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  • thecriticgames Matheus Pontes
    2021-02-19 01:09:29 -0200 Thumb picture

    04# Diário de escritor - A Residência dos Amores Perdidos

    A RESIDENCIA DOS AMORES PERDIDOS

    Comuna de Ardres e proximidades, França 1351

    Durante a Guerra dos Cem Anos um grupo de ingleses em fuga após uma derrota para franceses se perde em uma floresta e vem a encontrar um recinto onde podem escapar do horror, para os braços amorosos de um grupo de mulheres sobreviventes que são mais do que aparentam.

    (SPOILERS EM POTENCIAL DO CONTO EM ITALICO) 

    Misturar ficção com fatos históricos foi uma das coisas que tornou Bernard Cornwell um dos meus autores prediletos e aqui em meio a necessidade de contar uma história de terror experimentei fazer o que Cornwell faz mas em menor escala e apenas em fase conceitual, trata-se de um flerte com um dos múltiplos confrontos da Guerra dos Cem Anos a Batalha de Ardres, um dos poucos onde franceses saíram vitoriosos o que era importante pra o contexto da história (era mais fácil para mim trabalhar com protagonistas ingleses do que franceses).

    O conto vai se desenrolar com um grupo de sete homens ingleses dentre jovens e velhos com suas próprias histórias e particularidades que fugindo do confronto acabam encontrando abrigo em um bordel a Residencia dos Amores Perdidos onde sua líder Lennán abriga jovens que fugiram de terras devastadas pela guerra ao troco das mesmas terem de trabalhar como prostitutas para ajudar a manter o lugar.

    Aqui vai minha primeira dica pra quem quer escrever com base na experiência que tive com este conto, EVITE narrativas lotadas de personagens, ao mesmo envolvendo a mesma cena, eu quase queimei meu cérebro para usar no mesmo conto 14 personagens diferentes com o mesmo tempo médio de presença e atividade, e como é um bordel eu tive que fazer esquemas para lembrar nomes e dos sete casais e não me perder durante a escrita e sim eu me perdi varias vezes na reescrita, tornando o conto que mais reli antes do lançamento.

    Com o desenrolar da história vem a revelação, as mulheres são todas súcubos, na verdade cada uma delas é um arquétipo de súcubo vindo de algum folclore diferente, sério, existem VARIAS criaturas do arquétipo de súcubos espalhadas pelas mais diversas mitologias e folclores ao redor do globo, enxergar isso me fez ter vontade de escrever esta história o que também foi bom para deixar mais explicito o escopo da coisa já que elas vem de países diversos denotando que o sobrenatural não encontra fronteiras entre países no meu livro.

    Confesso que tenho a tentação hoje dentro de mim de ter colocado alguma súcubo ou arquétipo de súcubo do Japão ou de alguma nação da Asia para deixar explicito o quão longe vai o mundo sobrenatural, mas não sei se seria discrepante uma personagem asiática (ainda que os homens da época não iriam descreve-la como asiática) mas com um nome nipônico.

    O legal deste conto foi mexer com pequenos easter eggs como o nome das mulheres denotarem o que elas são Lennán é uma leanan sídhe, Navka é uma mavka e por ai vai, além disso o final do texto traz um ultimo easter egg cultural, quem pesquisar sobre leanan sídhe vai descobrir que a figura delas ganhou o tom e as informações de hoje não de seu folclore de origem, mas sim através do poeta W.B Yeats no século XX, este referenciado ao final do conto como sendo uma das pouquíssimas pessoas que tem registro posterior de ter visitado a Residencia dos Amores Perdidos e sobrevivido.


    Marcando a galera literária:

    @seufi @volstag @vinicios_santana @fonsaca e @ralfrisi (caso se interesse pelo tópico só pedir pra marcar nos próximos posts :)

    Aos interessados segue o link da página de compra do ebook: https://www.amazon.com.br/Can%C3%A7%C3%B5es-Bruxas...

    Pra quem se interessar pela edição física: https://ed-coerencia.lojaintegrada.com.br/c

    28
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      notbot · 7 days ago · 2 pontos

      Cara que interessante isso, não sábia que havia succubus de diferentes folklores. Fiquei interessado no seu livro

      1 reply
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      vinicios_santana · 6 days ago · 2 pontos

      Bernard Cornwell tbm é meu autor favorito, curioso pra ler esse conto.

