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    2020-07-13 22:54:47 -0300 Thumb picture

    ​CAFFEINE TV: conheça o concorrente do Twitch e patrocinado por Drake

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    Serviços de transmissão ao vivo andam em alta ultimamente, e é natural que novos venham surgindo e crescendo com a demanda. Este é o caso da Caffeine TV, um serviço que permite a transmissão de áudio e vídeo de qualquer pessoa, incluindo artistas, gamers, atletas e estrelas do esporte - com o auxílio da ferramenta, figuras públicas podem conversar e fazer as suas performances para os seus fãs de qualquer lugar do mundo. O serviço foi lançado em novembro do ano passado, e consumidores já o baixaram mais de 1,6 milhões de vezes desde então.

    O que a plataforma traz de inovador

    Por ser uma plataforma completamente voltada para a livestream, Caffeine é concorrente da Twitch, um braço da gigante Amazon que foca principalmente no streaming de jogos e jogadores, sendo a favorita de muitos que consideram os games o seu entretenimento principal. Players populares de jogos de ação e aventura podem ser encontrados na Twitch, mas quem prefere jogar em vez de assistir, pode aproveitar o bônus boas-vindas do Vera e John cassino para se deliciar com várias competições e torneios de cassino em um site multifuncional. Apesar de ter tido 40,1 milhões de downloads somente no ano passado, o Twitch vem encarando Caffeine como concorrente, pois ele oferece outras mídias, indo muito além dos games.

    Além de também oferecer a possibilidade do stream de jogos encontrados nas principais plataformas de games como o PC e consoles (Playstation e Xbox), a concorrente oferece shows ao vivo, esportes, e até mesmo batalhas de rap que são populares entre os jovens. Celebridades também estão entrando a bordo: segundo Ben Keighran, o fundador, um dos primeiros apoiadores e membros do conselho, Horowitz o conectou ao empresário do cantor Drake em junho passado, durante as finais da NBA. Keighran afirma que recebeu uma ligação surpresa onde conseguiu fazer um acordo incrível, levando Drake a coproduzir batalhas mensais de rap exclusivamente para a Caffeine. As batalhas seriam coproduzidas com a “Ultimate Rap League”, e estão em vigor desde 29 de fevereiro.

    “Transmissão social”

    Keighran tem uma visão para o futuro do entretenimento, e ela se chama transmissão social. Esta forma de transmitir conteúdo trazida pela Caffeine atraiu investimentos das empresas Greylock Partners e Andreessen Horowitz, que são apoiadores das celebridades Kevin Durant e Ashton Kutcher. Somente estes investimentos, feitos em janeiro de 2018, contabilizaram US$ 46 milhões. Meses depois, e também interessado na ideia, Lachlan Murdoch (executivo-chefe da Fox) investiu US$ 100 milhões na empresa. Os três, em conjunto, fizeram o empreendimento com o intuito de produzir esportes, e-sports, e entretenimento ao vivo no estúdio da Fox, em Los Angeles.

    Ou seja, mesmo que outras livestreams permitam acompanhar jogadores idolatrados e conhecidos no mundo gamer, como é o caso de TimtheTatman e Dakotaz, a transmissão social amplia para um público ainda maior que inclui também pessoas que não curtem ser espectadoras dos games.

    Popularidade atual do streaming

    Devido à situação atual no Brasil e no mundo, as pessoas passam muito mais tempo em casa, preenchendo os dias com muito entretenimento. Por conta disso, o streaming no geral vem se tornando ainda mais popular do que já era: Youtube e Netflix também entram nessa onda, já que oferecem o streaming de vídeos. Durante uma pesquisa de empresa de auditoria presente em mais de 150 países, o setor está ocupando a primeira posição no ranking de segmentos com mais potencial de crescimento no país. A média é que cresça 16% ao ano, dobrando (quase triplicando) a estimativa de receitas do Brasil. O esperado é que saltemos de $615 milhões, número de 2018, para $1,6 bilhão em 2023. 

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    2020-03-31 18:32:33 -0300 Thumb picture

    Banjo-Kazooie VS Super Mario 64: Qual você mais gosta?

    Medium 3787112 featured image

    Hoje vamos comparar dois ultra clássicos do console Nintendo 64. Um produzido pela Rare, outro pela cúpula da própria Nintendo, se tratando do seu mascote principal, temos dois personagens que sem dúvida trouxeram peso para o início dos jogos 3D da era dos anos 90. Sem falar que, eles representam bastante o início deste universo, onde era bastante comum encontrar mascotes em jogos e não temas ultra realistas, pós-apocalípticos e outros que lavaram a última geração dos games com títulos triple A de qualidade.

    Super Mario 64, o gigante das plataformas

    A Nintendo surpreendeu a indústria de videogames nos anos 80 graças a um encanador, destruidor de tartarugas chamado Mario, que ajuda ela a seguir com consoles até hoje. A série de plataformas 2D foi o rosto dos jogos, mas os anos 90 trouxeram novo hardware e novas oportunidades. Mario fez a transição para o 3D lindamente em Super Mario 64. Assim como Super Mario Bros., estabeleceu um novo padrão da indústria e inspirou inúmeros jogos futuros. Até hoje, ele tem uma das maiores pontuações médias de revisão de qualquer jogo.

    No jogo, Mario deve coletar as estrelas do poder que estão espalhadas por todo o castelo da Princesa. São 120 estrelas no total, e apenas 70 são necessárias para chegar ao final do jogo. Porém, ao terminar o jogo com todas as 120 estrelas, o jogador tem um final surpresa. Em cada uma das 15 fases do jogo há sete estrelas, que podem ser obtidas: cumprindo algum objetivo da fase, ou coletando as 8 moedas vermelhas da fase ou ainda acumulando 100 pontos em moedas (sendo que: amarela = 1 ponto; vermelha = 2 pontos; azul= 5 pontos). Há também no castelo diversas fases secretas, que somam mais 15 estrelas às 105 das fases normais.

