historia_dos_games

Revivendo a história dos games em ordem cronológica

Você não está seguindo historia_dos_games.

Siga-o para acompanhar suas atualizações.

Seguir

  • 2019-03-21 09:10:16 -0300 Thumb picture

    A evolução das placas de Arcade

    Medium 3710954 featured image

    Os primeiros Arcades criados, como o Computer Space (1971) e o Pong (1972) eram baseados em circuitos integrados e lógica booleana, mas em 1975, a Taito cria o primeiro jogo de Arcade baseado em processador, Gun Fight, baseado em um Intel 8080 de 2 MHz e sem cores. A partir daí, a Atari também começa a criar Arcades com processadores da Motorola, como o 6800, e o 6502 que permitia gráficos coloridos e era capaz de criar gráficos vetoriais. A mais poderosa placa de Arcade dos anos 70 foi a Namco Galaxian, criada em 1979 e usava o processador Zilog Z80 de 2,5 MHz. Suportava cores em RGB, sprites multicoloridos e fundo com tilemap. No ano seguinte, o hardware permitia que vozes sintetizadas fossem emitidas, como no jogo King & Balloon.

     A fim de diminuir os custos de troca de gabinete, a Data East introduz o DECO Cassete System em 1980. Era uma placa de Arcade onde os jogos eram distribuídos em fita cassete. Apesar de revolucionário, o sistema ficou defasado quando os jogos de Arcade se tornavam cada vez mais complexos. O Bubble System da Konami de 1985 usava jogos em disquetes e foi onde Gradius nasceu. Em 1984, a Nintendo lança o VS. System, que também seguia essa mesma premissa, com jogos focados em competições e distribuídos em cartuchos. Os jogos eram semelhantes a sua versão de NES ou Famicom. Também em 1984, a Atari lança suas placas de Arcade. Marble Madness estreia a System 1 e PaperBoy a System 2. O PlayChoice-10 da Nintendo de 1986 vinha com 10 jogos de NES disponíveis para o gabinete.

     A Sega foi uma das empresas de maior destaque nos anos 80. A ideia de criar vários jogos para uma mesma placa nasceu na VIC Dual de 1977, com Depthcharge. A Z80 era uma versão modificada da Namco Galaxian e estreou com Moon Cresta em 1980 e teve upgrades até 1984. A VCO Object foi criada em 1981 e trouxe o jogo Turbo, com um revolucionário gráfico pseudo 3D com sprites escalonados. Essa técnica foi aprimorada com a Hang-On e Space Harrier de 1985, Out Run de 1986, X-Board de 1987 com After Burner e a Y-Board de 1988 com Power Drift. Além dessas placas, a série System também teve destaque, como as System 1 de 8-bits que foi lançada em 1983 com Star Jacker, a System 16 em 1985 com Teddy Boy Blues e a System 24 em 1988 com Gain Ground. A Sega também foi pioneira nos jogos em laserdisc, com Astron Belt em 1983.

     Outra empresa que teve grande destaque nos Arcades foi a Namco. Depois do lançamento da placa Pac-Man em 1980 e a Galaga em 1981, a placa de Pole Position de 1982 é a primeira com processador de 16-bits da história. A Namco Pac-Land de 1984 inaugura os jogos de plataforma com side-scrolling. Em 1986, a System 86 estreia com Sky Kid Deluxe e no ano seguinte, duas placas poderosas, System 1 com Yokai Dochuki e a System 2 com Final Lap. Mas a grande revolução vem em 1988, com a System 21 Polygonizer rodando Winning Run. É a primeira desenhada especificamente para renderizar polígonos 3D. A Capcom, que sempre focou em jogos com sprites 2D, lançando, no mesmo ano, a CPS-1 e Forgotten World é o jogo estreante.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    44
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 2 dias atrás · 3 pontos

      Lembro da época, em especial anos 80...meados dos 90...que ARCADE era absurdamente bem superior graficamente aos games "de casa".
      ...
      Uma pena que pararam com tal investimento, né? Seria massa os arcades com gráficos que vemos na atual geração...
      ...