  • thecriticgames Matheus Pontes
    2021-02-16 23:43:24 -0200 Thumb picture

    03# Diário de escritor - A Bruxa de Velyki Sorochyntsi

    A BRUXA DE VELYKI SOROCHYTSI

    Vilarejo de Sorochytsi, Ucrânia, 1740.

    Um suposto caso de bruxaria atrai um padre e seus dois jovem ajudantes a remota vila de Sorochytsi, mas o que era para ser uma missão de benção para o lugar demonstra ser uma armadilha de um mal maior que o esperado pelo religioso.

    (SPOILERS EM POTENCIAL DO CONTO EM ITALICO) 

    Eis aqui um conto que mexeu com um dos países que eu mais queria explorar e falar com respeito a folclore e mitologia, a Ucrânia. Não lembro exatamente quando o conto me veio a cabeça, mas ele veio no meio do processo de escrita do ultimo conto deste livro que por sinal também ocorre na Ucrânia mas em outra época e em outros lugares, mas folclore eslavo traz muitas criaturas e seres interessantes, e de natureza bem exótica pra quem já é velho de conhecer sobre fadas e afins dos países mais famosos da Europa.

    Minha saga conhecendo esse mundo teve inicio no KYD #76 com a criatura Viy que achei horripilante e interessante, tal criatura não é parte legitima do folclore eslavo/ucraniano sendo mero artífice literário de Nykola Gogol, na coletânea Mirgorod onde a criatura marca presença no ultimo conto de mesmo nome. 

    Tal conto (que pode ser lido em inglês aqui) é uma de minhas leituras favoritas, originando inclusive filmes como o de 1967 que encontrei legendado em inglês com áudio em russo e é MARAVILHOSO, além de uma subversão moderna de 2014, Viy 3D que tem o trailer abaixo e que você pode como eu encontrar dublado por ai com o nome de Império Proibido ou A Lenda (é um bom filme desde que você não espere um filme de terror e sim um filme de fantasia B).

    Alias, pra quem ouviu ou viu o trailer de um filme onde Jackie Chan e Arnold Schwasiajskaanjsnjxagnsalnnegger se enfrentam, ele é continuação do Viy XD.

    Mas voltando ao conto, a ideia dele até onde me lembre veio basicamente da bruxa que atazana o protagonista do conto Viy e particularmente da sua versão na adaptação de 1967 interpretada pela lindíssima (na época) Natalya Varley, sério que mulher linda, e mesmo sem decote ou partes do corpo a mostra achei sua bruxa estranhamente sensual (como diria @andre_andricopoulos ui) 

    e eu quis transformar em terror esse tesão que senti nela XD.

    Busquei uma localização simples em um mapa da Ucrânia e me deparei com a vila de nome esquisito que da nome ao conto, parti para um pouco de pesquisas de eventos passados envolvendo a vila e não me lembro certamente o que me levou a escolher esse ano, mas de certo achei algum registro online (que fiz a cagada de não guardar) de como era a vida na Ucrânia nessa época ou por volta dela o que me fez me espelhar nisso para traçar paralelos e hábitos para o conto, tudo pra deixar isso mais verossimil, vale uma "googlada" em Velyki Sorochyntsi pra ver como é essa pequena vila hoje em dia, da até pra ver o velho moinho presente no conto, mas o conto ainda tem uma outra estrela por debaixo dos panos uma de total spoiler pra quem ainda não leu..

    Chernobog, o Deus eslavo negro, a silhueta que comanda as sombras do poço, é um dos deuses mais interessantes que ja pesquisei, e que assim como o caso dos fomorianos pouco se tem de informação sobre ele por perda de registros o que permite bastante reinvenção dos mesmo por minha parte, sua aparência inclusive tirei de um outro lugar para o conto, dos Night Gaunts de Lovecraft. O Deus Negro não figura aqui atoa, ele é parte importante da mitologia construída no livro ainda que pouco citado ou referenciado. Quem chegou ao ultimo conto do livro deve carregar bem a forte impressão de que a Ucrânia não é um lugar simples com respeito a mística deste meu mundo e não é mesmo, até certo ponto era obra do acaso mas a medida que escrevi o ultimo conto reescrevi esse para deixar a ligação um caso pensado para o futuro.

    Tive minhas duvidas finais onde tirei de ultima hora uma linha de dialogo da bruxa ao agarrar o rapaz no fim do conto, ela originalmente dizia algo bem sensual que não me recordo, mas resolvi tirar para preservar um pouco do valor monstruoso que já contrastava com os elementos sensuais já espalhados pelo conto.


