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mastermune Herik Santos

Lutando por um mundo livre de exclusivismo #gamesparatodos


over 2 years ago 2017-07-15

Final Fantasy XIII

Final Fantasy XIII foi lançado Pela Square/Quadrado Enix, inicialmente para PS 3 e Xbox 360. O diretor responsável por esta merda versão da série foi Motomu Toriyama (não é o desenhista de DB nem de Dragon Quest, é um diretor random da Square!) e o roteirista Kazushige noshima, que no caso, foi o mesmo roteirista da série desde FF 7.

A Square mostrou um trailer maravilhoso de como seriam os gráficos dos novos FF’s numa demo maravilhosa da intro de FF 7 com essas novas resoluções e na E3 de 2006 eles mostraram um trailer desse novo jogo da Franquia, com gráficos maravilhosos e um sistema de batalha com ação em tempo real, semelhante a Tales of, e cheio de ação, ataques especiais, com câmeras dinâmicas, detalhando os cenários de batalha por todos os lados.

^ Mano, que louco seria se o game fosse assim... procure por “FF XIII E3 2006” pra você ter uma ideia de como seria o game.

Como resultado, os fanboys (até aqueles que não eram) aguardaram que nem loucos, cortando os seus pulsos, ficando dias sem comer nem dormir, ir pra escola, interagir socialmente, até o lançamento do game. O jogo ficou sem dar as caras por um tempo, quando em 2009 o tão sonhado Final Fantasy, aguardado por todos tinha chegado às lojas. O alvoroço foi tanto que no primeiro dia, só no Japão, o game rendeu mais de 1 milhão de cópias. Imagine como isso repercutiu no mundo todo!

Okay, até então, o game poderia ser considerado o melhor RPG de todos, mas aí aconteceu uma coisa: o game começou a ser jogado. A Square Finalmente conseguiu jogar toneladas de merda num game (muito mais do que em FF 8, acreditem!).

Levando isso em consideração, vamos à pauta do tema dessa Review:

I – Fabula Nova Crystallis: Background incrível, mas terrivelmente executado.

Vamos falar da ideia que originou o mundo de FF 13: Fabula Nova Crystallis, que significa: “o conto do novo cristal”, afinal, FF sem cristais não é um bom FF pra Square (tirando FF 7, afinal, eles jurarão até a morte que foi o melhor game que eles fizeram).

Porém, a mitologia de FNC (não vou ficar digitando latim toda hora, bléh!!) não tem nada a ver com cristais... A mitologia envolve a história de 2 deuses: Bhunivelze e Mwynn. Mwynn era a deusa mãe da criação e Bhunivelze o seu filho. Dentro desse universo existe o mundo que era dividido em duas metades: o reino mortal, onde as pessoas vivem, e o reino invisível, que seria o lugar da pós-morte.

^ Bhunivelze à esquerda e Mwynn à direita

O filho de Mwynn ansiava por poder. Por isso, ele tomou o controle do mundo mortal e derrotou a sua mãe, que desapareceu pro reino invisível.

Bhunivelze achava que a mortalidade era uma maldição de Mwynn, pois percebeu que o mundo em si estava destinado a morrer. Ele queria encontrar o portal que levasse ao reino invisível, para controlar os dois mundos e matar de vez a sua mãe. Por isso, ele criou mais três divindades, chamadas Fal’Cie, para ajudá-lo a encontrar esse portal.

A primeira divindade se chamou Pulse. Este tinha o dever de expandir a terra para encontrar o portal que levasse ao reino invisível. Em seguida ele criou Etro. Porém, sem perceber, Bhunivelze criou uma divindade exatamente igual a sua mãe. Por medo, ele não a abençoou com nenhum poder. Por causa disso, Bhunivelze criou Lindzei, uma divindade para protegê-lo.

^ Pulse, Etro e Lindzei.

Depois disso, Bhunivelze se transformou em cristal e entrou em sono profundo, deixando a tarefa para Lindzei acordá-lo quando chegasse a hora.

Enquanto isso, com o desejo de expandir a terra, Pulse criou outros Fal’Cies para controlar a terra e também criou pessoas com habilidades mágicas chamados L’cie. Lindzei, com o desejo de proteger a terra, também fez o mesmo. Porém, Etro, sem nenhum poder, se sentiu impotente e começou a pensar em sua mãe, Mwinn. Por isso, rasgou a si mesma e sumiu para o reino invisível. Porém, do sangue que escorreu dela, nasceram os seres humanos comuns, apenas destinados a morrer um dia.

Existe um equilíbrio entre o reino mortal e o invisível. Mwinn estava desaparecendo no Caos. Antes dela desaparecer no limbo por completo, Etro foi para seu lado. Mwinn lhe encobriu a tarefa de proteger o equilíbrio entre os dois reinos. Porém, Etro não entendeu o que sua mãe disse. A deusa ficou tão afeiçoada pelos humanos que ela gerou que, do mundo pós-morte, ela deu o Caos para eles, que foram chamados de “coração”. O coração seria o poder dos humanos comuns.

