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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2020-11-12 00:08:03 -0200 Thumb picture
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    Post by _gustavo: <p>Agora sim, 5 horas da campanha</p><p>Parei na me
    Yakuza: Like A Dragon

    Platform: PC
    4 Players
    9 Check-ins

    Agora sim, 5 horas da campanha

    Parei na metade do capítulo 2

    Pra quem já conhece a série sabe oq esperar, história super séria e bem estruturada

    Misturada com os mini-games mais dorgas possível

    Li que muitos fãs da franquia torceram o nariz pra mudança do jogo, virando um JRPG de turnos, mas como alguém que joga JRPG desde o SNES, eu posso falar que Yakuza Like a Dragon criou um sistema extremamente único que não se distancia tanto assim dos outros games da série, os combates são bem dinâmicos, em dados momentos até mais que quando era um beat'em up,  é possivelmente atribuir skills mais usadas em atalhos, evitando que vc corra por menus, ainda tem  esquemas como os QTE em alguns ataques, e vc pode conseguir um perfect guard, se apertar B no exato momento que o inimigo tenta te atacar, para quem tinha medo que ser por turnos tiraria o dinamismo do jogo deixando ele lento estava enganado.

    As impressões iniciais são as melhores possíveis, reporto mais progresso e detalhes do gameplay no decorrer da semana, ainda não peguei o resto da "party" do Ichiban, é um jogo que da pra separar 150 ou mais horas aí pra fazer tudo que ele tem a oferecer.

    31
  • gustavohawke Gustavo Berger
    2020-11-11 21:40:09 -0200 Thumb picture

    Phantasy Star Portable 2 Infinity ganhou tradução de fãs

    "Phantasy Star Portable 2 Infinity para PSP acaba de receber uma tradução de fãs para o inglês! O último jogo da série para o PSP (e último jogo da saga "Universe") até então só havia sido lançado no Japão, e traz diversas adições, como uma nova história, uma nova raça, mais missões, áreas, chefes, habilidades, missões "Infinity", rebalanceamentos e outras novidades!" (Fonte: Sega Retro BR)

    Pra quem gosta do estilo, vale muito a pena, irei testar no meu Vita.

    Espero que um dia traduzam 100% o Phantasy Star Nova

    Phantasy Star Portable 2

    Platform: PSP
    225 Players
    4 Check-ins

    26
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2020-10-27 23:01:26 -0200 Thumb picture
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    Os Contos de.....Tales of !

    Medium 3834980 featured image

    Bom dia, boa tarde, boa noite, meus amigos e amigas do Alvanista. Como estão ? Preparados para outro TEXTÃO ?

    Espero que sim, bom, não é segredo (afinal está no título) , depois de Atelier, Ys e Legend of Heroes, o apanhado da vez é Tales of !

    E Tales tem jogo pra caramba (mais de 30), eu nem sei que dia comecei a redigir esse artigo, e tenho feito quando dá tempo/vontade,, portanto  não estranhem mudanças de linguagem no meio, apesar de ter revisado enquanto passava do Word pra cá, posso ter deixando passar algo,  mas bem, cá está ele terminado então, sem enrolações.

    Vamos falar de Tales of ! Mas antes aquele panorama geral pra situar as coisas.

    A série surgiu pelas mãos da Namco, hoje Bandai Namco, desenvolvido originalmente pelo Wolf Team, uma subsidiária da Telenet Japan, que mais tarde foi debandada pela Namco e acabou virando a Tri-Ace, responsável por vários clássicos, entre eles Star Ocean, que sim, até hoje tem muitas similaridades com Tales of.

    O primeiro jogo, Tales of Phantasia, surgiu para o Super Famicom (o SNES Japa), em 1995. E desde então a série teve vários capítulos principais, spin-offs a rodo, entre outras mídias que serão mais detalhadas abaixo

    Porém,  eu deixei os Crossovers de lado por enquanto, eles são muitos, e alguns com poucas informações ! Então este apanhado é só de games conhecidos como "Mothership/Original" 

    Antes de adentrar em detalhes de cada jogo separadamente, a série possui muitos elementos em comum entre seus títulos que valem serem citados desde já.

    O primeiro deles é o combate. A série ficou conhecida por seu sistema chamado de Linear Motion Battle System (LMBS), que eu carinhosamente chamo nos games mais novos de de briga de bar, o sistema LMBS teve dezenas de variações no decorrer da evolução da série.

    É um sistema de batalha totalmente Action no qual o jogador só pode correr para frente e para trás em uma única linha, como sugere o "Linear" do nome, para atacar os inimigos, de forma semelhante aos jogos de luta 2D. No entanto, nem todos os jogos limitam o jogador a uma única linha; em Tales of Rebirth, o personagem pode alternar entre três linhas, e Tales of the Abyss introduziu o Free Run, ou a habilidade de correr em qualquer lugar no campo de batalha. Vários tipos de ataques podem ser executados usando combinações de direcional e botão, e as habilidades são atribuídas de forma semelhante, embora consumam TP, ou pontos técnicos, na maioria dos jogos. Também existem opções para defender e comandar aliados. As mais notáveis entre as habilidades de um personagem são suas artes místicas. São ataques poderosos desencadeados sob condições especiais, como estar em Over Limit ou após realizar um combo de ataques de tantos Hits como nos games mais novos.

    Existem três configurações de controle do personagem por padrão em grande parte dos jogos, os modos Manual, Semi-Auto e Automático. Manual permite ao jogador controlar completamente um personagem. Por exemplo, se o botão de ataque for pressionado, o jogador terá que ir até um inimigo para acertar um hit. Semiautomático, entretanto, move automaticamente o personagem para o inimigo quando uma habilidade ou ataque é usado. 

    Usando essas duas configurações, muitos dos jogos mais recentes, exceto Tales of Legendia, permitiram que quatro personagens lutassem ao mesmo tempo no lugar dos personagens controlados pelo computador. A configuração final, Automática, permite que o computador controle os personagens. No entanto, esses personagens automáticos têm configurações táticas adicionais, como programar quando usarão Arts, ou itens de cura, similar a sistemas que outros JRPGs utilizam, como os Gambits de FF por exemplo.

    Outro sistema padrão é o de “Cozinhar” alimentos

    Cozinhar é muito importante dentro da série. Normalmente, um jogador deve primeiro encontrar uma receitas e ingredientes e pode então cozinhá-las para recuperar pontos de vida, pontos técnicos ou ganhar aumentos de estatísticas temporários. Em alguns jogos, no entanto, o HP é recuperada por meio de cada etapa realizada ou com base em certas configurações de receita. Tales of Hearts é o único título da série principal a não incluir comida no sistema de recuperação, usando as "Pedras de recuperação" no lugar. Em games mais recentes um sistema de plantas também foi introduzido, onde elas aumentam stats do personagem ao serem consumidas, como mais ataque, ou quantidade de HP.

    Também temos as Esquetes.

    Desde Tales of Destiny, quase todos os jogos da série trazem esquetes, sistemas nos quais o jogador é capaz de ouvir e assistir conversas entre o elenco, comentando sobre a aventura, muitas vezes de forma cômica. Embora sejam frequentemente apresentados de várias maneiras ao longo da série, eles geralmente usam artes estáticas dos personagens. A versão japonesa de quase todos os jogos da série teve pelo menos a maioria das esquetes dubladas, enquanto nas versões localizadas, apenas Tales of Eternia, Tales of Legendia, Tales of Vesperia, Tales of Symphonia: Dawn of the New World, Tales of Graces ƒ, Tales of Xillia, Tales of Xillia 2, Tales of Zestiria e Tales of Berseria tiveram todas as esquetes dubladas.

    Títulos

    A partir de Tales of Eternia, os games também trouxeram um sistema títulos “equipáveis” para todos os personagens jogáveis. Embora os efeitos sejam sempre diferentes, incluindo não apresentar nenhum efeito especial o personagem, os títulos sempre têm uma frase que os descreve. Embora alguns sejam adquiridos através do avanço na história ou nível alcançado, muitos vêm por meio de batalhas, missões paralelas ou eventos e ações randômicas do jogador.

    A divisão da série

    Em 2007, os jogos passaram a ser divididos em classificações próprias, os games "Mothership" (Ou Nave-Mãe numa tradução direta) são os games da linha principal. Os Spin-Offs passaram a ser chamados de “Escort Titles” algo como títulos de Escolta.

    Os títulos Nave-mãe deveriam ser os jogos principais da série, enquanto os jogos que eram mais histórias paralelas ou elementos de crossover se tornaram títulos de escolta. À medida que os jogos móveis se tornaram mais proeminentes, a nova classificação "Mobile" Foi adicionada.

    Em 2020 a Bandai Namco aboliu as três categorias criando apenas duas "Original" e "Crossover" Os títulos originais devem ser jogos com uma história independente ou suas sequências diretas, enquanto os títulos de crossover contêm jogos que reúnem personagens de vários títulos e exploram novos aspectos deles. A reformulação do site principal Tales Channel+ em julho de 2020 colocou em uso as essas classificações

    Além de simples cameos ou aparições em crossovers, a maioria dos jogos e outras mídias na série Tales não têm conexão entre si, normalmente com cada um representando uma continuidade única. No entanto, alguns materiais são conectados como sequels, prequels ou intervals, compreendendo várias continuidades distintas dentro da série mais ampla, algumas compostas de múltiplas linhas do tempo ou realidades alternativas que abrangem vários mundos.

    Gêneros Característicos

    Na série, um gênero característico é um rótulo de gênero que, além de classificar os jogos como jogos de RPG, ilustra um tema específico da trama ou aspecto notável do jogo. Os títulos da linha Original e Crossover, freqüentemente possuem um gênero característico.

    O conceito de gênero característico deriva da ideia de que cada jogo Tales é uma experiência única, não compartilhada por nenhum outro jogo do gênero RPG. Para refletir isso, os desenvolvedores criam um novo tipo de "gênero" ao qual cada jogo pertenceria, definindo seu foco e tema principal como parte de seu gênero. O game então colocado dentro de cada gênero torna-se o único representante dessa categoria, colocando ênfase no valor individual de cada jogo independente de outros na mesma série.

    Agora que a introdução está pronta….

    Os Games Originais ! (Com seus Gêneros entre parênteses)

    As datas ao lado dos nomes referem-se ao lançado original no Japão

    1995 - Tales of Phantasia (Legendary RPG)

    Tales of Phantasia começa mostrando uma batalha heróica entre quatro guerreiros desconhecidos contra um feiticeiro malvado, Dhaos, batalho cujo resultado mudou o destino do mundo. Os guerreiros são vitoriosos, mas Dhaos foge. No entanto, quatro heróis diferentes esperam por ele: eles selam o enfraquecido Dhaos usando o poder de dois pingentes, devolvendo assim a paz ao mundo.

    Na cidade de Toltus, dez anos depois que Dhaos foi selado, vive um jovem espadachim chamado Cress Albane e seu melhor amigo Chester Burklight. A cidade é destruída por um cavaleiro das trevas chamado Mars Uldole e seus soldados, enquanto Cress e Chester estão caçando na floresta. Todos os aldeões são mortos no ataque, incluindo Ami Burklight, irmã de Chester, e ambos os pais de Cress.

    Enquanto Chester lamenta, Cress jura vingança. Ele decide que irá para a cidade de Euclides, como sua mãe pediu a ele antes de falecer. Os dois amigos decidem que se encontrarão mais tarde em Euclides. Após sua chegada, Cress é logo traído por seu tio e jogado na prisão, capturado por Marte. O pingente de herança confiado a Cress por seu pai, Miguel Albane, é tirado dele, mas Cress não sabe de seu significado em manter Dhaos lacrado, nem que seu pai foi um dos quatro que o selou.

    Cress conhece Mint Adnade na prisão, ela se junta e o ajuda a escapar. Logo depois, a dupla encontra Chester novamente na casa de Trinicus D. Morrison, outro dos quatro guerreiros. Morrison informa ao grupo que conhecia os pais de Cress e a mãe de Mint muito bem, e eles uma vez se uniram para selar um grande mal. Ele fica horrorizado ao saber que o pingente de Cress foi roubado e corre imediatamente em direção a um mausoléu próximo. Cress, Mint e Chester deduzem que Marte deve estar lá, e assim seguem Morrison sem seu conhecimento e contra sua vontade. Infelizmente, Marte consegue liberar Dhaos usando os pingentes antes que o grupo possam detê-lo. Sem esperança de lidar com o todo-poderoso Dhaos por enquanto, Morrison tenta enviar Cress, Mint e Chester de volta um século no passado, para que eles aprendam sobre Dhaos e procurem um meio de derrotá-lo preventivamente. Depois de matar Marte, Dhaos ataca o grupo com um feitiço mágico do qual Chester leva a pior. É assim que Chester e Morrison são deixados para trás para sofrer a ira de Dhaos, com apenas um arco quebrado e um diário, respectivamente, tudo o que Mint e Cress têm para se lembrar deles.

