grindingcast

O Podcast criado para os amantes de RPG Eletrônico: geekquest.org/grindingcast/

You aren't following grindingcast.

Follow him to keep track of his gaming activities.

Follow

  • 2020-02-23 10:34:34 -0300 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast: Tales of Berseria

    https://geekquest.org/2020/02/23/grindingcast-025-...

    Mais um podcast saindo pra vocês, desta vez sobre o último game da franquia tales of lançado até o momento: Tales of Berseria!

    Não deixe de dar uma cubada e nos dar a sua opinião, ela é muito importante pra nós!

    Tales of Berseria

    Platform: PC
    116 Players
    52 Check-ins

    22
    • Micro picture
      wcleyton · about 1 month ago · 2 pontos

      Um dos pouco games que possui estilo edgy na medida certa

      1 reply
    • Micro picture
      hiroasura · about 1 month ago · 2 pontos

      me senti meio triste depois de ouvir o cast, por causa da gameplay, level design e bla bla bla. Mas, mesmo que a gameplay seja bem meh, ainda quero jogar essa porra (falta só a plataforma agora ashuahsuhua)

      1 reply
    • Micro picture
      vinicios_santana · about 1 month ago · 2 pontos

      Escutado, mas não deu muita vontade de jogar não. Pelo menos o cast foi divertido.

      7 replies
  • 2020-02-18 19:24:27 -0300 Thumb picture
    10
    • Micro picture
      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      Deve ser a melhor parte da edição.

  • 2020-02-17 10:53:04 -0300 Thumb picture

    Começando a edição

    Agora com os áudios tratados é hora de começar a edição do podcast de Tales of Berseria o/

    Tales of Berseria

    Platform: PC
    116 Players
    52 Check-ins

    14
    • Micro picture
      manoelnsn · about 1 month ago · 1 ponto

      Puta merda, a gente fala pra caralho

    • Micro picture
      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      Quem é o dono da faixa azul que tá gritando feito um maluco?

      1 reply
    • Micro picture
      hiroasura · about 1 month ago · 1 ponto

      cacete, 4 horas de gravação. ACHO q o cast vai ser levemente grande...assim q é bom ajkhbgajkbg

      2 replies
  • 2020-02-16 10:03:50 -0300 Thumb picture
    Post by grindingcast: <p>Hoje vamos gravar o podcast de Tales of Berseria

    Hoje vamos gravar o podcast de Tales of Berseria, e podem ficar atentos que ele vai sair semana que vem já o/

    Tales of Berseria

    Platform: PC
    116 Players
    52 Check-ins

    13
    • Micro picture
      maky_garden · about 1 month ago · 2 pontos

      Tô jogando ela nesse exato momento, que dia vai sair? Quero zerar para acompanhar o raciocínio 😍

      11 replies
    • Micro picture
      santz · about 1 month ago · 2 pontos

      Quero o cast de Phantasia XD

      2 replies
  • 2020-02-11 19:50:23 -0200 Thumb picture
    Post by grindingcast: <p>Quem ai quer um podcast de Breath of Fire IV?</p

    Quem ai quer um podcast de Breath of Fire IV?

    Breath of Fire IV

    Platform: Playstation
    3718 Players
    137 Check-ins

    30
    • Micro picture
      jcelove · about 2 months ago · 3 pontos

      Eita que vai ser tsunderismo do Manoel o cast inteiro com o pseudo clone de FF VII da série.hehe

      4 replies
    • Micro picture
      manoelnsn · about 2 months ago · 2 pontos

      Ah, como eu adoraria um podcast desse trambolho...

      4 replies
    • Micro picture
      darlanfagundes · about 2 months ago · 2 pontos

      Quero do 3, tem?!

      3 replies
  • 2020-02-11 15:18:59 -0200 Thumb picture

    Por que as personagens femininas de JRPG são... Assim?