      2 respostas
    • Micro picture
      leandro · 2 dias atrás · 3 pontos

      Baita matéria. Uma curiosidade: Qual placa seria a do clássico Arcade Donkey Kong ? Eu nunca cheguei estudar isso, a respeito

      2 respostas
    • Micro picture
      porlock · 2 dias atrás · 3 pontos

      q maneira a historia das placas... quero uma continuação disso, com as placas mais modernas...

      1 resposta
  • 2019-03-20 08:44:29 -0300 Thumb picture

    Combo#134 [MSX] (1988): Parodius & Ys II: Final Chapter

    A Konami lança um jogo para MSX que faz uma paródia da série Gradius. O jogo é muito similar ao Arcade, com chefes finais em cada fase e um sistema de power-up através de uma barra de seleção. É possível escolher o personagem que vai se aventurar pelas fases. Além do protagonista Takosuke, o polvo, temos figuras de outros jogos da produtora, como Popolon de Knightmare e Goemon de Ganbare Goemon. O jogo se destaca pelas bizarrices e pela divertida trilha sonora. - Um Shoot ‘em up horizontal de alta qualidade. Os inimigos são criaturas bem sem noção, como pinguins e cabeças de moai. O jogo é muito difícil devido a jogabilidade no MSX e pela quantidade de sprites na tela. São tantos que às vezes seu personagem fica invisível.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Para dar continuidade a história do primeiro Ys, a Nihon Falcom lança sua sequela no ano seguinte. O início do jogo é o final do game anterior, onde Adol vai para a ilha flutuante dos Ys e parte para desvendar seus segredos. A mecânica permanece, com combates de ação encostando nos inimigos e upgrades simples. A novidade do jogo é a possibilidade de Adol usar magias, que se faz necessário para destruir a maioria dos chefes. - A continuação do clássico inova pouco, mas traz uma grande melhoria nos gráficos e na velocidade. Adol é tão rápido que pode ser difícil se acostumar. A trilha sonora continua impecável junto da dificuldade elevada logo no início. Os NPCs no jogo possuem diálogos mais bem elaborados.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    19
  • 2019-03-18 08:40:10 -0300 Thumb picture

    #134 - Snatcher [MSX] 1988

     Após ganhar notoriedade com Metal Gear, Kojima começa a trabalhar com uma aventura cyberpunk, inspirado pelos filmes Blade Runner, Akira e O Exterminador do Futuro. Estamos no controle de Gillian Seed, que se ingressa na Junker a fim de recuperar detalhes de sua memória perdida. A cidade de Neo Kobe é ambientada em um futuro cyberpunk, onde robôs conhecidos como Snatcher estão assassinando humanos, tomando sua forma e se misturando na sociedade. A interface do jogo mostra os diálogos trocados pelos personagens, um quadro de imagens e as ações que Gillian pode fazer em determinada cena. Apesar de longo e com foco narrativo, Kojima não conseguiu concluir a trama devido ao pressionamento da Konami para lançar o jogo logo, que já estava a 2 anos em desenvolvimento.

     - Mais um jogo de aventura com um sistema ainda mais prático de interação. Os gráficos do jogo são belíssimos e algumas cenas possuem pequenas animações. O objetivo do jogo é guiar Gillian pela cidade para investigar e destruir os Snatchers. O tom do jogo é bastante adulto, com cenas de violência e conteúdo sexual, mas ainda possui piadas e interações típicas das obras de Kojima. Apesar das cenas terríveis de tiro, o foco do jogo é na história, por isso, os puzzles são, em sua maioria, simples. O problema do jogo é que ele é extremamente lento. Há várias coisas para fazer nas cenas e em geral elas resultam em longos diálogos. Os jogadores mais pacientes são recompensados com uma história única e bastante cinematográfica.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Snatcher

    Plataforma: PC
    17 Jogadores
    3 Check-ins

    44
    • Micro picture
      jclove · 5 dias atrás · 4 pontos

      Sobre a trama vale mais pegar a versao do sega cd hj que tem o capitulo final, algimas refencias a mais e melhor visual

      3 respostas
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 5 dias atrás · 3 pontos

      Tenho um ódio desse game...
      Não o conheci no MSX...
      Não consegui no 3DO...

