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  • cyberwoo Diogo Batista
    2019-01-16 14:00:25 -0200 Thumb picture

    Fallout 76 | Uma experiencia single player frustrante

    Galera, tem review novo no site, dessa vez analisamos um jogo que deu o que falar durante seu lançamento. Se trata de Fallout 76.

    Muitas coisas foram ditas, mas será que todas as criticas foram justas? Bem, nós jogamos para tirar isso a prova, confiram nosso review aqui: https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/01/fallout-76-uma-experiencia-single.html

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  • pyre Pyre
    2019-01-09 00:28:45 -0200 Thumb picture

    A tragicômica resposta dos criadores da Nuka Dark Rum

    Medium 3696516 featured image

    Ultimamente temos vivido uma tempestade de merda em volta de tudo que se relaciona a Fallout 76. Infelizmente o que um dia foi um símbolo de diversão, como Fallout um dia já foi, agora é ridicularizado e tem sua imagem jogado a lama.

    E em relação a produtos colecionáveis da franquia não poderia ser diferente, tivemos o recente caso da “mochila de lona” na edição de colecionador, e o do decepcionante design da Nuka Dark Rum.

    Entretanto, a trama desse acontecido, que é digno de uma novela mexicana, não acaba por aqui. A empresa responsável pela criação da Nuka Dark Rum, Silver Screen Bottling Company, se pronunciou em relação aos feedbacks negativos do seu produto.

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  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-05 01:44:07 -0200 Thumb picture

    A Crítica "Desespecializada"

    Medium 3695717 featured image

    A Crítica "Desespecializada"

    É de se pensar: Uma empresa multimilionária realiza o lançamento de um jogo pelo preço padrão da indústria – 60 dólares – fundamentalmente problemático, com questões de balanceamento, performance, bugs, produz falsa propaganda sobre o seu produto vendido e, de alguma forma, parte da “mídia especializada” sustenta a narrativa de que a culpa é, ao final, do próprio consumidor.

    Pensemos também: Blizzard e Diablo Imortal. Ignorando completamente os pedidos da própria comunidade, sem o menor tato para suas prioridades, produzindo um jogo de uma das franquias mais aguardadas para uma plataforma distante de seu público de forma barata, reaproveitando Assets de outros jogos já existentes e completamente descaracterizada, a reação do fã é mais do que compreensível. É de se orgulhar. São raras as vezes que nós como público não aceitamos de forma pacífica as piores práticas que povoam hoje o mercado de jogos e que tem a cada dia se tornado mais predatórias. Mas porque, outra vez, grande parte da cobertura especializada mantém-se outra vez ao lado contrário daqueles que são o elo mais fraco e seu público – o consumidor?

    O quê acontecera com a “grande mídia” do video game? Kotaku, GiantBomb, IGN entre outras tornaram-se para muitos sinônimo de palco para grandes empresas anunciarem seus jogos, críticas rasas, pontuações esdrúxulas e mercenarismo.

    o que deveria ser o standart para uma boa leitura crítica e objetiva dos jogos e das reações da indústria?

    A resposta:

    Dinheiro. Quando tratamos de empresas gigantescas, informação, lançamentos milionários e a corrida do jornalismo do topo da pirâmide, dinheiro alimenta fundamentalmente sua existência. No caso das desenvolvedoras grandes, até certo ponto, o feedback verbal da comunidade tem peso importante, mas ao fim do dia o agrado aos investidores acaba sendo de maior relevância 90 porcento das vezes.

    Já ao abordarmos a mídia especializada, quantidade e velocidade acabam sendo conceitos com maior valor que a qualidade. Manter uma boa relação com as Publishers e garantir a postagem das análises o mais rápido possível é o que garante a “relevância” destas. Obviamente sua qualidade no processo é fortemente comprometida pelo tempo disponível, pela vulgaridade de sistemas de pontuação que conseguem elencar elementos do jogo em notas extremamente abstratas. É realmente cômico tentar entender, por exemplo, a mentalidade por trás de definir a qualidade dos gráficos de um jogo em uma nota como um “8.7”.

    O que busco, portanto, discutir neste artigo é: quais elementos deveriam compor TAMBÉM uma boa crítica de jogos de vídeo game e qual a diferença entre Crítica e Opinião.

    Opções, Performance e Qualidade:

    Geralmente ignorado por grande parte das críticas, a performance do rodar do jogo nas plataformas é um fator extremamente relevante que geralmente não é levada em conta. Problemas de performance e limitação das opções disponíveis podem transformar um bom jogo um grande pesadelo e arruinar a experiência do jogador.

