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  • ohhhhhleeeeo Padawan da Malandraj
    2021-03-06 20:58:03 -0300 Thumb picture
    ohhhhhleeeeo checked-in:
    Post by ohhhhhleeeeo: <p>Zerei hoje de tarde. Sei lá, vou ver no google a

    Zerei hoje de tarde. Sei lá, vou ver no google a teoria da galera em relação ao final.

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  • mrmamoxi Mamo
    2021-03-01 22:40:32 -0300 Thumb picture
    mrmamoxi checked-in:
    Post by mrmamoxi: <p>#img#[763969]</p><p>Finalmente pude jogar este q

    Finalmente pude jogar este que queria desde que joguei Limbo.

    Os gráficos são tão simples mas ao mesmo tempo tão elaborados, eu simplesmente amo.

    Isso sem falar da trilha sonora que causa tensão em vários momentos.

    Achei ele mais fácil que Limbo, porém bem mais confuso, não entendi nada da história haha e vamos de procurar teorias.

    9
    • Micro picture
      santz · about 2 months ago · 1 ponto

      Eu achei a história mais envolvente que a de Limbo, apesar de não entendido direito nenhum dos dois.

      2 replies
  • herbertviana Herbert Viana
    2021-01-31 22:25:01 -0200 Thumb picture
    herbertviana checked-in:
    Post by herbertviana: <p>1º jogo finalizado no ano (07/01/2021), 63º no X

    1º jogo finalizado no ano (07/01/2021), 63º no Xbox One.

    Mais um excelente jogo da Playdead, sombrio e misterioso como Limbo. A perversidade do ser humano é uma das muitas reflexões que podem ser feitas em cima de Inside. Comecei bem o ano!

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    • Micro picture
      jezzon · 3 months ago · 2 pontos

      Playdead capricha demais em design de som e ambientação

      1 reply
    • Micro picture
      santz · 3 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é uma obra de arte. Foi um dos melhores jogos que zerei ano passado.

      1 reply
  • vanolligui Guilherme Vanolli
    2021-01-04 14:51:54 -0200 Thumb picture
    vanolligui checked-in:
    Post by vanolligui: <p>Se eu já havia ficado boquiaberto com Limbo, Ins

    Se eu já havia ficado boquiaberto com Limbo, Inside leva a experiência para um nível ainda melhor. Isso não é um jogo, é uma obra de arte!

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  • dudahatesu duda
    2021-01-03 22:28:04 -0200 Thumb picture
    dudahatesu checked-in:
    Post by dudahatesu: <p>#img#[754216]</p><p>Batendo cabeça....</p>

    Batendo cabeça....

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2020-12-28 04:02:31 -0200 Thumb picture

    Registro de finalizações: Inside

    Zerado dia 27/12/20

    Depois de jogar um Pocky & Rocky com meus amigos, fomos à festa de aniversário com meu sobrinho e de lá fomos para a casa deles. Como chegamos tarde, os dois logo caíram de sono e eu fiquei a procura do que fazer sozinho na sala. Estava com o PS4 ligado e testando uns jogos, então entrei na minha conta e baixei esse tal de Inside que comprei faz tempo bem baratinho na PSN.

    "Dos criadores de Limbo". Interessante, mesmo não sendo o maior fã de Limbo ou jogos do tipo, como Unravel e Little Nightmares.

    Joguei o nome no howlongtobeat.com antes para ver se rolava mesmo de terminar, pois não queria jogar "pingado" na casa dele. 3 horas e meia? Hummmm, vamos lá!

    Uma hora depois estava dormindo no sofá.

    Começando Inside, bem, ele é exatamente com todos esses jogos já mencionados: silencioso, imersivo e até um pouco cruel. Escuro! Ah, isso ele é! Tem aquele lado meio poético, meio que crítico, interpretativo, mas nem tanto.

    Uma coisa que achei legal é que o jogo começa do nada assim que você aperta para iniciar a aventura. Não há contexto, texto nem tutoriais. Você que se vire e tente entender o que está acontecendo!

    O estilo visual também me chamou atenção, sendo mais 3D do que eu esperava (acho que estava o ligando demais a Limbo) e tem um quê mais realista, ao invés do visual fantasioso de Unravel, por exemplo.

