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  • renansd Renan da Silva Dores
    2015-07-19 20:43:34 -0300 Thumb picture
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    Os Games em nossas vidas

    Medium 3118050 featured image

    É meu primeiro post por aqui e, sinceramente, não tinha a menor ideia sobre o que poderia escrever. Foi então que, refletindo a respeito, lembrei de algo que vinha martelando meus pensamentos por muito tempo: A razão pela qual sou apaixonado por games. 

    Sempre que penso a respeito, vários momentos de minha vida, bons e ruins, me vêm à cabeça. Poderia ser esse um dos motivos. Mas quanto mais profundo é meu pensamento, mais dúvidas surgem, invalidando tal justificativa. E é aí que me lembro das paixões de outras pessoas. Tome como exemplo o futebol: diversos amigos meus são perdidamente apaixonados por futebol, chegando a falar o dia inteiro sobre o esporte. Quando perguntados sobre a razão, assim como eu, também não sabem explicá-la. Apenas gostam, e pronto. Mas afinal, o que nos leva a ter tais paixões? Por que os games nos trazem prazer?

    Lendo algumas anotações que fiz no semestre passado da faculdade, sobre a Psicologia em games, percebi como os games são produzidos de forma a nos trazer sensação de poder e de recompensa, uma coisa um tanto quanto óbvia. Mas então, pesquisando sobre o assunto na internet, me veio um estalo, algo que, particularmente, não reflito muito sobre: aqueles que jogam vivem não uma, mas várias vidas, assumem vários papéis. Desde um encanador bigodudo, até um grande guerreiro medieval, ou mesmo o capitão de uma nave intergalática. Quem joga tem todas essas possibilidades a seu dispor, e talvez esse seja o principal motivo pelo qual nos apaixonamos pelo mundo virtual - a infinidade de possibilidades. É simplesmente fascinante. É válido lembrar, contanto, que todos nós também temos nossos motivos pessoais, afinal, somos todos diferentes - algo que também nos torna fascinantes, no fim das contas.

    Encerro esse artigo um pouco mais aliviado, tendo finalmente sanado um pouco das dúvidas que me rondam os pensamentos. Claro que este artigo foi um breve (até muito pro meu gosto) devaneio deste que vos fala. Ainda há muitos assuntos a se discutir nesse universo digital tão complexo e apaixonante. Concorda comigo? Discorda? Comente!

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      andre_andricopoulos · 3 anos atrás · 3 pontos

      Acho FUTEBOL... UM SACOOOO!!!
      Mas games vai até além da diversão e o poder de "tomar sua ações"... ele é extremamente saudável para saúde (estimula cérebro, raciocínio, auxilia em línguas...) desde que, não em excesso. Aos 05 joguei ATARI... NUNCA MAIS PAREI!!!

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      bakujirou · 3 anos atrás · 2 pontos

      Gostei de ver este artigo (somente o li agora, porque somente hoje vi ele nos featured. :X Todos os demais posts mais recentes seus apareceram antes dele entonces... ahm... Bom voltando)

      Eu gosto de jogos por conta que eles me entretem quando eu estou chateado / entediado ou simplesmente jogo para passar o tempo. Por poucas ocasiões chego a gostar de algum jogo por conta das histórias que o traz, pelos personagens ou por temas que sao tratados neles. :p Por exemplo, no Dillon's Rolling Western, além de gostar dos protagonistas, curto a ideia de que eles estejam buscando cumprir uma tarefa para procurar a identidade verdadeira de suas familias/ pais perdidos. Isso somente se torna claro lá pelo final do jogo onde eles soltam algumas partes do texto que expliquem as motivações deles se aventurarem a lutar contra os monstros e ganhar / acumular riquezas. :p

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      onai_onai · 3 anos atrás · 2 pontos

      Duas coisas que tiveram grande influência na minha vida e moldaram minha personalidade: videogames e livros.

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  • andrexdl23 Andre Luis Ribeiro
    2015-09-09 12:49:00 -0300 Thumb picture
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    Retrospectiva - Crash bandicoot

    Medium 3153714 featured image

    Eu estava com muita vontade de escrever esse artigo! Aqui irei analisar um pouco de cada jogo principal da franquia.

    Crash Bandicoot é uma franquia fantástica, que apesar de estar no limbo atualmente, ele sempre vai estar na memória dos jogadores. Por isso, gostaria que todos vocês conhecessem um pouco de cada jogo principal dessa excelente franquia, que marcou gerações.

    (1996) - Crash Bandicoot 1

    Esse jogo marcou o inicio dos jogos totalmente em 3D. Enquanto a Nintendo estava apostando todas as suas fichas no grandioso Mario 64, a Sony procurou não ficar atrás, fazendo parceria com a talentosa Naughty Dog. Depois de muito trabalho, finalmente saiu Crash bandicoot.

    Gráficos impressionantes:

    Fato é que seus gráficos são fantásticos! Diferente dos diversos jogos 3D da época, este não usou apenas de texturas em 2D, mas no geral era tudo feito com polígonos. Sem contar os impressionantes efeitos de luz e sombra. Eles usaram técnicas de animações nunca vistas em um jogo de videogame.

