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  • 2018-10-19 08:50:47 -0300 Thumb picture

    Combo#113 [Arcade] (1987): Bionic Commando & Rastan

    Nascido como um spin-off do jogo Commando, a Capcom cria um game de plataforma onde o personagem não pula, ao invés disso, ele deve usar sua garra para se pendurar e acessar plataformas distantes. O jogo se passa 10 anos após uma Guerra Mundial e nosso protagonista deve vencer 4 fases para chegar ao último nível e impedir que um míssil seja disparado. - De longe, um dos jogos mais injustos que joguei. O fato do personagem não pular deixa tudo extremamente difícil. Além da garra ser lenta e ter um alcance limitado, os tiros são pouco eficazes. O que salva do jogo é a trilha sonora bem animada e os gráficos coloridos, apesar do mundo proposto no jogo não fazer sentido algum.

    Nota pessoal: ★☆☆☆☆

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     A Taito cria um jogo ação, plataforma e fantasia, onde temos que conduzir um bárbaro na missão de derrotar um dragão. O jogo possui 5 fases e cada uma dela é composta por 3 segmentos, sendo eles, ar livre, dentro do castelo e a sala do trono, onde vai haver uma batalha contra um chefe. Nosso guerreiro pode se equipar com diferentes armas e itens para auxiliar na jornada. - Um jogo muito bonito, com cenários cheios de detalhes e sprites bem desenhados. A jogabilidade do bárbaro é simples e rápida, pois a maioria dos inimigos morrem com apenas um golpe. O pulo não é muito bom, que torna as partes com plataformas penosas. O jogo é bem difícil e costuma aglomerar vários inimigos na tela.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Bionic Commando

    Plataforma: Arcade
    39 Jogadores
    1 Check-in

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      gus_sander · 3 dias atrás · 1 ponto

      Bem que poderiam ter aproveitado melhor a mecânica desse primeiro. Histórias pós guerra geralmente tem um leque tão grande de possibilidades interessantes...

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      volstag · 3 dias atrás · 1 ponto

      Bionic Commando é lamentável, mas tem um conceito bom, que deveria ter sido melhor explorado.
      É a uns anos atrás até saiu dois novos bionic Commando pra PS3, com gráficos melhores, mas lamentavelmente uma merda também.
      O Rastan eu curto, mas envelheceu mal.

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      andre_andricopoulos · 2 dias atrás · 1 ponto

      Mano...o primeirao BIONIC COMANDO...fui jogá lo recentemente porém outra versão. Conan ja joguei, curtia. Meu irmao nessa epoca era mestre em "caçar" jogos (hoje em dia é só game de estratégia no PC)

  • 2018-10-18 08:25:28 -0300 Thumb picture

    #115 - Street Fighter [Arcade] 1987

     A Capcom aposta em seu primeiro jogo de luta, gênero ainda pouco explorado nos Arcades. O lutador Ryu deve viajar para 5 países para derrotar 2 lutadores de cada um e provar sua força. No último país, ele vai enfrentar dois lutadores de Muay Thai, Adon e o mestre Sagat. O jogo permitia que o segundo jogador desafiasse Ryu, usando o lutador Ken. Caso saísse vitorioso, tomava o lugar do primeiro jogador e continuava a jornada pelos outros países. Além do joystick padrão para controlar o lutador, o gabinete foi pioneiro a vir com 2 botões pneumáticos, um para soco e outro para chute. Quanto mais forte o jogador socasse esses botões, mais forte era o golpe do lutador. Devido a quebra de várias máquinas, esse sistema foi substituído por Arcades de 6 botões de ações.