    No passado, Dhaos ainda está causando caos, preparando-se para uma guerra iminente contra os dois maiores países humanos, o Reino de Alvanista e Midgards. Esses eventos aconteceram noventa e quatro anos antes de ele ser selado. Neste período, a maldade de Dhaos permeia a maior parte do mundo, e ele até controla o príncipe da família real de Alvanista. O grupo aprende que a única maneira de derrotar Dhaos é usando magia, mas nem Cress nem Mint podem praticar as artes mágicas, já que apenas elfos e meio-elfos podem usar os feitiços poderosos. No entanto, eles logo encontram Claus F. Lester, um invocador, e Arche Klein, uma bruxa meio-elfo, que se junta a eles em sua busca. Claus é um pesquisador de invocações, o ato de evocar um espírito mágico ou elemental e, portanto, um dos únicos humanos que pode usar magia indiretamente, formando um pacto com os Espíritos por meio de anéis especiais e, em seguida, convocando-os na batalha. Ele sugere que o espírito Luna pode ser útil para eles, e assim o grupo viaja pelo mundo para os desertos de Freyland, as profundezas das antigas cavernas anãs da Galeria Morlia e para as montanhas acima e cavernas abaixo em busca de anéis e espíritos para ajudá-los a lutar contra Dhaos.

    Tales of Phantasia foi refeito para o PlayStation três anos após o lançamento do Super Famicom, e foi lançado apenas um ano após o segundo jogo da série, Tales of Destiny. O remake roda no motor de Destiny aprimorado e se beneficia de todas as melhorias e refinamentos de jogabilidade que o novo motor tinha a oferecer. Por exemplo, Chester, que dependia da força bruta na versão do Super Famicom, agora tem nove artes que consomem TP, que foram posteriormente transportadas para remakes futuros. Também trazidos de Tales of Destiny estão as esquetes; no entanto, agora o jogador simplesmente precisa apertar o botão "Selecionar" no mapa mundial para vê-los, em vez de ficar parado por um tempo no mapa do mundo como em Destiny. Como em Tales of Destiny, o jogador tem a habilidade de controlar qualquer membro do grupo, ao contrário da versão Super Famicom, onde apenas Cress pode ser controlado.

    Muitas outras mudanças, como uma sequência de abertura totalmente animada mais missões secundárias, artes adicionais e uma taxa de encontro de batalha mais amigável ao jogador também estão presentes. O áudio é remasterizado em qualidade superior com canais adicionais graças ao CD do Playstation. Sprites também foram refeitos para coincidir com as artes recorrentes de cada personagem no jogo.

    Em 2003, a Nintendo lançou uma versão para Game Boy Advance de Tales of Phantasia. Esta versão combina vários elementos da versão original da Super Famicom e do remake do PlayStation em um único jogo. Os sprites e os gráficos de batalha são do remake do PlayStation, mas a sequência de abertura, os gráficos do mapa e do campo são reciclados diretamente da versão Super Famicom junto com alguns sprites / animações sendo completamente alterados. Os gráficos também são iluminados e supersaturados para compensar a tela escura do Game Boy Advance original, que não tem luz de fundo. Esta versão do jogo também é a base para o primeiro port mobile, Tales of Phantasia Mobile

    Uma versão para o PSP chamada Tales of Phantasia: Full Voice Edition foi lançada no Japão em setembro de 2006, desenvolvida pela Mineloader Software. Esta versão do jogo é amplamente baseada no remake do PlayStation e contém dublagem completamente refeita, que agora é usada para a maioria dos eventos da história. Ele também adicionou voz para todos os eventos do enredo, o que pode ser a razão por trás do nome do remake. O port do PSP também inclui um sistema de graus, também de jogos posteriores da série, e apresenta novos sprites de batalha para os personagens principais com proporções menos exageradas, mais próximas dos jogos posteriores da série, como Tales of Eternia. No entanto, sprites inimigos da versão PSX ainda são portados, incluindo inimigos humanóides que ainda mantêm as proporções exageradas originais.

    Um remake de Tales of Phantasia: Full Voice Edition, agora conhecido como Tales of Phantasia: Cross Edition foi lançado em 5 de agosto de 2010. O jogo inclui uma versão atualizada do enredo e do sistema de batalha, novas artes místicas e Rondoline E. Effenberg protagonista de Narikiri Dungeon. Na verdade, este jogo vem no mesmo UMD como complemento do jogo principal Tales of Phantasia: Narikiri Dungeon X, um remake da sequência direta do próprio Tales of Phantasia. Além da novo personagem jogável, o sistema de batalha foi reformulado para que os feitiços não parassem mais o tempo e interrompessem o fluxo da batalha.

    1997 - Tales of Destiny (Fateful RPG)

    É o segundo jogo da série, originalmente lançado no Japão em 23 de dezembro de 1997 para o PlayStation. Este jogo foi lançado na América do Norte em 30 de setembro de 1998, marcando a primeira aparição da série Tales em regiões de língua inglesa. Uma versão remake de Tales of Destiny foi lançada posteriormente para o PlayStation 2, seguida por uma versão adicional Director's Cut, lançada no mesmo sistema.

    No passado, um meteoro caiu no mundo, jogando nuvens de poeira no céu e envolvendo o mundo em frio e escuridão. Quase ao mesmo tempo, os habitantes do planeta descobriram uma nova forma de energia no núcleo deste meteoro, que eles chamaram de Lens.

    Combinando o Lens com pesquisas adicionais, as pessoas foram capazes de criar cidades nos céus e habitá-las. Infelizmente, apenas alguns seres selecionados foram escolhidos, deixando o resto das pessoas na superfície deserta do planeta. Com o tempo, os habitantes do céu passarma a ser conhecidos como os Er’thers, , enquanto os habitantes da superfície ficaram conhecidos como Aeth’ers.

    Em seu desgosto pelo comportamento elitista de sua civilização, um grupo de cientistas Etéreos veio à superfície. Lá, com a ajuda do povo, eles foram capazes de criar espadas especiais, chamadas de Swordians, que eram conscientes. Ao contrário de outras armas, essas espadas escolheram seus mestres e foram capazes de invocar os elementos da natureza para fazer sua vontade. Usando essas armas, as pessoas da superfície finalmente tiveram uma vantagem contra os Er’thers. Graças em parte aos Swordians e seus mestres, dezenas de cidades foram afundadas nas profundezas do oceano. No final, os Aethers conquistaram a vitória sobre os Er’thers. Milhares de anos depois, essa história foi quase totalmente esquecida pela população moderna. Nesse ínterim, os espadachins, agora sem propósito caíram em uma estáse profunda, programados apenas para acordar quando ameaças graves surgirem novamente.

    A história do jogo começa quando o caipira que virou aventureiro Stahn Aileron, foge a bordo do navio voador Lumina Draconis como clandestino. Ele é encontrado pela tripulação e forçado a trabalhar como marinheiro, mas quando uma grande força hostil ataca o navio, a tripulação é esmagada e Stahn se liberta durante o caos. Procurando por uma arma útil para afastar os atacantes, ele ganha acesso a um depósito e descobre uma espada no "lixo". No entanto, a espada começa a falar com ele, chamando-se Dymlos e alegando ser uma Swordian consciente das Guerras de Aether. Armado com Dimlos, Stahn luta para chegar a uma cápsula de fuga, que usa para escapar da nave que desce rapidamente antes que ela se choque com o solo. Dymlos se torna a chave para a fama, fortuna e aventuras que Stahn busca quando o jovem conhece outros Swordianos, rapidamente se envolvendo em uma batalha por uma relíquia das Guerras do passador: uma lente enorme e extremamente poderosa chamada Olho de Atamoni.

    Em 19 de junho de 2006, matérias indicaram que um remake de Tales of Destiny apareceria no PlayStation 2. Em 15 de novembro de 2006, uma semana antes da data de lançamento original de 22 de novembro, o jogo foi adiado para uma data desconhecida. Dois dias depois, em 17 de novembro de 2006, o site oficial do jogo anunciou que sua data de lançamento seria 30 de novembro fim de corrigir um bug que os desenvolvedores haviam descoberto no jogo durante os testes. Este remake apresenta gráficos e mecânica de jogo altamente aprimorados, junto com um roteiro totalmente reescrito e um diálogo totalmente expresso. Como os lançamentos de Tales of Destiny para PlayStation 2 têm vários detalhes que entram em conflito com o jogo original, os eventos da versão para PlayStation 2 são considerados uma representação do cânone oficial atual, substituindo a versão original do jogo.

    Uma versão "Director's Cut" de Tales of Destiny foi anunciada em 20 de julho de 2007, e foi lançada em 31 de janeiro de 2008 no Japão para o PlayStation 2. O game passou a ter um novo Genêro Caracterísitco, chamado agora de One More RPG Known as Fate.

    Com base no primeiro remake do PlayStation 2 com recursos adicionais, esta versão do jogo inclui um novo modo de jogo chamado "Leon's Side". Este novo modo traz Leon como personagem principal do jogo, em vez de Stahn. O modo de história original ainda está disponível para jogar, com o nome de nome "Stahn's Side". O jogo foi lançado em duas versões: a versão regular, contendo apenas o jogo, e uma versão "Premium Box" contendo o jogo; um livreto de ilustração de 128 páginas com a nova arte de personagens de Mutsumi Inomata; e uma trilha sonora original para a versão do diretor, com 21 canções. Todos esses materiais são embalados em um invólucro externo especial com novas obras de arte também da Inomata.

    2000 - Tales of Phantasia: Narikiri Dungeon (Dungeon RPG)

    Em Novembro de 2000, Tales of Phantasia: Narikiri Dungeon foi lançado para o GameBoy Color, o game é o primeiro jogo a ter ligação direta de enredo com um lançamento anterior da série, se passando 104 anos após os eventos de Tales of Phantasia. Um remake foi lançado para o PSP chamado de Tales of Phantasia: Narikiri Dungeon X

    A história começa quando o que parece ser uma estrela cadente pousa nas montanhas. O narrador descreve o jogador, referido na segunda pessoa, encontrando um par de bebês gêmeos na luz e se tornando seu pai adotivo. Por padrão, o menino se chama Dio e a menina se chama Mel. A história avança treze anos para 4.408 pelo calendário Aselia. A narração observa que Dio é enérgico, Mel é equilibrada e ambos são misteriosamente poderosos. Dio entra com uma estranha criatura que o seguiu para casa desde as montanhas. Ele e Mel decidem mantê-lo como animal de estimação e chamá-lo de "Kruelle" com base no som que faz: Kruelle começa como uma criatura bípede verde que tem quase a altura da cintura, mas na verdade é um metamorfo cujas formas mudam com base em seu poder e humor.

    Mel e Dio começam o dia normalmente quando são repentinamente visitados por uma mulher alada que se apresenta como Norn e diz que os dois têm um destino condenado. Com pouca explicação, ela os envia para encontrar Arche Klein, o único guerreiro do tempo sobrevivente que ficou famoso pelos eventos de Tales of Phantasia. Arche, cuja idade é de 223 anos, possível apenas por ela é ser uma meio-elfa, agora vive em uma torre rosa adornada com corações que Mel e Dio devem escalar. Quando eles chegam ao topo, Norn surpreende Arche ao aparecer e pede a ajuda de Arche na preparação de um julgamento que irá testar a força dos corações e corpos de Mel e Dio.

    Devido aos limites do GameBoy, o jogo usa um sistema de batalha chamado Petit Linear Motion Battle System, ou Petit LMBS, uma variação baseada em turnos do Linear Motion Battle System usado pelo resto da série. Como no LMBS normal, o jogador controla apenas um personagem e faz isso por meio de combinações de botões em vez de uma escolha de diálogo, enquanto os membros do grupo são controlados pelo computador.

    2000 - Tales of Eternia (Eternity and Bonds RPG)

    Também conhecido como Tales of Destiny II na América do Norte devido a problemas com registros, Eternia é o terceiro jogo Original da série, trazendo avanços e melhorias no LMBS, Eternia também foi o primeiro jogo a ter um port lançado na Europa mas não nos Estados Unidos.

    Reid Hershel, junto com seu amiga de infância Farah Oersted, notou uma mudança incomum na cor da Barreira Orbus juntamente passagem de um estranho navio vindo de Celestia. Quando eles vão ver o que aconteceu, eles encontram Meredy, que está vestida de uma forma estranha e fala uma língua bizarra juntamente com sua Quickie de estimação.