    Need for Speed Rivals foi exemplo disso. A limitação para 30 fps do jogo independente da plataforma irritou grande parte dos jogadores. Uma taxa de quadros reduzida em um jogo de corrida de uma franquia que sempre havia permitido aos jogadores do PC o dobro desta, de uma hora para outra em um port feito às pressas e sem o devido cuidado manchou completamente o lançamento do jogo – que já sofria com a “rotina” da franquia e problemas em questão de jogabilidade, física e inovação.

    Para muitos, performance é um elemento definidor da compra. Jogadores mais competitivos de jogos como Street Fighter, Mortal Kombat ou FPS como Counter Strike e outros tiram maior proveito da fluidez de um maior número de quadro e de mais opções de customisações de visuais, portanto, é algo que deve ser levado em conta. Personalidades como Total Biscuit (RIP) era conhecido por iniciar todas as suas análises por uma tour pelas opções do jogo, exigindo possibilidade de modificações do FOV, limitação de frames, resolução, modificação do HUD e muitos outros elemente que podem fazer grande diferença e que com a tecnologia e o valor de produção de hoje DEVERIAM SER COMUNS de se ver.

    Street Fighter V é um exemplo de jogo que, além do modelo de negócios questionável, sofrera críticas por mudanças significativas em elementos como um maior “input lag” e simplificação de mecânicas que demandavam maior mastering em versões passadas.

    Modelo de negócio:

    Comum em outros setores de mercado, o preço é sempre levado em conta no classificar do produto. A decisão da crítica sobre um modelo de carro pode cair por terra justamente por custar um preço acima do necessário ou valor de revenda, preço da manutenção.

    O modelo de negócios deveria ser algo a se pesar ao se analisar criticamente seja qual for o jogo. Pagar 20 reais em um jogo Indie desenvolvido por um jogo desenvolvido por um sujeito solitário, mesmo que realmente não tenha esse valor, é algo que fazemos pelo apreço ao esforço e trabalho de quem desenvolveu. Já pagar 20 reais em microtransações em um jogo simples de celular desenvolvido por uma empresa milionária chinesa que claramente não deveria custar tal valor é algo completamente diferente subjetivamente mesmo sendo similar objetivamente.

    O preço do jogo, as microtransações, a forma como seu conteúdo é disponibilizado, season passes e outras práticas são fatores levados em conta por críticos como Angry Joe em suas análises mas raramente despontam de forma significativa ou impactam na nota de um jogo em sites mais convencionais como IGN.

    Dificuldade e Design:

    Dificuldades e modos de jogo extras, curva do desafio, inteligência artificial, constância da experiência são também coisas a se pensar. Jogos aclamados como Call Of Duty Modern Warfare 4 é um exemplo perfeito de como as dificuldades complementares como o modo mais difícil – Veteran – se torna uma experiência extremamente frustrante por conta do design de certas partes de mapas onde é basicamente inevitável ser atingido. Neste caso, o aumento da dificuldade apenas amplia a porcentagem de dano dos adversários. O comportamento, posicionamento, número e estratégias destes são as mesmas, o que demonstra uma maneira simplista de pensar no desafio do jogo.

    O remake de Doom, por mais brilhante que seja em muitos aspectos também gera uma pequena decepção pela falta da experimentação em comparação com o design dos clássicos e pela repetição do formato do gameplay nos estágios finais.

    “1000 Horas de conteúdo!”:

    O discurso das infinitas horas de conteúdo, para mim, é uma das maiores perdas de tempo que vemos hoje na indústria. Vemos dezenas de vezes jogos novos chegarem ao mercado anunciando horas e horas de conteúdo jogável mas que, ao final do dia, são apenas uma reciclagem das mesmas missões, elementos e mecânicas que já passamos as primeiras dez horas fazendo. Uma missão bem planejada e marcante deveria pesar muito mais que cinco missões secundárias onde fazemos a mesma coisa sem nenhum real sentido.

    Uma campanha de Resident Evil 7 tem muito mais presença que centenas de horas em Metal Gear Survive. Porém o argumento da quantidade parece ter hoje muito mais presença que a qualidade, quando estamos a todo momento tentando justificar nosso dinheiro gasto. No final das contas, jogos diferentes demandam prioridades diferentes.

    Histórico:

    Como descrito por Videogame Dunkey, um dos problemas de grandes sites de análises é justamente o fato da descaracterização do crítico, ou seja, não sabermos realmente “quem é” aquele que a escreve no sentido de preferências, outras críticas e mais fatores. Sendo assim, alguém como eu que raramente passa tempo jogando jogos de esporte dificilmente faria uma crítica boa e completa sobre estes.

    Quando investimos tempo em um gênero, conhecemos mais sobre o que o torna especial. Ao contrário do que muitos dizem, é por gostar muito de jogos de FPS que não me agrado com facilidade com qualquer jogo genérico que gaste meu tempo. Ao conhecer a fundo este, desenvolvemos a habilidade de reconhecer as mecânicas que os definem, os problemas que se repetem constantemente e em quais áreas há possibilidade de arriscar e inovar, nos tornando assim, mais críticos a cada elemento dos jogos que analisamos. 

