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  • kalini Kalini Andrade
    2020-06-04 17:55:38 -0300 Thumb picture
    kalini checked-in:
    Post by kalini: <p>Como tava jogando Dragon Quest lll pelo PC, e o

    Como tava jogando Dragon Quest lll pelo PC, e o carregador do dito cujo pifou, tive que dar uma pausa nele por tempo indeterminado. 

    Enquanto isso, baixei um emulador chamado "NES nostalgia" pra Android. E depois de uns 30 minutos tentando pegar a manha bele, finalmente vou iniciar minha jornada com esse bizarro fangame de Star Wars da Square: Final Fantasy II!

    E o jogo já manda de cara uma parede de texto, me avisando que o imperador androgino de Palamecia parecido com a Rita Repulsa dos Power Rangers invocou demônios do inferno pra dominar o mundo, como todo bom império da vida real. O exercício demoníaco destruiu a cidade dos protagonistas, Fynn, e pôs a aliança rebelde contra o império que residia lá pra correr! Os quatro heróis do jogo tentam fugir, mas são perseguidos por cavaleiros negros.

    Eu sei que eles se chamam Firion, Leonhart, Maria e Guy, e que tem gente que deixa o nome dos chars originais por respeito, mas não pude deixar escapar essa oportunidade de fazer self-insert, negada por Dragon Quest lll, e de pôr um nome mais adequado ao resto com a história.

    E finalmente o jogo começa... Com uma batalha?

    E ainda impossível de vencer, mostrando um dos primeiros exemplos de história aplicada no gameplay em um RPG. E o design da batalha ficou bem melhor que do jogo anterior. Antes, os heróis ficavam em caixinhas empilhadas uma acima da outra, mas agora compartilham uma única tela com os inimigos.

    E eles sempre vão matar a Maria por último. Intrigante...

    Mas os cavaleiros Jedi sobrevivem, e são resgatados pela Aliança Rebelde liderada provisoriamente pela princesa Hilda Organa, enquanto seu pai está acamado, por causa de uma flechada no joelho. Conversando com os outros, Firion (Ou Luke) fica sabendo que Leonheart (Anakin) desapareceu.

    Chegando a sala do trono, nossos heróis pedem pra Hilda aceitar que eles participem da guerra contra o império. Ela se mostra relutante, mas acaba aceitando. Como os membros da aliança rebelde se mantém em sigilo, Hilda me ensina uma senha, "Wild Rose", pra ser usada pra fazer os rebeldes se revelarem e conversarem de maneira diferente comigo. Bem interessante esse sistema. Mais uma vez o gameplay é casado com a história, bem diferente de muita coisa que veio após o boom das aventuras de ze e nuvem.

    Explorando pela toca dos rebeldes de Altair, achei um baú com uma Potion. Andando pela cidade, conheço Paul, um ladrão bonzinho típico de RPGs, que só rouba o império sith palameciano (e parece mais um ninja), e Gordon, um príncipe de um reino chamado Kashuan, um covarde que deixou seu reino ser conquistado e fugiu de lá (e me lembra o Edgar do Final Fantasy 6)

    Achei na cidade uma loja de magias. Agora é possível entrar dentro das casas e lojas e andar lá dentro. O vendedor é o Black mage do jogo anterior, e dele comprei dois Cure, um pra mim e um pro Luke, e um Thunder pra mim. Agora qualquer personagem pode aprender magias e pode equipar qualquer coisa.

    O mapa mundi segue lindo como sempre, sem ser muito quadrado e com as cidades bem grandes. E agora tem umas airship voando pelo mapa. Demorou uns 40 minutos pra eu cair na primeira batalha aleatória, contra essas abelhas chatas que ficam envenenando e tem uma esquiva monstruosa. 

    Detalhe que não existe mais níveis, nem pontos de experiência! Agora você tem que ir usando várias vezes o comando de ataque pra aumentar o ataque, tem que se esquivar pra aumentar a evasiva, receber dano pra aumentar o HP... Aliás, é possível agora até bater nos meus próprios personagens! Fui fazendo o Luke e o Anakin bater em min pra subir meu HP medíocre. Capaz de eu virar masoquista, haha! E demora demais pra acumular pontos pra fazer as habilidades com arma e magia subirem de nível. Agora entendo perfeitamente a frustração das pessoas que não gostam desse sistema. Existe um bug que permite acumular pontos aos montes só cancelando a ação repetidas vezes, mas não é possível fazer isso com o último personagem na ordem de batalha e ainda assim é bem frustrante.

    E mesmo abusando do bug por três horas, meus heróis levaram uma surra colossal desses dois monstros! O mantis dava 250 de dano, e a vampira deixava os personagens confusos. Eu só dava menos de 10 pontos de dano com todos. Eu sei que as áreas dos mapas tem hordas vem diferentes de inimigos em RPGs antigos, e que você vai enfrentando hordas mais fortes a medida que vai avançando, mas essa aí é bem próxima da segunda cidade do jogo, ao oeste dela, e a diferença de poder pras abelhas verdes e duendes que eu enfrentava lá perto da primeira cidade é abismal!

    Bem, é isso. A história é anos luz superior a tudo que Dragon Quest fez no NES, já que o protagonista fala, os personagens tem personalidade e você enfrenta um imperador ambicioso ao invés de um capetão qualquer... Mas esse sistema de batalha e evolução de personagens sem nível é dureza, hein? Não é ruim, aínda tá cedo pra dar um veredito, pois creio que esse sistema permita  inúmeras possibilidades sem deixar os personagens overpower, mas é frustrante e trabalhoso. Final Fantasy X fez bem melhor com o sphere grid.

    Eu tava pensando mesmo é deixar esse jogo pra depois, baixar o retroarch e o persona 2, mas acho que não funcionaria no meu celular, Motorola g6 play com Android 9. Será que tem chance de rodar persona 2 no retroarch?

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      jcelove · 2 days ago · 2 pontos

      Nao recomendo o retroarch pra android, melhor rodar os emuladores sepsrados. O epsxe roda perfeitamente, so é pago. Vale cada centavo pra mim mas se nao quiser gastar da pra achar o apk na internet.

      Tem o happychick tbm que funciona de forma parecida com o retroarch mas é mais automatizado mas esse so baixando o apk tbm.

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      manoelnsn · 2 days ago · 2 pontos

      Boa sorte com esse aí... A única coisa boa nele é que ele é open world e tu pode ir logo no começo do jogo em Missidia e pegar Holy, assim zerando o jogo sem maiores problemas.

      A história desse jogo é horrível... É basicamente tu ficando de office boy de uma princesa lá, com vários filhos da puta entrando e saindo da sua party pra no final enfrentar um imperador andrógino ridículo... Não faz diferença alguma a galera aí ter nomes e diálogos, já que são todos ruins, como tudo que a Square tentou fazer no NES no quesito plot e cast... O único personagem que me lembro o nome é a Maria, já que tu precisa descer o cacete nela pro hp dela subir

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      emphighwind · 2 days ago · 2 pontos

      Não caia no conto de bater na própria party, sure seu HP/Stamina vai aumentar, mas evasão é um stat bem muito mais importante, este é o Final Fantasy dos escudos em que dual wield de armas de dano só deve ser considerado quando você tiver com evasão cappada.