    Consequentemente, Reid e Farah visitam sua amiga de infância, Keele Zeibel, em busca de respostas sobre a identidade de Meredy. Reid descobre que ela fala Melnics, uma língua proeminente de civilização antiga. Depois de viajar para Morle, o grupo recebe um brinco de tradução especial que permite a comunicação com Meredy.

    Eles seguem para a cidade de Inferia, a capital global. O grupo pede ajuda ao Rei de Inferia, mas Reid é acusado de espalhar medo e confusão por todo o país; a punição é uma sentença de morte. A princesa quer saber mais sobre o que eles têm a dizer, então o grupo é libertado.

    A versão de PSP de Tales of Eternia foi lançada no Japão e na Europa, enquanto a América do Norte conhece este jogo como Tales of Destiny II no PSX. Seu lançamento na América do Norte foi intitulado Tales of Destiny II para evitar a violação da marca registrada "Eternia", propriedade da Mattel na América do Norte para sua linha de brinquedos Masters of the Universe de He-Man. A escolha do nome mais tarde causou confusão após o lançamento do jogo para PlayStation 2 conhecido como Tales of Destiny 2, uma sequência genuína de Tales of Destiny ocorrendo no mesmo mundo. Tales of Eternia não está relacionado a Tales of Destiny, exceto por algumas breves aparições de personagens.

    2002 - Tales of Destiny 2 (Liberating Fate RPG)

    O quarto game original continuação do game de 1997 se passando no mesmo mundo 18 anos mais tarde.

    Embora as façanhas de Stahn Aileron e dos Swordian Masters sejam conhecidas em todos os lugares, elas começaram a desaparecer do coração das pessoas. Agora, todos estão preocupados com a Santa Mulher Elrane. Neste cenário, um menino chamado Kyle Dunamis dá seus primeiros passos em busca de aventura. Como filho dos heróis mundialmente renomados, Stahn e Rutee Katrea, Kyle tem certeza de que é seu destino, até mesmo seu dever, tornar-se um herói também. Enquanto explora as ruínas de uma cidade antiga perto de sua casa, Kyle encontra uma garota misteriosa chamada Reala, que emerge de uma enorme lente. Ela anuncia que está em busca de um herói. O destino de Kyle é colocado em prova. Em uma jornada que engloba passado, presente e futuro, Kyle aprende o verdadeiro significado do que é ser um herói.

    Tales of Destiny 2 também emprega um recurso de zoom automático em combate, que se tornará o padrão nos futuros jogos da série Tales. Quando há uma grande distância entre os personagens, o zoom da câmera diminui, tornando mais fácil para o jogador monitorar toda a party, e quando os personagens estão agrupados, ou há uma ação particularmente intensa, a câmera aumenta o zoom. Outra mudança única neste jogo é a introdução do sistema de Graus que foi integrada em parcelas futuras da série. Dependendo das ações dos personagens na batalha, o grupo recebe nota positiva ou negativa no final da batalha e, ao completar o jogo, eles podem trocar pontos na Loja de notas por certos recursos a serem incluídos numa segunda jornada.

    2003 - Tales of the World: Summoner’s Lineage (Fantasy Simulation RPG)

    Lançado em 7 de Março de 2003 para o GBA no Japão, Summone’s Lineage é na verdade um SRPG, mas que retém muitas das particularidades como itens e inimigos em semelhança aos outros títulos além de possuir uma história ligada diretamente a Tales of Phantasia.

    Se passando anos no futuro, um jovem invocador, chamado Fulein K. Lester, juntamente com sua companion Macaron, estudam magias capazes de trazer para o mundo físico bestas magicas. Entretanto suas façanhas são interrompidas quando um número significativo de monstros e outras feras começam a aparecer em seu mundo, ameaçando a estabilidade da pacífica nação

    É decidido que, para combater essas criaturas, eles devem invocar os lendários Heróis da Eternidade, nome dado aos personagens principais de Tales of Phantasia após suas aventuras ao longo de vários séculos. É então que Cress Albane, Mint Adenade, Chester Burklight, Claus F. Lester, Arche Klein e Suzu Fujibayashi fazem sua aparição, e com suas habilidades combinadas, junto com a ajuda de alguns novos rostos, eles esperançosamente livrarão o mundo de esta nova crise.

    Além das limitações do GBA, a mudança na estrutura do game pode ser atribuída ao fato de que Summoner's Lineage é na verdade uma sequência de gameplay de um pouco conhecido jogo japonês da Namco lançado para o Gameboy Color intitulado Pocket King, uma sequência do título de 1988 do NES, King of Kings, apresentado no Namco Anthology 2. Além dos personagens principais de Tales of Phantasia, o jogador também pode utilizar a habilidade de Fulien de convocar vários tipos diferentes de criaturas para ajudar na batalha. Esses monstros, como qualquer outro personagem, têm suas próprias estatísticas e ataques únicos, bem como suas próprias formas de abordar o combate.

    2003 - Tales of Symphonia - (Resonating with You RPG)

    Entrando nos 128 Bits, Tales of Symphonia é o primeiro jogo da série a apresentar combates em 3D, mas ainda mantendo o LMBS clássico em 2D. Symphonia foi lançado originalmente para o Game Cube em Agosto de 2003. Também é o primeiro jogo da série a trazer trajes alternativos para os personagens da party.

    O jogo começa no mundo de Sylvarant, um continente que está morrendo devido à perda constante de mana, uma fonte de energia necessária tanto para a magia quanto para sustentar a própria vida. À medida que as safras começam a murchar e as dificuldades se instalam, as pessoas voltam suas esperanças para o Escolhido, um servo e messias da Deusa Martel, que pode reverter os males do mundo completando a Jornada da Regeneração Mundial. Para regenerar o mundo, os Escolhidos devem viajar de continente a continente, despertando os Espíritos de Invocação que dormem em antigos santuários conhecidos como "selos". Com cada selo liberado, o Escolhido se aproxima cada vez mais de se tornar um anjo. Assim que o Escolhido se transformar totalmente em um anjo, o mundo será regenerado.

    Especula-se que Tales of Symphonia ocorra milhares de anos antes dos eventos de Tales of Phantasia, e que eles sejam ambientados nos mundos combinados de Sylvarant e Tethe'alla, conhecidos neste ponto como o mundo de Aselia. A distância exata de tempo entre os dois jogos nunca foi declarada.

    Devido ao baixo número de vendas no GameCube, em 2004 a Namco decidiu relançar o jogo na concorrência. O Playstation 2. O game no PS2 veio com melhorias, como novas cenas animadas, um único DVD ao invés de 2 discos da versão do Cube, Mystic Artes para todos os personagens (na versão do GameCube apenas Lloyd, Colette e Genis possuem Mystic Arte). Animações nas esquetes para representar diferentes emoções dos personagens, o Game Cube do cenário em Sylvarant Base foi trocado por um logo da Sony. Salas escuras no Temple of Lightning passaram de levemente visíveis, para totalmente pretas.

    A versão do PS2 também tinha loadings mais rápidos porém, devido ao hardware mais fraco, o game passou dos 60 quadros do GameCube, para 30.

    O game também foi lançado em 2016 para o PC, uma cópia de Tales of Symphonia foi dada para quem fez a pré-compra de Tales of Zestiria na Steam a versão do PC é um port da versão do PS2, porém patches corrigem problemas como performance e restauram o FPS do game original do Cube.

    2004 - Tales of Rebirth (Where You Will Be Reborn RPG)

    Agora de casa nova, em 16 de Dezembro de 2004, Tales of Rebirth chegava ao PS2 Japônes. O game voltou a trazer sprites como em Destiny, com artes e character designs de Mutsumi Inomata.

    Tales of Rebirth se passa em um mundo onde humanos, chamados de Huma, e Gajuma, pessoas bestas, coexistem em relativa paz. Nos tempos antigos, ambas as raças uniram forças para fundar o reino de Calegia. Aos 60 anos, o rei Gajuma, Ladras Lindblum, que governou sabiamente o reino por anos, gradualmente enfraquece e morre de causas misteriosas. No dia de sua morte, o caos se desencadeia no reino e, desde então, as pessoas se referem a este dia como o Crepúsculo de Ladras. Sua filha, Agarte Lindblum, única parente consanguínea e herdeira do trono,tem como conselheira Zilva Madigan.

    O herói principal de Rebirth, Veigue Lungberg mora em uma vila, Sulz, localizada na bela e fria região norte. Embora ele nunca tenha pensado em deixar a vila, ele começa a ponderar essa opção depois que seu ambiente familiar, incluindo sua amiga Claire Bennett e ele mesmo, são atacados. Durante a liberação inicial do poder do rei, a “Force” de Veigue torna-se instável fazendo com que sua amiga Claire seja aprisionada em um pilar de gelo.

    Force (ou força numa tradução direta) é um poder elemental que uma pessoa pode possuir, antes pertencia apenas aos Gajuma, mas os Huma agora são capazes de usá-lo, às vezes resultando na incapacidade de controlá-lo.

    Um ano depois disso, Veigue é contatado por Mao e Eugene Gallardo, que ajudam a libertar Claire de sua prisão de gelo. Pouco depois disso, Claire é levada pelo escudeiro do rei que está em busca da mais bela mulher Huma da terra.

    Em 2008 Rebirth foi portado para o PSP. O game no PSP trouxe novidades, como novos eventos, uma Arena, a dificuldade GOD (maior que a Unknow do PS2), a velocidade de movimentação em cidades e dungeons foi aumentada, o game também continha um bônus de pre-order, chamado de Tales of Rebirth: Re-Birthday Celebration Chapter, além de um dvd de entrevistas com os Voice Actors ele também trazia cenas mostrando as novidades da versão do PSP apresentadas diretamente pelos personagens do game.

    Uma grande novidade em Rebirth foi a evolução do LMBS, agora chamado de Three-Line Linear Motion, o game trazia nos combates, 3 diferentes onde a party deveria ser disposta, estudar onde posicionar seus personagens era essencial para o sucesso nos combates.

    2005 - Tales of Legendia - (RPG Where Bonds Spin Legends)

    Legendia é o sétimo jogo da linha principal, e o primeiro que não foi desenvolvido pelo Tales Studios.

    Tales of Legendia se passa em um mundo coberto principalmente de água, com todos os eventos do jogo ocorrendo a bordo de um enorme navio do tamanho de um país chamado Legacy, um resquício de uma civilização antiga altamente avançada. A população divide-se em dois grupos: os Orerines, "seres da terra", e os Ferines, "seres do mar", uma raça de pele clara, cabelos claros com capacidade para viver debaixo de água. As tensões entre essas duas raças servem de pano de fundo para a trama do jogo. Além disso, uma parte selecionada da população é conhecida como Erens, pessoas nascidas com a habilidade de usar poderes especiais conhecidos como Eres, que são divididos em dois grupos: Crystal Eres, que inclui lançar feitiços mágicos, e Iron Eres, que gira em torno habilidades físicas. Uma linguagem fictícia conhecida como Relares aparece ao longo do jogo, formando a base para alguns nomes de locais e personagens.

    Legendia não foi bem aceito pelos fãs da série, sendo considerado um retrocesso perante a evolução que os games vinham trazendo, o combate voltou a ser apenas em uma única linha, tendo apenas o herói principal Senel, como personagem controlável pelo jogador, enquanto os outros personagens da equipe eram comandados pela IA.

    2005 - Tales of the Abyss (Discovering the Meaning of Life RPG)

    Para salvar a série depois do breve fracasso com Legendia, o Tales Studios trouxe aquele que foi o game responsável por “catapultar” o sucesso de Tales of ao redor do globo, principalmente por ter sido lançado no auge da popularidade do PS2...

    Abyss

    Tales of the Abyss se passa em Auldrant, um planeta composto de partículas elementares chamadas fônons. Durante a maior parte da história de Auldrant, apenas seis fonons tinham existência conhecida, representando os elementos de Sombra, Terra, Vento, Água, Fogo e Luz; no entanto, um sétimo fônon, o som, foi descoberto

    Luke fon Fabre é filho de nobres do país de Kimlasca-Lanvaldear. Ele é seqüestrado aos dez anos e teve suas memórias bloqueadas por uma forte amnésia. Durante seu convívio na mansão após o seqüestro, mantém um bom relacionamento com Guy, um de seus mordomos, e com a Princesa Natalia, com quem irá se casar quando chegarem à maioridade. Ele é treinado na esgrima por Van Grants, líder dos Oracle Knights. No dia em que Van precisa sair da capital de Kimlasca-Lanvaldear, Baticul, a mansão é atacada por Tear Grants e uma acidental hyper-ressonância envia Luke e a garota para o distante leste, enquanto tentam retornar para Baticul, a dupla conhece Ion, sua guardiã Anise e o comandante de uma das forças militares do reino de Malkuth, Jade Curtiss. Ao ajudar os Cheagles com um problema com monstros, Luke recebe Mieu como servo, para pagar por seu descaso com a comunidade Cheagle.

