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Aqui vamos falar das suas e das nossas experiências e expectativas com mundo dos games...

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  • caco02 Marco Antônio
    2017-12-30 11:23:31 -0200 Thumb picture
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    Games, libido e a arte de ganhar em cima.

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    Ontem eu tomei coragem e resolvi ler o famigerado artigo que mexeu tanto com o @gradash e @juninhonash e ao abrir o artigo já vi que o(a) escritor(a) quis levantar seus pontos mas estava mais desesperado(a) para gerar polêmica do que transmitir sua ideia, tanto pelo nome do autor(a) que já incita uma divisão, não que a ideia do artigo seja ruim, mas é muito mal executada. O começo traz uma introdução forte falando sobre a dinâmica de criação de um(a) personagem.

    Antes de trazer a tona seu primeiro exemplo de um character design ruim, ela fala sobre o Hate que uma personagem que foge aos padrões comuns e realistas vai gerar com quem acha aquilo errado. Porém é um backlash mais feminino do que masculino. ( Nunca vi ninguém reclamando do Zangief ou do Sephiroth)

    Em seu primeiro exemplo temos a volta de um fantasma do passado em forma de Quiet. A sniper dos Diamond Dogs que gerou tanta controvérsia, realmente o design de Quiet é realmente chamativo e a história do respirar pela pele foi algo bem fraco mesmo, mas em relação ao seu comportamento temos algo funcional. Quiet é uma assassina altamente treinada, sua função é eliminar o seu alvo sem remorso, as vezes agindo com um instinto quase que animalesco. Algo que remete bem a temática de Quiet seria Conan, Mad Max, personagens que contam com a barbárie e selvageria, um instinto primitivo que reflete em sua roupa e caso esteja realmente importunando o Player você pode sempre colocar a roupa de combate. #CrisisAdverted

    O assunto de no caso a Quiet ser a unica mulher entre os membros dos Diamond Dogs se vestindo assim também foge um pouco do que realmente acontece, nos é mostrado que mesmo com roupas totalmente descabidas Quiet não precisa temer nada, na Mother Base facilmente vemos ela derrubando 4 soldados treinados como se fossem vassouras e na cena aonde ela é capturada e tentam abusar dela em uma cena tangível com a realidade da guerra ela simplesmente destruiu o acampamento todo sozinha enquanto algemada. 

    Pois se o caso de Hideo fosse a erotização banal da atiradora de elite em roupas disfuncionais, teríamos Sniper Wolf de maiô no frio da Antártida, a Boss lutando de Lingerie no campo florido, Naomi Hunter de Tiazinha, Para-Medic como enfermeira de filme pornô, Meryl tirando a roupa quando controlada por Psycho Mantis.

    O contrapeso usado é Widowmaker de Overwatch, nas palavras do artigo é dito que a personagem é sexualizada, porém não hipersexualizada, a diferença entre Widowmaker e Quiet é o quanto de roupa esta cobrindo a personagem, levando 2 personagens femininas de alta qualidade tanto em personalidade quanto em desenvolvimento rebaixando elas a um concurso de quem mostra mais o que.

    São duas personagens com psique e motivações diferentes, a semelhança está no armamento e acaba ai, Widowmaker é a famosa Femme Fatale, uma mulher linda, misteriosa e cativante que irá atrair sua presa para a teia e irá mata-lá sem o minimo esforço, seus movimentos são suaves, sua pose enquanto no rapel é graciosa e é silenciosa como as sombras que a envolve. Quiet segue a mesma premissa, porém ela não tem medo de se lançar ao perigo em uma investida selvagem e destrutiva, sem medo de levantar a atenção, ela é brusca e indomável seguindo seu instinto mesmo sobre ordens.

    As próximas acusadas são Ying, Katana, Laura e 2B, sendo que não conheço as duas primeiras irei me focar em Laura e 2B nessa parte do texto. Laura a nossa linda carioca judoca que senta a manjeba sem dó, a polêmica da personagem rolou muito em relação a sua roupa alternativa que consiste em um top e um shortinho ao melhor naipe baile funk. A roupa dela foi baseada em uma roupa comum para o povo e mulheres brasileiras que possuem um gosto igual ao de Laura, é algo baseado no costume brasileiro, na própria cultura do funk. Porque é errado quando é uma personagem de um jogo de luta mas não quando a TV mostra a Annita no programa de TV e no clipe com a polpa da bunda a mostra? E porque nunca se vê ninguém reclamando do Zangief só de sunga expondo todo seu corpo e na proporção irrealista de seu corpo com uma caixa torácica maor que um engradado de cerveja?

    No caso da 2B o problema é algo mais ocidental do que tudo, pelo fato da nossa sociedade ter uma base católica-romana associamos muitas vezes a erotização ao pecado da Luxuria e sempre houve a repressão durante a infância do próprio sexo e sexualidade, enquanto no oriente é explorado mais a evolução do ser, então a sexualidade e libido estão lá, mas não como um objetivo ou pecado, ele só existe e as pessoas estão OK com isso.  Mesmo que muitas vezes a 2B se mostre um pouco desnuda e o jogador possa usar a câmera para ver aqui e ali, a jornada é muito mais importante que o corpo da Ciborgue. A incrível história da ciborgue que começa como uma maquina apenas seguindo sua diretriz, porém ao observar o mundo ao seu redor e a "vida" sendo criada entre o orgânico e o mecânico acaba criando uma consciência sobre o que é a vida e o que está a sua volta.

    As vezes em busca de um motivo para desavença acabam diminuindo a personagem ao que ela veste e suas curvas, um grande nome vem a mente quando penso nisso: Bayonetta!

    A bruxa de Umbra, uma mulher tão poderosa, empoderada quanto sexy. Alem da sua personalidade forte a ponto de ser mais interessante que Dante, temos uma mulher inteligente, extremamente poderosa, uma hábil guerreira capaz de usar diversas armas e que bater de frente tanto com deuses quanto com demônios, um dos poucos títulos a levar 40/40 da Famitsu. Todos esses motivos são ótimos para exaltarmos Bayonetta como uma personagem incrível, porém sempre apontam a falha de como seu cabelo se comporta durante seus Summons. Porque uma mulher tão independente, poderosa, segura de si e confiante na vida real teria vergonha de usar seu poder máximo? O problema está no personagem ou em quem está jogando?

