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  • yato_toshiro Jefferson Gabriel
    2020-09-27 00:19:17 -0300 Thumb picture

    Persona 5 Royal

    Persona 5 Enredo:

    Depois que o Joker defende uma mulher de ser abusada por um homem bêbado na rua, ele é falsamente acusado de agressão e colocado em liberdade condicional, resultando na expulsão de sua escola. Joker é enviado para Tóquio para ficar com seu amigo da família Sojiro Sakura e frequentar a Shujin Academy durante seu ano de liberdade condicional. Após sua chegada, ele é levado para a Sala de Veludo, onde Igor o avisa que ele deve "se reabilitar" para evitar a ruína futura, e concede a ele acesso a um aplicativo móvel sobrenatural que leva Joker ao Metaverso e ao Palácio do voleibol abusivo da escola treinador Suguru Kamoshida. O Joker conhece Morgana, que o informa sobre a habilidade de mudar o coração das pessoas perversas, roubando seu "Tesouro", a raiz emocional de seu comportamento, dos Palácios governados por seus Shadow Malignos. Após reformar Kamoshida com sucesso, Ryuji, Joker, Ann e Morgana formam os Ladrões Fantasmas de Corações, roubando a corrupção dos corações dos adultos para reformar a cidade.

    Conforme o número de membros e sucessos dos Ladrões Fantasmas aumenta, eles atraem a atenção do público e da polícia, incluindo o promotor público Sae Niijima e o detetive prodígio Goro Akechi. Os Ladrões Fantasmas descobrem que outro grupo secreto, incluindo um assassino com máscara negra, está usando o Metaverso para assassinar seus alvos e, em seguida, enquadrando os Ladrões Fantasmas de Corações pelas mortes. Em busca da conspiração, o grupo se junta a Akechi, que posteriormente é revelado ser o assassino mascarado. Escapando para se esconder com a ajuda de Sae, os Ladrões Fantasmas deduzem que o líder da conspiração é o político Masayoshi Shido, que tem usado a habilidade de Akechi de se infiltrar no Metaverso para remover obstáculos para que ele se torne primeiro-ministro e imponha suas reformas no Japão, bem como no que apresentou acusações de agressão contra Joker. Quando os Ladrões Fantasmas se infiltram no Palácio de Shido, eles enfrentam Akechi, que revela ser filho ilegítimo de Shido. Ele também revela que tem planejado secretamente se vingar de Shido por anos de negligência e convoca seu verdadeiro Persona: Loki. Uma vez derrotado, Akechi se sacrifica para proteger os Ladrões Fantasmas de um grupo de inimigos, permitindo que eles escapem, alcancem e derrotem Shido.

    Apesar da prisão e confissão de Shido após sua mudança de opinião, o público continua desinteressado e perdeu a confiança na autoridade e nos Ladrões Fantasmas. Em resposta, os Ladrões Fantasmas fazem um assalto final para se infiltrar nas profundezas de Mementos, o Palácio dos corações de todos, e roubar o tesouro em seu núcleo. Lá dentro, eles descobrem que o público está um caos e optou por abrir mão de sua autonomia. Os Ladrões Fantasmas são então ejetados das Mementos pelo próprio Tesouro, assumindo a forma do Santo Graal, e desaparecem após testemunhar a fusão do Metaverso com a realidade. Acordando na Sala de Veludo, Joker confronta Igor, Caroline e Justine. Caroline e Justine recuperam suas memórias e se fundem em Lavenza, sua verdadeira forma. Lavenza revela o Igor que o Coringa tem visto na Sala de Veludo até este ponto é Yaldabaoth, que aprisionou o Igor real. Yaldabaoth, o Santo Graal, foi criado a partir do desejo da humanidade de abrir mão do controle e, por meio de uma aposta feita com Igor sobre os objetivos da humanidade, Yaldabaoth deu a Joker e Akechi suas habilidades para ver se o mundo seria preservado ou destruído por suas ações, ao mesmo tempo que conduz o jogo a seu favor.

    Joker rejeita a oferta de Yaldabaoth de retornar ao seu mundo às custas de sua liberdade, e ele, junto com o resto dos Ladrões Fantasmas, luta contra ele. Os confidentes de Joker conquistam o apoio popular do povo, rebelando-se contra o controle da humanidade por Yaldabaoth e permitindo que Joker desperte sua personalidade definitiva para destruir Yaldabaoth e o Metaverso. Após a derrota de Yaldabaoth, para que Shido seja processado, Joker deve se transformar na polícia. Enquanto Joker está encarcerado, o resto dos Ladrões Fantasmas e seus confidentes ajudam a garantir a evidência da inocência de Joker na acusação de agressão, levando a sua condenação sendo anulada. Na primavera, os amigos de Joker o levam de volta para sua cidade natal.

