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  • andre_andricopoulos André Zanetti Andricopoulos
    2021-01-23 10:43:53 -0200 Thumb picture

    Último de Nós II 💪🏻💏

    O jogo segue com sustos e muito sangue...

    A fluidez no espelho é incrível (muitos jogos nem seu próprio reflexo tem)👌🏻

    Tensão entre os personagens...😬

    Próximo destino: Centro Médico

    O percurso, óbvio, será árduo.

    E sanguinário! ❤️

    Não esqueça das armadilhas...😈

    Mais um game espetacular da Naughty Dog (UNCHARTED, CRASH BANDICOOT...) com foco na trama, combates impressionantes e fluídos, muita tensão, terror e suspense. O jogo não tem medo de expor "o violento" e "o brutal". ⭐⭐⭐⭐⭐

    10
    • Micro picture
      jezzon · about 4 hours ago · 2 pontos

      Pra mim foi muito merecido o Glass of the Year. Nunca vi um vidro tão espetacular em outro jogo.

      1 reply
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2021-01-22 15:14:11 -0200 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>Nesses 2 dias entre o úlimo check-in e esse, aca

    Nesses 2 dias entre o úlimo check-in e esse, acabei avançando tanto que sou forçado a criar um poder de síntese pra essa entrada. Basicamente, fui vítima do paradoxo do suspense quando Ellie chegou ao aquário e encontrou o casalzinho do grupo da Abby (quem jogou sabe do que eu tô falando), daí ela voltou pro teatro e -PLOT TWIST- foi alcançada pela Abby em um confronto que é cortado subitamente... e aí a gente controla Abby num flashback de 5 anos atrás.

    Pra muitos haters deste jogo), se a morte deste não foi o começo da queda, é esse momento aqui que sela o destino do jogo na opinião deles. Mesmo eu, quando vi esse momento pela 1ª vez antes de botar as mãos no jogo, me fez ficar "HÃ???". Mas tudo se justifica aos poucos na jornada, a começar pelo paralelismo narrativo da Abby ser a filha do cirurgião morto por Joel, em um paralelo ao 1º game e o começo do 2º. Depois, conhecendo melhor a WLF, fazendo a óbvia constatação que são gente como a gente e não monstros (coisa que mesmo na vida real é difícil de se aceitar, imagina em uma ficção). Finalmente, em um momento de busca por um dos amigos do grupo de Abby, esta é capturada pelos Cicatrizes (ou, considerando o nome real deles, Serafitas, uma seita milenarista provavelmente inspirada em algum escrito de Jaques LeGoff), onde temos OUTRA cena de trailer, aquele que todo mundo achou que a Abby, que a gente nem sabia que tinha esse nome, era a mãe da Ellie, e aonde, também sem sabermos, nos é revelado o melhor personagem desse jogo inteiro:

    Lev, aqui retratado em um momento futuro de TLOU Parte II. Ainda não entramos pra valer na história dele, mas sua dedicação em salvar a irmã já conquista o jogador nos primeiros segundos

    Fora a história principal, devo confessar que a caracterização dos Serafitas me intrigou muito, não só pela referência histórica que mencionei anteriormente, mas também pelas particularidades dessa situação toda de Seattle. Aqui, fica óbvio desde o começo que a WLF e os Serafitas estão em guerra, mas como a WLF é basicamente um exército e os "Cicatrizes" (que aliás é um ritual de iniciação provavelmente inspirado em várias religiões reais, mas é óbvio que aqui as coisas são bem mais brutais) são uma seita anti-tecnologia e minoritária numericamente, é óbvio que eles estão perdendo a guerra. Narrativamente, eles já estavam em uma posição ruim desde a flechada da Ellie no último check-in, então ver alguém deles do meu lado ou mesmo ver os documentos no Portão da Profetisa, por sinal mais um triunfo da escrita documental desse jogo...bom, o que eu posso dizer? É interessantíssimo!