    Outro grande problema é diminuir as personagens que tem poder para algo minusculo apenas por que seu papel parece inferior. Por exemplo temos a Princesa Peach, todos amamos ela, ela é engraçada, é uma personagem carismática e extremamente poderosa, porém é sempre capturada pelo vilão Bowser e para resgata-lá controlamos o oposto de qualquer herói, ele não é alto, não é forte e não é charmoso nem mesmo é um príncipe, ele é o Super Mario um encanador, baixinho, gordo. Reduzir a Peach a simples donzela em perigo é algo que a mídia vive fazendo. Porém a mesma é alvo exatamente por ser tão poderosa, e porque nunca mais se falou da Pauline nessa mesma mídia, a antiga captiva de Donkey Kong hoje prefeita da "Nova York" de Mario Odissey. A Nintendo sempre foi campeã em trazer ótimas personagens. Zelda, Samus, Peach, Rosalina, Sheika, as mulheres Gerudo. Porém todas são deixadas de lado pois não geram polêmica.

    Algo que me deixa muito triste é ver como esse pessoal que clama por uma heroína incrível segue e clama apenas o Mainstream, Remember Me floppou de tal maneira que parecia um tijolo caindo do ultimo andar de um prédio, Alien Isolation é o que? é de comer?

    O que mais me deixa triste é o caso de Hellblade: Senua's Sacrifice. O jogo é lindo, a trilha sonora é um prazer aos ouvidos, a história é cativante, emocionante e uma luz no fim do túnel para pessoas com dificuldades psicológicas e emocionais. Agora porque um jogo com uma personagem tão complexa e bem desenvolvida, com um ótimo crescimento dentro da história floppou tanto? Você sabe que algo está errado quando os troféus de capitulo apresentam a classificação de Muito Raro.

    O que me deixa tanto puto quando triste com isso é porquê não importa, no final do dia a personagem mais incrível pode surgir porém o que ira gritar mais alto na boca e na mente daqueles que não querem se sujeitar a procurar conhecer o personagem será o tamanho da roupa da personagem e o tamanho de sua pretensão e ego em busca de motivos para gerar discórdia. Não porque o que é apresentado é ruim, mas sim porquê muitas vezes não aceitam que algo bonito e bem feito pode ser feito fora do que você acha certo.

    O que importa é a briga e a divisão do publico, é necessário que haja sempre polêmica e briga, existem personagens sim que são criadas com intuito disso. Porém as que realmente importam sempre serão descartadas e deixadas de lado pelo simples fato de não gerarem polêmica.

    Hellblade: Senua’s Sacrifice

    Platform: Playstation 4
    367 Players
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      seufi · almost 2 years ago · 6 pontos

      Sexualizar o personagem chamando atenção para peito, bunda, é fácil, difícil é evoluir a personalidade dele/dela. E quando isso acontece, como disse o artigo, o personagem se resume a sua design físico, sendo que o mais importante está fora da superficialidade. História, desenvolvimento, diálogo... Isso constrói um personagem de verdade, torna ele maior do que o jogo. Infelizmente, muito se atém à superficialidade gráfica, em detrimento da "alma" do personagem...

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      jacaregames · almost 2 years ago · 6 pontos

      Realmente gostei do seu artigo, vou apenas fazer algumas observações: Existe diferenças culturais que dão outro significado ao um zangief ou conan semi nus e a personagens femininas, no caso de homens , as coisas estão ligadas a masculinidade, ao macho alfa, ao poder e não submissão, no caso feminino(não nos que vc citou, deixo claro isso ) esta mais relacionado ao corpo como objeto, como algo apenas de desejo, um exemplo claro disso foi no filme , que sou muito fã, de star trek darkness, onde a doutora aparece semi nua por nenhum motivo a não ser aparecer. No caso particular que citastes tem o porem que todas essas mulheres são extremamente poderosas fisicamente, o que infelizmente não se emula na realidade.
      ps: Remeber me e senua são jogões.

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      gradash · almost 2 years ago · 6 pontos

      Artigo foda pra cacete manolo! Segura este like!

      Sobre porque ignoram as personagens fodas e focam sempre na mesma coisa? A resposta é absurdamente simples. Feminazis NÃO JOGAM, não CONSOMEM, não PARTICIPAM DE NADA, são pessoas completamente fechadas em seu mundinho de Medium, Tumblr e Facebook em bolhas absurdas (afinal estas plataformas fecham você em bolhas). Por que elas reclama sempre da mesma coisa? Por que só veem a mesma coisa.

      Normalmente estes grandes games mainstream são tão grandes que vazam da mídia gamer e é por isto que estas pessoas veem. Eu sempre digo, se você pegar um jogo de PC foda pra caralho e sexualizar pra caralho as personagens femininas e ele vender pra caralho, você não vai ver feminazi enchendo o saco, mas basta um jogo de console fazer o mesmo que elas piram. O motivo? Jogos de console chegam mais facilmente a elas que não consomem enquanto PC consegue se manter away do universo fechado delas.

      Existem feminazis que jogam? Sim, mas pode ver que reclamam mas sempre jogam a MESMA COISA. Procurar outros jogos, gêneros e estilos? Nem fudendo pois é mais fácil reclamar de algo que procurar o que é feito pra você.

  • 2017-07-10 10:56:58 -0300 Thumb picture
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    GAMEscola sede física

    Olá, estávamos sumidos da rede...

    Agora voltando com gás total por aqui, queremos compartilhar algumas fotos da nossa sede física, lembrando que também temos cursos online e quem quiser conhecer mais da GAMEscola pode acessar:

    www.gamescola.com.br

    www.facebook.com/gamescola

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  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2017-06-06 13:14:17 -0300 Thumb picture
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  • 2016-11-28 22:05:36 -0200 Thumb picture
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    A Inquisição sempre cumpre com a sua palavra!