    Level design, fases...

    Crash bandicoot possui um ótimo level design, apesar que quando há mais de duas fases do mesmo tema, por exemplo, selva, o layout de ambas são muito semelhantes, sem nenhuma variação.

    Elas são bem difíceis, exigindo totalmente do jogador, tudo isso somado ao sistema complicado de save, em que consiste no salvamento só em determinados pontos do jogo após cumprir alguns requisitos.

    É bom, mas poderia ser melhor:

    O jogo é bom, mas percebe-se a falta de polimento, como algumas animações mais simples, dificuldade exagerada somado ao sistema de save e pequeno delay nos comandos. Mas temos que levar em conta que é o primeiro jogo da franquia, alias, um dos primeiros jogos do Ps1.

    (1997) - Crash Bandicoot 2 - Cortex Strikes Back

    Eu vejo Crash 2 como uma releitura/remake de Crash 1, pois tudo que há de bom no primeiro foi aprimorado nesse, sem contar que ele repete os mesmos temas do jogo anterior, como florestas, templos, industrias, etc... 

    (opinião pessoal) Particularmente, esses temas me agradam bem mais do que os temas de "viajem no tempo" do Crash 3.

    O que esse jogo inovou em relação ao Crash Bandicoot 1?

    Além dos gráficos totalmente aprimorados, como as animações muito mais suaves e com ainda mais polígonos, ele trouxe as grandiosas fases do gelo! Esse jogo trouxe os "warp room", abandonando totalmente o esquema de mapa do primeiro jogo. Isso foi muito bom, pois além de tudo ser ainda mais rápido, salvar o jogo ficou mais fácil.

    Este também trouxe as Skul routes e os caminhos das gemas, que são trechos ainda mais desafiadores de algumas fases. Se você conseguir completa-las, você ganha uma gema regular extra. Isso aumenta ainda mais o valor replay do jogo.

    A jogabilidade também foi totalmente aprimorada, ou seja, aquele pequeno delay não existe mais, sem contar as novas habilidades como a "barrigada" e a "escorregada".

    Trilha sonora ainda mais cativante:

    De fato, as musicas desse jogo são ainda mais animadas e inspiradas do que no primeiro jogo. Achei legal, que cada fase bônus possui uma musica exclusiva. O mesmo quando entramos em uma skul route.

    (1998) - Crash Bandicoot 3 - Warped

    Por que ele inovou?

    Todos sabemos que Crash 3 é um jogo impecável no quesito técnico, pois até hoje nunca vi um bug ou glitch (só se o jogador forçar). Ele inovou totalmente em relação aos jogos anteriores, pois além de trazer melhores gráfico que envelheceram muito bem, usando totalmente do hardware do PlayStation, ele também trouxe novas mecânicas, como fases aquáticas, sistema de upgrade, fases de correria, fases no avião, novas jogabilidades, entre outros.

    Viajem no tempo...

    Aqui as fases são muito inspiradas, pois como são baseadas em diversos momentos da história, isso permitiu uma maior variedade (diferente dos jogos anteriores, que sempre eram na selva ou em templos). Elas variam desde a idade média, pré história, Egito antigo, até o futuro.

    Level design variado:

    Falando nas fases, elas possuem um excelente level design, pois apesar de ter várias fases do mesmo tema, em cada uma têm um gimmick (novidade) exclusivo. 

    (2000) - Crash Bandicoot 4 - The Wrath of Cortex

    Esse jogo basicamente inaugurou o lançamento do PlayStation 2. Inicialmente, ele estava sendo desenvolvido para que fosse um exclusivo, tanto que até um dos desenvolvedores da trilogia clássica fazia parte da equipe. Porém, como os direitos do Crash passaram nas mãos de outra produtora, eles tiveram que recontratar outra equipe e fazer o jogo do zero em apenas doze meses. No fim, acabou sendo lançado para Ps2, Xbox e Game cube.

    Poucas inovações & muitas inovações...

    Esse jogo é muito injustiçado, principalmente por se parecer muito com Crash 3 (sistema de warproom, alguns temas de fases "copiado e colado", como as fases aquáticas). Se fomos analisar, não é bem assim:

    Por que esse jogo é único?

    Crash 4 trouxe temas de fases totalmente novos, como as fases no laboratório, no japão/china, o retorno dos castelos do cortex, ilhas costais, faroeste, entre outros..

    Ou seja, não é apenas um rip-off de Crash 3, nem de longe! Ele trouxe muitas novidades, como a fase no minecart, bolinha de hamister, jipe, entre outros. Vale ressaltar que a Coco finalmente se tornou jogável, ou seja, você definitivamente controla ela.

    Fases ainda mais criativas e inspiradas que Crash 3:

    As fases desse jogo são sensacionais, percebe-se que os level designers estavam muito inspirados. Mesmo quando repetem os temas, elas ainda são originais! Por exemplo, as fases do laboratório, apesar de compartilhar o mesmo tema, elas são totalmente distintas uma das outras:

    1° Level 05 - Compactor Reactor: Você começa no carrinho de mina, e no meio da fase você entra no laboratório.