     - Um jogo extremamente inovador e diferente. Ao invés de personagens pequenos e com pulos altos como em Yie Ar Kung-Fu, temos lutadores grandes e que dão saltos mortais. A luta é uma melhor de 3 o fato de permitir 2 jogadores lutando um contra o outro é inovador. Este jogo também foi o primeiro a apresentar golpes especiais usando combinações de botões. Podemos disparar esferas de energia (Surge Fist), um gancho aéreo (Dragon Punch) ou chute giratório (Hurricane Kick). Esses golpes especiais tira bastante sangue do adversário, que pode decidir a luta em poucos segundos, mas os oponentes também possuem técnicas especiais poderosas. A trilha sonora do jogo é fraca, mas os gráficos são bonitos, especialmente os cenários de fundo.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Street Fighter

    Plataforma: Arcade
    280 Jogadores
    6 Check-ins

    47
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      joanan_van_dort · 4 dias atrás · 2 pontos

      A revolução nem sempre vem em bons jogos hehehe

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      leandro · 4 dias atrás · 2 pontos

      Eu tinha conhecido primeiramente o SF II. Esse daí, lembro bem até hoje, conheci e joguei em um carnaval de rua, lá bem no início dos anos 90, em um botequim abarrotado de gente. Valeu apenas por ter conhecido e só rs

      1 resposta
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      darlanfagundes · 4 dias atrás · 2 pontos

      Já viu a versão fan bet'em'up dele?! Muito bom cara...esse é toscão, talvez se eu tivesse jogado na época até gostasse...rsrsrs

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  • 2018-10-17 09:43:44 -0300 Thumb picture

    A importância e o desenvolvimento de The Legend of Zelda

    Medium 3679377 featured image

    Quando criança, Shigeru Miyamoto gostava muito de explorar bosques e cavernas, chegou a encontrou um lago uma vez, que foi uma grande surpresa. Na Nintendo, ele foi convocado para criar um jogo ao novo periférico de disquetes do Famicom, o Disk System. O desenvolvimento do jogo The Legend of Zelda começou em 1984, junto com Super Mario Bros., porém, ambos tinham propostas opostas. Enquanto Mario seguia com uma aventura lateral, Zelda seria uma aventura com visão de cima com foco em exploração. O jogo foi lançado junto com o Disk System em fevereiro de 1986. A versão americana veio só em julho de 1987, mas foi o primeiro cartucho a vir com uma bateria interna para salvar a jornada.

     The Legend of Zelda foi o responsável por popularizar o gênero de RPG com ação, trazendo uma fórmula simples, um mundo gigantesco e cheio de segredos. Foi o primeiro jogo de mundo aberto para consoles, dando uma total liberdade ao jogador desde o início. Para forçar a interação com o mundo, Link começa sem nenhuma arma, mas a tela inicial apresenta uma caverna. Lá dentro, podemos interagir com um velho e receber uma espada. Porém, é possível finalizar o jogo sem pegar a espada. Para aumentar ainda mais o fator replay do jogo, é habilitado o modo Master Quest após finalizar o jogo pela primeira vez. Além de mais difícil, algumas dungeons do jogo ganham o formato de cada letra do título, ZELDA.

     O nome do protagonista, Link, foi pensado no elo do jogador com aquele mundo. Zelda foi inspirado na esposa do romancista Francis Scott, Zelda Fritzgerald. Uma mulher bonita e de atitude, além de um nome impactante. O enredo foi escrito por Takashi Tezuka, que trabalhou em Super Mario Bros. e trouxe uma trama épica, onde o herói devia desbravar Hyrule para recuperar todas as partes da Triforce da Sabedoria espalhada em masmorras por Zelda antes de ser capturada pelo demônio Ganon. Ao final do jogo, Link deve pegar a flecha de prata, derrotar o vilão e salvar a princesa. A trilha sonora do jogo foi composta por Koji Kondo, que também trabalhou em Super Mario Bros. e trouxe um dos temas mais marcantes da história.

     O jogo foi um tremendo sucesso no Japão, mas principalmente nos EUA, pois trouxe o primeiro RPG para o console mais popular da época, o NES. Foi o responsável por despertar a paixão dos americanos por RPGs, em especial, com ação e sistema simplificado. Apesar de todos os quesitos revolucionários do jogo, seu maior legado está nos enigmas. Não há apenas segredos que concede alguma vantagem ao jogador, como em Super Mario Bros., mas aqui, são obrigatórios para prosseguir na aventura, pois a maioria das dungeons estão bloqueadas inicialmente e devemos anotar as dicas oferecidas pelos NPCs de Hyrule, além do próprio design do mapa e uso de itens específicos em locais únicos.