      Se gostar do sistema, da uma olhada na franquia SaGa que expande com base nas ideias não ortodoxas de FFII.

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  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-28 13:07:41 -0300 Thumb picture
    zyotic checked-in:
    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy II - A new journey began..

    Final Fantasy II - A new journey began... (Final)


    Com o jogo base completo, basta apenas realizar os conteúdos extras disponíveis nessa versão do jogo: Arcane Labyrinth e Soul of Rebirth.

    Começaremos com Arcane Labyrinth pois ele é acessado no jogo principal pelo grupo de Firion. O objetivo aqui é completar 3 dungeons de 3, 8 e 11 andares com pisos determinados através do sistema de Key Terms do jogo. De acordo com a key term escolhida ao entrar em um desses nós teremos um piso pré definido.

    Dentro da maioria dos pisos existem alguns puzzles opcionais que ao serem completados garantem um novo Key Term que vai abrir mais opções de andares. Cada um desses pisos acumula um sistema interno de pontos para cada um dos 10 personagens jogáveis na história e ao final da sequência o personagem com a melhor pontuação vai receber sua Ultimate Weapon.

    Embora esse desafio possa ser completado antes do endgame e ser usado para quebrar o jogo ao conseguir uma arma poderosa muito cedo, meu interesse não é o equipamento, eu só quero derrotar os dois bosses associados aqui: Phrekyos e Deumion.

    Após atravessar os 3 labirintos é aberto o Arcane Altar que fica escondido ao norte de Paloon. Descendo um longo conjunto de escadas encontramos com o guardião Deumion que nos testa invocando uma criatura chamada Phrekyos.

    Após a vitória nós falamos novamente com Deumion e temos 3 opções: Ganhar a arma final de um dos personagens escolhida pelo sistema de pontuação do labirinto, entregar um Key Item e receber a magia exclusiva Revive (Que restaura todo o HP e MP da party e de todos os inimigos na luta lol) ou podemos falar um Key Term específico e lutaremos contra ele para conseguir uma magia que faz o contrário da Revive.

    Ambas as lutas eram pra supostamente serem superbosses exclusivos da versão, mas no final foram os dois mais sem graças dentre todos os bosses opcionais da franquia. Eu não tive que grindar mais do que naturalmente meus personagens já tinha upado ao longo do jogo. Na primeira tentativa já consegui fazer os dois usando magias de suporte e ataques fortes com armas.

    A vitória garante a magia Destroy, que como dita anteriormente faz o contrário da magia Revive. Essa é a bomba nuclear da série Final Fantasy. Ela custa todo o MP do caster e causa dano em TODO MUNDO na luta, matando os inimigos, seus outros membros da party e deixando só o caster vivo com 1 de HP e 0 de MP.

    TOTALLY WORTH IT! (Pena que não vamos usar ela pra mais nada por que acabaram as coisas pra se fazer aqui no jogo base aushuhauahs)

    Então sem mais delongas vamos enfim ao Soul of Rebirth!

    Para quem não conhece essa é uma aventura extra acessada no menu principal do jogo em que conta o destino dos personagens que morreram durante o jogo base e suas aventuras no pós vida em paralelo ao grupo de Firion.

    Nossa party é formada aqui por Minwu, Scott, Josef e Ricard. Excerto pelo caso de Scott que nunca entrou para a party no jogo base, todos os outros começam com as mesmas magias, atributos e equipamentos que eles carregavam ao morrerem. Então se você planeja jogar esse extra é uma boa ideia "preparar" seus personagens durante o jogo.

    Esse conteúdo sempre foi infame pela dificuldade muito superior ao jogo base, ou assim dizem todos na internet quando você pesquisa a respeito. Mas depois de passar por todo o jogo eu já estava duvidando seriamente da "dificuldade" que ele teria. Certamente deve ser mais desafiador que completar a campanha, mas não pode ser tão difícil assim, certo?

    MEU DEUS POR QUE É TÃO DÍFICIL!? AMBUSH? EU MORRI SEM NEM PODER FAZER NADA! COMO ASSIM EU TENHO QUE PASSAR ESSE PRIMEIRO ANDAR SÓ COM O MINWU E O SCOTT? POR QUE UMA BATALHA ALEATÓRIA É MAIS DIFÍCIL QUE UMA LUTA CONTRA CHEFE!? POR QUE VOCÊ ME ODEIA JOGO? POR QUE?

    Sair da primeira área do Soul of Rebirth foi brutal! Cada encontro aleatório que eu sobrevivia era um save até eu conseguir encontrar o Ricard e ele me carregar para fora da caverna até a cidade da área.

    Com o grupo fechado eu passei as próximas longas três horas grindando seus HPs e atributos base até que todos estivessem mais ou menos aproximados. Mesmo assim atravessar a segunda dungeon foi outro pesadelo. Status negativos a todo lado, inimigos que arrancavam quase metade de HP com um ataque e muitos e muitos AMBUSHS que eram reset no jogo!

    Novamente eu usei a muleta estratégia de salvar a cada batalha e lenta, mas certamente eu ia progredindo. Durante essa dungeon você consegue também uma arma ultimate para cada personagem e graças a Deus por isso! Por que sem elas eu não teria conseguido vencer tão cedo esse desafio. De fato as armas são tão game changer que o jogo virou uma piada depois de ter elas nos personagens, mas eu já tava tão puto que eu nem ligava mais de usar essas muletas armas.

    A história aqui é sobre como os quatro personagens foram parar em um lugar que eles acreditavam ser o inferno, mas ao chegarem no final do castelo que pensavam ser Pandaemonium eles são recepcionados pela versão da luz do Emperor. Este revela que esse é o "paraíso" que ele controla e invocou a alma deles para se redimir pelos atos de seu lado maligno "dando a eles um lar pacífico pelo resto da eternidade".

    Sem ligar para os supostos "atos altruístas" do Emperor nosso grupo testemunha a batalha de Firion que acontecia naquele momento e confrontam sua própria luta!

    Como eu disse, com as armas ultimate foi uma luta bem fácil e o Emperor da luz caiu ao mesmo tempo que sua versão das trevas era derrotada no mundo dos vivos. Eu levei a blood sword para esse jogo, mas ela acabou nem sendo necessária no final.

    Contemplamos novamente o final do jogo base, mas dessa vez vendo os espíritos dos personagens assistindo e dando suas opiniões. No final essa história extra foi bem legal e poderia ter sido parte do jogo base, seria legar ser uma boss battle dupla contra o chefão final, mas provavelmente por limitações de hardware da época não foi possível reproduzir algo assim.

    Tem uma luta opcional também no Soul of Rebirth contra a Ultima Weapon (Que é um behemoth de pallete swap) para você receber a spell Ultima, mas também foi tão fácil quanto o Emperor.

    Então esse foi FF2 remake de PSP/Mobile do início ao fim!
    Eu estou feliz de poder colocar esse jogo na minha lista de concluídos depois de anos com preguiça. Foi um jogo que me divertiu apesar dos momentos de tédio e da história que só fica interessante no climax do final.

    Não me arrependo de ter jogado ele, mas certamente não é um jogo que planejo jogar de novo na vida, diferente de um FFVI por exemplo.

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      jcelove · 9 days ago · 3 pontos

      Rapaz, ta limpando tudo dos remakes parabens! Nao tive paciencia pros extras dessas versoes, so encarei o souç of rebirth pq acrescentava a historia.

