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  • 2015-04-17 00:20:59 -0300 Thumb picture

    A febre dos jogos de celulares!

    Medium 3050865 featured image

    Fala galera!

    Hoje estou aqui pra falar de um segmento de jogos que tem ganhado bastante seguidores ultimamente: os jogos para celular. Nós sabemos muito bem que os jogos digitais, como um todo, existem há muito tempo, os dados remontam à 1958, onde o jogo Tennis for two foi criado pelo físico William Higinbotham, mas começaram a ganhar mais projeção em 1961, ano em que um grupo de estudantes do MIT se reuniu para criar o jogo Spacewar, que simulava batalhas espaciais e custava uma fortuna na época.


    Afinal, por que não investir nos jogos para celulares? As vantagens são inúmeras: baixo custo de produção e, consequentemente preços mais baratos para o consumidor final e com uma possibilidade de alcance cada vez maior devido ao grande número de pessoas que passam a utilizar os seus celulares também como "consoles". As pessoas estão cada vez mais atarefadas, com cada vez mais compromissos, o que nos leva a considerar o celular uma excelente alternativa para jogar e passar o tempo que gastamos em ônibus/metrô, em filas, em consultórios médicos, etc., à menos que você tenha dinheiro para investir num console portátil e queira sair com ele por aí.


    Nós, gamers mais antigos, quase sempre torcemos o nariz quando se trata de jogos para smartphones, mas é inegável que a presença deles é cada vez mais constante no nosso dia a dia, quem nunca recebeu um convite no facebook para jogar Cand Crush que atire a primeira pedra, heheh... Além disso, até mesmo as grandes desenvolvedoras têm se dedicado à produção de títulos para essas plataformas, a Squenix que o diga, além de jogos mais antigos da franquia Final Fantasy lançados para smartphones, ela recentemente anunciou alguns títulos exclusivos para eles. Quando eu estava fazendo pesquisas para o meu TCC encontrei dados interessantes que mostram que a maior parte da produção nacional de jogos encontra-se nos smart's e que muitas empresas brasileiras de jogos têm surgido nesse segmento e ganhado cada vez mais projeção no mercado.


    Eu confesso que fico surpreso com a qualidade e variedades dos atuais jogos para smarts, existem jogos para todos os gostos: puzzle, aventura, musicais, estratégicos e etc. Eu já me rendi há alguns deles, gastei um bom tempo tentando quebrar o recorde dos amigos do face no Subway Surfers e no Zombie Tsunami, quebrei a cabeça tentando solucionar o 2048 e, graças à insistência de alguns amigos na faculdade me rendi ao Clash of Clans, que atualmente é um dos jogos que mais jogo e hoje mesmo baixei um joguinho de luta baseado no universo dos super-heróis da Marvel e que achei bem divertido.

    Se você está procurando passatempos simples e divertidos para os momentos de ócio longe do seu console o seu celular pode ter grande serventia, se não sabe por onde começar já fica como sugestão esses jogos que apresentei no parágrafo anterior.

    E para quem quiser me encontrar lá no Clash of Clans, eu faço parte do clã Age of Heroes, pode chegar junto, que serão todos bem-recebidos!

    Por Bruno Oliveira

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    Angry Birds

    Platform: Android
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      santz · about 2 years ago · 2 pontos

      Eu não curto muito jogos de celular. Uso mais como minha plataforma de emulação.

      1 reply
  • 2015-04-05 00:30:55 -0300 Thumb picture

    [Livros] Harry Potter brasileiro? Mais que isso

    Se você acompanhou as aventuras do bruxo Harry Potter durante a infância e a adolescência é muito provável que já tenha desejado estar naquele mundo mágico e encantador. Não só isso, mas também se questionado sobre como seria uma escola de magia no Brasil. Pois bem, a carioca Renata Ventura aceitou o desafio de trazer esse universo à nossa vasta terra e assim nasceu a saga do bruxo Hugo Escarlate, com dois livros lançados até o momento: A Arma Escarlate e A Comissão Chapeleira.

    Negro, pobre, nascido em favela dominada pelo tráfico, Hugo é de cara um personagem extremamente diferente do fofo inglês Harry. Não havia como serem semelhantes, por sinal. Hugo é um garoto que sofreu privações e violências a vida inteira, desenvolvendo vários complexos e comportamentos nocivos tanto a ele mesmo quanto aos outros.

    'Fiasco?'

    O homem lançou-lhe um olhar torto e Hugo percebeu que havia acabado de arruinar seu disfarce de puro-sangue. A contra-gosto, o trocador explicou, 'Fiasco é como chamamos filhos de bruxos que nascem sem magia. Há outros termos por aí, mas esse é o mais usado.'” (A Arma Escarlate, p. 67)

    Mas antes de prosseguir vamos à sinopse: Hugo, nascido Idá Aláàfin Abiodun (também… com esse nome quem não seria complexado?), é um garoto de 13 anos que descobre ser um bruxo no meio de um tiroteio (poético, não?). A partir daí, Hugo foge da favela em que mora e inicia seus estudos na escola Nossa Senhora do Korkovado, onde aprenderá a dominar seus poderes com esperança de uma vida melhor. Porém, o mundo não é um sonho e Huguinho ainda sofrerá muito e mais um pouco.

    Sinopse vaga? Sim, eu sei. Mas é difícil falar sobre a história de A Arma Escarlate sem darspoiler porque, inicialmente, a trama não é bem delimitada. A base do enredo é o contato de Hugo com esse mundo. E como é esse mundo, Pedro? Aff, um plágio de Harry Potter? Não, longe disso, leitorx.


    O universo do livro baseia-se no mundo criado por J.K. Rowling, porém sem funcionar como uma fanfic ou algo do tipo. Renata Ventura, a autora, realiza várias referências à série inglesa, algumas óbvias, outras nem tanto, mas a inspiração para aí. Ela tem uma proposta bem modernista e bebe de várias fontes para criar algo inusitado. A ideia principal do livro é levantar vários questionamentos sobre a realidade brasileira a partir das diferenças entre os dois livros.