    Persona 5 Royal Enredo:

    Em Persona 5 Royal, dois novos personagens interagem com os Ladrões Fantasmas: Kasumi Yoshizawa, uma talentosa ginasta rítmica que se transferiu para Shujin ao mesmo tempo que Joker, e Takuto Maruki, um conselheiro escolar contratado após a exposição de Kamoshida. Kasumi desperta para sua Persona após chamar Joker para um novo palácio em Odaiba. Maruki, por sua vez, fala com cada um dos Ladrões Fantasmas, aprendendo seus desejos mais profundos. Depois de derrotar Yaldabaoth, Akechi se entrega a Sae no lugar de Joker. No início do ano seguinte, Joker encontra a realidade distorcida; Akechi foi libertado sem motivo, e cada Ladrão Fantasma teve seu desejo mais profundo realizado. Joker, Akechi e Kasumi investigam o Palácio em Odaiba e descobrem que seu dono é Maruki, que também é um usuário Persona e capaz de alterar a realidade. Através da influência de Yaldabaoth, Maruki também controla Mementos, tendo-o usurpado dos Ladrões Fantasmas depois que eles confessaram seus desejos a ele durante suas sessões de aconselhamento.

    Maruki revela que "Kasumi" é sua irmã gêmea Sumire, personificando-a para lidar com sua morte, e dá a Joker tempo para escolher se aceita sua realidade idealizada. Joker lembra os Ladrões Fantasmas e Sumire de suas vidas reais, e eles concordam em mudar o coração de Maruki. No início de fevereiro, Joker descobre por Maruki que Akechi foi trazido de volta à realidade pelo desejo de Joker de salvá-lo e que se ele continuará a viver depende de Joker aceitar o mundo de Maruki. O Coringa recusa a oferta e os Ladrões Fantasmas derrotam Maruki no dia seguinte. A realidade volta ao normal, e com Akechi desaparecido, Joker se encontra de volta à prisão, mas com a ajuda dos Ladrões Fantasmas e seus Confidantes, ele é absolvido de suas acusações.

    Em sua reunião final após a libertação de Joker, cada membro dos Ladrões Fantasmas escolhe perseguir seu futuro. No dia em que ele deveria voltar para casa, Joker escapa perseguindo agentes do governo com a ajuda dos Ladrões Fantasmas e de um Maruki reformado, que agora é motorista de táxi. Na estação, Sumire o encontra e se despede. Uma cena pós-crédito alcançada por meio de certos requisitos de jogo mostra uma pessoa parecida com Akechi passando pela janela no trem de Joker para casa.

    A Analise aqui vai valer tanto pro Antigo e pro Royal.

    Persona 5:

    Enredo MERDA, mas o jogo é OK.

    Historia do Persona 5 é bem fraco comparando com Persona 4, Se pá ele é mais fraco comparando quase todos jogos de Persona. Mas tirando isso tem coisas que faz esse jogo não ser um completo Flop como Sonic Forces ou Jump Force da vida.

    Persona 5 Royal:

    Enredo que considerei uma Merda no Antigo foi pra BOM e muita coisa deixou esse jogo mais Legal do que ele já era.

    A historia em si continua sendo uma merda, mas o que salva esse jogo é o Terceiro Semestre do jogo. A Parte que conta a Historia da Kisume e Dr Maruki apesar de ser Clichê para krl, eu confesso que eu gostei. Foi bem desenvolvido. Tudo que tem de NOVO no Royal é Fantástico.

    Mesmo não gostando da Historia de P5, eu confesso que eu amo esse jogo. Mas pra mim esse jogo é dos primeiros Jogos de RPG que Nunca mais vou pensar em revisitar o jogo. Enfrentar os chefes desse jogo é um Saco.

    0
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-18 19:46:33 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>CHECK-IN EM CARÁTER DE URGÊNCIA</p><p>EU TERMINE

    CHECK-IN EM CARÁTER DE URGÊNCIA

    EU TERMINEI PERSONA 5 ROYAL E FOI UM DRAMA DO CARALHO!!!!!!

    Primeiro para fazer esse check-in; me preparei para fazer esse check-in no dia 17, dia seguinte após terminar o jogo. E aí o que rola???? A internet caiu FUDIDAMENTE, nem os dados móveis do celular funcionavam! Daí ontem à noite, meu pai cancelou a Claro e foi pra outra operadora, e ele entregou um chip provisório para um dos celulares da família que permitia rotear (não tem nº), e por isso estou fazendo esse check-in dia 18 de noite no notebook da mãe.

