historia_dos_games

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  • 2019-04-08 08:43:12 -0300 Thumb picture

    Combo#137 [Master System] (1989): Psycho Fox & Vigilante

    Madfox toma o poder e corrompe a Terra com uma horda de criaturas. Psycho Fox é o guerreiro escolhido para derrotar o vilão e restaurar a paz. Além de socar e pisar nos inimigos, Psycho Fox pode se transformar em outras 3 criaturas com habilidades únicas. O hipopótamo pode destruir paredes, o macaco tem o pulo mais alto e o tigre é o mais rápido. Cada área é composta por 3 fases e um chefe ao final. - Um jogo muito bonito e simpático para o Master System. A trilha sonora é viciante e divertida, mas a jogabilidade é meio travada. Podemos usar o pássaro como um bumerangue e um escudo extra, mas ainda sim, o jogo é difícil. O fato de não poder voltar a tela impossibilita a progressão em alguns momentos, mas as fases possuem diferentes rotas.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O jogo saiu no ano anterior para Arcade, mas só veio para o território norte americano através do porte para o Master System. O jogo é considerado um sucessor espiritual de Kung-Fu Master, especialmente devido ao agarrão de alguns inimigos. Maria (Madonna no original) foi sequestrada pela gangue Rogue (Skinhead no original) e cabe ao nosso herói passar por 5 cenários chutando e socando os oponentes pelo caminho. - De cara, o visual do jogo é espantoso. As animações também são bem fluidas e a trilha sonora legal. O jogo é bem difícil e revoltante, principalmente por causa dos inimigos que ficam grudados no herói. Os chefes parecem complicados, mas sempre possuem um truque.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Psycho Fox

    Platform: Master System
    355 Players
    5 Check-ins

    38
  • 2019-04-04 10:28:43 -0300 Thumb picture

    #137 - Wonder Boy III: The Dragon's Trap [Master System] 1989

     A série de maior sucesso do Master System vai para o seu terceiro jogo. A história segue imediatamente o final de Wonder Boy in Monster Land, na batalha contra o Mecha Dragon. O vilão foge e joga uma maldição em Wonder Boy, transformando-o no Lizard-Man, que perde todos os poderes e equipamentos do jogo anterior. A missão de Wonder Boy é explorar diferentes áreas do jogo a fim de se livrar da maldição e por um fim no Mecha Dragon. Ao longo de sua aventura, Wonder Boy vai se transformar em diferentes criaturas e cada uma vai ter uma habilidade especial que permite uma exploração mais completa das áreas. O jogo também conta com o já tradicional sistema de compras de itens e equipamentos usando moedas de ouro.

     - Mais um grandioso jogo para o console da Sega. O jogo possui gráficos ainda mais coloridos e sprites muito bem desenhados. A trilha sonora continua divertida e combinando com o cenário. A jogabilidade é um pouco escorregadia, mas é rápida e precisa. O que mais encanta neste novo jogo é a possibilidade de trocar de forma, que resulta em uma constante renovação na forma de jogar e explorar ambientes anteriormente inacessíveis, como em Metroid. A dificuldade do jogo é bem dosada e quando seu personagem morre, ele tem uma chance de continuar e ainda ganhar uma poção extra. O jogo também conta com password para que se possa prosseguir a aventura posteriormente.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Wonder Boy III: The Dragon's Trap

    Platform: Master System
    109 Players
    3 Check-ins

    36
  • 2019-04-03 10:57:20 -0300 Thumb picture

    Electronic Gaming Monthly Awards de 1989

    Medium 3713742 featured image

    A partir de 1989, a EGM começa a publicar os melhores e os piores jogos do ano em sua revista mensal nos Estados Unidos.

    Melhor jogo do ano: Ghouls and Ghosts

     A continuação das aventuras do herói Arthur ficou ainda mais desafiador e completa.

    Jogo do ano (Nintendo): Ninja Gaiden

     Em busca de vingança, o ninja Ryu corre pelas fases e há cenas belíssimas entre elas.