    Há cinco escolas de magia no Brasil (uma em cada região). No primeiro livro, apenas a Korkovado, escola do Sudeste localizada dentro do morro do Corcovado, é mostrada, e no segundo, a de Salvador, mas nos livros seguintes as demais também farão suas aparições. Porém, não esperem a organização britânica. Estamos no Brasil, certo? Ou seja, esperem escolas tão boas quanto nosso ensino público: professores faltantes, direção corrupta, falta de recursos… É, a lista é grande. Ou seja, se a comparação com a saga de Harry deve ser feita é para explicitar todos os problemas estruturais que nosso país lindo tem.

    Todos olharam para ele, percebendo sua presença, e o professor sorriu, 'O boto, sim. Obrigado pela contribuição, meu jovem. O boto… O mais perigoso de todos para vocês, meninas. Estão me ouvindo? Ele é tipo um golfinho cor-de-rosa, muito fofinho, mas que se transforma em homem para enganar mocinhas inocentes. Muito cuidado com ele, meninas. Ele não liga para idade. Fiquem sempre ao lado de seus pais, estão me entendendo?'” (A Comissão Chapeleira, p. 287)

    Quer dizer então que o livro só quer criticar o Brasil? Não exatamente. Lembra quando eu falei da sua inspiração modernista? Então, A Arma Escarlate faz um trabalho enorme de valorização da cultura nacional, de mostrar que, mesmo com tudo de ruim, devemos ter orgulho de nós mesmos. Há a presença de personagens do nosso folclore, feitiços escritos em idiomas africanos e indígenas e etc. Renata soube se inspirar no global mas sem rejeitar quem nós somos.

    Outro ponto positivo para a série é os personagens. Complexos, interessantes e realistas, não me surpreenderia se a autora fosse psicóloga tamanha a riqueza deles. A começar por Hugo. Já mencionei no início do texto, mas é bom falar novamente: ele não é um protagonista fácil e comum. Impulsivo, orgulhoso, hostil, rude, insensível… São vários os adjetivos ruins para Hugo, um menino capaz tanto de ser apenas chato quanto de cometer crueldades chocantes. Acredite: você vai odiá-lo.

    Mas pera, isso é uma coisa boa? Dependendo do autor, sim, e felizmente esse é o caso. A Arma Escarlate é a saga de autoconhecimento e crescimento de Hugo. Ele vai sofrer e causar sofrimento, mas vai aprender e mudar com o tempo. Ele não é um mau garoto, apenas passou a vida em meio a violências, com poucos e fracos bons exemplos e raros carinhos.

    Ele pode ter mudado de ambiente, mas muitas coisas ficaram impregnadas nele, muitas cicatrizes foram deixadas (literalmente, em alguns casos). Se você quer um protagonista para amar, sinto muito, livro errado. Mas se você quer alguém que seja realista e deseja acompanhar seu desenvolvimento e crescimento, aí sim você encontrará nele um ótimo material.

    Hugo permaneceu com os olhos no Dona Marta, mais ou menos no local onde seu contêiner devia estar. 'Minha mãe não sabe que eu sou bruxo', ele respondeu, pensativo. 'Ela é evangélica. Nunca entenderá.'

    […]

    'Ei...' Caimana se aproximou solidária, 'Ser bruxo não é pecado. Você nasceu assim, não é sua culpa!'” (A Arma Escarlate, p. 442)

    Os demais personagens também não fazem feio. Logo ao chegar na Korkovado, Hugo depara-se com a divisão dos alunos entre os Pixies e os Anjos, com os primeiros sendo mais rebeldes e questionadores e os outros mais conservadores. O protagonista se aproxima dos Pixies e, mesmo não sendo um membro oficial do grupo, passa boa parte do livro na companhia deles.

    Os Pixies são formados por Viny Y-Piranga, radical e ufanista, Capí, um rapaz extremamente pacifista, Caimana Ipanema, namorada de Viny, elfa e surfista, e Índio, “conservador” mas que por algum motivo entrou no grupo. Todos são muito bem desenvolvidos e vão além de meros coadjuvantes, possuindo panos de fundo sólidos e interessantes.


    Enfim, já devo ter falado demais e espero que tenha ao menos te convencido a dar uma chance ao livro. Leia! Acredite, é muito bom, é nacional e levanta várias questões interessantes sem deixar de ser divertido e mágico.

    Por Pedro Melo

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    Harry Potter and the Sorcerer's Stone

    Platform: Playstation
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  • 2015-03-27 23:29:14 -0300 Thumb picture

    FF Type-0 Vs. FF XIII: Construindo uma teoria

    Fala galera!

    Nossa, faz tempo que não paro pra escrever nada por aqui, e dessa vez a desculpa nem foi falta de tempo, mas sim falta de assunto e falta de coragem, hahah... Mas, finalmente um assunto me motivou a escrever esse post, talvez seja apenas uma viagem da minha cabeça, talvez não, por isso que quero saber a opinião de vocês! Quem ainda não conhece a história de FFXIII e do Type-0 e não quer pegar spoilers, recomendo fortemente que não leia, mas se vc não liga pra isso, ou já conhece a história, bora teorizar junto, hahah...

    Bom, o Final Fantasy Type-0 é um jogo bem antigo, foi feito originalmente para o PSP em 2011, mas voltou a ficar em foco recentemente com o lançamento da tradução em Inglês da versão do PSP, que eu comentei aqui e da versão em HD lançada para o PS4 e Xbox One na semana passada, versão essa que veio também com o Episode Duscae, a demo do Final Fantasy XV, vulgo Versus, vulgo Urban Legend e etc. O Mateus comentou sobre a demo também aqui, na semana passada.

    Para quem não se lembra, esses dois jogos (FFXV e o Type-0) junto com o Final Fantasy XIIIcompuseram no passado a Fabula Nova Crystallis (como mostrado nessa imagem bunitcha aí em cima), naquela época (me senti velho agora) o Type-0 ainda se chamava Final Fantasy Agito XIII e o XV ainda se chamava Final Fantasy Versus XIII e, de alguma forma a mitologia por trás desses 3 jogos está relacionada e, pelo que ando percebendo, as histórias também.