  ^ Etro dando o Caos aos humanos Comuns

Com o passar do tempo, Pulse foi chamado de deus todo-poderoso, Lindzei de deus protetor e Etro de deusa da morte.

Pulse continuou expandindo a terra, junto de seus Fal’Cies. Essa terra passou a ser chamada de Gran Pulse. Lindzei, com seu extinto protetor, criou uma terra paradisíaca acima de Gran Pulse. Essa Terra passou a se chamar Cocoon. Etro continuou no reino invisível, observando seus queridos seres humanos a partir dali.

^ Cocoon acima das terras de Gran Pulse.

História linda, não é? Foi uma das mitologias mais bem elaboradas que eu já vi a Square criar para um jogo. Esse seria o Background principal que envolveria a trama de vários games de FF a partir daí. O 13º jogo da série principal seria o carro-chefe que introduziria essa mitologia maravilhosa. Porém, foi totalmente mal explorada e usada em FF XIII. Existiu aqui um leque de opções para a SE criar um game rico em história, mitologia, reviravoltas, desenvolvimento e afins. Mas não foi bem isso que aconteceu...

II – História

A história começa em Cocoon, o mini-planeta paradisíaco no céu. Pessoas de uma cidade chamada Bhodum estão sendo levadas por um trem, para serem “deportadas” daquele lugar para Gran Pulse. Pois nessa época, Cocoon, onde eles viviam, era o paraíso, e Gran Pulse era o inferno. Quem fosse para lá sofreria mais do que a própria morte. Mas por que aquelas pessoas estavam passando por isso?

Por causa dessas duas vagabas aí, Vanille, da esquerda e Serah, da direita. Falarei mais delas depois...

Todo mundo aí é mandado pro beleléu porque a monochuquinha da direita vai explorar umas ruínas antigas de Pulse, que por causa de uma guerra antiga, foram parar lá em Cocoon. Ela entra em contato com um Fal’Cie chamado Anima. Quando um humano entra em contato com um Fal’Cie, ele se torna um L’Cie, um humano com poderes especiais. De presente eles ganham uma tatoo, que é a marca do L’Cie.

Quando transformado num L’Cie, ele recebe inconscientemente uma missão, uma vontade que deve ser feita para o Fal’Cie, chamada de Focus. O L’Cie deve fazer de tudo para completar seu Focus, ou seja, ele vira servo/escravo do Fal’Cie. Sua tatuagem vai mudando de forma, conforme a imagem acima. Se ele completar seu Focus antes dela chegar ao estágio 13, a pessoa vira cristal e ganha a “vida eterna”. Se não completá-lo e a tatoo chegar no estágio final, você vira um monstro horrendo comedor de gente chamado Cie’th. Resumindo... se tu for picado por um Fal’Cie, tu é escravo dele, ou você vira pedra ou vira uma gosma com anatomia distorcida, fica a seu critério.

^ Exemplo de um Cie'th

O único problema é que o Governo de Cocoon se caga de medo de humanos alterados, por isso, em vez deles expulsarem apenas a moça ali, eles expulsam a cidade inteira. Então, se tu morasse na mesma cidade de um L’Cie, tu tá ferrado!

                               ^ O povo sendo deportado... usando roupas de Jedi??

Voltando a história... O povo aí tá sendo levado, quando a heroína da vez, Lightning, que tava no trem também pra salvar sua irmãzinha, a monochuquinha Serah, que estava presa na ruína do Fal’Cie, salva a galera. Ela causa um transtorno no trem, o trem chega numa área chamada Hanging Edge e bate, salvando o povo. Nessa área já está acontecendo uma guerra entre o exército do governo, um grupo chamado NORA e junto deles o povo de Bhodum que estava sendo deportado. Milagrosamente, todos os cidadãos sabem usar uma arma.

Nessa parte conhecemos quase todos os personagens do jogo. Vou falar detalhadamente deles depois. Resumindo, Lightning e quase todos que serão da sua Party chegam nas ruínas, e encontram Serah. Porém, assim que a encontram, seus esforços de resgatá-la são em vão.

A coisinha aí vira cristal, depois de dizê-los para salvar Cocoon. A missão dela era só falar isso? Que merda interessante...

Lightning num acesso de fúria, quer vingar sua irmã indo chutar a bunda do Anima, o Fal’Cie que fez sua irmãzinha virar cristal. Desafiar uma divindade, claro que isso ia dar certo no começo do game. Ah sim, O loiro ali da esquerda, chamado Snow, também vai junto, porque ele é o “noivo” dela. Falarei dele também depois...

Todos comentam com eles que enfrentar um Fal’Cie é loucura. Mas como na maioria dos RPG’s os personagens devem seguir loucamente o protagonista, por mais trouxa que ele seja, eles a seguem. O resultado? TENTÁCULOS!!!