    O jogo em si também foi um drama do cacete: salvei o jogo depois de fundir Chi You (serviu para Psy ultrabarato e poderoso pra dedéu) e LÚCIFER! (cujo Morning Star, graças a arranjos, custava 5 SP...) Considerando que estava indo destruir o paraíso do Maruki, achei apropriado. Daí eu salvei o jogo (já estava no Dia dos Destinos), e fui pra batalha, só que eu não fazia  a menor ideia de como vencer o Maruki; ele ataca com os tentáculos e tem ele próprio e a Persona dele (aliás, bela referência a Lovecraft que eu não entendi), e eu não sabia que o Maruki em si não importava, era só atacar a Persona. Isso causou um atraso do cacete, e eu desisti na tarde do dia 17. Daí à noite, eu voltei e depois de mais algumas desistências, consegui vencer o Maruki com ajuda da maninha!

    Aí depois disso, o Maruki ainda quis oferecer resistência e evoluiu a Persona para outra referência lovecraftiana maior ainda, mas também foi derrotado (com direito a clichê de shonen de "poder da amizade tira poder real do cu"). Mas antes que o Joker pudesse fugir, os últimos tentáculos do Maruki o trazem de volta e ele o desafia para uma luta de punhos totalmente roubada de MGS4 e sem um terço do impacto emocional desta graças à jogabilidade travada nativa a esse JRPG

    Mas quanto tudo parece perdido, começa a tocar essa música:

    No original e por boa parte do Royal, essa música toca para sinalizar a evolução das Personas do pessoal (ou seja, evolução de personagem). E ver ela ser recontextualizada no jogo (ou não né) para humanizar de vez o Maruki é um momento belíssimo. O meu eu de 2017 também ia desconsiderar tudo que falou sobre Persona esse ano se visse essa luta de punhos com essa música.

    Enfim, o Maruki perde, e o mundo volta ao normal (é até bizarro que eu disse que tematicamente o original é deslocado do Royal, mas depois da derrota do Maruki, o mundo continuar uma merda faz mais sentido agora), e tudo acontece o mesmo que no Persona 5 normal, mas com a adição de alguns fanservices e um final um pouco diferente: quem te leva embora é o próprio Maruki (que virou taxista simplesmente porque sim), e mais uma dica que o Akechi provavelmente está vivo (apesar do tratamento contraditório durante a adição do Royal, uma hora parece que tá vivo e em outra ele morreu; de qualquer forma, a "morte" do Akechi no original foi tão bosta que isso nem me foi surpresa).

    Daí o jogo acaba e começa a tocar essa música:

    É estranho porque todas as músicas de créditos de Persona a partir do 3 são muito boas, mas sempre desconectadas do resto do jogo musicalmente falando. O 3 é o que mais sofre disso; se ouvir a música (e até ler as letras traduzidas em PT-BR, sim elas existem) fora do contexto, nem imagina a tragédia que acometeu geral. Isso foi atenuado nos jogos que vieram e chegamos no Royal, que tem essa obra prima.

    E o que tenho a dizer sobre essa jornada? Também foi inesquecível como as de 3 anos atrás, mas agora não foi só por bons motivos. Com a bagagem, muitas falhas (principalmente de roteiro) ficaram evidentes, e sinto que escreveria de outra forma desde o 3. A balança quase foi desequilibrada para um lado ou para o outro graças ao Maruki ou à Sumire, e mesmo assim, ainda concordo que se trata de uma franquia única, com altos e baixos

    Agora tenho que preparar a review, mas para isso a internet tem que voltar bem...

    8
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-15 21:18:41 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>Com muita dor de cabeça e stress (obrigado rinit

    Com muita dor de cabeça e stress (obrigado rinite), vim aqui para anunciar que terminei o Confidant da Sumire (o que me deixa aliviado porque não precisarei mais lidar com tudo aquilo que já falei no último check-in), da Makoto (mas como fiz em cima da hora, não ativa o 3º Despertar depois ;-;), e eu também aproveitei para fundir o Yoshitsune, o Metraton, o SATAN (por pura sorte no Fusion Network, e estou grato por ter um dos melhores designs de toda a franquia Shin Megami Tensei no inventário), e a Maria, a maior Persona de Suporte de TODAS, que tornou Cybele inútil (sei disso porque comparei as duas)... que mais?

    Ah sim, terminei o Palácio do Maruki, e Jesus, o quanto que dá pra falar dele... e felizmente é pra falar bem dessa vez! Porque Maruki e surpreendente... e ao mesmo tempo não é!

    Ele segue a linha desses vilões feitos para gerar empatia (Killmonger, Solidus Snake e o Coringa do Joaquin Phoenix são alguns exemplos), além de ser uma encorpada melhor das ideias do antigo maior vilão do jogo e ex-necron Yaldabaoth. Junte isso a algumas referências a Lovecraft e um rostinho bonito e temos o Dr. Takuto Maruki. Ainda que não sendo original, acaba tendo um papel parecido com o Sojiro, de arquétipo bem-sucedido.