    Não posso falar muito do FFXV porque não joguei o Episode Duscae e não estou acompanhando muito as notícias sobre o jogo, mas acredito que posso falar com propriedade sobre o XIII e sobre o Type-0, que retomei a jogatina, no PSP mesmo, depois que os amigos começaram a jogar no PS4. Estávamos conversando sobre algumas coisas que existem nas duas sagas e a semelhança e diferenças que existem entre esses elementos.

    No começo do ano passado, após o lançamento do Lightning Returns eu fiz um texto explicando a história dos jogos, desde o FFXIII até o final do Lightning Returns, tentando colocar todos os pingos nos "I"s dessa história pra lá de enrolada. Eu vou listar aqui alguns pontos que são importantes para entender aonde eu quero chegar com tudo isso:

    1- L'CIESOs L'Cies são elementos presentes nas duas histórias, logo no início do Final Fantasy XIII somos apresentados aos protagonistas dos jogos que são transformados em L'Cie pelo fal'Cie Phoenix , com o foco de destruir Cocoon. No FF Type-0 não é diferente, também existem L'Cies que por sua vez também tem que desempenhar um foco e, uma vez completo esse foco eles também entram em sono de cristal por toda a "eternidade". A diferença é que no Type-0 esses personagens são secundários e possuem um poder infinitamente maior que os L'Cies do Final Fantasy XIII, um embate entre dois L'Cies no Type-0 pode devastar uma cidade em questão de segundos, enquanto no XIII os L'Cies vão desenvolvendo suas habilidades aos poucos e, eu pelo menos não me lembro de ter esbarrado com nenhum nem de perto tão Overpower quanto os L'Cies do Type-0.

    2- FAL-CIES


    No Type-0 não temos fal'Cies como os da saga XIII, que possuem uma função específica, que tramam planos para destruir um ao outro. No Type-0 essas pseudo-divindade se apresentam como cristais. O mundo é dividido em quatro nações e cada uma delas é comandada por um cristal, que dá uma habilidade especial para os habitantes daquela nação e escolhe os L'Cies que deverão resolver os seus focos. Até o momento eu ainda não consegui entender se esses cristais se comunicam de alguma forma com as pessoas, embora acredite fortemente que eles se comunicam sim e influenciam de alguma forma as ações dos dirigentes de cada nação.

    ----------

    Esses são os dois principais pontos que precisamos comparar para chegar ao ponto que eu quero chegar, quem jogou o Lightning Returns e/ou leu o meu post sabe que, nesse episódio em particular da saga XIII temos a maior influência das divindades e que o senhor Bhunivelze, aka The Maker, ressurge e promete para a Lightning que se ela salvar almas suficientes para levar ao novo mundo em 13 dias, que ele lhe dará a alma de sua irmã Serah de volta, que poderá renascer nesse mundo... Com o decorrer da história descobrimos que o preço que eles pagariam por esse novo mundo seria esquecer todos aqueles que morreram antes de Lightning e foram consumidos pelo Chaos....

    E o que tudo isso te lembra? Sim, isso mesmo, o mundo do Type-0, onde as pessoas que morrem são completamente esquecidas por aqueles que vivem, eles até se lembram coisas como o nome, até podem se lembrar que eram amigos da pessoa, mas não tem memórias sobre o que faziam juntos, sobre o que conversavam, o que sentiam, esse tipo de coisa... O que me leva exatamente ao ponto em que eu quero chegar:"SERIA O MUNDO DE TYPE-0 UM UNIVERSO PARALELO ONDE O PLANO DE BHUNIVELZE DEU CERTO E AS PESSOAS ESTÃO FADADAS À ESQUECEREM TUDO SOBRE OS SEUS ENTES QUERIDOS?"

    Eu me baseio nisso ao ver os elementos em comum que eu citei e principalmente pelo fato das pessoas esquecerem os mortos... Outra coisa interessante é que, na saga XIII as almas dos que morriam iam para o Chaos e no Type-0 as almas viram Phantoma, que funciona como energia para realizar magias pelos alunos da academia... Eu li uma vez, não me lembro ao certo aonde, que em algum ponto do Type-0 Cocoon e Pulse são citados, o que me leva mais ainda a crer que há uma forte relação entre as duas histórias...

    E vocês, o que acham a respeito disso?


    Por Bruno Oliveira

    Acesse: Games com Limão

    Final Fantasy XIII

    Platform: Playstation 3
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      fonsaca · over 4 years ago · 1 ponto

      Ah, vc pode falar do XV sem jogar o Duscae, pq aparentemente ele não tem nada demais da história. Os trailers mostraram mto mais até agora, hehe!

      Sobre a interligação da história, os criadores falaram que, hoje, ela não passa de uma ligação via a mitologia base. Como vc comentou, L' Cies e coisas do gênero. Acho que ficou como os jogos do Ivalice Alliance.
      Não sei se, a princípio, o pessoal da Square queria fazer ligações mto mais profundas do que isso. Talvez no máximo só citações e tal.

      Pra mim, o interessante seria se as ligações não fossem de dimensões paralelas e coisas do gênero, meramente o "mesmo mundo" em "épocas" diferentes.

      Conjecturando com sua ideia: o mundo renascido da Lighting Returns (não joguei o jogo além da demo ainda, mas como vc disse) talvez seja o futuro do Type - 0 e, talvez, o futuro do mundo do T - 0 seja o do XV (já que esse parece tão mais futurista).

      Vale uma nota aqui: vc lembra, mas acho que em umas das notas do primeiro FF XIII citam uma cidade ou nação, algo como Rubrum, que, como vc deve ter lembrado, é o nome do país da Suzaku. Não sei se estou confundido com a cidade do Hope, Palumpolum, mas se não me engano é o país onde fica essa cidade ou algo assim.

  • 2015-03-21 17:37:51 -0300 Thumb picture

    [Primeiras Impressões] Final Fantasy XV DEMO

    Nesta última terça-feira, dia 17 de março, foi finalmente lançada a DEMO de Final Fantasy XV, junto com o FF Type-0, para PS4 e XONE, desenvolvidos pela Square Enix. Felizmente pude jogar ambos e hoje lhes trago as minhas impressões do XV, esse game tão aguardado que ainda não possui uma data de lançamento.


