historia_dos_games

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  • 2020-12-04 11:36:08 -0200 Thumb picture

    Combo#295 [Arc](1996): Tekken 3 & Last Bronx

     A Namco lança o próximo jogo da série na sua nova placa de Arcade, a System 12. O novo torneio de artes marciais acontece 20 anos após os eventos de Tekken 2. Grande parte do elenco de personagens são novos e cada um entra no torneio com seus próprios objetivos. A mecânica de combate segue seus antecessores, mas agora temos uma liberdade maior de andar pela arena. O jogo foi altamente aclamado pela crítica, citando seu balanceamento como a principal melhoria. - O terceiro jogo da série melhora tudo em relação aos seus antecessores e traz vários personagens novos. Ainda que o balanceamento tenha sido o grande foco do novo jogo, senti que é um jogo mediano, sem muita novidade e com gráficos que se equipara a outros jogos da mesma época.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Usando a placa Model 2, a Sega desenvolve um novo jogo de luta 3D ambientado numa Tokyo tomada por gangues. Cada lutador possui uma arma de combate diferente, como nunchaku, bastão, cassetete e coisas do tipo. O combate ocorre em grandes arenas fechadas e suas extremidades podem ser usadas para um impulso extra. O jogo foi um sucesso no Japão e gerou uma série de produtos de merchandising, como filmes, livros, mangá, brinquedos e muito mais. - Mais um jogo 3D de luta belíssimo da Sega. Os gráficos do jogo são bem realistas, bem como os movimentos dos lutadores e suas roupas. A ideia de equipar cada lutador com uma arma diferente é muito boa e garante longos combos de fácil execução. 

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Tekken 3

    Platform: Arcade
    432 Players
    1 Check-in

    30
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      andre_andricopoulos · about 9 hours ago · 1 ponto

      Não gostei de TEKKRN 3 tanto quanto gostei do Tekken 2. Talvez porque a evolução do 1 pro 2 foi imensa...

      8 replies
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      _gustavo · about 9 hours ago · 1 ponto

      Tekken 3 foi um dos meus primeiros jogos de PSX veio junto com o console quando meu pai me deu na época

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      hyuga · about 8 hours ago · 1 ponto

      eu conheci tekken pelo 3 e fiquei impressionado com tudo nesse jogo

  • 2020-12-03 10:06:04 -0200 Thumb picture

    #295 - Dead or Alive [Arcade] 1996

     Ao ver o sucesso de Virtua Fighter 2, a Tecmo aposta suas últimas fichas em um jogo de luta 3D com apelo provocativo, tanto na violência quanto na sexualização. A corporação DOATEC cria um torneio de artes marciais oferecendo uma grande quantia em dinheiro ao campeão. Guerreiros do mundo todo se reúnem para disputar o campeonato, cada um com seu próprio objetivo. A mecânica do jogo lembra bastante a franquia da Sega, mas a grande novidade é seu botão de parry, ou seja, um comando de defesa e contra-ataque que só funciona se pressionado no momento certo. Outra novidade é que as arenas estão envoltas de um piso explosivo que joga o adversário para o ar. O jogo foi um enorme sucesso e salvou a Tecmo de uma possível falência.

     - Um jogo de luta 3D espetacular da Tecmo, que não emplava outro sucesso desde Ninja Gaiden. Os gráficos do jogo são belíssimos, com cenários bem detalhados e cheios de vida. A movimentação dos lutadores é bem realista, exceto pelos seios das garotas, que pulam demais a qualquer movimento. O jogo traz um combate mais puxado para o realismo e implementa golpes fortes e fracos, que garante uma grande facilidade em implementar combos. Com certeza, o sistema de parry do jogo é seu maior trunfo. Realizar um contra-ataque ou apenas desviar do golpe do inimigo torna o combate mais técnico, pois só funciona quando é pressionado no momento correto.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Dead or Alive

    Platform: Arcade
    27 Players

    34
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      thiagobrugnolo · 1 day ago · 2 pontos

      Jogo bem massa esse primeiro DoA.

