historia_dos_games

Revivendo a história dos games em ordem cronológica

You aren't following historia_dos_games.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • 2019-09-20 09:12:44 -0300 Thumb picture

    Combo#184 [Arcade] (1991): The Simpsons & TMNT: Turtles in Time

    O cartoon de maior sucesso dos EUA enfim ganha uma adaptação para os games pelas mãos da Konami. Smithers sequestra Maggie que está usando um diamante como chupeta, então a família Simpsons parte para um jogo de briga de rua para salvar a bebê. O jogo permite até 4 jogadores e cada um comanda um membro da família. É possível usar ataques combinados que varia dependendo de quem for a dupla. Os cenários, inimigos e NPCs são todos retirados do desenho animado. - Um dos jogos mais malucos e engraçados para Arcade. Os gráficos são super fiéis ao desenho e sempre aparece algum personagem conhecido da série. Cada integrante da família possui uma arma diferente, exceto o Homer, que usa os punhos mesmo.

    Nota pessoal: ★★★★★

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Seguindo o sucesso das Tartarugas Ninjas do desenho animado e dos filmes, a Konami lança um novo jogo para Arcade. Como no jogo anterior, é possível jogar com até 4 jogadores, cada um com uma tartaruga. Na história, o Destruidor rouba a Estátua da Liberdade e foge por um túnel do tempo. As tartarugas vão atrás do vilão e algumas fases são ambientadas em diferentes eras no tempo. A jogabilidade se manteve do jogo original, com adição de novos movimentos e mais perigos durante as fases. - Um jogo realmente que melhora tudo do jogo anterior. Com ainda mais agilidade e fases dinâmicas, o jogo ainda surpreende com músicas marcantes e extenso uso de voz digitalizada de qualidade.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Teenage Mutant Ninja Turtles: Turtles in Time

    Platform: Arcade
    323 Players
    5 Check-ins

    38
    • Micro picture
      porlock · about 14 hours ago · 2 pontos

      joguei muuuuuuuuuuito esses 2 ai no fliperama tb.

    • Micro picture
      hyuga · 3 days ago · 1 ponto

      joguei simpsons no arcade, mas só fui fechar o jogo no ps3, inclusive é o 100% que mais gostei de ter feito, embora seja horrivel em games beat n up

    • Micro picture
      darlanfagundes · 3 days ago · 1 ponto

      Dois jogaços que tive o prazer de jogar nas máquinas... Eu considero esse o Simpsons mais fácil que já joguei...e olha que ele nem é fácil... mas ou outros, inclusive dos consoles, são difíceis demais!

  • 2019-09-19 10:10:29 -0300 Thumb picture

    #184 - Captain Commando [Arcade] 1991

     Depois de estampar o manual de diversos jogos da Capcom para o NES, o Capitão finalmente ganha seu próprio jogo. O ano é 2026 e a cidade de Metro City, a mesma de Final Fight, está sendo dominada novamente por bandidos. O grupo de super-heróis é convocado para deter os crimes trajando armaduras especiais. O jogo permite até 4 jogadores simultâneos, sendo eles o ninja Ginzu, a múmia alienígena Mack, o bebê super inteligente Baby Head e o líder do grupo, Captain Commando. A jogabilidade segue o estilo tradicional, com golpes especiais e nova habilidade de correr. O jogo totaliza 9 fases e ao final de cada uma temos o combate contra um chefe super poderoso.

     - Mais um beat ‘em up de alta qualidade da Capcom, agora com 4 personagens na tela. Os gráficos do jogo são incríveis, com diversos inimigos na tela, todos bem variados, cenários futuristas super detalhados e animações dos combos e dos golpes especiais de cada personagem muito bem representado. A dificuldade é balanceada e a progressão em cada fase é bem simples. É possível usar armas contra inimigos, até mesmo pistolas, além das tradicionais comidas encontradas em tambores para encher a saúde. Se derrubar um inimigo operando um robô, é possível usar este robô como arma e ele possui seu próprio medidor de saúde.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Captain Commando

    Platform: Arcade
    673 Players
    11 Check-ins

    36
    • Micro picture
      old_gamer · 4 days ago · 3 pontos

      Esse eu joguei muito a versão do Snes. Apesar de ser inferior a versão do arcade ainda consegue ser divertida . Esse seu tenho na coleção, uma versão americana completa e outra lacrada de fábrica.