    Medium 3421741 featured image

    O último jogo da franquia Dragon Age foi premiado com o mais valioso e almejado título do mundo dos games, o Game of The Year.

    Será que Dragon Age Inquisition faz jus ao título que lhe foi concedido? Durante as minhas mais de 80 horas de jogo cheguei ao ponto de entender o porque o jogo ganhou esse título.

    Dê play na música abaixo enquanto lê o meu texto ;)

    Estar no lugar errado na hora errada trouxe você aqui, agora o mundo todo conhecido quer saber que decisão você irá tomar, para onde irá levar seu povo. Essa frase resume muito do que é esperado do jogador em Dragon Age Inquisition e se por algum momento você chegou a acreditar que esse era um jogo raso, está enganado.

    O ritmo do jogo é um problema, na minha opinião para aqueles que não estão dispostos a desvendar o mundo de Thedas. Esse lugar contém muitos segredos e uma história tão antiga quanto a própria terra. Ruínas de povos outrora poderosos podem sem encontradas em diversos mapas, e cada uma com suas próprias lendas e culturas ricamente retratadas em músicas, pergaminhos, cantos, contos e lendas que você encontra no mapa e em diversos locais.

    O sistema de combate é um action-rpg, mas não se engane, ele não é tão simples, você vai levar algumas horas até entender bem como funciona e como escolher habilidades para equilibrar melhor a build dos seus personagens. Aliás, vale muito a pena destacar esse item: os personagens.

    DA Inquisition traz uma série de personagens, cada qual com suas histórias bem desenvolvidas, segredos, crenças e até mesmo princípios que os farão não tolerar se você transpassar esses limites. Esse aspecto deste jogo eleva a aventura para muito além de apenas esmagar os inimigos com o poder de seu machado duplo. Criar laços com personagens, ter um romance, é tão importante quando matar toneladas de inimigos.

    Quests, muitas quests, são sem dúvida uma das coisas que mais chama a atenção em Dragon Age Inquisition, e por incrível que pareça, cada área apesar de ter objetivos repetitivos, por serem mapas completamente diferentes e únicos acabam sendo muito divertidos e instigantes a investigação.

    Mas, e os Dragões? Ah, o frenesi de todo Dragon Age é caçar essas feras e mostrar-se mais poderoso que elas. Em Inquisition cada Dragão é único, possui hábitos e ataques únicos. As batalhas contra eles sempre são como devem ser: desafiadoras. Claro, acontecem mais coisas legais envolvendo dragões neste game, mas não vou contar para não perder a graça né?

    E o vilão? Motiva?

    De começo confesso que não entendi o que estava acontecendo, e vejo que isso é totalmente proposital! Ai que está o interessante deste game: ele não te dá informações para tomar decisões baseados em seus preconceitos de outros games e histórias. Investigar o mundo de Thedas e suas histórias se torna algo tão necessário para construir sua opnião política e a sua tomada de decisão sobre os fatos que envolvem este mundo, que a sua dedicação é o que definirá que tipo de Inquisidor você será.

    Mas e qual a recompensa disso? Ser reconhecido como O Lorde Inquisidor, temido pelos inimigos e respeitado pelos aliados é algo bem incrível. A Bioware trabalhou com maestria em fazer um mundo onde você, o jogador, consiga sentir o peso de suas decisões e ver o reflexo de suas atitudes no povo.

    As classes são todas interessantes e cada uma com habilidades que complementam as demais, a possibilidade de você controlar cada um dos 4 membros da sua party é muito boa e útil também! Não vou me aprofundar muito nesse item, pois acho que já está batido demais pelas outras resenhas.

    Enfim, Dragon Age Inquisition traz um mundo vasto, rico e cheio de mistérios a serem explorados. Um povo sofrido precisando de um salvador ou de um tirano que só quer salvar a própria bunda.

    Que tipo de Inquisidor você será? Vai liderá-los ou … vai falhar?

    Ass,

    ChiuauaDosPampas, Lorde Inquisidor. A Inquisição sempre cumpre com sua palavra e a espada é minha honra.

    Dragon Age Inquisition está disponível para: Xbox 360, PS3, PS4, Xbox One e PC.

    Obs.: Para os donos de Xbox One, o game está complemente free no EA Access, valendo cada centavo ;)

    Ah, e os prints deste post foram todos feitos durante a minha jogatina no Xbox One =D

    Dragon Age Inquisition

    Platform: Xbox One
    552 Players
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  • 2016-09-19 10:20:06 -0300 Thumb picture
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    Minha paixão pelo lado verde !

    Texto originalmente publicado em minha rápida passagem pelo site XboxPower...

    Minha paixão pelo lado verde começou já no primeiro Xbox...

    …muitas pessoas mais próximas sabem que sou admirador da Nintendo, sempre tive os consoles dela e eu consegui perceber que desde o N64 para quem realmente gosta de games que não dava pra ficar somente nela, comprei um GC e senti naquela geração que eu realmente precisava de um novo console, o PS2 (o tal arrasa quarteirão) chegou e não me agradou em nada, principalmente graficamente e foi aí que o Xbox me encantou, o Xbox que eu via apenas em revistas, em anúncios, com todo seu poder gráfico e Panzer Dragoon…

    …isso foi o suficiente para apostar na MS como minha plataforma na geração 128 bits e foi o máximo, vi nascer Halo, joguei Conker, Metal Gear 2 e vários jogos, notava ali uma superioridade imensa com relação ao PS2 e uma variedade imensa se comparado ao GC, estava feliz com a minha escolha e totalmente satisfeito, que videogame era aquele? Com HD, com rapidez, com um sistema de internet que realmente funcionava e ia só melhorando e com grandes lançamentos e exclusivos. A partir daquele console eu realmente criei minha preferência pela MS em termos de consoles de mesa. Jogar Xbox com vídeo componente em 720 p era algo surreal e quem jogou Ninja Gaiden e Ninja Gaiden Black nestas condições sabe exatamente do que estou falando.