    Abyss teve uma ótima recepção ao trazer um novo sistema de combate, o FR-LMBS, Flex Range Linear Motion Battle System, trazendo o sistema clássico da série, agora Luke e sua party tinham muito mais mobilidade em batalha, graças ao Free Run, que permitia ao jogador sair da linha de combate e se mover em qualquer direção.

    2006 - Tales of the Tempest (RPG that Awakens the Soul)

    O Nono jogo da linha principal, Tempest foi lançado em Outubro de 2006 exclusivamente para o DS porém devido a baixa recepção, o game passou a ser um título de escolta/crossover.

    Uma raça de homens-fera chamada Leymon tem dominado o continente de Aurella ao longo da história. Os Leymon construíram uma civilização sofisticada, eles desenvolveram desenvolvendo grande força física e espiritual. Entretanto os Leymon não estavam preparados para o surgimento de uma estranha e proíbida tecnologia chamada de Life Magic,. Embora a matança em massa não fosse a intenção, ainda assim fez com que a nação entrasse em uma guerra civil, em um conflito que acabou sendo chamado de Guerra das Bestas. Com o Leymon tendo perdido a maior parte de sua população, os líderes transferiram o direito de governar o continente para os humanos, que naquela época eram uma raça pequena e fraca.

    Tempest utiliza o mesmo combate de Rebirth, aprensentando 3 linhas onde o jogador pode dispor sua party em combate. Utilizando as capacidades do DS, o game também possuí um modo “Multiplayer” ativado através de um item encontrado em dungeons do game, onde os players podem se aventurar por um mesmo mundo usando seus próprios personagens e um combate é iniciado quando ambos players se encontram. Items e Gald ganhos no modo multiplayer podiam ser carregados para o modo single player, porém a experiencia ganha não.

    O Triverse Gate em Tales of Innocence R contém images alusivas a Tales of Hearts e Tales of the Tempest, o que levou a especulações de fãs que a Namco poderia lançar remakes de ambos os títulos, porém apenas Tales of Hearts R foi lançado, confirmando o baixo interesse por parte da Namco e do público em Tales of the Tempest.

    2007 - Tales of Innocence (Connecting Thoughts RPG)

    Lançado em 2007 para o DS Tales of Innocence é o atual nono jogo Original da franquia, assumindo o lugar que era de Tempest.

    O mundo de Innocence é dividido entre o mundo divino de Devaloka, dividida entre as regiões de Sensus e Ratio, e o mundo humano de baixo de Naraka. Como Devaloka precisava de almas humanas para sobreviver, Asura, general de Sensus se utilizou do Manifesto, um artefato criado pelo ancião conhecido como Primeval Giant, para “fundir” os Devaloka com os Naraka. Esse plano foi amplamente criticado por muitos, levando a uma guerra entre Sensus e Ratio. Asura tinha como aliados Inanna, Orifiel e Sakuya, além de Durandal sua espada ciente, e o dragão Vritra.

    Tamanha força dos aliados levou Asura a vitória, derrotando Hypnos, general dos Ratio em combate, entretanto antes de conseguir usar o Manifesto, Asura é traído por Inanna que empala o general com a Durandal, mas acaba morrendo junto no processo, deixando a unificação dos Devaloka com os Naraka incompleta. Grande parte dos Devalokas morreram neste processo, levando a extinção quase completa anos depois. No presente, Naraka é governada pela capital imperial de Regnum, e o país de Garam, e ambos estão em estado de guerra. Somado a isso temos ainda o surgimento dos Reborn, chamados de Fallens, antigos de Devaloka renascidos na forma de humanos com super poderes, os Reborns são caçados pelo regime militar de Regnum e forçados como experimentos na linha de frente dos combates.

    Neste panorama temos Ruca Milda, a reeincarnação de Asura e Illia Animi, reencarnação de Inanna, ambos caçados pelos militares de Regnum, onde unem forças com aliados especiais reencarnados do passado.

    Innocence usa o Dimensional Strid Linear Motion Battle System (DS-LMBS), uma fusão dos combates de Tales of the Abyss e o port de Destiny para o PS2. O combate permite o player a se mover livremente pelo cenário usando ataques e skills no ar. A IA foi amplamente melhorada, sendo possível atribuir diferentes combinações de comandos que se encaixem em situações específicas.Todos os personagens da equipe possuem uma barra de Tensão, que ao ser preenchida libera um estado de Awakening, onde o movimento e a força de ataque são aumentadas, e o consumo de TP e o tempo de cast diminuídos, permitindo longos e poderosos combos.

    Innocence foi então em 2012 refeito para o Vita, ele mantém a história original introduzindo novos personagens em uma trama paralela sem interferir na história original.

    Tales of the Innocence também foi o primeiro jogo a trazer a classificação CERO B (para maiores de 12 anos), devido a violência de algumas cenas e uso de termos ofensivos, fazendo com que a série perdesse a classificação “All Ages” que mantinha, consequentemente, todos os games posteriores receberam essa classificação mostrando uma mudança dentro da série para uma audiência mais velha.

    2008 - Tales of Symphonia: Dawn of the New World (To Believe in the Resonating Hearts RPG)

    Lançado em 2008 no Wii, Dawn of the New World é um título de escolta/crossover sequencia do Tales of Symphonia original.

    A muito tempo, Sylvarant e Tethe’alla foram unificados em um único mundo que sugou a energia da Great Kharlan Tree. Entretanto uma energia divina dividiu os mundos , e a grande árvore secou e morreu, coube então a Lloyd Irving e seus amigos, restaurarem o mundo a sua forma original. Juntos mais uma vez, o mundo está entrando em uma nova era. No entanto, seu povo ainda enfrenta muitos problemas. Depois que as terras se tornaram uma só, os mapas se tornaram inúteis e o clima passou por muitas mudanças profundas: cidades desérticas se tornaram terras desertas congeladas e lagos secaram em vales. Tudo isso se origina de um fator esquecido na unificação dos mundos: o espírito da velha Árvore Kharlan, Ratatosk, ainda existe em algum lugar, e seu sono enviou o mundo ao caos.

    O game trouxe todo o elenco do primeiro Symphonia, além de novos personagens, protagonistas da história, chamados Emil Castagnier e Marta Lualdi

    O sistema de combate, trouxe o Flex-Range Element Enchanced Linear Motion Battle System, ou FREE-LMBS, apesar da comportar até 10 personagens, apenas 4 podiam ser selecionados para combate sendo que Emil e Marta não podiam ser removidos, sempre sendo necessário que um deles fosse o líder da equipe.

    O game também trouxe um sistema único de capturar e treinar monstros, o sistema de cozinhar do game também gira ao redor deles, sendo possível evoluí-los quando alimentados com certos itens e ao atingir o nível requerido.

    Em 2013 a Bandai Namco lançou no Japão o pack Tales of Symphonia Unisonant Pack contendo Symphonia e Dawn of the New World remasterizados.

    2008 - Tales of Vesperia (Enforcing One's "Justice" RPG)

    Em Agosto de 2008, Tales of Vesperia chegava ao XBOX360, foi o primeiro jogo da série a ser lançado num console da Microsoft, e o primeiro com suporte a resoluções HD.

    Vesperia se passa no planeta de Terca Lumireis. As pessoas de Terca dependem de uma antiga tecnologia conhecida como Blastia e empregada em uma larga gama de funcionalidades como prover água, alimentar barcos e criar barreiras ao redor de cidades protegendo-as dos monstros que vivem em florestas e áreas remotas, essa tecnologia é alimentada por uma substância chamada Aer.

    A tecnologia também é usada por soldados do império e membros de guildas espalhadas ao redor de Terca para melhorar suas aptidões em combate, porém em grandes concentrações, o aer pode ser fatal aos humanos.

    Quando o Core da cidade de Zaphia é roubado, deixando assim a cidade sem fornecimento de agua, um jovem espadachim chamado Yuri Lowell e seu inseparável parceiro Repede perseguem o ladrão, mas Yuri acaba preso nos calabouços do castelo, onde ele conhece uma jovem chamada Estelle, que está procurando por Flynn Scifo, parceiro de Yuri. Após alguns eventos iniciais Yuri, Repede e Estelle deixam Zaphia para trás perseguindo Flynn e o ladrão.

    Graças ao poder dos novos consoles Vesperia trouxe bem-vindas inovações a série, como esquetes totalmente dubladas em ambos os idiomas, cgs de alta qualidade, o sistema de combate de Abyss foi evoluído, agora trazendo até 8 monstros simultâneos para o jogador enfrentar, Vesperia também foi o primeiro jogo da série a trazer um perosnagem não humòide para a Party, com o cão/lobo companheiro de Yuri, Repede.

    Em Setembro de 2009 o game foi portado para o PS3, a versão da Sony possuía dublagem em todas as cenas do game não apenas cgs e esquetes, trazendo um script duas vezes maior que o da versão original do XBOX 360, também trouxe Flynn como um personagem completo da equipe, customizável e equipável em todo o jogo, além de trazer Patty Fleur uma nova personagem. Novas Esquetes, cenas, bosses, a possibilidade de escolher Yuri, Flynn ou Patty como avatares no mapa, novos mini-games como um de corrida para Repede, entre várias outras melhorias e novidades

    Em Junho de 2018 em comemoração aos 10 anos de Vesperia a remasterização/edição definitiva, foi anunciada para PS4, XBOX One, PC e Nintendo Switch, com todo conteúdo lançado previamente para o jogo.

    2008 - Tales of Hearts (A Meeting Between Hearts RPG)

    Hearts é o décimo primeiro título da linha Original de Tales of, lançado em 2008 no DS, o game possuía sprites em 2D mesclado a cenários 3D, além de ser o primeiro jogo a trazer modelos em CG durante as cutscenes.

    5 anos depois, em 2013, Hearts foi relançado para o Vita como Tales of Hearts R, o game é uma total re-imaginação do original, abolindo as CGs porém convertendo todo o game para modelos em 3D e introduzindo mudanças significativas no gameplay. R também trouxe novos personagens para a trama.

    A descrição do Plot abaixo pertence a versão R do Vita.

    Dois mil anos antes dos eventos principais da história, o planeta de Organica foi atacado por xerom, monstros que comem a Spiria dos indivíduos, a essência cristalina do coração e das emoções de uma pessoa. Os xerom foram enviados para Organica pelo povo de Minera, o planeta mais tarde conhecido como Lua Branca. O xerom foi a criação de Creed Graphite, e as irmãs Spodumene, Lithia e Fluora, com seu núcleo vivo sendo Gardenia.

    Enquanto Creed e Lithia viam Gardenia como um meio de terminar o conflito em seu mundo e os Organicans como cobaias de teste, Fluora se opôs ao seu plano. Facções entre o povo de Minera que não aprovavam o uso dos organicanos presentearam aqueles com Spiria fortes com armas conhecidas como Soma. Esses detentores do Soma, conhecidos como Somáticos, também são capazes de entrar no Labirinto Espiritual de alguém e purificá-lo do desejo, a doença que o xerom causa na Spiria das pessoas.

    Quando a Gardênia foi ativada, ela ficou fora de controle e absorveu o Spiria de todos em Minera, causando a calcificação de todo o planeta e sua população. Horrorizada com o que havia sido feito, Fluora fechou Gardenia e usou-se como um selo para evitar sua reativação. Uma Lithia arrependida tentou evitar que Creed resgatasse Fluora, mas acabou separando seus Spiria de seus corpos. Seus respectivos Spiria encontraram hospedeiros em várias pessoas ao longo dos próximos dois milênios, com eles continuando seu conflito através das gerações.

    O combate de Hearts segue o sistema de seus primos mais velhos do DS, Tempest e Innocence, mas também retorna com o sistema de ataques aéreos de Tales of Destiny. O jogo no DS usava um sistema diferente de recuperação dos personagens, que foi abolido no Vita em troca do retorno do sistema clássico de Cooking da série.

    2009 - Tales of Graces (Discovering the Strength to Protect RPG)

    Tales of Graces se passa em um planeta conhecido como Ephinea. Ephinea depende de grandes monumentos conhecidos como Valkines Cryas para abastecê-los com eleth. Eleth é a fonte de vida para o povo de Ephinea. Existem três valkines cryas em Ephinea: Gloandi em Windor, Duplemar em Strahta e Forbrannir em Fendel. Cada um produz um tipo específico de eleth com base nos elementos Vento, Água e Fogo, respectivamente.