    Proposta X e Proposta Y:

    Cada produção deve ser pensada isoladamente até certo ponto. Jogos diferentes possuem propostas diferentes. Por tal motivo, é extremamente errado e cômico quando vemos uma análise de um jogo como Assetto Corsa em que o autor reclama sobre a dificuldade de se dirigir e da física comparada a algo como Forza Motorsport. Enquanto este segundo se molda num pseudo-realismo onde elementos da simulação compartilham espaço com mecânicas mais acessíveis, a simulação completa de Assetto Corsa se mostra algo completamente diferente em termos de jogabilidade. Jogos diferentes, públicos diferentes.

    No que diz respeito à continuações, parte da proposta de uma sequência é... ser uma sequência? Justamente por isso que mudanças muito bruscas ou radicais podem não ser bem vindas, descaracterizando e se distanciando demais com relação aos seus antecessores.

    Excessão: é importante lembrar que, quando a própria desenvolvedora, pelo seu material de marketing, anuncia um tipo de experiência e o jogo nos apresenta outra distinta, então este argumento passa a realmente ser válido, como foi o caso de Project Cars ao anunciar-se como a maior e mais completa experiência de simulação do mercado – estando, no fim das contas, anos atrás de iRacing, Rfactor 2, Assetto Corsa e outros.

    Crítica e Opinião:

    Uma crítica pesada e nota baixa em um site não excluio direito de cada um de tirar proveito na obra. Ainda que impossível de reprimir toda a subjetividade, a crítica tem o papel de debater a obra de maneira objetiva, com estudo, argumentos, comparação, tecnicalidades e uma série de palavras bonitas que estão para além da opinião. Led Zeppelin é uma excelente e importante banda mas eu não gosto assim como Stallone Cobra é um péssimo filme e eu amo. A crítica e opinião podem coexistir tranquilamente a partir do momento em que estendamos o lugar de cada uma.

    Terminologia:

    Uma das palavras que mais me frusta é uma das também mais usadas para descrever jogos: A diversão. “the Fun”.

    Obviamente que a princípio não há nada de errado em achar um jogo divertido, descrevê-lo assim ou julgá-lo por isso. O problema é que muitas vezes essa palavra acaba a ocupar espaço demais nas críticas, obscurecendo análises mais profundas.

    Como dito antes, cada jogo possui uma proposta. Não necessariamente todo jogo é “divertido”, assim como qualquer outra obra como filmes ou livros. Uns aproveitam do sentimento de frustração para passar uma mensagem, outros o medo ou puramente o desafio. Eu não descreveria as dezenas de horas que passei no modo de treinamento de Mortal Kombat 9 (2011) descobrindo combos e treinando execuções como divertidas. São parte de um esforço competitivo para dominar as mecânicas de certo jogo, estas trazem sim uma satisfação, outros jogos produzem entretenimento sem necessariamente serem “fun”.

    Um vocabulário mais amplo e específico não somente enriquece a forma da análise como também torna a mensagem e a própria crítica muito mais clara. Jogos não são SOMENTE brinquedos digitais. São trabalho para uns, entretenimento, experiências, esporte e muito mais AO MESMO TEMPO. Valorizemos isso!

    Sistema de notas

    Atribuir uma pontuação à obra tem o propósito de condensar a crítica e resumir de certa forma a experiência. É compreensível o seu uso, já que é uma forma de agilizar o processo aos desinteressados. Porém, não deixa de ser problemático. Escalas, por mais diretas que sejam, já possuem problemas, quando elevamos ao padrão extremo de elencar uma “trilha sonora” em um “7.3”, deveria estar claro a questão: o que determina a exclusão de 7 décimos, o que cada décimo significaria em uma situação como essa, como fazer a contagem? É basicamente inexplicável.

    Números são objetivos demais para descrever algo que dificilmente se enquadra com tamanha exatidão. Em minha perspectiva um simples “Bom”, “mediano”, “ruim”, “acima da média” indica um padrão de qualidade mas sem engessar a interpretação de quem lê, dando margem a uma subjetividade um pouco maior da crítica.

    Uma outra possibilidade é a exemplificada pelo canal “worth a buy”. É simples: vale ou não vale a pena investir o dinheiro e porquê? Aos que não se interessam, vão pelo veredito final, aos que buscam uma razão, ouçam os argumentos.