    Por fim, uma coisa que ficou mais clara enquanto jogava e percebia coisas que antes eu só sabia por cima: dos poucos críticos razoáveis que esse jogo tem (a maioria, ou pelo menos a mais barulhenta, como já devem saber, são reaças e viúvas do Joel; fiquem longe deles!), um dos tópicos mais comuns é o fato de que, nem de longe, o grupo da Abby é tão carismático quanto as figuras de Jackson ou mesmo os personagens solo do 1º jogo. Entendo esse ponto de vista, mas jogando, dá pra ver que a intenção não foi tornar esses personagens carismáticos, algo conquistável, em um jogo realista como The Last of Us, somente a longo prazo, embora as sementinhas tenham que ser plantadas no começo. Aqui, lembra mais obras como 12 Homens e Uma Sentença; a preocupação da direção está em criar uma dinâmica realista e personagens que, mesmo que não conquistem, você ao menos possa compreender, e creio que seja o que TLOU Parte II esteja tentando fazer aqui.

    Claro, tem pessoas carismáticas do outro lado da cerca, leia-se Lev e Yara, e estou indo vê-los agora mesmo.

    11
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 4 hours ago · 2 pontos

      Eu sinceramente queria entender o por que do ódio de muitas pessoas perante a morte do famoso protagonista.

      Ninguém é imortal...

      Achei genial tal decisão 💪🏻

      2 replies
  • shucrute Cleidson Ferreira
    2021-01-21 16:09:10 -0200 Thumb picture
    shucrute checked-in:
    Post by shucrute: <p>Falta pouco pra entregar o Play 4 do meu amigo.

    Falta pouco pra entregar o Play 4 do meu amigo. Na real era pra eu entregar hoje, mas pedi pra ele estender um pouquinho a estadia do console aqui em casa só pra eu jogar esse divisor de águas que não poderia faltar na lista de exclusivos!

    Joguei bastante ontem a noite e um pouco hoje, mas nem sei mais quantas vezes eu já disse "Eita!"

    10
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2021-01-20 16:06:57 -0200 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>Só agora caiu a ficha que a experiência é bem ma

    Só agora caiu a ficha que a experiência é bem mais longa que TLOU 1 + Left Behind, mas ainda assim (ou talvez por isso), continuei a jornada, indo do 2º ao Flashback e finalizando o 3º, e começando a caminhada ao aquário de Seattle para tentar achar a Abby.

    O Stealth tá bem mais aprimorado e incentivado que no 1º jogo, e só agora eu reparei que esquivar é uma boa solução de design para um problema do 1º jogo: quando a Ellie era jogável, o canivete/faca que nós tínhamos demorava pra matar (a não ser que jogássemos um tijolo/garrafa/bomba de fumaça no inimigo, algo que nem sempre é uma opção), e ficávamos totalmente expostos no processo. Como corrigir esse problema sem buffar a faca? Repetindo a batalha final de Uncharted 4, com a diferença que qualquer lutinha cotidiana de TLOU Parte II é bem mais envolvente que a ambiciosa, mas medíocre batalha final de Drake.

    Não posso me esquecer de mencionar os Cicatrizes, que só apareciam com aquelas pichações de sangue "daquela que vai nos salvar". Agora eles surgem no meio do caminho da Ellie para encontrar a Nora, que por sinal essa aparição deles é justamente a parte da Demo da E3 2018

    Confesso que quando vi isso, achei muito scriptado e não pensei que isso fosse tecnicamente possível. MAS É...

    Só não sabia que eles me recebiam com uma flechada no ombro (que por sinal é necessário remover a flecha) e com assovios como forma de comunicação (muito embora eles quebrem essa formação quando alguém morre na frente deles. Por sinal, esqueci de dizer, mas muitos NPCs tem nome e os colegas gritam por eles...). Só isso já me bastou para aumentar meu interesse neles, mas a hora deles ainda vai chegar...

    Não se pode deixar de mencionar a impactante morte de Nora no hospital da WLF. A perseguição já é alucinante, mas no momento em que Ellie e Nora acabam caindo na parte infectada do hospital, as coisas escalam em um nível que eu não tava esperando. Depois de meter bala e molotov em soldados e infectados, chegamos na já icônica cena de tortura e posterior morte (implícita) de Nora:

    Uma cena tão cinematograficamente espetacular, e tão cruel ao mesmo tempo, até pelo que o jogo deixa de mostrar...