    Asbel Lhant, Hubert Lhant e Cheria Barnes são crianças de Lhant, uma vila em Windor. Um dia, os três fazem amizade com uma garota amnésica de fora de sua aldeia, a quem chamam de Sophie. Nesse mesmo dia, Lhant é visitado por Richard, o príncipe de Windor, que faz amizade com os quatro. Richard retorna a Barona, a capital de Windor, e os convida a entrar em seu castelo por uma passagem secreta. Lá, os quatro são feridos por um monstro desconhecido, mas são salvos quando Sophie se sacrifica. Asbel recupera a consciência em Lhant e é informado sobre a morte de Sophie e a adoção política de Hubert pela família Oswell, para garantir o futuro de Asbel como Senhor de Lhant. Assustado com a morte de Sophie e os acontecimentos políticos em casa, Asbel foge e se matricula na academia de cavaleiros de Barona.

    Graces foi lançado em 2009 no Wii e é o décimo segundo título da linha Original, apesar de ter recebido o codinome de “Tales of Ten” pelo Tales Studios, que descartam Legendia e Innocence da linha principal da série.

    O sistema de batalha usado para Tales of Graces é o Style Shift Linear Motion Battle System, ou SS-LMBS. Neste sistema, os personagens têm dois estilos de luta diferentes para escolher. As artes de cada estilo são definidas para os botões A e B no Wii, e o jogador pode alternar livremente entre os estilos na batalha. Os personagens também são capazes de desviar dos atques ao redor do inimigo, proporcionando dano reduzido e outros bônus se a ação de desvio for cronometrada corretamente. Na batalha, os jogadores atacam usando uma modificação do sistema Chain Capacity introduzido pela primeira vez com o remake para PlayStation 2 de Tales of Destiny. A corrida livre que se originou em Tales of the Abyss é renovada neste jogo, mas é limitada pela drenagem de CC enquanto está ativa.

    O jogo também foi portado para o PlayStation 3 sob o nome de Tales of Graces ƒ Lançado em 2 de dezembro de 2010, quase um ano após o lançamento original do Wii. O símbolo ƒ que é usado no título se refere à palavra "future", que enfatiza seu conteúdo pós-jogo adicionado nessa versão. O jogo inclui um arco de história adicional que ocorre seis meses após o final da história original e resolve os mistérios restantes do jogo. Outros conteúdos incluem novas cenas de história adicionais dentro da história original, gráficos de alta definição aprimorados, além de novos trajes para os personagens . Tales of Graces ƒ também adicionou o recurso Data Install para reduzir os tempos dos loadings dentro do jogo.

    2011 - Tales of Xillia (RPG of Unwavering Convictions)

    Em Setembro de 2011 chegava ao PS3 no Japão, Tales of Xillia.

    O jogo se passa em Rieze Maxia, um mundo onde humanos e monstros coexistem com espíritos. Os espíritos apóiam a civilização humana concedendo desejos, como a habilidade de canalizar mana como poder espiritual e, por sua vez, são protegidos por esses desejos. O mais poderoso desses espíritos é um ser chamado Maxwell, embora sua verdadeira natureza seja desconhecida. Em Rieze Maxia, existem dois principais países competindo pela supremacia. Rashugal é um império com uma longa história, cujo uso livre do poder do espírito concedeu-lhe majestade e prosperidade incríveis. Auj Oule é um país em desenvolvimento cujo poder deriva do controle de monstros e do poder de seus militares.

    Xilia possui um protagonismo dividido entre Jude Mathis um estudante de medicina de Fennmont, capital de Rushugal. E Millia Maxwell uma garota que clama ser a lorde dos espíritos, e o game apresenta ao jogador a possibilidade de selecionar entre os dois personagens. A escolha afeta certas cenas com alguns personagens, bem como os ambientes que o jogador irá encontrar. Xilia também é o primeiro jogo da série a ter uma câmera sobre o ombro, ao contrário da câmera top down dos jogos anteriores. O estilo de camera passaria a ser padrão nos games seguintes.

    Em vez dos sistemas de Level tradicionais usados nos outros jogos da série, os jogadores usam um sistema de Grid para subir de nível seus personagens gastando Pontos de Crescimento ou Growth Points (GP). GP é usado para aprimorar uma das seis estatísticas: força, vitalidade, inteligência, espírito, agilidade e destreza. A grade também contém nós com artes e habilidades entre as seis estatísticas principais. Os jogadores podem revelá-los conectando-se a nós adjacentes. Há uma flor adicional sob a grade, que cresce com base no nível da grade.

    O sistema de batalha é conhecido como Double-Raid Linear Motion Battle System (DR-LMBS), que envolve dois personagens se unindo em combate para máxima eficácia. O personagem controlado diretamente pelo jogador é conhecido como "Mestre", enquanto o parceiro de IA apóia o Mestre tomando ações como cercar o inimigo ou proteger o flanco traseiro do Mestre. Além disso, os dois personagens podem se unir e realizar poderosos ataques unificados chamados "Link Artes" preenchendo um medidor durante o "Link Mode" e, em seguida, executando certos movimentos de pré-requisito.

    2012 - Tales of Xillia 2 (Choices That Spin the Future RPG)

    Continuação direta de Tales of Xilia, se passando 1 ano após os eventos do game anterior

    Tales of Xillia 2 se passa em Elympios, que atualmente permanece em harmonia com Rieze Maxia. No entanto, devido às diferenças entre os dois mundos em cultura e termos de opinião, eles também permanecem em oposição. Elympios é um mundo altamente tecnológico onde os residentes vivem em prosperidade. Os residentes de Elympios continuam a temer o povo de Rieze Maxia, chamando-os de "monstros" devido à sua habilidade de usar Spirit Artes, que são raras em Elympios.

    Após os eventos de Xilia, uma grande soma de mana explode devido à destruição do cisma, uma barreira que separa Elympios e Rieze Maxia. A explosão faz com que os Orbs Lilium se sobrecarreguem com mana e parem de funcionar. No entanto, ao alimentar os orbes usando energia elemental por meio de um Spyrix que absorve mana, eles funcionam mais uma vez, embora de maneira diferente. Essas esferas são mais tarde chamadas de Orbs de Allium.

    Tales of Xillia 2 é apresentado em um apelo gráfico semelhante ao do primeiro game. No entanto, ao contrário de qualquer outro jogo Tales, durante as cenas, os jogadores são solicitados a realizar ações diferentes, que podem mudar o curso da história e também afetar o andamento da mesma.

    Tales of Xillia 2 usa o Cross Double-Raid Linear Motion Battle System (XDR-LMBS), uma variante do DR-LMBS. Este sistema de batalha também apresenta um novo sistema de "Mudança de Arma", semelhante ao sistema de Mudança de Estilo de Tales of Graces. Com os Weapon Shift, Ludger o protagonista é capaz de alternar entre três armas: lâminas duplas, uma marreta e armas duplas.

    Tales of Xillia 2 apresenta o Allium Orb em vez do Lilium Orb. Conforme o jogador avança na história, eles podem encontrar Minério Elemental que pode ser aplicado ao Orbe de Allium com o Extrator. O Allium Orb possui seis elementos: Luz, Terra, Água, Trevas, Vento e Fogo, e dependendo de qual Extrator está equipado, um elemento ganhará pontos do Minério Elemental que for recebido. Conforme um elemento ganha pontos, estatísticas, habilidades e artes são desbloqueadas.

    2015 - Tales of Zestiria (RPG of Passion that Illuminates the World)

    Lançado em 2015, Zestiria foi o primeiro jogo da série a ser lançado em versão Japonesa, Americana e Européia no mesmo ano, com poucos meses de diferença.

    É o décimo-quinto jogo da série principal e comemora os 20 anos da franquia.

    Tales of Zestiria se passa em um continente fictício chamado Glenwood. Glenwood é dividido entre dois países em guerra: O Reino de Hyland, que é governado por uma monarquia constitucional, e o Império de Rolance. Existindo independentemente estão várias guildas, que lucram prontamente com o conflito e abrangem várias profissões, desde o transporte até a manufatura de mercadorias e o assassinato. Por toda a terra, uma impureza conhecida como malevolência gerada pelas emoções negativas da humanidade transforma periodicamente os vivos, os mortos e até mesmo objetos inanimados em monstros chamados Hellions, que representam uma ameaça para o mundo.

    Junto com os humanos, uma das principais raças do mundo são os serafins, humanóides sobrenaturais e animais que só podem interagir com humanos que possuam ressonância suficiente neles. Embora antes fossem um povo abundante em Glenwood, os serafins se tornaram raros.

    As pessoas do mundo chamam aqueles que interagem com os serafins de pastores, e ambos são aclamados como salvadores e temidos por causa de seu poder. Os pastores freqüentemente aparecem em tempos de crise e fazem parte do folclore comum junto com os serafins. Os serafins também podem firmar contratos entre si, com uma figura dominante chamado Primeiro Lord e uma série de parceiros chamados Sub Lords, que atuam como suporte para eles. O jogo conta a história dos pastores durante a Era do Caos, quando os Hellions estão livres por toda Glenwood, atacando o campo e as cidades.

    Os dragões desempenham um papel importante tanto na tradição mundial quanto no arco principal da história, mas não seguem sua representação tradicional como seres do bem e do mal ou criaturas simbólicas; em vez disso, eles são na verdade serafins corrompidos pela malevolência.

    Zestiria foi o primeiro jogo da série a trazer um mundo aberto interconectado que pode ser explorado pelo jogador. Durante a exploração um personagem serafim específico é atribuído, o jogador pode executar comandos especiais: eles são, cortar obstáculos menores (todos os personagens), quebrar obstáculos grandes (Edna), temporariamente se protegenr da visão do inimigo (Mikleo ), acendendo luzes especiais em masmorras (Lailah) ou teletransportando-se através das lacunas (Dezel / Zaveid).

    Itens como roupas, armas, armaduras e itens padrão podem ser comprados e vendidos em lojas por toda Glenwood com um sistema de recompensa quanto mais o jogador compre itens. Durante a exploração, os jogadores visitam várias regiões sob o controle dos Lord of the Land, pequenos serem conhecidos como Normins, que exigem a proteção dos serafins. Garantir essa proteção dá ao jogador acesso a habilidades como o deslocamento entre pontos de salvamento por uma certa quantia em gald. Outras habilidades, incluindo várias habilidades e bônus desbloqueados ao completar certos objetivos na batalha e estabelecer contrato com mais Normins. O jogador pode aumentar esses benefícios aumentando a força da proteção por meio de batalhas na área. Os jogadores também podem descansar os personagens em estalagens, restaurando sua saúde e medidores mágicos.

    Tal como acontece com os títulos anteriores da série, Tales of Zestiria usa a marca registrada Linear Motion Battle System (LMBS). A variante usada no Zestiria é chamada de Fusionic Chain Linear Motion Battle System (FC-LMBS). Ao contrário das entradas anteriores da série, que apresentavam uma tela de batalha separada, as batalhas em campo aberto e ambientes como cidades e masmorras acontecem no mesmo espaço da exploração. A habilidade de luta dos personagens pode ser afetada pela topografia e características como lagos e rochas. Atacar os inimigos preventivamente também concede ao jogador uma vantagem durante a batalha. Como entradas anteriores na série, o LMBS incorpora habilidades especiais chamadas artes e por padrão uma arte-chain é limitada a quatro ataques, com o limite da arte-chain para a armadura sendo três ataques. Existem três categorias de artes: os personagens humanos se especializam em artes marciais e ocultas, enquanto os personagens serafins usam as artes marciais e seráficas. 

    2016 - Tales of Berseria (RPG of Discovering Your Own Reasons to Live)

    Tales of Berseria é o até então, mais recente game da linha principal de Tales of

    Berseria também é o primeiro jogo da série a ter uma protagonista exclusivamente feminina. Onde Velvet não divide o protagonismo com outros personagens.

    Berseria ocorre em um mundo conhecido como Desolation, especificamente no Império Sagrado de Midgand, um país poderoso que governa o arquipélago de um continente de Desolation. O mundo do jogo é compartilhado com Tales of Zestiria, embora esses eventos ocorram em um passado distante. Existem inúmeras ilhas ao redor, e o governo de Midgand atravessa até os mares. As áreas de terra e ilhas no jogo são divididas em territórios. Junto com os humanos, uma das outras raças principais são os malakim, espíritos sobrenaturais cujas vontades são seladas, e usados por humanos como escravos para utilizar suas habilidades mágicas após serem tornadas visíveis devido ao Advento, um incidente que ocorreu três anos antes da fuga de Velvet Crowe da ilha prisão de Titânia.