    O nível dos vilões do jogo antes do Maruki foi escancarado como muito baixo (até mesmo os menos piores como Sae). Maruki teve um Confidant o desenvolvendo (muito bem, por sinal), obrigatório para conseguir desbloquear o começo do ano (o tal "3º semestre", que na verdade são só 3 meses, se muito... pessoal devia aprender a sair mais do press release). Não só isso, mas o Palácio tem o mínimo de mecanismos  de storytelling (ao contrário dos anteriores, que muitas vezes só tinham reafirmações da maldade dos donos), desde os mais básicos como Flashback (não gosto muito, mas é melhor do que nada) até momentos genuinamente interessantes, como o questionário dos dilemas na metade do Palácio. Até a música ajuda na narrativa:

    Gentle Madman, música de boa parte da dungeon, tem um tom deliberadamente monótono e levemente sombrio...

    ...que se acentua com Out of Kindness, música do penúltimo e último segmentos da dungeon, que também adiciona uma impressão de dúvida

    De fato o maniqueísmo morre nessa dungeon (nem acredito que estou escrevendo isso). A escrita de fato mostra decisões de grande impacto feitas ao longo da história (afinal, Joker ajudou Maruki na pesquisa dele), além de realmente oferecer um cenário de grande complexidade temática ao jogador

    Tendo dito tudo isso, ainda sobra algumas coisas a se comentar...

    -Apesar do que disse a respeito do maniqueísmo anteriormente, na prática, ao decorrer da dungeon, o jogo não tem muitas dúvidas que Maruki seja um vilão. No entanto, os jogadores acreditam se tratar de um antagonista (para emprestar uma fraseologia do @juninhonash), ao ponto de alguns relatarem terem se recusado a continuar como se fosse uma grande narrativa cinza. Isso levanta uma dúvida bem singela e honesta: a maneira como percebemos a narrativa afeta sua avaliação? Não digo de qualidade, e sim de "eu senti X, então creio que o jogo queira me passar isso, mesmo não sendo aparente". Eu mesmo achei o Flashback do Maruki com Sumire bem pesado e até atenuou as críticas que fiz no últinmo check-in, mesmo a cena em si não parecendo tão pesada assim

    -A desculpa para o Maruki ter conseguido a Persona já é ruim (provavelmente pela interação ainda que teórica com o Metaverso, o que me faz perguntar como Wakaba também não ganhou uma Persona); o porquê dele ter um Palácio mesmo com uma Persona é uma explicação praticamente inexistente; e a razão para a Persona dele ter enlouqecido é um Deus Ex Machina que não se aplica aos outros personagens

    -Apesar de muito boa, essa parte adicional do Royal parece ter sido escrita num vácuo. Não consigo fazer uma boa ligação entre essas partes novas e as antigas

    Falta pouco para terminar, e se não tiver uma mudança muito drástica, acho que essas ideias ficarão. E vocês, o que acham do Bom Doutor?

    10
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-14 19:32:28 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>E O QUE MAIS ACONTECEU PARA JUSTIFICAR MAIS CHEC

    E O QUE MAIS ACONTECEU PARA JUSTIFICAR MAIS CHECK-IN???

    Ah, eu dei uma olhada nos Mementos, mudei o coração duns alvos, desbloqueei uma parte do Palácio do Maruki, fiz umas fusões daora enquanto salvo um pouco de tempo para as mais importantes (cof cof Metraton cof cof Yoshitsune). Ah, e eu elevei o nível de Baton Pass da Sumire e do Akechi para 3, igual todo o resto.

    É, foi só isso mesmo que rolou. Me permite fazer comentários adicionais na experiência.

    1º: As novas músicas do Mementos SÃO MUITO BOAS

    Bem melhor do que só ficar ouvindo a melodia tediosa do jogo original, que ganhou um remix muito bom na nova Mementos do Maruki

    Ainda em termos de jogo, o resto tá encaminhando pro final sem muitas novidades, com exceção do Confidant da Sumire, que teve o resto desbloqueado depois da revelação, e se você reclamou da Aigis do Persona 3 FES, da Naoto no 4 e da Haru no 5 (base), enxugue suas lágrimas empoeiradas, porque no Royal VOCÊ TEM MENOS DE UM MÊS PARA AVANÇAR TODOS OS 5 NÍVEIS RESTANTES DA MOÇA (eu tô no 7º, e estou disposto a sacrificar o Yusuke e a Makoto só para terminar as coisas com ela). E como é o Confidant dela?