    Para ter acesso a uma fase, o jogador deve explorar todos os cantos do castelo, procurando por quadros na parede ou buracos estratégicos, que dão acesso àquelas. Cada uma das fases é um mundo em particular, com seu cenário próprio e vilões/inimigos característicos, além de amigos que ajudarão Mario quando necessário.

    De inimigos, temos o Big Boo, aquele fantasminha “camarada” que só te segue quando você não está olhando pra ele. O clássico Bowser que sem dúvidas estava mais relevante do que nunca neste jogo, dentre diversos outros clássicos. Quanto a aliados, da para se dizer que é bastante focado no próprio Mario, sendo uma história que segue as aventura dele, propriamente dita, para resgatar a princesa.

    Creio ser inegável que Super Mario 64 tenha sido inspiração para Banjo-Kazooie. Realmente, Mario veio antes e algumas inspirações ficaram bem claras para muitos, mas há quem diga que não é por estarmos falando de “cópia” que não tenha como ser melhor. Hoje em dia, há exemplos como The Outer Worlds que é basicamente um “filho” de Fallout, produzido pela Obsidian Entertainment que produziu Fallout: New Vegas para a Bethesda. A Bethesda não continuou seus contratos para a Obsidian criar novos Fallout, fizeram o Fallout deles. É um caso bem diferente do da Rare, mas The Outer Worlds é ruim? Creio que nem chegue perto disso, ainda levando em conta que o jogo já vendeu mais de 2 milhões de cópias desde seu lançamento. Temos também o Starlink que lembra muito outro jogo que vocês conhecem bem.

    Banjo-Kazzoie, uma evolução da fórmula?

    Embora eles não fossem oficialmente um estúdio da Nintendo, a Rare era um fornecedor constante de exclusivos da Nintendo 64 de qualidade. De todas as jóias que eles criaram, o Banjo-Kazooie é um dos melhores. A primeira aventura do “urso e do pássaro” pegou a fórmula estabelecida por Mario e injetou uma dose saudável de personalidade. Está cheio de personagens estranhos e memoráveis, e o diálogo é sempre inteligente. Isso deixou um impacto que leva as pessoas a implorar por outra entrada na série de respeito até hoje.

    Tivemos Banjo-Kazooie Nuts & Bolts em 2008, mas infelizmente não teve todo o sucesso que deveria. Parece que a Microsoft lançou o jogo errado, na plataforma errada, no tempo errado. Afinal, estamos falando de um jogo nascido em consoles da Nintendo, com total outra cultura. Se a Microsoft tivesse lançado o game agora, nesse ritmo de relançamento de Crash Bandicoot e Spyro pela Activision, talvez as coisas tivessem mudado. Atualmente, há rumores de um relançamento do mesmo.

    Banjo-Kazooie não foi apenas um sucesso de crítica quando lançado, mas também de vendas. O título teve cerca de 3.65 milhões de unidades comercializadas apenas no Nintendo 64, o que faz dele o 10º jogo mais vendido do console da empresa. Não precisava ser um gênio para imaginar que uma sequência da franquia estaria a caminho ainda na mesma plataforma.

    Antes de Banjo ter seu próprio jogo, ele fez uma aparição no ótimo jogo de corrida do Nintendo 64, Diddy Kong Racing, lançado em 1997. Na verdade não foi somente ele, o esquilo anti-herói Conker também.

    E uma coisa que gosto de ressaltar nessa franquia, é de como os vilões dele são esquisitos. Indo de homens-de-neve “gentlemans” com cartolas e cara de mau, até uma máquina de caça-níquel no clássico Kazooie até uma máquina caça-níquel, encontrada em jogos de cassino reais, dos quais a maioria dos ataques não conseguem atingi-los, como visto em Banjoo-Tooie. De longe, eles atacam lançando moedas de ouro gigantes, com um som de jackpot. Há também inimigos como uma lata de alumínio. Sim, é isso.

    No jogo você controla Banjo e Kazzoie pela perspectiva de 3ª pessoa, mas a base sinceramente não difere tanto do Mario 64.

    Veredito

    No mais, ambas franquias são incríveis. Talvez se a Nintendo não tivesse perdido a Rare para a Microsoft, hoje tivesse dado o mesmo tratamento a Banjo-Kazzoie que deu a Donkey Kong nos últimos tempos. Afinal, os personagens levam os nomes de parentes do ex-presidente da Nintendo. Todavia, nada é realmente perdido e a mentalidade dos executivos da Microsoft vêm se expandindo cada vez mais para parcerias discretas, como a aparição do personagem no último Smash Bros.

    Afinal, qual é seu preferido?

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      rax · 6 months ago · 2 pontos

      Voto no banjao

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      jesspras · 6 months ago · 2 pontos

      Mario 64

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      vante · 6 months ago · 2 pontos

      Super Mario 64

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    2020-03-16 23:04:21 -0300 Thumb picture

    Apostas esportivas acompanham o fluxo de grandes eventos de eSports

    Medium 3782595 featured image

    O ESL Pro League, maior campeonato mundial de CS:GO está ocorrendo e sua fase regular está programada para início em 16 de março. O prêmio para 1° colocado está estabelecido em 750 mil dólares! Mas além da disputa pelo prestígio e pelo prêmio em dinheiro pelas equipes, torneios desse porte são um prato cheio para apostadores que usam plataformas diversas, como pode ver em uma análise do 22bet.

    Se vê confuso por ouvir falar de apostas em um meio como os eSports? No caso, as apostas esportivas no geral já são de um mercado popular na Europa e em outros países pelo exterior e mesmo incluindo esportes tradicionais como futebol ou basquete, os eSports não ficam de fora dessa, atraindo cada vez mais pessoas e tornando o engajamento do público com cada partida mais imersivo, ao carregar expectativas.

