historia_dos_games

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  • 2019-04-18 10:06:56 -0300 Thumb picture

    As séries animadas dos anos 80 baseada em games

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    A verdadeira explosão dos games veio em 1980 com Pac-Man da Namco. A Hanna-Barbera produziu a primeira animação baseada em games da história. A série foi ao ar em 25 de setembro de 1982 pela emissora ABC e contava o dia a dia da família Pac-Man na Pac-Land e suas desventuras com os tradicionais fantasmas. Teve um total de 44 episódios, 2 temporadas e foi encerrada em 1983. A rival CBS foi ainda mais ousada, lançando uma animação com 97 segmentos em setembro de 1983, a Saturday Supercade, produzida pela Ruby-Spears. A animação contava com história dos maiores ícones dos Arcades, cada um em seu próprio universo, mas com alguns crossovers. Frogger, Donkey Kong, Donkey Kong Jr., Q*Bert, Pitfall! e para a segunda temporada, Space Ace e Kangaroo. A animação teve seu fim em dezembro de 1984.

     Ainda na CBS, a produtora DIC Audiovisual, usando os direitos da Namco, lança uma curta animação com 13 episódios baseada no jogo Pole Position. O desenho iniciou em setembro de 1984 e terminou em dezembro do mesmo ano. Tinha personagens e tramas próprias, com apenas o carro vermelho semelhante ao jogo. Outra animação lançada entre setembro e dezembro do mesmo ano foi Dragon’s Lair pela Ruby-Spears. O desenho narrava as aventuras de Dirk e Daphne no castelo do dragão, mas o grande diferencial desta animação era quando o cavaleiro se via em uma enrascada, o narrador perguntava ao espectador quais ações ele poderia tomar. Durante o intervalo, mostrava cenas Dirk se ferrando com as opções erradas, simulando o jogo original.

     Após a crise de 1983 e a reviravolta nos games promovida pelo NES, a DIC conseguiu fechar uma parceria com a Nintendo depois de um ano para lançar episódios animados dos jogos mais populares do console. Super Mario Bros Super Show! trazia episódios animados baseada nos dois primeiros jogos dos irmãos encanadores. No começo e no final de cada episódio, havia uma atuação com atores reais interpretando Mario e Luigi, cheio de convidados especiais. A DIC também produziu The Legend of Zelda, baseada também nos dois primeiros jogos da franquia. Ambas tiveram péssima aceitação do público em geral e foram transmitidas, entre setembro e dezembro de 1989.

     Apesar do fracasso das animações anteriores, a DIC conseguiu emplacar com certo sucesso Captain N: The Game Master, que estreou também em setembro de 1989. O desenho narrava a história do jovem Kevin que foi sugado pela televisão e foi parar na Videoland. Lá, ele forma a N Team, formado pela nativa princesa Lana, seu cachorro Duke, Simon Belmont, Kid Icarus, Mega Man e o GameBoy. Os vilões também vinham de jogos mistos, como a Mother Brain, Dr. Willy, Ganon e outros. No Japão, o primeiro anime baseado em games surge em dezembro do mesmo ano. Dragon Quest narra as aventuras Abel e Tiala nas terras de fantasia baseada nos 3 jogos da série para enfrentar o vilão Baramos.

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      joanan_van_dort · 4 days ago · 2 pontos

      A maioria desses desenhos são dolorosos de assistir... principalmente os da DIC com as franquias da Nintendo. São grandes, enormes, gigantescos buracos negros da nossa força vital, do nosso desejo de viver. Eles sugam nossa alegria pra ser exposta como troféu em algum inferno por aí.

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      artigos · 4 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      volstag · 4 days ago · 1 ponto

      Parabéns, o seu artigo virou destaqu... digo digo...
      Cara, muito foda!! desses desenhos os que mais tenho saudade são do Mario Bros que a Globo passou, que eram baseados no mundo do Mario 3, o Capitão N cheguei a ver um pouquinho também.
      E no SBT o Pole Position era febre né, apesar de poucos episódios todo mundo adorava, passava no programa da Mara se não me engano.