    Não tá sendo ruim, mas uma coisa me incomoda (tem outra, mas é geral e falarei na review): como a história continua voltando para a relação de Sumire com Kasumi (até aí tudo bem), mas sempre ela (Sumire) lembrando que "queria ser a Kasumi", ora literalmente, que levou ela a realmente acreditar ser a própria irmã, e todos os personagens e o próprio jogo tratam isso como se fosse produto de sentimentos pessoais, e não um distúrbio mental que realmente é. Apesar de ter mencionado esquizofrenia de brincadeira, ela de fato causa alucinações e pode levar uma pessoa a acreditar que é outra. É um distúrbio gravíssimo que pede várias sessões de terapia e tratamento especializado, e o Confidant poderia ter se direcionado mais para essa parte, e mesmo desconsiderando, ela ainda sofre o clássico bloqueio freudiano, quando a mente se depara com um trauma pesado e sem muitos mecanismos, resolve simplesmente fingir que isso não aconteceu

    (Aliás, como uma série inspirada em Jung traz Freud para explicar uma personagem?)

    Para Royal, que de fato tá sendo bem mais sério e preciso do que a contraparte original de Katsura Hashino (e é importante mencionar que Daiki Kato escreveu P4 Golden, isso será importante depois), esse deslize grosseiro às vezes me soa até desrespeitoso. Seria mais interessante se a história simplesmente assumisse Sumire como esquizofrênica ou com transtorno de múltiplas personalidades; seria mais honroso (leia-se "compreensível") não só para a personagem, como para o próprio enredo, pois Sumire acaba parecendo alguém muito egoísta, e não alguém que precisa de ajuda

    (E se me permite imaginar, um conceito tão fascinante e recorrente na série quanto o inconsciente coletivo certamente seria interessante de explorar se combinado com saúde mental. Como seria para um autista entrar nos Mementos?)

    Enfim, me alonguei demais. Apesar do clichê, isso não torna personagens necessariamente ruins. Só me deixa um pouco triste a direção (pelo menos como eu interpretei, posso estar errado) que a personagem tomou... Mas ainda não conclui o Confidant, e ainda resta ver essa parte, então não encarem isso como um julgamento definitivo nem de longe, tá?

    Pelo menos ela em batalha é muito boa, e o uniforme... bom, os uniformes especiais pra mim ainda são melhores do que subir uma torre com uniforme escolar e segurando uma espada da tua altura, né?

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      manoelnsn · 14 days ago · 2 pontos

      Tratar de temas sérios como esquizofrenia é muita areia pro caminhãozinho de Persona 5, realmente...

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      igor_park · 14 days ago · 2 pontos

      Parece que eles acertaram mais no 4 do que nesse

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      brunothebigboss · 14 days ago · 1 ponto

      Ah, e quase esqueci, Sumire possivelmente esquizofrênica também nem de longe sacrificaria o tema que o @emphighwind tanto preza
      Só espero não estar pensando demais no assunto...

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-13 15:55:30 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>Sei que com o excesso de check-ins, a saturação

    Sei que com o excesso de check-ins, a saturação vem e só alguns poucos fiéis permanecem lendo ou se interessando em interagir de alguma forma, mas com o tanto de novidade que vem chegando, não consigo conter a paixão (que pode não ser necessariamente positiva, pode ser a paixão das críticas também :). O que mais de spoiler posso dar aqui?

    Bem, depois de "Kasumi" se revelar esquizofrênica manipulada pelo Maruki, Sumire, seu real eu, é sequestrado por Maruki para voltar a acreditar que é Kasumi. Como tanto Joker e o Akechi (vou falar dele depois) já estão de saco cheio da exploração e são só 2, eles resolvem só voltar no dia que o Maruki pediu (Persona 3 Flashbacks), dali a uma semana. Nesse meio tempo, Joker dá uma vistoriada nos companheiros para confirmar o que realmente queriam (afinal, isso é o que Maruki quer, criar a realidade ideal de cada um, onde ninguém sofre). Como alguém que estuda roteiro, é interessante essa parte porque o jogo te obriga a fazer a viagem ao ponto de destino dos companheiros manualmente (sem viagem rápida, assim como no começo do jogo), e a falar com apenas um por dia. É interessante na teoria, mas na prática me faz sentir que o tempo foi subutilizado, e claro, os outros Confidants foram desperdiçados (totalmente utilitarista). Sim, storytelling via gameplay é uma realidade, ou Persona da mesma arcana do Confidant resultar em boost no relacionamento não quer dizer nada?