    Apesar de não ser uma prática muito conhecida no Brasil, pois atualmente existe uma barreira legal para criação de espaços físicos não sejam das monopolizadas pelo governo (cof, cof Mega Sena cof), os fãs brasileiros da prática já apostam por meio de sites estrangeiros, em português, que oferecem praticidade e flexibilidade quanto ao que se deseja estabelecer um lance em uma partida virtual. Dependendo do caráter do game, podendo variar entre número de inimigos abatidos ou territórios inimigos conquistados, etc.

    Torneios como o ESL desse ano são ótimos para atrair a atenção de interessados no mercado. A presença de grandes times nacionais como BOOM Sports, Red Canids e o famigerado Pain buscando uma vaga pela final mundial não resulta apenas na competitividade entre as equipes, mas também entre o público que busca ter seus lances confirmados e mostrar como possuem palpites acertados sobre seus jogadores preferidos.

    Ao visitar um site de apostas esportivas pela primeira vez, geralmente o expectador pode perceber como a interface é simples de usar e a diversidade de opções envolve variados jogos, definidas em cima de partidas que acontecem em tempo real.

    Atualmente, tramita no Brasil um projeto para se regularizar casas de apostas e junto disso a publicidade para o gênero vem junto, com a possibilidade de tornar as apostas em eSports algo popular por aqui, em conjunto do aumento da popularidade dos torneios em eSports por aqui (talvez).

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    2020-01-14 10:31:52 -0200 Thumb picture

    A relação entre videogame e times de futebol

    Medium 3769125 featured image

    Com a popularização do setor de videogames como um todo a partir da década de 1990, empresas de videogame começaram a mirar o futebol como um excelente meio de publicidade para alavancar as suas respectivas marcas.

    Até por isso, na história recente do futebol são muitos exemplos de times que já tiveram patrocinadores máster de empresas de videogames. Mas é fato que algumas foram marcantes e permanecem no imaginário do torcedor por diferentes razões.

    Watford (Football Manager)

    Na temporada 2012-13, o jogo Football Manager estampou a camisa do Watford na segunda divisão inglesa. Apesar de nos anos seguintes não ter estampado mais a camisa do clube inglês como patrocinador master, o Football Manager continuou com um dos apoiadores da equipe até 2017.

    Nesse mesmo ano, o clube inglês e a Sega, produtora do Football Manager, deram uma bela tacada de marketing pelo Twitter. Naquela oportunidade, o Watford anunciou a contratação do atacante Andre Gray através de um pequeno vídeo do game do futebol "Football Manager 2017", que simulava o processo feito no game para contratar um jogador.

    Vale destacar que o clube não vive um momento favorável. Na Premier League (primeira divisão) desde 2015, o Watford agora se encontra em uma situação delicada na elite do futebol inglês. Segundo a Betway Esportes, site de futebol bets, o Watford tem 69% de chances de ser rebaixado à segunda divisão na atual temporada.

    Para se ter uma ideia, o time inglês tem a pior campanha como mandante da Premier League e uma das piores defesas do campeonato.

    Fiorentina (Nintendo)

    Na década de 1990, o futebol italiano abrigava muitos craques. A Fiorentina da temporada 1997-98, por exemplo, tinha em seu elenco craques como Toldo, Rui Costa, Edmundo e Batistuta — um dos maiores jogadores da história da Fiorentina.

    A década de 1990 também foi intensa na indústria de jogos, já que empresas como Sega, Nintendo e Sony disputavam a liderança do mercado de consoles. Sendo assim, a Nintendo enxergou uma excelente oportunidade de patrocinar a Fiorentina, um importante clube do futebol italiano — que era considerado por muitos como a melhor liga do mundo.

    A parceria entre a Nintendo e a Fiorentina para promover o console Nintendo 64, que na época apresentava ao mundo a primeira versão 3D de um jogo da franquia Mario, durou duas temporadas (1997-98 e 1998-99) e até hoje o uniforme é lembrado com muito carrinho pelos fãs da franquia e do time italiano.

    Com a Nintendo estampada na camisa, a Fiorentina não conseguiu nenhum título de expressão, mas fez boas campanhas — como o terceiro lugar no Campeonato Italiano da temporada de 1998-99.

    Atualmente, a Fiorentina não está em grande fase no Campeonato Italiano e está na parte inferior da tabela de classificação.

    Arsenal (Dreamcast)

    Em 1999, a SEGA Enterprises anunciou que havia firmado um acordo de patrocínio de camisas com o Arsenal, um dos principais clubes ingleses. A SEGA estava prestes a lançar seu novo console nos mercados europeus, o Dreamcast, e visava criar um programa de marketing que fizesse frente aos principais concorrentes da época.

    Assim como a Nintendo no caso da Fiorentina, os executivos da SEGA acreditavam que o futebol poderia desempenhar um papel de marketing relevante para o Dreamcast, que recentemente completou 20 anos. A ideia era fazer parcerias com os principais clubes de importantes mercados europeus.

    A parceria da Sega com o Arsenal também foi muito interessante para o clube inglês, já que a equipe necessitava encontrar um novo patrocinador máster após o rompimento com a empresa JVC.

    Um dos momentos mágicos do Arsenal com o Dreamcast estampando o seu uniforme foi o gol antológico do atacante holandês Dennis Bergkamp contra o Newcastle em 2002 — último ano dos Gunners com o patrocinador.

    Apesar de não ter feito tanto sucesso como o concorrente Playstation 2, alguns jogos de Dreamcast tiveram destaque no início dos anos 2000 e até hoje eles são procurados pelos fãs do console.