    Jogo do ano (Sega): Wonder Boy III

     Em sua terceira aventura, o jovem guerreiro coleta novos equipamentos para desbravar um novo mundo.

    Jogo do ano (NEC): The Legendary Axe

     O mais forte guerreiro da tribo se equipa com o lendário machado, parte em uma aventura para salvar sua irmã.

    Melhor Gráfico: Ghouls and Ghosts

     Com ainda mais cores e criaturas bizarras, o jogo traz cenários apavorantes detalhadíssimo.

    Melhor Música e Som: Street Fighter

     O jogo de luta da Capcom trazia voz de atores reais e efeitos sonoros de ponta, além de uma boa música de fundo.

    Jogo mais desafiador: Phantasy Star

     O RPG da Sega traz uma grandiosa aventura espacial e complexos labirintos em primeira pessoa sem auxílio de mapa.

    Jogo com melhor final: Ninja Gaiden

     A história do ninja contada através de cutscenes animadas rende um enredo bastante elaborado para um jogo de plataforma.

    Melhor sequência: Mega Man 2

     Após o um sucesso morno do primeiro jogo, a Capcom cria uma sequência fantástica com passwords e mais chefes para enfrentar.

    Melhor RPG: Ultima III: Exodus

     O grandioso jogo de computador ganha uma versão para o NES muito bem adaptado.

    Melhor jogo ainda não lançado (nos EUA): Super Mario Bros. 3

     A terceira aventura do encanador traz uma série de power-ups e 8 mapas riquíssimos.

    Melhor herói: Mega Man

     A criação de Dr. Light é um robô muito simples, mas que é capaz de adquirir habilidades dos inimigos derrotados.

    Premissa mais ridícula: Taboo

     Um jogo que possui a premissa de adivinhar seu futuro, mas no fim, é furada.

    Jogo mais nojento: Ghouls and Ghosts

     Já não bastasse a dificuldade, os gráficos mostram criaturas bizarras baseada em demônios japoneses.

    Jogo com pior final: Ultima III: Exodus

     Após horas e mais horas que exigida de um RPG, o final é bastante frustrante para o público americano, ainda não acostumado com o gênero em videogame.

    Pior erro ortográfico: P.O.W.

     Após terminar o jogo, a frase que conclui a jornada está escrita errada “Congradurations”.

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    48
  • 2019-04-01 09:05:45 -0300 Thumb picture

    Combo#136 [Arcade] (1989): Golden Axe & Final Fight

    Ao juntar a jogabilidade de Double Dragon com o universo medieval de Dragon Quest, a equipe da Sega cria um jogo de Beat ‘em up medieval. O vilão Death=Adder rouba o Golden Axe, rapta o rei e sua filha, ameaçando destruir todos que não o aceitassem como o novo governador. Escolhemos um ou dois dos três guerreiros disponíveis para enfrentar a horda de cavaleiros e criaturas do vilão em várias terras dominadas pelo terror. Cada personagem possui uma arma e uma magia diferente. - Um Beat ‘em up bem diferente e gostoso de jogar. A trilha sonora é muito boa e cada personagem tem um combo único. Além disso, é possível pegar montarias dos inimigos, dando mais diversidade.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Inicialmente, a Capcom planejava lançar uma sequência de Street Fighter, mas com o grande sucesso da série Double Dragon, os planos mudaram e o jogo se tornou um Beat ‘em up. Os integrantes da gangue Mad Gear sequestram a filha do prefeito de Metro City, Mike Haggar. O próprio prefeito chama dois amigos, Cody e Guy, para enfrentar a gangue na porrada. O jogo se destaca pelo uso de combos variados, gráficos com sprites grandes e detalhados e grande variedade de cenários urbanos. - Mais um briga de rua de alta qualidade. Cada personagem possui características únicas e é possível pegar armas e comida pelo cenário, quebrando os objetos espalhados pelas fases.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Final Fight

    Platform: Arcade
    684 Players
    20 Check-ins

    35
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      leandro · 22 days ago · 3 pontos

      Ao meu ver os dois mereciam 5 estrelas. No mais trata-se dois dos maiores clássicos dos video games

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      volstag · 22 days ago · 3 pontos

      Duas abras primas, quem viveu nos arcades nesse período esteve presente na fase onde os jogos que antes eram tidos como coisa de criança, se tornarem jogos pra marmanjo com barba na cara, era status, era coisa de macho! hahahahaha
      Bons tempos.