      2 replies
    • Micro picture
      mysteron · 4 days ago · 3 pontos

      Que coincidência! Peguei a coletânea de Beat em Ups da Capcom ontem devido ao desconto, e qual foi o primeiro jogo que coloquei pra rodar? Eu adoro esse jogo!

      1 reply
    • Micro picture
      hyuga · 4 days ago · 2 pontos

      joguei muito a versão de psone

      2 replies
  • 2019-09-18 09:39:30 -0300 Thumb picture

    Versões e acessórios do Famicom/NES

    Medium 3745914 featured image

    Em 1983, a Nintendo lança seu Famicom no Japão, porém, para uso do nome, tiveram que fazer uma parceria com a Sharp que lança a Sharp Nintendo Television no mesmo ano, que unia o hardware da Nintendo com uma televisão embutida. Em 1985, o NES chega ao mercado e salva a indústria americana. Em 1986, a Sharp lança o Twin Famicom, que une o Famicom ao Disk System em um único aparelho. Em 1989, durante a estreita parceria da Sharp com a Nintendo, ela lança o ambicioso e poderoso Famicom Titler, sendo o único capaz de gerar sinais de vídeo RGB e saída S-video, dando maior nitidez a imagem. Além disso, era possível criar demos dos jogos, adicionando legendas com uso do touchpad do console e voz com uso do microfone.

     Agora vamos falar dos controles. Em 1984, a Beam Gun ou Zapper simula os efeitos da tradicional pistola de luz. Em 1987, a Nintendo lançou o NES Advantage, que simula um controle de Arcade e traz opções de turbo. No mesmo ano, a Bandai lança o controle Mega, com uma série de funções, como contador, travar botão, memorizar passwords e até um jogo secreto em sua tela de LCD. Em 1989, a Acclaim lança o Remote Controller sem fio. Vários outros controles simples foram lançados como o Super Controller para encaixar o controle comum, o Arkanoid Controller que vinha com paddle, o Turbo Touch 360, que substitui o D-pad para um controle de toque, o Quickshot Joyball que vinha com uma trackball e o NES Max, que trazia um pegador ergonômico.

     De periféricos auxiliares temos o Famicom Data Recorder de 1984, que permitia gravar fases e músicas de jogos alguns simples em fita cassete. Em 1986, a Nintendo introduz o Disk System em substituição aos cartuchos para armazenar jogos em disquetes. No mesmo ano, a ASCII lança o Turbo File para gravar saves de seus jogos. Em 1988, ainda no Japão, temos o Network System, que dava ao Famicom a possibilidade de acessar a internet por meio do cabo telefônico para receber dicas, piadas e pequenos conteúdos para download. Nos EUA, em 1989, temos o NES Satellite, um adaptador sem fio para 4 jogadores. A versão com fio chega no ano seguinte, o Four Score. Em 1990, o Game Genie da Codemasters permitia introduzir códigos de trapaças nos jogos enquanto o HES Unidaptor enganava o 10NES chip para permitir jogos piratas e contornar a trava de região.

     De controles curiosos temos o R.O.B. de 1985, um robô de plástico para operar o segundo controle de forma bem limitada. O tapete Power Pad de 1986 permitia jogar qualquer jogo com os pés. Em 1987, temos o óculos 3D System, que era capaz de criar visão 3D de alguns jogos compatíveis e o Karaoke Studio, que vinha com microfone para uso de 2 jogos de karaokê. Em 1989, temos a Super Chair, uma cadeira de ferro com botões de ação nos braços, a Power Glove, que permitia controlar qualquer jogo usando apenas gestos, semelhante ao U-Force, lançado no mesmo ano e parecia um laptop. Em 1990, o Miracle Piano Teaching System permitia gravar músicas em formato MIDI e por fim, em 1991, o headset LaserScope funcionava como a Zapper, mas o jogador gritava “fire” para disparar.

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    46
    • Micro picture
      leandro · 5 days ago · 2 pontos

      Sera que a SNK pegou uma referência desse Nes Advantage pra desenvolver o controle do Neo Geo AES ? Pois tem uma semelhança no formato. E não sei onde eu li que teve uma versão do Nes, lançado na França, que tinha entrada RGB. Depois vou procurar informações sobre isso pra ver se é verdade

      1 reply
    • Micro picture
      artigos · 5 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      denis_lisboadosreis · 5 days ago · 2 pontos

      Quanta tranqueirada! Lembrei que tem alguns episódio de Angry Video Game Nerd só sobre acessórios, e é excelente.