    A história da DEMO é que o carro do grupo (Noctis, Ignis, Gladiolus e Prompto) está quebrado, e eles precisam ajuntar dinheiro para pagarem o conserto e finalmente seguir viagem. É ai que eles ficam sabendo de um terrível Behemoth da área, e quem conseguisse matá-lo conseguiria uma boa recompensa em dinheiro, que seria o necessário para o conserto. E é ai que a DEMO começa.

    O que chama a atenção logo de cara são os gráficos: espetaculares! Apesar de ser possível ver serrilhados, tudo é muito bonito, e a movimentação dos personagens, monstros e ambiente estão incríveis, algo que é de se esperar dos jogos da Square. Texturas extremamente bem feitas, expressões faciais, movimento dos cabelos e roupas com o vento, deram uma atenção muito grande aos detalhes.

    A gameplay é que me preocupava um pouco, já que os trailers mostrados davam a impressão que tudo estava muito automatizado, porém a Demo conseguiu mostrar que as batalhas tem sim a sua complexidade:

    você pode entrar em modo ofensivo (atacando os inimigos segurando o quadrado) e defensivo (segurando L1), e saber quando usar qual é essencial nos combates, já que em poucos ataques seu HP chega a ficar quase vazio. Há a possibilidade de dar Parry, segurando L1 e apertando o quadrado na hora exata do ataque inimigo, podendo contra-atacar.

    Noctis é capaz de invocar diferentes tipos de armas durante o combate, e você pode alterá-las, mudando até mesmo a ordem em que ele irá utilizá-las, o que muda bastante o padrão de ataque dele.

    Cada arma possui um slot de habilidade, que Noctis pode utilizar apertando o triângulo. Como várias ações gastam MP além dessas habilidades, como por exemplo o modo defensivo ou até mesmo a habilidade de se teletransportar para lugares pré-determinados ou em direção a inimigos, a utilização dessas habilidades é bem limitada e deve ser bem pensada, já que se o MP zerar, Noctis entra em Stasis, ficando cansado e impossibilitado de se defender até que o MP regenere um pouco.

    É possível entrar em um menu através do touchpad do PS4 no meio da batalha, para poder utilizar itens ou até mesmo trocar de armas.

    Também é possível acampar em certos pontos, que é o único local onde se pode comer (dando alguns status positivos na party que variam com a comida) e distribuir os pontos de experiência ganhos em batalha pros personagens, para conseguirem aumentar de nível.

    A trilha sonora é extremamente boa, começando já pela música que toca no Title Screen. Senti falta de uma música pra tocar enquanto se explora Duscae, mas os temas de batalha cumprem muito bem o seu papel, assim como os efeitos sonoros.

    Algo que vale a pena falar é que terão Summons em FFXV, e na Demo está disponível um velho conhecido da série, Ramuh. Está extremamente overpowered, porém só é possível invocá-lo se o HP de Noctis chegar a 0.

    Devo dizer que fiquei realmente impressionado com a animação de invocação dele, muito bem feita e passa bem todo o poder dele.

    No geral eu curti bastante o que foi apresentado na Demo, apesar de que a câmera do game chega a atrapalhar um pouco, principalmente quando se está lutando contra inimigos que se locomovem com muita frequência de um lado pro outro, nem o lock-on ajuda muito nesses casos.

    Conseguiram mostrar que o jogo tem sim potencial, agora é só esperar por mais informações e ver se terão muitas mudanças até o produto final. Só espero que não tenhamos que esperar mais uns 8 anos até que isso aconteça.

    Por Mateus Maurício

    Acesse: Games com Limão

    Final Fantasy XV

    Platform: Playstation 4
    2206 Players
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  • 2015-03-12 00:16:19 -0300 Thumb picture

    [Review] The Witcher 2: Assassins of Kings

    Medium 3020754 featured image

    No começo desse ano, a abençoada Live Gold me deu a oportunidade de pôr minhas mãos em um jogo que tinha despertado minha curiosidade por ser voltado a um público adulto e mais maduro: The Witcher 2: Assassins of Kings. E confesso que isso era tudo que sabia sobre o game, não tinha muitas informações sobre gameplay ou algo do tipo. Quer dizer, sabia também que The Witcher 3 estava por vir e muitos donos de um PS4 estavam ansiosos para entrar no mundo do amnésico Geralt pela primeira vez. Mas será que temos motivos para esperar um épico ou caímos novamente no hype? Leia abaixo uma review do segundo título dessa série.

    The Witcher 2: Assassins of Kings é um RPG com toques de hack and slash lançado para PC e Xbox 360 em 2011. Ao contrário do usual no mundo dos games, The Witcher não é uma adaptação de um filme ou animação, mas sim de uma série de livros do polonês Andrzej Sapkowski (amo esses nomes europeus, parecem que foram digitados por aquele seu amigo bêbado que lhe manda mensagem de madrugada para falar que a festa tá boa), a qual inclusive já foi publicada no Brasil pela Editora Martins Fontes. Eu tive nenhum contato com os livros, mas pelo que comentam eles são coletâneas de contos sobre as altas aventuras do bruxeiro Geraldo. Ou seja, vemos aqui uma história realmente mais elaborada? Vamos por partes.

    HISTÓRIA


    Como é deixado claro pelo título, a trama de The Witcher 2 gira em torno de um grupo de regicidas Jamie Lanister curtiu isso que está tocando terror no mundo do jogo. E se você conhece um mínimo de história, política ou tem uma capacidade de imaginação básica, deve saber que quando um rei morre seu reino vira uma bagunça. Intrigas, jogos de poder, traições, tudo isso entra nesse enredo onde ninguém é confiável e nada é o que parece. E como nosso amigo Geralt de Rivia entra nisso? O sempre inconveniente “lugar errado na hora errada”. Acusado injustamente, Geraldo precisa descobrir quem é o responsável pela série de assassinatos e limpar seu nome no processo.

