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O Podcast criado para os amantes de RPG Eletrônico: geekquest.org/grindingcast/

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  • 2019-09-08 00:02:46 -0300 Thumb picture
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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Não tinha visto ainda? Esse cara é um gênio, ahauhua

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      arthurdias25 · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu tó passando mal kkkk
      Eu direto esbarra com esse video nos recomendados mas nunca peguei pra ver, agora me arrependi kk
      Não consigo nem dizer qual é o trecho mais engraçado dessa porra

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  • 2019-09-07 18:46:04 -0300 Thumb picture

    Mitos sobre os RPGs por turno

    Medium 3743847 featured image

    Recentemente tivemos finalmente o anúncio de Indivisible, um RPG indie que era muito aguardado pelos fãs do gênero, seja por possuir sprites em alta definição (afinal ele é produzido pela mesma empresa que fez Skullgirls) ou pelo gameplay ser inspirado em um clássico do Play Station: Valkyrie Profile. Porém, o que era pra ser uma boa notícia para todos nós da equipe (afinal, nosso objetivo é que mais e mais pessoas joguem e se divirtam com RPGs eletrônicos), acabou se tornando motivo de preocupação. Não pelo jogo em si, que ainda aparenta estar espetacular, e sim pela forma com que a empresa está o vendendo: como um RPG de ação.

    A nova tela de combate de Indivisible, presente na versão final do jogo

    Action RPG, em suma, é um subgnênero do RPG eletrônico que enfatiza a ação em tempo real, onde o jogador controla diretamente os personagens e a maneira como o combate acontece depende única e exclusivamente dos inputs do mesmo, podendo mover o personagem pra bem longe do adversário ou mesmo atacá-lo por ângulos diferentes. Em Indivisible, as batalhas acontecem com os personagens jogáveis de um lado e os inimigos de outro e uma ação direta só ocorre quando um marcador localizado abaixo do mesmo (que na versão demo era simbolizado por uma barra e nessa versão final é na forma de pequenos círculos) se completa, permitindo assim que o jogador faça os combos devidamente. O mesmo vale pros inimigos, que apesar de não terem o marcador à mostra, também ficam imóveis e só fazem uma ação após determinado tempo, o que não se encaixa como um RPG de ação e sim por turnos, que usa uma função bastante conhecida pelos jogadores de Final Fantasy: a ATB, ou active time battle.

    Quando surgiu, em FFIV, a ATB sequer era mostrada na tela, só vindo a aparecer no jogo seguinte, e perdurando na franquia por um bom tempo, além de ser reaproveitada em vários outros jogos

    Mas, se é algo tão notável o fato de Indivisible ser um RPG por turnos, por que estão vendendo ele como se fosse um Action? RPGs de ação são mais rentáveis, sendo mais atraentes pra novos públicos, e com isso para uma desenvolvedora de jogos ter lucro é muito mais fácil produzindo um jogo dessa forma. E como fora de combate o jogo possui momentos plataformer( bem no estilo de Valkyrie Profile mesmo), optaram por vender o jogo dessa maneira, assim quem queria comprar o jogo por ele ser o sucessor espiritual de Valkyrie Profile ainda vai fazê-lo, e aqueles que têm preconceito contra RPGs de turno também o farão, já que com a ATB, a ação em plataformas e o sistema de combos, dificilmente descobrirão que foram “enganados”.

    Não é de se espantar se memes desse tipo surgirem depois do lançamento do jogo...

    Contudo, apesar de parecer a escolha perfeita, mascarar o jogo como algo que ele não é, é ruim por dois motivos. Primeiro porque gêneros e subgêneros existem pra que os consumidores saibam o que vão comprar, e a partir do momento que isso se tornar relativo e as empresas utilizarem eles de forma desregrada você pode acabar comprando um jogo de pesca que é vendido como shooter de nave. E segundo é porque estão vendendo a imagem que o sistema de combate por turnos em um RPG é algo ruim e que apenas se for chamado de Action poderá ser criativo e interessante, isso num jogo indie, se já não fosse ruim o suficiente empresas grandes como Square Enix fazerem a mesma coisa.

