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  • 2021-02-19 20:59:19 -0200 Thumb picture
    niltondeoliveira checked-in:
    Post by niltondeoliveira: <p>Finalizado, e eu gostei até. Não é um game de su

    Finalizado, e eu gostei até. Não é um game de survival horror apesar de seus cenários bastante propícios a isso. Creio que a escolha de jogar com dois personagens, por mais que um deles seja o assistente e geralmente não coloque a mão na massa, acaba minando algumas possibilidades bem óbvias que se vê em grandes títulos da franquia onde controla-se apenas um. 

    Há, sim, uma pitada de sobrevivência na campanha. Nada digno de muitos elogios, mas existe. Para quem vai na dificuldade máxima, o game te obriga a ser eficiente e competente; o jogador não vai se deparar com uma quantidade abundante de munições e vida a ponto de dar uma segurança proporcional ao que terá de encarar pela frente (precisa dar uma economizada sim, diferente do que ocorre em todos os jogos a partir de RE 5), encontrará adversários que ou são mais resistentes (exigindo mais munição, por consequência) ou mais fracos, mas que são bem mais ágeis e dificultam os headshots e aí geram alguma gastança de munição.

    No primeiro confronto com a vilã final eu morri uma vez. Na segunda tentativa até acabei me surpreendendo da maneira como venci, estava já com pouquíssima vida e munição, só correndo e me desviando dela pelo cenário para tentar encontrar umas merrecas para conseguir atacar um pouco mais e ter uma sobrevida... até que, já com a visão toda embaçada de sangue, uma rajada de três balas da pistola resolveu a parada. Já tava dando como favas contadas uma segunda morte e tive a grata surpresa.

    Revelations 2, como muitos, não está entre os grandes da série (principalmente para nós fãs de origem), acho que em um top 10 ficaria lá no fim da fila, mas me pareceu um game bem mais interessante, consistente e com mais foco que o título anterior; apesar das minhas próprias contestações quanto ao estilo, são duas campanhas e acabou, você não fica toda hora alternando de dupla para dupla, depois de dupla para sozinho, depois de dupla de engraçadinhos que ninguem conhece para sozinho no passado e em dupla no passado, finalizando com sozinho no presente com o personagem assistente e logo mais em dupla com os mais tradicionais da série  (que passam a maior parte do tempo separados). Confuso, não? Pois é uma das maneiras de se descrever Revelations 1.

    Aqui nesta sequência  (há quem diga não ser sequência, não entendo por que), nós temos Barry Burton, um personagem super bacana e que sempre foi sub-utilizado; acho que rola uma química bacana com a garotinha (poderia haver mais diálogos, mas enfim). A Claire continua a mesma Claire de sempre, e a filha do Barry acaba não tendo muito destaque (não contando um dos episódios extras dedicado à ela)mas também não chega a ser uma personagem chata.

    Para finalizar, tenho pra mim, até pelo tempo passado, que esse spin-off Revelations já tenha chegado em seu final, analisando até pelo número de vendas e retorno que teve a Capcom. Mas caso um dia os japoneses resolvam reaviva-la, que caprichem mais no conteúdo como um todo, desde gráficos até algumas particularidades que foram colocadas com a intenção de dar uma identidade própria para a série paralela mas que costumam incomodar os fãs. E que se tente também colocar os personagens (se for mesmo para abordar mais de um) em situações isoladas, não junto de ninguém, pois automaticamente abre um vasto leque para se criar um real horror de sobrevivência. Se for para fazer que façam com carinho.

    5
  • 2021-02-17 21:02:53 -0200 Thumb picture
    niltondeoliveira checked-in:
    Post by niltondeoliveira: <p>Admito que a partir do segundo capítulo o jogo e

    Admito que a partir do segundo capítulo o jogo está ficando bacaninha sim. Cenários isolados, devastados, acizentados. É como se estivessem em Chernobyl.