      2 replies
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      andre_andricopoulos · 22 days ago · 2 pontos

      Pois é @leandro...devo concordar contigo.
      GOLDEN AXE e FINAL FIGHT são "tops dos tops".
      ...
      Eu em particular foi 5 STARS pras crianças também...
      Curto pacas!!!
      ...
      Obs: são apenas opiniões, nada sobre CERTO ou ERRADO.
      ...
      Excelente POST, by the way, como sempre!😍😘🤗

      2 replies
  • 2019-03-28 08:59:18 -0300 Thumb picture

    #136 - Teenage Mutant Ninja Turtles [Arcade] 1989

     Baseado em uma das animações de maiores sucessos, a Konami lança um Beat ‘em up das Tartarugas Ninjas. Foram feitos feitos gabinetes para 2 ou 4 jogadores. Era possível jogar com as 4 tartarugas simultaneamente e cada uma vinha equipada com sua arma padrão e possuía características distintas. O vilão Destruidor rapta April O’Neil e então Mestre Splinter envia seus discípulos para salvar a jovem. Cada tartaruga pode pular, bater, arremessar inimigos e usar um golpe especial. Os cenários são interativos, pois é possível quebrar hidrantes, parquímetros e outros objetos para acertar os inimigos. Ao final de cada ato, um chefe tradicional do desenho animado aparece para lutar contra as tartarugas.

     - Sem sombra de dúvidas, é o jogo mais divertido de Arcade para se jogar com a galera. A Konami conseguiu traduzir a exata sensação que o desenho animado passava para o jogo. Os gráficos são mais que perfeitos e ainda conta com cenas estáticas entre cada fase para contar melhor a história, como Ninja Gaiden. A trilha sonora inicial é a mesma do desenho animado. Jogando com 4 pessoas, não dá para entender quase nada, pois fica uma bagunça na tela com tanto personagem, pois o jogo se adapta e nivela a quantidade de inimigos de acordo com a quantidade de tartarugas estão em jogo. Os cenários por onde passamos e os vilões deixam o jogo ainda mais perfeito.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Teenage Mutant Ninja Turtles

    Platform: Arcade
    309 Players
    8 Check-ins

    40
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      leandro · 26 days ago · 4 pontos

      Bem, eu fui privilegiado, na época, a jogar em uma máquina original desse jogo. Mas o que mais impactou foi o "detalhe" de ser com 4 controles. Pensem em um período em que não era lá normal, em uma bairro do subúrbio do RJ, um botequim receber um arcade desse tipo? A galera simplesmente pirou demais. Eram jogatinas a esmo e o que empolgava era as caixas de som do arcade em um volume altíssima é a trilha sonora do jogo, em pouco tempo, já ecoando em nossas mentes. Enfim provavelmente, depois de SF Champion Edition, esse foi o arcade que mais me marcou

      3 replies
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      thecriticgames · 26 days ago · 4 pontos

      Posteriormente esse dai viu a luz do dia no NES como TMNT 2 (ainda com as devidos cortes técnicos) um ótimo jogo.

      6 replies
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      andre_andricopoulos · 26 days ago · 3 pontos

      TMNT e THE SIMPSONS ...melhores games pra jogar com a galera.
      Perfeitos...