      6 respostas
    • Micro picture
      lordsearj · 5 dias atrás · 2 pontos

      Lembro de um poster dele no MGS 2.Ou seria do Policenauts? Agora nao sei... Rs. Nao sabia que tinha ROM em PT-BR. Manda o caminho no privado.

      2 respostas
  • 2019-03-15 09:03:41 -0300 Thumb picture

    Combo#133 [NES] (1988): R.C. Pro-Am & Knight Rider

    Para desenvolver jogos para o NES, a Ultimate Play the Game foi dissolvida e se tornou Rare. Não demorou muito para eles conseguirem emplacar um jogo inovador e divertido para o console. O jogo traz uma perspectiva isométrica para um jogo de corrida com carrinhos de controle remoto. O objetivo é se classificar entre os 3 primeiros colocados para avançar ao longo de 24 pistas. O grande diferencial do jogo é a mistura de combate veicular com corrida, pois é possível obter mísseis e bombas para destruir seus adversários. - Certamente este é o título de corrida mais divertido do NES. A perspectiva isométrica não atrapalha e os controles são simples e precisos. Há vários obstáculos pela pista e a disputa é sempre muito acirrada.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Um jogo de corrida baseado no programa de TV com o mesmo nome. A jogabilidade é muito semelhante ao RoadBlasters da Atari, onde nosso veículo é equipado com metralhadoras e deve destruir um inimigo que está bem adiante na pista. A perspectiva é em primeira pessoa e podemos fazer upgrade no nosso carro conforme completamos as missões. Nosso carro também pode se equipar com mísseis e arma laser, mas deve evitar contato com carros de civis. - Um jogo de corrida bem genérico, mesmo para a plataforma. Há alguns diferenciais, como fazer o carro saltar e o jogo com uma trama simples, mas na execução, é um jogo de corrida bem simples com objetivos nada claros. A trilha sonora é fraca e os gráficos são medianos.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    R.C. Pro-Am

    Plataforma: NES
    57 Jogadores

    31
  • 2019-03-13 09:28:39 -0300 Thumb picture

    #133 - Final Fantasy II [NES] 1988

     Depois do enorme sucesso de Final Fantasy, a Squaresoft rapidamente desenvolve um segundo jogo para série, mas trazendo uma história totalmente nova, sem relação com o jogo anterior. O imperador de Palamecia invoca seres do submundo para conquistar tudo. O jogo começa em uma batalha de 4 jovens guerreiros que são massacrados pelo exército do imperador. 3 deles serão os protagonistas do jogo e o quarto integrante vai revezando entre diferentes personagens. O jogo traz um novo sistema de evolução, onde não há level. Cada atributo do personagem vai evoluir de acordo com a frequência de dano, magia, golpes com um tipo de arma que o personagem usa. O jogo ficou restrito ao Japão e vendeu muito bem, mas não foi tão popular quanto o primeiro título.

     - Mais um grande JRPG para o Famicom. O jogo traz personagens com personalidade própria e vários momentos emocionantes durante o desenrolar da história. O combate ficou mais rápido, limitando apenas 4 inimigos por vez e o sistema de evolução possui prós e contras. No início, nossa equipe se torna capaz de explorar o mundo rapidamente, porém, para subir certos atributos, é necessário uso constante de ataques mágicos e físicos nos próprios membros para uma maior eficácia. Os gráficos ficaram ainda mais belos, especialmente nos combates. A trilha sonora continua espetacular. A alternância do quarto membro pode ser frustrante, mas apresenta uma maior diversidade na jogabilidade.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Final Fantasy II

    Plataforma: NES
    444 Jogadores
    12 Check-ins

    50
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 10 dias atrás · 5 pontos

      Polêmico mas...
      Só fui gostar de FINAL FANTASY com o VII...😂

      6 respostas
    • Micro picture
      thecriticgames · 10 dias atrás · 3 pontos

      Você foi postar justo no dia que iniciei meu gameplay dele kkk, eu ja zerei o remake de GBA e entendo bem os prós e contras de FFII, aind anão joguei o III, mas me parece que depois do I o próximo jogo da série a realmente ter destaque e ficar na memória da galera de forma merecida foi o IV.