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  • 2019-04-17 09:10:50 -0300 Thumb picture

    Combo#140 [GameBoy] (1989): Castlevania: The Adventure & The Final...

    ...Fantasy Legend

     A Konami marcou presença no primeiro ano de vida do portátil. A história do jogo de passa 100 anos antes do primeiro Castlevania. Controlamos o ancestral Christopher Belmont que vai de encontro ao castelo do Dracula para derrotá-lo. O jogo possui apenas 4 fases, não há sub-armas e apenas 3 vidas inicialmente, tornando este título, um dos mais difíceis da série. - A música do jogo é ótima, como é tradição da série, os gráficos são até legais, mas a jogabilidade é horrível. Christopher é muito duro e lento. O pulo do personagem é muito ruim e ele demora para atacar com o chicote. Há itens de invencibilidade temporária e outros para aumentar o poder do chicote, mas o jogo carece de quase tudo.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     A SquareSoft foi mais ousada e criou o primeiro RPG para o portátil. É o primeiro jogo da série SaGa, mas que foi lançado como parte da série Final Fantasy para melhorar o marketing. O jogo narra a história de um herói que viaja por 4 mundos distintos unidos por uma torre central. O sistema de classes do jogo é dividido em humano, mutante e monstro, cada um com suas próprias formas de evoluir. O jogo é considerado longo e bem difícil, pois implementa mecânicas bem confusas inicialmente. - É incrível ver que RPG casa muito bem com a proposta de um portátil. O jogo é super devagar e requer muita paciência. O sistema de evolução é cansativo e podemos recrutar aliados a vontade, mas a trilha sonora é boa.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Castlevania Adventure

    Platform: Gameboy
    314 Players
    12 Check-ins

    30
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      andre_andricopoulos · 5 days ago · 3 pontos

      Nunca joguei um game sequer preto e branco...😂

      10 replies
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      joanan_van_dort · 5 days ago · 2 pontos

      Castlevania é uma série que nunca gostei. Não sei porque não consigo curtir os jogos dessa franquia. Tentei em todas as plataformas possíveis e não vai. Uma pena pra mim.

      2 replies
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      emphighwind · 4 days ago · 2 pontos

      Este foi meu primeiro Castlevania, joguei numa fita de vários jogos, na época eu me divertia com o jogo mesmo não indo longe.

      Eu cheguei a começar o Makai Toushi SaGa estes dias, mas é realmente complicado como a raça esper/mutante aprende e esquece skills do nada.

      1 reply
  • 2019-04-16 09:07:55 -0300 Thumb picture

    #140 - Super Mario Land [GameBoy] 1989

     Para garantir o sucesso do novo portátil da Nintendo, o GameBoy, um jogo da série Mario era obrigatório. Desenvolvido para ser um título de lançamento da plataforma, o novo jogo do encanador foi o primeiro que não teve o envolvimento de Shigeru Miyamoto, resultando em game com elementos bastante distintos da série. Mario vai se aventurar pela terra de Sarasaland para salvar a estreante princesa Daisy do vilão Tatanga. O jogo é notável como sendo uma versão reduzida de Super Mario Bros., tanto na miniatura dos elementos do jogo, como blocos, inimigos e o próprio Mario, quanto na duração do jogo, com apenas 12 fases. Duas dessas fases são no estilo Shoot ‘em up horizontal e possui um total de 5 chefes.