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      manoelnsn · 5 dias atrás · 4 pontos

      Zelda é um puta jogo mesmo! E vão aparecer pessoas tendo ADP porque tu disse que Zelda é RPG, hein? Huahuaua

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      joanan_van_dort · 5 dias atrás · 4 pontos

      E a Nintendo revoluciona de novo o mundo dos games trazendo aventura em mundo aberto num jogo de fantasia, aventura e exploração. A fonte foi aberta e muita gente bebeu dela ao longo das últimas décadas.

      2 respostas
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      artigos · 5 dias atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2018-10-16 09:09:30 -0300 Thumb picture

    Combo#112 [NES] (1987): Rambo & Bio Senshi Dan: Increaser Tono Tatakai

    Depois de servir de inspiração para vários jogos, o filme Rambo II: A Missão ganha o seu terceiro jogo oficial para os consoles. O coronel Trautman aborda Rambo para uma missão na floresta em troca de sua liberdade. O mecânica do jogo lembra bastante o Zelda II: Adventure of Link, mas sem o mapa visto de cima. É possível adquirir experiência e novas armas para que Rambo encare os inimigos à sua frente. - Pelo título, você deveria imaginar um jogo com muita ação estilo Contra, mas ao invés disso, temos um jogo de plataforma e exploração mediano onde Rambo mata criaturas da floresta, como abelhas, cobras e tigres. Só ao final do jogo vamos combater soldados. Ao menos a trilha sonora é legal e os gráficos simpáticos.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    No ano de 2081, a Terra foi tomada por criaturas comandadas por Increaser. Dan então volta no tempo para o ano de 1999, antes da praga acontecer para impedir os eventos que causam o caos no futuro. Nosso personagem começa apenas com uma espada, mas pode coletar energia para comprar melhores equipamentos, itens ou recuperar a barra de vida. O foco do jogo é na exploração e as áreas possuem vários andares, portas e buracos que dão acesso a outra parte do mapa. - Mais um jogo de aventura e exploração, mas aqui, tudo é muito bem equilibrado. As cenas dentro das portas são muito bem desenhadas, além dos gráficos com áreas sinistras e música bacaninha. O alcance do ataque é satisfatório.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Rambo

    Plataforma: NES
    60 Jogadores

    38
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      darlanfagundes · 6 dias atrás · 2 pontos

      Esse Rambo eu sempre alugava! hehehe!

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      ogawara · 6 dias atrás · 2 pontos

      Os Contra são mais Rambo do que esse jogo do Rambo. Hehe.

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      andre_andricopoulos · 5 dias atrás · 2 pontos

      Q carai de nome é esse? kkkkkkkkk
      KCT...
      Engraçado que me fez lembrar um game que eu jogava parecido...e que coletava uns "E" nos inimigos caídos. Será que era esse? Enfim...

      1 resposta
  • 2018-10-15 09:13:59 -0300 Thumb picture

    #114 - Castlevania II: Simon's Quest [NES] 1987

     Após a derrota de Dracula no jogo Castlevania do Famicom, Simon Belmont é amaldiçoado pelo vampiro. Sua missão agora é coletar as 5 partes do corpo de Dracula e a Magic Cross para dar um fim definitivo ao conde e livrar Simon da maldição. A Konami optou por uma exploração livre em um mapa interconectado, como do jogo Metroid. Simon pode comprar itens e melhorias para os chicotes com coração, como em Vampire Killer. As pessoas das vilas vão dar dicas importantes para prosseguir com a aventura, além do uso da água benta para destruir tijolos secretos. O jogo conta com transição de noite e dia e quando a noite chega, os inimigos ficam mais fortes e as pessoas do vilarejos são substituídas por zumbis.