      Acho maneiro o lance de ter 2 batalhas em paralelo. Mateus tinha cobquistado o ceu e o inferno, seria o bichao se nao fosse tao sem graça.hehe

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      kalini · 9 days ago · 2 pontos

      Yahveh e Satan deviam tá de férias pra esse mala se apoderar do ceu e do inferno, só pode.

      Acho forçado esse soul of rebirt. Filler.

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      jogaveio · 8 days ago · 2 pontos

      O Soul of Rebirth tem uma curva de dificuldade ao contrário (Ele começa difícil demais e termina fácil)... O arcane labyrinth acho que eu nem cheguei a fazer, porque eu não lembro nada dele...

      1 reply
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-25 14:15:56 -0300 Thumb picture
    zyotic checked-in:
    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy II - A&nbsp;new journey be

    Final Fantasy II - A new journey began... (Parte 5)


    Precisamos alcançar o centro do Cyclone do Emperor, mas para isso temos que de alguma forma "brotar asas" e alcançar o topo dele. Por sorte o ovo de Wyvern que colocamos no lago a um tempo atrás finalmente chocou e ele atende o nosso chamado voando até o castelo de Fynn para nos dar uma carona!

    Então em uma cena que definitivamente não foi copiada de Dragon Quest (heh), nossa montaria draconiana nos leva nas costas até a torre que abriga o imperador dentro de seu ciclone mágico.

    Como dungeon esse mapa é relativamente simples. Existem alguns pisos que causam 1 de HP por passo, mas isso nem era mais problema nesse ponto do jogo. Os monstros aqui também são bem simples de lhe dar e não foram nada mais do que uma distração.
    Ao chegar no ultimo andar ficamos de frete com o Emperor. Sentado em seu trono ele nos menospreza e invoca alguns soldados para tentar nos parar, mas a cada vitória Firion chega um passo mais perto até ficar cara-a-cara com seu nêmesis. O vilão decide levantar de seu trono e lutar com suas próprias mãos pela primeira vez:

    A luta não foi emocionante, mas eu gostei da construção dela. Representou bem o personagem que sempre faz questão de mostrar que tem uma legião de minions ao seu redor pronto para servi-lo como o imperador que é.

    Após a vitória o vilão cai morto e podemos retornar ao castelo para sermos recebidos como heróis. Hilda e Gordon nos agradecem pelos nossos esforços e decidem comemorar com uma festa.
    Aqui eu entendo que para os personagens é um alívio pensar que a guerra finalmente acabou, mas eu esperava uma lembrança para as memórias dos companheiros caídos antes de fazer uma comemoração.

    Enfim, no meio da festa um soldado ferido aparece e anuncia que o cavaleiro negro se auto proclamou o novo imperador de Palamecia e planeja realizar um novo ataque a Fynn! Aparentemente agora todo mundo sabe que ele era Leon, o irmão de Maria, e embora o jogo tenha dado algumas pistas, nunca foi revelado propriamente até então que ele era o vilão por de trás da armadura negra.

    Para chegar na capital imperial vamos precisar ir pelo ar, mas dessa vez o Wyvern não é o bastante, então visitando a casa de Paul novamente e encontramos Cid que está em péssimo estado. Ele nos conta que foi o único sobrevivente do ciclone quando este varreu a cidade de Poft, mas por sorte seu Airship ficou intacto. Antes de falecer ele nos "empresta" sua nave e podemos usa-la para chegar ao nosso destino. (RIP Cid)

    Curiosamente a morte desse NPC secundário provoca uma reação mais humana no Firion do que quando vários outros personagens que ficaram mais tempo no grupo morreram.
    Então finalmente aos 45 do segundo tempo o jogo nos permite usar o Airship livremente! Mas primeiro temos que ir andando até Poft para pega-lo....
    Infelizmente o overworld grande do FF2 não tem nada de interessante para se explorar após pegar o transporte voador então só vamos direto para Palamecia.

    O castelo também é uma dungeon fácil de navegar com inimigos abaixo do nível de desafio da nossa party. Então vamos avançar para o confronto com Leon na sala do trono.
    Era minha primeira vez jogando esse FF então eu fiquei verdadeiramente surpreso aqui: Esse tempo todo eu achava que Leon estava com amnésia sendo controlado pelo Emperor tipo um Kain da vida, mas ele revela que traiu todo mundo por vontade própria esse tempo todo! O desgraçado realmente não se arrepende das escolhas dele e o fez por que queria poder! Essa parte do jogo me pegou quando eu estava esperando um clichê de FF então eu tive que reconhecer que na minha opinião foi a melhor parte do roteiro até aqui.

    Firion e os outros acabam não tendo a chance de lutar contra o cavaleiro negro, pois nesse momento Emperor retorna renascido do inferno como um lorde demônio!

    Seu poder é grande demais para ser enfrentado nesse momento, então Ricard toma a frente e se sacrifica para ganhar tempo. Firion, Maria, Guy e Leon escapam no airship e retornam a Fynn para contar a rainha sobre as notícias terríveis.
    Ao ressuscitar, o vilão transportou do inferno o Castelo Pandaemoniun onde antes era Palamecia e agora planeja não apenas escravizar os mortais, mas também suas almas.

    Nesse momento finalmente o jogo resolve lembrar dos nossos companheiros mortos até aqui (Menos Scott) e o grupo convence Hilda a aceitar a ajuda de Leon apesar de tudo que ele fez. O mesmo se torna o último membro da party até o final do jogo. (Top 10 anime redemptions)

    Para chegar em Pandaemonium temos que atravessar uma caverna conhecida como Jade Passage, que é uma conexão entre o mundo dos vivos e dos mortos.

    Lembra de quanto eu reclamei o jogo todo sobre como as dungeons eram fáceis e com inimigos fracos? Ele finalmente ficou cansado da minha bullshit.
    Meu Deus! Essas duas ultimas dungeons (Jade Passage e Pandaemonium) tem uma curva de dificuldade que salta de uma só vez lá pro topo. Ultra Stonks!

    Os mobs aqui batem forte, usam muitas magias em grupo e eu tive problemas nos primeiros minutos até minha party ganhar mais atributos durante o caminho. Especialmente Leon que entra relativamente mais fraco que os outro nesse ponto e morreu muitas e muitas vezes antes de ficar mais resistente.

    Apesar das dificuldades, foi mais divertido passar essas duas últimas partes do que todo o resto do jogo, por que ele me fez pensar estratégicamente ao invés de apenas segurar o botão X para vencer.

    Ao final de tudo encontramos o Emperor demoníaco sentado em seu trono de cristal nos aguardando.

    Essa luta foi mediana. Ele não foi tão fácil quanto todos os outros bosses do jogo, mas ao mesmo tempo não foi tão difícil.
    Se ele tivesse sido um boss comum teria sido ok, mas considerando que ele era pra ser o último chefe do jogo base não foi tão empolgante quanto deveria.

    Após a vitória todos retornam para casa e vemos o epílogo do jogo:

    Hilda e Gordon prometem unir seus reinos e reconstruir todas as cidades destruídas na guerra, provavelmente terminando casados. Paul fica triste pois não terá mais o império para roubar, então promete que vai roubar da gente de vez em quando (Você é meu personagem secundário favorito, Paul auhsuahsuah) e a filha de Josef começa uma nova vida no castelo.

