• thenintendista NintendistaOficial
    2019-02-20 20:15:17 -0300 Thumb picture

    Melhores Jogos de Luta Android

    A Plataforma android está surpreendendo o mundo tanto com aplicativos sensacionais quanto no mundo dos games ou dos digamos celulares consoles ou celulares gamers e hoje eu trago 10 melhores jogos de luta dessa plataforma nos prestigie e se inscreva em nosso canal para conhecer essa lista que está realmente fenomenal !  

    3
  • 2019-02-17 08:08:15 -0300 Thumb picture
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-02-15 20:40:20 -0200 Thumb picture

    Voltando a desenhar: "Reptile"

    Medium 617218 3309110367

    Seguindo a vibe dos reveals do MK11 e o amor pela velha franquia, comprei as canetas nanquim outra vez e to voltando aos poucos "brincar com o papel" hahaha

    @inksketch

    11
  • leandro2litros Leandro Paz
    2019-02-08 18:28:47 -0200 Thumb picture
    <p>...</p> - Alvanista

    Medium 615865 3309110367

    ...

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    • Micro picture
      santz · 11 dias atrás · 1 ponto

      Um dia ele aparece, nem que seja como DLC.

  • tiagodantas Tiago
    2019-02-08 18:18:21 -0200 Thumb picture
    39
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      gusgeek · 14 dias atrás · 2 pontos

      E não é que ficou bom!! XD

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      vinicios_santana_3 · 13 dias atrás · 2 pontos

      Gostei das montagens, só senti falta do nome dos atores. Alguns estão difíceis de identificar.

      1 resposta
    • Micro picture
      raiden · 13 dias atrás · 2 pontos

      Foda!!!! kkkkkkkkkkkkk

  • douggycandido 'Douggy' Candido
    2019-02-05 21:57:50 -0200 Thumb picture
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      rshadowss · 17 dias atrás · 3 pontos

      Kabal vai voltar no tempo e criar o Kabalpoint

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      niltondeoliveira · 16 dias atrás · 1 ponto

      No aguardo de uma esclarecimento kabal

  • pauloe Paulo Emilio
    2019-02-05 20:19:14 -0200 Thumb picture

    KABAL!!!

    Ed Boon acabou de anunciar no twitter o Kabal no MK XI. \o/

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      augus · 16 dias atrás · 1 ponto

      Esse fatality dele tá muito bom. MK XI tá me surpreendo muito positivamente.

  • thiones Sebá Oliveira
    2019-02-04 11:48:01 -0200 Thumb picture

    Mortal kombat não é bagunça não!

    Medium 615080 3309110367

    Eu navego na Internet e logo penso: Como pode tanta viagem besta? Celoko bicho! 

    Eu vi até uma petição pra colocar um Chevete 84 no MK11... Deuzolivre. 

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      tiagodantas · 18 dias atrás · 2 pontos

      Concordo com o senhor do murrão XD

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      _gustavo · 18 dias atrás · 2 pontos

      Na verdade, verdade mesmo não deveria ter nenhum convidado de fora dessa vez, se tiver...fazer oq, mas preferia que os Kombat Packs dessa vez fossem todos só com personagens do próprio universo de MK

    • Micro picture
      igor_park · 18 dias atrás · 2 pontos

      Eu não gosto de Mk, mas realmente não tem nada adicionar Salsicha no game violento talvez no Injustice ainda funcionasse kkkk

  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-28 02:43:56 -0200 Thumb picture

    Mortal Kombat Kast, Violência e Video game

    Medium 3700384 featured image

    Conteúdo original TRU.BLOG.BR

    1 Introdução:

    Um símbolo da cultura pop, um símbolo do vídeo game, um símbolo da violência.

    2 Entrevista:

    Richard Divizio & Daniel Pesina - Vozes de Outros Mundos.

    3 Debate:

    “There is no knowledge that is not power”

    ___________________________________________________________________

    Um símbolo da cultura pop, Um símbolo do vídeo game, Um símbolo da violência.