    Então o Xbox 360 foi anunciado e meu Hype foi lá em cima, eu assistia vídeos e me encantava, os gráficos realmente construídos para alta definição, fiz uma loucura e fui atrás do console em seu lançamento, gastei demais, acho que até mais do que valia na época, financiei (leia paguei quase 3 consoles parcelado) e saí com meu console e já com Gears of War na mão, cheguei em casa, liguei aquele exclusivo e minha cabeça quase explodiu…

    ...esta geração foi especial demais, com o nascimento de grandes franquias que carrego em meu coração como Assassin’s Creed, com o amadurecimento da Live e como proprietário de um PS3 eu podia e posso afirmar, como ela é superior, como o sistema online da MS é incrível se comparado a concorrência, as atualizações são mais rápidas, funciona bem e tudo isso sem contar com o reaparecimento da Rare (uma empresa que amo desde criança) com os excelentes Viva Pinata e Perfect Dark 0, além disso veio o Kinect e as festinhas e churrascos regados a cerveja e caipirinha em casa nunca mais foram os mesmos, pois, colocar os amigos para dançar Dance Central depois de algumas cervejas é impagável.

    Halo 3 e 4 foram bons, mas, Halo Reach foi o ápice da franquia ao meu ver e jogar aquele game que é um dos poucos que me arrancaram lágrimas, foi uma situação inenarrável e única.

    O anuncio do Xbox One foi feito, eu curti a proposta desde o início, achei uma atitude importante e humilde da MS ouvir os fãs da marca e programar as mudanças graças ao feedback de usuários e quando o console chegou a ideia já estava formada, claro que peguei o meu, decidi mesmo após a primeira jogada em Killer instinct, a mão chega tremia…

    …joguei Ryse, Dead Rising 3, mas, foi ao jogar AC Unity que realmente me senti em uma nova geração (joguei depois das correções), a partir daí as coisas só melhoraram e quando comprei Sunset Overdrive eu senti que tinha feito a escolha inicial correta, hoje também tenho um PS4, mas, ele só serve para jogar alguns Multiplataformas (os que rodam bem) e Remasters que me desfiz com o passar do tempo no PS3. Brincadeiras a parte (é claro que joguei The Order e jogarei Bloodborne), posso dizer que se você que está lendo este texto tenha alguma dúvida de como entrar na nova geração VENHA PARA O LADO VERDE DA FORÇA! Não vai se arrepender, como dono de todos os consoles desta geração, posso afirmar, para quem gosta de console e pode ter apenas um, o Xbox One é a escolha certa, a biblioteca é mais atrativa, o planejamento futuro da MS é promissor e os jogos, ahhh os jogos, esses sim merecem ser jogados, escrevo este texto depois de ter jogado algumas campanhas coop do Halo 5 e digo, ninguém vai se arrepender de entrar para o lado verde da força.

    Agradeço imensamente ao @darlanfagundes pelo estímulo que me deu para voltar a publicar por aqui, realmente sinto muita falta de publicar no Alva e tenho certeza que em breve voltarei a escrever mais e com certeza meu próximo post aqui será com conteúdo inédito...

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      lukazz · about 3 years ago · 3 pontos

      Parabéns pelo texto, é sempre bom ver opiniões diferentes, eu sempre preferi a Sony, pois vivenciei a fase PS1, uma das melhores de minha infância, e como Xbox era caro e dificil de achar, nunca o tive. Eram tempos difíceis, comprar jogos originais era uma tarefa árdua, então sempre fui no vídeo-game que tivesse pirataria, infelizmente.

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      andrexdl23 · about 3 years ago · 2 pontos

      Ótimo texto! É legal ver o outro lado da moeda!

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      chiuauadospampas · about 3 years ago · 2 pontos

      Ótimo texto @andrefonema ! Recentemente um amigo meu trocou o PS4 dele por um Xbox One... pensa numa pessoa feliz!

  • 2016-07-19 11:39:58 -0300 Thumb picture
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    Então... SFV deu certo? O que mudou? Quais as consequências?

    Bom, como se sabe, no começo, Street Fighter V lançou e teve uma série de conturbações, um online que não funcionava nas primeiras 24 horas e que poucas análises corrigiram alegando que já funcionava no segundo dia, um Story Mode pobre que durava 5 minutos e um Survival que foi o pesadelo de muitos jogadores (incluindo profissionais) que assim como eu e todo mundo que joga, queriam pegar as suas cores favoritas, e as mais legais quase sempre ficavam no Hard, e é complicado pegar.

    Mas então, vejamos tudo que a Capcom fez pra manter o circuito competitivo ativo, e tentar aumentá-lo.

    - Botou o jogo com um EXCELENTE netcode, arrisco dizer que é o melhor dos jogos de luta até então;

    -Não lançou o jogo em versões de Arcade, e isso no Japão em teoria deveria afetar a popularidade, mas o circuito competitivo também cresceu por lá (eu disse competitivo, não casual);

    - Simplificaram todo o acesso ao jogo, removeram os complicadíssimos one frame links e tornaram todos os personagens 100% distintos;

    - Adicionou um "fator MOBA" de competitividade na estrutura de jogo e isso vai desde os menus até coisas como simplificação de execução de comandos;

    - Mecânicas como Crush Counter simplificam muito o gimmick do jogo em comparação ao Focus do SF4 e aumentou e muito a tensão, além de facilitar execução;

    - Várias coisas pra serem compradas com dinheiro real ou Fight Money (e algumas somente com dinheiro) pra tentar fazer o cara que joga sempre ter o que fazer/comprar/desbloquear;

    - Uniram as duas plataformas pra jogatinas online (no caso, PC e PS4) e isso aumenta brutalmente o número de pessoas jogando contra seja em saguão ou ranked;

    - Cronograma de pedaços do jogo que seriam lançados com o passar do tempo, incluindo Cinematic Story Mode, personagens, cenários, etc.

    Claro, que coisas como o modo história cinemático foi um atraso de jogo, porque a Capcom estava 100% focada no circuito competitivo e tinha que lançar o jogo pra que as pessoas tivessem o tempo ideal pros primeiros torneios que começariam dois meses após o lançamento. 