    Enfim, em 9/1 Joker e Akechi vão ao resgate de Sumire, que ainda está no modo Venom Snake de pensamento e sua Persona, Cendrillion (Cinderela, pelo menos o simbolismo das Personas o roteiro sempre soube acertar) enlouquece, e isso resulta numa puta duma batalha que a direção dá tudo de si, chegando ao ponto de Rivers in the Desert pela 3ª vez!

    Infelizmente tudo que é bom dura pouco, e o jogo puxa um Deus Ex Machina para conseguir que a party antiga volte e salve a dupla ao mesmo tempo. Daí eles salvam a Sumire, e depois a Lavenza chega e explica que o Maruki é fodão com as cognições e com o Palácio dele (que ele não deveria ter segundo Morgana, mas o jogo pseudo-corrige esse buraco na história) ele tá manipulando os Mementos para que a realidade possa ser alterada de forma drástica (tanto que o pessoal que foi revivido de fato o foi, não é alucinação para quem vê). Ainda assim, o pessoal foi perder tempo no Palácio só para confirmar o óbvio e ver a Sumire despertar de vez. Ótimo

    Queria comentar sobre algumas escolhas de roteiro dessa parte, mas isso já está longo demais pra mim, então só vou contar a linda história do que eu fiz depois de terminar a parte redundante do Palácio que mencionei. Depois disso, vendi uns itens pro Iwai e fiz umas fusões necessárias, como o Metatron, o anjo final (é estranho que os Personas mais fortes são todos da mitologia cristã, mas tudo bem) e um da Arcana da Sumire cujo nome dá muita brecha para piada. Fiz o Confidant pela tarde e à noite fui jogar dardos com ela, só que eu fui muito ruim e dei rage quit... e aí descobri que meu save era logo depois da venda. Bela precisão. Salvem seu jogo sempre, crianças

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-12 20:26:52 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>Como eu disse no meu último&nbsp;<a href="http:/

    Como eu disse no meu último post, cheguei nas partes totalmente inéditas de Royal (tinha antes, mas tava misturado com o jogo original). É importante afirmar que essas partes não foram escritas pelo Katsura Hashino, e sim por Daiki Kato, que também tem alguma experiência em roteiro (ele também dirigiu Royal). É importante ter isso em mente, porque darei spoilers mais detalhados da história, e o check-in será mais longo.

    Quando o Yaldabaoth morreu, até aí tava tudo como o original. Quando a Sae pede que o protagonista se renda à polícia (uma parte que eu nunca entendi direito, porque afinal a polícia não sabe da existência do Metaverso e não pode provar ligação alguma, e se for esse caso, POR QUÊ NÃO PRENDER TODOS OS OUTROS PHANTOM THIEVES????)...algo drástico acontece. Akechi surge do nada e se rende no luar do Joker, e fica por isso mesmo. Daí no Ano Novo, a gente descobre que Morgana não só está vivo como ainda virou humano, o pai das Niijima está vivo e Wakaba também! Mesmo sendo um fodão que vive numa fantasia de poder, era óbvio que tinha alguma coisa errada, e para coroar tudo isso, Akechi aparece SOLTO e extremamente confuso com todo o resto. Daí a Kasumi liga falando de um Palácio num prédio em construção (que ela, Joker e Morgana entraram meses totalmente do nada e sem justificativa, porque Royal também não está imune a esse tipo de falha), todo mundo vai lá e descobre que o dono do Palácio (anteriormente secreto por um tipo de barreira especial, coisa que não existia no jogo original) é ninguém menos que o Bom Doutor TAKUTO MARUKI, que também é fudido da cabeça (mas um que a gente simpatiza, porque DESENVOLVIMENTO DE PERSONAGEM) e quer curar a tristeza do mundo, e como se isso não bastasse, o Palácio é um verdadeiro corredor de Flashbacks, e lá algo mais chocante é revelado:

    KASUMI NÃO É KASUMI, É OUTRA PESSOA: SUMIRE, QUE ASSUMIU A IDENTIDADE DE KASUMI COM A AJUDA DO MARUKI (Esquizofrenia? Não, lavagem cerebral. Parabéns, Atlus) APÓS A MORTE DESTA ÚLTIMA DE FORMA EXTREMAMENTE TRAUMÁTICA. Ah, e ela entra em crise e é sequestrada pelo Dr. Takuto "Hentai" Maruki (tentáculos, princesa em apuros... sério?)...