    2° Level 10 - H2 OH No! : Você começa em uma fase subaquática, e no meio entra no laboratório.

    3° Level 15 - Fareheint Frenzy: Você começa em uma caverna vulcânica controlando um Jet pack, e no meio entra no laboratório. 

    4° Level 20 - Weathering Heights: Esta fase se passa no laboratório aéreo do Cortex, ou seja, em um dirigível. 

    5° Level 25 - Cortex Vortex: Laboratório espacial.

    Viram só?! E isso não ocorre só nas fases com o tema laboratório. Com essa variedade, nem parece que esses leveis compartilham do mesmo tema.

    Coco Bandicoot e as catástrofes naturais:

    Como eu disse anteriormente, a Coco se torna jogável. Mas tem um fato curioso: Todas as fases que ela é jogável (exceto Level 14 - Banzai Bonsai), se passa em uma catástrofe natural, desde os tsunamis até avalanches.  Por isso que essas são as minhas fases favoritas.

    Gráficos razoáveis:

    Apesar de terem usado quase todos os efeitos que os consoles 128 bits podiam fazer, como transparência, partículas, água mais realista, luzes, entre outros, ainda sim os gráficos são razoáveis.

    Dão a impressão que tudo é feito de massinha ou borracha, pela falta de texturas em muitos objetos. Se você jogar no Ps2 original, nem vai perceber, mas se for jogar em um emulador em full HD vai perceber o quão relaxados são.

    Eles não são ruins, nem de longe, mas poderiam ser muito melhores. Porém, por ser jogo que iniciou a geração, eu levo em consideração.

    Trilha sonora "partiu pra have":

    As musicas desse jogo são sensacionais! Todas elas são eletrônicas (particularmente não curto esse gênero), porém elas não são nada genéricas! Cada uma combina perfeitamente com a atmosfera de cada fase, e por ser animada, cativa ainda mais o jogador,

    (2004) - Crash Bandicoot 5 - Twinsanity:

    Ah, Crash Twinsanity... Esse sim inovou e levou a franquia para outros patamares, sem perder essência. Isso prova que não é preciso adicionar mutantes, mudar o design dos personagens para inovar. Enfim, isso é assunto para outro artigo.

    Novidades, muitas novidades:

    Pra começar que esse jogo é um "free-roaming", ou seja, esquecem aquele esquema de Warp Room!

    Você vai progredindo a partir que a história for avançando. Ou seja, as fases estão distribuídas em um imenso mundo, dando a falsa sensação de liberdade, mas na realidade tudo é linear. 

    Ainda sim, em vários momentos do jogo você pode andar livremente pelas fases principais ( é mais ou menos uma hub world, que dão acesso a outras fases "lineares"), para resolver quebra cabeças, ou até mesmo explorar. O legal, é que essas fases principais são umas ligadas com as outras, ou seja, se você estiver na Ice Berg Lab e quiser retornar para a N. Sanity Island, é só pegar um barquinho.

    História doida, maluca, AWESOME!

    A história desse jogo é bem doidinha e complexa, além de ser super engraçada. Vou tentar resumir:

    O jogo já lhe apresenta a briguinha diária entre Crash e Cortex. O Dr. Neo Cortex paralisa a Coco Bandicoot, e rouba a sua roupa... Sim, ele se fantasia dela. Então, ao ver Crash na baia, o avisa dizendo que tem uma surpresa no topo da ilha. (Nunca vi uma fase tutorial tão criativa igual a essa!).

    A partir dai, você tem que passar pela primeira fase, que é uma remake/homenagem a primeira fase de Crash Bandicoot 1.

    Depois, ao chegar no topo, o Dr. Cortex diz que era tudo um plano e convidou todos os seus amigos para ver a destruição de Crash (é nesse momento que os bosses da trilogia clássica aparecem como cameos).

    Depois de tantas brigas, eles descobrem que tem um inimigo ainda mais forte que eles, querendo destruí-los e tudo que estiver em sua volta. Então, Crash e Cortex embarcam em uma aventura, com o intuito de chegar na 10° dimensão e derrotar os gêmeos do mal.

    No meio da história, você conhece novos locais e novas amizades (a perfeita Nina Cortex).

    Gráficos, grandes evoluções!

    Como diz o titulo, eles são espetaculares!!

    Ao entrar na N. Sanity Island, é de encher os olhos! Tudo é perfeitamente detalhado, junto com os raios de sol refletindo no chão. Mas a partir que vai avançando nos mundos, percebe-se que tudo fica ainda menos detalhados, um pouco vazio digamos assim... Isso é reflexão do pouco tempo de desenvolvimento desse jogo, infelizmente... Mas ainda sim, os mundos são belíssimos!

    Destaque para o modelo dos personagens, que de longe são os melhores da franquia! Eles são belíssimo, os designers são uns gênios! Até mesmo os bosses antigos receberam uma nova roupagem, ficaram maravilhosos.