    É chato esse esquema de trocar de personagem, principalmente quando apenas um é o atirador e o outro serve de assistente e localizador de itens; basicamente você explora o cenário com o assistente até surgir um inimigo que requer o uso do principal (Claire ou Barry); uma vez derrotada a ameaça, volta-se para a situação anterior.

    A dificuldade está bem boa, até os zumbis mais simples apresentam boa resistência, o jogo não te dá muitas chances de armazenar muita munição, alguns desafios te obrigam a repeti-los algumas vezes (Pedro da Serra elétrica que o diga, o derrotei com a única bala que restava; tivesse errado, teria que recomeçar)

    Já posso classificar sim como um game mais interessante que Revelations 1.

    5
  • 2021-02-13 17:40:34 -0200 Thumb picture
    niltondeoliveira checked-in:
    Post by niltondeoliveira: <p>Primeiras impressões</p><p>Com o primeiro capítu

    Primeiras impressões

    Com o primeiro capítulo encerrado, posso dizer que minha primeira impressão positiva foi a possibilidade de se agachar em qualquer momento; um recurso muito bem vindo e que chegou com bastante atraso. Por outro lado, o que está me incomodando é esse sistema de detecção de itens ocultos; no primeiro já era um saco ficar acionando aquele dispositivo em todo lugar novo que se entrasse, agora eles deixaram esse esquema ainda mais chato e que necessita de upgrades para ficar menos pé no saco. Pelo visto é uma marca registrada dessa série paralela mas que bem poderia ser eliminada. Eu entendo que provavelmente foi colocado para dar uma identidade a parte, mas o negócio é chato para cacete.

    Fora esses dois pontos que mais me chamaram atenção, também é preciso citar que, pelo menos até agora, a ambientação e o clima de mistério estão mais fiéis as origens da franquia em comparação ao anterior - ainda não é um survival horror mas está bem mais tragável que todos os lançados desde 2009.  O nível de dificuldade também parece mais interessante  (analisando hard x hard) e temos o retorno da maior marca de RE: os zumbis, que tinham sido escanteados. A menininha que anda com o Barry nos remete à Sherry Birkin de RE2. Os gráficos estão muito melhores também, claro, e me parece que talvez os eventos de Revelations 1 terão alguma importância no desenrolar desta estória.

    8
  • lucas_okita Lucas Santana
    2021-01-15 00:42:04 -0200 Thumb picture
    lucas_okita checked-in:
    Post by lucas_okita: <p>Platinado! O modo invisível foi beeeem mais fáci

    Platinado! O modo invisível foi beeeem mais fácil do que esperávamos!

    9
  • lucas_okita Lucas Santana
    2021-01-10 23:35:13 -0200 Thumb picture
    lucas_okita checked-in:
    Post by lucas_okita: <p>Primeiro episódio no modo invisível feito. Acham

    Primeiro episódio no modo invisível feito. Achamos bem de boa até agora. Ter fechado tantas vezes para pegar medals e contra o tempo me fez decorar a localização de vários inimigos q da pra dar stealth.

    Tudo no jogo fiz em dupla, deve ser um pesadelo platinar isso sozinho kkkk

    8
  • lucas_okita Lucas Santana
    2021-01-10 13:01:01 -0200 Thumb picture
    lucas_okita checked-in:
    Post by lucas_okita: <p>Platina a caminhooo, so falta fazer o episódio 1

    Platina a caminhooo, so falta fazer o episódio 1 só na faca e o modo invisível!

    7
    • Micro picture
      hanzy · about 2 months ago · 1 ponto

      eu gosto bastante do primeiro, o segundo joguei bem pouco

      3 replies
  • lucas_okita Lucas Santana
    2021-01-06 16:11:05 -0200 Thumb picture
    lucas_okita checked-in:
    Post by lucas_okita: <p>Estou atrás da platina, pegamos ontem todos os t

    Estou atrás da platina, pegamos ontem todos os troféus de contra o tempo e estou fazendo os das medalhas (que tá sendo um saco)

    5
  • fred_alves_54 Fred Alves
    2020-12-28 17:19:37 -0200 Thumb picture
    fred_alves_54 checked-in:
    Post by fred_alves_54: <p>Que jogo maravilhoso, terminei no final ruim poi

    Que jogo maravilhoso, terminei no final ruim pois não sabia que haviam 2 finais. A parte do Barry foi sensacional, na parte da Claire ficava sem bala nenhuma no jogo inteiro e os monstros eram chatos, no Barry os monstros eram mais desafiadores e tinha melhores armas. 