Isso mesmo! A Square finalmente Conseguiu inserir a sua tara por tentáculos descaradamente em um FF! O Fal’Cie Anima literalmente penetra seus tentáculos no time e insere a tatoo de L’Cie neles. Todos eles recebem o mesmo Focus/Objetivo para cumprir. Mas eles ainda não sabem. Eles recebem uma pista através de um sonho. Isso mesmo, te vira pra descobrir pra não virar monstrengo!

Depois disso, eles partem numa jornada para descobrir qual é o Focus deles. E... é isso! O resto da história consiste numa jornada dos personagens, andando praticamente em linha reta, pra descobrir o que eles devem fazer pra agradar um robô com tentáculos, descobrindo o que ele quer!

Depois de andar mais um pouco em linha reta, eles descobrem que o Focus deles é salvar Cocoon. Isso mesmo! Um Fal’Cie de Pulse quer salvar o planetinha! Depois eles descem em Pulse e descobrem que o lugar não é um inferninho, também descobrem que o governador de Cocoon é um Fal’Cie disfarçado de padre/papa, isso mesmo um padre, que quer sacrificar a humanidade em Cocoon pra se encontrar com seu criador e levar a todos pro Reino invisível. 

^ Papa João VI, digo... Galenth Disney, digo... Galenth Disley!!!

Criando a coragem de enfrentar o padre, eles vão em direção a Final Dungeon, matam o padre que vira um palito gigante com asas. Cocoon começa a cair, daí, as personagens menos importantes da história viram um monstro random, se cristalizam, transformando em um pilar gigante de cristal. Segurando o planetinha.

Milagrosamente, o resto da party vai parar no solo de pulse sem sofrer nenhum dano, viram cristal, desviram cristal, Lightning encontra a sua irmã e aprova o casório dela com o Snow. Fim!!!!

A história do jogo é dividida em 13 capítulos (você vai cansar de ver o número Treze no jogo), até o capítulo 2, a história é até interessante, por causa da guerra que ocorre e as cenas incríveis que aparecem lá, mas depois disso, se torna uma viagem predestinada, onde você praticamente já sabe aonde ela vai dar. Ela vai ficando muito maçante e completamente monótona conforme você avança. Vamos parar por aqui, o pior ainda está por vir...

III – A cada 2 metros, uma Cutscene, a cada 5 metros, uma CG.

^ Uma das 456856,99 CG's do jogo

Tudo bem, cenas marcantes e eventos na história de um RPG são um recurso muito bom quando bem usados. Mas nesse game, é um exagero gritante, sério.

A cada vez que você anda, acontece uma cutscene... você enfrenta dois monstros, anda mais um pouco, outra cena. Chega no boss, duas cutscenes e uma CG de brinde. A Square ficou tão deturpada com os gráficos porcelanados maravilhosos deles que quiseram encher o jogo de tudo isso. Falando sério, 80% do jogo você verá cenas e CG’s com gráficos melhorados, fazendo tudo mais parecer um filme do que um jogo.

Não se preocupe, você conseguirá jogar o game sem essas coisas...

... nessa parte aí, lá pro final do jogo, no capítulo 11, isso depois de algumas CG’s e Cutscenes... aproveita, porque depois você volta a assistir o filme.

O que torna o próximo motivo dessa Review mais triste ainda...

IV – Ande para frente. Depois, ande para frente. Depois ande para frente de novo...

^ Exemplo de alguns mapas de FF XIII

A linearidade desse game foi uma das coisas mais criticadas nesse jogo. Defensores desse game dizem que os mapas de FF X são mais lineares do que os de XIII, sério? Pelo menos em FF X você podia tomar outras direções em determinadas partes, podia revisitar lugares anteriores, e não tinha Scenes e CG’s a cada 30 segundos. Em FF XIII o caminho é praticamente predeterminado e você não pode revisitar quase nenhum mapa anterior. Não existem desvios, como se o universo agisse em favor dos heróis e criasse o caminho do destino para eles. Pô Square! Depois de criar um mapa tão amplo, aberto e detalhado como o de FF XII, porque raios vocês criam uma linha de pipa dessas??

V – Cuidado pra não "se perder"!

Como se não bastasse ainda, existe um marcador amarelo no mini mapa ao lado da tela, indicando o destino do final da fase (sim, parece mais um jogo de passar fase). 

Cuidado com esse mapa em linha reta! Siga a flechinha amarela pra não se perder, afinal... todos os jogadores de RPG são burros retardados!

VI – Personagens carismáticos... só que não!!!

Vamos falar dos personagens, os dito cujos que você é obrigado a controlar nesse jogo:

Lightning Farron, a boneca inflável de Tesuya Nomura

^ Uma Soldado veterana, sem nenhum arranhão, nem um poro aberto no rosto?? Pode isso Arnaldo?

Protagonista do jogo. É ex membro de uma unidade militar, mas ainda tenta dar pinta de soldado durona. Deram tanto hype nela que ela não se mostra vulnerável a nada, é totalmente badass, consegue enfrentar um exército sozinha, e sempre toma as melhores decisões. Não tá nem aí pra sua irmã e fica com mais ódio dela ainda depois que ela diz que vai casar com o pedófilo do Snow. Mas quando sua irmã faz uma merda e coloca toda a cidade na mesma situação, corre que nem louca atrás dela... owwwnt, uma mulher durona que tem coração! Qual fanboy não gosta disso né?