      2 replies
  • 2019-03-27 09:18:25 -0300 Thumb picture

    Combo#135 [NES] (1988): Blaster Master & 8 Eyes

    A Sunsoft cria um jogo de tanque com plataforma e exploração com a possibilidade de obter novos equipamentos para explorar um mapa expansivo, como em Metroid. Com vendas fracas no Japão, a Sunsoft simplificou o enredo do jogo para o mercado americano. Jason vai atrás do seu sapo de estimação, Fred, e acaba caindo em um buraco. Lá ele encontra o tanque Sophia 3rd e enfrenta várias criaturas radioativas que vivem debaixo da Terra. Jason pode sair do tanque e entrar em cavernas. Nesse momento, o jogo adota uma visão superior. - A jogabilidade do game é excelente, tanto fora quanto dentro do tanque. Os mapas são extensos e o jogo não adota nenhum sistema de salvamento do progresso. A trilha sonora é viciante e dá um clima único de aventura.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     E para encerrar o ano de 1988, temos um jogo que mistura gráficos e jogabilidade de Castlevania com sistema de escolher fase e ganhar arma diferente dos chefes de Mega Man. Centenas de anos se passaram depois que a Terra foi alveja por ataques nucleares. 8 duques de países diferentes possuem uma joia que nosso herói, Orin e seu falcão, Cutrus devem derrotar esses duques para recuperar as joias e devolvê-las ao Altar da Paz. - Um jogo com premissa interessante e tudo deveria funcionar muito bem, se não fosse a alta dificuldade no jogo. O ataque de Orin é curto e controlar o falcão é bem difícil. É recomendável que o segundo jogador controle Cutrus. A trilha sonora é boa e os gráficos casam com a proposta de cada país.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Blaster Master

    Platform: NES
    92 Players
    8 Check-ins

    39
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      thecriticgames · 27 days ago · 3 pontos

      Blaster Master ta na minha lista, é mo legal, mas ele cansa muito, ja comecei ele umas 4 vezes sem nunca terminar.

      3 replies
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      leandro · 27 days ago · 2 pontos

      Blaster Master entra na lista de melhores jogos do Nes, fácil fácil.

      1 reply
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      lgd · 27 days ago · 2 pontos

      Rapaz, parecem ótimos jogos! Estava precisando de idéias para jogar!

      1 reply
  • 2019-03-25 10:34:08 -0300 Thumb picture

    #135 - Mega Man 2 [NES] 1988

     Apesar de Mega Man não ter sido um sucesso em vendas, a equipe pediu para a Capcom que permitissem criar uma continuação do jogo. Intercalando com outros trabalhos, o jogo foi concluído no ano seguinte e se tornou um dos melhores jogos de plataforma para o Famicom. Dr. Willy cria 8 Robot Masters para destruir Mega Man e o herói deve percorrer cada cenário em qualquer ordem para que possa alcançar a fortaleza do Dr. Willy. O jogo segue o mesmo estilo de seu antecessor, mas com uma notável melhoria na jogabilidade e nos gráficos. Além da escolha entre o modo normal e difícil, o jogo possui um sistema de passwords que permite o jogador continuar de onde parou. Tudo isso para dosar a dificuldade, que era a principal reclamação do jogo anterior.

     - Logo de cara, temos uma abertura incrível, onde mostra Mega Man com cabelos ao vento em cima de um prédio. O jogo segue o estilo do primeiro game, porém, com chefes mais interessantes e power-ups novos. A adição do tanque de energia que permite recuperar o HP do nosso personagem a qualquer momento foi muito bem vinda. A inclusão de passwords deixou a jornada mais agradável. A trilha sonora ficou ainda melhor que no jogo anterior. Cada tema é marcante e combina muito bem com os cenários. O design das fases está muito mais interessante e a dificuldade foi muito bem dosada. A opção de escolher o modo mais difícil vem para agradar os jogadores que gostam de um desafio extra.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Mega Man 2