      8 respostas
    • Micro picture
      manoelnsn · 10 dias atrás · 3 pontos

      Um dos piores RPGs do NES e o pior Final Fantasy da série clássica, com certeza...

      9 respostas
  • 2019-03-12 09:34:06 -0300 Thumb picture

    O contrato de licenças da Nintendo

    Medium 3709161 featured image

    O Crash de 1983 deixou o público americano desacreditado com videogames e a Nintendo veio com a importante missão de salvar a indústria com o lançamento do NES. Depois que a Activision ganhou o processo de poder criar e distribuir jogos para o Atari 2600, criando o conceito de Third Party, várias outras empresas começaram a lançar jogos de baixíssima qualidade. Para evitar que isso acontecesse, a Nintendo criou uma série de restrições para que as desenvolvedoras terceirizadas pudessem lançar jogos para o seu novo sistema. A criação do selo de qualidade Nintendo passava ao consumidor a ideia que tal jogo era licenciada e, portanto, um jogo de qualidade. Porém, para conquistar esse selo, as empresas tinham que seguir uma série de regras bem rigorosas.

     Em questão de software, jogos eram facilmente censurados. Não podia haver nenhuma conotação sexual, cenas de violência, sangue ou mesmo imagens profanas ou com ligação religiosa. As produtoras de jogos estavam restritas a publicação de até 5 jogos por ano, que fez com que muitas empresas criarem marcas adicionais para publicações de mais jogos, como a Ultra Games da Konami e a Namcot da Namco. Outra restrição imposta pela Nintendo é de que se a empresa optar por trabalharem com o NES, deveria ficar exclusiva a plataforma por pelo menos 2 anos. Isso limitava o alcance de jogos de terceiros para as concorrentes NEC, Atari e Sega.

     Em questão de hardware, a Nintendo incluiu em todos os videogames o 10NES Chip. Era um chip de autenticação que se comunicava com outro chip que vinha em cada cartucho. Como ela era a única fabricante de cartuchos para o NES, isso obrigava as empresas a comprar cartuchos apenas da Nintendo. As empresas eram obrigadas a comprar, pelo menos, 10 mil cartuchos dela. Mesmo que o jogo não vendesse bem, a produção já estava paga e o prejuízo era inteiramente da produtora. Essas práticas de mercado gerou muita revolta para as produtoras e um processo foi aberto junto ao órgão regulador dos Estados Unidos, o FTC, contra o quase monopólio que a Nintendo havia criado nos videogames.

     A Nintendo acusou a Blockbuster de desonestidade mercadológica com a prática de alugar cartuchos do NES. Jogos de lançamento podiam ser facilmente alugados e prejudicava a venda. O Blockbuster teve que parar de distribuir os manuais originais para poder continuar com a locação. A Tengen, que era a subdivisão de jogos para consoles da Atari Games, criou o chip Rabbit por meio de engenharia reversa que simulava a autenticação do 10NES Chip. A partir daí, uma leva de jogos não licenciados pela Nintendo foram lançados pela Tengen. Outras empresas usavam um Dongle para conectar o jogo não licenciado e burlar as regras da Nintendo.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    45
    • Micro picture
      manoelnsn · 11 dias atrás · 6 pontos

      É bem plausível essa atitude da Nintendo na época após o crash, mas mesmo hoje em dia ela continua com umas ideias um tanto retrógradas

      2 respostas
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 11 dias atrás · 5 pontos

      Obrigado, NINTENDO!
      😍

      6 respostas
    • Micro picture
      speedhunter · 11 dias atrás · 5 pontos

      Para a época, foi até compreensível as restrições que a Nintendo fez. Hoje em dia, ainda há muitas ideias arcaicas da que me distanciam cada vez mais da Nintendo.

      3 respostas
  • 2019-03-07 09:09:14 -0300 Thumb picture

    Combo#132 [NES] (1988): Konami Wai Wai World & The Battle of Olympus

    A Konami tem a ideia de criar um jogo único, onde a proposta seria um grande crossover entre vários personagens de outros jogos produzidos por ela. Os protagonistas Konami Man e Konami Lady devem explorar 6 cenários e resgatar os personagens de cada jogo. Após resgatados, eles podem ser selecionados a qualquer momento e cada um possui suas próprias habilidades. Dentre os mais conhecidos, estão Simon Belmont da série Castlevania, Penta, de Antartic Adventure e Goemon, de Gambare Goemon! - Um jogo muito divertido e cheio de coisas para fazer e explorar. Além de sua mecânica única, o jogo permite 2 jogadores simultâneos, onde cada um controla um personagem diferente. Há vários itens e passagens secretas pelas fases.