    Porém, se naquela época o Arsenal figurava entre os primeiros colocados na Premier League, o cenário atual não é dos melhores para os Gunners. Insatisfeita com a instabilidade do time, a diretoria do Arsenal demitiu o treinador Unai Emery em novembro e rapidamente anunciou o espanhol Mikel Arteta para o assumir o comando do tine.

    Árbitros da Premier League utilizam logotipo da EA Sports na manga desde 2014

    Desde 2014, os árbitros da Premier League carregam na manga dos uniformes o logotipo da EA Sports, uma das maiores empresas de jogos eletrônicos de todos os tempos.

    Em 2018, a Premier League e EA Sports assinaram um novo acordo de publicidade que terminará na temporada 2024-25 – a ideia da parceria é tornar o FIFA um jogo ainda mais realista já que a realidade também tem o logo da empresa estampada nos jogos.

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      kess · 8 months ago · 2 pontos

      Uma pena que isso tem chances mínimas de ser possível no Brasil, já que é mais fácil as empresas de games fugirem daqui do que virem dar patrocínio...

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      artigos · 8 months ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      dan8d · 8 months ago · 1 ponto

      Ola amigo.
      Gostaria de usar sua matéria para uma revista que estou criando aqui para o alvanista mesmo
      Irei deixar o link da ultima revista para você ver se permite a publicação de sua matéria
      http://alvanista.com/dan8d/posts/3767105-revista-alvanista-002

      1 reply
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    2019-09-24 14:18:24 -0300 Thumb picture

    Estúdios japoneses se recuperam de crises econômicas e de criatividade

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    Se tem uma coisa que japoneses ficaram conhecidos em tempos do pós-Segunda Guerra Mundial, após entrarem na “guarda” dos Estados Unidos, é que eles sabem dar um polimento bem único aos produtos que os americanos criam. Contando com o apoio dos estadunidenses na sua recuperação após o evento que parou o globo – e a economia mundial como um todo – as empresas do país asiático levantaram as mangas para se tornarem referência de qualidade em todo o planeta, principalmente no campo de tecnologia.

    Assim foi com televisões, videocassetes, toca-fitas, toca-discos e videogames. No auge do crescimento japonês, empresas como Sony e Panasonic ganhavam espaço no mercado inicialmente vendendo excelentes produtos a bons preços. Mais a frente, mesmo com o aumento dos preços de tais produtos conforme o maior reconhecimento dessas marcas pelos consumidores, ambas continuaram entre as líderes dos seus segmentos.

    No âmbito de videogames, viu-se a mesma coisa. A crise da indústria nos anos 1980 foi em grande parte superada por conta da pujança da Nintendo, com o seu primeiro console de mesa, dominando os mercados internos e externos. Mais a frente, as também japonesas Sega e Sony entrariam na disputa pela liderança de um setor até então quase inteiramente japonês.

    Imagem: Pixabay

    Para os jogos, não era diferente. Mesmo sem contar com o orçamento das suas contrapartes americanas, empresas como Capcom, Konami e as próprias fabricantes de consoles, Sega e Nintendo, criaram clássicos eternos. De Street Fighter a Mario, tudo que envolve os jogos destas figuras – sons, visuais, personagens, tramas – inspiram games de vários gêneros, entre jogos de roleta como Age of the Gods, de console como God of War, e celular com Knights of Pen and Paper.

    Entretanto, os tempos gloriosos do Japão ficaram para trás. E com o declínio econômico do país, causado por fatores desde a tradição de famílias guardarem o máximo de dinheiro possível para si, até a baixa taxa de natalidade que só é agravada pela falta de imigração, o mesmo foi visto com as empresas antes líderes de mercado nos mais diversos campos tecnológicos.

    A própria Sony é um bom exemplo. Na tradição japonesa de zaibatsus – empresas gigantescas que concentram em si a produção de vários itens nos mais diversos ramos – a mesma tinha em si departamentos que ofereciam eletrônicos, softwares e até seguros de vida. Mas desde 2015, seu planejamento tem sido de reduzir cada vez mais a área de eletrônicos exceto pelos videogames; enquanto mantém o foco no oferecimento de serviços financeiros, componentes, e nos seus estúdios de cinema e música.

    Imagem: Epic Play

    Isso que é efeito não só da economia japonesa em si, como também da condução dessas empresas em seu conservadorismo com o investimento em produção, afetou diretamente a qualidade dos jogos produzidos no país. Com isso, vimos todas essas empresas passando por apertos para manter firme a confiança do consumidor em meio a estúdios de videogame fechando portas, resultando em jogos sem muita inspiração sendo lançados tão somente para cumprir aspirações acionárias.

    Por sorte, esses tempos parecem que estão sendo deixados para trás, ainda que de forma lenta. A economia japonesa pode até não estar a passos de se recuperar, mas a criatividade dos produtores de videogames com certeza ganhou um novo fôlego.

    Em parte, isso é resultado de empresas estrangeiras como Bethesda e Microsoft investindo e até mesmo comprando companhias japonesas, oferecendo com isso os recursos necessários para que bons jogos sejam produzidos. Mas há também a adaptabilidade de gênios como Hideo Kojima aos novos tempos, como foi mostrado no último jogo de Metal Gear Solid lançado pela Konami quando o mesmo ainda andava pelos corredores da empresa.

    As nossas esperanças são de que a fonte não seque. Por mais que as condições para estes artistas estejam longe do ideal, é vital que eles continuem tendo apoio e o incentivo merecidos para que suas obras, tradicionais ou experimentais, continuem a sair do forno. E a melhor forma de mostrar nosso apoio, é pelos nossos bolsos!