      1 reply
  • 2019-09-17 10:38:40 -0300 Thumb picture

    Combo#183 [NES] (1991): Lagrange Point & Metal Slader Glory

    No século 22, a humanidade criou estações espaciais nos Pontos de Lagrange do Sistema Solar, porém, uma das bases é atacada. O protagonista Gene lidera uma terceira equipe para investigar o ocorrido. Este foi o único cartucho a vir com o chip VRC7 da Konami que aprimora os gráficos e traz um sintetizador FM integrado. A exploração é padrão de RPGs da época e o combate é em primeira pessoa. Uma das novidades no gameplay é a possibilidade de misturar armas para formar novos equipamentos. - Um jogo fortemente inspirado em Phantasy Star II, com gráficos de alta qualidade e trilha sonora incrível. O menu e o esquema de misturar as armas é muito simples e intuitivo. Além da alta taxa de encontros, cada ataque consome BP, o equivalente ao MP.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Yoshimiru Hoshi da HAL Laboratory cria o maior, um dos mais caros e mais demorado jogo do Famicom. Se trata de uma aventura em visual novel onde acompanhamos o engenheiro Tadashi que junto de sua namorada e de sua irmã investigam um antigo mecha de guerra. O grande responsável pelo tamanho de 1MB e uso da opção mais cara do chip MM5 no cartucho foi transcrição dos traços de mangá de Yoshimiru em pixel art do Famicom, além de animações e trilha sonora de qualidade. - Um jogo estilo visual novel super avançado para o Famicom. Os personagens não estão apenas bem desenhados, mas também possuem animações, como olhos piscando, boca se mexendo e diferentes sons de diálogos para cada personagem durante as conversas.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Metal Slader Glory

    Platform: NES
    7 Players

    37
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 6 days ago · 3 pontos

      Não consigo gostar de jeito nenhum de "visual novel" 😬
      ...
      Não conhecia nenhum desses ...
      Interessante!
      ...

      3 replies
    • Micro picture
      lgd · 6 days ago · 2 pontos

      Parece um Robocop ali rs

      1 reply
    • Micro picture
      darlanfagundes · 5 days ago · 2 pontos

      Não so conhecia... que legal esse primeiro... vou dar uma visitada um dia desses...

      1 reply
  • 2019-09-16 08:41:39 -0300 Thumb picture

    #183 - Radia Senki: Reimeihen [NES] 1991

     A Tecmo lança um RPG de ação muito a frente de seu tempo que ficou restrito ao Japão. Controlamos um herói que perdeu a memória e logo encontra um colega para formar uma equipe. No decorrer da história, o grupo de heróis deve impedir a dominação sagrada torre de Radia, que tem o poder de moldar o mundo. Até 5 pessoas podem fazer parte do grupo e durante os combates, o jogador controla o protagonista enquanto os demais agem por conta própria, mas seguindo os comandos dados previamente. O combate ocorre na mesma área de exploração e é em tempo real. Além dos diálogos tradicionais, o jogo apresenta cutscenes estilo Ninja Gaiden para cenas de maior impacto.

     - Um RPG de ação obscuro, porém, um dos melhores para o Famicom. Os combates em tempo real são incríveis e muito divertido. É muito legal ver aquele monte de personagem na tela lutando de forma independente. Os gráficos são simples, lembram Final Fantasy, mas as cutscenes dão um charme extra. A música é ok, nada muito marcante. A maioria dos inimigos não dropam dinheiro, então é necessário vender os loots para ter ouro. É possível dormir e salvar em qualquer cama do jogo. O jogo incentiva a exploração com itens escondidos em armários e barris. A pior coisa do jogo é sua lentidão, especialmente na exploração, mas o combate divertido equilibra as coisas.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Radia Senki: Reimmeihen