Testuya Nomura, o designer dos personagens desde FF 7 declarou descaradamente que Lightning foi a personagem mais linda que ele já fez de todos os tempos. Tanto que ganhou mais 2 jogos, um com o seu nome, foi a imagem principal da Square por anos, foi a personagem chave de FF Dissidia, fez parte de propagandas de roupas de grife, e por aí vai...

Ela controla uma Gunblade... humm, personagem durona como o Cloud, que usa arma como o Squall, quiseram dar um buff nela pra fanboys a considerarem superior a todos os personagens já criados pelo Nomura.

Snow Villiers, o valentão pedófilo metido a besta herói

"Seraaaaaaaah!! Seraaaaaaaah!! Seraaaaaaaah!! Seraaaaaaaah!! Seraaaaaaaah!! Seraaaaaaaah!!"

 -  Falas de Snow durante todo o jogo.

O cara aí é o líder dum grupo de jovens chamado NORA, que une seus amiguinhos para salvar a humanidade das forças opressoras do governo. Ajudou sua noiva, Serah a esconder a merda que ela fez depois de virar L’Cie, mas piorou mais ainda a situação... depois dela virar cristal, fica se lamuriando por causa dela, tenta fazer o grupinho salvar Cocoon só pra ter a mulher de volta, que mais parece sua filha. A menina parece ter 15 anos e ele 30! No fundo ele quer pegar a Lightning, porque quanto mais ela soca a cara dele, mais ele fica próximo dela. Pelo menos a Lightning é mais voluptuosa né cara?

Fica todo o tempo se auto intitulando herói, colocando na sua cabeça que pode salvar a tudo e a todos... mas sempre acaba causando desgraça ou piora mais a situação de alguém no jogo.

^ Ele ataca com as mãos. Até aí tudo bem, mas o engraçado é que o equipamento dele são “desenhos” no casaco. Desenhos no casaco pra upar o ataque com as mãos!? Vai ver é porque ele não desgasta a coluna ao efetuar os socos, vai entender...

Serah Farron, irmãzinha de Lightning, a criança inútil ingênua.

 - Socorro, me ajudem! Sou um peso morto!!!!

Tudo bem, você não controla ela nesse game, mas precisei falar dela... é aquela personagem clichê boazinha, que não mata uma mosca. Mas fez uma merda tão grande que causou toda a discórdia do jogo. Foi colocar a mão nos tentáculos do Fal’Cie, virou L’Cie, causou uma guerra, virou cristal, fez a sua party andar em infinitas linhas retas predeterminadas só pra fazer a sua vontade, que também era a vontade do bicho dos tentáculos.

É perdidamente apaixonada pelo Snow, seu pai namorado. Aceita se casar com ele, mesmo sabendo que poderia virar um bicho do cão e comê-lo no dia seguinte.

Sazh Katzroy, o sem graça com um pinto na cabeça

 - Olha como eu sou legal e simpático!

Quebrando os estereótipos do jogo (só que não), criaram um personagem afrodescendente. Até aí tudo bem, nada contra. Mas como sempre, a Square repetiu a mesma merda que fizeram com em FF 7. Tentaram fazer ele ser um personagem cômico, e mais uma vez não deu certo.

Ele anda com um filhote de chocobo no seu cabelo, durante todo o jogo. Imagine como não deve estar lá dentro desse cabelo cheio de cocô de avestruz chocobo amarelo?

Vai com a Lightning salvar a galera por causa de seu filho, que também vira um L’Cie. E ele vira logo em seguida... resolveu alguma coisa?

Sua arma principal são pistolas (personagem negro que atira? Barret? Você de novo?), é bem útil no começo, mas em relação aos outros personagens, ele é quem tem os status mais baixos de todos na equipe, se tornando completamente dispensável no jogo, isso quando você não é obrigado a jogar com ele na party.

Oerba Dia Vanille, a mentirosa metida a boba alegre

 - AAAAI, que dia lindo, amiguinhos! Vamos animar, e faz de conta que eu não fiz merda nenhuma, tá?

Toda saltitante, com aquela voz fininha e enérgica, animando toda a party. Anda toda Kawaii pelo mapa... essa sim vai dar um up de carisma na party! Só que não... essa alegria toda dela é tão forçada que enjoa... você torce pra acontecer alguma desgraça com ela pra ela acabar com essa alegria besta alheia.

Mal sabe a party que ela é pior que a Serah. Ela e sua companheira lésbica, Fang, são inimigas de Cocoon, e há centenas de anos atrás, participou de uma guerra contra o mesmo. Ela já era serva do Fal’Cie Tentáculos há tempos e esconde isso do resto da party. Fora que ela que causou o despertar do Anima, que por sua vez fez Serah se tornar uma L’Cie e causou a merda toda... fora que também por culpa dela, o filho de Sazh também virou L’Cie. A cretina aí ainda tenta esconder isso de todo mundo e mente o tempo todo! Fora que ela ainda tenta animar a todos pra ficarem juntos e manter a equipe animada para continuar a jornada, vê se pode isso? Não sei como perdoaram ela... não pararam pra pensar que ela causou essa desgraceira toda?