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      gradash · 12 months ago · 2 pontos

      A realidade é bem mais simples. Jogos japas eram feitos para PSP e 3DS em maioria uma vez que eram as plataformas mais populares lá. Consoles morreram no Japão faz tempo. Então os jogos eram feitos para a realidade do hardware de merda destas plataformas, com a morte deles e sobrando só o mercado mobile por lá, os devs resolveram mirar no ocidente, mas não ocidentalizando os jogos pois eles sabem que tem público aqui que curte os jogos deles como eles são.

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      artigos · 12 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      ikke · almost 1 year ago · 1 ponto

      Acredito que esses jogos como o do Kojima serão tendência no futuro. Jogos com atores famosos que são verdadeiros filmes interativos ...

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    2019-07-22 02:10:25 -0300 Thumb picture

    Jogar videogame pode ser benéfico para a saúde

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    Desinformação injusta produz “demonização” de jogos eletrônicos, mas a atividade pode ser extremamente positiva para o desenvolvimento cerebral

    Desde o surgimento dos primeiros consoles de videogame, há mais de trinta anos, existe um amplo debate social sobre a influência dessa forma de entretenimento no comportamento dos jogadores, especialmente dos mais jovens e, teoricamente, mais influenciáveis. Vários estudos surgiram nas últimas décadas para mostrar os benefícios e desvantagens dos videogames que podem ser exercidos na vida dos usuários. Mas, afinal, eles causam ou não um efeito negativo sobre quem está jogando?

    Mesmo com estudos bem fundamentados, o debate ainda permanece e gera controvérsia. No início de 2019, após um jovem invadir a escola em que estudou, em Suzano (SP), e disparar tiros e golpes de machado em estudantes e funcionários, a polêmica voltou à tona. À época do crime, o autor do livro “Videogame e Violência”, Salah Khaled Junior afirmou, durante uma audiência pública da Comissão de Seguridade Social e Família, que a única ajuda que um game pode dar para uma ação como o assassinato seguido de suicídio que ocorreu em Suzano é em relação à sua apresentação estética.

    Existe outro dado que coloca em xeque a afirmação de que jogos de videogame influenciam os mais jovens a cometerem crimes – os jogos mais violentos são jogados, em sua maioria, por pessoas com mais de 32 anos de idade. Essas informações contrapõem o que disse o vice-presidente da República, o General Hamilton Mourão, também à época do crime. “Hoje a gente vê essa garotada viciada em videogames e videogames violentos. Só isso que fazem. Quando eu era criança e adolescente, jogava bola, soltava pipa, jogava bola de gude, hoje não vemos mais essas coisas. É isso que temos que estar preocupados”, disse ele à imprensa.

    Um estudo feito durante dez anos, que acompanhou o comportamento de jovens em diferentes situações, contraria a crença de Mourão. Publicado na British Medical Journal, a pesquisa faz parte do "UK Millennium Cohort", um relatório do Reino Unido que observou como as crianças podem ser afetadas psicologicamente pelos produtos do mercado do entretenimento – mais precisamente aqueles em que o usuário fica de frente para uma tela, incluindo TVs, smartphones e os próprios videogames. Mais de 11.000 crianças a partir dos cinco anos de idade foram submetidas a vários testes de exposição diária a diferentes formas de conteúdos, tanto na televisão quanto nos consoles.

    Após uma década, os pesquisadores constataram que assistir mais de três horas à TV por dia pode aumentar as chances de desenvolver problemas comportamentais em jovens com idades entre cinco e sete anos. Por outro lado, de acordo com o estudo, os videogames não exercem nenhum efeito negativo nas características pessoais das crianças, como comportamento e atenção, nem ajuda a desenvolver doenças emocionais. A mesma conclusão vale para meninos e meninas. Diante disso, vale a pena se perguntar – se os videogames não fazem mal, é possível que façam bem? Veja a seguir algumas situações em que os jogos eletrônicos são benéficos.

    Videogames são benéficos para desenvolver os níveis de atenção

    Em um tempo em que as pessoas estão cada vez mais dispersas graças às redes sociais, o videogame pode ser um bom antídoto para manter o foco e a atenção em níveis satisfatórios. Uma pesquisa, realizada no Centro Médico Beth Israel, de Nova York, descobriu que até cirurgiões podem se beneficiar de uma boa partida de videogame. A habilidade para realizar as cirurgias do tipo laparotomia foi maior nos profissionais que jogavam por cerca de três horas por dia.

    Jogos eletrônicos promovem o convívio, especialmente em centros urbanos

    O tempo em que os pais deixavam seus filhos por horas a fio brincando na rua e interagindo com crianças e adolescentes das redondezas infelizmente terminou. Com a crescente sensação de insegurança nas grandes cidades, juntar uma turma de amigos ficou mais difícil, mas o videogame pode ajudar até nisso. Mesmo com a cultura de jogo online, estar em contato com outras pessoas é vital para o desenvolvimento social dos jovens.

    Os games certos podem ajudar no raciocínio lógico

    Jogos de estratégia, em que é preciso encontrar a solução certeira, estimulam o raciocínio. Para ultrapassar os obstáculos do videogame, é preciso tomar as atitudes certas, o que favorece o pensar lógico. A vontade de vencer impede que a criança simplesmente desista frente à dificuldade. Junto ao desenvolvimento do raciocínio lógico, vem uma boa lição de perseverança, que será útil na vida adulta. Além disso, a melhora é progressiva, já que cada fase é um pouco mais difícil que a anterior.

    O videogame pode promover mais interações familiares

    Os males atribuídos aos jogos eletrônicos podem ser facilmente atribuídos ao isolamento, e não aos jogos em si. Na verdade, apesar dos altos preços dos games no Brasil, jogar videogame pode ser útil para unir a família, não apenas por ter possibilidade de jogos em grupo, mas porque permitem que os pais se envolvam no universo da criança. Pais e filhos ganham juntos, perdem juntos e se divertem juntos. Isso aumenta a cumplicidade e a parceria.