    Com o lançamento de Mortal Kombat 11 já anunciado para abril de 2019, a franquia retorna, aos poucos, ao centro dos holofotes da mídia. Sendo uma das séries mais populares não apenas no universo dos jogos de luta mas do público geral, MK carrega consigo um legado considerável na história do vídeo game, seja pela sua qualidade, resistência ao tempo, sua tragetória e transformações ao longo das muitas gerações pela qual percorrera. Porém, existe mais um marco em sua história que o singulariza em meio a tantos jogos:

    Em 1993, Mortal Kombat foi um dos principais responsáveis pela criação do ESRB, ao lado de jogos como Night Trap, Doom e Lethal Enforcers. Com o lançamento do jogo e seu sucesso comercial, a obra de Ed Boon e John Tobias chamara também a atenção da mídia tradicional e de vozes na política como o então senador do congresso norte americano como Joe Lieberman e Herbert Kohl, culminando, ao final de audiências públicas extraordinárias no órgão de regulamentação de faixa etária.

    Aos olhos desinformados, Mortal Kombat pode parecer o retrato mais terrível da violência e sua glamurização. Já à aquele que se propõe a enxergar a obra em sua totalidade, este é mais do que isso. Pode ser visto como uma homenagem e/ou sátira à cultura e cinema tanto oriental como hollywoodiano, alimentou ativamente um dos debates mais fundamentais na consolidação da mídia interativa como produto e como arte, simbolizando a luta pelo direito da liberdade criativa ao mesmo tempo que proporcionando a nós a possibilidade de discutir, enfim, a violência em nossa sociedade, em nossa cultura e no entretenimento e termos um bom jogo para jogar ao fim do dia.

    Entrevista:

    Richard Divizio & Daniel Pesina

    Vozes de Outros Mundos.

    Para discutirmos o impacto da obra e desdobrarmos o debate proposto, duas nobres vozes de dentro do universo e da história de Mortal Kombat assumem o centro da arena neste texto, discorrendo, em uma curta entrevista, sobre a história da franquia e sobre a temática do vídeo game e a violência.

    Richard Divizio: O ator americano é majoritariamente conhecido por atuar como o personagem KANO nos três primeiros jogos da franquia. Divizio também interpretara Baraka em Mortal Kombat II, Kabal em MK III, Quan Chi e Shang Tsung em Mortal Kombat Mythologies: Sub-zero, além de realizar captura de movimentos para jogos da era 3D como Mortal Kombat 4 e Deadly Alliance. Divizio é mencionado como o único ator a estar presente em todos os jogos da série da era dos graficos digitalizados. Além de mestre em artes marciais, Divizio também possui formação acadêmica em design gráfico.

    Daniel Pesina: Conhecido especialmente pela interpretação do personagem Johnny Cage nos dois primeiros jogos da série, foi também o ator de personagens como Sub-Zero, Scorpion, Reptile e os ninjas secretos – Noob Saibot e Smoke - em Mortal Kombat II. Pesina é mestre de diversas artes marciais e trabalhara na produção de outros jogos de luta da época e também interpretara em filmes como Teenage Mutant Ninja Turtles II e The Book of Swords junto à Divizio. Hoje, Pesina é professor de artes marciais em Chicago

    Deixo neste breve parágrafo e no empenho da produção deste simples artigo o meu mais sincero obrigado a Daniel Pesina e Richard Divizio pela atenção e pelo tempo disponibilizado a responder às perguntas, proporcionando uma excelente contribuição ao texto e ao tema. As respostas dadas pelos atores foram integralmente preservadas na publicação.

    E SEGUE OS CARAS! : twitter.com/masterpesina twitter.com/rdivizio


    1 - Na época da produção do(s) primeiro(s) Mortal Kombat(s), você notara algo "perigoso" ou controverso no jogo em relação aos outros existentes no mercado? Esperava tal reação em 1993 e 1994 e como você lidou com isso?

    DIVIZIO:

    O jogo foi divertido de fazer e não estava além da violência que você teria visto nos filmes da época. Uma nota importante a ser considerada é que os videogames durante esse período não tinham um sistema de classificação etária, mas os filmes possuiam, como o PG13 ou a classificação R – restrita - Jogos como o Mortal Kombat mudaram isso para a indústria. Lidar com a acusação da responsabilidade [por conta da violência do jogo] sempre foi a mesma coisa, a criação dos filhos começa em casa e cada pessoa deve aprender a diferença entre realidade e fantasia.

    PESINA:

    Originalmente nos disseram que haveria apenas 200 gabinetes de arcade produzidos. O jogo foi planejado para um público mais maduro, a idade que geralmente frequenta galerias de fliperama [nos EUA da época]. Crianças mais jovens não costumam visitar esses lugares sozinhas.