    Em todo o império, uma doença conhecida como Daemonblight faz com que os infectados percam sua humanidade e senso de racionalidade e se transformem em monstros conhecidos como Daemons, que representam uma ameaça para o mundo. Junto com os governantes do Império Sagrado de Midgand existe uma ordem teocrática conhecida como Abadia, que são de grande importância política e religiosa e são influentes nos assuntos imperiais. Os exorcistas, soldados da Abadia, têm a tarefa de trazer a paz e a ordem, purgando o mundo dos Daemons e estão dispostos a ir a extremos para alcançar seu objetivo.

    Alguns novos recursos foram adicionados ao jogo. Os primeiros são itens chamados de "potentites", que concedem efeitos e habilidades adicionais durante a batalha. Um recurso chamado "Code Red Daemon Hunting" também foi introduzido, no qual o jogador luta com daemons chamados "Code Red" espalhados pelo mundo para ganhar itens poderosos como potentites como recompensa; um jogador pode encontrar um Code Red mesmo sem falar primeiro com o entregador da missão. Outro recurso é chamado de "Inimigos errantes".

    Se um jogador atender a uma determinada condição em batalha, um daemon específico aparecerá, sendo mais perigoso que um Code Red, aparecendo em múltiplos e se tornando invencível por um período limitado de tempo, o que requer planos de batalha estratégicos.

    Seguindo Tales of Zestiria, o jogo faz uso do Katz. Ao longo do jogo, existem chamas opacas chamadas "Katz Spirits" que podem ser recolhidas e, com o suficiente delas, permitem ao jogador abrir as "Katz Boxes", que são baús especiais com equipamentos e acessórios espalhados pelo continente. Uma nova forma de transporte chamada geoboard, uma versão terrestre dos Rheairds de Phantasia e Symphonia também foi adicionada.

    Berseria trouxe o Liberation-LMBS, tornando o free run padrão nos combates sem a necessidade de ser ativado, assim como total rotação da camera, e a possiblidade de atribuir diversas artes para os botões de ataque XYBA.

    O número de artes que podem ser executadas em uma única seqüência depende do medidor de alma (Soul Gauge, SG) do personagem. Cada batalha começa com 3 SG, enquanto derrotar um inimigo concede mais uma unidade SG. Uma vez que o medidor de alma encher, ele permitirá que um personagem use seu Break Soul (BS), o que permite que ele exceda o limite superior de artes em um combo e invoque um efeito especial.

    Ao usar Break Soul, o jogador pode exceder o limite superior de artes executáveis em um combo, e cada personagem pode usar sua ação especial única. Essas ações especiais são totalmente diferentes, dependendo do personagem. O jogador pode introduzir mais escolhas e aplicar maior estratégia de jogo trocando o personagem controlado durante a batalha para reagir ao inimigo e à situação.

    Além disso, uma mecânica de jogo chamada Switch Blast pode ser executada consumindo Souls. Switch Blast permite que um personagem controlado troque por um personagem que não está no campo de batalha. A troca resultará no personagem invocado realizando uma arte especial. Antes de mudar uma vez, o sub-personagem invocado terá mais uma Alma. Cada personagem tem sua própria técnica Switch Blast única que pode ser ligada em combos.

    -

    ? - Tales of Arise

    Poucos detalhes ainda são conhecidos sobre Arise, o game foi adiado do lançamento de 2020 para uma data ainda não determinada, um dos principais motivos foi a pandemia do Covid-19 que forçou o afastamento de membros do estúdio num período de produção onde era essencial a colaboração de todos. Pouco também se sabe a respeito do plot do jogo a não ser o abaixo.

    Os habitantes do planeta Dahna sempre reverenciaram Rena, o planeta no céu, como uma terra dos justos e divinos. No entanto, as histórias transmitidas através das gerações distorceram a verdade para o povo de Dahna. Rena governou Dahna nos últimos 300 anos, pilhando o mundo sob seus recursos e seu povo de sua dignidade e liberdade

    O pouco gameplay de Arise mostrado pegou muitos fãs de surpresa, mostrando um combate em terceira pessoa quase como que em Monster Hunter, mas tudo ainda é muito cru para se tirar conclusões a respeito dos sistemas de gameplay do jogo.

    -

    Aí está !

    Obrigado a todos que leram, apontem erros para que eu possa corrigir também ^^

    E até a próxima o/

    Tales of Phantasia

    Platform: SNES
    1006 Players
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    68
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      artigos · about 1 month ago · 5 pontos

      Parabéns! Seu livro - ops - artigo virou destaque!

      2 replies
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      gustavohawke · about 1 month ago · 3 pontos

      Caramba, quanto conteúdo!
      Tales of tá entre minhas séries favoritas de todos os tempos. Gosto muito de como eles mantiveram o jeitão clássico em meio a tanta preguiça, quero dizer, inovação que outras séries se deixaram levar.

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      noblenexus · 29 days ago · 3 pontos

      teremos que usar um sistema de referencia bíblico pelo tamanho do texto 'Em Tales 23:16 diz...' srrsrs

      1 reply
  • gustavohawke Gustavo Berger
    2020-10-19 01:58:07 -0200 Thumb picture
    gustavohawke checked-in to:
    Post by gustavohawke: <p>Que jogaço esse Soul Sacrifice Delta, zerei pe
    Soul Sacrifice Delta

    Platform: Playstation Vita
    157 Players
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    Que jogaço esse Soul Sacrifice Delta, zerei pela segunda vez e agora irei tentar platinar. Um dos melhores se não o melhor clone de Monster Hunter ja feito. Com certeza um dos melhores jogos da biblioteca do PSVita.

    --SCREENSHOTS COM SPOILERS--

    .

    .

    12
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2020-05-08 13:35:23 -0300 Thumb picture
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    Scarlet Nexus com versões também para PS4, PS5 e PC

    A Bandai Namco confirmou o lançamento para PS4, PS5 e PC via Steam de Scarlet Nexus seu próximo Action RPG

    O jogo não tem data de lançamento mas estão confirmadas legendas em PT-BR, Inglês e Espanhol, além de Audio Inglês e Japonês

    Scarlet Nexus é um Action RPG feito por ex-integrantes do time de Tales of, incluindo membros de Tales of Vesperia, Xilia e Graces

    O jogo foi anunciado para o novo Series X e também XBOX One, durante o ultimo Inside XBOX

    31
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      manoelnsn · 7 months ago · 1 ponto

      Parece Code Véio, só que menos edgy

      1 reply
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      speedhunter · 7 months ago · 1 ponto

      Se for na mesma pegada de Code Vein, passo longe.

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      jvhazuki · 7 months ago · 1 ponto

      Tenho interesses, aliás foi uma das poucas coisas que realmente apreciei no Inside Xbox. Seria legal contudo ver a Microsoft investindo no desenvolvimento de JRPGs como na época do 360 e, quem sabe, vermos continuações de Lost Odyssey e Blue Dragon por exemplo.

  • gustavohawke Gustavo Berger
    2020-05-07 23:47:15 -0300 Thumb picture
    gustavohawke checked-in to:
    Post by gustavohawke: <p>Dragovian Trials e o Ultimate Dragon concluidos!
    Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King

    Platform: Nintendo 3DS
    144 Players
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    Dragovian Trials e o Ultimate Dragon concluidos! Agora falta a dungeon exclusiva do 3DS, que é os chefões do jogo em versão tunada.

    ---Leves "spoilers" da Dungeon do post-game ----

    14
  • gustavohawke Gustavo Berger
    2020-05-06 22:20:42 -0300 Thumb picture
    gustavohawke checked-in to:
    Post by gustavohawke: <p>Todos Dragovian Equipment conquistados hehe</p><
    Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King

    Platform: Nintendo 3DS
    144 Players
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    Todos Dragovian Equipment conquistados hehe

    Ainda faltam dois dragões (me mataram com um hit, acreditem) e a post dungeon com todos chefes do jogo em sua versão bufada exclusiva do 3DS.

    14
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      rax · 7 months ago · 2 pontos

      Tu tá gostado mesmo desse jogo heim?

      4 replies
  • gustavohawke Gustavo Berger
    2020-05-05 23:51:29 -0300 Thumb picture
    gustavohawke checked-in to:
    Post by gustavohawke: <p>Ficando Boladão nos equipamentos</p><p>#img#[705
    Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King

    Platform: Nintendo 3DS
    144 Players
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    Ficando Boladão nos equipamentos

    Fazendo o post-game, procurando equips melhores, coisas que a gente faz em jogos que a gente honestamente não gostaria que acabassem.

    19
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      _gustavo · 7 months ago · 2 pontos

      Dedicação total ^^. Queria o VIII no PC oficialmente, quem sabe a Square não se mexe kkk

  • gustavohawke Gustavo Berger
    2020-04-29 00:13:48 -0300 Thumb picture
    gustavohawke checked-in to:
    Post by gustavohawke: <p>Zereei! o/ <strong>[Imagem com Spoilers]</strong
    Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King

    Platform: Nintendo 3DS
    144 Players
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    Zereei! o/ [Imagem com Spoilers]

    53  horas de jogo, personagem principal no level 55

    Pretendo fazer os extras e tudo mais, mas acho que vou jogar Bravely Default, que tá na minha lista.

    Jogaço, final espetacular, provavelmente o melhor Jrpg do 3DS.

    18
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      jcelove · 7 months ago · 3 pontos

      Ae parabéns! Pior que depois do final tem outro final, mas eu nunca consegui pq o grind no ps2 é cruel nesse post game.hehe

      Assim, é um excelente rpg, diria que melhor DQ até o XI, mas o 3ds tem uns rpgs exclusivos que merecem mais o título. Bravely seria um candidato se terminasse no cap 4.XD

      9 replies
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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2020-04-24 09:43:27 -0300 Thumb picture
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    Então....vamos falar de YS !

    Medium 3793102 featured image

    Olá meus amigos e amigas, tudo bem com vocês ??

    Pois bem, faz tempo que eu não faço textão por aqui né, então resolvi redigir esse artigo para comentar um pouco sobre uma série que é, ao mesmo tempo, conhecida e desconhecida por muita gente. Se você é RPGzeiro certamente já ouviu falar de YS, mas se nunca deu uma chance pra série e nem sabe por onde começar...

    Vem comigo !!

    Primeiro numa breve introdução, a série Ys surgiu em Junho de 1987 pelas mãos da Nihon Falcom e de Masaya Hashimoto (diretor, programador e designer) além do roteirista Tomoyoshi Miyazaki , sendo portanto alguns meses mais velha do que Final Fantasy, o primeiro jogo, Ys I Ancient Ys Vanished foi lançado para o PC-8801 da NEC, mas a série até este ano de 2020 passou por vários consoles e pcs domésticos e vamos falar um pouco de cada um deles separando os games pela ordem de lançamento.

    Começando

    Pelo começo claro =D

    1987 - Ys I : Ancient Ys Vanished - PC-8801, Sharp X1, PC-9801, FM-7, MSX2 (1987), Famicom, Master System (1988), MS-DOS, Apple IIGS (1989), Sharp X68000 (1991)

    O primeiro game da série YS conta as aventuras de Adol Christin um guerreiro viajante que está sempre no lugar certo e na hora certa para ajudar. Ele chega até a cidade de Minea e logo é invocado pela vidente Sara que conta a Adol que a terra de Esteria está rodeada por um grande mal adormecido e que a lenda antiga fala de um espadachim forasteiro que chegará até a cidade para salvar o mundo. É revelado que Adol deve buscar por 6 livros com inscrições feitas por sábios da antiga terra de YS, Sara entrega a Adol um cristal para identificação dos livros e aconselha Adol a procurar sua tia em Zepik Village.

    O gameplay de Ys apresenta uma câmera “top-down” onde o jogador tem a visão de cima do mapa, aqui o jogo conta com um sistema de ataque direcional, não existe exatamente um botão de ataque e o jogador deve posicionar Adol para que sua espada bata contra os inimigos causando dano.

    Ys também apresentou um sistema onde a vida do jogador recarrega lentamente caso você deixe Adol parado sem inimigos por perto, esse sistema foi herdado de Dragon Slayer, outro game da Falcom , pai da série Legend of Heroes, que por sua vez, pegou “emprestado” o sistema da série Hydlide.

    A versão de 1991 do Sharp X68000 foi uma das primeiras a usar um primitivo 3d pré-renderizado no sprite de alguns bosses.

    (Obrigado ao @luchta pelo link do OVA,  é possível acompanhar toda a primeira e segunda temporada legendada em PT-BR no canal acima do N.Dias)

    -

    1988 - Ys II : Ancient Ys Vanished - The Final Chapter - PC-8801, PC-9801, FM-7, Sharp X1, MSX2 (1988) , Famicon (1990), MS-DOS (1994)

    Continuação direta do game anterior, Adol é transportado para a terra flutuante de Ys onde uma garota chamada Lilia encontra-o desacordado e o leva para sua casa em Lance Village, após acordar, Adol resolve encontrar os livros que foram perdidos e entrar na torre de Darm.