Ela usa armas que possuem os mesmos nomes que os cajados dos outros games da série, mas esse treco que ela chama de arma parece um estilingue cheio de bolas que golpeia os inimigos, ideia boa, mas muito estranha em batalha. Pior ainda é que ela faz dancinhas saltitantes enquanto ataca com essa coisa aí...

Oerba Yun Fang, essa não me engana não!

A Quadrado Enix cria uma personagem secundária mais sapatão durona que a parsonagem principal, Fang. Tem uma voz mais grossa, tanto na dublagem JP quanto na ENG, faz de tudo pra manter a tonta da Vanille segura... quando entra na party, não para de trocar carinhos com a Vanille... não, não tem beijo! Mas rola um ciuminho quando a Vanille fala com os outros machos, hummmmmmmm...

Ela já era “companheira” da Vanille há séculos atrás... lutaram “juntas” contra Cocoon e foram pegas "juntas" pelos tentáculos assassinos tatuadores do Anima.

A arma dela é uma lança (aliás, a mais legal, com o melhor design) e ela tem os status maiores da equipe. Logo, você abandonará de vez a Lightning pra jogar com ela, a não ser que você seja um lambe-saco do Nomura e caia nas graças do Hype da soldado bonitinha dele.

Hope Einstein (que não tem nada de Einstein), o moleque chorão

" - Mimimi vamos morrer! Mimimi não quero lutar! Mimimi vou me vingar! Mimimi estamos perdidos! Mimimi não me deixe pra trás!" 

- Falas de Hope durante todo o jogo

Esse carinha vai te irritar fácil desde o começo do jogo. Sua mãe participa daquela guerra no começo do jogo com o Snow e acaba morrendo. Depois ele vira L’Cie junto com a party. A partir daí, você só ouvirá choros e lamúrias de um moleque que não aceita a realidade dos fatos... fica com ódio do Snow, achando que a mãe dele morreu por causa do cara. A Lightning fica com tanto saco cheio dele que sem querer acaba incentivando o moleque a alimentar a vingança.

Mas acaba arregando na vingança, porque ele fica mais focado nas suas reclamações do que em matar o cara responsável pela morte de sua mãe. Depois vira até amiguinho de Snow.

A arma dele é um bumerangue, no qual ele não usa mais da metade do jogo porque ele é focado em magias. Ele é o mais forte em magias do time, mas tem uma resistência horrível a ataques, HP baixo e morre toda hora!

^ O bumerangue é metade do tamanho dele. Quando a batalha termina, ele "guarda" a arma atrás dele e o negócio some de vista. Aonde será que ele enfia esse treco? O_O

Esses são os personagens do game, mais estereotipados e menos carismáticos do que nunca.

Não espere nenhum desenvolvimento dos personagens aqui... aqui cada um tem sua própria personalidade no começo do jogo, mas depois todos viram amiguinhos unidos contra as forças do mal. Menos a Serah, empedrada lá num canto.

VII – Você não controla nada aqui! O jogo controla você!

^ Somos rebeldes! Nem o jogador pode nos controlar!

Em quase todo o jogo, você não poderá controlar o personagem que você quer. Cada parte do capítulo geralmente é focado em um personagem e o jogo te obriga a controla-lo, por mais que você não goste. E não, não pode trocar de personagem!

As habilidades são predeterminadas pela história do jogo pra cada personagem. Em alguns lugares elas são totalmente inúteis para aquela determinada pessoa, mas você TEM que jogar com elas, porque o o jogo não lhe permite upar outras skills, só mais pro final.

 - Tenho armas, mas uso magias, muahahahahaaaah!!

Perto do fim do game, quando finalmente todos os personagens estiverem juntos, você terá opção de troca ativa e outras skills liberadas! Mas não pense que isso é bom. Nas batalhas você também não pode controlar o personagem que você quiser na hora que bem entender. O personagem que estiver usando pra andar nos mapas é o que será jogável nas batalhas. Não pode trocar. E se ele morrer, mesmo que os outros estejam vivos, é Game Over! Não pode reviver! Falando em batalhas...

VIII – As batalhas

Vamos as batalhas! Lembra daquele sistema bem legal que eu falei no começo da review, de batalhas em tempo real? Esquece! Os produtores do game tomaram uma erva da braba e esqueceram tudo isso. O que fizeram? Montaram um sistema lerdo e sem graça, nada desafiador ou novo... tão fácil de usar que até uma criança de 5 anos aprende em meia hora.

As batalhas não são randômicas como nos FF’s clássicos. Os monstros aparecem no mapa. Quando você rela neles a batalha começa. Se você encostar neles sem eles perceberem, você começa com preemptive strike e começa a batalha com uma vantagem.