     - Apesar de ser um jogo do Mario, todos os elementos do jogo parecem bem estranhos. Os cascos das tartarugas explodem, a bola de fogo da Fire Flower quica nas plataformas e seguem um caminho retilíneo diagonal, o primeiro mundo é no deserto, muito diferente! Os novos inimigos são interessantes e as fases de Shoot ‘em up são bem divertidas. A trilha sonora é espetacular e os gráficos são bonitos, dada a falta de cores do portátil. A jogabilidade continua boa e a dificuldade é bem equilibrada. O jogo também conta com segredos e um bônus ao final de cada fase. O jogo é bem divertido, mas infelizmente, bastante curto.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Super Mario Land

    Platform: Gameboy
    1093 Players
    31 Check-ins

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  • 2019-04-15 09:16:13 -0300 Thumb picture

    Combo#139 [Mega Drive] (1989): Revenge of Shinobi & Sword of Vermilion

    Para demonstrar as capacidades do Mega Drive, a Sega desenvolve a continuação da versão de Shinobi lançado para o Master System. O clã Zeed ressurge como Neo Zeed e se vinga do ninja Joe Musashi, assassinando seu mestre e raptando sua noiva. O ninja vai ao resgate percorrendo várias áreas pelo mundo e enfrentando chefes pelo caminho. As novidades na jogabilidade incluem o uso de ninjutsu e pulo extra no ar. - O novo jogo é uma baita evolução. Os gráficos estão ainda mais ricos em detalhes e a trilha sonora é simplesmente sensacional. Há várias caixas espalhadas pela fase e dão power-ups e vidas, mas às vezes, pode aparecer uma armadilha e acaba frustrando bastante. O número limitado de kunai também é algo que deixa o jogo mais difícil.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Yu Suzuki, o gênio dos Arcades, produz seu primeiro jogo exclusivo para console. Se trata de um RPG inovador com várias perspectivas, onde os combates é com ação em campo aberto ou 2D contra chefes e a exploração é tradicional, mas no mapa e em calabouços é em primeira pessoa. A história começa com a morte de Blade, que revela não ser o pai verdadeiro do protagonista e lhe passa a missão de viajar pelo mundo a fim de recuperar os anéis mágicos para destruir o rei Tsarkon. - Outro RPG para o Mega Drive com uma pegada muito diferente. Além dos belos gráficos e trilha sonora, o jogo diverte e é bem equilibrado, mas a falta de parceiros na equipe faz falta.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    The Revenge of Shinobi

    Platform: Genesis
    1797 Players
    21 Check-ins

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      darlanfagundes · 7 days ago · 2 pontos

      Aí sim! Duas pérolas Ninjas! Amo o Shinobi até hoje!

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 7 days ago · 2 pontos

      Mano...SHINOBI é top demais! 😍

      6 replies
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      leandro · 7 days ago · 2 pontos

      Shinobi e excelente. Deve ser o Arcade que mais joguei na vida. Aí fui jogar o do Master e achei um port ruim. Agora The Revenge Of Shinobi é uma maravilha. Eu daria 5 estrelas sem pestanejar

      1 reply
  • 2019-04-12 08:59:46 -0300 Thumb picture

    #139 - Phantasy Star II [Mega Drive] 1989

     Depois do enorme sucesso do primeiro Phantasy Star, a Sega lança a continuação do grande clássico para o seu novo console. 1000 anos após os acontecimentos do primeiro jogo, o jovem guerreiro Rolf desperta de um pesadelo e parte para uma perigosa tarefa de descobrir algo sobre o mal funcionamento da Mother Brain, um supercomputador que controla o clima do planeta, fornecendo tudo que os nativos precisam. O jogo traz as mecânicas do jogo anterior, onde cada personagem possui tipos de equipamentos e magias específicas. O combate adota uma visão em terceira pessoa, com animações de ataque dos protagonistas. O grande foco do jogo está em sua história, com diálogos ricos, momentos épicos e cenas emocionantes.