      2 replies
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      _gustavo · 1 day ago · 2 pontos

      Adoro os personagens voando 3000m de altura quando cai fora da arena husahusahsausahsa

      1 reply
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      hyuga · 1 day ago · 2 pontos

      joguei apenas o 5 e gostei bastante, mas na época nunca tinha ouvido falar neste game

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  • 2020-12-02 10:45:19 -0200 Thumb picture

    A história da pirataria nos videogames

    Medium 3840298 featured image

     A pirataria acompanha os videogames desde os primórdios. Com o sucesso de Pong, dezenas de empresas lançaram seus clones para Arcades, bem como centenas de clones do Home Pong da Atari graças a chegada do chip AY-3-8500. Muitas companhias lançaram suas versões de sucesso dos Arcades, mas nessa época, o conceito de pirataria e clone se mesclavam. Com a chegada do Atari 2600 e seu sucesso pelo mundo, qualquer fabricante capaz de produzir um cartucho podia vender suas cópias piratas, pois o videogame não tinha nenhum sistema contra cópias. O mercado ficou entupido de cartuchos piratas. Nos jogos de PC 8-bit, a cópia de disquetes reinava soberano. Era a forma de divulgar o jogo para os poucos amigos que tinham um computador em casa.

     Com a chegada do Famicom e do NES, a Nintendo estabeleceu uma série de regras para impedir a prática da pirataria, pois a fabricação de cartuchos deveria ser exclusiva da Nintendo e todos vinham equipados com a 10NES chip. Por anos, várias companhias tentaram driblar essas regras e a Tengen teve sucesso com a fabricação de cópias não autorizadas, mas a Nintendo processou a companhia pela distribuição ilegal de seus jogos. Já nos computadores, as companhias tentavam alternativas para impedir a cópia desenfreada de disquetes, como códigos especiais nos manuais, discos de proteção e programas de autenticação, mas ainda sim, combater a pirataria PCs da época sempre foi um desafio.

     Durante a quarta geração, a pirataria de cartuchos continuou difícil, mas algumas cópias ilegais ainda circulavam em vários países pelo mundo. Os códigos de segurança do NES foram superados e o mercado se viu inundado de cartuchos e videogames piratas. Com a chegada do 3DO e sua mídia de CD, foi visto inicialmente como o fim da pirataria, pois não era comum as pessoas terem leitores de CD, mas essa realidade mudou rapidamente, pois kit multimídia e computadores com driver de CD começaram a se popularizar. O PlayStation, sendo o console mais popular, foi o principal alvo de cópias piratas, com uma produção rápida e em massa. Isso contribuiu para a popularização do console da Sony, especialmente nos países em desenvolvimento, como no Brasil.

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      artigos · 2 days ago · 4 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      kalini · 2 days ago · 3 pontos

      Viva a piratraia

      1 reply
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      volstag · 2 days ago · 3 pontos

      Parabéns, a sua Pirataria virou Artigo... não, pera!

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  • 2020-12-01 12:12:42 -0200 Thumb picture

    Combo#294 [SNES](1996): Front Mission Series: Gun Hazard & Kirby...

    ...Super Star

     Desenvolvido para ser um spin-off de Front Mission, o segundo jogo da série é uma aventura de plataforma com rolagem muito semelhante a Cybernator. O jogador controla Albert e tem a missão de escoltar o presidente durante um golpe de estado liderado pelo exército de Ark Hellbrand. O jogador está no controle de um Wanzer, mas pode sair de seu mecha para explorar o cenário a pé. O jogo incorpora vários elementos de RPG e podemos melhorar várias partes do nosso Wanzer, como no jogo original. - Um jogo de tiro incrível da Squaresoft. A trilha sonora e os gráficos são de ponta, mas ele fica bem atrás na questão de mecânicas e jogabilidade quando comparado a Metal Warrior, mesmo implementando elementos de RPGs típicos.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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     Mais um jogo da série Kirby anuncia 8 jogos em 1 cartucho. Dentre os modos de jogos, temos minigames simples, jogos tradicionais menores e grandes aventuras, incluindo um remake do primeiro Kirby's Dream Land. Kirby pode absorver as habilidades dos inimigos e agora é capaz de gerar um ajudante a partir desse poder, inclusive, esse ajudante pode ser controlado pelo segundo jogador. - Mais um jogo espetacular da série, mas esse aqui é muito mais ambicioso. Essa ideia de coletânea de aventuras é ótima, pois traz uma grande variedade de gameplay, além do incrível multiplayer simultâneo. Os gráficos do jogo são esplêndidos, super coloridos e Kirby muda o sprite dependendo do poder, acompanhada da sempre fantástica trilha sonora variada e divertida.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Kirby Super Star