    Medium 3775183 featured image

    Um certo dia, estava conversando com um colega de serviço sobre animes, as famosas animações japonesas (que sempre me chamaram a atenção desde que Seiya e cia chegaram na base de muito sangue e violência na década de 90 na saudosa TV Manchete) e acabei indicando alguns títulos pra ele começar a ver (já que eu tinha a mania de gravar vários episódios em DVDs, os quais ainda devo ter guardados em algum lugar), e então, após mostrar algumas imagens (contendo inclusive algumas personagens femininas) para ele, o mesmo me disse o seguinte:

    “Rapaz, é incrível que desenho japonês só tem mulher bonita, não tem nenhuma feia nesse negócio”

    Após sua afirmação, a minha resposta automática foi “Claro que não, também tem personagens femininas feias e talz”, mas acabou que não me veio nenhuma em mente pra poder citar de exemplo. E os anos foram se passando, fui jogando mais e mais JRPGs (que são diretamente influenciados e interligados com as animações japonesas, afinal advêm da mesma cultura) e acabei notando que… Ele estava certo! As personagens femininas advindas da mente dos autores japoneses sempre tinham a dádiva da beleza (tanto com rostos bonitos quanto com corpos bem torneados), claro que tinham as exceções (especialmente se a personagem já tivesse mais idade, ou fosse alguém de personalidade detestável), mas em suma isso era uma constante, seja para protagonistas como Terra Branford (de Final Fantasy VI) quanto vilãs como a deusa Myria (de Breath of Fire)… Mas afinal, por que elas são assim?

    Eva Heinemann, personagem do anime/mangá Monster (de Naoki Urasawa) é um exemplo de personagem feminina que não é lá muito agradável aos olhos, mas isso é devido a sua personalidade desagradável

    O senso comum, somado à atual situação político/cultural da atualidade, pode fazer com que muitos pensem que isso se acontece devido a uma possível “ditadura mundial da beleza” ou alguma coisa parecida, porém essas conjecturas são muito superficiais (já que mesmo personagens de mangás Shoujo, normalmente destinados a mulheres, são dessa forma), já que a razão pela qual o Japão decide retratar a mulher em suas obras fictícias desse modo quase divino é consequência de sua construção cultural, e utilizar a nossa visão ocidental pra julgá-los sem um conhecimento prévio de como que a retratação da realidade deles funciona, é errôneo. Por isso, através deste artigo, irei mostrar, mesmo que superficialmente, um pouco de como a arte nipônica no geral chegou a esse ponto, e como isso se reflete em nossos queridos e estimados jogos de RPG eletrônico advindos dessa pequena e pitoresca ilha no Oceano Pacífico.

    Gueixas: Conhecidas por muitos, entendidas por poucos

                                    Gueixa, em sua tradicional cerimônia do chá

    As gueixas são bem conhecidas mundo afora, usando seus quimonos decorados, seus penteados peculiares e sua maquiagem carregada, sendo quase um símbolo da cultura japonesa como um todo. Contudo, ocorre muita confusão sobre qual é realmente a sua função, com muitos até pensando que elas são cortesãs que fazem serviços sexuais aos seus clientes (em resumo: protstitutas), porém isso é uma mentira… Ou melhor dizendo, uma confusão devido ao fato das gueixas serem uma espécie de variante das verdadeiras profissionais do sexo famosas da história japonesa: as Oirans.

    Oiran, em desfile japonês. A principal diferença delas pras Gueixas à primeira vista é a maneira como o Obi (faixa do quimono) é amarrada: nas oirans o laço fica pra frente, enquanto nas gueixas é pra trás

    A tradição das oirans é secular no Japão, surgindo no período Edo, por volta de 1600, onde elas eram consideradas acompanhantes dos mais altos figurões da sociedade, os únicos que podiam pagar por seus serviços. Desde jovens, as aspirantes a oiran eram submetidas aos mais diversos treinamentos, desde maquiagem, dança, canto, poesia e conversação, além da óbvia função de seduzir e satisfazer seus clientes da melhor maneira possível. Com o tempo passaram a realizar seus trabalhos nos chamados yūkaku, os “quarteirões do prazer”, que vieram a se tornar muito famosos e muitos homens acabam visitando os locais não somente para o prazer sexual, como também para admirar o entretenimento e a arte que as oirans podiam proporcionar.

    Nesse cenário surgiram as gueixas, comumente se apresentando antes das oirans nesses locais, ganhando fama e adquirindo um enorme reconhecimento no país (contudo, sendo proibidas por lei de se relacionarem sexualmente com seus espectadores) e posteriormente ficando mais famosas que suas predecessoras. Nesses distritos também veio a se popularizar um estilo de dança bem característico, com movimentos bem sensuais, estilo que acabou ficando conhecido como kabuku (que significa ser selvagem e ultrajante), e as danças em si com o nome de... Kabuki.