    - Um jogo que melhora muitos pontos em relação ao primeiro jogo. O jogo traz cenários mais escuros e detalhados, além de sprites mais bem desenhados. A trilha sonora continua espetacular, com batidas únicas e clima de terror com ação. A exploração do jogo foi muito bem recebida na época, mas contém enigmas onde não possui pistas em lugar nenhum, como agachar próximo a um lago para liberar uma escada secreta. O jogo é bastante difícil, principalmente por conta do respawn dos inimigos com um scrolling mínimo de tela. Cada parte do Dracula está localizado em um castelo, mas nem todos possuem chefes, que é bastante inusitado. Apesar disso tudo, o jogo se mantém divertido e instiga a exploração.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Castlevania II: Simon's Quest

    Plataforma: NES
    822 Jogadores
    22 Check-ins

    56
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      joanan_van_dort · 7 dias atrás · 3 pontos

      Apesar do vídeo super negativo do AVGN, o jogo é bom. Costumo dizer que é o Zelda II dos Metroids, pq tem coisas super específicas pra se fazer na ordem certa, se errar, abraço...

      3 respostas
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      manoelnsn · 7 dias atrás · 2 pontos

      Esse foi o avô dos metroidvanias. É um jogo bem legal, só que cheio de problemas, infelizmente

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      darlanfagundes · 7 dias atrás · 2 pontos

      Eu nunca joguei esse jogo, achei interessante a premissa, vou conferir um dia desses...

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  • 2018-10-11 17:33:14 -0300 Thumb picture

    Combo#113 [Arcade] (1987): Roadblasters & Final Lap

    A Atari cria um jogo de corrida onde nosso objetivo é alcançar os checkpoints durante os percursos antes que o combustível se esgote por completo. O diferencial do game é que o nosso carro é equipado com uma metralhadora e pode destruir os outros veículos pela pista. Para recuperar o combustível, podemos pegar esferas espalhadas pela pista ou ultrapassar a linha de checkpoint. - Um jogo de corrida tradicional e muito bonito. O controle é fácil e a dificuldade é dosada, mas o tanque se consome rápido demais. Tem um tanque reserva para ajudar o jogador caso o combustível do tanque principal termine. Além de carros na pista, aparecem caminhões e motociclistas pelo caminho.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     A Namco foi ainda mais ousada para estrear sua nova placa de Arcade, a System 2. Juntando 4 gabinetes de 2 jogadores, o game foi pioneiro em permitir 8 jogadores simultâneos na mesma partida. O jogo de corrida de Fórmula 1 retratava o circuito real de Suzuka, mas em versão compacta. Outra inovação do jogo foram as bordas de borracha nas curvas, para permitir que o jogador nunca ficasse muito atrás do líder. - Mais jogo de Fórmula 1 da Namco, depois do grande sucesso do Pole Position e sua continuação. Por retratar uma pista de verdade, os cenários são vazios e não apresenta música, apenas o barulho do carro. A sensibilidade do volante é grande e isso dificulta bastante na hora das curvas, principalmente as mais fechadas.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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    Final Lap

    Plataforma: Arcade
    4 Jogadores

    31
  • 2018-10-11 08:28:05 -0300 Thumb picture

    #113 - After Burner [Arcade] 1987

     Yu Suzuki aposta em mais um jogo de super upscale, em sua terceira placa de Arcade focado nesta técnica, a Sega X Board, mas dessa vez, controlamos um jato de guerra inspirado no filme Top Gun de 1986. Estamos pilotando o jato F-14 Tomcat e devemos destruir os jatos inimigos que aparecem na tela. Além da metralhadora, temos mísseis limitados que podem ser disparados quando a mira fixa no inimigo. Conforme nosso jato inclina, o cenário inteiro roda junto com ele, inclusive, é possível girar em 360 graus, causando um efeito visual belíssimo. O jogo é composto por 18 fases, contando com alguns percursos onde devemos apenas desviar dos obstáculos. O jogo teve um sucesso tão grande, que no mesmo, saiu uma sequência semelhante a este aqui.