    A aventura se inicia com você se esgueirando por vários lugares, como pelo mato e fugindo de soldados que te procuram. O meu sentimento era de estar controlando uma criança fugindo de um campo de concentração ou de uma base russa.

    Outra coisa que achei interessante citar é que não senti o ar melancólico que jogos similares costumam ter, nem a sensação de terror, mas a ambientação pareceu ser de apena sum lugar normal enquanto a jogabilidade transmitia as emoções.

    O que quero dizer é que se você ficar parado e admirar os cenários, vai ver o por do sol por entre os prédios e plantações se movendo, enquanto sensações como desespero são em lugares assim, mas em partes que você está fugindo de cães, por exemplo.

    E por falar em cães, eles são das criaturas mais mortais do jogo. Pra ser sincero, Inside é quase sempre um jogo até bem cruel, sobretudo com mortes. Se os cães te pegam, eles te mordem horrivelmente. Já os soldados te baleiam sem dó e até ventiladores te cortam ao meio e fazem suas vísceras voarem.

    Não é um joguinho bestinha para qualquer membro da família!

    Outra coisa é que a jogabilidade simples de Inside acaba que deixou a experiência meio fácil e limitada, mas ao menos tudo funciona. Você sabe o que pode ou não fazer e conhece os limites de seus movimentos, coisa que nenhum dos outros similares me proporcionou.

    É um jogo um tanto quanto linear? Sim. Os puzzles dificilmente demoram 2 minutos até serem finalmente entendidos e concluídos? Sim! Mas o progresso é contínuo e eu cheguei a um ponto que só queria saber até onde o enredo em levaria. 

    Será que haviam explicações sobre o que estava acontecendo? Será que o garoto me surpreenderia? Eu tinha que saber!

    Enquanto isso eu andava e andava e andava por cenários vazios aqui e ali, vazia um puzzle simples, admirava a paisagem, corria de cães e nadava de monstros marinhos. Tava legal!

    Inside nunca deixa muito claro nada. Nem mesmo onde é checkpoint. Eu estava perto de terminar? Bem, talvez.

    No dia seguinte, que foi quando eu mais joguei, mais acordado pela manhã, meus amigos estavam me assistindo jogar. Um deles já tinha chegado bem perto do final e nem sabia.

    O jogo então trouxe um personagem bem diferente à tona e jogabilidade inesperada. Eu estava surpreso com o que o jogo fazia de novo. Nunca tinha visto algo tão estranho.

    Depois de mais umas seções curiosas, a aventura simplesmente chegou à um fim. Que estranho! Eu tentei interpretar o final de várias formas, mas não consegui imaginar nada, como se eu não tivesse saído do início do enredo, o que foi bem decepcionante.

    O final de Inside me preveniu de o classificar como "Favorito" aqui no Alvanista, mesmo tendo gostado da experiência até então.

    Resumindo: Inside é um bom jogo, e provavelmente o meu predileto desse gênero e em comparação com outros parecidos. Achei que fizeram um trabalho muito bacana, mas o final é estranho e inconclusivo, quase como se não houvessem terminado o jogo. Por outro lado, valeu a pena ter jogado até lá!

    De bom: visuais bonitos e estilosos. Temática mais adulta. Não é um jogo bugado ou que te deixa cheio de incertezas sobre como interagir com o cenário e objetos. Jogabilidade funcional. Cenários bonitos.

    De ruim: um tanto linear. Final sem graça. O jogo meio que não chega a lugar algum.

    No geral, eu recomendo o jogo, sem dúvidas e espero que alguém curta o final mais do que eu. Por outro lado, apesar de momento apreensivos, não acho que Inside tenha alguma mensagem ou adicione algo a nossa vida além do video game. Bacana!

    14
    • Micro picture
      santz · 4 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é excelente. Foi outro ue zerei também esse ano e foi uma das melhores experiências que já tive, foda demais. O cenário é super realista, o uso de luz e sombra nesse jogo é fenomenal. Os puzzles, os efeitos sonoros, a animação do personagem, tudo é muito bem amarrado. A história também é cheia de mistérios, sem diálogos nem nada, foda demais. Para entender melhor a trama do jogo, sugiro ouvir o podcast do Jogabilidade que fala desse jogo. Além da história, eles falam mais coisas técnicas que é top demais de ouvir.