    A interação entre Crash e Cortex:

    As fases são muito, mas muito bem desenvolvidas! A interação entre Crash e Cortex foi muito bem aplicado no level design. Em muitos momentos você vai usar o Cortex para abrir passagens, e até mesmo como uma plancha! Vocês não vão ver algo interativo como em Brothers Tales of Two sons, up ou Lego, mas sim uma interação totalmente única e original, que vai lhe agradar! Só jogando para entender.

    Vale lembrar que graças a essa interação/cooperatividade, permitiu que as fases fossem ainda mais variadas e criativas! Como exemplo, lembram das fases da "bola de hamister" em Crash The Wrath of Cortex? Então, em Twinsanity elas retornam, porém nela você controla Crash e Cortex no meio de uma briga, com um level design ainda melhor e mais inspirado.

    A cappella.

    As musicas desse jogo foram todas feitas em Cappella, ou seja, apenas voz, sem usar nenhum tipo de instrumento! Acreditem, ficou sensacional! Contribuiu perfeitamente com a atmosfera cômica e engraçada do jogo. 

    Então é isso pessoal, espero que com esse artigo, todos conheçam um pouco dos jogos principais da franquia! Recomendo todos esses, sem exceções! Pra quem gosta desse gênero, vai adorar!!

    Comentem e digam o que acharam?! =)

    Crash Bandicoot Action Pack

    Plataforma: Playstation 2
    139 Jogadores

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      weic · 3 anos atrás · 8 pontos

      JOGUEM.
      O.
      TWINSANITY.
      PELO.
      AMOR.
      DE.
      DEUS.

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      andrexdl23 · 3 anos atrás · 4 pontos

      Freatures... Cara, vocês nem imaginam a minha felicidade!!! Depois de perder o texto devido a uma queda de energia, tive que redigitar tudo de novo... Mas valeu a pena.

      MUITO obrigado pessoal pelo apoio!!

      3 respostas
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      mrigonati · 3 anos atrás · 2 pontos

      Tinha um Crash que eu joguei muito quando era criança mas não sei o nome, tinha uma das fases era tipo um futebol que só tinha goleiros dentro de carrinhos que iam para a direito e para a esquerda, era uma espécie de "Pong". Acho que dava pra jogar até contra 3 bots. Alguém sabe qual jogo é ?

      4 respostas
  • renansd Renan da Silva Dores
    2015-08-18 20:51:34 -0300 Thumb picture
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    Seleção Natural (Gamer) - A evolução dos videogames

    Medium 3136761 featured image

    Olá, caros leitores! No post de hoje, quero refletir, com muita nostalgia, sobre como a tecnologia tem evoluído com velocidade no mundo dos games. Sexta passada, estava zapeando os canais pela TV, quando me deparei com um especial sobre a E3 desse ano. Quando vi tecnologias como o HoloLens, da Microsoft, e o Project Morpheus, da Sony, parei para pensar sobre como os videogames têm evoluído a passos largos, e imaginei que seria interessante dividir essa reflexão com vocês. Vamos passar brevemente pelos principais momentos da Indústria dos Games.

    O NASCIMENTO DOS GAMES E A 1ª GERAÇÃO

    De forma muito resumida, os games nasceram em 1952, com OXO, Noughts and Crosses, produzido por Alexander S. Douglas. Ele foi revolucionário, por ser o primeiro game a ter gráficos (já se produzia games extremamente simples antes, mas não possuíam uma forma de interação como OXO).

    A próxima grande evolução se dá ainda na 1ª Geração, com o primeiro jogo a ter animações, o Tennis for Two - Trata-se do precursor do famoso Pong. Uma curiosidade é que seu criador, William Hingibotham, não patenteou o jogo, acreditando ser um simples experimento que não merecia atenção. No final das contas, Ralph Baer, considerado o pai dos videogames, criou PONG, fazendo muito sucesso. William morreu em 1995, sem nunca ter recebido um centavo por sua invenção.

    A 2ª GERAÇÃO - A EXPLOSÃO DOS CARTUCHOS

    A grande evolução da 2ª Geração foi o uso de processadores 8 bits. Basicamente, para você que não compreende muito bem essa questão de bits, é a capacidade de dados que o processador consegue calcular de uma vez. Por exemplo: digamos que um processador x, de 8 bits, e um processador y, de 16 bits, tenham que processar um arquivo que contenha 16 bits de dados. Enquanto o processador y, com capacidade de 16 bits, precisa realizar apenas um processo, economizando tempo e energia, o processador x terá de realizar dois processo, pois a cada processo ele calculará apensa 8 bits de dados. Portanto, agora você já sabe a diferença entre processadores de 32 e 64 bits, além da razão do segundo ser mais potente que o primeiro, e assim por diante. De volta à 2ª Geração, além de processadores 8 bits, a nova geração também trazia os famosos cartuchos de assoprar, com diversos jogos de sucesso. O console mais conhecido dessa geração é o conhecido Atari 2600.

    O Atari 2600, e o gameplay do grande clássico Asteroids. Note a evolução em comparação com a 1ª Geração: a destruição dos asteróides era um grande feito de processamento para a época.