    Teatro Kabuki, hoje uma arte masculina, mas sua origem foi bem diferente

                                   Izumo no Okuni, a predecessora do teatro kabuki

    No começo de 1600 uma certa sacerdotisa (miko) em Kyoto fazia peculiares apresentações, onde se vestia como homem enquanto teatralizava algumas situações cotidianas daquele período, isso com trejeitos e danças bem específicas. Acompanhada de algumas outras belas mulheres, suas atuações ficaram bem populares, e vários outros grupos femininos passaram a se apresentar pelo país afora seguindo o mesmo estilo. Entretanto, por volta de 1629, o governo baniu a participação de mulheres nessa modalidade artística, já que aparentemente as apresentações e danças eram “sensuais demais”, e muitas artistas se usavam disso para se prostituírem, e como as danças já haviam se popularizado, homens passaram a se vestir de mulher e a seguir esse estilo, o que culminou no famoso teatro kabuki.

                           Homem, interpretando uma mulher no teatro kabuki

    Apesar de existirem outras manifestações artísticas na cultura nipônica (assim como acontece com vários países, inclusive no Brasil e suas mais diversas festas regionais, por exemplo), o teatro kabuki é, até hoje, a arte mais popular dos 4 estilos teatrais japoneses (tendo inclusive sido elevada a Patrimônio Intangível da Humanidade pela UNESCO, em 2005). No palco, homens mais velhos interpretam papeis femininos (a priori isso era feito por homens mais jovens, porém casos de pederastia começaram a surgir, e a modalidade passou a dar preferência para pessoas adultas) nas mais diversas peças, que podem encenar o dia a dia japonês (sewa-mono), algum evento histórico (jidami-mono) e mesmo alguma peça de dança (shosagoto).

    Ator interpretando Nausicaä, protagonista feminina da animação Nausicaä of the Valley of the Wind, de Hayao Myazaki

    O ator que faz o papel feminino nas peças, chamado de onnagata, faz mais em palco do que simplesmente improvisar uma caricatura da figura feminina no geral. Através de anos de experiência dos mais diversos atores que o antecederam (e de um treinamento rigoroso), o mesmo não apenas usa roupas, perucas e maquiagens como também tem toda uma ritualística no palco, seja no modo me mexer nos cabelos, de falar ou mesmo de se portar, com o ator tendo mesmo que fazer um certo esforço físico para que seus ombros pareçam menores do que são, lhe dando um ar mais frágil e delicado para a interpretação que está fazendo.

    Obviamente que aquilo no palco não são mulheres de verdade, porém toda essa exoticidade deu um ar único e atemporal pra arte do teatro kabuki, e isso influenciou em várias outras instâncias artísticas e culturais da sociedade japonesa como um todo, seja na própria definição de beleza nipônica (com homens considerados bonitos por lá tendo que ter feições um tanto andróginas, bem diferentes do padrão ocidental) ou em suas histórias, quadrinhos, animações e… Jogos eletrônicos, como os RPGs.

    E como ficam os JRPGs nisso tudo?

                                                           Trilogia Seiken Densetsu

    A maneira como boa parte das personagens femininas são retratadas nos JRPGs é influência direta de toda essa historicidade. Seja o porte característico das oirans e das gueixas ou mesmo os trejeitos dos onagatas no palco, isso tudo reflete nos autores, que sempre procuram retratar suas personagens nesses jogos de forma delicada, sensual, exótica e isso contrasta e muito com as personagens femininas que costumamos ver no ocidente. Um bom exemplo, voltando pra época da saudosa Rede Manchete, uma certa animação japonesa foi transmitida e, ao contrário de títulos anteriores (como o próprio Cavaleiros do Zodíaco), esta tinha como alvo o público feminino mas, por algum motivo, boa parte dos espectadores consistiam de garotos, que consciente ou inconscientemente se sentiam interessados pelas garotas de saia curta que ficavam nuas pra se maquiar e derrotar os inimigos.

    Sailor Moon combatendo o mal de saia curta e sem nenhum pudor era bem diferente de outras heroínas que tínhamos na época na televisão, como She-rah ou as garotas dos desenhos de Hanna-Barbera, tanto que nos EUA muita coisa da animação foi censurada

    E como os JRPGs seguem o mesmo rumo artístico dos animes, esse tipo de retratação artística também era bem perceptível neles. Essa dicotomia oriente/ocidente pode ser facilmente perceptível nas capas do primeiro Breath of Fire, de SNES, já que na capa japonesa temos Nina (a garota angelical de roupas curtas) em grande destaque, enquanto na americana ela fica bem tímida lá no fundo e o destaque fica pro Ryu parecendo Conan o Bárbaro na frente do artwork.