    Já deve ser óbvio, mas caso não seja: The Witcher 2 segue uma narrativa bem política. São vários nobres, famílias reais, reinos, todos disputando quem é o mais poderoso. Ou seja, se você quer fugir das tramas emotivas típicas dos JRPGs e busca algo maduro, aqui está um prato cheio. Porém, aqui jaz um dos maiores problemas do enredo: excesso de informações, principalmente para quem não jogou o game anterior.

    Você tem um mundo inteiro e complexo, junto com os eventos do primeiro TW, que lhe é jogado sem muita orientação. Sim, há textos explicando os acontecimentos e elementos do Universo, mas convenhamos que essa não é a melhor forma de te envolver num mundo, não é mesmo? Com isso, há vários momentos em que boiamos nos diálogos por não sabermos quem é fulano ou o que aconteceu em tal lugar. Por isso, é recomendado ter um conhecimento prévio da narrativa antes de jogar. Isso não é algo que prejudica consideravelmente a experiência, mas incomoda.

    Um dos destaques vai para o próprio Geralt. Mas antes, vale falar mais sobre os witchers, mutantes criados por magos para que eles possuam capacidades físicas maiores, possam beber poções (fatais para humanos comuns) e usem magias. Um witcher vive realizando trabalhos para estabelecer a ordem entre os demais seres do mundo do game (claro, tudo por pagamento). Ou seja, Geraldão não é um herói, mas também não é um mercenário. Ele segue um código de ética, busca não interferir em assuntos políticos, evita cometer abusos ou injustiças… E nisso entra um dos seus charmes. Ele é real – um homem simples, humilde mesmo que poderoso e que quer apenas encontrar paz de espírito e descobrir mais sobre si mesmo.

    Outro ponto a favor do enredo é a liberdade para tomar escolhas – e enfrentar as muitas vezes duras consequências. Sim, duras. Não há branco e preto, paragon e renegade, no mundo deThe Witcher. Nada é o que parece, poucos são dignos de confiança e muitos são os que sofrem com qualquer rumo que a história siga. Falando em rumos, no final do primeiro capítulo o jogador pode decidir se aliar entre dois personagens, o que muda completamente o andamento dos dois capítulos seguintes. Não só isso, mas também suas escolhas podem levar a 16 finais diferentes. Ou seja, há um incentivo para o replay enorme.

    JOGABILIDADE

    Curte um RPG bem completo, com sidequests, itens, customização e tudo mais? Pois fique feliz, pois The Witcher 2 abraça de fato as bases do gênero. Geralt luta com duas espadas, uma de prata e outra de aço, sendo a primeira mais efetiva ao lutar contra monstros e a segunda com humanoides (humanos, elfos e duendes). Ao lutar, você deve segurar o LT para mirar em um dos inimigos e atacar com o A e o X, sendo um para ataques fortes e outro para fracos.

    São cinco as magias disponíveis (chamadas Sign no jogo): Aard, uma onda telecinética,Yrden, uma armadilha posta no chão, Igni, um jato de chamas, Quen, um escudo protetor, e Axii, que faz com que um dos inimigos mude de lado por um tempo. Além disso, há os itens que podem ser utilizados nas batalhas: bombas, facas e armadilhas, todas com efeitos diversos.

    O jogador também pode pôr óleos nas lâminas, dando-lhes efeitos diversos, e beber poções que modificam seus traços, como a regeneração de Vitalidade e a resistência a envenenamento. Ainda há um sistema de esquiva (importantíssimo, por sinal), defesa e contra-ataque. Fora dos combates ainda há lojas, forjas, alquimia e até livros que aumentam os conhecimentos. Ou seja, temos aqui uma jogabilidade bem completa e que vai agradar os fãs mais exigentes

    Apesar disso, os combates sofrem um pouco com o sistema de mira pouco prático. Muitas vezes acontece de você ficar mudando de alvo e não conseguir atacar o inimigo desejado. O esquema de duas espadas também foge da praticidade. Ao aparecer um inimigo, Geralt saca a espada mais adequada à situação automaticamente. No entanto, ele muitas vezes demora a executar essa ação, deixando-lhe vulnerável aos ataques. Há a possibilidade de você mesmo realizar essa ação apertando os direcionais, porém há a possibilidade de confundir as espadas e só perceber o erro após apanhar. Para completar, há alguns bugs que impedem o progresso das missões.

    VISUAL

    The Witcher 2 é simplesmente lindo! Não há como negar. Os cenários são diversos e vivos, dando muitas vezes vontade de parar apenas para observar o mundo criado pela CD Projekt RED, desenvolvedora do título. Mas o destaque vai para os personagens. Ricos, detalhados e com uma direção de arte belíssima, os figurinos do game dão um verdadeiro show. São várias as cores, texturas, materiais, tecidos e ornamentos compondo os personagens. Geralt mesmo pode utilizar várias armaduras, calças, botas e luvas e ainda mudar o penteado durante a jornada, Enquanto os reis mostram-se realmente régios, a população mostra-se humilde, mas bem construída.

    É uma verdadeira pena que toda essa beleza seja quase quebrada por bugs e um carregamento de texturas lentíssimo. É comum ocorrer problemas como personagens aparecerem do nada (ou até mesmo aparecerem em parcelas, com a cabeça ou membros do corpo faltando) ou estarem em locares onde não deveriam (ou fazendo coisas que não deveriam, como urinar enquanto participa de um cutscene). É uma pena um jogo tão detalhista ter erros tão grosseiros. Seria compreensível se ele fosse em mundo aberto, onde é comum esse tipo de situação. Mas aqui parece mais um amadorismo dos desenvolvedores.

    ÁUDIO

    No departamento de áudio, o game é bem competente. As músicas, orquestradas, transmitem bem as emoções de cada situação. Não chegam a realmente marcar o jogador, mas são bem produzidas. A dublagem também mantém-se em um bom nível, apesar de algumas falas de personagens secundários serem “estranhas”. Geralt tem uma voz firme, ainda que calma e baixa, algo que gosto bastante (odeio personagens barulhentos).