    Leon diz que é legal demais mais ser amiguinho dos protagonistas e lembra que as coisas nunca serão mais como antigamente depois de tudo que ele fez. Maria pede para Firion impedir ele de ir, mas o protagonista reconhece que ele falou a verdade e não tenta impedir a partida do amigo. (Certeza que o Leon é fã do Sasuke)

    Os três amigos decidem aproveitar o resto de suas vidas agora de forma pacífica se aventurando pelo mundo com o airship e o jogo sugere um futuro romance entre Firion e Maria. Já o Guy fica segurando vela mesmo aushauhsuashau

    E assim terminamos o jogo base de FFII! Depois de procrastinar esse jogo por anos eu finalmente posso colocar ele na minha lista de FFs concluídos.
    Teve seus altos e baixos: Não achei um jogo péssimo como todo mundo falava, mas também não é um jogo excelente. O sistema de lvl up diferenciado não me incomodou e eu cumpri o que tinha proposto, ir do início até o final sem grindar ou ficar atacando os próprios personagens, provando que é possível vencer assim.

    Agora só me resta fazer os dois bosses opcionais da versão do PSP (Phrekyos e Deumion) e o infame Soul of Rebirth que todo mundo diz que é bem difícil.

    6
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      jcelove · 12 days ago · 2 pontos

      O soul of rebith é insanamente dificil no começo dependendo de como deixou os personagens antes d emorrerem e pq vc começa com o Manwu que só tem white magic no meio do inferno.hehe

      Se tiver dechado o Richard com a espada bolada facilita bastante. O mais maneiro dessa expansão é ver o outro lado da batalha final. Mateus seria um dos melhores vilões de FF se não fosse um dos piores.hehe

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      kalini · 11 days ago · 1 ponto

      Mal posso esperar pra jogar esse. É o próximo, depois de dragon quest III.

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  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-23 01:10:15 -0300 Thumb picture
    zyotic checked-in:
    Post by zyotic: <p><strong style="background-color: initial;">Final

    Final Fantasy II - A new journey began... (Parte 4)


    O caminho para Mysidia segue ao Sul de Altair. Na jornada até que teve alguns encontros aleatórios mais desafiadores, porém nada absurdo. Ao chegar na cidade descubro que a torre onde está selada a magia Ultima e supostamente onde também está o Minwu fica em uma ilha no meio do oceano cercada por montanhas. Mas primeiro para entrar nela é preciso quebrar um selo de uma caverna na região colocando a White Mask na estátua que fica na cidade. (Que eu já tenho comigo yeeee) Depois precisamos da Black Mask para ser usada em um doppelganger que bloqueia a passagem dentro dessa mesma caverna para a gente encontrar o artefato Crystal Rod que vai abrir finalmente o selo da torre! Ufa!

    Essa parte foi a mais cansativa do jogo, por que foram 3 dungeon crawls seguidos sem quase nenhuma história entre elas. Foi maçante de completar com a taxa de encontros aleatórias alta desse jogo e pra piorar nem era um desafio atravessar cada uma delas por que eu estava consideravelmente mais forte que os monstros. Aquela curva de dificuldade de umas horas atrás já deixou de existir aqui.

    Primeiro vamos na caverna da Tropical Island, uma ilha no meio do nada. Lá enfrentamos um boss que são quatro rinocerontes (Que pra variar são inimigos comuns na dungeon seguinte) e pegamos a Black Mask. Fazemos backtracking para a Cave of Mysidia e usamos a mascara para acessar o resto da dungeon.

    Novamente, outra dungeon sem qualquer dificuldade que só toma um tempo por conta dos seus encontros aleatórios e...

    Oh não não não não não!

    Ah espera, Malboros nesse jogo são uma bosta! Eles tem Bad Breath, mas a resistência magica dos personagens torna quase impossível dele funcionar e no pior dos casos ele só causa petrify, que pode ser curado com Esuna.

    De volta ao que interessa, Firion consegue o Crystal Rod no final da caverna e por fim podemos pegar nosso barco e rumar para a Mysidia Tower. Agora não tem mais nada que possa dar erra-

    Ah pelo amor de Deus!

    Então, aparentemente nosso navio foi pego em um redemoinho causado pelo Leviathan que nos engoliu com navio e tudo. Acordamos dentro do corpo do monstro marinho sem sinal de Leila nos arredores.
    Explorando um pouco nós achamos alguns sobreviventes da criatura, entre eles o Dragoon Ricard Highwind que entra para o grupo no espaço deixado pela pirata. Suas habilidades são com lança, espada e escudo, mas assim como outros personagens ele não tem qualquer talento inicial para magia.

    Ele nos conta que existe um outro navio dentro do monstro que podíamos usar para escapar, mas primeiro a gente precisava passar pelo chefe da dungeon que era um tipo de verme de estômago. Obviamente a gente vence e consegue pular fora no novo navio podendo dessa vez de verdade chegar na torre!

    E antes de continuar eu preciso falar sobre essa parte aqui:

    Primeiro lugar: Leila estava com a gente e não encontramos nem ela nem os destroços do navio então ao que tudo indica pelo jogo ela está morta e ninguém da party liga! Sério, eles até perguntam por ela, mas nem se dão o trabalho de procurar.

    Segundo lugar: Dentro do corpo do Leviathan estava cheio pessoas que assim como nós foram comidas. Alguns deles nos contam que estão a mais de 10 anos vivendo ali dentro! Tem até mobilha: Camas, mesas, cadeiras e estantes de livos! O lugar virou um apartamento de NPCs!

    Terceiro lugar: Um dos NPCs nos conta que Leviathan só engole que anda com um Crystal Rod no bolso e ele afirma ter um com ele também! Como assim? Eu achei que isso era um artefato único, mas tem uma lojinha de conveniência que vende eles!? Pra que eu tive todo o trabalho de pegar as máscaras?

    Quarto lugar: Depois de pegar o navio, que por sinal é grande o bastante para colocar todo mundo dentro, saímos apenas os 4 e deixamos os NPCs lá vivendo o resto da vida auhsauhsuha. Sem contar o fato que provavelmente o Leviathan estava submerso a metros de profundidade, mas aparentemente nos saímos igual um submarino quando ele bocejou (???) e boiamos até a superfície? Como a gente fez pra ele não seguir a gente e comer de novo o navio?

    Absolutamente nada nessa parte do jogo faz o menor sentido lógico e eu fiquei muito pistola com o fato do jogo nem se preocupa de dar uma explicação!


    Enfim, respirando fundo eu prossegui para a torre achando que finalmente meus problemas tinham acabado, mas um novo obstáculo surgiu: Essa dungeon tem 10 andares e é a mais longa até esse momento.
    Eu sei que isso é repetitivo, mas novamente eu perdi um tempo enorme em uma dungeon sem o menor desafio em que me arrastei para terminar. Ela tem três Gigas elementais (Fogo, Gelo e Trovão) que atuam como bosses no caminho, mas nada muito interessante além disso. 

    No topo dela encontramos Minwu na frente da sala selada. Ao que parece ele ficou todo esse tempo esperando ali por a gente, atravessou toda essa dungeon sozinho e até mesmo achou um jeito de enganar o Leviathan enquanto carregava o Crystal Rod que ele provavelmente comprou na lojinha lá.