    Marcando a galera literária:

    @seufi @volstag @vinicios_santana @fonsaca e @ralfrisi (caso se interesse pelo tópico só pedir pra marcar nos próximos posts :)

    Segue o post do @andre_andricopoulos com as impressões dele sobre o conto.

    http://alvanista.com/andre_andricopoulos/posts/385...

    Aos interessados segue o link da página de compra do ebook: https://www.amazon.com.br/Can%C3%A7%C3%B5es-Bruxas...

    Pra quem se interessar pela edição física: https://ed-coerencia.lojaintegrada.com.br/c

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      andre_andricopoulos · 9 days ago · 3 pontos

      Mano...essa história é simplesmente perfeita 👌🏻❤️
      Ia mencioná-la hoje mas vou republicar o seu post

      "Filme de FANTASIA B"? É tipo as cutscenes de THE HORDE? 😅

      5 replies
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      santz · 8 days ago · 2 pontos

      Jackie Chan contra Arnold Disfarce Neger? Essa eu tenho que procurar no YouTube.

      1 reply
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      volstag · 8 days ago · 2 pontos

      Sensacional cara!!
      E que pitelzinho aquela mina hein?

      1 reply
  • 2021-02-14 04:14:41 -0200 Thumb picture
    mason checked-in:
    Post by mason: <p>30° PLATINA adquirida. E essa foi gostosa de faz

    30° PLATINA adquirida. E essa foi gostosa de fazer, menos jogar de novo a história kkkkk(aos fãs de The Witcher 3, me desculpem, metade da história principal é bem chata). 

    Só me restava dois troféus, de terminar na dificuldade "Marcha da Morte" e coletar todas as cartas de gwent. Sorte que eu curti bastante o jogo de cartas, porque é extremamente demorado conseguir todas.

    Por um breve momento eu pensei em desistir de platinar essa noite, dois golpes do Eredin matavam o Geralt. Mas apelei com a magia de escudo(Quen) e somente usei o golpe forte.  Depois, foi só terminar a última missão.

    Minha consideração final à The Witcher 3, é facilmente uns dos melhores games que joguei. Não entra no Top 10, mas é um jogo especial que me marcou e finalmente conseguir entender quem ama ele.

    @platinadores 

    22
  • thecriticgames Matheus Pontes
    2021-02-11 22:24:17 -0200 Thumb picture

    01# Diário de escritor - Kelpie

    Fala pessoas, cá estou com um mini-projeto aproveitando o lançamento do meu livro em ebook bem mais em conta que a edição física (pode ser comprado aqui)  que é fala um pouco de cada um dos contos do livro, no caso do processo de escrita e composição da história além de inspirações mas sem me alongar. Serão 8 posts cada um falando um pouco sobre o que passei com cada conto, tentarei deixar possíveis spoilers pesados em ITÁLICO daqui em diante.

    Marcarei aqui e nos próximos 7 posts os amigos do alva mais envolvidos com escrita e intenção literária até onde sei no caso @seufi @volstag @vinicios_santana e @fonsaca (caso se interesse pelo tópico só pedir pra marcar nos próximos posts :)

    Então bora lá pra sinopse do 1° conto... 

    KELPIE

    Escócia, 1699. Dois irmãos órfãos acabam sendo assombrados graças a maquinações do destino por uma criatura disfarçada sob a forma de um equino malévolo. 

    Como muita gente sabe o que deu a luz ao Canções de Bruxas foi o Know Your Demon o projeto que realizo na persona sobre Persona @l_am_thou em especial o KYD #96 sobre o equino em questão do conto.

    Muito da história se escreve na minha mente quando eu produzia esse KYD o que tornou o conto mais fácil de se produzir (o fiz sem pausas em menos de um dia) sem que eu sequer desejasse escrever um livro na época, dois irmãos e um kelpie, o núcleo básico do conto. Ele teve adendos posteriores graças a sugestão brilhante de @seufi, no caso

    narrativas separadas espalhadas pelo texto da perspectiva de uma das crianças se afogando enquanto vai relembrando tudo o que ocorreu até ela chegar a esse infeliz destino.


    O conto se passa na Escócia em um século e vida diferentes do atual o que representa também outra intenção dos meus contos que é o de em cada um deles explorar além das lendas os hábitos de diferentes épocas e lugares, algo bem característico de ROMANCES DE ÉPOCA. Mas como tive pouco tempo de estudo e preparo e escrevi o livro em um mês discrepâncias da realidade são presentes como apontada pra mim pelo @volstag no caso a realidade financeira da época (para vocês terem uma ideia do quão importante é a pesquisa para a composição de uma história verossímil, mesmo uma fantástica).