    - Mais um RPG espetacular da Sega, que melhora tudo que o jogo anterior oferecia. Ter abandonado a visão em primeira pessoa nos labirintos foi visto como a coisa certa a se fazer, pois a exploração era bastante prejudicada. Os combates ficaram bem melhores, com animações belíssimas, porém, perdeu o cenário de fundo temático. Ainda não é possível escolher qual inimigo atacar, o que é uma pena. A trilha sonora continua espetacular e a história, que é o grande foco do jogo, é muito melhor contada aqui. Os diálogos são grandes e claros. Além disso, tem cenas com animações fantásticas logo na abertura do jogo. A exploração ficou muito mais rápida e simples. No geral, é um excelente RPG.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Phantasy Star II

    Platform: Genesis
    410 Players
    85 Check-ins

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      darlanfagundes · 10 days ago · 3 pontos

      Jogo lindo... o meu segundo mega drive veio com ele... não sei se era por ser piratão ou se era comum vim no mega esse jogo na época...Eu nem sabia se o mega era mesmo original ou pirata, mas foi comprado em loja.Pretendo jogar os PS de novo, esse por exemplo eu nunca zerei.

      3 replies
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      roberto_monteiro · 10 days ago · 3 pontos

      Ta ai um jogo que, com todo respeito, eu não tenho o minimo interesse em jogar haha

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      marlonildo · 10 days ago · 3 pontos

      Nunca joguei, mas vi na casa de um amigo meu e fiquei doido pra jogar! Foi a primeira vez que vi um RPG de turnos na vida e curti logo de cara, e a música de batalha grudou na mente rs.. Mas nunca tive um Mega Drive, então procurei coisa parecida pro Snes e conheci Final Fantasy, e depois disso é uma longa história de amor aos RPGs rs

      1 reply
  • 2019-04-11 09:12:47 -0300 Thumb picture

    GameBoy: o portátil mais popular da Nintendo

    Medium 3715304 featured image

    A série de portáteis Game & Watch era sucesso no Japão, mas a concorrência já apresentava aparelhos com premissa e qualidade superiores aos mini games da Nintendo, mesmo que nenhum tenha feito grande sucesso. A equipe que trabalhou no Game & Watch desenvolve o projeto Dot Matrix Game, que seria o novo portátil da Nintendo com cartuchos intercambiáveis. Em abril de 1989, o GameBoy é lançado no Japão e em julho do mesmo ano, nos Estados Unidos. O aparelho se tornou um fenômeno, mesmo sendo tecnologicamente inferior a concorrentes que viriam depois. A tela não emitia cores e os jogos eram simples, mas a duração da bateria e os títulos de lançamento fisgaram o interesse dos jogadores.

     O portátil vinha com as mesmas configurações de botões do NES, mas com botões de ação seguindo uma orientação levemente inclinada. Havia diais para ajustar o volume e o contraste. Além de alto-falante mono, ele vinha com entrada para fones de ouvido para som estéreo. Havia também uma porta de expansão para acessórios, sendo que seu principal uso era para uso do Link Cable, que permitia jogatinas multiplayer se conectando com outro GameBoy. A entrada de cartuchos ficava na parte traseira assim como a entrada para 6 pilhas AA. Por dentro, o processador era uma versão adaptada do LR35902 da Sharp de 8-bit, 8 kiB de RAM, 1 canal PCM de 4 bit para som e uma tela com resolução de 160 x 144 pixels e 4 tons de cinza para gerar os gráficos, mas com contraste em fósforo verde.

     Para potencializar o lançamento do novo aparelho, um jogo da série Mario se faz obrigatório, mesmo sendo bem diferente do convencional. Outros títulos incluem Alleyway, um tipo de Breakout e Baseball, um porte da versão de NES. Mas teve jogos exclusivos no lançamento para cada região. O Japão recebeu Yakuman, um jogo de Mahjong, já os americanos tiveram Tennis, outro porte da versão de NES e o viciante Tetris, que era o grande chamariz do portátil. Mesmo que Tetris já tivesse versões para computadores, a adaptação para o portátil ficou perfeita. O baixo consumo de pilhas, preço de lançamento de 90 dólares e uma rica biblioteca de títulos tornava o GameBoy a melhor opção para jogadores de portáteis.

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      artigos · 9 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      sirlon_retrono · 5 days ago · 3 pontos

      Portátil de maior sucesso e mais importante de todos os tempos! Simples

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      manoelnsn · 11 days ago · 2 pontos

      Esse portátil é lendário. Ele sobreviveu até a uma bomba, foi pro espaço...