    O game usa o mesmo gameplay do anterior e o sistema de “trombar” os inimigos, com a novidade sendo o uso de magias, necessárias para derrotar dois chefes do jogo.

    A versão do MS-DOS de 1994 contava com o anime Ys II Castle in the Heavens, além de alguns conteúdos extras, ausentes nos outros ports.

    -

    1989 - Ys III : The Wanderers from Ys - PC-8801, PC-9801, MSX2 (1989) , Sharp X68000 (1990), TurboGraphx-CD (1991), SNES (1991 e em inglês em 1992), Famicom (1991), Sega Genesis (1991) , PS2 (2005)

    Se passando 3 anos após o final de Ys II, Adol e seu amigo Dogi encontram uma cartomante que recomenda Dogi a voltar para Redmont sua cidade natal. No caminho Adol salva uma garota, Elena Stoddard, de um ataque de lobos para descobrir que ela é amiga de infância de Dogi, lá eles descobrem que os moradores de Redmont estão sendo atacados por homens estacionados no castelo de Valenstein. Adol então sempre pronto decide ficar em Redmont para ajudar os moradores.

    Ys III abandonou o estilo de câmera top-down sendo um side-scroller, o ataque automático também foi removido e agora o jogador tem um botão para ataques e outros para magias, que retornaram de Ys I e II, mas agora em forma de anéis, o MP também foi remodelado para Ring Power, mas, tem a mesma função.

    As versões de TurboGrafx-CD, SNES, e Mega (Genesis) receberam lançamento oficial em inglês. As versões do Famicon e do MSX2 ficaram só no Japão mas receberam traduções fan-made. Em 2005, licenciada pela Falcom, a Taito lançou um remake do YS III original no PS2, essa versão ficou só no Japão também.

    -

    1989 - Ys I & II - TurboGraphx-CD (1989/1990) PC Windows (1997 como Complete, 2001 como Chronicles, 2009 no Japão (Complete e Chronicles juntos numa só versão ) e 2013 em inglês), PS2 (2003), Nintendo DS (2008/2009) , PSP (2009/2011), Android&Ios (2015)

    A idéia inicial de Hashimoto e Miyazaki era de que Ys I e II seriam apenas um único jogo, mas de última hora decidiram dividi-los em duas partes. Em 1989 um remake de YS I & II foi lançado no Turbographx-CD, o jogo foi um dos primeiros games em CD-ROM a trazer cutscenes animadas, gráficos melhorados, dublagem e um cd extra com a soundtrack de ambos os games.

    Gameplay e história de ambos os games se mantiveram inalteradas.

    Com o lançamento em 1990 foi a primeira vez que YS II teve um lançamento em inglês, mas a única versão stand-alone dele é a de Android e Ios lançada em 2015, todas as outras só podem ser encontradas no pacote junto com o primeiro jogo.

    A versão de PC lançada a primeira vez em 1997 chamada de Ys Eternal continha vídeos em FMV e gráficos melhorados, em 2001 Ys I & II Complete foi lançada no Japão, em 2013 o PC recebeu Ys I & II Chronicles Plus, a atual versão vendida para o PC na Steam e GOG.

    Ys I & II: Eternal Story , lançado em 2003 no PS2 Japonês, baseado na versão complete do PC de 2001 ainda continha personagens extras na trama.

    A versão do DS foi lançada em 2008 no Japão com os games separados e depois juntos com o nome de Ys DS / Ys II DS Special Box, em 2009 chega Legacy of Ys: Books I & II, a versão em inglês do DS conta com gráficos remasterizados em 3D, som baseado na versão Eternal, e multiplayer para até 4 jogadores, as primeiras tiragens do DS ainda vinham com um cd de soundtrack de ambos os games.

    O PSP recebeu Ys I & II Chronicles em 2009, baseado na versão 2001 Complete do PC, em 2011 a XSeed localizou o game para inglês, quando o jogador inicia um novo jogo ele pode escolher entre jogar a versão de 2001 ou uma com novos portraits de personagens feitos exclusivamente para a versão PSP, além de escolher a soundtrack original do PC-8801, a do PC de 2001, ou um re-arrange exclusivo da versão PSP.

    -

    1993 - Ys IV : Mask of the Sun - Super Famicom(1993), PS2 (2005), Mobile (2006) e Ys IV: The Dawn of Ys - PC Engine CD-Rom (1993)

    Em 1993 duas versões de YS IV chegaram ao mercado

    Após concluir os trabalhos com Ys III, Hashimoto e Miyazaki saíram da Falcom e fundaram a Quintet (de ActRaiser, Illusion of Gaia e até prestou serviços para a SEGA em Shenmue). Assim a Falcom licenciou a Tonkin House que havia trabalho no port de YS III para o Super Nintendo. de produzir Ys IV: Mask of the Sun no Super Famicom e também a Hudson Soft para produzir Ys IV: The Dawn of Ys para o PC Engine CD-Rom.

    Em Mask of the Sun, que é considerado o cânone de Ys IV (sem contar os remakes que falaremos pra frente), após os eventos de YS II , Adol parte para a terra longínqua de Celceta depois de um convite misterioso

    Em Dawn of Ys da Hudson, vemos Adol voltando para Minea a cidade do primeiro jogo, para rever alguns amigos antes de partir para Celceta. Ambos games compartilham do mesmo plot, cast de personagens e elementos chave, porém Dawn of Ys possuí inimigos diferentes e outros eventos antes dos ocorridos em Mask of the Sun.

    O gameplay voltou a sistema top-down de Ys I e II, incluindo o sistema de trombar com inimigos para matá-los, as magias foram retrabalhadas e agora Adol equipa espadas de vários elementos diferentes para usá-las.

    Em 2005 a Taito, assim como fez com Ys III, portou Mask of the Sun, com o sufixo ~A New Theory, para o PS2. Também atualizando os gráficos do game

    O grupo de fãs Aeon Aegis lançou um patch de tradução para a versão do Snes

    -

    1996 - Ys V: Lost Kefin, Kingdom of Sand - Super Famicom (1995/1996) PS2 (2006)

    Em YS V, Adol resolve investigar o desaparecimento misterioso de uma cidade inteira chama Kefin no meio do deserto.

    O Quinto jogo é o único jogo da série clássica sem nenhuma localização ou remake oficial até hoje. Ele foi lançado originalmente para o Super Famicom em 1995 e no ano seguinte, em 1996 uma reedição com o sufixo Expert foi lançada, essa versão de 96 continha uma dificuldade a mais.

    Em 2013 o grupo Aeon Genesis também lançou uma tradução fan-made da versão do Super Famicom de YS V Expert.

    Novamente em 2006, a Taito remasterizou Ys V para o PS2, porém o jogo também ficou apenas no Japão.

    O gameplay de YS V mantém a camêra top-down que agora se tornaria padrão na série, ele retira o sistema de trombar com inimigos, e troca pelo de ataque padrão, além disso foram dados movimentos de pulo e defesa para Adol. O Sistema de magias foi novamente refeito, agora Adol precisa carregá-las antes de disparar.

    -

    2003 - Ys VI: The Ark of Napishtim - PC (2003/2015), PS2 (2005), Mobile (2005), PSP (2006)

    7 ano de hiato trouxeram Ys VI com uma engine nova, dando mais liberdade ao jogador ao controlar Adol, com sprites pré-renderizados em 3D (na versão do PS2 o game é todo renderizado em 3D) e bosses todos em 3D.

    A História começa com o navio onde Adol viajava sendo atacado pela frota de Romun, forçados a navegar por águas desconhecidas, o navio acaba sendo pego numa forte tempestade, enquanto tentava socorrer um companheiro de viagem, Adol é arremessado do navio e arrastado até a costa da ilha de Canaan. Ele é encontrado desacordado pelas sobrinhas do chefe da vila de Rehda, Olha e Isha filha de Rehda que faleceu enquanto lutava contra uma entidade conhecida como “Wandering Calamity”.

    A primeira tiragem do game foi lançada de forma limitada no Japão para o PC, depois das vendas a Falcom relançou o game no mesmo ano com adições como um modo Time Attack onde os jogadores enfrentam os bosses do jogo em ordem e duas novas dificuldades, porém a Falcom nunca lançou um patch que adicionasse as novidades para os compradores da primeira versão.

    Em 2005 a Konami portou o game para o PS2, esse foi o primeiro lançamento de um game da série em inglês desde Ys IIII. A versão da Konami veio com diversas mudanças e melhorias, como a possibilidade de escolher idioma de dublagem (incluindo npcs), e várias novas áreas opcionais conhecidas como “Alma’s Trials”. Adicionou também sequências de FMV, e alterou todos os sprites para polígonos em 3D, o que possibilitava mudar a aparência de Adol conforme sua armadura equipada. Entretanto a Konami removeu o sangue e o gore do jogo para que ele não recebesse uma classificação muito alta dos órgãos regulamentadores.

    Em 2006 a Konami novamente, lançou a versão do PSP, sem muitas das melhorias feitas no PS2, mas mantendo a remoção do sangue e do gore. Mas a versão do PSP recebeu uma galeria de imagens e novas quests.

    A versão mais recente completa de YS VI é a lançada em 2015 no PC, via Steam e GOG.

    2005 - YS : The Oath in Felghana - Windows PC (2005/2012), PSP (2010/2011)

    Ys The Oath in Felghana é o primeiro remake da nossa lista. Expandindo a história e se tornando o cânone de Ys III.

    O enredo do jogo é o mesmo de Ys III The Wanderers from Ys, mas Oath in Felghana apresenta alguns novos mapas e personagens dando mais profundidade a trama.

    O gameplay, agora consolidado em YS VI, se manteve o mesmo, porém melhorias foram feitas, para que o foco fique na ação e não no gerenciamento de itens e equipamentos. Os itens de cura e de aumento de status não são mais carregados e equipados pelo jogador, e sim dropados de inimigos na forma de pedras que quando coletadas aumentam uma barra dando mais ataque, experiência ou pontos de defesa, cabe ao jogador manter o ritmo dos combates para que o medidor não esvazie.

    O jogo foi lançado em 2005 no PC , e recebeu um port em 2010 para o PSP, a XSeed lançou o game no ocidente para o PSP no mesmo ano, para baratear o custo de uma tradução, ela comprou e melhorou uma tradução de fãs que havia sido lançada para a versão do Windows. Em 2012 foi a vez da XSeed trazer a tradução para os PCs, acrescentando conquistas e leaderboards, Em Fevereiro de 2020 a XSeed lançou um patch que adicionou na versão Steam e GOG, a dublagem em inglês que só existia no PSP, além de incluir como bônus a opção de escolher a soundtrack original de YS III do PC-8801 ou do Sharp X68000.

    2006 - Ys Strategy - Nintendo DS (2006)

    O primeiro Spin-Off da nossa lista é solenemente ignorado por boa parte da fan-base da franquia. O game de estratégia em tempo real foi produzido pela Future Creates e publicado pela Marvelous no Japão e pela Rising Star na Europa e Austrália, saiu exclusivamente para o DS.

    2006 - Ys Origin - Windows PC (2006/2012) , PS4 (2017), PS Vita (2017), XBOX One (2018)

    Enquanto a catástrofe Ys Strategy era lançada por outra empresa, a Falcom lançava Ys Origin para o PC em 2006.

    O game é um prequel direto de Ys I, como o título sugere e conta a história das Deusas gêmeas Reah e Feena e o surgimento da Torre de Darm...

    Era uma vez uma terra extremamente próspera chamada Ys, governada pelas deusas gêmeas Reah e Feena e seus seis retentores sacerdotais. Era um verdadeiro paraíso, com todos os seus residentes capazes de realizar milagres à vontade através do uso de magia - um poder concedido a eles por um artefato sagrado conhecido como Black Pearl. Um dia, sem aviso prévio, enormes demônios marcharam sobre a terra, trazendo morte e devastação. Seu número e força eram demais para os cavaleiros e feiticeiros de Ys lidar, então as pessoas procuraram abrigo dentro de seu templo mais sagrados, no topo da montanha mais alta. Em uma tentativa desesperada de manter essas pessoas seguras, as Deusas gêmeas usaram o poder da Pérola Negra para arrancar este templo do chão e elevá-lo aos céus, longe da ameaça crescente abaixo.