    Platform: SNES
    1726 Players
    50 Check-ins

    33
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      thecriticgames · 3 days ago · 4 pontos

      Evitei esse jogo do Kirby por anos achando pela premissa dele que seria um collectionde mini-games bobos, enorme engano só é um dos melhores co-ops que ja joguei na vida, talvez o melhor de SNES. esse FM tenho enorme vontade de joga-lo principalmente por ja ter zerado o primeiro jogo, mas não é um caso deveras bizarro uma franquia ter logo seu segundo jogo como um spin-off sem ligação com o primeiro?? É quase como se depois de Mega Man 1 tivessemos Mega Man Soccer ou após o primeiro Mortal Kobat tivessemos o Mythologies Sub-Zero.

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      lgd · 3 days ago · 2 pontos

      Este Front Mission é bem legal, mas ainda me aprofundei muito nele

      2 replies
  • 2020-11-30 10:40:14 -0200 Thumb picture

    #294 - Donkey Kong Country 3 [Super Nintendo] 1996

     Para fechar a trilogia Donkey Kong Country no SNES, a Rare lança mais um jogo de altíssima qualidade. A missão agora é salvar os macacos do primeiro jogo e nova aventura traz Dixie Kong e um novo personagem, Kiddy Kong, seu primo mais novo. A dupla deve explorar Kemisfério Norte em busca de peças para Funky Kong montar um novo veículos para eles, como barcos, jetski e até um helicóptero. Alguns minigames extras garantem o final verdadeiro, como resgatar os Pássaros Banana e trocar os vários itens entre os irmãos ursos espalhados pelo mundo, além das tradicionais moedas DK e de bônus. Como Kiddy é mais pesado, Dixie não consegue arremessá-lo muito alto, mas ele pode quebrar fissuras, além de sua habilidade de rolar e quicar sobre a água.

     - O terceiro jogo da série é mais um espetacular trabalho da Rare. Os gráficos 3D pré-renderizados estão ainda mais nítidos e com cores vibrantes. A trilha sonora também mantém o nível de qualidade impecável, com músicas que combinam com o ambiente. A jogabilidade é mais completa, pois a dupla possui habilidades bem distintas e o jogo possui uma série de coletáveis durante as fases, que instiga o jogador a explorar cada canto do estágio. Além de novas dinâmicas para os barris, o jogo apresenta novos animais auxiliares, com destaque para o elefante, que pode carregar água em sua tromba. O jogo fecha com chave de ouro a trilogia e traz um dos mais divertidos jogos de plataforma para o SNES.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Donkey Kong Country 3: Dixie Kong's Double Trouble

    Platform: SNES
    12237 Players
    147 Check-ins

    47
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      leandro · 4 days ago · 3 pontos

      Trilogia que marcou uma época. Elogios é chover no molhado

      1 reply
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      thecriticgames · 4 days ago · 3 pontos

      Tenho até hoje, foi o primeiro jogo que eu zerei NA VIDA. Gosto bastante dele pelos mundos, gameplay e secret, mas confesso que o 2 se tornou meu favorito anos depois alugado pelo clima do jogo, pela escuridão meio tenebrosa que ele tinha e que era ausente no 3 entre outras coisas.