    UM JOGO MADURO?

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Antes de concluir o texto vale um parágrafo para falar sobre todo o marketing em torno da maturidade do game e seu direcionamento ao público adulto. Certo, a história é de fato adulta. As questões políticas são complexas, não há heroísmo e há a abordagem de temas como estupro, racismo, suicídio e por aí vai. Porém, essa maturidade desce pelo ralo quando o assunto é sexo (um dos pontos inclusive mais destacados pela equipe de desenvolvimento). Para a CD Projekt RED, tratar sexo com maturidade é inserir prostitutas que acrescentam nada à narrativa, é expor mulheres completamente nuas mas não mostrar sequer meia nádega do homem com quem elas transam… Ou seja, é apenas pôr um holofote na nudez e sensualidade feminina. Entendam, não é que eu faça questão de Geralt aparecer pelado e tudo o mais. O problema é disseminar uma propaganda de maturidade quando na verdade só há apelação sexual digna da mentalidade de um adolescente virgem. É bizarro Geralt transar de calça comprida. Pagar prostitutas para 30 segundos de mulheres gemendo de quatro não transmite nada a não ser fanservice. Podem achar um mimimi, mas se é para ser adulto seja adulto de fato.

    CONCLUSÃO

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    The Witcher 2: Assassins of Kings é um ótimo jogo e que agrada em cheio os fãs de RPG. Com uma trama madura, liberdade de escolhas, direção de arte belíssima e jogabilidade detalhista, o game é um dos melhores jogos do gênero na geração passada e dá motivos para crer que The Witcher 3 estará entre os melhores do ano. Só espera-se que a CD Projekt RED dê mais atenção aos bugs e redefina seus conceitos de maturidade, principalmente no âmbito sexual.

    Prós:

    História madura;

    Liberdade de escolhas;

    Jogabilidade detalhista;

    Direção de arte belíssima;

    Protagonista carismático;

    Alto fator de replay;

    Customização.

    Contras:

    Bugs;

    Sexismo

    E mais bugs.

    NOTA FINAL: 9,0

    Por Pedro Melo

    Acesse: Games com Limão

    The Witcher 2: Assassins of Kings

    Platform: XBOX 360
    1004 Players
    135 Check-ins

    7
  • 2015-03-04 21:13:27 -0300 Thumb picture

    [Review] Dragon Ball Xenoverse

    Medium 3013744 featured image

    Dragon Ball Xenoverse é um jogo de luta desenvolvido pela Dimps e publicado pela Bandai Namco, para PS3, PS4, X360, XONE e PC.

    Nele, existem os Patrulheiros do Tempo, que tem o objetivo de manter a ordem da linha do tempo. A história começa quando vários acontecimentos do universo Dragon Ball começam a ser alterados por algo ou alguém, e Trunks decide pedir para Shenlong que traga um guerreiro forte o suficiente para ajudá-los a consertar a linha do tempo, pois essas alterações podem mudar como conhecemos o mundo hoje. Com isso, Shenlong invoca o seu personagem customizável e a partir daí é que a história se desenrola.

    Algo muito bom a se destacar é a história do jogo, que finalmente possui algo de único e não somente reconta aquilo que já assistimos ou lemos da série. Você viaja no tempo e interfere diretamente nos acontecimentos mais marcantes do enredo, fazendo com que aconteça aquilo que era, de fato, para acontecer.

    Quanto à gameplay, ele é de certa forma uma junção dos Tenkaichis/Raging Blast com aquele crossover J-Stars Victory Vs, possibilitando lutas com uns 8 personagens ao mesmo tempo no mapa. A movimentação pelo cenário é um pouco estranha e tem momentos em que a luta vira de certa forma um button-mashing, mas com o passar do tempo você acaba se acostumando melhor com o jogo e consegue novas habilidades, diminuindo esses dois problemas. Porém, a câmera do jogo atrapalha um pouco caso esteja perto de alguma parede ou em lugares muito fechados.

    Falando em paredes, a destruição de cenário continua presente em Xenoverse, porém de forma um pouco mais tímida, já que nem tudo é destrutível, como por exemplo grandes prédios ou pilares de rocha, o que me decepcionou um pouco, já que era extremamente divertido ver o cenário explodindo conforme a luta progredia.

    O jogo não possui um menu: tudo é feito dentro de Toki-Toki, a cidade dos Patrulheiros do Tempo. Portanto, você deve falar com NPCs para poder acessar todos os modos de jogo, além de acessar as lojas de itens, roupas ou habilidades. É um sistema interessante, já que te deixa dentro do contexto do game a todo momento e passa uma leve sensação que está dentro de um RPG. Porém, às vezes isso acaba atrapalhando um pouco, já que você tem que andar de um lado pro outro pra poder finalmente acessar o que deseja.

    O jogo ainda possui um sistema de Mestres, onde você pode escolher ser o discípulo de algum dos personagens principais e aprender suas habilidades conforme progride no treinamento, um sistema bem interessante.

    De resto, possui modos de jogo "padrão", como batalhas e campeonatos tanto online como offline, possibilitando a luta entre grupos, além de Missões Paralelas, onde você, além de lutar contra os inimigos indicados, pode dar uma leve explorada nos cenários para encontrar materiais que podem ser usados na criação de itens, estes últimos podendo ser usados durante as batalhas. Pode parecer que isso acaba facilitando o jogo, mas em muitos momentos é praticamente obrigatório o uso desses itens, principalmente os que curam o seu HP, já que em muitas missões você deve enfrentar vários inimigos fortes, muitas vezes ao mesmo tempo.

    Você pode customizar, além da aparência, as habilidades especiais e itens de seu personagem de acordo com o seu estilo de jogar e ainda pode distribuir pontos ganhos com cada nível ganho em atributos como vida, dano físico, dano das habilidades especiais e ki.

    Graficamente, o jogo é impecável! Visual extremamente bonito, detalhado e realmente lembra muito o anime! E a criação de personagem dá uma boa quantidade de opções, apesar de não ser uma customização extremamente detalhada.