    É um conto que tenho como o mais pacato do livro, mas que é ótimo para começar já que apresenta bem a ideia do livro além de possui um pouquinho tom folclórico do Labirinto do Fauno e narrativo dA Lenda do Cavaleiro sem Cabeça, dois filmes que dão bastante do tom geral do meu trabalho, motivo pelo qual além de ter sido o primeiro conto que eu escrevi ter sido também o conto de abertura. e tambem o conto que menos se alterou de seu projeto e ideia original.

    Sem contar Edgar Allan Poe cuja escrita serviu de principal voz para a da minha escrita com este livro. O tom mais melancólico com a vida dos protagonistas os Websters a medida

    que eles vão perdendo seus bens e perdendo sua vida de prazeres infantis pela dura realidade e pobreza que são monstros por si só na vida das crianças.


    Vale tambem a leitura do post do @andre_andricopoulos com as impressões dele do primeiro conto; http://alvanista.com/andre_andricopoulos/posts/384...

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    Pra quem se interessar pela edição física: https://ed-coerencia.lojaintegrada.com.br/c

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      ralfrisi · 14 days ago · 2 pontos

      Me marca nos proximos.

      1 reply
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      vinicios_santana · 14 days ago · 2 pontos

      Aeh, pode me marcar tranquilo. É bom ver essas curiosidades.
      Um trauma de infância que carrego até hoje é esse filme do Cavaleiro sem cabeça.
      Eu vi na infância e me assustei demais, tentei ver depois de adulto e o sentimento continuou.
      Todo o clima e ambientação é muito tensa, mórbida e "fria".
      Agora sobre Kelpi, foi o texto que me fez acreditar no seu projeto ao ponto de me envolver nele.
      Agora preciso ler o livro inteiro.

      2 replies
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      seufi · 13 days ago · 2 pontos

      E.A.Poe é um gênio neste tipo de escrita. O corvo, o poço e o pêndulo e Gato Preto, pra mim, estão entre os melhores contos... E confesso que sua atitude de pesquisar é interessante: você acaba descrevendo de maneira muito mais competente.
      No meu caso, quando vier a escrever algo, provavelmente vai ser um romance mais introspectivo, na pegada meio Dostoievski, meio Bukowski... Um tom meio Sartre e Camus com uma pequena pincelada da sagacidade de Clarice Lispector. E se eu consegui incluir a ironia machadiana, considero um bônus.

      2 replies
  • thecriticgames Matheus Pontes
    2021-02-10 00:14:07 -0200 Thumb picture

    EBOOK - Canções de Bruxas e Rapsódias de Fadas Negras agora na Amazon.

    SIIIIIIIIM, finalmente chegou meu livro em ebook na Amazon.

    Contrario a imagem (eu ja atualizei o preço) ele esta com preço de lançamento por R$4,99 por tempo limitado e de graça para ser lido pelo Kindle Unlimited.

    Aos interessados segue o link da página: https://www.amazon.com.br/Can%C3%A7%C3%B5es-Bruxas...

    Pra quem se interessar pela edição física: https://ed-coerencia.lojaintegrada.com.br/c

    Para os interessados tambem o @andre_andricopoulos andou fazendo uns posts isolados comentando sobre alguns dos contos do livro, basta dar uma olhada lá ;)

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      andre_andricopoulos · 15 days ago · 2 pontos

      Q foda 💪🏻💪🏻💪🏻

      Parabéns, meu brother!

      Tô mega feliz! O livro é muito bom...👌🏻

  • thecriticgames Matheus Pontes
    2021-02-02 23:21:25 -0200 Thumb picture

    Off-Topic, Canções de Bruxas

    Aos meus amigos do Alva, meu livro logo deve ganhar sua versão em E-Book (já to avisando pq em Ebook é mais barato, quem avisa amigo é :P).

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      onai_onai · 20 days ago · 2 pontos

      O estranho é quando vejo E-books caros nesse mundo afora...

      1 reply
  • majimbuu Paulo Victor
    2021-01-24 20:48:07 -0200 Thumb picture
    majimbuu checked-in:
    Post by majimbuu: <p>Terminei hoje com mais de 100 horas de jogo (e s

    Terminei hoje com mais de 100 horas de jogo (e sem sequer jogar gwent). The Witcher 3 está, sem dúvidas, entre os grandes games da geração passada. Porém, apesar de brilhar muito em alguns aspectos, não é um jogo perfeito.