      3 replies
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      andre_andricopoulos · 4 days ago · 3 pontos

      DK é espetacular

      1 reply
  • 2020-11-28 19:55:01 -0200 Thumb picture

    Combo#292 [PS1](1996): Jumping Flash! 2 & Disruptor

     Depois do impressionante Jumping Flash!, a Exact desenvolve sua sequência mantendo a mesma dinâmica de plataforma 3D em primeira pessoa. O barão Aloha, vilão do primeiro jogo, pede ajuda a Robbit depois que um alienígena gigantesco começou a remontar as terras de seu planeta. Apesar do escopo de jogo ser igual, ele traz algumas novidades, como uma interface mais completa, um draw distance maior e novas armas. - O segundo jogo é ainda mais incrível que seu antecessor, com gráficos cheios de detalhes, áreas maiores para explorar e uma jogabilidade aprimorada. O jogo traz um sistema de medalhas que garantem uma certa repetição para os níveis, mas o jogo continua fácil e curto.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Um jogo desenvolvido pela Insomniac que traz a dinâmica clássica de FPS com a novidade dos poderes psiônicos. Essas habilidades são divididas em várias formas, seja para ataque, defesa ou recuperação. A história, contada através de cenas em FMV, mostra nosso protagonista, o novato Jack Curtis realizando uma série de missões para entrar nas forças armadas espaciais Light Stormers. O jogo também oferece um bom arsenal de armas e salas secretas durante as fases. - Um jogo de FPS excelente para o PlayStation, com gráficos 3D de qualidade e ótimos efeitos de iluminação. A novidades dos poderes psiônicos é muito boa e garante uma nova camada de estratégia para economizar munição.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Disruptor

    Platform: Playstation
    21 Players

    30
  • 2020-11-26 09:42:38 -0200 Thumb picture

    #293 - Tomb Raider [PlayStation] 1996

     O estúdio britânico Core Design desenvolve um jogo de ação e aventura que trouxe o próximo passo para a evolução do gênero. Controlamos a arqueóloga Lara Croft que é contratada para explorar tumbas antigas em busca dos artefatos lendários de Atlântida. O jogo trabalha com dois modos para a protagonista. No modo de combate, Lara empunha um par de pistolas ou outra arma que pode ser adquirida ao longo do jogo e possui uma mira automática para os inimigos mais próximos. No modo padrão, Lara pode executar uma série de acrobacias, saltos e escaladas. A trilha sonora do jogo não é constante e só toca em momentos chaves. O jogo foi lançado para Saturn e PC no mesmo ano e foi sucesso de vendas, sendo um título de referência para jogos de ação e Lara Croft se tornou um ícone da cultura pop.

     - Um jogo de ação e aventura nunca antes visto. Talvez possa ser comparado a Super Mario 64, mas Tomb Raider traz uma pegada muito mais realista. A sensação de explorar as áreas 3D do jogo é incrível, cheia de segredos e com gráficos de cair o queixo. Além de texturas de alta qualidade, o jogo traz variações de terreno, teto e paredes que deixa tudo ainda mais realista. A jogabilidade de Lara é um tanto travada, mas é só questão de costume. A protagonista pode executar uma série de acrobacias que permite explorar muito bem cada área. O sistema de combate funciona muito bem, ainda que seja um tanto desajeitado em momentos críticos. No geral, o jogo se sai muito bem e mostra ao mundo um novo ícone feminino para os videogames.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Tomb Raider (1996)

    Platform: PC
    1126 Players
    47 Check-ins

    62
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      darlanfagundes · 8 days ago · 4 pontos

      Eu, assim como o @lgd sou dos poucos q não jogaram esse game...cheguei a ver umas cenas...mas não animei muito...eu gosto mais daquele clone dele, o Duke Nukem...kkkk

      1 reply
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      thiagobrugnolo · 8 days ago · 3 pontos

      Tomb Raider é um jogo que nunca me despertou muita vontade de jogar, peguei ele uma vez emprestado de um amigo, mas acabei deixando de lado, achava ele muito complicado na época. Talvez tenha que dar uma nova chance a ele, pode ser que agora eu o veja com outros olhos.

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 8 days ago · 3 pontos

      Pensa num adolescente punheteiro pirando nesse game de grandes áreas abertas, belos gráficos e trilha de primeira...

      A punheta foi inserida aleatoriamente...favor desconsiderar.