    Nota pessoal: ★★★★☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     O primeiro jogo da empresa Infinity foi altamente influenciado pelo Zelda II: The Adventure of Link. O jogo se passa na Grécia Antiga e o nosso herói, Orfeu, deve fazer alguns favores para os deuses para ganhar novos equipamentos e enfrentar Hades, que está aterrorizando toda o país. Algumas áreas do jogo dão acesso a um novo reino, onde é mostrado o mapa da Grécia com seus templos, cidades e masmorras. - Um jogo que bebe bastante do Zelda II, principalmente na jogabilidade. Os cenários são bonitos até e a música é boa, mas nada muito marcante. A navegação pelas áreas é um tanto confusa, mas a exploração permitida pela aquisição de novos itens é boa. Para o primeiro jogo da empresa, está ótimo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Wai Wai World

    Plataforma: NES
    23 Jogadores

    41
    • Micro picture
      darlanfagundes · 16 dias atrás · 2 pontos

      A Konami Girl é tão lindinha! Rsrsrrs!

      1 resposta
    • Micro picture
      lukenakama · 16 dias atrás · 2 pontos

      Esse primeiro eu não conhecia, vou dar uma olhada.

      1 resposta
    • Micro picture
      old_gamer · 16 dias atrás · 2 pontos

      Realmente o Konami Wai wai world é um excelente jogo que só saiu no Japão para o famicom, o 2 consegue ser ainda melhor que o primeiro.tenho a sorte de ter o 2 jogos completos : )

      1 resposta
  • 2019-02-28 09:08:22 -0300 Thumb picture

    #132 - Ninja Gaiden [NES] 1988

     Filmes e desenhos animados de ninjas estavam em alta, então a Tecmo decidiu criar 2 jogos de ninja, um Beat ‘em up para Arcade e um jogo de plataforma para o Famicom. Ryu Hayabusa busca vingança pelo seu pai morto em um duelo, mas acaba se envolvendo em uma trama muito maior a cerca de um par de estátuas capazes de destruir o mundo. O jogo segue o estilo de plataforma, ambientado em cenários principalmente urbanos. Podemos usar a espada para cortar o inimigos pelo caminho e itens secundários com disparo limitado. O jogo é dividido em 6 atos, totalizando 20 fases e um chefe ao final de cada ato. A grande inovação do jogo está na forma de contar a história. Ela se dá através de cutscenes que lembram bastante um anime ou um filme de cinema, com faixas pretas, diálogos e animações únicas.

     - O estilo do jogo lembra bastante Castlevania, mas a música e a história passam uma sensação de urgência. Os gráficos do jogo também são bem caprichados e riquíssimo em detalhes. A jogabilidade é fluída e rápida. Ryu pode grudar em paredes e saltar delas, permitindo escalar algumas áreas. O jogo é bastante difícil, principalmente por causa das plataformas e inimigos que reaparecem quase instantaneamente. O que deixa a coisa mais justa são os continues ilimitados. A história do jogo é o ponto chave. Não apenas a forma com que ela é contada, mas a trama em si também é cheio de segredos e reviravoltas. O jogador se esforça para passar das fases só para ver como a história vai prosseguir. São mais de 20 minutos de cutscenes, se juntar tudo.

    Nota pessoal: ★★★★★

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Ninja Gaiden

    Plataforma: NES
    1423 Jogadores
    31 Check-ins

    50
  • 2019-02-27 09:25:48 -0300 Thumb picture

    Combo#131 [Arcade] (1988): Bad Dudes vs. DragonNinja & Double Dragon..