    A 3ª GERAÇÃO E O NASCIMENTO DE UM MITO

    A 3ª Geração surgiu com o Mercado de Games bem balançado, ainda se recuperando do Crash de 1983. A Nintendo foi a responsável por reerguer os consoles, com seu Famicom, ou como é conhecido no ocidente, Nintendo Entertainment System (ou NES), ainda carinhosamente chamado de Nintendinho. Ainda que o processamento tenha se mantido nos 8 bits, cada vez mais os gráficos eram aprimorados - note o salto entre as gerações.

    O console e o game que dispensam apresentações.

    A 4ª GERAÇÃO E SUA ENXURRADA DE SUCESSOS

    A 4ª Geração é especial: além do salto para os 16 bits, também vemos franquias de extremo sucesso, algumas com lançamentos até os dias de hoje. Mortal Kombat, Final Fantasy, Sonic, Street Fighter, Mega Man e The Legend of Zelda são apenas alguns exemplos. Nessa época, O Super Nintendo Entertainment System (o SNES) e o Sega Mega Drive imperavam no Mercado.

    O SNES e o Mega Drive, e gameplays de Super Mario World e Sonic The Hedgehog: mais consoles e games que dispensam apresentações.

    A BADALADA 5ª GERAÇÃO

    Como o próprio subtítulo indica, a 5ª Geração foi tão agitada quanto sua antecessora. Vemos os primeiros jogos em 3D surgirem; a mídia usada deixa de ser o cartucho para dar lugar ao novíssimo CD-ROM, e os processadores duplicam seu poder de fogo, tornando-se 32 bits. Vemos também o nascimento de uma nova lenda - O PlayStation, com o saudoso Crash e outros títulos que moram em nossos corações. É lançado também o poderoso Nintendo 64 (ou N64), famoso por títulos como The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Majora´s Mask, Pokémon Stadium, entre outros. Destaque especial para Super Mario 64 - nunca havia se visto algo como aquilo na época, tendo um grande impacto no público. Um ponto curioso é que, apesar de mais poderoso que o PlayStation, por ser 64 bits (um escândalo na época), contra os 32 bits do console da Sony, o Nintendo 64 não conseguiu superar em vendas seu rival. Outro fator curioso é que, ainda que mais poderoso, o console da Big N ainda utilizava cartuchos, enquanto a maioria esmagadora da concorrência já havia migrado para o CD.

    PlayStation e Nintendo 64 lado a lado - Principais consoles da 5ª Geração. Gameplays de Crash Bandicoot, The Legend of Zelda: Ocarina of Time, Star Fox 64 e Super Mario 64 - A era 3D começava.

    Bônus: Aquele momento de desespero - Funcionou ou travou?

    A 6ª GERAÇÃO - MORTE PARA UMAS, NASCIMENTO PARA OUTRAS

    O fim da Sega na produção de consoles, com seu Dreamcast pouco sucedido frente à concorrência. O começo da Microsoft com seu Xbox. A Sony e seu PlayStation 2 - o console mais vendido da História. A Nintendo avançava com seus conceitos revolucionários aplicados ao GameCube. Cada vez mais o Mercado ia se agitando, com seus consoles poderosos de 128 bits. A jogatina online começa a aparecer, com os primórdios da PlayStation Network e da Xbox Live. A perfeição gráfica era o foco.

    Os principais representantes da 6ª Geração e seus maiores sucessos.

    A 7ª GERAÇÃO - MEXENDO O ESQUELETO

    A toda poderosa 7ª Geração. Gráficos versus experiência do jogador: enquanto PlayStation e Xbox possuíam poderosos processadores, buscando cada vez mais realismo, o Wii visava a experiência e a diversão do jogador, trazendo a incrível inovação do controle de movimento. Com sua jogada, a Nintendo inspirou a concorrência a lançar seus próprios periféricos de movimento: o PS Move e o Kinect. Além disso, vimos fantasmas assolarem nossa jogatina: a luz amarela da morte, do PS3, e as três luzes vermelhas da morte - problemas com o aquecimento dos consoles os inutilizavam, algo que só foi corrigido nas suas versões Slim.

    A 8ª GERAÇÃO E AS NOVAS TECNOLOGIAS

    Hoje, na 8ª Geração, vemos consoles tão poderosos quanto PCs - os gráficos realmente atingiram novos patamares, fazendo uma grande diferença quando comparados à geração anterior. Há também o foco em outras tarefas além dos jogos - música, fotos, vídeos, TV... Uma revolução tecnológica acontece, e a Realidade Virtual parece ser a nova aposta das empresas para essa geração - os já citados Project Morpheus, da Sony, e HoloLens, da Microsoft.

    O FUTURO...

    Bem, caro leitor, que viagem! É muito provável que eu tenha esquecido pontos importantes dessa esplêndida História, mas meu foco aqui era mesmo mostrar a evolução das coisas, como tudo andou a passos largos. E convido você a comentar: qual a próxima grande evolução? O que você acha que deve ser a nova invenção da indústria para nos impactar? Comente aí!

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      ronanfalcon · 3 anos atrás · 4 pontos

      Curioso notar que a Nintendo meio que "buga" o protocolo, quando chega na 7a geração, e abandona a evolução gráfica a favor de uma experiência mais interativa com o jogador.