    Acho que nem é preciso dizer qual é a capa americana e qual é a japonesa, né…

    Em tempos de politização excessiva, de ideologias à flor da pele e de um público cada vez mais propenso a se sentir ofendido com qualquer coisa, as obras japonesas podem parecer apenas uma maneira de se vender material para masturbação masculina, contudo para quem já é acostumado a consumir não apenas JRPGs, como jogos no geral, animações e quadrinhos nipônicos sabe bem que isso está longe de ser uma verdade. O que temos é uma arte única e característica moldada durante a história e com um certo cunho sexual (já que tanto o kabuki quanto as gueixas e as oirans possuem origem sexual, direta ou indiretamente), que não é apenas expressado nas personagens femininas sensuais, de pouca roupa e de feições bonitas como nos homens, quase sempre sendo retratados mais jovens e afeminados.

    O real problema que temos atualmente não é essa característica em si (que se expressa em personagens como Shiki de Samurai Shodown), já que é ela algo inerente à cultura japonesa (e convenhamos, essa exoticidade deles é o que faz ela parecer tão incrível aos nossos olhos) e sim ao EXCESSO disso, ao fato que estão colocando mulheres de pouca roupa e sexualmente sugestivas pra tudo quanto é lugar, especialmente devido à popularização das waifus e à ascenção do moe, que faz com que toda e qualquer personagem feminina pareça estética e pessoalmente forçadamente agradável, seja pra instigar um senso paternal no espectador (já que a personagem parece tão frágil) ou simplesmente desperte um apelo fetichista.

    Eruca de Radiant Historia, um exemplo terrível de descaracterização causada pelo moe

    Aquelas personagens belas, exóticas, que chamavam nossa atenção e instigavam nossa curiosidade, devido às demandas de mercado (já que as empresas descobriram que criar waifus fofinhas e bonitinhas de personalidade questionável é fácil e barato) estão se tornando cada vez mais algo raro de se ver e suas ausências passam a impressão de que todos os JRPGs são exatamente assim e que os WRPGs são o único bastião possível para boas personagens femininas. Porém, ainda temos Terra e Celes (ambas de Final Fantasy VI), Fee (de Atelier Iris 2), Maya e Ulala (de Persona 2), Lemina (de Lunar 2), Mystina (de Valkyrie Profile), Edna (de Tales of Zestiria), Deis (Breath of Fire), Farah (Tales of Eternia), Jakuri (Ar Tonelico 2), Ries (The Legend of Heroes – Trails in the Sky 3rd), Anise (Tales of the Abyss), entre várias outras, que sendo protagonistas de suas respectivas histórias ou não, ainda mostram que as personagens femininas de JPRGs têm muito mais a oferecer do que apenas um… Rostinho bonito.

    40
    • Micro picture
      davidchagas123 · about 2 months ago · 4 pontos

      Acho que é pq os maiores consumidores são homens

      1 reply
    • Micro picture
      ntampinha · about 1 month ago · 3 pontos

      Pelo que reparei, as personagens de animes e JRPGs retratam o padrão de beleza irreal deles, essa coisa das meninas serem sempre magras é porque eles prezam a magreza, isso pra eles é que é bonito. Essa coisa da mocinha tímida, fofinha, que vive fazendo "nyah! >.<" e que precisa ser sempre protegida por um boy também faz parte do padrão bizarro que a mídia deles criou por lá, e é seguido principalmente pela população juvenil (e quem não se encaixa no padrão sofre bullyings pesados).
      A sexualização das personagens é um assunto a parte, então nem vou mencionar.
      Porém, assim como o Brasil só fazia programação com atrizes "padrão de beleza midiático", o Japão faz nos animes/jogos, gerando dezenas de personagens que parecem todas "iguais". A diferença é que o Br tem se esforçado pra trazer variedade de pessoas para as novelas e filmes, para desfazer esse padrão de beleza tosco que criaram com o tempo, mas acho que o Japão não amadureceu o bastante para se desprender dos seus conceitos de beleza perfeita...

      2 replies
    • Micro picture
      hyuga · about 2 months ago · 2 pontos

      no cavaleiros do zodiaco o afrodite, que é tido como o cavaleiro mais bonito, tem a aparência androgina ou até feminina demais e sempre me perguntei por que o padrão de beleza japonês é "praticamente" todo feminino

      3 replies
  • 2020-02-10 15:52:25 -0200 Thumb picture

    Illusion of Gaia



    Tava dando uma navegada pelo Alva e me deparei com esse vídeo do Game Theory de Illusion of Gaia. Normalmente acho teorias bullshit, mas nesse caso o cara fala de muitos locais históricos que existem no game, como as pinturas de Nazca, e é uma boa pra quem ainda tem dúvidas entre jogar ou não esse clássico da Enix (um dos jogos que depois que fundiu com a Square ele esqueceu como fazer).