    2 - Qual a sua opinião sobre as diferenças entre violência na mídia interpretativa e interativa (como filmes / jogos) em termos de seus efeitos e seu direito de existir?

    DIVIZIO:

    Eu não sou um grande fã de jogos onde você rouba carros e coisas do tipo. Na verdade, eu não jogo nenhum jogo [risos]. O último jogo que joguei foi o Abe’s Oddworld para PS1. Sempre haverá violência em nossa sociedade, infelizmente, e ela será mostrada em muitas formas de arte. Essa é a nossa liberdade para expressar. Mais uma vez, conheça a realidade e a fantasia. Você tem a liberdade de assistir ou se afastar para jogar ou não jogar. Esta é a sua liberdade de expressão.

    PESINA:

    [Veja resposta #4]



    3 - No seu entendimento, qual é o elemento mais controverso no retrato da violência aos olhos da sociedade que criticou o jogo? (o ato violento em si, o ato de participar, o grau de realismo, entre outros).

    DIVIZIO:

    A sociedade às vezes sente que, se o ato em si é mostrado, as pessoas podem copiar isso na vida real. É aqui que entra a educação. Não posso expressar isso o suficiente.

    PESINA:

    [Veja resposta #4]



    4 - Existe algum limite que torne a violência no entretenimento problemática e como lidar com isso sem incorrer em questões de liberdade artística?

    DIVIZIO:

    Quando educado corretamente, você pode assistir ou jogar qualquer coisa e ir embora porque sabe a diferença.

    PESINA:

    Vejo as perguntas de 2 a 4 vinculadas

    A forma como nos aproximamos da violência é muitas vezes baseada em coisas que nos são apresentadas, na maneira como nossos entes queridos nos criam ou na falta de interação com o mundo. Pessoalmente, vejo a violência no cinema e na multimídia como entretenimento. Eu tomo isso como entretenimento. Quando vejo violência nesses meios, não acho que sejam reais ou aceitáveis. É apenas entretenimento. Então, se você não gosta, geralmente pode optar por não assistir ou mudar o canal, por assim dizer

    A sociedade como um todo tem mudado, Como tudo muda eventualmente, mas não houve um balanceamento para tudo o que o mundo atual está vivendo. A criação dos filhos tomara um lugar secundário em comparação às necessidades mais materiais como ter o pão na mesa ao fim do dia, saúde, ter um teto sobre nossas cabeças e pagar contas. A maior parte da sociedade tem que trabalhar horas extras para sobreviver.

    Os filhos precisam de orientação. Com a falta de pelo menos um dos pais dispostos a isso, elas podem distorcer ou não compreender o peso e lugar de certas normas sociais. É difícil responsabilizar alguém ou exigir prestação de contas sem primeiro olhar para os nossos sistemas políticos que ditam a sociedade. Se nossos políticos colocam dinheiro primeiro plano, as coisas ficam desequilibradas. Não digo que o dinheiro é o culpado de tudo, mas a ganância tem grande peso no alimentar dessa controvérsia sobre a violência. Em muitos lares hoje, o dinheiro ocupa o primeiro lugar sobrepondo-se à familia. Isso acentua um estresse social quando não conseguimos colocar as necessidades de nossos filhos primeiro. Precisamos de políticos inteligentes. Os políticos são pagos para resolver problemas e devem trabalhar pelo bem comum. É uma tarefa difícil, mas é por isso que precisamos de pessoas inteligentes liderando. Se queremos uma sociedade melhor, precisamos dos melhores líderes

    Sem essa orientação, os lados criativos e o consumo do entretenimento podem ter um efeito reverso, ter sua mensagem distorcida. É necessário uma visão abrangente, complexa para começar a investigar esses conceitos e somente então podemos abordar tais preocupações.



    5 - John Carmack [Um dos criadores de Doom] disse um dia: "História em um jogo é como uma história em um filme pornô. Espera-se que esteja lá, mas não é tão importante". Outros exemplos do setor, como Warren Spector, diferem em alguns pontos sobre o que é considerado PRIORIDADE em suas obras. Qual seria o elemento definidor ou mais importante / característico dos videogames para você?