    Platform: NES
    9 Players

    40
  • 2019-09-12 10:57:34 -0300 Thumb picture

    Combo#182 [PC Engine] (1991): Shockman & Neutopia II

    O jogo é uma adaptação do segundo jogo da série japonesa Kaizō Chōjin Shubibinman. Shockman e Sonya devem impedir a invasão de uma raça alienígena liderada por Ryo. O jogo segue o estilo ação com plataforma na pegada de Mega Man, porém, há a possibilidade de multiplayer coop. Algumas fases mudam para o estilo Shoot ‘em up horizontal. O jogo se passa no Japão e sua ambientação foi inspirada pelos tokusatsus da época. - Um jogo de ação muito colorido e divertido, porém, com alta dificuldade. No modo multiplayer, a barra de vida é compartilhada. Os gráficos são excelentes, assim como as animações e as músicas. A história se dá por diálogos no jogo de maneira bem fluida. Os personagens podem carregar seu canhão.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Seguindo o sucesso do primeiro Neutopia, o segundo jogo traz o filho do protagonista Jazeta que parte para uma aventura em busca de salvar seu pai e derrotar o vilão Dirth. A mecânica do jogo lembra muito o antecessor, com itens e armas para coletar e armaduras que vão garantir proteção ao herói. O jogo mantém a exploração de dungeons, mas agora, todas as áreas estão unificadas em um mundo aberto, mas limitado a uso de items específicos para explorar. - O segundo jogo é muito semelhante ao seu antecessor, mas traz mais agilidade com a espada e mais opções de magias. Os gráficos são levemente melhores e a trilha sonora possui temas rearranjados do jogo anterior, mas a aventura continua épica.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Shockman

    Platform: TurboGrafx-16
    15 Players
    2 Check-ins

    40
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 11 days ago · 2 pontos

      Muito legal conhecer esses games de TURBOGRAFX-16

      2 replies
    • Micro picture
      onai_onai · 11 days ago · 2 pontos

      Eu emulei o Turbografx-16 uma vez mas nem percebi que havia tantos jogos interessantes...

      1 reply
    • Micro picture
      darlanfagundes · 10 days ago · 2 pontos

      Esse Neutopia me interessou bastante... dia desses emulo, até baixei as roms aqui...rsrs

      1 reply
  • 2019-09-11 10:57:32 -0300 Thumb picture

    #182 - Magical Chase [PC Engine] 1991

     A jovem bruxa Ripple libera várias criaturas mágicas acidentalmente do livro proibido. Acompanhada de duas estrelas mágicas e sua vassoura, Ripple deve vencer os chefes das 6 fases para trazê-los de volta ao livro. O jogo traz o estilo shoot ‘em up horizontal com visual bem fofo e colorido, estilo cute ‘em up. Ripple deve coletar cristais para comprar power-ups e vidas nas lojas que aparecem voando pela fase, semelhante a Fantasy Zone. É possível escolher 3 níveis de dificuldade, sendo que o mais fácil libera apenas 3 fases. O jogo compartilha de muitas semelhanças com jogo Cotton, que saiu nos Arcades no mesmo ano. Seu visual é surpreendente e traz efeitos de rolagem com paralaxe de duas camadas que era impossível para o PC Engine até então.

     - Um jogo de alta qualidade para mostrar que o PC Engine ainda tem muito potencial. Apesar da quantidade de inimigos na tela, o jogo não sofre com queda de frame e pouco flickering. O visual do jogo é magnífico, com cores vibrantes e inimigos variados. A jogabilidade é simples e encostar nas beiradas do chão e teto não causa dano, algo que era comum nos jogos desse estilo. A música também é divertida e casa bem com a proposta fofa do jogo. A dificuldade é bem balanceada, com inimigos deixando cristais facilmente e bastante variedade de opções nas lojas de power-up. Saber operar as estrelas durante a movimentação é primordial para disparar nas direções necessárias.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Magical Chase