    Illusion of Gaia

    Platform: SNES
    921 Players
    25 Check-ins

    7
    • Micro picture
      fla14 · about 2 months ago · 2 pontos

      Depois que eu zerei Terranigma, deu vontade de jogar esse jogo porque muita gente fala bem dele e são os mesmos criadores.

      1 reply
  • 2020-02-08 22:54:44 -0200 Thumb picture

    Podcast - Grindingcast: 1 ano de RPGs

    https://geekquest.org/2020/02/09/grindingcast-024-...

    Mais um grindingcast no ar, e desta vez trazendo os melhores momentos desse primeiro ano de RPGs que tivemos! Não apenas uma retrospectiva boring de TV aberta e sim as melhores piadas, tiradas e momentos mobral do nosso podcast de RPG eletrônico!

    Chrono Trigger

    Platform: SNES
    13529 Players
    442 Check-ins

    22
    • Micro picture
      makomon · about 2 months ago · 4 pontos

      Lembro que o facebook me recomendou voces e, primeiramente, me interessei muito pq tinha uma imagem bem grande do Ness da logo. Em pouco tempo se tornou meu podcast favorito pra ouvir nos dias chatos no trabalho! xD

      Não só pelo fato que voces gastam tempo pra estudar e pesquisar assuntos, se preocupar dando noticias reais e opinioes/recomendações bem embasadas, mas também, ao mesmo tempo, conseguirem me fazer rir, prender minha atenção e até mesmo me sentir como se fosse conhecido de voces de tão a vontade que eu me sinto na conversa...
      Só tenho a pedir que continuem com esse trabalho de qualidade altíssima, voces todos estao realmente de parabéns!

      Parabéns, Grindingcast! Que o podcast cresça bastante nessa nova década que se inicia! Um abraço a todos!

      1 reply
    • Micro picture
      jcelove · about 2 months ago · 3 pontos

      A criança cresce rápido, parabéns!

      1 reply
    • Micro picture
      santz · about 2 months ago · 3 pontos

      Caraca galera, o cast já tem 1 ano. Parabéns aos envolvidos. Todos os casts de alta qualidade e com o modo zueira sempre ligado. Foi muito interessante ouvir sobre o nascimento do cast. Geekcast? Nunca ouvi falar... E esse the_muriel stakeando todo mundo. Será que ele me stalkeou também para me chamar para ajudar no site? Cara sinistro. Vocês separaram os melhores momentos do cast mas deixaram de fora a melhor parte: quando a voz do the_muriel fica toda encapetada. Chorei de rir nessa parte.

      2 replies
  • 2020-02-07 20:24:17 -0200 Thumb picture
    18
    • Micro picture
      manoelnsn · about 2 months ago · 2 pontos

      Pior no Persona 3 que são adolescentes edgy atirando na própria cabeça com armas de mentira, HAUHAUAHUAHUAHAUHA

    • Blank user
      crowler · about 2 months ago · 1 ponto

      Vou fazer uma critica aos podcast. Caras comecei a ouvir o podcast de vcs e estava gostando muito. Ate vcs começarem com o podcast do Chrono e tipo em vez de falar bem do jogo, vcs falaram um tanto de merda dele que é inacreditável. Mas blz vamos ouvir outro ae fui para o ff7 e pqp como que pode vcs falarem tanto coisa sem sentido e continuando falando mal do jogo. Mano se faz um podcast daquele jogo fala bem porra, tem tanta coisa boa do Chrobo e do ff7 que so vi vcs falarem mal. Tem um apresentador seus que ele é todo esquentadinho o cara me fala que nao vi nada de bom do remake do 7 ate agora so porque a square esta nomeando um dos modos como classico. Meu irmao se muita gente fala que este modo classico é por turno é a cabeça doentia do povo e nao da square pqp. Este cara é muito chato. O apresentador ele é gente boa e ele tenta colocar os pontos positivos mas os participantes nao deixam ae fica osso escutar vcs.

      3 replies
  • 2020-02-06 19:29:21 -0200 Thumb picture
    40
Keep reading &rarr; Collapse &larr;
Loading...