    Isso afastou de fato o público casual, ainda que o jogo tivesse um acesso enorme pra eles, mas eu não entendia porque tanta tranquilidade, e de repente vi que os patrocínios aumentaram e o número de inscritos pra EVO desse ano (2016) aumentaram e muito em Street Fighter.

    Pra se ter noção, o Ultra Street Fighter 4 teve 2227 inscritos, e como era a versão "final" do jogo e a mais equilibrada possível (exceto alguns casos como Rolento ou Elena), muitos jogadores que estavam começando não se sentiam estimulados a competir, afinal somente os mais fortes do jogo estavam ali com um ou outro jogador novo surgindo a cada ano (incluindo a ascensão do nosso brasileiro Keoma, chegando ao top 8 da Capcom Cup) mas no geral o número de jogadores competindo estava estagnado.

    E eis que Street Fighter V, que tentava de todas as formas possíveis aumentar o circuito competitivo chega na EVO com um número incrível:

    5065 participantes.

    Incluindo 15 jogadores do Brasil dos quais 13 jogavam principalmente Street Fighter.

    Querendo ou não, jogos de luta dão pouco retorno financeiro imediato, a longo prazo, menos ainda. O que define a maioria deles é justamente as premiações de torneios e pra isso, o maior número de jogadores competitivamente falando é mais importante que o casual.

    A Capcom tomou a atitude correta financeiramente falando, mas para com os fãs, talvez tenha sido meio cruel porque não tiveram o acesso "correto" ao jogo em termos de jogatina single player, ainda mais com tantos outros jogos de vida útil maior logo do lado como Guilty Gear XRD, Mortal Kombat XL e derivados. 

    Mas honestamente, acho que o Survival por si só, já segura a onda muito bem, tanto pelo Fight Money quanto pelo desafio, porque é ali que você aprende pelo menos parcialmente a como usar o personagem e ter uma reação eficaz contra situações de aperto, porque a CPU apela muito. E isso pra quem quer aprender a jogar, é muito bom. 

    Mas pode soar frustrante, e pros que não almejam o aprendizado, pode ser ainda mais. Porque o online com poucos meses já está entupido de jogadores consideravelmente bons e que valendo pontuação, não vão te perdoar. 

    Eu como fã de Street Fighter, vejo como um enorme passo pra frente, se adaptando ao mercado dando a ele o que ele quer, e é uma ótima forma de aderir novos fãs, chamar jogadores casuais pro competitivo e também de mostrar que os e-Sports também chegaram aos jogos de luta, com direito a transmissão em televisão (como no caso de nós brasileiros, que tivemos acesso às finais pela ESPN2) e todas essas coisas, todas essas mudanças são muito boas e fazem a popularidade e comunidade aumentar.

    Eu acredito (e torço) que isso chegue aos outros jogos, aumentando a competitividade e dando trabalho pra Capcom justamente pela concorrência de atenção - afinal, a Capcom é bem preguiçosa e precisa de uns sacodes de vez em quando. Apesar que dessa vez, ela tem se esforçado e muito. Mas não queremos ver a qualidade cair de novo, certo?

    Street Fighter V

    Platform: PC
    216 Players
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      akromvaleth · about 3 years ago · 2 pontos

      Marcando pra ler depois

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      tassio · about 3 years ago · 2 pontos

      Faz sentido mesmo, sou bem casual no Street Fighter e concordo com o texto.

      3 replies
  • 2016-06-01 13:02:06 -0300 Thumb picture
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    Minha Experiência com a Série Souls

    Hoje venho aqui relatar como foram as minhas 4 experiências jogando  a série Souls e bom, pra começo de conversa, quero deixar claro que não sou do tipo que aprecia o enredo dos jogos dessa série.

    Eu gosto muito dele, mas por motivos mecânicos, eu até gosto do formato e de algumas coisas da lore, e até de explorar, mas juntar os pedaços e apreciar definitivamente não acontece comigo. O motivo? Vai saber.

    Demon's Souls:

    Um pontapé inicial, uma ideia nova chegando aos padrões nos consoles dos tão mal falados padrões de jogos fáceis da sétima geração. Por ser primeiro jogo da série, visto por muitos como o mais difícil, mas já dizia um amigo meu:

    "Quando se entende o jogo, é o mais fácil... O problema é chegar nesse entendimento".

    De fato, ele tem toda razão. Demon's Souls consiste num elemento de "fases" das quais depois da primeira é inteiramente opcional escolher por onde deve ir, com isso você ganha acesso à mais quatro e dentre as cinco tem mais 3 partes, exceto pela primeira que tem mais 4.

    Uma coisa curiosa é que ele não trabalha muito bem o conceito de "desafio e recompensa". Não preciso spoilar mas com poucas horas de jogo, se ler tudo que vai adquirindo, é fácil ter ferramentas mais que suficientes pra arruinar no mínimo 60% do desafio do jogo. Mas isso depende totalmente da forma que joga e como monta sua build.

    Isso inclusive, ajuda a detonar barreiras de desafio artificial do jogo como o fato de não ter nenhum checkpoint de onde se surge até o chefe. Caminhos normalmente bem longos mesmo com todos os atalhos possíveis.

    E também é o mais forçado de todos, TODOS os itens tem peso, e tem o lance da tendência do mundo que eu particularmente acho tolo e mais um motivo de forçar a barra. Mas não tira os méritos do jogo de ter a melhor atmosfera da série e uma trilha sonora que é digna de arrepios.

    Claro, por ser um primeiro jogo, uma série de coisas foi feita totalmente às cegas, sem saber como seriam recebidos ou se funcionaria pra todos, mas ironicamente ainda assim com todos os defeitos criou uma legião de fãs, que só se espalhou. Ainda que parte disso seja culpa do desinteresse da Sony de manter o contrato com a From Software na exclusividade.

    Dark Souls:

    O queridinho da galera e que fez a Sony se arrepender amargamente de ter cancelado tal contrato de exclusividade (coisa que ela resolveu depois no PS4 e me fez não jogar Bloodborne). Se existe uma coisa que podemos ver em Dark Souls é esforço.