    Os demônios foram determinados, no entanto. Eles ergueram uma torre enorme a partir da qual foram lançados mais ataques, trazendo a batalha aos céus. Uma guerra total havia começado, com forças concentradas no Santuário de Salomão acima e na Torre do Diabo abaixo. E foi no meio desse caos que as deusas gêmeas desapareceram no calar da noite. Ninguém foi informado sobre sua partida - nem mesmo os Seis Sacerdotes que os serviram. Parecia claro que eles voltaram à superfície, mas ninguém sabia exatamente o porquê. Só uma coisa era certa: sem as deusas, Ys não poderia sobreviver. Com a intenção de encontrar suas divindades desaparecidas, os Seis Sacerdotes organizaram um grupo de busca dos cavaleiros e feiticeiros de elite do país. A esses soldados foi dada uma única missão: garantir a segurança de Reah e Feena e trazê-las de volta ao Templo de Salomão, Mas nos restos desolados e arruinados de Ys, há apenas um lugar para onde eles poderiam ter ido ... a própria Torre do Diabo.

    Ys Origin utiliza o mesmo motor e gameplay de Oath in Felghana, dessa vez temos três protagonistas diferentes. Yunica Tovah uma aprendiz de cavaleiro filha do comandante morto em combate Saul Tovah, Hugo Fact um feiticeiro da casa Fact poderoso com magias, e Toal Fact irmão de Hugo, antes um honrado cavaleiro, corrompido pelas forças demoníacas.

    O jogador só libera o verdadeiro final após terminar o game com Toal, para isso ele deve passar pela história de Yunica ou Hugo antes, todas apresentam complementação uma para a outra.

    Ys Origin foi lançado no PC em 2006 para o Windows XP, usuários que compraram a primeira tiragem de lançamento puderam então pedir um disco bonus adicional que trazia duas novas dificuldades, além de modos Arena e Time Attack, a possibilidade de jogar com Adol nesses modos, além de novas versões para os três protagonistas. Foram lançadas 3 edições de upgrade do game, uma para Windows Vista, mais tarde para o Windows 7 e novamente para o Windows 8 no Japão. Em 2012 a XSeed lançou em inglês na Steam o game com todo o conteúdo, além de conquistas, suporte a widescreen e salvamento em nuvem, também foram lançadas versões para o GOG e Humble Store.

    Em 2017 foi a vez da DotEmu lançar o game no PS4 e PS Vita, a versão é a mesma da XSeed de 2012. E em 2018 essa versão também foi lançada para o XBOX One, sendo o primeiro jogo da série a pintar no console da Microsoft.

    2009 -YS Seven - PSP (2009/2010/2013), PC Windows (2012/2017)

    Adol e Dogi chegam ao reino de Altago na busca por novas aventuras. Enquanto exploram a cidade, eles enfrentam problemas tentando salvar duas irmãs que estavam sendo perseguidas pelos Cavaleiros da força do exército de Altago. Eles são jogados na prisão, mas graças à sua reputação de aventureiros, eles recebem um pedido do rei para ajudá-lo a investigar alguns terremotos estranhos que vinham acontecendo recentemente, pois seus homens não foram capazes de encontrar nada. No caminho, eles descobrem que os Cinco Dragões estão despertando mais uma vez para evitar uma grande catástrofe, emprestando seu poder a Adol para ajudar a pará-lo.

    Ys Seven apresentou a nova, e atual, gameplay da série.

    Nos games anteriores os jogadores tinham que alternar entre armas elementais ou tipos de magias para causar danos a monstros e chefes. Em Ys Seven os tipos de armas são usados para determinar se o dano é aprimorado ou minimizado. Armas cortantes causam dano aprimorado a inimigos moles. Armas de ataque causam dano aprimorado a inimigos duros e blindados. Armas perfurantes causam dano aprimorado a inimigos voadores, inimigos leves e / ou inimigos ágeis. Se um inimigo que não seja um chefe tem uma fraqueza contra um tipo de arma, ele sofrerá uma quantidade insignificante de dano ou nenhum dano de ataques que não correspondam a essa fraqueza. Também existem inimigos que não são fracos ou fortes contra nenhum tipo de arma; portanto, todas as armas causarão quantidades normais de dano de qualquer tipo de arma.

    Ys Seven também introduziu o sistema de party a série. Enquanto um personagem é controlado pelo jogador os outros dois membros são controlados pela IA e é possível definir como eles atacam. Todos os personagens jogáveis, exceto Adol, devem usar armas que se encaixam em um tipo de dano atribuído a esse personagem, enquanto Adol pode usar espadas que geralmente são atribuídas a qualquer um dos três tipos de armas. Por exemplo, Dogi só pode usar armas de soco, que causam danos significativos nos inimigos mais duros.

    Derrotar inimigos com o ataque a qual eles são fracos, rendem pontos de SP, que permitem ao jogador usar as novas habilidades de cada personagem; As habilidades são ensinadas usando armas diferentes e permanentemente aprendidas atingindo um certo nível de proficiência naquela Skill, permitindo que a habilidade seja usada com qualquer arma que o personagem use. O uso adicional de uma habilidade permite que o usuário a aprimore. Há também um medidor extra que, quando preenchido, permite que o personagem realize um super ataque.

    Também foi adicionado sistemas de esquiva e bloqueios perfeitos, que quando realizados no tempo certo podem atordoar inimigos, ou deixá-los em câmera lenta por alguns segundos

    O game foi lançado em 2009 no PSP Japonês, depois em 2010 em inglês na América e Europa e em 2013 na Austrália. Nesse meio tempo em 2012 a China recebeu uma versão de PC e em 2017 a XSeed lançou na Steam a versão em inglês.

    2010 - Ys vs Sora no Kiseki ~Alternative Saga - PSP (2010)

    Nosso segundo e último spin-off da lista, dessa vez produzido pela própria Falcom e lançado exclusivamente para o PSP Japonês em 2010.

    O game é um Crossover Fighter, com câmera top-down e mistura personagens das séries da Falcom, especialmente Ys e Trails in the Sky, mas também estão presentes personagens como Jurio e Cris the Legend of Heroes II Prophecy of the Moonlight Witch, Dela de Brandish e Gurumin da série homônima como support characters.

    O game tem um modo história com 5 dificuldades e podem ser jogador em até 4 pessoas, cooperativa ou competitivamente.

    2012 - Ys: Memories of Celceta - PS Vita (2012/2013/2014), PC Windows (2015/2018), PS4 (2019/2020) 

    Em Celceta, temos Adol chegando a cidade de Casnan com aminésia por motivos deconhecidos, ele logo encontra Duren, um informante que diz conhecer Adol de longa data. Após eventos iniciais, sabendo da chegada de Adol na cidade, a General Griselda, governante da cidade, contrata Adol e Duren para que ambos mapeiem a floresta de Celceta que rodeia a cidade de Casnan.

    Enquanto tentam recuperar as memórias de Adol, os dois aventureiros encontram muitos aliados e inimigos durante a aventura.

    Celceta utiliza a mesma gameplay de Ys Seven com refinamentos aqui e ali.

    Lançado originalmente em 2012 no Vita Japonês, Memories of Celceta é o remake cânone de Ys IV Mask of the Sun. O jogo depois doi lançado em inglês para o Vita em 2013 e em 2014 na Europa e Austrália, a versão do PC foi lançada na China em 2015 e em 2018 na versão americana da Steam, foi o ultimo port de Ys até então, feito pela XSeed.

    O jogo chegou em Japonês ao PS4 em 2019. E tem data de lançamento em inglês para o dia 15 de Maio.

    2016 - Ys VIII: Lacrimosa of Dana - PS Vita (2016/2017), PS4 (2017), PC Windows (2018), Nintendo Switch (2018), Ios (2020)

    Adol está em um navio de passageiros chamado Lombardia indo de Xandria para o continente da Erésia. No entanto, o navio é atacado nos arquipélagos do mar de Gaete por uma criatura gigante e afunda, e quando Adol acorda, ele percebe que desembarcou na costa de uma ilha amaldiçoada conhecida como Ilha de Seiren. Em sua busca por outros sobreviventes, ele se une à nobre Laxia von Roswell e ao pescador Sahad Nautilus para ajudar seus colegas náufragos a sobreviver e encontrar uma maneira de sair da ilha. Ao mesmo tempo, ele quer descobrir o que está por trás de seus sonhos sobre Dana Iclucia, uma garota misteriosa de uma era pré-histórica que aparentemente tem uma conexão com a ilha de Seiren e o destino de Adol.

    A equipe de Adol é logo expandida para incluir Hummel Trabaldo, um transportador que era passageiro na Lombardia, e Ricotta Beldine, moradora da Ilha de Seiren. Enquanto explora a ilha por náufragos adicionais, Laxia observa que as criaturas da ilha são diferentes de tudo o que é conhecido no mundo exterior. Citando a pesquisa acadêmica de seu pai, ela conclui que os monstros são um grupo extinto de animais conhecido como Primordiais. Outras explorações no norte da ilha levam o grupo às ruínas de uma civilização antiga conhecida como Eternia, cujos moradores possuíam um poder conhecido como Essência. É aqui que a party descobre Dana, acordando de um sono profundo, dizendo ao grupo que ela é a última dos eternos, mas não sabe por que, nem por que ela está viva na era atual, pois sofre de amnésia.

    O Gameplay de praxe se manteve o mesmo de Seven e Celceta, com a adição do Break um novo recurso que gira em torno de acertar inimigos com um ataque de seu atributo de fraqueza, fazendo com que eles entrem no status Break. Quando no status de quebra, o inimigo fica fraco contra todos os três atributos (Slash, Hit e Shoot). Além disso, o status Break pode fazer com que os monstros dropem itens raros e também derrube inimigos voadores, entre outros bônus.

    Ys VIII foi lançado originalmente em 2016 no Vita para o Japão e um ano depois em inglês e também na versão PS4 (Japonês e Inglês). Em 2018 o game foi lançado na Steam para PC e também no Nintendo Switch, Ys VIII foi o retorno dos games da série principal aos consoles da Nintendo, o último havia sido Ys I & II em 2009 no DS

    A localização em inglês que dessa vez ficou a cargo da Nis America, sofreu inúmeros atrasos e mesmo depois disso teve sérios problemas de textos mal traduzidos e problemas de desempenho, a empresa corrigiu quase todos os problemas originais do game apenas esse ano de 2020.

    2019 - Ys IX: Monstrum Nox - PS4 (2019)

    Ys IX: Monstrum Nox ocorre em Balduq, nordeste de Esteria, na região de Gllia, sob o controle de Romun. Balduq é conhecida como 'a cidade prisional' por suas grandes instalações prisionais dentro da cidade e sua arquitetura com muros altos como resultado de ser construída sobre a era fortificada. Além disso, a cidade é um importante elo de transporte na região, resultando em uma grande variedade de pousadas, bares e centros comerciais. Nos anos mais recentes, instalações públicas como teatros e banhos também estão começando a ser desenvolvidas.

    Nos últimos anos, rumores de seres chamados "Monstrum" começaram a aparecer, criando uma enorme confusão com seus moradores. Diz-se que os Monstrum possuem habilidades sobrenaturais únicas, algumas delas parecem ajudar os pobres e desamparados, outras são foras-da-lei e não são boas. Ditos rumores resultam nos aldeões ficando assustados e desconfiados deles.

    A prisão de Balduq, localizada na periferia da cidade, supostamente é a maior prisão do império Romun. Originalmente, era uma fortaleza construída para proteger a fronteira de Romun, e mais recentemente foi reaproveitada como uma prisão. Apresentando apenas uma entrada através de uma ponte levadiça e cercado por paredes rochosas íngremes e fossos profundos, é considerado inevitável. Os habitantes da cidade não consideram as instalações da prisão em alta consideração, pois as instalações também são usadas para deter críticos do império, assim como detém presos políticos.

    Adol e Dogi são presos em Balduq acusados do desaparecimento de uma frota militar de Romun enquanto navegam pelo Oceano de Atlas, saindo de Altago

    Ys IX é o mais recente jogo da série, lançado até agora apenas no PS4 Japonês. Segundo a sinopse, a história do game pode se passar após os eventos de Ys Seven.

    A Falcom já revelou estar trabalhando na localização do jogo em inglês (possivelmente PS4, Switch e PC).

    Muito obrigado a você que chegou até aqui e até a próxima !!

    Ys IX: Monstrum Nox

    Platform: Playstation 4
    11 Players

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      jcelove · 7 months ago · 2 pontos

      Alem de autoridade em Nep Nep e borderlands daqui, agora é Doutor em Ys tbm senpai. É muita graduaçao

      6 replies
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      luchta · 7 months ago · 2 pontos

      Muito bom texto, podia ter me marcado, curto saber sobre a franquia. E tinha muita coisa ai que eu não sabia (é li tudo). Que falta faz mais brasileiros fazerem artigos e vídeos sobre essa franquia.

      2 replies
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      speedhunter · 7 months ago · 2 pontos

      Vou compartilhar aqui para ler já já. Ys é like instantâneo meu!

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