    Uau. Tem muita coisa para falar aí. Primeiro, para não ser tão negativo: a direção visual do vídeo linkado é muito boa. Só nesses minutos deve ter mais movimento de câmera e esforço narrativo no visual do que HORAS do jogo original, e isso é um belo toque. Todo o momento na verdade é muito bem dirigido. Dito isso, preciso confessar que "Kasumi" confirmou algumas impressões anteriores:

    1- Kasumi (além de curtir MAGICAL GIRL TRANSFORMATION) e Maruki são gamers  cinéfilos e o personagem favorito deles é o Venom Snake escrito por Charlie Kaufmann (Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças), porque eles realmente acreditam que apagar as memórias e fazer a moça se passar por outra é algo totalmente saudável e não algo gravíssimo que poderia facilmente ser confundido com transtorno de múltipla personalidade ou esquizofrenia mesmo (piadas à parte, é um momento BEM impactante, mas que não foi tudo o que eu pensei porque não é lá muito original não)

    2- Maruki é um péssimo psicólogo, e isso foi dito por um psicólogo real

    Momento mais adiante do jogo, mas que não é tão "festival de spoilers" quanto o que já foi dito aqui

    3-"Kasumi"/Sumire, analisada por um ponto estritamente de roteiro, é muito eficiente em apresentar os temas caros a Royal, mas que mostra o quão diferente é a visão do novo roteirista à franquia, já que não há conexão nenhuma (até onde eu saiba) com a história do jogo original. Se isso é bom ou ruim, fica pra outro momento

    Isso ficou bem longo e faz tempo que não fazia um check-in mais analítico assim, mas a onça bebeu água né...

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      manoelnsn · 16 days ago · 2 pontos

      Meu deus do céu, eu tinha visto por alto a história do Royal, mas nem imaginava que tinham usado perda de memória, um dos roteirismos mais bartatos, nele também, aahuahuahauha

    • Micro picture
      emphighwind · 16 days ago · 2 pontos

      Eu não sou da área mas só acho que um psicologo não aprovaria este escapismo, mas eu particulamente gostei da ideia do dream world do novo trimestre de P5R e do tema de real vs ideal, ainda mais por me lembrar P1, mas só vi os spoilers de P5R, não joguei esta versão.

      Os tentáculos tão pelo motif de Lovecraft, o bicho que aparece no vídeo é o Hastur, com mesmo design que tem no cenário extra do P2EP pra PSP.

      1 reply
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-12 17:43:08 -0300 Thumb picture

    Passado e Games

    Queria fazer um check-in de como eu já passei de todas as partes de Persona 5 Royal que pertenciam ao original e entrei num momento totalmente inédito, mas aí me peguei pensando que minhas comparações com os check-ins de 3 anos atrás também terminaram, já que agora tudo é novo.  Essas relações para mim foram muito fascinantes para mim, pelo fato que se tornou cada vez mais raro eu REJOGAR os jogos com o passar do tempo, ainda mais anos depois, e é a 1ª primeira vez que comparei minhas impressões lado a lado (isso vai ficar mais evidente na review, nem tanto nos check-ins). Isso cai bem com que andei estudando.

    Para quem não sabe, comecei a cursar história esse ano, e já teria o 1º semestre se não fosse o maldito corona, e dentre várias subáreas do assunto, uma das mais vitais pelo menos pôde ser apresentada nas poucas aulas que tive: como se escreve a história? É surpreendente quando se percebe isso, mas na verdade um historiador(a) não definiria História como o estudo do passado, mas sim uma aproximação se valendo de determinados contextos, sendo o maior destes o tempo ("a história é a ciência dos homens no tempo"). A razão para se pensar dessa forma é complexa e longa, mas simplificando muito, um dos grandes fatores para isso é a Memória (não apenas a neurológica), que com a ajuda de mais uma porrada de fatores, nos faz lembrar (e pensar) a História de uma certa forma, e não de outra.

    "Bacana, mas o que você quer dizer com tudo isso?"

    É que com todo esse choque de opiniões de tempos diferentes, muita coisa fica por imaginar (até porque não tenho disposição de ler todos os check-ins de 3 anos atrás, então o fator imaginativo é maior ainda). Daí eu fiquei pensando se alguém mais por essa rede já passou por isso.

    Já jogou algo depois de anos e teve uma impressão totalmente diferente? Como você lidou com essa diferença? Por acaso essa experiência ocorreu durante a existência dessa rede (check-ins dissonantes poderiam existir!)? Por acaso você lembrava o jogo de uma forma, e acabou que tua impressão do passado não coincide com o que você deixou de lembrança(textos, conversas, mensagens, etc)? São coisas assim que gostaria de saber

    Bacana unir o útil ao agradável desse jeito.

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      manoelnsn · 16 days ago · 2 pontos

      Isso é sinal que tu tá evoluindo seus conceitos, e isso é excelente.