      Se não me engano LARA CROFT é a personagem de videogames que mais saiu nas capas de revistas, né? Acho que até na PLAYBOY ela deu entrevista...😁

      3 replies
  • 2020-11-24 09:42:36 -0200 Thumb picture

    Combo#291 [MD](1996): Pocahontas & Vectorman 2

     Baseado no filme da Disney, o jogo narra as aventuras de Pocahontas e Meeko seguindo os acontecimentos do longa metragem. O jogo adota um estilo de plataforma com puzzle, onde devemos alternar entre a protagonista e o guaxinim para conseguir acessar novas áreas. No decorrer da fase, Pocahontas adquire novas habilidades através dos espíritos dos animais da floresta, como correr, nadar, etc.. - Mais um belíssimo jogo baseado nas animações da Disney. Os gráficos são maravilhosos e a animação dos personagens são impecáveis. Porém, o jogo é bastante lento e os puzzles são bem simples de se resolver, mas dado o público alvo, até que faz sentido, mas ainda sim, é um jogo fraco.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

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     Depois de levar o Mega Drive ao limite com o primeiro jogo, sua continuação sai no ano seguinte com gráficos incríveis e ação intensa. A nave de Vectorman é atingida por um míssil e agora ele deve enfrentar vários insetos e criaturas gigantes para tentar derrotar a rainha Black Widow. O personagem pode adquirir novas armas e se transformar em formas animais com habilidades extras. - E para finalizar a biblioteca do Mega Drive, o segundo jogo da série traz muita ação e gráficos incríveis, ainda que com tons mais escuros que acaba perdendo um pouco a magia. A trilha sonora continua ótima, com um techno bem diferente. A ação do jogo é a mesma, ou seja, um jogo bem desafiador e difícil.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Vectorman 2

    Platform: Genesis
    324 Players
    2 Check-ins

    31
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      jcelove · 9 days ago · 2 pontos

      Pocahontas é um adventure ou como gostam de chamar hj, "cinematic plataformer". O ritmo lento é caracteristico do genero, mas ainda é mais dinamico que pop ou flashback por exemplo.
      Acho ele excelente, o ponto fraco é a jogabilidafe ja que tem possibilidade de morte e ela é quase certa nas sessoes de pulo por causa dos hitboxes estranhos no cenario q exigem acertar pontos bem especificos, mas como os continues sao infinitos é so insistir q uma hora pega o jeito.

      2 replies
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      spider · 9 days ago · 2 pontos

      Saudades de Vectorman! Apesar de que gosto mais do primeiro mesmo, pelo impacto na époa....

      1 reply
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      andre_andricopoulos · 10 days ago · 1 ponto

      Disney ❤️👌🏻

      2 replies
  • 2020-11-23 09:56:45 -0200 Thumb picture

    #292 - Sonic 3D Blast [Mega Drive] 1996

     Inspirado em Sonic Labyrinth, a Traveller’s Tales desenvolve um novo jogo do Sonic para o Mega Drive. O ouriço deve salvar os pássaros Flickies que estão sendo usados por Dr. Robotnik para recuperar as Esmeraldas do Caos. O jogo traz uma câmera isométrica e Sonic deve derrotar todos os inimigos da área para libertar os pássaros e seguir para a próxima zona. Se encontrar Tails ou Knuckles com pelo menos 50 anéis, o jogador pode tentar uma fase bônus em terceira pessoa para coletar uma Esmeralda do Caos. Depois que a Sega anunciou o cancelamento de Sonic X-Treme, a produtora pediu para portar o jogo para o Sega Saturn, que trouxe melhorias nos gráficos e gráficos poligonais para as fases bônus.

     - Sonic enfim, ganha um jogo 3D, ainda que não fosse bem o que os fãs esperavam. Apesar da perspectiva isométrica, Sonic mantém suas habilidades, como correr, pular e executar o spin dash, porém, a velocidade fica bem aquém do que tínhamos visto em títulos anteriores do ouriço. A dinâmica de coletar os pássaros e os anéis pelas fases é bem interessante, pois exige que o jogador explore bem cada zona. Os gráficos do jogo são seu grande destaque, com excelentes modelos pré-renderizados e cenários bem coloridos. A fase bônus traz um efeito pseudo-3D incrível. Os controles são até bem mais tranquilos de se adaptar que os outros jogos de plataforma isométricos, ainda sim, esse jogo é apontado como a ovelha negra da série Sonic no Mega Drive.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Sonic 3D Blast

    Platform: Genesis
    1938 Players
    19 Check-ins

    41
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      carlosneto · 11 days ago · 2 pontos

      Eu até entendo como era complicado fazer um jogo 3D do Sonic, ainda mais sendo para 16bits, mas esse é um jogo que eu particularmente não gostei, tentei, mas não gostei.