    DIVIZIO:

    O desenvolvimento de personagens em qualquer história que você esteja tentando contar é crucial, seja ou não interessante, e as pessoas gostarão disso ou ficarão entediadas. Definitivamente, tem que ter uma “História” para acompanhar a “história”.

    PESINA:

    Os jogos mudaram muito com a interação da mídia. Um exemplo: Originalmente, estávamos criando o melhor jogo de luta que podíamos. Nós nunca imaginamos isso indo para outras mídias e filmes. A história era simples, solta. É um jogo de luta, nada mais. Movendo-se para uma história em quadrinhos, precisava haver um pouco mais de história. Em seguida, transformá-lo em um filme precisava de mais.

    Agora, quando você está criando um videogame, não está apenas esperando que ele se transforme em um filme, mas você planeja fazê-lo. Amor e visão do seu trabalho é a característica mais importante de qualquer projeto.

    Além disso, no lado criativo, um problema pode ser que as pessoas assumam o seu trabalho e apontem para uma direção diferente muitas vezes devido ao dinheiro. Eles vêem isso não como arte e expressão. Pensam no lado do dinheiro. Eles esquecem que foi o lado da arte que acendeu a popularidade do projeto.

    MK III é um bom exemplo disso. A administração barrou alguns dos co-criadores, passou por cima do criador e deixou um gerente/criador liderar o projeto. O lado comercial quase apagou esse jogo. Eles tiveram que lançar MK Trilogy [e UMKIII] para salvar a franquia. o jogo [MKIII] foi tão impopular que você nunca ouviu falar dele, apenas MK Trilogy.



    6 - Hoje, anos após o lançamento, o que você vê como a maior contribuição de Mortal Kombat para a indústria de jogos em geral e para você como indivíduo? Como você entende esse momento - 1993-4 - e todo o debate que aconteceu na história da consolidação da mídia?

    DIVIZIO:

    Um sistema de classificação indicativa foi uma grande contribuição para o mundo dos jogos, e ajudou a controlar quantos anos alguém tem que ter para jogar esses tipos de jogos. Pais Ainda tem um papel a desempenhar na educação de seus filhos, mas ter um sistema de classificação definitivamente pode ajudar. Criativamente, eu acredito que muitos de nós amigos nos juntamos com muitas idéias legais para criar um video game extraordinário e muito bem sucedido.

    PESINA:

    MK teve várias contribuições para a indústria de jogos. Para mim, quase não penso nessas conquistas. A controvérsia, totalmente política, sem nenhum motivo a não ser a culpa pela negligência política e o fracasso de nossos representantes como líderes.

    Eu ajudei a criar este projeto e fico feliz por ser elogiado pelos fãs desse gênero. Diz o ditado que “somos apenas carne em um pedaço de rocha que está viajando através de um vasto universo a centenas de quilômetros por hora, que perduram por momentos em um cosmos atemporal”. Eu só estou aproveitando o passeio.

    Espero que a sociedade possa se equilibrar. Assumir responsabilidade é o começo para abordar essa controvérsia. As pessoas precisam ser gentis umas com as outras. Não excessivamente mas de forma respeitosa.


    Debate:

    “Não há conhecimento que não seja Poder.

    O paralelo realizado entre o Vídeo game, sua violência e nossa realidade sempre foi feito. Os distantes da mídia interativa assustam-se ao se deparar com jogos como Grand Theft Auto da mesma forma – apenas em menor grau – que assustaram-se no passado com Death Race, Doom, Mortal Kombat, Night Trap. Ainda assim, o sentimento à aqueles apaixonados pelo vídeo game é o de frustração pelo fato de que tal discussão parece nunca ter fim.

    Com a expansão do alcance da mídia, o envelhecimento de parte de seu público consumidor, acessibilidade de mercado e complexificação dos jogos, muitos que criticavam e temiam tempos atrás, hoje aplaudem ou consomem, como é o caso do citado Grand Theft Auto e sua quinta sequência. porém, controvérsias ainda hoje são comuns, tanto motivadas por uma mídia tradicional que não como interesse basicamente a capitalização sobre o pânico causado por tais tipos de polêmicas ou por nossa própria ignorância.