    Enfim... Usando toda a sua força, nosso White Wizard quebra a barreira mágica da porta, mas gasta toda sua força no processo. Descanse em paz Minwu, você é um dos poucos personagens que eu gostava aqui. (Mas vamos nos ver de novo)

    De posse da magia definitiva, chegou a hora de voltar para Fynn e receber nossas novas ordens. Entretanto somos surpreendidos no caminho: O Emperor começou um ataque invocando um Cyclone gigante que está varrendo todas as cidades do mapa e ruma para a capital!

    Nesse momento do jogo varias cidades foram desabilitadas e todos os monstros do overworld foram trocados por outros mais fortes que são parte do exército do imperador. No castelo conseguimos mais informações sobre a situação com Hilda e Gordon e....

    A não! Sério? Você veio nadando até aqui!?

    Ok jogo, vamos dar uma pausa por enquanto!

    Então, essa parte de Mysidia foi de longe a pior parte do jogo. Muito cansativa, pouca história e só dungeon atrás de dungeon. Depois que eu passei ela as coisas ficaram um pouco mais divertidas por que vamos ter alguns plot twists, mas isso fica pro próximo check-in.

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      lordsearj · 13 days ago · 2 pontos

      Terminei há pouco tempo. Gostei dele. Mas e pauleira.

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      rax · 12 days ago · 2 pontos

      Queria ter paciência pra fazer check-in assim longo e menos preguiça mas nope kkkk kkkk.

      Esse dai foi um dos dos que mais me deu dor de cabeça em FF pra zerar mesmo.

      8 replies
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-20 22:30:34 -0300 Thumb picture
    zyotic checked-in:
    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy II - A new journey began..

    Final Fantasy II - A new journey began... (Parte 3)

    Continuando de onde paramos da última vez: Precisamos achar um barco que vá para Deist e convenientemente uma capitã está oferecendo passagem para lá. Com certeza nada de suspeito em um pouco de generosidade de uma estranha.

    Bom.... No final deu tudo certo! Nós ganhamos um barco e um novo membro para a party. Leila é uma guerreira que usa dual wield de adaga e espada e possui a magia Thunder lvl 4. Não vamos mexer nas magias dela, mas vamos trocar a adaga por um escudo, mesmo ela sendo um membro provisório.

    Eu acabei notando que não sabia onde fica Deist, mas ao invés de olhar na internet eu voltei em Altair para ver se algum NPC me dava direções in game como era o correto a ser feito e acabou que realmente tinha alguém que me dizia como chegar lá. Ponto positivo.

    Ao chegar no castelo de Deist encontramos uma criança e sua mãe que estão vivendo sozinhos na construção abandonada depois de todos os dragoons terem sido mortos. Eles nos revelam que o ultimo Wyvern vivo está lentamente morrendo por que o Emperor ordenou que seu exército envenenasse a água. (Hmmmmm... isso parece estranhamente familiar)

    Ela nos informa que com um pendente mágico usado pelos dragoons é possível nos comunicarmos com ele então vamos até Deist Cavern e o achamos relativamente no começo da dungeon. O wyvern, que na verdade é uma fêmea, nos revela que não há salvação para ela, mas seu ovo ainda pode chocar se foi mergulhado nas águas da Deist Cavern.

    Dessa vez na segunda visita temos que ir até o final da dungeon e derrotar o boss que é um quarteto de quimeras que mais pra frente são inimigos comuns. A dungeon em si não é complicada mas tem alguns inimigos trabalhosos de derrotar se você não tiver magia. Deixamos o ovo mergulhado nas águas e recebemos a notícia que a criatura morreu em paz por termos realizado seu ultimo desejo.

    Sem ter mais o que fazer por aqui nós voltamos até Altair e parece que Gordon finalmente percebeu que sua futura esposa está agindo estranho. Firion e cia vão falar com ela, mas a "rainha" solicita um conversa particular com o protagonista. Hilda tenta oferecer um Puff-Puff para Firion, que já estava virando gado a essa hora, mas Leila entra no quarto a tempo de revelar a farsa por trás dessa impostora.

    Esse boss pode ser uma dor de cabeça se ela ficar spammando Charm como fez comigo. A maioria das vezes a confusão provocada por essa habilidade acaba depois de um turno, mas se ela espalhar em muitos membros juntos complica por que aqui um ataque físico não cura a confusão como nos jogos mais recentes. Para vencer eu usei ataques físicos com o buff da magia Berserk.

    Depois de revelar essa armadilha do Emperor nós descobrimos que o mesmo está fazendo um torneio no Coliseum de Palamecia em que a rainha será o prêmio para o vencedor. Gordon substitui Leila e vamos para lá salvar Hilda e tentar pegar o vilão de surpresa.

    No caminho por acidente eu achei a Chocobo Forest secreta e encontrei esse carinha:

    Ao chegar no Coliseum o "torneio" é ser o primeiro a derrotar um Behemoth. No fim esse boss é só ameaçador de aparência, por que a Lamia Queen foi bem mais difícil.

    Nos tornamos os campeões e finalmente ficamos cara a cara com o Emperor pela primeira vez, mas antes de tomarmos uma ação ele revela que sabia quem nós somos e manda todos nós para as celas no subsolo.
    Somos salvos por Paul que veio pagar sua dívida e conseguimos fugir. No caminho encontramos Hilda e Gordon deixa a party para escoltar ela para segurança. Esse é outro problema desse jogo: Alguns personagens entram e saem da party sem qualquer indicação e o jogo não tem a boa vontade de tirar os equipamentos deles quando isso acontece. Alguns deles nós vamos encontrar de novo no conteúdo extra com o que deixamos neles, mas outros levam seus itens para sempre se você não souber a hora de desequipar.

    De volta a Altair nós descobrimos que chegou a hora de atacar o castelo de Fynn e recuperar ele das garras do império. Infelizmente não tem nenhuma grande batalha aqui: Leila se une ao grupo, apenas vamos direto para a sala do trono e derrotamos um dos generais do Emperor. Mais uma luta que não foi difícil de vencer e reforço que até agora continuo a jogar o jogo sem forçar grind. (Embora tenha muitos reviews na internet dizendo que você precisa quebrar o jogo para jogar ele)

    Com a vitória Altair se torna uma cidade fantasma, por que todos os NPCs sem utilidade se mudam para a cidade e o castelo de Fynn. Acho que os mercadores daquela cidade não vão ter muitos clientes por algum tempo. aushuahsua

    Como nos velhos tempos, Hilda voltou a nos dar ordens. (Eu preferia a "outra" Hilda)
    Ela está preocupada com Minwu que ainda não retornou de Mysidia e nos envia para lá. Mas primeiro temos que encontrar a White Mask, um artefato que dizem estar escondido no subterrâneo do castelo e é a chave para os segredos da cidade dos magos. Paul nos ajuda a encontrar a passagem secreta e temos mais uma dungeon para explorar.