      Alguém pode culpá-la? Creio que de forma alguma XD

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      bakujirou · 3 anos atrás · 2 pontos

      Achei interessante a postagem, apenas queria dizer que... para estampar o jogo que saiu junto do N64, acho que o Star Fox 64 seria bom exemplo (não desmerecendo a sua escolha de Ocarina of Time). :X

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      leandro · 3 anos atrás · 2 pontos

      Muito bom artigo, @renansd. Só uma atenção que esqueceu de citar o Magnavox Odyssey como o de primeira geração e na parte da quinta geração eu colocaria como algo revolucionário Mario 64 que, ate então, um jogo daquela proporção ( mundo aberto e 3D ) jamais se tinha visto. De resto foi muito bem focando nos principais pontos.

      1 resposta
  • 2015-04-28 14:29:45 -0300 Thumb picture
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    Diversas pessoas são salvas de alienígena por grupo psíquico

    Medium 3059060 featured image

    Diversas pessoas na casa dos 20 anos ou acima foram resgatadas de uma caverna no Monte Itoi, na manhã dessa terça-feira, onde estavam sendo mantidas cativas por um alienígena, chamado Giygas. Elas foram salvas por Ninten, o qual já falamos antes, e três companheiros. Segundo testemunhas, o grupo não usou força bruta, mas cantou uma música para o extraterrestre ser derrotado.

    "Nós cantamos para ele," nos contou Ana, uma das participantes do grupo, "e ganhamos. Giygas tinha diversos conflitos internos relacionados à essa música, mas quando eu consegui cantá-la inteira, ele sucumbiu." Loid, outro membro, nos confessou que os quatro passaram os últimos tempos apenas procurando as oito partes da música.

    Foto tirada do grupo por um cinegrafista amador

    Segundo informações da polícia, as pessoas mantidas cativas vinham majoritariamente da cidade de Easter. Tentamos conversar com Ninten, também, e perguntamos sobre a música que derrotar Giygas.

    "Foi complicado, Giygas não nos deixava cantar, basicamente. Ele tinha uma ligação muito forte com minha família e até me 'permitiu viver', mas eu neguei e nós, juntos, destruímos ele." Quando perguntado como eles aprenderam a música, Ninten lacrimejou e disse "minha bisavó me ensinou."

    Mais informações, você confere aqui, conforme elas forem liberadas.

    Mother

    Plataforma: NES
    213 Jogadores
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      toad_revolts · mais de 3 anos atrás · 3 pontos

      Esse alienígena...
      ... Caramba, esse Giygas, com poderes psíquicos... A cara me lembra alguém.
      EITA PORRA É O MEWTWO

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      angelkenede · mais de 3 anos atrás · 3 pontos

      Bate nele Ness, mostra que no teu leite tem sustagem!

  • 2015-08-10 13:14:38 -0300 Thumb picture
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    Direcional Repórter - Conheça o Reino dos Cogumelos!

    Medium 3089320 featured image

    Frequente nos jornais do mundo, nosso programa estreia indo fazer uma visita a um dos reinos mais bonitos e caóticos do planeta. Quem habita esse local? Como são suas paisagens? Qual o problema de segurança dele? Agora, no Direcional Repórter.

    O Reino dos Cogumelos é mundialmente conhecido por suas belíssimas paisagens (todas com um rosto sorridente na cara), cidades e por ter o mais alto ranking mundial de rapto de princesas per capita, além de também liderar a tabela do número de canos por km².

    Começamos nossa jornada por Toad Town, capital do Reino dos Cogumelos e onde também se localiza o Castelo da Princesa Peach. Ficamos impressionados com o fato de que o castelo não é usado apenas para governar, mas também para tirar rachas de Kart, jogar Baseball e no cozimento de bolos.

    Nossa equipe fotografou um Yoshi dirigindo pelos corredores do local

    A entrada é livre e gratuita, o que é um dos vários incentivos turísticos do local. A segurança é péssima, o que foi provado pela nossa equipe quando entramos no Castelo com uma Flor de Fogo no bolso e passou pela guarita tranquilamente. 

    As casas de Toad Town são, na maior parte, em formato de cogumelo, apesar de haver algumas casas normais. A cidade é conhecida por ser bem alegre e festiva, e é habitada apenas por Toads. Os encanadores Mario e Luigi moram nas proximidades da cidade, e há rumores que Wario e Waluigi também.

    Um pouco mais a leste, chegamos em Koopa Village, uma pequena vila com em torno de 15 habitantes, todos Koopas. A vila é um pouco mais humilde em comparação a Toad Town. Conversamos com um habitante do local.

    "É," começou ele, "os Toad lá de Toad Town ganham todos os privilégio do Reino. E nós fica sem nada, só porque nós não é Toad. A gente é discriminado. Todo mundo acha que a gente é bandido porque o Bowser tem seu exército dos nossos, mas a gente é trabalhador humilde."

    Kooper, morador de Koopa Village.

    Entrevistamos uma senhora Koopa que parecia preocupada. "Meu filho decidiu se unir as tropas do Bowser. Eu não queria que ele fosse, mas ele disse que era para garantir uma vida melhor pra mim. Eu tenho medo que nisso, ele perca a dele. É como se a gente vivesse uma guerra", concluiu.

