitos e o level design é inteligente, pensado para se jogar com 2 jogadores, mas adaptado para uma jornada solitária também. As fases são curtas e basta pegar o ritmo delas para se dar bem. A coisa mais difícil no jogo é enxergar os tiros inimigos, pois costumam ser pontinhos bem pequenos.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Contra

    Plataforma: Arcade
    138 Jogadores

    42
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      andre_andricopoulos · 25 dias atrás · 3 pontos

      Adoro serie CONTRA, apesar da dificuldade. Joguei muito CONTRA III no SNES

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      riki_samejima · 24 dias atrás · 3 pontos

      Engraçado que, como quase todo gamer, conheci esse game pela versão do NES. Uma vez eu fui jogar o do MSX e achei uma merda. Anos mais tarde é que eu fui descobrir que a versão de MSX na verdade é bem parecida com a do Arcade que, por sua vez, eu tbm acho inferior à versão de NES.
      Sem dúvida, a versão do NES é a melhor pra mim rsrs

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    • Micro picture
      ogawara · 25 dias atrás · 2 pontos

      Jogaço / clássico!

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