    É mais um desses momentos do jogo que deixa qualquer um pensando "PUTA MERDA...", mas me doeu mais a reação da Ellie depois, tanto na cena de retorno ao teatro tremendo quando a um pequeno grande detalhe: no camarim aonde ela acorda depois, se você se olhar no espelho segurando L2, Ellie fecha os olhos. É de partir o coração, mas a essa altura, a espiral da queda já está dada. E nem quero falar do Flashback onde ela descobre a mentira do Joel -não dá... 

    11
    • Micro picture
      mcalor · 3 days ago · 2 pontos

      de lembrar que eu passei por isso tudo, cheguei no aquario, salvei pra jogar no outro dia, só q antes um pouco de começar deu um pico de luz que corrompeu todos os dados do videogame. Tive que reiniciar o ps4 do zero e começar o jogo de novo pq não tinha salvado nada na nuvem. Acabei de chegar em Seattle. Tem chão pela frente porque nem pra rushar dá pq tem q catar os suprimentos e as ferramentas.
      Esse embate com a Nora foi uma das melhores cenas do jogo até onde joguei mesmo.

      1 reply
  • jcelove José Carlos
    2021-01-20 15:46:52 -0200 Thumb picture

    TLoU 2 resumido (tem spoiler)

    Muito bom! Queria ter essa capacidade de síntese. So doi vei o cara cortando o disco na tesoura...nenhum jogo merece isso, nem agarest! (Bem, talvez o Agarest mas meu apego a midia fisica jamais permitiria XD)

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    • Micro picture
      raiden · 3 days ago · 2 pontos

      Mais um babaca querendo aparecer. Só isso. Apesar de eu não ter curtido o enredo em alguns pontos cruciais não faria isso nunca. O jogo mereceu game do ano, é um jogaço.

      5 replies
  • 2021-01-19 23:12:48 -0200 Thumb picture

    The Last of Us: In Real Life

    Até que a produção não é má...

    9
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2021-01-19 14:29:20 -0200 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>A dedicação ao The Last of Us foi um pouco maior

    A dedicação ao The Last of Us foi um pouco maior pelo intervalo de tempo curto: joguei ontem à noite, desde a captura pelo Jordan até o 1º Flashback. Pensei em fazer um check-in ontem à noite mesmo, mas eu tava com uma rinite monstruosa  e quis dormir logo. Daí, hoje de manhã, voltei a jogar depois de assistir a um filme. Desta vez, fui do 1º Flashback até a aparição de Jesse e o começo do 2º Flashback. 

    Eu fiquei falando tanto de tensão nos 2 últimos check-ins que eu até esqueci o quanto a incrível sequência do museu iria me curar (ainda que a tensão volte aos poucos, com aquelas "pichações" e cartas do Vagalume arrependido, que aliás, mais um pra conta de documentos memoráveis do jogo). Foi aí que eu saquei a real diferença do 1º pra o 2º jogo: o roteiro sabe que precisamos de momentos de descanso e o mundano, afinal de contas, é uma das razões do brilho de TLOU. O que rola é que, se no original esses momentos ocorriam com locais da jornada, aqui o deslocamento é temporal. Para a Ellie, só o passado pode oferecer conforto similar, ao mesmo tempo em que lembramos um momento anterior à sua atual deterioração moral e psicológica. Como estudante de história, é um momento muito intrigante e dá pano pra várias reflexões.

    Não pensei que isso superaria a sequência do Arcade em Left Behind, mas acabou sendo o caso. Ah, e é mais um exemplo da necessidade de se jogar em vez de vê-la isoladamente, todo o conjunto se encaixa bem

    Fora isso, o único descanso que temos no presente é o nosso violão, que tem um sistema tão bom que vários covers foram feitos dentro do jogo. Testei todas as notas possíveis e há uma boa variedade, mas infelizmente não achei ser possível o cover de uma das minhas músicas da vida

    Falando em Metal Gear, bem que a Ellie podia ouvir músicas no toca-fitas, mas entendo a ausência disso

    No tempo presente, o banho de sangue, e agora com cachorros me perseguindo, e apesar da Laura (minha irmã) ter implorado pra eu não matar os cães, foi difícil não atraí-los para um local com uma mina previamente armada... ou jogar Molotov quando próximos de seus mestres.