    Platform: NES
    2081 Players
    85 Check-ins

    45
  • 2019-03-21 09:10:16 -0300 Thumb picture

    A evolução das placas de Arcade

    Medium 3710954 featured image

    Os primeiros Arcades criados, como o Computer Space (1971) e o Pong (1972) eram baseados em circuitos integrados e lógica booleana, mas em 1975, a Taito cria o primeiro jogo de Arcade baseado em processador, Gun Fight, baseado em um Intel 8080 de 2 MHz e sem cores. A partir daí, a Atari também começa a criar Arcades com processadores da Motorola, como o 6800, e o 6502 que permitia gráficos coloridos e era capaz de criar gráficos vetoriais. A mais poderosa placa de Arcade dos anos 70 foi a Namco Galaxian, criada em 1979 e usava o processador Zilog Z80 de 2,5 MHz. Suportava cores em RGB, sprites multicoloridos e fundo com tilemap. No ano seguinte, o hardware permitia que vozes sintetizadas fossem emitidas, como no jogo King & Balloon.

     A fim de diminuir os custos de troca de gabinete, a Data East introduz o DECO Cassete System em 1980. Era uma placa de Arcade onde os jogos eram distribuídos em fita cassete. Apesar de revolucionário, o sistema ficou defasado quando os jogos de Arcade se tornavam cada vez mais complexos. O Bubble System da Konami de 1985 usava jogos em disquetes e foi onde Gradius nasceu. Em 1984, a Nintendo lança o VS. System, que também seguia essa mesma premissa, com jogos focados em competições e distribuídos em cartuchos. Os jogos eram semelhantes a sua versão de NES ou Famicom. Também em 1984, a Atari lança suas placas de Arcade. Marble Madness estreia a System 1 e PaperBoy a System 2. O PlayChoice-10 da Nintendo de 1986 vinha com 10 jogos de NES disponíveis para o gabinete.

     A Sega foi uma das empresas de maior destaque nos anos 80. A ideia de criar vários jogos para uma mesma placa nasceu na VIC Dual de 1977, com Depthcharge. A Z80 era uma versão modificada da Namco Galaxian e estreou com Moon Cresta em 1980 e teve upgrades até 1984. A VCO Object foi criada em 1981 e trouxe o jogo Turbo, com um revolucionário gráfico pseudo 3D com sprites escalonados. Essa técnica foi aprimorada com a Hang-On e Space Harrier de 1985, Out Run de 1986, X-Board de 1987 com After Burner e a Y-Board de 1988 com Power Drift. Além dessas placas, a série System também teve destaque, como as System 1 de 8-bits que foi lançada em 1983 com Star Jacker, a System 16 em 1985 com Teddy Boy Blues e a System 24 em 1988 com Gain Ground. A Sega também foi pioneira nos jogos em laserdisc, com Astron Belt em 1983.

     Outra empresa que teve grande destaque nos Arcades foi a Namco. Depois do lançamento da placa Pac-Man em 1980 e a Galaga em 1981, a placa de Pole Position de 1982 é a primeira com processador de 16-bits da história. A Namco Pac-Land de 1984 inaugura os jogos de plataforma com side-scrolling. Em 1986, a System 86 estreia com Sky Kid Deluxe e no ano seguinte, duas placas poderosas, System 1 com Yokai Dochuki e a System 2 com Final Lap. Mas a grande revolução vem em 1988, com a System 21 Polygonizer rodando Winning Run. É a primeira desenhada especificamente para renderizar polígonos 3D. A Capcom, que sempre focou em jogos com sprites 2D, lançando, no mesmo ano, a CPS-1 e Forgotten World é o jogo estreante.

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    49
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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 3 pontos

      Lembro da época, em especial anos 80...meados dos 90...que ARCADE era absurdamente bem superior graficamente aos games "de casa".
      ...
      Uma pena que pararam com tal investimento, né? Seria massa os arcades com gráficos que vemos na atual geração...
      ...

      2 replies
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      leandro · about 1 month ago · 3 pontos

      Baita matéria. Uma curiosidade: Qual placa seria a do clássico Arcade Donkey Kong ? Eu nunca cheguei estudar isso, a respeito

      3 replies
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      porlock · about 1 month ago · 3 pontos

      q maneira a historia das placas... quero uma continuação disso, com as placas mais modernas...