      RSRSRSRS

      1 reply
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      hyuga · 11 days ago · 2 pontos

      tinha esse jogo na época e lá eu achava esse jogo ruim, dei mais uma chance e continua sendo ruim

      1 reply
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      raniejogos · 11 days ago · 2 pontos

      Nunca tive paciência de zerar esse Sonic, sempre achei estranho!

      1 reply
  • 2020-11-21 12:27:19 -0200 Thumb picture

    Versões e acessórios do Super Nintendo

    Medium 3838713 featured image

     O Super Famicom foi lançado em 1990 no Japão e trouxe um formato compacto, cinza, pequenas alavancas para reset e power e controles com botões coloridos. A versão americana foi lançada no ano seguinte com um design mais bruto, quadrado, grande e com alavancas de power e reset em roxo de destaque. O modelo europeu lançado em 1992 seguiu o design japonês. Em 1997, no fim da vida útil do console, a Nintendo lança o modelo SNS-101 com uma super redução de custos, removendo vários recursos e trazendo um design muito mais compacto, com botões de power e reset bem discretos. O novo modelo chegou ao mercado custando 100 dólares e sua versão japonesa, o Super Famicom Jr., chegou ao mercado em 1998.

     Devido a popularidade do Super Nintendo, várias fabricantes lançaram diversos tipos de controles para o console. Controles com opção de turbo e carcaça transparentes eram os mais clássicos e feitos por várias fabricantes diferentes. O Dual Turbo da Acclaim trazia a função de conexão por infravermelho sem fio. O NTT Data Pad trazia um teclado numérico para usar com o modem do SNES. O SN Programpad permitia programar as funções de cada botão e vinha com uma telinha de LCD. O AsciiGrip era um controle que podia ser jogado com apenas uma mão e ainda sim, ter acesso a todos os botões. O Super Advantage era o clássico joystick estilo Arcade, já o Conqueror 2 trazia um formato bizarro e tinha saída de som.

     De acessórios, vamos começar com o clássico Multitap da Hudson que permitia 4 controles. O Super NES Mouse foi lançado junto do Mario Paint e funcionava em vários outros jogos, como puzzle e estratégia. A Super Scope é uma pistola de luz em formato de bazuca e exigia um receptor de infravermelho para funcionar. O TeeV Golf é um bastão com sensor de infravermelho usado para simular jogos de golf. O Nordic Quest é um controle que pode ser acoplado em uma máquina de esteira e fazer o jogador praticar exercícios e jogar ao mesmo tempo. Nessa mesma pegada, o Exertainment é uma bicicleta ergométrica que pode ser conectada ao Super Nintendo e jogar games compatíveis enquanto pedala.

     Em 1994, a Nintendo lança o Super Game Boy, um cartucho especial que permitia inserir cartuchos de GameBoy e jogar os games com cores. Alguns jogos do portátil vieram adaptados para conseguir trabalhar melhor o uso de cores no acessório. O Satellaview foi lançado em 1995 e permitia aos jogadores baixar conteúdos através da internet por um sistema de rádio satélite. Era possível baixar revistas, piadas, conteúdos extras e até mesmo jogos novos completos através do Satellaview. Em 1996, foi lançado o cartucho Nintendo Power, que tinha uma memória flash e permitia gravar até 7 jogos através de quiosques espalhados pelo Japão. Foram lançados poucos jogos compatíveis com o periférico e todos eles com mecânicas bem simples.

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      darlanfagundes · 13 days ago · 3 pontos

      lol, quero essa bicicleta!kkkk

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      thiagobrugnolo · 13 days ago · 3 pontos

      O Super Nes americano clássico ainda é meu favorito, com seu formato da caixote. Meu console, comprado em 1994 veio com o bizarro controle tsij-300i, sem fio com infravermelho semelhante ao dual turbo, possuia um botão slow e a função de dexar os botões A e B automáticos, meses depois fui obrigado a comprar dois controles originais pois a ergonomia do tsij era horrível.

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      artigos · 13 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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