  • neilson1984 Neilson Lopes De Carvalho
    2020-12-24 16:13:54 -0200 Thumb picture
  • jesspras Jessica
    2020-11-19 16:19:00 -0200 Thumb picture
    jesspras checked-in:
    Post by jesspras: <p>Gurizada vocês podem, por favor, me indicar jogo

    Gurizada vocês podem, por favor, me indicar jogos nessa mesma pegada?

    23
    • Micro picture
      volstag · 5 months ago · 2 pontos

      A empresa que fez esse tem vários, ja jogou eles também?

      2 replies
    • Micro picture
      thiagoreis · 5 months ago · 2 pontos

      Monochroma é mais ou menos parecido em alguns aspectos

    • Micro picture
      msvalle · 5 months ago · 2 pontos

      Tem um chamado Little Nightmares que me parece na mesma linha, mas não tenho certeza.

  • santz Santz
    2020-10-02 15:01:08 -0300 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 393 - Sombrio, bizarro, mais fantástico

     Limbo foi um dos primeiros jogos que zerei na Epic e em pouco tempo, também peguei Inside de graça, mas ignorei por enquanto. Do nada, me deu vontade de jogar e fiquei espantado com a qualidade do jogo. Galera, que gráficos são esses? Lindo demais, mega realista, um efeito de luz e sombra sensacional, mesmo usando só preto e branco, não deixa dúvida sobre o que está na tela. E a animação do boneco? Putz, top demais rapaz. O cenário de fundo então, nem se fala. É um jogo 2D, mas o cenário é 3D super aberto e muito bem projetado. Ver o cachorro correndo atrás de você vindo do fundo é muito foda.

     A mecânica do jogo é quase idêntica ao Limbo. Nosso personagem apenas pula e empurra as coisas e jogo tem o foco na resolução de quebra-cabeças + plataforma. Os puzzles são bem mais simples que no Limbo, só precisei caçar um tutorial apenas uma vez. O que mais gostei no jogo é a atmosfera sombria. É foda demais. A gente vai entendendo mais ou menos o que tá pegando conforme amos progredindo e isso sem nenhum diálogo ou palavras. Vale demais a experiência, mesmo quem nunca jogou Limbo. Um dos melhores jogos que joguei no ano.

    Minhas conquistas:

    *Todas as esferas encontradas.

    27
    • Micro picture
      cris_ds · 7 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é demais mesmo, as ambientações dele são fantásticas.
      Já que encontrou todas as esferas, fez também o final alternativo?

      2 replies
  • mabuwah Mabuwah
    2020-09-13 17:21:23 -0300 Thumb picture

    31/08/2020 - Inside - Nintendo Switch

    Medium 3826497 featured image

    Esse aqui é para os órfãos de Out of this Word e Heart of Darkness (e obviamente, do Limbo): game de aventura cinemático bem atmosférico, em que o tempo todo nos perguntamos que desgraça de lugar estamos e como o personagem sairá dali. 

    A ação é baseada em fuga e puzzles variados, alguns com certo enfoque em física, outros muito - muito mesmo - semelhantes ao primeiro Oddworld. Tudo vai acontecendo no decorrer do jogo de forma bem natural, não tem aquela coisa que vemos em alguns jogos de que só falta acender um letreiro escrito “Sala de Puzzle” na sua cara.

    O jogo é curto e achei as resoluções bem intuitivas, devo ter demorado menos de 3 horas pra terminá-lo. Claro que morri algumas vezes, muita coisa é na base da tentativa e erro e como prêmio vemos o personagem se estrepar das formas mais grotescas possíveis, seguindo à risca a cartilha desse tipo de jogo.  

    No geral achei ele excelente, bem superior ao Limbo, mas não me vejo voltando nele sabendo como tudo se resolve, ao contrário de cinemáticos que seguem uma linha mais cadenciada e substancial como Flashback ou Prince of Persia, que vira e mexe estou pegando pra terminar de novo. 

    O final é bem enigmático e resolvi não colocar quaisquer screenshots como de costume pra não spoilar, apesar de que na minha opinião o que vale aqui é o velho clichê de "o que valeu foi a trajetória", uma foto não significaria absolutamente nada fora do contexto.

    7
    • Micro picture
      santz · 7 months ago · 2 pontos

      Comecei ele nesse final de semana. Caralho, que jogo foda do caralho! Devo estar quase terminando. Passei daquela parte que o moleque aprende o fôlego infinito.

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