    Spider-Man

    Platform: Playstation 4
    931 Players
    449 Check-ins

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      santz · about 1 year ago · 4 pontos

      Se for botar na balança, videogame traz mais benefícios que malefícios. Só consumir com moderação que está tudo certo.

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      kess · about 1 year ago · 2 pontos

      Agora, coloca na cabeça dos não-gamers que traz benefícios? Uma briga pra conseguir botar algum senso na cabeça dessas criaturas!

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      artigos · about 1 year ago · 1 ponto

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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    2019-06-19 15:49:45 -0300 Thumb picture

    Retroreview: Vegas Stakes! O jogo de cassino para o Super Nintendo

    Medium 3728649 featured image

    A história do cassino é imprecisa e historiadores, até hoje, não chegaram a um acordo de como eles surgiram. A teoria mais aceita é que ele tenha surgido na Itália, já que a palavra “Casino” é de origem italiana e significa “pequeno lugar social”.

    Com o tempo, os cassinos foram se expandindo pelo mundo, se modernizando e, com o avanço da tecnologia, eles invadiram as mais diversas mídias: filmes, livros, novelas e, evidentemente, os games, hoje em dia contando até com cassinos online.

    Pensando nisso, há jogos de cassino sendo lançados até os dias de hoje, mas até mesmo nos anos oitenta e noventa, quando videogame ainda era considerado um brinquedo destinado às crianças, já haviam games que tentavam transportar a emoção dos cassinos para os jogos eletrônicos. Um deles é o Vegas Stakes, e é este que irá receber uma análise hoje.

    UM GAME COM HISTÓRIA

    Sim, o Vegas Stakes é um jogo bastante a frente do seu tempo e, mesmo sendo lançado para o Super Nintendo em 1993, há uma história que você acompanha. Basicamente você é um jogador apaixonado por cassinos que chega pobre em Las Vegas e, apostando na sorte, você deve procurar enriquecer com os jogos.

    Já o gameplay é, como de se esperar, games de cassino, Você joga blackjack, poker, roleta, caça-níquel ou jogo de dados. O objetivo é que o jogador conquiste até dez milhões de dólares, necessitando habilidade e também um pouco de sorte, considerando que seu “budget” inicial é de 1000 dólares.

    Se não tomar cuidado, também é possível perder o dinheiro e ir a falência, o que dará um game over. Ao longo da jornada você começa em um cassino bem simples e, no final, você participa de um dos mais luxuosos de Las Vegas. Em termos de jogabilidade, também há um modo multiplayer em que você pode jogar com os amigos, sendo que este, evidentemente, não conta com um modo história.

    Devido ao modo história, há momentos cruciais em que você pode ajudar ou não algumas pessoas que te fazem propostas, necessitando astúcia do jogador, já que, dependendo de quem o fizer, pode ser alguém mal ou bem intencionado, e o jogador poderá ser recompensado. Você pode ir em seu apartamento, conversar com pessoas etc.

    Quanto a parte técnica, ele é visualmente divertido considerando um jogo daquela época, com pessoas digitalizadas e bastante uso de imagens para contar o enredo. A trilha sonora acompanha o estilo e também combina com toda a ambientação típica de “cassino”.

    No entanto, o mais curioso é que este game foi desenvolvido por uma equipe da própria Nintendo, a HAL, que anos mais tarde viria a ser famosa pela série Kirby e o Super Smash Bros. O mais provável é que, na época, a Nintendo queria atingir novos públicos com seus games e mostrar que os consoles não necessariamente é destinado às crianças.

    O ponto fraco é que, com o tempo, os jogos podem se tornar um pouco repetitivos, já que há pouca variedade de minigames de cassino e o mesmo para a trilha sonora, algo que dificilmente acontece nos dias de hoje devido a variedade de minigames nos cassinos online. Mesmo assim, com uma historinha imersiva e também por se tratar de um jogo desenvolvido pela HAL Laboratory, este é um game que vale a pena a conferida.

    BEM RECEBIDO PELA MÍDIA

    Na época, o Vegas Stakes foi bastante elogiado pela imprensa devido ao realismo e controles simples. De acordo com o jornalista Alan Marriot do canal AllGame, que deu quatro estrelas de cinto, este é um excelente exemplo de como se deve fazer um título do gênero:

    “Vegas Stakes é um excelente exemplo de como os jogos de cassino devem funcionar em consoles.” - diz Marrior - “ Ao invés de apenas ‘mirar’ no público que gosta dos jogos, os desenvolvedores incluíram diversos personagens para ‘dar vida’ ao game (...). Os gráficos não são algo que chega a impressionar e alguns cards podem ser difíceis para os jogadores lerem devido ao seu tamanho reduzido”.

    Vale dizer que o game recebeu conversão em 1995 para o portátil GameBoy e que ambos são continuações de um jogo lançado para o Nintendinho oito bits chamado “Vegas Dreams”.

    A versão de Gameboy, mesmo sendo lançado para um console tecnologicamente menos avançado, tem mais situações interativas, proporcionando uma experiência um pouco mais rica quando comparado a edição de Super Nintendo. No entanto, os gráficos e a trilha sonora sofreram uma significativa redução.

    Já a edição do Nintendinho também segue o padrão e dá a opção dos jogadores terem relacionamentos amorosos e uma historinha também. Curiosamente, a versão americana do título recebeu diversos tipos de censuras, enquanto a japonesa menciona até mesmo cigarros e outros tipos de linguajares “mais fortes”. O paradoxo é que o texto da edição japonesa é escrito, inteiramente, em inglês.

    Vegas Stakes foi lançado oficialmente para o Nintendo Wii através do sistema Virtual Console em 2007, e anos mais tarde chegou ao Wii U pelo mesmo sistema. 