    Uma das maiores características de Koopa Village é o fato de que a população está sempre cuidando e tapando possíveis buracos na rua. Quando perguntado o motivo disso, um dos habitantes respondeu que "é para evitar que Koopas Verdes caiam neles."

    Encontramos lá um Toad Geógrafo empenhado em fazer o Censo do Reino dos Cogumelos. Ele nos avisou que "não está pronto ainda", mas concordou em nos divulgar o resultado parcial de sua pesquisa. Aqui está!

    O Geógrafo pediu desculpas pela má qualidade da imagem.

    Nossa equipe foi para as paisagens mais remotas do Reino, então. A nossa primeira parada foi na Forest of Illusion, uma floresta que leva quem entra lá a andar em círculos, ficando perdido. 

    O lugar é lotado de Wigglers, seres semelhantes a minhocas que ficam vermelhos e irritados caso você pule no corpo deles. Um castelo destruído fazia parte da paisagem no final da floresta, que antigamente pertencia á Roy Koopa. Em uma das paredes, se via uma pichação escrita "Our Boy".

    Um pouco ao lado da Forest of Illusion, há um lugar chamado Chocolate Island. O lugar é pouco habitado, mas atrai bastante turistas no período de inverno e é conhecido por ter as mais altas taxas de Diabetes do Reino. Assim como havia o castelo de Roy na floresta, ali há um castelo destruído de Wendy O. Koopa.

    Mapa demográfico da Chocolate Island. Repare nos castelos destruídos de Roy e Wendy.

    O local também tem algumas pistas de Kart, mas são bem antigas e parecem ser pouco usadas atualmente. Tivemos a impressão de ver um menino de gorro verde na Forest of Illusion, mas pode ter sido apenas uma ilusão.

    Mas o Reino não tem apenas lugares como Toad Town ou Koopa Village, que parecem um pouco atrasados tecnologicamente. Visitamos também Mushroom City, uma cidade com prédios, luzes e muitos caminhões. A população de lá também é composta majoritariamente por Toads, 

    O local é muito bem desenvolvido, contando até com o maior Shopping da nação, o caótico Coconut Mall. Quando visitamos, era véspera do Dia dos Pais, então o local estava uma bagunça. Nas proximidades da cidade, há também a Toad's Factory, a maior produtora de Question Blocks do planeta, atualmente.

    O local também conta com o Moon Bank, o mercado de frutas Tropical Mart, e também é conhecido pela fabricação do Green Fuel, um combustível extremamente limpo feito de Fire Flowers.

    Outdoor na Moonview Highway, estrada de Mushroom City, anunciando o Green Fuel.

    Nossa última parada nessa reportagem foi o mundialmente conhecido Bowser's Castle. O castelo muitas vezes serve como base de operações para Bowser e seus filhos (e é onde ele deixa a Princesa Peach, também), mas muitas regiões do castelo já foram transformadas em pontos turísticos e pistas de Kart, Baseball e até campo de futebol.

    Encontramos Bowser, lá. Ele comentou conosco que "a população tem medo daqui. Por isso, transformar o local em um ponto esportivo dá tão certo. As pessoas vem procurando adrenalina, perigo, e então elas vem correr em uma pista de Kart no meio do castelo de uma tartaruga gigante ameaçadora. Você não imagina o lucro que isso dá!"

    Perguntamos se não dava até vontade de parar de sequestrar a princesa. O Koopa riu, disse que não e entrou para dentro do castelo. Aquela era a última parada da reportagem, então decidimos descansar e tiramos um racha de kart na pista, para finalizar.

    E essa foi a primeira edição do Direcional Repórter! Agradecemos a leitura, e uma boa noite à todos.

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    29
    • Micro picture
      toad_revolts · 3 anos atrás · 4 pontos

      "Minha terra tem palmeiras,
      onde canta o sabiá.
      As aves que aqui gorjeiam,
      não gorjeiam como lá".

      Por mais que o Reino tenha todos os seus problemas, aqui é o meu lugar. <3

      2 respostas
    • Micro picture
      eae · 3 anos atrás · 2 pontos

      Genial

  • gus_sander Gabriel Macêdo
    2016-07-18 07:17:07 -0300 Thumb picture

    Duas noites perdidas/Duas noites zeradas

    Dois jogos em uma única jogada 🎮. Mother 1 e Resident Evil Gaiden... Dois jogos maravilhosos e que me prenderam por dois dias seguidos, contando com a noite... Não conseguia parar de jogar; quando cheguei em seus respectivos finais... Sinceramente, nenhum deixou a desejar! Talvez, em breve, um check-out sobre cada um dos dois!

    1
  • ssa
    2016-07-12 16:33:24 -0300 Thumb picture
    Thumb picture

    Curiosidades numéricas da Sega.

    Medium 3352147 featured image

    Leitura rápida e com muita informação, hoje alguns números sobre a Sega.

    Quantos jogos tem a franquia Sonic?

    153 jogos segundo o site oficial. 