    Eu quero fazer alguns comentários sobre essa dungeon em particular: Ela não é difícil, mas é longa e tem batalhas fáceis, mas com inimigos que começam a ter mais HP tornando os encontros aleatórios levemente insuportáveis. E ai tem essa porra aqui:

    Cada porta nessa parte, excerto pela correta leva para uma sala vazia garantido de ter um encontro aleatório ou até dois! Isso me tornou um tempo desnecessário e foi um design bem canalha dos criadores do jogo. Entrando na porta certa (A segunda da direita pra esquerda, não precisa me agradecer caso um dia você jogue isso) nós vamos achar a White Mask e enfim poder começar a jornada para Mysidia.

    Mas isso fica para o próximo check-in.

    3
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-20 13:58:28 -0300 Thumb picture
    Post by zyotic: <h4>Desafio</h4><h1><p>Poste aqui uma música de um

    Desafio

    Poste aqui uma música de um jogo que está jogando AGORA e não importa se é jogo bom ou ruim, porém a MÚSICA precisa ser boa.

    @desafio

    @game_music

    15
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-18 16:04:26 -0300 Thumb picture
    zyotic checked-in:
    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy II - A new journey began..

    Final Fantasy II - A new journey began... (Parte 2)

    Precisamos impedir o final da construção do Dreadnought e para isso devemos ir até Basfk. Ao chegar na cidade nós descobrimos que anteriormente a construção estava sendo supervisionada por um Cavaleiro Negro, mas agora Borghen é quem está no comando.

    Com a ajuda de um rebelde infiltrado nós entramos pelo canal debaixo da cidade e chegaos até o hangar do Dreadnought, mas já é tarde demais e apenas vemos o cavaleiro negro e Borghen partindo junto da máquina de guerra.

    No caminho de volta até Hilda podemos ver um pouco da destruição causada pelas cidades onde a máquina de guerra voadora passou. De volta em Altair vemos a rainha lamentar o ocorrido e Minwu deixa o grupo para cuidar do Rei. Destruir o Dreadnought vai exigir um fogo mágico conhecido como Sunfire que deve ser usado no núcleo do airship. O único lugar conhecido por ter essa chama é em Kashuan Keep, mas desde o ataque do Emperor o lugar está trancando pelo falecido príncipe Scott.

    Para piorar a situação a tranca só pode ser aberta pela voz de um membro da família real de Kashuan ou pelo Goddess Bell e o irmão covarde de Scott, o principe Gordon desapareceu justo agora que teria a chance de ser útil na vida! Sem outra opção vamos atrás do sino mágico que está guardado em uma caverna de gelo próxima a Salamand.

    Para acessar essa dungeon precisamos da ajuda de Josef que nos empresta seu Snowcraft e se une a party. Josef é um monk que bate mais forte com suas mãos nuas que o resto da party com suas armas, entretanto ele não tem magias e é péssimo como mago, então deixaremos ele ser um lutar físico puro mesmo.

    A Snow Cavern não é uma dungeon difícil e quando estivermos quase chegando no final dela encontraremos uma caverna cheia de castores gigantes(?) onde é revelado o maior plot twist do jogo! Spoilers à caminho, vocês foram avisados!

    Depois dessa revelação chocante encontramos a passagem secreta que nos leva ao local de repouso do Goddess Bell, mas não vamos pega-lo tão fácil pois temos que cuidar  do seu guardião primeiro: Adamantoise.

    Esse boss é um inimigo aleatório na proxima dungeon então ele não será tão difícil... contanto que você não tenha esquecido de manter sua magia em um lvl razoável. Pelo visto, isso acaba sendo um tema recorrente nas lutas mais difíceis desse jogo. Enquanto no jogo anterior eu recamava que magia de dano era inútil aqui ela é essencial, confirmando que minha escolha de que fazer todo mundo "Red Mage" foi uma boa ideia.

    Pegamos o artefato fazendo surgir uma passagem conveniente até a saída, mas antes de Firion e cia verem a luz do Sol novamente, Borghen reaparece para tentar nos impedir em uma batalha... que leva 1 turno por que ele é um meme ao invés de ser um boss.

    Entretanto antes de morrer ele revela que plantou uma armadilha na caverna, lançando sobre nós uma pedra rolante no melhor estilo Indiana Jones. Só que diferentes do explorador famoso nós não somos rápidos o bastante, porém Josef em um momento de grandeza que deixaria até Sabin orgulhoso segura a pedra com suas próprias mãos dando tempo para sairmos do caminho. Infelizmente ele não consegue a manter para sempre e acaba sucumbindo vítima da armadilha. (Press F to pay respects)

    Sem tempo para luto nós voltamos a Hilda com as notícias e já partimos direto para Kashuan Keep. O sino nos permite entrar no castelo, que agora é um ninho de monstros e encontramos Gordon que estava tentando recuperar a Sunfire sozinho para mostrar que não é um inútil, mas acaba sendo um inútil mesmo assim por que precisa da nossa ajuda para faze-lo. (Eu realmente odeio o Gordon como personagem, ele me lembra um certo Príncipe Bardo de um certo jogo no futuro)

    Nessa dungeon eu comecei a sentir a curva de dificuldade enfim aumentando. O jogo estava muito fácil até agora e esse foi o primeiro momento que eu tive que pensar melhor no meu gerenciamento de recursos. O boss daqui foi uma experiência bem esquisita.

    Ele é um tipo de fogo demônio que absorve magia de fogo (óbvio) e também gelo. (???) Maria estava sem mana para usar Thunder então eu não sei se ele é vulnerável a esse elemento. Com um Shell na party as magias dele foram muito fáceis de tankar e depois de 4 turnos acho que acabou o MP dele por que só usou ataques físicos. Eu tive que fazer esse boss só nos ataques básicos que davam pouco dano então a batalha demorou um pouco, mas foi muito fácil me manter vivo na luta.

    Conseguimos então a Egil's Torch e com ela pegamos o Sunfire. Ao sair da dungeon eis que vemos nossa carona (O airship de Cid em que Hilda estava junto) ser perseguido e capturado em uma cena digna de Star Wars - Episódio IV. (Pensando agora a franquia já tinha algumas referências a SW, pena que Biggs e Wedge só foram existir vários jogos depois)

    Retornando a Altair nós descobrimos que o Dreadnought está em um hangar a norte de Fynn e essa já é nossa próxima missão. A dungeon do interior do airship é uma das partes icônicas desse jogo assim como sua música que dá um tom bem legal a toda cena. Como em Kashuan Keep a dificuldade do jogo começa a ser ajustada para algo mais desafiador do que eu vinha tendo. Firion e cia conseguem resgatar Cid e Hilda primeiro, depois chegam atém a engine da nave e usam o Sunfire para iniciar o processo de destruição.

    Antes deles escaparem entretanto, o cavaleiro negro aparece de novo e Maria tem a impressão de já ter ouvido sua voz antes. (Quem será? Certamente não o irmão de alguém com amnésia que está servido o vilão)

    Na segurança da base rebelde nós ficamos sabendo que a condição do Rei piorou e ele está a beira da morte.  Suas palavras finais são: Gordon (Que agora não é mais um covarde. Que character development rápido não?) deve liderar junto de Hilda os rebeldes. (Então ele meio que furou o olho do irmão e a gente é capacho dele agora?) Minwu deve ir atrás da magia lendária Ultima e quebrar o selo para que seja usada por nós. E Firion deve continuar seguindo as ordens dos outros. (Desculpa, é mais forte que eu!)