    Motivados por essa infeliz atitude por parte dos produtores desse que parece ser um dos melhores RPGs indies dos últimos anos, nós do Grindingcast decidimos desmentir alguns dos mais comuns mitos e falácias sobre RPGs turn based, muitas delas divulgadas à rodo por canais do Youtube, podcasts e influenciadores no geral. Não pra que você, leitor, se sinta obrigado a jogá-los mas para que, se não optar por sistemas de turnos, que não seja pelos motivos a seguir:

    1 – RPGs por turno são mais demorados

    Essa é bem comum. Provavelmente isso se popularizou devido ao fato dos RPGs de turno mais famosos, como Final Fantasy VII, demorarem suas 30/40 horas para serem terminados, isso além de possuírem as famigeradas random battles (que foram sendo deixadas de lado pelos RPGs com o tempo, afinal eram uma limitação tecnológica e não uma escolha criativa). Contudo, isso é uma afirmação que não se sustenta, pois assim como temos RPGs de turno mais demorados, também temos RPGs de ação longos, um bom exemplo são os jogos da franquia Tales of (com os primeiros possuindo, inclusive, batalhas random), ou mesmo os WRPGs cheios de escolhas como The Witcher 3. E não apenas isso, como também existem vários RPGs por turno curtos, sejam os mais modernos como Child of Light ou os mais antigos como Arabian Nights, todos podendo ser terminados com menos de 20 horas de duração, entregando uma experiência bem satisfatória pro jogador.

    2 – RPGs por turno são parados

    A própria expressão “combate por turno” remete e algo demorado e lento, sempre com um esperando enquanto o outro ataca e vice-versa. Essa é uma falácia muito dita por pessoas que não jogaram muitos ou mesmo nenhum RPG cujas batalhas são feitas dessa forma, já que o que não faltam são RPGs por turno dinâmicos que deixam as batalhas tão (ou até mais) animadas que as suas contrapartes Action. A ATB de Final Fantasy IV foi melhorada e reutilizada por muitos jogos, e coisas como Grandia e Atelier Iris 2 refinaram-na, com o jogador precisando ficar atento na hora da ação, seja a sua ou a do inimigo. Em Super Robot Taisen OG Saga: Endless Frontier (ou no seu sucessor espiritual, Project X Zone) é preciso combar o inimigo no timing certo, mantendo-o no ar, caso contrário ele irá contra-atacar de forma absurda. Sem contar que, em muitos jogos por turno, o jogador também terá ações quando for a vez do oponente, como em Ar Tonelico 2: Melody of Metafalica onde, se apertar o botão no momento certo do ataque inimigo, levará menos dano.

    3 – RPGs por turno são todos iguais

    Apenas com os exemplos anteriormente citados, já dá pra perceber que a coisa não é bem assim e nem tudo se resume à Final Fantasy e Dragon Quest. Com relação à variedade e criatividade, os RPGs por turno são até mais variados do que os Action (especialmente por não terem que se preocupar com a física do combate), com inúmeros jogos tendo sistemas de combate totalmente diferentes, ainda dentro do escopo do subgênero. Por exemplo, na franquia The Legend of Heroes, da Nihon Falcom, os combates ocorrem num campo aberto onde o alcance das suas armas e magias conta pra atingir o inimigo; em Bravely Default (ou mesmo em sua sequência, Bravely Second) é possível adiantar seus turnos de uma vez, mas ficando sem atacar após um tempo... Isso além dos SRPGs (RPGs táticos, que alguns nem os consideram como RPG, mas que mesmo assim ainda estão dentro dos sistemas de turno e do que eles podem oferecer) que possuem outra infinidade de variedades, como Valkyria Chronicles, onde você move os seus soldados no campo de batalha num cenário em 3 dimensões e caso o inimigo entre na sua linha de fogo quando for o turno dele, poderá ser abatido.