O sistema de ação volta a usar a velha ATB...porém aqui ela funciona um pouco diferente.

Conforme a ATB carrega, você vai dando comandos pra o personagem, que estarão disponíveis para ele. Cada habilidade física ou mágica possui um tamanho a ser colocada na ATB, quanto mais forte a skill, maior espaço ela ocupa na ATB. Você tem que esperar a atb carregar até o fim para utilizar os comandos. Você pode usar os comandos sem carregar a ATB toda, porém, ele só executará os comandos até a quantidade de ATB carregada.

Simplificando, cada personagem tem uma barrinha, você tem que ir colocando comandos nessa barrinha para ele atacar, simples assim. Você não pode atacar em tempo real, como a Square tinha dito. Você tem que dar o combo de comandos e esperar até eles atacarem... Já no começo do jogo você aprende de cor e salteado como funciona isso aí.

Não quer ficar procurando comandos na lista de skills dos personagem? Não de preocupe... use o comando Auto Battle disponível no menu de batalha, que o jogo faz o resto pra você! TODO O RESTO DO JOGO!

^ Primeira opção o resto do jogo, seja feliz, caro gamer!

Aqui o uso de itens ainda existe, Embora o jogo irá se resumir em usar Potions e Phoenix Downs, o resto será praticamente inutilizável por você, raramente usará outro item. Existem as Techs, que também serão muito pouco usadas por você, será mais usada para Summonar os Eidolons.

Uma coisa que eu gostei nas batalhas foi o Stagger. Cada personagem e inimigo tem uma barra dessa. Quanto mais dano toma, mais enche a barra de Stagger. Danos mágicos aumenta a barra de Stagger mais rápido. Quando essa barra enche, você Quebra todas as defesas do inimigo e causa um dano massivo nele. Isso é muito bom principalmente em inimigos mais resistentes e Bosses. Mas a Square conseguiu cagar nisso criando esse sistema tosco de batalha e criando algumas funcionalidades horríveis pros personagens quando eles causam Stagger no inimigo, como por exemplo a Skill Launch, que faz o char jogar o monstro em Stagger pra cima e ficar lá no ar batendo no bicho, destruindo completamente a física de batalhas do jogo...

I believe I can Fly!

Tem também o Paradigm Shift. Nesse game, todos os personagens tem 6 funções, que são tipo as Jobs de FF. Uma função leva você a usar somente ataques, outra, só magias de ataque, outra, só buffs, outra só pra defesa e assim vai. Cada função dá um bônus de status dependendo do que você está usando. No menu do jogo, você cria Paradigms, onde você programa quais funções os personagens usarão em batalha. Existem dezenas de combinações aqui que podem ser usadas dependendo de sua necessidade.

Com os Paradigms programados, é só usá-los em batalha. Enquanto você controla seu personagem, os demais realizarão as funções predeterminadas por você. Por exemplo, se você programar a Lightning com a função Commando e o Hope com a função Medic, você ficará atacando com a Lightning enquanto hope faz as curas. Você pode mudar as funções em batalha pra táticas mais agressivas ou defensivas. Você pode montar até 6 combinações pra serem usadas em batalha.

Eu gostei dessa funcionalidade, é bem legal, principalmente em táticas de determinadas batalhas, porém...

A performance delas é horrível. Quando você troca de Paradigm na batalha, você é obrigado a ver uma animação, enquanto o monstro continua atacando. Alguns personagens demoram pra realizar as funções quando faz a troca, mesmo sabendo que o ATB deles está carregado, tornando o uso de Paradigm Shifts perigosos, especialmente contra monstros e bosses difíceis.

Colocando a cereja no bolo, vamos falar sobre algo realmente tosco nas batalhas desse FF, que tirou de vez a essência que ele tinha como RPG: O Battle results 

Sim amigos, existe um Score no final de todas as batalhas. Você faz uma pontuação, dependendo da sua performance, e ganha um número de estrelas, que vão de 0 a 5. No que isso ajuda? Quase NADA!!!! Não aumenta o número de CP que você ganha no final da batalha, não influi no drop de itens, só ajuda a recuperar mais o TP, que que raramente será usado, ou algum item na maior parte das vezes inútil.

IX – Crystarium

Em FF 13 não existe o up de nível. Aqui você tem que usar o Crystarium, um painel semelhante ao Sphere Grid de FF 10, mas dessa vez, são cristais, que você vai desbloqueando conforme ganha CP (Crystal Points) nas batalhas. Isso mesmo, não existe o XP aqui.

Cada personagem tem seu próprio crystarium, com as determinadas funções, que são aquelas 6 usadas nos Paradigms que eu falei no motivo anterior. Cada função tem suas próprias habilidades para desbloquear. Conforme você vai ganhando CP, você via gastando pra avançar no crystarium. O sistema usado até que é bem bonito de se ver e é legal mexer nele, se não fosse por um problema...