      No meu caso eu não costumo rejogar muita coisa, acho que o mais recente foi o SRW OG Saga Endless Frontier do DS, e eu consegui perceber algumas coisinhas a mais, ainda mais por eu ter bem mais critério comparativo hoje em dia do que eu tinha na época quando joguei XD

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      igor_park · 16 days ago · 2 pontos

      Isso é normal.
      Com jogos, músicas e etc.
      O senso crítico e opiniões modificam.
      Normal isso aí .
      Tem alguns jogos que eu odiei anos depois joguei e achei bom kkkk. Normal.

      1 reply
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      volstag · 15 days ago · 2 pontos

      Metal Gear Rising eu adorava, passei alguns anos sem jogar, um belo dia no ano passado comprei o jogo original (meu PS3 foi sempre na base da pirataria até que decidi formatar e parar com isso), então instalei ele, até comprei as duas DLCs com coisa que nunca tinha visto, fui jogar e a câmera no jogo me fez pegar ódio, hoje TENTO jogar de pouco em pouco, mas é no máximo meia horinha por semana que meu saco aguenta, é incrível o quanto o jogo agora pra mim é tão mal feito na que diz respeito ao controle e câmera.

      2 replies
  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-11 13:54:05 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>Fazendo mais um check-in rapidão do Royal por aq

    Fazendo mais um check-in rapidão do Royal por aqui, por que eu derrotei o Yaldabaoth, e o Morgana "morreu" em uma cena até bem bonita, mas considerando que já tivemos as mortes falsas do Ryuji e do Sojiro antes, já sabemos o que vai acontecer...

    (Pior que, considerando que a expansão do Royal lida com realidades vagamente ideais e critica isso, faz menos sentido ainda que Morgana continue vivo no fim da história!)

    A Prisão da Regressão, que é a parte anterior ao enfrentamento do Santo Graal (o primeiro), continua sendo uma das partes mais intrigantes e com algumas das melhores ideias do jogo, e por isso também se tornou a mais decepcionante por ser criminalmente subdesenvolvida, porque essa parte no jogo original já tinha tirado os freios e porque é meio complicado tirar os status de herói do jogador né mesmo? (Cof Cof TLOU Parte II)

    Fora isso, a batalha contra o Yaldabaoth foi bem fácil do que antes por quê como eu disse eu dediquei tempo (e dinheiro) para Personas roubadas pra caralho, como o Vishnu, que com a Trait dele (novidade do Royal) e mais algumas engenhocas, me permitiu usar Pantha Rei (dano severo de vento individual) gastando apenas 10 SP (o original custa 48)... simplesmente ridículo. Ah, e eu também consegui todos os anjos com exceção do Metatron, mas ele está no caminho...

    Agora que chega a parte nova do jogo e a mais crítica da história inteira. Espero com ansiedade voltar ao jogo e ver o que rola...

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  • brunothebigboss Bruno dos Anjos Seixas
    2020-09-10 12:46:13 -0300 Thumb picture
    brunothebigboss checked-in:
    Post by brunothebigboss: <p>O 2º ato do jogo (anteriormente o 3º no original

    O 2º ato do jogo (anteriormente o 3º no original) está chegando ao fim...

    O Palácio do Shido chegou ao fim, e lá se foi a chance de criar um vilão memorável que fosse além de ser só o algoz do Joker. Mas uma coisa eu ainda mantenho: chegar na luta contra o Shadow Shido (que aliás, nem foi um perrengue tão grande quanto na 1ª vez) e ouvir isso:

    ... ainda é um dos momentos mais incríveis que os jogos podem proporcionar!

    Fora isso, mais alguns Confidants receberam o ponto final (acho zoado que o Morgana fala que esta é a minha última chance de vê-los sendo que em Royal há janeiro). Foram a vez de Shinya (que mal teve chance lá em 2017), Hifumi e Futaba (estas duas cheguei bem perto de terminar anos atrás), que me possibilitaram criar umas Personas BEM fudidas (dinheiro não foi um problema, apesar de ter gastado quase um milhão de ienes em equipamentos, Personas e autorizações para usar Personas mais fortes).

    Agora só falta descobrir a verdade da Tartarus, digo, Mementos...

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      bahamut · 19 days ago · 2 pontos

      Essa luta ao som dessa música é mesmo incrível.
      "But I will educate you through and through!"

  • cris_ds Cris DS
    2020-09-07 21:13:42 -0300 Thumb picture
    cris_ds checked-in:
    Post by cris_ds: <p>#img#[734304]</p><p>Zerado e platinado (nem seri

    Zerado e platinado (nem seria com todos no level 99, mas na última semana do jogo surgiu uma oportunidade de farming no mementos que não pude deixar passar e subi uns 10 leves rapidíssimo).

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      raiden · 21 days ago · 3 pontos

      Tenho a versão "normal". Essa royal vale a pena? Pergunta idiota, eu sei, mas digo em relação a conteúdo extra e relevante pro enredo.

      4 replies

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