    Platform: TurboGrafx-16
    12 Players
    2 Check-ins

    31
  • 2019-09-10 09:34:48 -0300 Thumb picture

    Combo#181 [Super Nintendo] (1991): SmartBall & Super Ghouls 'n Ghosts

    O príncipe Jerry é transformado em uma bola gelatinosa por uma bruxa misteriosa a pedido do seu irmão ciumento. O jogo segue o estilo plataforma com ambientes bem coloridos e músicas divertidas. Jerry pode atirar bolas nos inimigos ou se esticar para golpeá-los. Energizado, Jerry pode correr, bem como andar pelas paredes e teto. Coletando as letras de seu nome ganha-se 2 vidas extras. - Um jogo de plataforma super colorido e simpático. A jogabilidade é simples e intuitiva e o jogo em si não apresenta muita dificuldade. Os gráficos coloridos transmitem muito bem a ideia de um jogo para crianças. As fases são escolhidas através de um rolo de filme.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Depois da aventura de Arthur em Ghouls 'n Ghosts, a princesa é raptada mais uma vez e o cavaleiro parte para sua árdua jornada nas terras dominadas pelos demônios. O jogo segue a ideia do jogo anterior, com diversas armas e melhoria nas armaduras que garantem melhores ataques, mas o grande adicional é a inclusão do pulo duplo. Os dois pulos percorrem uma trajetória fixa. Como já é tradicional da série, é preciso vencer as fases 2 vezes para ter acesso ao verdadeiro final. - O terceiro jogo da série não apresenta muita novidade, porém, traz um level design primoroso e cenários de tirar o fôlego. O desafio continua altíssimo e a adição do pulo duplo foi muito bem vinda, mas é preciso calcular bem sua trajetória.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Super Ghouls 'N Ghosts

    Platform: SNES
    1434 Players
    37 Check-ins

    35
    • Micro picture
      porlock · 13 days ago · 2 pontos

      esse smartball eu nao conheço, mas o ghouls 'n ghosts eh um claaaaasico (q eu nunca zerei)

      1 reply
    • Micro picture
      leandro · 13 days ago · 2 pontos

      Super Ghouls ´N Ghosts é clássico absoluto do Snes

      1 reply
    • Micro picture
      manoelnsn · 13 days ago · 2 pontos

      Tem um amigo meu que zerou Ghouls 'n Ghosts até do avesso, huahua

      2 replies
  • 2019-09-09 09:22:07 -0300 Thumb picture

    #181 - Super Castlevania IV [Super Nintendo] 1991

     Com a chegada do Super Nintendo, várias franquias clássicas migraram para os novos 16-bits. O quarto jogo da série traz Simon Belmont novamente no embate antológico contra o vampiro Dracula. O jogo é considerado um remake do primeiro Castlevania. Além dos gráficos caprichados e novos arranjos musicais, com algumas baseadas nas trilha anteriores, a grande melhoria do jogo está na sua jogabilidade. Simon pode alterar o curso do pulo e andar agachado. Ele também pode dar chicotada em 8 direções e ainda adormecer o chicote e fazê-lo girar. A progressão segue o estilo do primeiro jogo, com o mapa do Castelo mostrando a trajetória do herói em fases lineares. O jogo foi desenhado para ser uma experiência mais facilitada para os jogadores da nova geração.

     - O novo Castlevania da série veio com tudo na nova geração. Graças a jogabilidade aprimorada, o controle de Simon está muito mais fácil e isso diminui a frustração de mortes acidentais dos jogos anteriores. O jogo traz as já tradicionais armas secundárias e os níveis agora são lineares, diferentes de Castlevania III. O visual do jogo está espetacular. Os cenários são bem detalhados e os sprites dos inimigos estão assustadores. A trilha sonora, apesar de muito boa, não consegue alcançar a qualidade dos jogos anteriores. no geral, é um jogo de ação e plataforma muito bom e perfeito para iniciar novos jogadores a esse universo do terror.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Super Castlevania IV

    Platform: SNES
    2109 Players
    81 Check-ins

    43
    • Micro picture
      leandro · 14 days ago · 3 pontos

      De todos os Castlevanias esse é o meu preferido de todos. E na boa esse OST merecia vir em separado de tão excepcional que é. Jogo 5 estrelas, pelo menos pra mim

      3 replies
    • Micro picture
      raphaelcarvalho · 13 days ago · 3 pontos

      Tenho uma história gostosa com esse jogo...
      Nunca havia jogado na "época" do meu SNES, não joguei depois em emuladores e "deixei pra lá" porque não gostava dos gráficos.
      Agora já adulto, passei a nutrir uma vontade de jogá-lo mas nunca o fazia.
      Então que surgiu a oportunidade de comprar o cartucho mas resolvi deixá-lo quieto para uma ocasião especial.
      Casei, comprei meu apto e, nele, consegui reservar um espaço para fazer minha sala de video game, um sonho realizado.
      A inauguração solene (e íntima, sozinho) da sala foi jogando Super Castlevania IV pela primeira vez na vida, em um SNES, com um cartucho do jogo. <3

      2 replies
    • Micro picture
      thecriticgames · 14 days ago · 2 pontos

      Um dos primeiros jogos do SNES e chegou muito bem na proposta de mostrar a que veio o console, já que foi um dos primeiros games (tirando SMW) que pegou uma franquia ja existente e conhecida no NES e evoluiu ela com as capacidades do SNES pra mostrar o que era evolução de vdd. Acho ele junto do Rondo of Blood e do Bloodlines a trindade dos Castlevanias old school se bem que dentre os 3 o IV é o menos favorito meu.