Você não pode avançar no crystarium quando bem entender. Quando você começa a usar ele, você pode evoluir até um limite. Depois disso, não tem mais nada disponível pra evoluir! Você tem que passar de determinado Boss, também predeterminado pelo jogo, pra poder desbloquear outra parte do crystarium e continuar avançando! Nem Grind tem esse RPG!! Você tem que chegar no final de cada “fase” do jogo com aquele máximo predeterminado de status e contente-se com isso! O jogo trava seu progresso até você avançar a uma parte que o jogo quer que você chegue!

Ah... e existem apenas 3 status pra upar nesse painel de upgrade: Ataque, Magia e HP, além das magias, Skills de suporte e Slots pra poder colocar mais acessórios.

Quer upar seu Crystarium no máximo? Não tem problema! Zere o jogo, depois volte a jogar após enfrentar o Final Boss, pra desbloquear a última parte, e assim andar sem rumo por Pulse só pra upá-lo no máximo!

X – Dinheiro pra quê??? Nunca foi importante em FF mesmo...

Você não ganha dinheiro nas batalhas, em missões, nada! Você ganha uma mixaria dos baús (que não parecem baús) e ainda tem que vender itens que você dropa. Existem itens e equipamentos que são caríssimos nas lojas e você tem que ralar pra dropar itens bons pra vendê-los e ganhar algum dinheiro.

XI – Transformers, digo, Summons

Vamos aos Summons, uma das funcionalidades mais legais em FF... mas com sua essência totalmente perdida aqui em FF XIII.

Os Summons/Eidolons/Aeons famosos na saga, são conhecidos por serem imponenetes, majestosos, criaturas poderosíssimas que causam ataques Overpower pra salvar o seu time. Como a Square já estava numa maré de brisa da erva, resolveram cagar nisso também.

     Não, você não joga com o Ifrit!!! É só um holograma que aparece numa das 600 CG's do jogo!

Pra adquirir os Eidolons aqui, é necessário batalhar com eles e provar a sua força, mas não existe nenhuma Quest para isso... também é outra coisa que o jogo OBRIGA vocÊ a fazer. Quem começou a jogar pelo FF XIII, pode até gostar dos Summons aqui, mas quem acompanha a série desde os mais clássicos, vai perceber o quão nerfados e humilhados foram as criaturas aqui.

  Eles se tornaram TRANSFORMERS!!!! Sério, eles viram veículos!

Aqui, os Summons são robóticos. Tudo bem, isso pode ter tudo a ver com o tema futurista desse game, mas tinha que fazê-los virarem veículos pros personagens sentarem em cima deles e usar ataques de rodas, turbo, mísseis e afins? To jogando o que? RPG? Corrida? Mecha? Monster Rancher? É difícil dizer!

Os ataques deles aqui são fortes, mas não são tão grandiosos como de costume... As Shivas quando viram moto, fazem ataques de gelo que saem dar rodas. O ataque final, Diamond Dust, que deveria ser uma OMG tempestade de neve que mata os monstros, é um show de Drift que o Snow faz, causando uma onda insignificante de neve. O Odin, Eidolon da Lightning, que deveria ser aquele cavaleiro forte e medonho que conhecemos nos games clássicos, vira um cavalo, a Lightning simplesmente pega a lança dele e dá o ataque final, que no caso, na corta os monstros no meio, apenas tira um pouco mais de HP... ai ai...

^ Era isso...

^ ... e virou isso! Com a Lightning, quem dá o ataque final não é o Odin, é ela, com a arma dele? Quer mais Hype pra ela ainda? Ugh -_-

Cade a majestade e imponência que os Summons traziam no game? Sumiu com a sanidade dos criadores de Final Fantasy...

                     ^ Vanille tendo um Orgasmo no ataque final de seu transformer/summon

XII – Armas, Armaduras e Upgrades Frustantes

Aqui, o equipamento do jogo pode ser comprado e upado, através das lojas online, que milagrosamente ficam no Save point em qualquer caverna, selva, enfim, qualquer canto do mundo mesmo sem tecnologia presente nas proximidades.

^ Save Point no meio do nada, com direito a acesso online às Lojas e Upgrades. Quero a senha do Wi-fi por favor!

As armas, armaduras e acessórios podem ser compradas nas lojas, e vão sendo desbloqueadas conforme você avança no jogo. Conforme você vai equipando, você pode ganhar alguns Status bônus. Existe também a função de Upgrades, que podem aumentar os status do equipamento, e quando eles chegam num determinado nível de upgrade, eles se transformam numa arma mais poderosa. Para upá-los, é necessário usar determinados itens que você vai dropando dos monstros. É um sistema bem interessante, se não fosse por um problema (sim, outro problema do jogo desenvolvido por fumadores de ervas!!!)