    Apesar de ter sido lançado antes, achei anos luz melhor que o 6 (que pra mim é o pior da serie disparado).

    Uma coisa que achei interessante é a semelhança com Alan Wake, tanto em falta de munição durante o jogo, principalmente com a Claire, quanto o lance da lanterna da Moira enfraquecer os inimigos

    O ultimo boss achei melzinho na chupeta, muito mais fácil de matar do que o Neil com a Claire.

    No final das contas me diverti bastante com esse jogo, mas vou ficar uns tempos sem jogar jogo de terror hehehe

    3
  • lucas_okita Lucas Santana
    2020-12-27 17:31:48 -0200 Thumb picture
    lucas_okita checked-in:
    Post by lucas_okita: <p>Fechado com a namorada ontem, ela nos tiros e eu

    Fechado com a namorada ontem, ela nos tiros e eu no suporte. Eu vou platinar o jogo e estamos vendo se ela vai tentar comigo nos modos invisíveis e corrida contra o tempo.

    6
  • darleysantos676 Darley Santos
    2020-12-08 08:39:10 -0200 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in:
    Post by darleysantos676: <p><strong style="background-color: initial;">RESID

    RESIDENT EVIL - REVELATIONS 2

    PLATINADO (03/09/2020)

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    Assim como o primeiro Revelations se passa entre o 4 e o 5, este segundo Revelations se passa entre o 5 e o 6, fazendo referência aos eventos ocorridos em Kijuju na África em RE5 e apontando para RE6 ao citar Piers Nivans. Como se vê no primeiro jogo, é um mundo mudado após os eventos de Raccoon City e o bioterrorismo veiculado e proliferado via mercado negro, e em reação a isso temos a criação de várias organizações governamentais e não-governamentais - FBC, BSAA, Terra Save... – que visam prevenir e combater essa nova forma de terrorismo que assola o mundo (a forma anterior a essa seria ao estilo “guerra santa” ou “terror islâmico”, vide os ataques de 11/09/2001, data esta que chega a ser referenciada dentro do universo fictício da saga).

    Os personagens clássicos Claire Redfield e Barry Burton são quem dão o fio narrativo da história. Claire está presente juntamente com os seus parceiros da Terra Save (organização que curiosamente conta com uma presença consistente de integrantes de origem latina), incluindo a novata Moira Burton, filha de Barry; Barry acaba parando na ilha onde se passa os eventos do plot para ir atrás de sua filha Moira, que continua desaparecida após meses depois do atentado misterioso durante evento da ONG, e nessa jornada ele encontra uma garotinha muito especial chamada Natalia Korda, uma sobrevivente ainda de Terragrigia e agora nas mãos de Alex Wesker, e que manifesta habilidades especiais como a de detectar BOWs nos ambientes; vale a menção honrosa ao personagem secundário Evgeny Rebic, que foi crucial para a sobrevivência de Moira nos meses que passou sozinha na ilha, antes do resgate definitivo... Barry passou o diabo aqui sem saber o que tinha acontecido dom sua filha, e vendo o que tinha ocorrido com a Claire.