    Tal como Metal Gear Solid (o primeiro, do PS1), Dark Souls teve seu desenvolvimento limitado à uma grana não tão alta, e pra quem não sabe Hidetaka Miyazaki só assumiu de verdade a série Souls aqui (no Demon's ele só "terminou" o jogo), mas suas ideias dessa vez foram aceitas e todas executadas de maneira exemplar. Miyazaki queria um jogo que trabalhasse tudo muito bem, o fator exploração, recompensa e um level design "circular" onde tudo se conecta à sua safehouse (Firelink Shrine) de forma exemplar e belíssima. 

    Os chefes visualmente são em boa parte muito desafiadores, bem feitos e com algum aspecto interessante e curioso aqui e ali, tornando o jogo bem único em praticamente todos os aspectos. Mas ele é o mais difícil (em termos de posicionamento de inimigos no mapa) de longe, ainda que seja o mais justo. Claro, não esquecendo os famosos golpes que atravessam parede, hitboxes zuadas e etc. 

    E também é o menos linear de todos, te obrigando a explorar e verificar onde se deve ir e o que deve ser feito. Particularmente gosto mais desse formato que dos demais jogos da série.

    Dark Souls II

    A tida como ovelha negra da franquia, e que de certa forma não é um total engano dizer isso.

    Parte da graça dos jogos Souls é justamente a dificuldade, o desafio e a perseverança, querendo ou não... Não se pode ignorar novos jogadores mas menos ainda os jogadores veteranos, então ao começar pelo II talvez sinta algum aperto mas não é muito difícil voltar  pro Demon's ou Dark I e sofrer pra valer de outras formas.

    Acontece que Miyazaki se tornou presidente da From Software com o sucesso de Dark Souls, vendendo muito acima do esperado e tendo repercussão que até hoje movimenta fóruns e grupos da internet com métodos de avançar no jogo ou lore. E nisso dois estagiários assumiram o cargo  e fizeram o jogo com base em tudo que o primeiro Dark tinha estabelecido.

    O que acontece é uma repetição parcial de algumas ideias e chefes pouco expressivos, uma linearidade não vista e um sistema estranho onde as armas normais tinham mais eficiência que muitas armas escondidas ou feitas com almas de chefes.  Aparentemente tudo foi resolvido nas DLC's do jogo, mas a versão inicial dele ainda é meio sem graça por isso. Mas pra veteranos, porque pra novatos não tem melhor. Pros veteranos a melhor e ideal versão é a da nova geração com as expansões batizada de Scholar of the First Sin, que embora muitos reclamem é outro jogo.

    Só pra constar, Dark II tem seus ótimos elementos, inclusive, o fato de ter a maior campanha de toda a saga Souls, e o maior número de chefes e coisas pra se fazer sem necessidade de DLC's.

    Dark Souls III

    Eis que o jogo definitivo chegou, aparentemente o último segundo a From Software e que mistura tudo de bom dos jogos anteriores incluindo Bloodborne.

    Ele segue boa parte de tudo que o I e II trouxeram, e de quebra amplia tudo isso misturando elementos de cenários gigantes, variedade de inimigos e batalhas contra chefes simplesmente memoráveis.

    Ao meu ver, os chefes mais difíceis da franquia e o jogo que mais tive dificuldade de matá-los, ainda que o progresso de mapa tenha sido tranquilo pra mim em vista da experiência com os anteriores. Mas, o combate mudou e ficou muito mais rápido, e isso pra mim (que sempre jogo na esquiva) foi algo que demorei muito a me adaptar.

    Além de que, é o jogo que como Metal Gear Solid 4 (sim, outro exemplo de Metal Gear), ele mira no amor do fã pela franquia e acerta em cheio. Trazendo uma pilha de coisas novas e elementos/personagens/cenários do primeiro Dark que tanto amamos e uma coisa ou outra do II pra não falar que não tem nada. Até o Demon's ganhou um easter egg nessa brincadeira. Um bem legal, inclusive.

    Provável que o III seja o meu favorito da franquia e tem a melhor OST ao meu ver, ainda que o que me desperte mais interesse seja Bloodborne, que por não ter um PS4, fica impossível pra mim de acessá-lo.

    --------------------------------------------------------------------

    Minhas experiências foram ate agradáveis, sofri muito no I e III por motivos diferentes e venci o meu medo/trauma do Demon's Souls e me diverti quase que casualmente em Dark Souls II (ainda que em vista de um jogo normal, ele seja muito difícil), e se possível eu recomendo que joguem todos os jogos da série Souls.

    O Demon's fica mais a critério de curiosos, já que é exclusivo e não tem nada dele (exceto o clima) que os outros não façam consideravelmente melhor. E pela acessibilidade simples e prática dos outros títulos, torna ele ainda menos indispensável. Mas a série em si é muito boa, principalmente se já cansou de jogos totalmente fáceis e simplificados demais. Porque em Souls como todos nós sabemos, a graça é sofrer com inimigos fortes, ausência de mapas, decorar padrões e buscar a cada morte, uma vitória. E pra cada morte, um gosto cada vez maior e melhor na conquista.

    Dark Souls lll

    Platform: PC
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      lcirilo · over 3 years ago · 2 pontos

      Claro, não esquecendo os famosos golpes que atravessam parede, hitboxes zuadas e etc.
      Hitbox Zoada
      HIT
      BOX
      ZO
      ADA

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      diegomatias · over 3 years ago · 2 pontos

      Bloodborne é incrível. Tô jogando há um mês e tô de boca aberta.

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      netobtu · over 3 years ago · 2 pontos

      Eu amo de paixão essa série, e só fui jogar de verdade esse ano! Joguei os três em sequência (havia zerado Bloodborne ano passado, na época de lançamento do jogo).

      O 1 é maravilhoso, é o mais importante pra série, e, em minha opinião, o que tem level design mais ousado, o clima mais etéreo (a arte e o visual meio baixo orçamento ajudam muito nisso), aquele world design circular é primoroso demais... acho o jogo mais bem amarrado da série.