    O rei mal morre e já recebemos nossa primeira missão do novo chefe: Ir atrás dos cavaleiros Dragoons de Deist e seus Wyverns a qual pensam ter sido todos mortos em batalha, mas Gordon acha o contrário. Falando nisso, cadê a Hilda que nem estava ao lado do pai em seu leito de morte?

    Oh boy......

    4
    • Micro picture
      zyotic · 19 days ago · 2 pontos

      Eu tô dodo para jogar o Soul of Rebirth por que ouvi que é bem legal.
      Eu sempre reafirmo que apesar desse jogo ter uma história fraca e deixar muito a desejar eu estou me divertindo com ele. Essa foi a parte mais longe que eu cheguei nas minhas tentativas de playthrough passadas, então daqui pra frente entro na parte da história que ainda não tinha jogado, vamos ver como será a dificuldade pra frente.

      2 replies
    • Micro picture
      jcelove · 19 days ago · 1 ponto

      Rapaz, eu tenho trauma dessa parte de destruir a estrela de morte em forma de navio voador medieval pq salvei deppois de entrar nele com os personagens fracos e só tava com esse save, quase perco tudo.hehe

      Depois que zerar tem um bonus legal com os companheiros caidos. E acho bem desafiador.

  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-17 18:44:47 -0300 Thumb picture
    zyotic checked-in:
    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy II - A new journey began..

    Final Fantasy II - A new journey began.... (Parte 1)


    Dando continuidade a jornada de Firion e cia nossa missão nos leva até a capital de Fynn, que como bem sabíamos estava sitiada pelas forças imperiais.

    Todos esses soldados são encontros fatais a essa altura do jogo, mas basta evitarmos ele e contornarmos a cidade para entrar no PUB. Falando com o barman e usando a nossa palavras chave dos rebeldes (Wild Rose) ele nos revela que no quarto dos fundos está cuidado de um soldado ferido. O grupo vai até ele e descobre se tratar de Scott, príncipe de Kashuan. Nosso encontro com ele é curto, mas aprendemos algumas informações novas: O exército de Fynn não teve chance pois estava mal equipado, já que as minas de Mythril da qual seu equipamento deveria ser forjado estava ocupada pelos vilões e a queda de Fynn foi organizada por Borghen um ex-aristocrata que vendeu seu povo para o Emperor em troca de poder.

    Scott fica relutante em que levemos suas ultimas palavras de amor para Hylda e apenas no entrega seu anel antes de mudar de ideia e sucumbir as suas feridas. (RIP Scott, nos encontraremos novamente no futuro)

    Após darem as notícias tristes para a rainha, ela enfim reconhece nosso valor e nos coloca responsáveis pela missão de recuperar o Mythril roubado. Mas para isso teremos a ajuda de Minwu seu white mage de confiança. Logo de cara vemos que ele já tem um repertório grande de magias upadas em diversos leveis e vai ser de grande ajuda para a party nos próximos desafios.

    No caminho para a cidade de Salamand podemos passar pela cidade de Poft onde encontramos o primeiro Cid da franquia oferecendo seu serviço de Airship Taxi por um preço. Por enquanto ele não será importante para a história, mas no futuro vamos retornar.

    Chegando em Salamand devemos procurar nosso contato: Josef que é um tipo de líder da cidade que era o responsável por suprir os rebeldes com o Mythril. Mesmo declarando nossas intenções e usando nossa palavra chave ele ainda não confia em nós achando que somos uma armadilha do império.

    Não resta escolha a não ser ir para Semitt Falls, a caverna onde é minerado o depósito de Mythril e descobrir por nós mesmos o que está havendo. Essa é a primeira dungeon do jogo e ela não é difícil. Assim como seu antecessor o layout é labiríntico com muitos corredores sem saídas e apenas um caminho que leva ao próximo andar. Mas os gráficos e aparência dos mapas são muito mais bonitos aqui então a exploração acaba sendo mais agradável de observar.

    Uma novidade na construção de dungeon desse jogo são as salas de armadilha. Todas as dungeons tem muitas portas que podem conter tesouros, passagem ou uma sala vazia que tem uma taxa de encontro altíssima. Sem saber o caminho correto é normal que você vá entrar em muitas dessas pelo jogo e pelo menos uma batalha vai ser garantida antes de sair.

    Na metade da mina nós encontramos os homens de Salamand que foram levados para trabalhar a força, a filha de Josef que era uma refém e o ladrão dos rebeldes Paul que caiu em uma armadilha tentando resgatar a todos.

    Deixando a cargo do ladrão de escoltar todos para segurança, Firion e seu grupo continuam a atravessar Semitt Falls em busca do Mythril. No caminho eu tive uma luta contra alguns inimigos Balloons e notei que foi esse FF que começou a introduzir uma série de suas marcas registradas na franquia. Nesse jogo foi a entrada do Cid, Chocobos, magias clássicas como a Ultima, inimigos familiares como esses da imagem que são chamados de Bombs nos futuros jogos, Flans, Behemoths etc.

    No último andar da dungeon nós encontramos um Sergeant que estava mantendo a guarda do Mythril que viemos buscar e é então que nossa primeira batalha de chefe acontece!

    Essa luta pode ser problemática se você não estiver preparado e eu acho que ela é um dos motivos das pessoas julgarem errado esse jogo e seu sistema de progressão. Esqueça ataque físicos aqui, eles não deram mais do que 10 de dano na luta. Porém magia destruiu completamente esse boss e sorte a minha decidir fazer meus personagens tão bons com magia quanto dano físico, né? Imagina um jogador que chegou até aqui economizando MP e com as magias básicas tudo no lvl 1?

    Até agora eu só grindei uns 10 minutos no início do jogo e todos os meus lvls de magia e atributos vieram de batalhas normais. Eu só fiquei revezando entre atacar com as armas e atacar com magia os inimigos e o jogo progrediu naturalmente.

    Até a falácia de que você é obrigado a atacar seus personagens para conseguir fortalecer eles é bobagem até agora. Sabia que a cada umas 10 batalhas o jogo dá um aumento de HP pra todos os personagens mesmo que eles não tenham sido atingidos nenhuma vez durante todas elas? Pois é, o jogo é balanceado até nisso para você não ficar pra trás por falta de conhecimento avançado.

    Todo o depósito de Mythril que vai abastecer o exército rebelde estava nesse único baú? Ok.

    Levamos de volta o material para a rainha em Altair e os soldados e as lojas da cidade recebem um upgrade contendo agora as novas armas e armaduras. Mas nós ainda temos que pagar pelos nosso equipamento mesmo assim, por que não tem recompensa para quem recupera Mythril e salva a bunda dos rebeldes pelo visto. >_>

    Por fim Hilda nos dá nossa próxima missão: Impedir o avanço de uma arma que o império está construindo em Bafsk conhecida como o Dreadnoght, um airship gigante de guerra.

    Esse é um ponto negativo da narrativa desse jogo. Todo desenrolar da história gira em torno de nós sendo mandados pelo mundo por Hilda para fazer alguma missão e voltando para reportar e pegar a próxima enquanto as coisas importantes vão acontecendo. Mas apesar de tudo está sendo uma jogo divertido até então, vejamos se minha opinião sobre a falta de necessidade de grind vai permanecer até o fim.

    4
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      kalini · 20 days ago · 1 ponto

      Infelizmente a Alvanista tem limite de 10 imagens nas postagens. Recomendo colar umas screenshots com outras pelo Paint ou Photoshop, pra burlar esse limite.