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  • gamesbr Games BR
    2019-06-19 15:42:51 -0300 Thumb picture

    10 games a se considerar para baixar no seu Android

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    Hoje estamos fazendo uma lista com 10 jogos que você, amante de games, deveria considerar conferir em seu dispositivo móvel. Procuramos desenvolver uma lista bem eclética, com games focados nas crianças, com temáticas mais simplórias, casuais, e até mesmo focado no público adulto como games de cassino e Bingos online.

    1 - Roblox

    Este é um MMORPG e também um Social Game de mundo aberto onde os jogadores criam seus próprios mundos virtuais com o objetivo de criar seus próprios jogos dentro do Roblox.

    Sendo uma junção das palavras “robots” e “blocks”, ele é muito popular entre crianças e adolescentes no mundo inteiro, com mais de 90 milhões de usuários ativos. Inicialmente desenvolvido para PCs, atualmente há versões mobile, o que inclui para Android.

    2 - Mafia Wars

    Mafia Wars é um jogo desenvolvido pela Zynga que também é muito famoso. Distribuído digitalmente para os mais diversos dispositivos conectados a internet, a versão mobile foi lançada em 2017 totalmente adaptado, com mecânicas inéditas e visuais atualizados.

    Como o nome sugere, os jogadores assumem papel de gangsters que criam sua própria máfia. O jogador precisa lutar contra outros jogadores online, roubar, completar uma série de missões e ganhar recompensas com isso. O game é gratuito com o sistema “freemium”, onde você pode pagar para ter diversos tipos de vantagens dentro do game.

    3 - Ping-Pong Star: World Slam

    Este é um game japonês que coloca personagens em estilo anime batalhando em jogos de Pingue-Pongue. Sendo exatamente o que o nome sugere, nele você pode jogar aleatoriamente as partidas ou entrar em uma liga contra jogadores virtuais ou online para disputar partidas.

    Os controles são bem adaptados para o mobile e os visuais bem característicos das animações orientais dão um “charme” a mais, algo que deve agradar, em especial, os adolescentes.

    4 - Slots Social Cassino

    Dedicado aos adultos, o Slots Social Cassino é um jogo gratuito onde você pode apostar dinheiro ou apenas se divertir sem nenhum compromisso por um período limitado de tempo em disputas de cassinos online. Como todos os games do gênero, há diversos jogos relacionados aos cassinos e bingos online, como pôquer, roleta, caça-niquel etc.

    Indo para a parte técnica, o game tem visuais bem bonitos e imersivos, com cores bem distribuídas e você se sente mesmo em um típico cassino de Las Vegas.

    5 - Crossfire: Legends

    A versão “Legends” é a mobile de Crossfire, um jogo de tiro em primeira pessoa onde você assume o papel de um dos vilões da organização terrorista Black List ou dos policiais Global Risk. A ideia é você entrar em uma batalha online onde os jogadores terão de trabalhar em equipe para alcançar o objetivo de cada mapa ou missão.

    Este é um dos jogos em tiro de primeira pessoa com maior número de jogadores ativos na atualidade. De origem sul-coreana, este é um game que faz um enorme sucesso no cenário asiático, mas também tem força e expressividade deste lado do mundo.

    6 - Grim Soul: Dark Fantasy Survival

    Grim Soul é um game que mistura elementos de sobrevivência com elementos de RPG e MMO. O objetivo é andar pelo mundo em busca de recursos para construir novos lugares para conseguir sobreviver a um mundo apocalíptico.

    É possível avançar de nível destruindo inimigos ao ganhar pontos de experiência, um sistema de exploração e há casos em que suas construções podem servir como base para outros jogadores se refugiarem enquanto também constroem suas próprias independências.

    7 - Honkai Impact 3rd

    Este é um game de ação em 3D com elementos de hack and slash feito na China com estilo em anime e dividido em diversos capítulos que contam vários tipos de história. Diferente dos anteriores, este tem uma experiência single-player muito rica, mas também há funcionalidades online e você pode jogar com os seus amigos.

    Bastante popular, o game tem diversas cinemáticas não interativas que contam a história do jogo, e uma trilha sonora muito apreciada pela maioria dos fãs.

    8 - Shadowgun Legends

    Outro game de tiro em primeira pessoa mobile, este se destaca pela grande quantidade de conteúdo interno mesmo sendo um game gratuito. Sendo uma sequência de Shadowgun, Legends te coloca para criar um personagem que deve entrar para elite de caçadores de recompensas.

    Com gráficos muito bonitos, jogabilidade simples e um bom modo multiplayer, ele é aquele típico jogo que você pega e “sai jogando”. Imersivo, bonito e bem feito, este é mais um FPS que deve estar na sua lista.

    9 - Sonic CD

    Dispensando apresentações, o Sonic é o mascote da SEGA e um dos personagens mais queridos e amados por diversas gerações. O game, que já demonstra sinais da idade até pelo título, é uma releitura do primeiro Sonic do Mega Drive, porém com trilha sonora “de ponta” com todo o ritmo dos anos noventa. Sonic CD conta com fases típicas como tropical, cassino, céu estrelado, a ideia é chegar até a base do Dr.Eggman, derrotá-lo de uma vez por todas para salvar sua namorada, Amy Rose, e derrotar também o lendário vilão Metal Sonic, que fez sua primeira participação nesse game.

    10 - Minecraft

    Outro que também dispensa apresentações, o Minecraft é um jogo muito popular entre as crianças e é uma espécie de Lego Virtual onde você deve montar seus personagens, construções e diversos outros tipos de coisas. Do gênero Sandbox, o game virou um dos maiores fenômenos mundiais entre o público mais jovem. 