Evoluir equipamento no começo é fácil, pois você consegue dropar os itens com facilidade dos inimigos. Porém, é um tiro na cara conseguir as últimas armas e armaduras de todos, pois os itens necessários para fazê-los são caríssimos nas lojas (e dinheiro é quase impossível de conseguir aqui) e muito difíceis de conseguir. O último item da lista acima, o Trapezohedron, é o item necessário pra fazer todas as ultimate Weapons. Ele é raramente dropado pelo monstro mais difícil do jogo (muito difícil mesmo!), custa mais de 1 milhão de Gil, e você ganha um ou dois numa missão em Pulse, isso dependendo da sua performance na batalha. Isso causa uma grande frustração, fazendo você ter que gastar mais de 20 a 40 horas a mais de jogo andando no mesmo lugar pra enfrentar o mesmo monstro várias vezes pra TALVEZ ganhar o item e upar as armas...

Isso que eu falei é apenas um item... existem outros itens que precisam do mesmo esforço pra se conseguir upar todo seu arsenal!

Mas o que torna isso mais iútil é que você pode passar por todos os lugares e zerar o jogo apenas com a primeira arma deles! Porque o que evolui mais aqui não são as armas, e sim o Crystarium, tornando o sistema de evolução de armamento descartável para o jogador. Isso quando ainda você descobre que não precisa comprar armas durante o jogo, causando mais frustração ainda.

XIII - Side Quests num único lugar do jogo

A única Side quest que tem aqui são as Cie'th stone Missions, onde você deve caçar determinados monstros e ganhar recompensas (a maioria inútil)... onde você fica rondando por Pulse para terminá-las...

Isso foi um esforço da Square pra tentar imitar as hunts de FF 12, porém, lá essas quests foram muito bem feitas, pois você pegava as pistas nas Guildas e procurava pelos monstros marcados para caçar, espalhados pelos mapas do jogo. Aqui, você encontra pedras , todas em Pulse, de pessoas que já foram Cie'ths há anos atrás, satisfaz a vontade delas de matar o monstro e pronto! A pedra fica toda brilhosa lá no mesmo lugar.

Conforme você vai realizando as missões, um Fal'Cie chamado Titan aparece, mas ele não será um Summon utilizado por você (você usará os transformers que viram caros da Hot Wheels), você não enfrenta ele, só os monstros dele. E eventualmente, os monstros grandões no mapa Chamados Adamantoises ficam mais fortes e passam a se chamar Long Gui.

Essa será a única parte que Final Fantasy XIII vai dar um ar de RPG e é aonde você gastará a maior parte de horas do jogo. O jogo pode até parecer cumprido, pois a maioria zera entre 40 horas pra mais... mas enquanto você gastará mais de 30 horas nessa parte pra fazer as missions, as outras 10 será do resto do jogo.

Ah, essas missões não são obrigatórias, você pode passar reto e bater o recorde de zerar esse FF em 20 horas!!

Ah! Quer montar nos chocobos? Terá que fazer 14 Cie'th Stones Missions para usá-los. Eles tem um detector na cabeça deles, onde você encontrará alguns tesouros, também inútil na maioria.

Detalhe, eles só podem ser usados nessa parte do jogo também, e se relar em monstros fortes, eles fogem e te deixam aí pra se virar com o bicho.

Não há outras sidequests e no resto do game e não existem minigames... é simplesmente história, história e história.

Finalizando:

Final Fantasy XIII veio com tudo, com excelentes gráficos e uma trilha sonora incrível também. Porém, a Square deixou tudo a desejar, querendo mostrar algo diferente de tudo que já fizeram, e assim acabaram criando um game completamente sem nada da essência de Final Fantasy, com uma história totalmente genérica, mesmo tendo um Background tão incrível criado em Fabulla Nova Crystallis.

Os personagens não tem nenhum background, simplesmente você é apresentado a eles e PÁ!!! Siga rumo ao destino... o máximo que você terá é um passado de 13 dias dos eventos anteriores do jogo e os Analects, que são as Key items que mostram filosofias e poesias relacionadas a Fabulla Nova Crystallis. Mas pra quem nunca ouviu falar dessa mitologia, não vai entender bulhufa nenhuma. Isso se quiser fazer as Missions das pedrinhas pra conseguir os itens.

Mas, assim como aconteceu com FF 7, FF 13 também ganhou um Hype estratosférico por ter sido lançado na época mais consagrada da era PS3/Xbox e por Nomura se masturbar tanto pela Lightning.

Não é um jogo impossível de jogar. Você fica bastante entretido, em especial por causa dos gráficos estonteantes e a música muito bem feita por Masashi Hamauzu. Mas pra quem procura um RPG de verdade, não vai encontrar aqui. Pra quem procura por Final Fantasy, menos ainda.

Final Fantasy 7 foi o mais hypado da história. Esse aí foi o mais mimado pela Square.

3.0 3.0 10
Overall
3.0 Gameplay
3.5 Story
9.5 Music
9.0 Graphics
Gráficos Muito Bonitos
Trilha Sonora
Mitologia por trás da história bem feita
Personagens sem sal
Jogabilidade simples demais e muito frustrante
Muitas Cutscenes e CG's
Não tem a essência de um RPG, muito menos de Final Fantasy
Sistema de batalha lerdo

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