    Enquanto no primeiro Revelations temos as referências à obra-prima de Dante Alleghieri, “A Divina Comédia”, agora em Revelations 2 temos a obra de Franz Kafka como referência literária para todo o jogo: o Episódio 1 - Colônia Penal leva esse nome em alusão direta a obra Na Colônia Penal, um conto de Kafka; o Episódio 2 - Contemplação se refere a antológica Contemplação, uma coleção de contos de Kafka; o Episódio 3 - Julgamento refere-se ao conto O Julgamento, que trata sobre a relação de um homem e seu pai; e o Episódio 4 - Metamorfose se refere a obra A Metamorfose, uma novela sobre um homem que repentina e inexplicavelmente se transforma em uma criatura parecida com um inseto. Os eventos do jogo vão fazendo a ligação com essas obras. A própria vilã Alex Wesker faz o papel de leitora reflexiva, bebendo dos temas do medo e loucura ao recorrer a Franz Kafka. Aliás, Alex Wesker é uma personagem ímpar (curiosamente retida a um único capítulo da extensa franquia de Resident Evil), que odeia o mundo e a si mesma enquanto projetinho do Spencer. Semelhante a seu irmão já morto, Albert Wesker, ela almejava a imortalidade, ao passo que também odiava seu mentor Lorde Oswell E. Spencer, homem de pretensões megalomaníacas que tinha planos de um mundo utópico com base na eugenia, no qual ele seria uma espécie de deus - as crianças Wesker seriam os pioneiros da nova humanidade, dessa forma evoluída da raça humana. Ao contrário do primeiro Revelations, esse jogo faz muito mais referências e links com os eventos de toda a saga de Resident Evil, não ficando fechado apenas ao cenário atual, só de vez em quando referenciando a vida heroica de Jill e Chris, e só.

    Além da campanha principal, existem dois episódios complementares: o Conflito, que mostra o que aconteceu com Moira no intervalo de seis meses entre o fim da campanha da Claire (com o final trágico e tenso) e o começo da campanha de Barry (iniciando seus trabalhos de investigação e resgate), e como ela aprendeu a sobreviver sozinha na ilha; e o episódio Mocinha, que mostra a jornada de Natalia na ilha no mesmo intervalo dos 6 meses, pobre garota que parece estar passando por um processo de dissociação psíquica, interagindo com figuras imaginárias, após Alex Wesker tê-la usado como cobaia de transferência.

    A campanha é dividida em 4 episódios, cada qual dividido em duas partes - Claire e Barry. A mesma campanha também pode ser feita em dois modos diferentes de jogabilidade: modo Invisível (invisibilidade não é meu forte, acho um desafio meio chato) e modo Contagem Regressiva, que é mais estimulante e divertido. O modo Raid, opção multiplayer do game, não se destaca tanto aqui, ao contrário do Raid do primeiro Revelations. O jogo possui um número até razoável de desbloqueáveis e colecionáveis, que guarda interação com a rede social ReNet. O jogo possui vários extras: as recompensas (modos extras de jogo como invisível, contagem regressiva, efeitos de tela, trajes, armas, arquivos secretos, artes de conceito, estatuetas – peguei 77/89), os recordes (campanha - 107/127 - e Raid - 5/93) e a galeria (estatuetas 32/37, artes de conceito 20, filmes 28, arquivos secretos 12).

    Os Arquivos Secretos são uma parte muito legal dos colecionáveis que merece destaque: mostra desde e-mails entre os ex-STARS, a relação entre Claire e Piers (personagem de RE6), reflexões de Alex Wesker sobre Franz Kafka e sobre Spencer, e os memorandos (alguns produzidos a partir da invasão dos servidores da Agência da América do Norte da BSAA) de autoria de um tal Stuart, funcionário-servo de Alex, que são os que mais trazem dados de background dos personagens, mostrando a relação atual e remota entre os personagens do jogo e estes com os outros personagens clássicos, tipo como Chris Redfield matou Albert Wesker em RE5, ou sobre os rumos da vida de Barry Burton, ou a ainda a forma como Claire se tornou íntima de toda a família de Barry.