    4 – RPGs por turno são mais difíceis

    Muitas das pessoas que têm preconceito contra o sistema de turnos pensam que todos eles são Dragon Quests do NES, onde tu tem batalhas a cada segundo, com inimigos podendo te matar com dois petelecos e com uma quantidade de grinding imensa sendo necessária pra se terminar o jogo. Entretanto, o que não faltam são RPGs por turno extremamente fáceis que praticamente qualquer pessoa consiga terminar. Super Mario RPG é um exemplo de jogo mais antigo, e mais recente temos ambos RPGs de South Park (Stick of Truth e Fracted But Whole) que também são bem fáceis e qualquer pessoa, mesmo não acostumada com o gênero, poderá jogá-los tranquilamente. E também não quer dizer que RPGs de ação serão automaticamente mais fáceis também, Tales of Eternia (Tales of Destiny II aqui no ocidente) é um action e consegue ser mais difícil que todos os RPGs de turno mainstream do PS1.

    Existem ainda mais falácias e mentiras ditas sobre o sistema de turnos, mas deixaremos para abordá-las em no futuro. É comum que as pessoas inventem falsas afirmações quando não possuem um grande conhecimento sobre determinado assunto, e sabemos muito bem que o sistema de combate por turno nos RPGs eletrônicos não conseguiu acompanhar as mudanças tecnológicas que foram surgindo como sua contraparte action fez. Contudo também é fato que existe muita coisa legal e única nesse subgênero, e é triste que muitos sequer façam ideia disso apenas por causa da desinformação massiva que acontece com ele, seja por parte dos jogadores ou mesmo pela própria indústria (como com o infeliz caso de Indivisble) . 

    Nós, do Grindingcast, queremos que mais pessoas joguem RPG eletrônico (seja ocidental ou oriental, seja turno ou action) , mas também desejamos que o maior número possível de pessoas consiga perceber o quão incrível os Role Playing Games são, seja controlando o seu personagem livremente ou aguardando a sua vez de atacar pacientemente.

    Indivisible

    Platform: PC
    38 Players
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      wilford_fernandes · about 1 month ago · 2 pontos

      é tiro no pe marketing errado.... triste.... vou jogar mas espero q o jogo n seja prejudicado por isso ;p

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      gennosuke6 · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu não cheguei a ver vídeo de gameplay, e estava achando que era RPG de ação, tipo um Tales da vida... Bom saber.
      Eu gosto de ambos os estilos, de turno, ou de ação, mas realmente, tem gente que só joga um ou outro, e o jogo sendo vendido pelo que ele não é, pode enganar mta gente.

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      emphighwind · about 1 month ago · 2 pontos

      Detestos estes RPGs por turno "não parados" com o Endless Frontier e os Marios RPGs, se for pra ficar preocupando com timing, melhor ir logo um ARPG.,

      E bem o maior mito/preconceito dos RPGs por turno é que são "fáceis", "é só mashar A A A A A".

      1 reply
  • 2019-09-07 18:17:02 -0300 Thumb picture

    Code Vein (Trial version)

    Medium 3743876 featured image

    Olá!

    Testei a versão trial de Code Vein e quero trazer um pouco do que vi pra vocês.

    Primeiramente Code Vein é um jogo da Bandai Namco Entertainment que vai ser lançado 27/09/2019 para PS4, Xbox One, and PC (via Steam).

    Eu vou falar da história um pouco, então caso queira saber apenas sobre o sistema do jogo, desce um pouquinho!
    Vamos por partes:

    História (Apenas o que foi dito na trial version)

    Eu vou chamar o personagem principal de "O" protagonista pois o meu era masculino, mas pode ser "A" também, você escolhe.

    O protagonista de Code Vein é mudo, portanto pode esperar uma história contata por personagens secundários e algumas opções para sabermos um pouco mais do que está acontecendo...