    Algo que eu curti muito é que a grande maioria das cenas são completamente animadas e dubladas, o que realmente te deixa animado em fazer as missões principais. A dublagem em si é entre boa e razoável, porém a trilha sonora além de combinar muito bem com as situações em que ela é inserida, é muito bem feita e empolgante, deixando as lutas/cenas ainda mais legais de se acompanhar.

    É importante ressaltar que o jogo possui legendas em Português brasileiro, porém é uma tradução muito mal feita, muitas coisas estão como se tivessem acabado de sair de um Google Tradutor da vida. Um exemplo muito forte é na lista de Emoticons (já que o game possui a opção de se conectar com outros jogadores que estão andando pela cidade), onde no lugar de "Wave" (Acenar), está escrito Onda, além das descrições de alguns itens que não fazem sentido, já que as frases estão muito mal construídas.

    Ao meu ver a única vantagem de deixar em Português são os nomes das habilidades, que estão da mesma forma que estavam no anime, já que esses nomes muitas vezes se alteram de região para região. Mas mesmo assim, se você conseguir entender bem o Inglês, sugiro não jogar em Português.

    Dragon Ball Xenoverse é um jogo muito bom, e que com certeza consegue ficar na lista de melhores jogos da série, com sua história própria, visual lindo e jogabilidade divertida, apesar de certos detalhes. Se você é fã de Dragon Ball ou de jogos de luta em geral, vale a pena dar uma conferida!

    NOTA: 9/10

    Por Mateus Maurício

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    Dragon Ball: Xenoverse

    Platform: Playstation 4
    340 Players
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    3
  • 2015-02-24 22:27:44 -0300 Thumb picture

    [Música] Shoji Meguro, o homem por trás da música de Persona

    Medium 3006158 featured image

    SIM! O trem do hype nunca para e quero mais é que ele acelere se quero jogar P5? Eu? Imagina… Enfim, no meu último post, mostrei um pouco sobre a arte de Shigenori Soejima, responsável pelos looks ma-ra-vi-lho-sos e fashions da franquia Persona. Mas o design não é a única coisa que chama a atenção na série, a trilha sonora é bastante elogiada também. E é ela o assunto desse post: leia (ou melhor, ouça) mais sobre Shoji Meguro, o principal compositor dos jogos da Atlus.

    O mais notável ao se ouvir as músicas de Shojão é que ele nada contra a corrente das tradicionais composições clássicas vistas em muitos RPGs. O que é natural, afinal quem conhece a Atlus sabe que ela não gosta de um lugar-comum. No lugar delas, ouvimos muito rock, jazz, hip-hop, eletrônica, industrial, J-POP e por aí vai. Chama a atenção também a forte presença de músicas cantadas (tudo bem que são num engrish às vezes tosco, mas vai, vamos relevar).

    Interessante que ele consegue transmitir muito bem o clima dos games. Por exemplo, nos MegaTen vemos rock e industrial acompanhados de letras com referência a satanismo e outras coisas fofas, transmitindo o clima apocalíptico e sombrio dos títulos. Em Persona BABY BABY BABY BABY BABEEEEEEEEEEE 3 há uma influência maior do jazz e do hip-hop, o que se encaixa no clima urbano. Já em Persona 4, há J-POP, fofuras, letras bonitinhas sobre Your affectiooooon, your affectioooon, ou seja, tudo bem animado e positivo. Mas enfim, ouça abaixo mais algumas faixas da discografia de Shoji Meguro.

    Por Pedro Melo

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    Shin Megami Tensei: Persona 4

    Platform: Playstation 2
    1586 Players
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    27
    • Micro picture
      katsuragi · almost 5 years ago · 3 pontos

      Um bom post!
      Mas só queria ressaltar algumas coisas:
      Meguro não compôs a "Deadline" do Persona Original, ou nenhuma outra faixa do jogo original, ele fez parte somente da versão de PSP.

      E em MegaTen, boa parte das Trilhas Sonoras que ele fez parte, também tiveram diversas faixas compostas por Kenichi Tsuchiya.
      Mas eu concordo... o cara realmente é uma lenda. Acredita que antes de ele entrar na Atlus e nunca mais sair de lá, ele estava na Sega ? Será que ele se arrepende ? Ahahaha!

      Faça um post sobre o designer dos Demons/Personas também, Kazuma Kaneko! Ele é tão lendário quanto o próprio Meguro.

      8 replies
    • Micro picture
      zir0 · almost 5 years ago · 1 ponto

      MEGURO DEUS

    • Micro picture
      emphighwind · almost 5 years ago · 1 ponto

      Tema de chefe que tá no vídeo como deadline(mas o nome de fato é Battle ~ Midboss) de P1 (PS1) foi composto por Kenichi Tsuchiya
      Dungeon ~ Police Station de P1(PS1) foi composto por Hidehito Aoki

      y'know não é só uma pessoa que trabalha na OST, não induza que só porque o Shoji Meguro trabalhou na OST que toda a OST foi feita por ele.

      2 replies
  • 2015-02-18 16:39:39 -0200 Thumb picture

    [Tutorial] Pixel Art no Adobe Illustrator

    Mesmo sendo algo retrô, muitas pessoas ainda gostam e utilizam muito a chamada pixel art nos jogos. Pode ser considerado como "gráficos ultrapassados", mas com certeza ainda possui o seu charme!


    Por isso trago aqui pro Games com Limão um tutorial de como fazer a sua própria Pixel Art, utilizando o programa Adobe Illustrator.

    *clique nas imagens para visualizar melhor

    1º Passo- Crie um novo projeto no Illustrator

    Pode ser do tamanho que desejar, mas dê preferência pra um tamanho igual na horizontal e na vertical, para que os pixels não fiquem destorcidos. Para esse tutorial, usaremos 400x400px.


    2º Passo- Escolha a ferramenta de Retângulo, e crie um do tamanho exato do projeto.


    3º Passo- Depois de feito o retângulo, vá em Object-Path-Split into Grid

    Vai abrir essa janela onde você pode alterar o número de linhas e colunas que você deseja. Utilize o mesmo número pros dois, e não esqueça de clicar em Preview, para poder ver como vai ficar antes de confirmar.