      1 reply
  • 2019-03-20 08:44:29 -0300 Thumb picture

    Combo#134 [MSX] (1988): Parodius & Ys II: Final Chapter

    A Konami lança um jogo para MSX que faz uma paródia da série Gradius. O jogo é muito similar ao Arcade, com chefes finais em cada fase e um sistema de power-up através de uma barra de seleção. É possível escolher o personagem que vai se aventurar pelas fases. Além do protagonista Takosuke, o polvo, temos figuras de outros jogos da produtora, como Popolon de Knightmare e Goemon de Ganbare Goemon. O jogo se destaca pelas bizarrices e pela divertida trilha sonora. - Um Shoot ‘em up horizontal de alta qualidade. Os inimigos são criaturas bem sem noção, como pinguins e cabeças de moai. O jogo é muito difícil devido a jogabilidade no MSX e pela quantidade de sprites na tela. São tantos que às vezes seu personagem fica invisível.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Para dar continuidade a história do primeiro Ys, a Nihon Falcom lança sua sequela no ano seguinte. O início do jogo é o final do game anterior, onde Adol vai para a ilha flutuante dos Ys e parte para desvendar seus segredos. A mecânica permanece, com combates de ação encostando nos inimigos e upgrades simples. A novidade do jogo é a possibilidade de Adol usar magias, que se faz necessário para destruir a maioria dos chefes. - A continuação do clássico inova pouco, mas traz uma grande melhoria nos gráficos e na velocidade. Adol é tão rápido que pode ser difícil se acostumar. A trilha sonora continua impecável junto da dificuldade elevada logo no início. Os NPCs no jogo possuem diálogos mais bem elaborados.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    21
  • 2019-03-18 08:40:10 -0300 Thumb picture

    #134 - Snatcher [MSX] 1988

     Após ganhar notoriedade com Metal Gear, Kojima começa a trabalhar com uma aventura cyberpunk, inspirado pelos filmes Blade Runner, Akira e O Exterminador do Futuro. Estamos no controle de Gillian Seed, que se ingressa na Junker a fim de recuperar detalhes de sua memória perdida. A cidade de Neo Kobe é ambientada em um futuro cyberpunk, onde robôs conhecidos como Snatcher estão assassinando humanos, tomando sua forma e se misturando na sociedade. A interface do jogo mostra os diálogos trocados pelos personagens, um quadro de imagens e as ações que Gillian pode fazer em determinada cena. Apesar de longo e com foco narrativo, Kojima não conseguiu concluir a trama devido ao pressionamento da Konami para lançar o jogo logo, que já estava a 2 anos em desenvolvimento.

     - Mais um jogo de aventura com um sistema ainda mais prático de interação. Os gráficos do jogo são belíssimos e algumas cenas possuem pequenas animações. O objetivo do jogo é guiar Gillian pela cidade para investigar e destruir os Snatchers. O tom do jogo é bastante adulto, com cenas de violência e conteúdo sexual, mas ainda possui piadas e interações típicas das obras de Kojima. Apesar das cenas terríveis de tiro, o foco do jogo é na história, por isso, os puzzles são, em sua maioria, simples. O problema do jogo é que ele é extremamente lento. Há várias coisas para fazer nas cenas e em geral elas resultam em longos diálogos. Os jogadores mais pacientes são recompensados com uma história única e bastante cinematográfica.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Snatcher

    Platform: PC
    17 Players
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      jclove · about 1 month ago · 4 pontos

      Sobre a trama vale mais pegar a versao do sega cd hj que tem o capitulo final, algimas refencias a mais e melhor visual

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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 3 pontos

      Tenho um ódio desse game...
      Não o conheci no MSX...
      Não consegui no 3DO...

      6 replies
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      lordsearj · about 1 month ago · 2 pontos

      Lembro de um poster dele no MGS 2.Ou seria do Policenauts? Agora nao sei... Rs. Nao sabia que tinha ROM em PT-BR. Manda o caminho no privado.

      2 replies
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