    O jogo se inicia em um tutorial, uma mulher chamada Cruz explica os conceitos básicos que vou detalhar na parte de sistema, mas ela nos diz que vamos renascer como uma criatura imortal, uma Aparição. As aparições que se esqueceram de quem eram se tornam monstros e são chamadas de Perdidos.
    As Aparições geralmente só tem um Código de Sangue, porém o/a protagonista é diferente, é o único que pode trocar de Código. Cruz diz: Acorde e salve o mundo. lá vem...

    O protagonista é acordado por uma Garota de Branco

    Ela também não se lembra de nada, ambos estão com sede e vão andando até uma arvore seca, lá ela morte o protagonista que o faz sangrar, esse sangue cai sobre a arvore que faz brotar algo que parece uma “fruta”, que na verdade são Cristais de Sangue.

    Eles são abordados por um grupo de aparições que os levam para outro lugar, há mais aparições ali presentes, elas estão em desespero, pois não tem Cristais de Sangue para comer. Eles dão informações importantes como: um miasma vermelho surgiu após a luta contra a Rainha e que eles podem morrer e reviver desde que o coração não seja destruído.

    Uma tela de loading me deu a seguinte informação:
    Transformação das aparições: As aparições foram criadas com a implantação de um parasita ROB modificado no coração de um corpo humano. Contendo a invasão dos parasitas, os hospedeiros conseguiram conservar sua própria vontade, mas a ressuscitação podia levar anos, dependendo do individuo.

    Está ai a explicação sobre o coração

    O grupo de aparições nos força a trabalhar, a situação é a seguinte: um homem chamado Silva faz coleta tributo em troca de simplesmente não arrancar o couro deles, porém está tudo seco por causa do miasma e não nasce mais Cristais de Sangue. O grupo fica com a Garota de Branco e diz que a trocará por Cristais se sobrevivermos.

    O NPC que nos acompanha é Oliver, ele é muito gentil e nos ajuda bastante no caminho, até que ele é atacado e sua mascara é danificada (todos ali usam mascaras para não inalar o miasma).

    Oliver fica para trás e diz para não nos preocuparmos que logo ele vai alcançar

    Ele é tão gente boa que me deu uma tristeza deixar ele na caverna

    Mais pra frente encontramos outro NPC, ele apenas está procurando alguém para seguir o caminho em companhia, após uma caminhada encontramos a saída para a superfície, mas algo esta errado, as Aparições daquele grupo estão mortas e a Garota de Branco está caída no chão, alguém está descontrolado...

    Oliver virou um Perdido
    Infelizmente ele inalou o miasma, pois sua mascara havia quebrado.
    Vou deixar claro aqui que inalar o miasma é sentença de morte.
    Uma tela de loading me deu a seguinte informação:
    Sede de Sangue: Um desejo incontrolável por sangue que se manifesta quando a aparição passa muito tempo sem consumi-lo ou quando inala miasma. Esse efeito é causando pelo parasita ROB quando ele estimula o sistema nervoso central do hospedeiro como uma reação de fome.

    Nosso recente amigo foi o primeiro boss da versão trial
    Após livra-lo da dor, cai uma pedra do corpo do monstruoso Oliver chamada Vestígio, essa pedra sussurra para quem está perto e segundo o NPC que nos acompanhou, quem toca nela fica contaminado e se torna um Perdido, porém essa voz do sussurro é a de Oliver, então o protagonista pega a pedra e com o apoio da Garota de Branco ele consegue se controlar.

    Todos são levados para o eco de memorias de Oliver, ali vemos algumas situações que ele passou e assim ganhamos o Código de Sangue de Oliver.

    O NPC finalmente se apresenta como Louis,  que os convida para um lugar.

    Na base de Louis, ele explica que a Névoa Vermelha surgiu após a derrota da Rainha. E quando aconteceu, prendeu tudo e todos dentro, dando à luz a sociedade de Aparições governada pelo Silva.