    4º Passo- Escolha o Live Paint Bucket(pode utilizar o 'K' como atalho) e clique uma vez com o botão esquerdo no grid que acabou de criar, para habilitar a pintura de cada quadrado.


    5º Passo- A partir daí é só escolher as cores que deseja aplicar em cada quadrado e criar a sua Pixel Art! Em cima do balde terão 3 quadrados, que são as cores que você tem na sua parta de swatches. Se apertar as setas do teclado, poderá ir de uma cor a outra rapidamente, sem ter que ir clicar nas suas swatches!


    Você também tem a opção de clicar e segurar o botão esquerdo do mouse para poder pintar mais de um quadrado por vez, algo muito útil.


    6º Passo- Depois de acabar a sua art, não esqueça de retirar o stroke das linhas do grid, do lado esquerdo da tela.

    E pronto! Sua Pixel art está feita! Agora você pode salvá-la em .ai ou .pdf e pode abri-la em outros programas, como o Photoshop, para poder fazer alguma edição a mais ou simplesmente salvar em jpg/png, já que infelizmente não é possível pelo Illustrator!


    Só não esqueça de desmarcar a opção Anti-aliased do Photoshop quando for abrir, porque se não a sua art ficará com algumas marcas do grid do Illustrator.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Abaixo são outras 3 imagens que eu fiz utilizando essa técnica:

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    E é isso! Existem outras formas de ser feito, e não existe a certa, porém essa é uma maneira bem prática que eu achei, espero que tenham gostado!

    Por Mateus Maurício

    Acesse: Games com Limão

    Final Fantasy

    Platform: NES
    1251 Players
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    2
  • 2015-02-17 18:09:25 -0200 Thumb picture

    [Arte] Shigenori Soejima, o designer de Persona

    Medium 2999013 featured image

    Se você está ligado nas notícias sobre o mundo dos games, é impossível que não tenha notado o extremo hypeque o novo teaser de Persona 5 provocou (se você não viu o vídeo, meu filho, veja logo pelo amor do Jack Froste dê gritos histéricos junto comigo). Enfim, o game promete muito e tem boas chances de tirar a alegria da Squenix e seus Final Fantasys. Para botar mais lenha nesse hype, vamos aqui no Games com Limão ver um pouco do trabalho de Shigenori Soejima, responsável pela arte dos games da franquia.


    Ainda que ele não seja meu designer favorito, Soejima tem o dom de transmitir modernidade e jovialidade em suas obras. E, levando em conta que em Persona temos personagens jovens nos dias atuais, sua escolha parece ter sido certeira. Não só isso, mas ele também sabe dar estilo aos seus personagens. As roupas combinam bastante com suas personalidades sem que deixem de estar na moda. Veja abaixo uma galeria com as artes desse ótimo artista.

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    http://media.alvanista.com/uploads/timeline_image/20...(img)

    Por Pedro Melo

    Acesse: Games com Limão

    Shin Megami Tensei: Persona 4

    Platform: Playstation 2
    1586 Players
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      junichan · almost 5 years ago · 2 pontos

      Todos os grandes nomes da série são muito bons <3

      Vide Shoji Meguro.

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      l_am_thou · about 2 years ago · 1 ponto

      Compartilhando post perdido

  • 2015-02-12 20:07:41 -0200 Thumb picture

    [Review/Indie] Transistor

    Medium 2994771 featured image

    Transistor é um RPG de ação e estratégia desenvolvido pela Supergiant Games, disponível para PC, OS X, Linux e PS4.

    Nele você controla Red, uma cantora famosa da cidade Cloudbank que é atacada por um grupo chamado Camerata e acaba perdendo sua voz. O jogo começa com ela ao lado de uma espécie de espada falante chamada Transistor e de um homem morto por essa espada. A partir daí, os dois passam a explorar Cloudbank atrás de respostas do porquê foram atacados pelo grupo enquanto lutam contra o Processo, que são robôs controlados pelo Camerata.


    A história é meio confusa, mas a forma como ela é passada é muito boa e interessante, prendendo o jogador. Porém eu aconselho que leiam tudo o que estiver nos terminais espalhados pelo jogo, já que dão informações extras da história ou do contexto em que o enredo se desenrola.


    As batalhas são muito bem feitas e divertidas. Você pode equipar ações chamadas de Funções (fazendo menção a programação) em 4 slots diferentes para servirem de ações na batalha, outras 4 para servirem de habilidades passivas e outras 8, 2 em cada ação de combate, para adicionar efeitos especiais nessas habilidades.


    Você pode tanto utilizar essas ações em tempo real, ou então usá-las dentro de um modo estratégico chamado de Turn(), onde você "programa" que ações fazer ou para onde andar dentro de um limite. Esse modo também tem seu uso limitado, tendo que esperar um tempo para poder usá-lo de novo, porém é extremamente útil, principalmente quando se está em apuros ou quando desejar matar vários inimigos com poucas ações bem pensadas.


    Além disso existem outros elementos comuns em RPGs, como HP, Experiência, Levels, tudo isso. Porém, ao perder toda a barra de HP, um de seus slots de ação é quebrado e você ganha uma outra barra de HP, dando Game Over quando os 4 slots de ação foram quebrados, ou seja, quando você não tiver mais como agir na batalha.


    Quanto à arte, ela é extremamente linda. Utilizando perspectiva isométrica, os ambientes são extremamente bem feitos e detalhados, com uma ótima iluminação. As animações dos inimigos e da Red são também ótimas.


    A trilha sonora também é um ponto muito alto do jogo, ótima qualidade e variedade, com várias músicas pra se desbloquear em uma sala de testes "secreta" do jogo. A dublagem também é decente.


    É uma experiência muito boa e que vale a pena dar uma conferida, apesar de ser um pouco confuso e curto. Com certeza um dos melhores jogos indies que eu já joguei.

    NOTA 10/10

    Por Mateus Maurício

    Acesse: Games com Limão

    Transistor

    Platform: Playstation 4
    714 Players
    105 Check-ins

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