     - Se Out Run impressionava demais pelos gráficos, este jogo eleva ainda mais beleza do super upscale para criar um ambiente 3D. Os efeitos de girar o cenário inteiro é realmente fantástico. A animação do nosso jato sendo destruído também é belíssima, principalmente quando ele vai ao chão e cria uma trilha de explosões. A trilha sonora é ok e os controles até que respondem bem, mas o jogo é extremamente difícil. Desviar dos mísseis não é tão simples, pois eles são teleguiados e exige reação rápida. Em fases posteriores, a dificuldade aumenta insanamente, com mísseis e jatos vindo de trás e os segmentos de desviar dos obstáculos beira o impossível.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    After Burner

    Plataforma: Arcade
    38 Jogadores
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    50
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      venomsnake · 11 dias atrás · 3 pontos

      Considero esse aí o pai do ace combate, e filho do River Raid!

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      darlanfagundes · 11 dias atrás · 2 pontos

      Eu conheci esse jogo recentemente numa lista do MAME aqui... Jogo foda!

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      juray · 11 dias atrás · 2 pontos

      Caracaaaaaa! Joguei demais esse jogo...! Eu tinha um Master System (tenho até hoje).

      Eu tava quase sempre lá na locadora alugando esse awe! rsrs!

      1 resposta
  • 2018-10-10 08:34:02 -0300 Thumb picture

    Atari XEGS: O console que roda jogos de computadores

    Medium 3677903 featured image

    Após a Atari ser comprada por Jack Tramiel, um visionário dos computadores domésticos, ele propôs um videogame que podia rodar todos os jogos do Atari 8-bits. No outono de 1987, chega ao mercado, o Atari XEGS, baseado no computador 65XE da linha 8-bits da Atari. O console era bem pequeno, branco e contava com entradas para periféricos e cartuchos. Vinha equipado com um MOS Technology 6502C e 64 KB de memória RAM. O objetivo do aparelho era fomentar o desenvolvimento de softwares e jogos para sua linha de 8-bits. Ele chegou ao mercado custando US$ 160,00 e vendeu 100 mil unidades no Natal de 1987. Foram as únicas unidades produzidas e o produto final se provou mais um grande fracasso da Atari.

     O aparelho foi lançado em duas versões. Na básica, ele vinha com o console e um joystick padrão do Atari 2600, só que branco, para combinar com o XEGS. Na versão de luxo, vinha o acréscimo da pistola de luz Light XG-1, que também era compatível com o Atari 2600, e um teclado branco, para transformar o console em um computador 8-bits completo. Além disso, o aparelho era compatível com todos os acessórios e periféricos desenvolvidos para a sua linha de computadores 8-bits, como gravador de disquetes, leitor de fita cassete e por aí vai. Os cartuchos seguiam o mesmo formato dos cartuchos padrões da sua linha de computadores, mas com uma nova estampa e arte para alguns jogos.

     O console vinha com uma versão de Missile Command na memória. O jogo Flight Simulator vinha junto com o teclado e Bug Hunt junto com a pistola Light XG-1. O console era compatível com todos os cartuchos de jogos da linha 8-bits da Atari, que detinha ports dos maiores sucessos dos Arcades, porém, todos eram jogos antigos e isso não agradou o público em geral. Apesar dos jogos coloridos e simples, não chegava nem perto das grandes aventuras que os outros consoles já podiam oferecer. Além disso, a indústria de PCs já estava migrando para a arquitetura de 16-bits e para os jogos interativos com o mouse, diminuindo ainda mais o interesse ao novo console da Atari.

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      joanan_van_dort · 12 dias atrás · 2 pontos

      A Atari foi uma empresa de um empreendimento só. Revolucionou o mercado na época e as pessoas sentem nostalgia pelo legado que o 2600 deixou. Mas depois dele foram produtos ruins atrás de produtos ruins, muito em culpa do Tramiel, que era um pão duro e tratava a família igual tratava suas empresas, com mão de ferro e muito amadorismo. O ápice das decisões erradas dele aconteceu com o Jaguar, mas isso é outra história.

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      artigos · 9 dias atrás · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      porlock · 1 dia atrás · 1 ponto

      q iraaado.