    O Cárcere das Névoas foi o nome que as pessoas deram para o mundo lá dentro.
    As criaturas presas no miasma vagueiam em um ciclo infinito de morte e renascimento, sempre procurando por Cristais de Sangue para se sustentar. Aparições também precisam de sangue. Sem ele, se transformam em Perdidos.
    O protagonista tem o poder de reviver as fontes de sangue (a cena que a Garota morde o protagonista) e o nome da Garota de Branco é Io.

    Assim termina a história da versão trial

    - Sistema e Gameplay

    Criação de personagens: 
    Existe uma vasta customização de rosto e estilo do personagem, essa customização pode ser alterada posteriormente na base do Oliver.
    Sinceramente eu gastei 2:15h mexendo na criação de personagem. Me matem

    Alguns dos visuais pré-definidos disponíveis

    Menus, sistema de evolução e batalhas:
    Cada Aparição tem um Código de Sangue (entenda que é como uma proficiência, ou “classe”) e cada Código de Sangue tem suas Dádivas (entenda como Skills) e para usar essas Dádivas usa-se Sangue Negro (entenda como SP).
    Fora as nomenclaturas, o sistema é bem fácil de entender, principalmente se já jogou jogos da serie souls, pois o sistema de evolução é similar, você ganha Brumas ao derrotar inimigos e essa "moeda" é usada com comprar Dádivas, Equipamentos, Itens e subir de level.

    O personagem é rápido e fácil de controlar, a diversidade de armas nos da liberdade de escolha conforme o estilo que mais gostamos, roupas também tem uma boa diversidade, não tem muito segredo aqui. As Dádivas são divididas em ativas e passivas onde cada Código de Sangue novo, nos da a possibilidade de comprar Dádivas novas.

    Uma coisa que me chamou a atenção é o aliado, ele  avisa quando tem perigos por perto, quando há armadilhas ou inimigos que saltam de alguma estrutura ele pode ver e nos avisar antes de sermos atacados e com isso o inimigo é marcado em vermelho no mapa.

    Gráficos e Som, visão geral:
    O ambiente apresentado na versão trial é realmente bonito, sombras, design tudo é bem caprichado, porém se você é detalhista pode incomodar algumas coisas, por exemplo, quando conversamos com personagens a boca não se move, isso me causou estranheza pois os modelos são muito detalhados, roupas tremem em excesso em algumas cenas e o caminhar pode "bugar" quando sobre uma escadas, como quando na memoria de Oliver.
    A parte sonora é animadora, a musica entra no clima de batalha e o som ambiente combina com o lugar, porém novamente, eu joguei com fone para pegar mais detalhes e quando os inimigos faziam barulho de um lado ou o radio toca em certo lugar na base do Louis, o som literalmente sai apenas por um lado, abafando o outro dependendo de como está a posição da câmera, isso me incomodou muito.

    No geral, é isso, eu sinceramente gostei do vi na trial e que talvez vou passar um pouco de raiva nas mortes por ai, obrigado pra você que leu até aqui e deixe seu comentário pra gente saber o que vocês acharam dessa versão.

    Até mais!

    By: @lucas_jiro

    Code Vein

    Platform: Playstation 4
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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse me interessa bastante, ainda mais com esses visuais pré definidos, ahuahuha

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      gennosuke6 · about 1 month ago · 2 pontos

      Tá na lista! ^^

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      _gustavo · about 1 month ago · 2 pontos

      Acredito que vou pegar ele lá pra Novembro se tudo correr bem kkkk

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  • 2019-09-06 22:01:16 -0300 Thumb picture

    Prioridades da Game Freak

    Game freak não parece entender quais são as prioridades para Pokemon...

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      lukenakama · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu não me importaria se tivesse esse negócio dos curry(na verdade tenho certeza de que vou me divertir) meu problema mesmo é colocar isso e não outras coisas.
      Se fosse um jogo bem feito ao nível dos outros jogos de Switch, porra meu, coloca até date, mas se não tá pondo nem o essencial, pra que por o que não é necessário?