    Bom, pelo menos encontramos o Jesse e fugimos do distrito em que estávamos em mais uma sequência de ação que só a Naughty Dog consegue fazer. De volta ao teatro, pois esses momentos desgastam...

    14
    • Micro picture
      brunothebigboss · 4 days ago · 4 pontos

      Ah, e eu me esqueci de dizer, mas é continuamente assustador a quantidade insana de detalhes da parte técnica também, não somente o enredo. Pelo visto a única vantagem de trabalhar na ND do ponto de vista dos empregados é que ele nunca mais ficarão desempregados

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 3 days ago · 2 pontos

      Esse jogo é um espetáculo ❤️🤗

      1 reply
  • 2021-01-18 13:35:10 -0200 Thumb picture

    Nautilus - The Last of Us Part II é uma Obra Prima - Análise

    Esse Persona, como própria definição no Alvanista, é uma extensão do meu perfil para que eu possa fazer de forma apropriada e organizada a divulgação de vídeos sobre games. Focarei em canais que acompanho, como forma de divulgar e apoiar o conteúdo gerado por eles. Espero que vocês gostem e possam me acompanhar aqui no Alvanista. É só me seguir!

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  • 2021-01-18 13:20:09 -0200 Thumb picture

    IGN Brasil - REVIEW THE LAST OF US PART II (SEM SPOILERS)

    Esse Persona, como própria definição no Alvanista, é uma extensão do meu perfil para que eu possa fazer de forma apropriada e organizada a divulgação de vídeos sobre games. Focarei em canais que acompanho, como forma de divulgar e apoiar o conteúdo gerado por eles. Espero que vocês gostem e possam me acompanhar aqui no Alvanista. É só me seguir!

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2021-01-17 16:59:26 -0200 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>Fiquei um bom bocado de dias sem jogar, pois eu

    Fiquei um bom bocado de dias sem jogar, pois eu tava lendo e assistindo um bocado de filmes (obrigado Festival 125 anos de Cinema do Telecine), mas eventualmente eu tinha que voltar às minhas jogatinas.

    Continuei The Last of Us Parte II por uma boa parte da manhã de hoje, e deu tempo de rolar uma boa porção de história. Prestamos respeito ao túmulo de Joel e antes de nos arrumarmos para irmos a Seattle, damos uma última passada na casa dele, que tem algo diferente: a foto de Joel e Sarah que Tommy dá a seu irmão no jogo anterior agora está em uma moldura, e lembrem que Joel não gostava dessa lembrança lá. Mais um ponto para a atenção absurda do enredo aos detalhes.

    Depois disso, Ellie e Dina vão sozinhas executar a amarga vingança, ainda que Tommy tenha ido na frente e deixado um bilhete falando pras meninas não irem. Destaque aqui o mapa aberto do começo com recursos em vários lugares, desde um petshop até a loja de música onde ocorre a já icônica cena de Ellie tocando Take on Me (porque Neil Druckmann é uma cria dos anos 80, tem até cassete nesse jogo). Também me chamou a atenção a quantidade e qualidade dos documentos que a gente encontra pelo jogo. Se no primeiro já tínhamos os documentos dos esgotos e do cientista da universidade como INCRÍVEIS e extremamente atmosféricos (sem contar as HQs da Ellie), aqui as coisas já estão elevadas a um nível estupendo. A lista telefônica usada como relatório de patrulha, os avisos da WLF, e isso sem contar as cartas de heróis que tu vai achando.

    Infelizmente, a tensão só está destinada a aumentar, com intervalos pontuais de ritmo para impedir uma overdose. Nesse momento, Ellie e Dina foram capturadas em uma armadilha da WLF, aonde encontram um dos assassinos de Joel. Mas antes disso, elas tinham encontrado um destes assassinos junto de um um soldado não-envolvido vítimas, e Ellie reconhece o ocorrida como resultado de uma tortura/delação particular de Joel incorporada por Tommy, algo inclusive que aparece no primeiro jogo:

    A diferença é que aqui essa técnica será usada mais de uma vez...

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