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  • 2019-04-10 09:23:47 -0300 Thumb picture

    Combo#138 [Arcade] (1989): Cadash & The Astyanax

    A milênios de anos atrás, houve uma grande guerra que confinou os monstros no subterrâneo enquanto os humanos dominaram a superfície. O mago Balrog, prometeu aos monstros um novo reinado na superfície enquanto ele ficaria mais poderoso após um ritual com a princesa Salassa. O jogo mistura plataforma de ação com RPG, onde até 2 personagens podem evoluir de nível e acumular dinheiro para comprar armas, armaduras e itens nas vilas. São 4 personagens para escolher e cada um conta com características próprias. - Um jogo muito massa e divertido. A mistura ficou perfeita e lembra um pouco o jogo Wonder Boy in Monster Land. O multiplayer cooperativo deixa tudo melhor, porém, o jogo é muito difícil e ainda conta com limite de tempo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Ambientado em um mundo de fantasia dominada por demônios, o guerreiro Roche, equipado com seu mítico Fire Axe, parte para uma jornada dividida em 6 etapas para destruir o soberano Argos e restaurar a paz no mundo. O jogo permite até 2 jogadores em cooperativo. Há uma barra que carrega automaticamente quando Roche não está atacando e fornece um golpe mais poderoso. Além disso, Roche pode obter itens de cura, magia e um escudo para bloquear ataques dos inimigos. - Um jogo muito similar ao game a cima, porém, muito mais difícil e lotado de inimigos. Quando em 2 jogadores, o jogo fica um pouco mais equilibrado. Os gráficos são belíssimos e os efeitos das magias espetaculares.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Cadash

    Platform: Arcade
    4 Players

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      thecriticgames · 11 days ago · 3 pontos

      Não sei a versão de arcade mas a de NES de Astyanax é uma das coisas mais horrorosas e feias que joguei no console.

      4 replies
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      volstag · 11 days ago · 3 pontos

      Caramba, o Astyanax de Arcade tem um gráfico tão bom porto do de Nes que até parece outro jogo!!
      Eu joguei muito a versão de Nes, mas essa de arcade nem sabia que existia, vou jogar qualquer hora.

      1 reply
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      darlanfagundes · 12 days ago · 2 pontos

      Nunca tinha visto, parece ótimo.

      3 replies
  • 2019-04-09 08:56:35 -0300 Thumb picture

    #138 - Strider [Arcade] 1989

     A Capcom fechou uma parceria com a editora de mangás Moto Kikaku para a produção de 2 jogos e um mangá com o universo de Strider. O jogo de Arcade se passa em 2048 em um futuro distópico onde o ditador Grandmaster controla o mundo. O clã de ninjas High-tech envia o seu mais jovem guerreiro, Hiryu, para assassinar o grande ditador. O jogo se passa em 5 áreas e cada uma representa uma parte do mundo, sendo a última, na Lua. O jogo segue o estilo de plataforma com ação frenética e Hiryu possui grandes habilidade acrobáticas e de ataque. É possível pegar pequenos robôs para ajudar a destruir a horda de inimigos que tenta derrotar o ninja. Além disso, é possível adquirir upgrade no alcance da espada, vida e energia.

     - Ainda na onda de jogos de ninja, a Capcom cria um personagem capaz de dar saltos acrobáticos estilosos, escalar paredes e tetos e o ataque mais rápido da história. O ataque com a espada deve ter uns 3 frames e dá para golpear rapidamente os inimigos. Inclusive, chefes podem morrer rapidamente com esse golpe veloz. Apesar da jogabilidade fluida, os inimigos não dão trégua. São vários e de diversos tipos de ataques dos inimigos, que exige bastante reflexo do ninja para se safar. Fora isso, o jogo conta com gráficos magníficos. Tudo é muito bem desenhado e animado e a história é contada com cenas simples, mas com uso de voz sintetizada em múltiplas línguas.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Strider

    Platform: Arcade
    133 Players
    4 Check-ins

    37
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      lipherus · 13 days ago · 2 pontos

      Os monstros gigantões me davam uma certa agonia não sei pq kkk

      2 replies
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      andre_andricopoulos · 13 days ago · 2 pontos

      STRIDER era muito foda...
      ...
      Graficamente era lindão...essas acrobacias do personagem era um diferencial e tanto...
      ...
      Gostava e jogava muito...