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      vinicios_santana · about 1 month ago · 2 pontos

      100% funcional, daqui a pouco vai ter dates nos Pokemons também, ai eveeentualmente vão ter batalhas contra pokemons selvagens kkkk

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  • 2019-09-06 12:02:10 -0300 Thumb picture

    Questlog #4 - A guerra santa: magumbos vs coxas

    https://geekquest.org/2019/09/06/quest-log-004-a-g...

    Finalmente saiu o questlog/feedquest/foodtruck de nº 4, respondendo o feed da galera sobre os podcasts de Final fantasy VII e de Action RPG! Também falamos sobre as notícias mais relevantes nesse meio tempo, como o anúncio de Indivisible, um grande action rpg de turnos... Epa...

    Artigo:
    https://gamicus.gamepedia.com/Action_role-playing_video_games

    Indivisible

    Platform: PC
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      _gustavo · about 1 month ago · 3 pontos

      o/ Ouvirei

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      jcelove · about 1 month ago · 2 pontos

      Ouvi mais cedo, do que lembro:

      Vagrant Story é um caso bastante peculiar. Convencionou-se chamar de action rpg por comodismo mas as batalhas sao um hibrido de turno e ação. Os elementos de rpg sao implementados de uma forma bastante diferente do comum. Nao tem xp e level up mas ashlay e suas armas evoluem, nao existem shops e o esquema de forja é uma coisa complexa ao extremo. É um dungeon crawler que precisava de classificaçao própria mesmo. As entrevistas do Matsuno sobre os bastidores sao bem legais.

      Monster hunter influenciou muita coisa e tem varios "clones" como god eater, dauntless, toukiden, e ate jogos como soul sacrifice e o proprio dark souls, que se assemelham em varios pontos com a serie da capcom apesar de terem mecanicas diferentes.
      A galera gosta de colocar ele no bolo dos arpgs pra facilitar.

      Ys é muito bom caras, o primeiro é basicão ate pela época mesmo e esquisito com o bump system , mas com o tempo acostuma e funciona bem. É curtinho tbm, em 5h ta terminando.
      É legal jogar o origin depois de ys 1 e 2 pq ele pega referencias diretas mesmo se passando 600 anos antes.

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      emphighwind · about 1 month ago · 2 pontos

      Agora que vi que você fizeram um site pro podcast, nice.

      O gameplay do YsI&II que tem na steam é melhor que os original lá dos anos 80, movimentação diagonal por exemplo que deixa o bump system mais agradável que os jogos originais de PC88.

      "O importante é a garota que você escolheu" consigo imaginar um podcast de Persona moderno/Ar Tonelico/Sakura Wars começando sério e de boa, porém aos poucos virando waifu wars. (anyway no Conception 2 foi a mina de cabelo azul sem kinkshame por favor, se eu fosse masoquista de jogar a dungeon final varias vezes eu tentaria harem ending), mas vou ser sincero a parte "dating sim" de Conception 2 é meio fraca também, alias mais fraca que o próprio combate, o jogo é realmente como o @jcelove comentou "na onda de persona", Monokuma não ter no 3DS é meme da eshop BR, na eshop americana tinha a DLC lá.

      Pelo visto o podcast de Legaia vai ser "divertido", infelizmente(ou felizmente né) não planejo jogar Legaia, mas estou ancioso por este podcast.

      Monster Hunter é "hunting game", este foi pelo menos o concenso que o povo usa quando saiu todos aqueles clones de MonHun pro PSP/Vita.

      Anime de Sakura Wars não é lá uma adaptação fiel dos primeiros jogos, começa parecido com 1 dai começa a divergir e coloca umas informações do 2 no meio, não cheguei a ver os OVAs, joguei o primeiro com .txt de tradução do gamefaqs do lado e o V, o foco era realmente a parte visual novel do jogo, apesar do gameplay SRPG estar lá, só começou a ficar interessante com as mudanças que surgiram do 3 que passa a usar distância ao invés de grade e evoluiu no que hoje é Valkyria Chronicles. Fiquei salgado inicialmente com a mudança pra action mais por ser a Sega e eu vi recentemente Valkyria Revolution acontecendo, além de Shining e Phantasy Star, porém agora que vi Yakuza virando RPG por turno com o protagonista fã de Dragon Quest, eu sinceramente achei uma troca justa. Não tenho esperança do resto da série ser localizada, mas quero bastante o remake de PS2 do 1 e o 3 localizados de alguma forma.