      O II é uma porcaria, a minha vontade de jogá-lo de novo é absolutamente zero. Mais bosses não significa melhor jogo, tendo em vista que grande parte é o mais puro lixo. Nem as DLCs fizeram o gosto amargo da boca sair. Ela é melhor, sim, mas o jogo base tem tanta coisa errada, como o stat ADP pro seu roll funcionar direito, bosses horríveis, fases mal formuladas... nossa senhora, péssimo Souls.

      O III é excelente demais, as melhores batalhas contra chefes (mas nenhuma tão épica quanto Ornstein & Smough) e acredito que também tem a melhor atmosfera de desolação também. To no aguardo das DLCs.

      Só não joguei o Demon's Souls, coisa que corrigirei em breve.

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  • netobtu João Paulo Bonome Neto
    2016-05-31 11:19:06 -0300 Thumb picture
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    [Primeiras Impressões] Salt & Sanctuary

    Bom, amigos, quase 6 horas de jogo (pelo contador do meu save), e seis bosses depois, acho que já dá pra eu comentar um pouco sobre o jogo.

    Não há dúvidas de que Salt & Sanctuary quer ser o Dark Souls 2D. A atmosfera, o combate, a apresentação de chefes... tudo remete à série da From. O que não é algo ruim, pelo contrário, é ótimo.

    A progressão em 2D deixa os levels mais difíceis, porque o jogo pode focar em platforming: inimigos em vários níveis de plataforma diferentes, te forçando a pular, por exemplo. Nesse ponto, Salt & Sanctuary possui um excelente caráter platforming, eu não tive problemas nesse ponto, achei as mecânicas na medida certa.

    Conforme o jogo passa, você ganha algumas novas habilidades para a exploração do jogo e para o platforming. Por exemplo, a habilidade de andar de ponta cabeça pelo teto das fases ao tocar um obelisco, ou o wall-jumping. Acredito que vão aparecer mais pela frente, o que dá um caráter Metroid à exploração, pois áreas inacessíveis anteriormente agora se tornam possíveis de serem alcançadas.

    As fases têm uma aparência bem labiríntica, e várias vezes eu fiquei louco para encontrar um santuário para estar seguro... os santuários funcionam como a Fogueira de Souls, onde você pode upar o personagem. Nesses santuários, você pode chamar ferreiros, mercadores, clérigos, ajudantes, e outros... pela exploração dos níveis, encontramos estatuetas que, oferecidas no Shrine, convocam algum desses personagens. Isso é legal, porque a oferta dessas estátuas são limitadas, o que me fez pensar várias vezes se valia a pena chamar um mercador ou um ferreiro ali, e me fez ficar meio nervoso de não ter uma estatueta de ferreiro em uma parte do jogo, já que dava para melhorar minha arma.

    A questão do combate é completamente Dark Souls também. Escudo, arma, esquiva e equipamento. Tem parry, ataque forte. O legal é que, por ser 2D e ter esse caráter platformer latente, podemos ousar dos pulos para desferir ataques nos inimigos por cima, ou tentar pular por cima deles e surpreendê-los pelas costas (mas não há backstab, somente o riposte caso você consiga usar parry em algum inimigo). O combate tem bom impacto e não achei nada injusto até o momento... claro que há partes bastante difíceis, mas normalmente é porque você precisa melhorar sua arma, trocar seus equips, ou simplesmente dar uma farmada para upar.

    O sistema de level up aqui lembra o de Final Fantasy X, que é um sphere grid. Apesar de haver caminhos meio que fixos para a build que você pretende, por vezes você é obrigado a investir em um atributo que não quer, para poder seguir para algum atributo que você queira. Prefiro o jeito convencional de escolher o que melhorar, mas não vi tantos problemas assim com o Sphere Grid... dá pra jogar de boa.

    Os bosses são legais, mas dois aqui bugaram: um ficou do meu lado o tempo todo e quase não ofereceu problemas, e outro saiu da tela e simplesmente morreu (ele já estava quase morrendo, mas enfim). Ao final dessas batalhas dá aquela sensação ótima de dever cumprido. Até agora todos tiveram duas fases distintas, como ocorre em Bloodborne e Dark Souls III, e no final dão uma bela apeladinha, o que exige velocidade. É aquela questão de decorar os padrões e dançar conforme a música, mas dá pra morrer bastante.

    Achei o jogo mais punitivo do que Dark Souls. A cada morte, além de perder todos os seus Sais (as "Souls" do jogo), você perde 10% de suas moedas, que servem para comprar coisas de mercadores. Em alguns chefes sofri pra caramba e perdi quase toda a minha fortuna. Mas nada que atrapalhe tanto, os inimigos derrubam bastante moeda, o que possibilita ficar rico fácil.

    O level design das fases é muito bom, e totalmente inspirado em Souls: caminhos que bifurcam levando a lugares diferentes, atalhos, chaves para abrir portas, elevadores a serem ativados... o jogo sempre está te convidando a conhecer as fases e explorá-la.

    A trilha sonora é ok, mas muito repetitiva. Enfrentei cinco chefes seguidos que tinham o mesmo tema (o tema é bom, mas pra um chefe, né?), até que no sexto o tema foi outro, o que foi bom. Entendo que a equipe do jogo é pequena e provavelmente não havia tanto dinheiro para investir na trilha sonora, mas fica a crítica.

    Apesar da aparência de jogo de flash, tem uma arte muito mais bonita do que possa parecer. Boas animações em 2D, design de personagens e inimigos bastante inspirados. Só que tem muita área que é parecida com a outra... espero mais variedade de cenários daqui pra frente.

    Enfim, o jogo é bem viciante, muito gostoso de ser jogado. Recomendo a todos e torço para que o jogo continue melhorando, por ser 2D o normal é sempre ir melhorando o design, deixando mais difícil, mas te ensinando mais sobre suas mecânicas.

    Abraços!

    Salt and Sanctuary

    Platform: PC
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      juninhonash · over 3 years ago · 3 pontos

      A única coisa que realmente me desagradou no Salt é a direção de arte que é feia e pobre. O resto eu aprovo e gostei MUITO mesmo. Não tenho nada a reclamar do restante e no pouco que joguei concordo plenamente contigo.