      1 reply
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      darlanfagundes · 12 days ago · 2 pontos

      Nunca joguei esse Strider!

      1 reply
  • 2019-04-08 08:43:12 -0300 Thumb picture

    Combo#137 [Master System] (1989): Psycho Fox & Vigilante

    Madfox toma o poder e corrompe a Terra com uma horda de criaturas. Psycho Fox é o guerreiro escolhido para derrotar o vilão e restaurar a paz. Além de socar e pisar nos inimigos, Psycho Fox pode se transformar em outras 3 criaturas com habilidades únicas. O hipopótamo pode destruir paredes, o macaco tem o pulo mais alto e o tigre é o mais rápido. Cada área é composta por 3 fases e um chefe ao final. - Um jogo muito bonito e simpático para o Master System. A trilha sonora é viciante e divertida, mas a jogabilidade é meio travada. Podemos usar o pássaro como um bumerangue e um escudo extra, mas ainda sim, o jogo é difícil. O fato de não poder voltar a tela impossibilita a progressão em alguns momentos, mas as fases possuem diferentes rotas.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     O jogo saiu no ano anterior para Arcade, mas só veio para o território norte americano através do porte para o Master System. O jogo é considerado um sucessor espiritual de Kung-Fu Master, especialmente devido ao agarrão de alguns inimigos. Maria (Madonna no original) foi sequestrada pela gangue Rogue (Skinhead no original) e cabe ao nosso herói passar por 5 cenários chutando e socando os oponentes pelo caminho. - De cara, o visual do jogo é espantoso. As animações também são bem fluidas e a trilha sonora legal. O jogo é bem difícil e revoltante, principalmente por causa dos inimigos que ficam grudados no herói. Os chefes parecem complicados, mas sempre possuem um truque.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Psycho Fox

    Platform: Master System
    355 Players
    5 Check-ins

    38
  • 2019-04-04 10:28:43 -0300 Thumb picture

    #137 - Wonder Boy III: The Dragon's Trap [Master System] 1989

     A série de maior sucesso do Master System vai para o seu terceiro jogo. A história segue imediatamente o final de Wonder Boy in Monster Land, na batalha contra o Mecha Dragon. O vilão foge e joga uma maldição em Wonder Boy, transformando-o no Lizard-Man, que perde todos os poderes e equipamentos do jogo anterior. A missão de Wonder Boy é explorar diferentes áreas do jogo a fim de se livrar da maldição e por um fim no Mecha Dragon. Ao longo de sua aventura, Wonder Boy vai se transformar em diferentes criaturas e cada uma vai ter uma habilidade especial que permite uma exploração mais completa das áreas. O jogo também conta com o já tradicional sistema de compras de itens e equipamentos usando moedas de ouro.

     - Mais um grandioso jogo para o console da Sega. O jogo possui gráficos ainda mais coloridos e sprites muito bem desenhados. A trilha sonora continua divertida e combinando com o cenário. A jogabilidade é um pouco escorregadia, mas é rápida e precisa. O que mais encanta neste novo jogo é a possibilidade de trocar de forma, que resulta em uma constante renovação na forma de jogar e explorar ambientes anteriormente inacessíveis, como em Metroid. A dificuldade do jogo é bem dosada e quando seu personagem morre, ele tem uma chance de continuar e ainda ganhar uma poção extra. O jogo também conta com password para que se possa prosseguir a aventura posteriormente.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Wonder Boy III: The Dragon's Trap

    Platform: Master System
    109 Players
    3 Check-ins

    36
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