  • 2018-10-09 08:30:37 -0300 Thumb picture

    Combo#112 [MSX] (1987): Maze of Galious & Ys I: Ancient Ys Vanished

    A continuação de Knightmare segue um estilo totalmente diferente de seu antecessor. Podemos controlar Popolon ou Aphrodite dentro do castelo de Galious para resgatar o filho Pampas. Este castelo é único e suas salas são conectadas. Há diferentes itens no jogo para ajudar na exploração, chaves de ouro e lojas com diferentes propósitos. - Um jogo com proposta interessante e desafiador. Os gráficos são limitados, pois o jogo é de MSX1. Há muitas salas que os inimigos ou o nosso personagem se camuflam com o cenário de fundo, que é uma droga. A jogabilidade é meio travada e a dificuldade do jogo é alta por causa disso. O castelo possui bastante salas, que garante horas de exploração.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Com o sucesso da sua série Dragon Slayer, a Nihon Falcom cria um novo jogo de RPG com mais foco na narrativa. Controlamos o jovem guerreiro Adol que deve partir a procura dos 6 livros Ys para adquirir conhecimento e derrotar o grande mal que está varrendo a Terra. A ideia do jogo é simplificar tudo que um RPG possui, com menus de equipamentos e evolução básicos. A grande inovação está no combate, onde não é preciso apertar nenhum botão para golpear o inimigo, basta ir de encontro com ele. - Um jogo belíssimo, com cores vivas e trilha sonora espetacular de Yuzo Koshiro. O combate é simples e ágil, mas deve-se ficar atento a barra que HP, que mesmo com recuperação automática, como em Hydlide, é muito pequena no começo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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  • 2018-10-08 08:55:36 -0300 Thumb picture

    #112 - Metal Gear [MSX] 1987

    Hideo Kojima cria o seu primeiro jogo junto a Konami para o MSX2. O novato Solid Snake é enviado para uma missão a 3 complexos para resgatar os prisioneiros de guerra e destruir a máquina capaz de lançar mísseis nucleares a qualquer parte do mundo, a Metal Gear. Ele começa a missão completamente desarmado e deve evitar o encontro com os guardas espalhados pela tela. Conforme avança no jogo, Snake pode se equipar com diferentes armas e itens que vão ajudar nos confrontos e na exploração do cenário. O jogo revoluciona o gênero stealth, criado pelo Castle Wolfenstein. Rapidamente, o jogo foi sucesso e é considerado um dos melhores jogos da plataforma, devido a sua mecânica viciante e história envolvente.

     - Os gráficos do jogo são extremamente bonitos e detalhados, com cores sombrias e realistas. A trilha sonora é constante, mas não enjoa e deixa tudo mais tenso. A ideia do jogo é evitar o confronto, mas caso algum guarda o veja, temos que usar nossas armas até que pare de aparecer soldados. O mais bacana do jogo é sua exploração e uso de itens, pois cada um deles tem um propósito específico, como máscara de gás, paraquedas, uma caixa de papelão, detector de minas e ração para recuperar HP. O jogo tem dificuldade alta e praticamente você só aprende o que tem que fazer morrendo. O que peca no jogo são os cartões usados para abrir as portas. Eles não possuem identificadores, que obriga o jogador a ir testando todos os tipos que possuem.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Metal Gear

    Plataforma: PC
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      darlanfagundes · 14 dias atrás · 3 pontos

      Esse eu nunca tinha visto, eu lembro da minha fita preta do NES desse jogo...mas esse aí tá bem mais polido, vou ver se jogo...eu nunca zerei esse jogo...tinha uma parte no fim eu acho, um muro azul se não me engano que eu não sabia passar...rsrsrs

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      joanan_van_dort · 14 dias atrás · 2 pontos

      Essa é uma franquia que eu acho chaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaata! Reconheço a importância e a qualidade dos jogos, mas simplesmente não consigo jogar.

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      volstag · 14 dias atrás · 2 pontos

      Melhor franquia do universo pra mim

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