      Não quero entrar na discussão do que é e não é western RPG e JRPG, não acho que região deveria ser usado pra se referir ao gênero/estilo de jogo, porque tu pegar jogos como clones japonês de Wizardry fica estranho chamar de wrpg especialmente dos com arte mais anime.

      Força ai no TCC @the_muriel

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  • emphighwind Emp Highwind
    2019-09-05 18:30:48 -0300 Thumb picture
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    Post by emphighwind: <p>#img#[657853]</p><p>O remake/remaster? tá bonitã

    O remake/remaster? tá bonitão

    Xenoblade Chronicles

    Platform: Nintendo Wii
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      lukenakama · about 1 month ago · 2 pontos

      Porra, é sério isso?
      Eu nunca joguei o antigo, não sabia que esse novo tava aprimorada, achei que era só um port em HD.
      Daora.
      E tá bonito sim.

  • 2019-09-05 11:44:18 -0300 Thumb picture

    Nosso Site esta no Ar o/

    Depois desse tempo todo, finalmente nosso site esta noa ar o/

    Por hora so nosso podcast esta lá, mas em breve teremos mais conteúdo o/
    https://geekquest.org/

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      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Olha aí, show de bola. Parabéns pelo site, tá bem da hora.

      1 reply
  • 2019-09-05 10:26:28 -0300 Thumb picture

    Xenoblade Chronicles: Definitive Edition

    Anunciaram um remake de  Xenoblade Chronicles e ele está levemente mais polido :

    Xenoblade Chronicles

    Platform: Nintendo Wii
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      manoelnsn · about 1 month ago · 2 pontos

      Já vai ser um remaster mais eficiente que os da square, huahua

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      raiden · about 1 month ago · 1 ponto

      @juniorcomix Caramba!!! 😵

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      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      É o mínimo que se espera de um jogo remake em cima de um hardware mega antigo como do Wii, que é levemente superior ao do Play 2.

  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2019-09-03 20:53:21 -0300 Thumb picture
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    Trailer focado no Combate

    De Atelier Ryza

    Pelo trailer novo que a Gust revelou senti uma pegada do Nelke, onde os combates são em tempo real, mas vc pode pausar pra dar ordens quando quiser, muita gente achando "ruim" mas eu gostei dessa pegada diferente.

    Atelier Ryza: Ever Darkness & the Secret Hideout

    Platform: PC
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      cristalescuite · about 1 month ago · 2 pontos

      u gostei da gameplay, gostei dos turnos serem mais estilo Blue Reflection e dos personagens da party fazerem as ações em tempo real.

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      luchta · about 1 month ago · 1 ponto

      Jogo de otaku!

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      manoelnsn · about 1 month ago · 1 ponto

      Isso tá me lembrando FF12 só que... De turnos.

  • srw
    2019-08-31 08:40:02 -0300 Thumb picture
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    Ta quase lá

    Medium 656756 3309110367

    A uns 5 meses atrás, postei como tava andando e agora tá quase lá.
    Se bobear até o final do ano realmente teremos a tradução do jogo, isso vai me agradar demais XD

    Assim que sair eu dou um toque aqui

    Super Robot Taisen OG Saga: Mugen no Frontier EXCEED

    Platform: Nintendo DS
    37 Players
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      manoelnsn · about 1 month ago · 3 pontos

      MEU FLASHCARD ESTÁ AGUARDANDO POR ISSO! Pensando em até jogar o primeiro jogo de novo pra dar uma esquentada, ahuahua

      @katsuragi, olha aí

      14 replies
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