      1 reply
  • 2019-09-06 09:19:29 -0300 Thumb picture

    A importância e o desenvolvimento de Super Mario World

    Medium 3743635 featured image

    Depois do fenomenal Super Mario Bros. 3, a Nintendo decidiu que o próximo jogo da série sairia para o novo hardware de 16-bits da empresa. Como seria o primeiro jogo do console, a equipe teve dificuldades no desenvolvimento por não ainda possuírem um software de criação de jogo da nova plataforma. Como treinamento, eles refizeram Super Mario Bros. 3 usando a plataforma de 16-bits. A versão beta do jogo apresentava o power-up de tanuki, level design das fases bem diferentes e um mapa pequeno de uma ilha bem menor que a versão final. O jogo foi dirigido por Takeshi Tazuka e a produção ficou com Shigeru Miyamoto. O jogo foi lançado junto do Super Famicom no Japão, em novembro de 1990 e rapidamente ficou tachado de melhor jogo de todos os tempos.

     Apesar da Cape Feather ser o super eficiente, o foco do jogo não era nos Power-ups como no jogo anterior e sim na grande liberdade e possibilidade de novos movimentos e acrobacias possíveis com e Luigi e Mario. Yoshi foi planejado desde o primeiro Super Mario Bros., mas as limitações técnicas da época não permitiram implementar a montaria. Além de engolir a maioria dos inimigos, Yoshi pode comer as cascas de tartaruga e ter diferentes habilidades dependendo da cor. No mundo secreto Star Road, temos bebês Yoshis coloridos que devem ser alimentados e já possuem uma habilidade própria. As animações que mostram Mario destruindo o castelo são marcantes e engraçadas. Tudo foi pensado com muito carinho e design infantil, mas com fases progressivamente desafiadoras.

     Como o nome do jogo indica, a grande atração do jogo era seu mapa. Ilhas conectadas e fases espalhadas em diferentes pontos. Algumas fases possuem saídas secretas que garantem novos caminhos e até mesmo um mundo extra, o Special World, se trata de uma seleção de fases super difíceis, mas depois de superadas, alteram as cores e sprites de inimigos por todo o jogo, é fantástico. A trilha sonora ficou por conta de Koji Kondo que se esbanjou com os 8 canais de som oferecidos pelo novo sistema. As músicas giram em torno de um tema central e variações dele que varia de acordo com a fase, por exemplo, na água, é mais calma, no castelo, mais sombria e por aí vai. Além disso, as músicas recebem uma batida diferente se Mario estiver montado no Yoshi.

     Enquanto isso, os americanos estavam ansiosos com o novo jogo até que em agosto de 1991, o Super Nintendo chega ao mercado e traz o glorioso Super Mario World junto da caixa. Como Sonic the Hedgehog da Sega já havia saído, se instaurou uma grande guerra de consoles entre Mega Drive e Super Nintendo, muito devido a estes dois jogos. O jogo traz um grande legado, considerado por muitos como o melhor da franquia e um dos melhores jogos da história. Sua versatilidade e segredos desafiava jogadores por todo o mundo para finalizar o jogo com o menor tempo possível. Super Mario World foi a primeira experiência de muitas crianças com videogame devido ao seu visual colorido e jogabilidade fácil de dominar.

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    58
    • Micro picture
      denis_lisboadosreis · 17 days ago · 3 pontos

      O meu SNES não veio com Super Mario World, minha mãe achou os personagens da capa muito bobos, e mandou trocar de jogo, então veio com Street Fighter II World Warrior.

      3 replies
    • Micro picture
      artigos · 17 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 17 days ago · 2 pontos

      Yoshi praticamente tornou-se um protagonista.😛🦖🦕

      1 reply
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...