    -DreamCast curiosidades-

    O DreamCast teve quase 10 milhões de unidades vendidas.

    O jogo mais vendido do DreamCast foi Sonic Adventure com 2,5 milhões de cópias vendidas. 

    Shenmue 1 e 2 custaram 70 milhões de dólares para serem feitos. Um valor absurdo até para os dias atuais, esse valor foi um dos mais caros da história e ficou muito tempo sem ser batido. 

    O DreamCast teve 3 logotipos 1 para cada região do mundo. 

    Japonês, Europeu e Americano, pela ordem. 

    Qual o jogo mais vendido da Sega?

    Sonic the hedgehog ( Mega Drive) 15 milhões de unidades vendidas. 

    Cuidado pois tem muito site como a Wikipedia Brasileira que estima apenas 6 milhões de jogos, sendo uma informação falsa. 

    Qual o console da Sega mais vendido?

    O Mega Drive vendeu 35 milhões de unidades. 

    Quantos jogos tem o Mega Drive?

    Depois de muitas pesquisas em sites americanos e japoneses descobrir que o Mega tem 915 jogos.

    Em que ano a Sega foi fundada?

    1940

    Quantos consoles de mesa a Sega produziu?

    7

    Quem vendeu mais na guerra entre Mega X Snes?

    Mega Drive 35 milhões.

    Super Nintendo 49 milhões.

    Quantos portáteis Game Gear foram vendidos?

    10,62 milhões

    Quantos consoles Master System foram vendidos no Mundo?

    13 milhões sem incluir o Brasil. 

    No Brasil já passa de 8 milhões de consoles vendidos e ainda em produção. 

    Ou seja o Master System já bateu a marca de 21 milhões de consoles vendidos e ainda pode aumentar.

    O Brasil ama o Sonic e o Mickey d+++++

    Para! para! para! tudo? Mickey? Não seria o Alex Kidd?

    Exatamente o Mickey, pois o top 10 de jogos mais vendidos do Master System no Brasil o Alex Kidd nem entrou e o Castle of Ilusion é top 1, o jogo mais vendido no Brasil até hoje.

    Mais o Alex Kidd é o primeiro mascote da Sega né?

    Errado, hoje o Alex Kidd não tá com sorte :/ 

    Qual foi o primeiro Mascote da Sega?

    Foi o Opa-Opa personagem principal do jogo Fantasy Zone lançado em 1986.

    Quantos consoles Mega drive foram vendidos só no Brasil?

    3 milhões de consoles foram vendidos pela empresa Brasileira TecToy.

    Galera essa foi as curiosidades Numéricas de hoje sobre a Sega na próxima curiosidades vamos sair um pouco dos números e ir mais além.

    -Pois iremos falar sobre Pokémon-

    Você deve querer saber também dos outros consoles da Sega né? Então fique atento às postagens da @ssa 

    Recado para quem gosta do Alex Kidd, Neste mês irei falar muito dele em um especial aqui na @ssa, então não desanime. 

    -See ya-

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    Sonic the Hedgehog (1991)

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    221
  • dantedias Raul
    2016-07-11 17:14:16 -0300 Thumb picture
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    Tirinha inteligente.

    Sou fascinado por esse tipo de Tirinha.

    -Tirinha em looping-

    O que você faz hoje repercute amanhã.

    Chrono Trigger

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  • gus_sander Gabriel Macêdo
    2016-07-12 02:22:55 -0300 Thumb picture
    gus_sander fez um check-in em:
    <p>#img#[315563]</p><p><strong>Goof Troop</strong>, - Alvanista
    Goof Troop

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    Goof Troop, o que dizer desse jogo?! Hoje eu o completei, pela primeira vez. A nostalgia que esse jogo me traz é muito grande. Quando pequeno, os puzzles desse jogo me deixavam maluco, nunca havia conseguido resolver todos. Hoje, após tê-lo finalizado, percebo o quão seus criadores/programadores trabalharam duro. Os gráficos, assim como a trilha sonora, não deixam a desejar à um jogo da época; já os puzzles... Ah cara, cada um mais criativo que o outro. Sinceramente, estou muito animado por ter finalizado esse jogo.

    PS: Quando eu descobri que o famoso designer de jogos Shinji Mikami (que desenvolveu o Goof Troop) também havia desenvolvido o mundialmente famoso Resident Evil... Bem, minha reação talvez tenha sido igual a de um de vocês quando também descobriram isso! *---*

    3
  • gus_sander Gabriel Macêdo
    2016-07-10 19:35:32 -0300 Thumb picture
    <p>Boa noite Alvaneiros, tudo bem com vocês?</p><p> - Alvanista

    Boa noite Alvaneiros, tudo bem com vocês?

    Dúvida cruel, em Mother 1, após deixar os animais do zoo tranquilos e entregar o filho canarinho a sua mãe, há aquela caverna que tem algo como uma pedra rosa, mesmo utilizando a telepatia, nada acontece, a não ser uma mensagem fazendo a pergunta: "Onde está a cauda de Deus?"

    O que eu devo fazer? Devo estar com algum item? Devo ir a algum lugar em especial?

    Mother 1 & 2

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