    Bem, assim como RE Revelations, gostei de conhecer o jogo e fecha-lo até a platina, mas quanto mais jogo os games da franquia mais me apego à trilogia original Raccoon City. Esses Revelations em especial são bem interessantes, e é legal saber que são canônicos. Mas desde o RE Code Veronica não consigo aprovar as mudanças de enredo, estilo, caracterização, verossimilhança e etc; sim, meu problema com os rumos da franquia é dessa ordem, não ligo nem um pouco pra questões mais técnicas como câmera, perspectiva, jogabilidade. Sendo assim, algumas coisinhas me incomodam nesses jogos desde então.

    Enquanto em Revelations 1 constata-se o ambiente oceanográfico, que abarca tanto os navios (com seus cenários cuidadosamente opressores e aterrorizantes) quanto a cidade flutuante, o que achei admirável, além da trama envolvendo organizações e corporações, em Revelations 2 constata-se cenários e monstros meio surreais, e demasiadamente parecidos com o do universo de outra franquia de games, Silent Hill - que aliás, é lugar-comum quando se compara jogos de survival horror, seja para elogiar seja para criticar negativamente. O que dizer dos inimigos com roupagem BDSM estilo medieval, ou as formas improváveis da Torre da Supervisora? Ou a presença de um personagem maligno colocando armadilhas diversas no caminho dos heróis determinados, como o caso da Supervisora, que arma armadilhas mortais por mero sadismo infantil, apesar do pretexto de fazer ativar o vírus T-Phobos através do medo, com um controle ambiental surreal de tão quase absoluto??? Ok, esse lance meio Jogos Mortais com a figura de um maestro a la Jigsaw vem desde RE Code Veronica e principalmente no RE4; aliás, parando pra lembrar, essa coisa das armadilhas vem desde o RE1 com a Mansão Spencer, uma mansão quase viva de tão cheia de truques mortais; bom, os primeiros jogos, apesar de modelo perpétuo para toda a saga, possuem aspectos que merecem ser relevados, enfim... Outra coisa também: o vírus T-Phobos rende cenas bem ao estilo gore de filmes trash, isso já dá a deixa para cenas descompromissadamente grotescas. As ambientações manjadas de filmes de terror, como o abatedouro Kierling – sim, animais mortos pendurados em ganchos e muito, muito sangue. Outra: é claro que todo jogo de Resident Evil tem que ter a figura do traidor, porquanto a trama envolve bastante o tema da ganância, mas as razões motivadoras vão ficando cada vez mais insólitas - o traidor Neil Fisher, que era membro da extinta FBC (Revelations 1), vende todos os membros da TerraSave para a Supervisora simplesmente para obter uma amostra do vírus Uroboros??? Tinha mais que se lascar mesmo se transformando em um Uroboros Tyrant. Sei lá, tudo isso vai ficando banal.

    A princípio, gosto do fato do jogo se passar em uma localização com um passado ligado a União Soviética, pois envolve contexto histórico, além da questão de mentalidade; após sua queda, a ateia e materialista União Soviética deixa um vácuo de poder, lugar o qual foi preenchido por oportunistas sedentos de dinheiro e poder. E é o caso da Alex Wesker, herdeira da Umbrella Corporation, que chega na Ilha Zabytij e se oferece como a redentora, prometendo trazer prosperidade para a localidade. Claro, tudo falsidade, e o que acontece de verdade é que Alex transforma uma ilha inteira – que tem o agravante de não ser mapeada – em um lugar desolado, e transforma toda uma população em meras cobaias para seus perversos experimentos, e o pior que isso acaba incluindo ela mesma... É a mesma tragédia que se repete vez após vez, e esses vilões nunca aprendem.

    Um Resident Evil em formato episódico e que consegue prender o jogador, ao menos na primeira jogatina.

    *

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    @platinadores

    21
    • Micro picture
      denis_lisboadosreis · 3 months ago · 2 pontos

      Belo texto.

    • Micro picture
      rafaelssn · 3 months ago · 2 pontos

      Me deixou curioso sobre as obras de Franz Kafka.
      Tenho que jogar o primeiro ainda.

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