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      jorgegt · over 3 years ago · 2 pontos

      Ótimo texto. Só meu deu mais vontade de jogar...
      Eu queria jogar outros jogos antes dele, mas estou vendo que vou acabar começando logo após Dark Souls 2.

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      paulolol22 · over 3 years ago · 2 pontos

      Upvote my friend ooo alguém sabe quando sai a versão do vita e ela que tô querendo mais que. Tudo rssrrs

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  • 2016-05-22 17:24:23 -0300 Thumb picture
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    A arte em forma de Valiant Hearts - The Great War

    Medium 3322954 featured image

    Olá queridos amigos gamers e leitores aqui da @ligadosescritores!

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    Obs.: A trilha sonora desse jogo é incrível, deixei abaixo o tema principal. Acho que seria uma experiência legal ler esse breve texto ouvindo ela.

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    A tempos que gostaria de escrever a vocês sobra uma breve, porém excelente experiência.
    Valiant Heartsé um daqueles jogos que te encanta pela simplicidade e pala capacidade de tocar os nossos corações sedentos por jogos de ação.

    Com o anuncio de um novo BattleField que se passará na primeira grande guerra, acho relevante que todos possam ter a oportunidade jogar Valiant. Feito na maravilhosa UbiArt, uma das engines que mais me deixa feliz no quesito criatividade, esse “indie” da Ubisoft surpreende pelos detalhes históricos, por uma narrativa simples e uma mecânica de jogo simples e funcional.

    Vocês talvez estejam pensando: “poxa, jogo tão simples, o que ele tem de mais @chiu”. Tem um ditado popular no nosso braziu que diz mais ou menos assim: “É na simplicidade que encontramos a felicidade”. 

    Bem, Valiant não é nem mesmo de perto uma história feliz e alegre, o clima do jogo te deixa com uma sensação pesada desde o começo, isso acontece porque diferente de outros jogos de FPS ou ação a que estamos acostumados, aqui a guerra não é venerada, não é exaltada e não temos aquele rock pesado que nos permite sentar o dedo na metralhadora e matar todos os nazis. 

    O que acontece com pessoas comuns quando inicia uma guerra? Bem, apesar de não ser uma guerra recente, Valiant Hearts nos mostra um outro ponto de vista não tão nobre sobre uma guerra que deixou marcas profundas em uma geração, que acabou levando o mundo posteriormente a outra guerra mais sangrenta e mais destruidora.

    As marcas da segunda guerra ainda hoje afetam nossos dias: comunismo, nazismo, fascismo, regimes totalitários e etc. Não quero me prolongar nestes assuntos, mas Valiant é um game para jogar do início ao fim com um nó na garganta, mas nem por isso ele é menos incrível. Essa sem dúvida, é uma das obras de arte que mostra o potencial de um game em contar fatos históricos sobre um ponto de vista diferente. Com uma trilha sonora rica e detalhada, diversos fatos históricos e puzzles inteligentes, Valiant Heats merece uma recomendação.

    Valiant Hearts – The Great War está disponível para: PC, Xbox One, Xbox 360, PS4, PS3, iOS e Android.

    Preço médio: R$ 30,00.

    Duração: Cerca de 10 horas de gameplay.

    Valiant Hearts: The Great War

    Platform: Xbox One
    438 Players
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      msvalle · over 3 years ago · 4 pontos

      Excelente post sobre um excelente jogo, parabéns! Vale lembrar o cuidado da Ubisoft na localização no Brasil ao trazer alguns fatos sobre a participação brasileira na Primeira Guerra Mundial.

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      lica · over 3 years ago · 3 pontos

      Esse game é lindo! Um dos melhores em estética que já vi. Ele me atingiu profundamente e chorei muito no final... =/

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      jorgegt · over 3 years ago · 2 pontos

      Eu comecei a jogar e acabei desistindo. Mas não posso negar que a o visual é muito bom.

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  • 2016-05-18 20:23:27 -0300 Thumb picture
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    [OFF] NOVA PERSONA

    Boa noite pessoal, venho por meio deste post pedir a opinião de vocês, sobre uma persona que eu estou pensando em criar, sei que muitos tem a política de não piratear jogos e respeito a decisão e tão pouco quero entrar no mérito do certo ou errado, mas por que então entrei nesse assunto de pirataria?! Pois bem, eu não sei se ja existe alguma persona dedicada a isso mas se não houver gostaria de criar (na verdade já está criada, o que falta é só começar a postar como ela) esta persona que aborde simplesmente downloads de jogos, emuladores, enfim, seria um centralizador de links aqui, para que o pessoal não precise ir catar sempre no google, contaria até com pedidos de downloads, que eu me disponibilizaria (dentro do meu tempo disponível) a ir atrás e postar aqui. Gostaria de saber sinceramente a opinião de vocês se vale a pena, se apoiam. Vou marcar um pessoal mas fiquem a vontade a dar sua opinião. Valeu e abraço o/

    @juninhonash - @setzer_eduardo - @artoriasblack - @dantedias - @zuppao - @thecriticgames - @marcusmatheus - @roberto_monteiro - @barbarabai - @maria_luiza - @vieira_san - @teamblue - @lacmetal - @w0lfmoon - @jessicagdsantos - @conradodepacas

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      guidoncio · over 3 years ago · 8 pontos

      Só uma dúvida, não vai contra os termos de uso do Alva?

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      roberto_monteiro · over 3 years ago · 4 pontos

      Eu dou sempre prioridade aos originais, mas daquele jeito né, vai ter grana pra tudo....
      Muito jogos eu fechei pirata e comprei quando tive a chance e por ai vai, sem falar que emulador é vida =D
      APOIO e ajudo na medido do possível!
      PS: Não sei se há regra no Alva contra a pirataria...

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      teamblue · over 3 years ago · 3 pontos

      Não sou pirateio jogos, atuais e da geração passada, porem o resto kkkkkkkkkkkk

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