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  • gamesbr Games BR
    2019-05-30 03:17:26 -0300 Thumb picture

    Jogos de HQs e super-heróis ganham cada vez mais espaço nos games

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    O universo dos games é um dos mercados mais fortes do entretenimento digital. Por isso, a concorrência para as produtoras e desenvolvedoras desses produtos tem ficado cada vez mais acirrada. A solução para algumas dessas empresas é usar e abusar de temas, personagens e histórias já consagradas no universo geek. Os super-heróis e as HQs ganham mais atenção, porém até mesmo filmes e eventos esportivos estão virando novos lançamentos.

    Essa opção tem sido um sucesso, principalmente no mercado de jogos para a nova geração. Em 2018, o Homem-Aranha exclusivo para Playstation 4 conseguiu vender mais 3 milhões de unidades em menos de uma semana e bateu diferentes recordes. Além disso, acabou o ano como o game mais vendido para o console da Sony. A produtora Insomniac Games teve motivos de sobra para comemorar o resultado.

    Aliás, os super-heróis são uma das temáticas favoritas e mais bem-sucedidas. São diferentes jogos da Marvel e da DC, principalmente, que conseguem boas vendas. Recentemente, a Nintendo anunciou uma parceria para lançar alguns jogos exclusivos no console Switch. A ideia é aproveitar o tema e atrair cada vez novos usuários para o console da marca japonesa. Uma atitude que, provavelmente, vai resultar em boas vendas.

    Não são apenas os consoles e computadores que possuem espaço com os heróis de HQs, já que os usuários de smartphone ou mais casuais também possuem opções. Alguns games de diferentes estilos estão entre os mais baixados para Android e iOS. Ao mesmo tempo, sites de apostas virtuais utilizam de grandes nomes, como o Super-Homem, para criar até roleta de cassino ou outros jogos tradicionais temáticos. Ou seja, são heróis em quase todos os estilos de entretenimento possíveis.


    Outros temas

    No entanto, não são apenas os super-heróis e sim todo o universo geek. A marca Lego se transformou em um sinônimo de sucesso nos games, seja para console ou para smartphones. Os blocos conseguiram sair do mundo físico e conquistar fãs no entretenimento virtual. Algo semelhante feito por alguns jogos de cartas tradicionais, como o Uno, que possui um game produzido pela gigante Ubisoft para se jogar multiplayer.

    Até eventos históricos, e mais sérios, conquistaram espaço no universo dos games. A franquia Assassin’s Creed é o maior exemplo disso, já que tem como tema acontecimentos que marcaram a humanidade. Recentemente, a produtora até anunciou que vai ajudar na restauração de grandes patrimônios arquitetônicos, justamente por ter colocado tais construções nos games. São acontecimentos históricos se transformando em ideia para novos games.

    Outros títulos poderiam ser citados, como F1, FIFA, Matrix e até mesmo Senhor dos Anéis, mas ficaríamos aqui por muito tempo para chegarmos em todos os temas que se transformaram em bons jogos. O universo dos games tem uma criatividade e força para puxar todas essas referências do mundo geek, e não deve parar tão cedo. Esses personagens ou títulos marcantes fazem parte de uma cultura e os fãs adoram a ideia de possuir mais conteúdo disso, desde que seja feito com a melhor qualidade possível. Ou seja, são temas bons, mas que precisam ser respeitados.

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    2019-05-14 01:03:16 -0300 Thumb picture

    Cats: Crash Arena Turbo Stars, um divertido jogo de estratégia

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    Os navegadores estão tendo em sua biblioteca cada vez mais jogos gratuitos de qualidade, sendo Cats: Crash Arena Turbo Stars mais um destes exemplos. Aqui os jogadores deverão usar seu raciocínio e criatividade para criarem o melhor carro de combate possível, que deverá vencer as inúmeras batalhas online. Está interessado? Jogue aqui.

    Estes combates se dão de forma automática, bastando que os jogadores escolham as peças ideais para que alcancem a vitória do torneio. Neste campeonato vence aquele que permanecer invicto até o final da competição, sendo eliminado já na primeira derrota.

    Disponível gratuitamente pela Poki para navegadores, Android e iOS, Cats: Crash Arena Turbo Stars é uma excelente opção para aqueles que procuram um jogo viciante do gênero estratégia e que pode ser jogado em qualquer lugar.

    A jogabilidade ocorre apenas pelas escolhas dos melhores itens que devem ser instalados em seu veículo. Com o passar do tempo vamos adquirindo experiência e o direito de ter acesso a diferentes objetos de customização, sendo muitos deles bem-humorados.

    Em uma primeira vista, o título lembra aqueles combates de robôs que existem no mundo real, em que as armas dos personagens são definidas antes do combate e todos mais torcem pela sorte do adversário ser tecnologicamente inferior do que qualquer outra coisa.

    Os efeitos sonoros combinam com o ar alegre que o título possui. As músicas, apesar de simples, são de alta qualidade, não deixando nada a desejar quando comparado com outros títulos disponíveis em navegadores.

    As batalhas se dão online contra jogadores ativos, o que por sinal, segundo consta, já passam de 150 milhões de usuários. Algo incrível para um game deste estilo.

    Os personagens que utilizam estes veículos são gatos de rua e, infelizmente, eles não podem ser customizáveis, o que, quem sabe ainda ocorrerá em uma atualização ou sequencia deste grande titulo.

    Os gráficos do jogo são bastante simples, mas funcionais, correspondendo bem às expectativas daqueles que jogarem. Os materiais, aparentemente recicláveis, que são utilizados para a criação dos diversos carros de combate lembram aquilo que os gatos teriam acesso.

    Enfim, Cats: Crash Arena Turbo Stars é mais uma ótima opção de jogo com progresso divertido e bem feito, certamente se você der uma chance, e começar a ganhar as partidas, verá como é prazeroso montar seus carros. Não irá se arrepender, pode confiar.

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