    ...II: The Revenge

     O Presidente Ronnie foi sequestrado por uma gangue de ninjas. Você é um cara mal o suficiente para resgatar Ronnie? Blade e Striker aceitam a missão e passam por 7 fases distintas chutando a bunda de todos os ninjas pelo caminho. Ao final de cada fase, os lutadores enfrentam um chefe e ao vencer dizem “I’m Bad!”, frase clássica do Michael Jackson. Podemos pegar diferentes armas pelo caminho e há grande interação com o cenário durante o jogo. - O jogo mais americano de todos os tempos. A jogabilidade é simples e a maioria dos inimigos morrem com apenas um golpe. O cenário do jogo é riquíssimo em detalhes e cheio de movimento. Ao final do jogo, comemoramos o resgate do presidente com um hambúrguer, hilário demais.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    ----------------------------------------------------------------------

    ----------------------------------------------------------------------

     Após o enorme sucesso de Double Dragon, a Technos se apressa e lança a continuação do jogo para Arcade. A história começa com Marian, a donzela em perigo do jogo anterior, sendo baleada pela gangue Black Warriors. Jimmy e Billy Lee novamente se unem para dar porrada em todos da gangue através de 4 cenários, com um chefe ao final de cada fase. O jogo segue os mesmos moldes de seu antecessor, com diferença dos golpes em diferentes direções estarem em botões separados, como do jogo Renegade. - Um jogo muito semelhante ao seu antecessor, apenas com gráficos aprimorados. A opção de lados diferentes estarem botões separados deixou a jogabilidade difícil de se acostumar, além disso, os inimigos estão mais sedentos e apelões, deixando o jogo difícil.

    Nota pessoal: ★★☆☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Bad Dudes VS. Dragon Ninja

    Plataforma: Arcade
    32 Jogadores
    1 Check-in

    33
    • Micro picture
      leandro · 24 dias atrás · 2 pontos

      Bad Dudes é um clássico. É mais um daqueles arcades que faziam a galera morrer em fichas e mais fichas.

      1 resposta
    • Micro picture
      flaviohideki · 23 dias atrás · 2 pontos

      Eu tenho o cartucho do Bad dudes do Famicom, na verdade Dragon Ninja, pois é a versão japonesa. Joguei muito quando era criança. :)

      1 resposta
    • Micro picture
      porlock · 22 dias atrás · 2 pontos

      joguei mto double dragon num arcade perto de casa, qdo criança... mas pense num cabra ruim nesse jogo.. kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      2 respostas
  • 2019-02-22 09:10:53 -0300 Thumb picture

    #131 - Splatterhouse [Arcade] 1988

     Inspirada pelos filmes de terror que eram sucesso nos cinemas, como Sexta-feira 13 e Uma Noite Alucinante 2, a Namco explorou o lado terror e gore nos videogames, algo ainda não muito comum. No jogo, o casal Rick e Jennifer fogem para uma mansão devido a uma tempestade. Lá dentro, Rick é dominado pela Máscara do Terror e ganha uma força sobre-humana. O jogo consiste em 7 fases, onde temos que avançar com Rick derrotando as criaturas e chefes mais sinistros e nojentos já vistos nos games. Ele pode adquirir diferentes armas pelo caminho e cada um tem um efeito de golpe diferente. O jogo foi aclamado pela crítica, principalmente devido ao seu alto grau de violência representado nos gráficos, música e animações.

     - Um dos poucos jogos de terror para Arcade, trazendo gráficos sinistros, sombrios e com muito sangue. Logo na primeira fase, é possível notar pessoas presas em equipamentos de tortura e faltando partes do corpo. Cada fase é mais horripilante do que a outra, cheio de detalhes e criaturas medonhas diferentes. Uma das armas mais bacanas é o pedaço de pau, que ao acertar o inimigo, arremessa ele na parede ao fundo e explode em sangue. A trilha sonora ajuda a ambientar o jogador no clima de terror. O jogo em si não é muito difícil, pois a jogabilidade é simples e as criaturas morrem com apenas um golpe, mas podem aparecer algumas surpresas pelo caminho e Rick tem uma quantidade de vida baixa.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga, @marlonildo, @joanan_van_dort, @zak_yagami, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Splatterhouse

    Plataforma: Arcade
    49 Jogadores
    3 Check-ins

    36
Continuar lendo → Reduzir ←
Carregando...