    Hatred é um exemplo de como, muitas vezes dentro do próprio público consumidor dos jogos, não paramos para discutir a questão. Após o lançamento na Steam, o jogo no qual a temática é o controlar de um psicopata armado em busca de descontar sua fúria em todos que vê pela frente, este foi rapidamente retirato da loja por um breve momento e reinserido por questões de direito criativo. Mas o quê nos leva desdenhar de obras como Hatred ou estranhar a nova leva de jogos de pornografia japonesa que têm aparecido no mercado ultimamente enquanto atiramos em árabes pintados de terroristas há anos, decapitamos nossos adversários há ainda mais tempo, e coisas do tipo?

    A resposta, se é que existe, é complexa. O contexto, o socialmente aceitável, a normalização de estar acostumado com um tipo de produto e não de outro. Ao final, é interessante notar o quão pouco parecemos ter conseguido discutir construtivamente sobre isso dentro da própria comunidade, e a discussão, o enfrentamento da ignorância e hipocrisia é o único meio de levar isso adiante, preparmos para as diversas tentativas de construção de controvérsias que inevitavelmente virão quando algo “subversivo” surgir.

    Essa é a importância de não apenas defendermos tal forma de arte apenas pelo seu direito de existir e da liberdade de expressão, mas pelo estudo. Inserir o debate na escola, na universidade, em nossa familia. Como Divizio e Pesina apontam magistralmente, a educação sempre será o melhor caminho. Discutir, enfim, por que ainda hoje tantos enxergam o video game como algo pertencente ao público infantojuvenil, outros tantos não se incomodam com as chacinas de John Wick nos cinemas e tremem ao ver uma partida de Counter Strike sendo jogada profissionalmente. A educação não somente informa sobre os significados da mídia e de nossa cultura mas também pode nos ensinar a lidar com suas questões, distinguir o real do virtual.

    Que o jogo tem o poder de influenciar-nos já é senso comum, e não deixa de estar certo justamente porque tudo em nossa realidade tem a capacidade de nos influenciar de alguma formaUma música, um filme, o presenciar de uma cena, um jogo, uma memória ou até mesmo o tédio. O que nos diferencia é a capacidade de discernimento para compreender o lugar de cada coisa, do entretenimento e da realidade. Nossa cultura e sociedade existe e se transforma sempre com base na apropriação daquilo que nos circunda.

    A mídia interativa se transformara brutalmente em poucas décadas. A sua própria definição de jogo, em comparação com a interpretação ampla de jogo que temos, já não é mais suficiente quando paramos para pensar que FIFA, The Last Of Us, Mortal Kombat, Gran Turismo, Rainbow Six e To The Moon compartilham os mesmos espaços em lojas e dividem o mesmo conceito.

    É necessário, sempre que ouvirmos alguém iniciar discussão como tal, ao invéz de aderirmos à defensiva somente, ouvirmos seus argumentos ou opiniões e, se for o caso, expormos a ignorância e a desinformação que gira em torno do tema, sempre prezando pelo conhecimento e a importância da educação para que assim possamos colaborar para a formação de uma sociedade mais saudável e menos volátil.


    João Gabriel Maia

    https://soundcloud.com/tru_cast">https://soundcloud.com/tru_cast

    https://www.instagram.com/tru.cast/

    http://tru.blog.br/

    https://open.spotify.com/show/3vuHkXmewsXkyLvf1vNn...

    Agradeço imensamente mais uma vez a Richard Divizio e Daniel Pesina pela contribuição especial ao debate, ao mundo do vídeo game e às histórias. Não há como esconder meu lugar de fã no meio de tudo isso.

    Sobre o autor: Formado em História pela universidade federal de Uberlândia, apaixonado e curioso pelo universo do video game, música e cinema. Pesquisei como trabalho final de conclusão de curso o tema: A violência e o vídeo game nos Estados Unidos: Diálogos entre mídias e o desenvolvimento tecnológico em Doom (1993), Mortal Kombat (1992) e Night Trap (1992).

    Disponível em:

    8
  • dyudii Juliana
    2019-01-26 11:46:35 -0200 Thumb picture

    Melhor dublagem

    @desafio

    DAY 26

    Melhor dublagem eu não sei, mas ter que ouvir a Pitty (nada contra a cantora pois adoro as músicas  dela) dublando a Cassie Cage em MKX doeu meus ouvidos... “mamma mia” heim!!! 

    Obs.: não está ruim, mas faltou um tcham a mais na minha opinião.

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