    Então vamos logo para a parte ruim: o maior defeito de The Witcher está nos comandos. Às vezes você luta com interações simples como abrir um baú ou usar Ign em alguns lugares. A batalha também não é lá das mais refinadas e muitas vezes morri porque o controle simplesmente não obedecia ao meu comando.

    Outro problema grande na minha opinião é a gameplay no barquinho. Puta merda, que parte chata aquela lá de Skellig. Travar combates no mar é um verdadeiro inferno e eu preferia que não tivesse essa parte do jogo.

    Mas tirando esses "pequenos" problemas, pode-se dizer que todo o resto é fenomenal. Sobre o gameplay, o jogo compensa os controles meio imprecisos caprichando nos sistemas de craft e evolução de Geralt. Nossa, tem muita coisa: alquimia, magias, besta, poções, óleos para espada, elixires e todos eles te ajudam na estratégia para derrotar os inimigos, então sempre vá preparado. Tem também um sistema de craftar armas e armaduras bem legal.

    Mas o grande brilho de The Witcher está na narrativa. Nesse ponto, não há falhas praticamente. Cada personagem apresentado na quest principal - e boa parte dos que são apresentados em quests secundárias -  é muito bem desenvolvido e carismático e cheio de diálogos marcantes, alguns arcos são memoráveis (Barão Sangrento) e boa parte das missões secundárias não fariam feio se tivessem um game próprio.

    A parte artística também está impecável: cenários, design de monstros, design de personagens, músicas. Eu já me peguei assoviando alguns dos temas principais...

    Pretendo prosseguir com as DLC's em algum momento. Acho que já joguei demais e é bom dar uma respirada para não enjoar.

    7
    • Micro picture
      ravelzz · about 1 month ago · 2 pontos

      Cara eu me entendo com vc, também passei longe do Gwent, n sei, não me chamou tanta atenção

      1 reply
  • nilomonteirogamer Nilo Monteiro
    2021-01-23 12:12:39 -0200 Thumb picture

    The Witcher Ilustra

    Medium 757199 3309110367

    Só o bruxo passando por aqui atrás de um Grifo, mais um dia comum nos arredores de Novigrad! 

    Para mais ilustras: 

    https://www.instagram.com/niloilustra/

    https://www.facebook.com/niloilustra

    8
  • 2021-01-15 14:41:29 -0200 Thumb picture
    ryu_akechi checked-in:
    Post by ryu_akechi: <p>Quase terminando os livros, resolvi enfim testar

    Quase terminando os livros, resolvi enfim testar a série. Joguei um pouco o primeiro Witcher, mas tive dificuldades para me adaptar por conta dos gráficos antigos e do sistema de batalha. Como vi que a história não era canônica, fui para The Witcher III no meu PS4 e devo dizer que mesmo após 90h de jogo, ainda fico surpreso com o mundo.

    É uma delícia dar forma aos personagens que eu li e entender o papo ao encontrar velhos conhecidos. Claro, nem todos fazem jus à representação literária. O próprio Geralt, descrito como um cara meio cansado e surrado, é um galã no jogo e o apogeu masculino no seriado. Mas tirando esses detalhes, o jogo é uma obra-prima!

    Estou tentando fazer o troféu Platina no PS4 e depois irei para ambas as DLCs. Caso queiram acompanhar essa jornada, podem me encontrar na Twitch!

    3
  • 2021-01-15 06:22:08 -0200 Thumb picture
    mason checked-in:
    Post by mason: <p>Terminado a campanha principal, iniciei as dlcs.

    Terminado a campanha principal, iniciei as dlcs. E que coisas maravilhosas, a história de "Hearts of Stone" é um negócio gostoso de jogar. E "Blood and Wine", a área de Toussaint, é uma das coisas mais bonitas que já vi em videogame. Terminei as duas, faltando pouca coisa pra fazer. Mas não sei se as coisas que restaram são tão interessantes.

    Por outro lado, no jogo principal, decidi dar uma chance ao "Gwent", e virou um vício. A jogabilidade é bem simples e ficar pegando cartas novas é extremamente satisfatório. Lembrei de quando eu jogava no emulador de GBA, o "Pokémon Trading Card Game".

    E no caminho para a platina, só falta terminar na dificuldade mais alta e coletar todas as cartas de gwent.

    @platinadores 

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