      1 reply
    • Micro picture
      kalini · 20 days ago · 1 ponto

      A historia toda é isso: ser pau mandado da Hilda, haha! Não tem um desenrolar elaborado, não tem liberdade... é um amontoado de sidequests. Isso mostra que Final fantasu II realmente é um projeto falho e não tem remake que o melhore.

      1 reply
  • zyotic Fellipe Guimarães Fortes
    2020-05-17 00:12:26 -0300 Thumb picture
    zyotic checked-in:
    Post by zyotic: <p><strong>Final Fantasy II - A new journey began..

    Final Fantasy II - A new journey began.... (Prólogo)

    Depois de zerar o remake  de Final Fantasy I no PSP decidi já ir direto para o próximo jogo da franquia também na versão de PSP.

    Sinceramente eu acho esse jogo muito subestimado pela comunidade, como se ele fosse um tipo de patinho feio que não merece ter uma chance apenas por que veio com um sistema de progressão completamente diferente de tudo visto na franquia.

    O grande diferencial aqui é que não existem LVLs ou XP. Cada atributo, magia e perícia com arma aumentam individualmente conforme você vai realizando ações relevantes em combate: Você recebe dano e aumenta seu HP e Stamina. Você usa magia e aumenta o lvl dela e sua inteligência. Você ataca com um tipo de arma e melhora seu dano com ela.
    Algo como Skyrim se fosse um jRPG de turno nos anos 80. E a principal reclamação de todo mundo que vai criticar esse jogo é sobre como você tem que atacar seus próprios personagens para grindar e como isso quebra completamente o jogo. Mas será que FFII é realmente apenas isso? A resposta é não!

    O jogo original de NES era realmente um pesadelo de grind, mas em seus remakes mais modernos ele é completamente rebalanceado e ficou muito mais fácil progredir nos seus atributos sem você precisar ficar se atacando toda hora. É perfeitamente possível aproveitar a história e seus desafios com um minimo ou mesmo nenhum grind. (Mas se você gosta de fazer "power leveling" e se sentir um semi deus no jogo você pode!)

    Eu já tentei jogar FFII no passado mas acabava sempre deixando ele de lado e perdendo interesse, então essa será a primeira vez que eu vou jogar até o final. Embora eu já conheça a história vai ser minha primeira vez experimentando ela, então vamos lá!

    E o jogo começa exatamente assim: morrendo. (Achei que era Final Fantasy e não Dark Souls)
    Zoeiras a parte, aqui somos apresentados a um mundo que está sofrendo com o reino de tirania de um homem conhecido apenas como The Emperor, que reuniu um exército de soldados e monstros para lançar uma campanha de dominação mundial.
    O reino livre de Fynn foi um dos muitos que caiu em um ataque coordenado pelo exército do Emperor e nossos protagonistas são órfãos que perderam suas casas e famílias durante o ataque. Na sua tentativa de fuga eles são alcançados pelos soldados e deixados à beira da morte.

    Felizmente alguns rebeldes que escaparam de Fynn nos encontram e somos levados para sua base secreta na cidade de Altair. Lá nos recebemos os cuidados do white wizard Minwu e sobrevivemos para lutar mais um dia.

    Ao acordar, Firion se reencontra com seus amigos de infância Maria e Guy, mas nenhum deles sabem dizer onde foi parar Leon, irmão de Maria e nosso quarto integrante no começo do jogo.

    Tudo bem, vamos acabar encontrando ele em algum momento. Quer dizer, não é como se ele tivesse ficado com amnésia e indo parar do lado dos caras mal certo?

    Enfim, os 3 protagonistas decidem pedir a rainha de Fynn que lhes deixem ser parte do exército rebelde, mas ela recusa pois os veem apenas como crianças. Ela sugere que recomecemos nossas vidas nessa cidade que é aliada dos rebeldes e que basta saber a palavra chave (Wild Rose) para abrir algumas portas por aqui. Essa é a primeira introdução de mais um novo sistema incluído nesse jogo, o sistema de Key Words e Items que podem ser aprendidos e falados em diálogos com alguns NPCs importantes para avançar na história.

    Por algum motivo as pessoas também odeiam isso nesse jogo, mas sinceramente não tem nada de difícil nele. É muito fácil achar as palavras chave certas e usá-las nos personagens certos para progredir. Você só precisa no mínimo estar prestando atenção na história!

    Como bons protagonistas órfãos de RPG que somos é claro que vamos ignorar os pedidos da rainha Hilda e ir direto para Fynn tentar nos infiltrar e provar nosso valor buscando alguma coisa que ajude os rebeldes na luta.

    Mas antes vamos a minha estratégia de jogo: Como aqui nós temos total liberdade de montar nossos personagens como quisermos minha ideia é fazer todo mundo híbrido usando de tudo um pouco conforme avançamos na história. Firion vai ser o usuário de espadas e magia de fogo da party, Maria teve seu arco trocado por uma lança e magia de trovão e Guy ficará como o usuário de machado e magia de gelo. Todos também vão usar as magias de cura e suporte conforme forem sendo disponibilizadas e todos vão usar escudo combinados com suas armas de uma mão, por que eu ouvi dizer que é muito melhor ser defensivo do que fazer dual wield no longo prazo.

    Esses primeiros minutos de jogo espero ser um dos meus únicos momentos de grind, pois como eu acho que os personagens começam com HP muito baixo e diferentes uns dos outros decidi igualar e aumentar um pouco seu valor. Foi assim que eu os deixei para dar continuidade a história do jogo.

    3
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      kalini · 21 days ago · 1 ponto

      Obrigada por ter dado a magia de trovão pra Maria, porque nossa, já tava cansada de ver tanta mulher em RPG usando agua/gelo/vento/cura/alguma coisa mole, haha!

      Eu também tentei jogar o remake. A unica coisa que curti foi a CG no começo, com o Imperador Rita Repulsa aparecendo com sunhas unhas chiquerrimas, haha, mas na hora de jogar não aguentei, pois achava bem primitivo os dialogos, bem incondizente com os graficos. Depois vou ver o original.

      1 reply
  • bazanella Marlon Bazanella
    2020-04-27 00:27:59 -0300 Thumb picture
    bazanella checked-in:
    Post by bazanella: <p>#img#[703691]</p><p>PSP é uma plataforma mto fod

    PSP é uma plataforma mto foda msm, agora achei um plugin pra tirar print da tela e um pra organizar os jogos, toda vez que procuro acabo achando algum plugin interessante.

    Eu não joguei o FF2 original, essa versão ta bem bonita.

    E vc achando que DS tinha inventado os mimicos. 🤣

    Ta dada a dica pros magos que soh sabem usar bola de fogo!

    🤩

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      jcelove · about 1 month ago · 3 pontos

      Essa é a melhor versao do 2 de longe. Bem bonita e vem com a expansao do gba.
      Os mimics vieram de dungeons e dragons, sao comuns em jrpgs tbm.

    • Micro picture
      lordsearj · about 1 month ago · 2 pontos

      Gostei muito dela TB. Uma pixel art linda demais. Música muito boa tb. E gostei do jogo em si. Além do que a fase final e a "DLC"serem bem hardcore. Joguim bão

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