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    Conclusões:

    Nem toda crítica convencional é ruim e nem toda crítica complexa é boa. O tipo de plataforma que discutimos aqui hoje existe e existe por um motivo. Visa direcionar o consumidor médio ou então casual à uma possível boa experiência ou ao menos saber se o gastar de dinheiro vale a pena sem precisar ler 6 páginas de artigo ou ver 30 minutos de vídeo. Porém, a crítica especializada também tem um motivo de existir. É por meio desta que os consumidores mais interessados se colocam, discutem os problemas da mídia e seus acertos e podem demandar algum tipo de atenção e evolução, tornando possível um canal de comunicação mais complexo com o desenvolvedor.

    No tempo de hoje em que a grande parte da crítica mainstream existe como veículo de anúncio e propaganda, como busca de cliques e outdoor para grandes empresas, àqueles que ainda mantém vivo o real interesse pelo desenvolvimento da mídia possuem cada vez mais relevância nos pequenos nichos e mantém acessa a fagulha do pensamento crítico que permite a mudança e a união das comunidades.

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    • Micro picture
      jonomaia · 18 dias atrás · 3 pontos

      Obrigado pela leitura!
      Eu tambem acompanho desde sempre. Justamente por ser algo bem dinamico e as vezes nos poupar de precisar ler 15 críticas diferentes. Mas quando se trata de algo que eu nunca vi ou algo caro, não dispenso as reviews de 40 minutos ahhaahh

      O "FUN" pode ser extremamente valido especialmente quando acompanha uma boa crítica mesmo. Então, comp num exemplo, um jogo de luta que possua boas mecaniscas de combos, balanceamento, diversidade de rooster e etc, pode ser definido assim. O meu incomodo é mais pela falta de especificidade as vezes hhahjdha

      E vc tem toda razão sobre o opinar. A crítica é um meio de discutir as obras, não proibir ou dificultar seu acesso

      1 resposta
    • Micro picture
      augus · 18 dias atrás · 3 pontos

      Primeiramente, excelente texto. Sua linha de raciocínio exemplifica bem a situação da mídia especializada atual. Todos os pontos levantados no texto são bem argumentados. Os exemplos não poderia serem melhores, TotalBiscuit, deixa saudades, e AngryJoe são ótimo reviews que trazem pontos únicos de discursão, poderia acrescentar aqui também a Digital Foundry que é mestre no seu trabalho com hardware e desempenho. Entretanto, gostaria de me apoiar em um trecho de seu texto, e quem sabe prestar o serviço de advogado do diabo, no qual você fala sobre a descaracterização do crítico. Eu sigo alguns grandes site especializados e ao clicar na review que eu quero ler, ou ver o vídeo, a primeira informação que é passada é quem escreveu a análise. Naquele momento, o usuário, que segue aquele portal, deve identifica quais direção aquele texto vai tomar ou, até mesmo, como será escrito. É verdade que muitos não são capacitados para tal, existe muitos escritores que eu me pergunto porque estão ali, contudo existe, sim, bons. Inclusive posso citar exemplos, como a Meghan Sullivan, do IGN, ou o Felipe Gugelmin, do Voxel, e temos os caso ruins como, a moça do "Too much water" na review de Pokemon OR/AS que virou meme.
      Para finalizar, queria parabenizar seu texto de novo, para tirar esse gosto agridoce do meu comentário, e reforça que o sistema de notas é desnecessário e condessa um, muitas vezes, rico texto em número sem sentidos.

      1 resposta
    • Micro picture
      kess · 18 dias atrás · 3 pontos

      Faz um tempo que queria escrever algo parecido, mas menos sério que a sua abordagem, muito obrigado pelas ideias. Realmente, o sistema de notas é algo que objetifica uma experiência subjetiva, e que gera discussões colossais entre os fãs e qualquer tipo de jogador, na verdade. E ainda tem aqueles meios sérios, como a Famitsu, que muito raramente dá uma nota máxima para um game, mas já fez isso com NintenDogs, por exemplo...

      2 respostas
  • pyre Pyre
    2019-01-02 23:33:30 -0200 Thumb picture

    Bethesda não para de causar problemas para Fallout, essa vez foi o Rum

    Medium 3695246 featured image

    odo dia eu acordo para escrever novas notícias sobre o universo de games e penso seriamente “como eu adoraria parar de falar sobre a Bethesda”, Fallout é um dos meus jogos favoritos e ter ele no centro de tantas notícias ruins é extremamente irritante. Até que a Bethesda vai lá e erra novamente …

    Mais uma vez a Bethesda Studios errou profundamente em seu marketing, tal como com os problemas no pacote premium de Fallout 76.

    Caso você não saiba, a Bethesda lançou uma promoção para os fãs de Fallout, você poderia comprar o Nuka Dark Rum, que seria algo como a versão em Rum da Nuka Cola. Este era mais um objeto de colecionador que os admiradores do universo de Fallout estavam ansiosos para poder comprar.

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  • pyre Pyre
    2018-12-26 23:26:51 -0200 Thumb picture

    Fallout 76: Jogadores banidos terão que fazer uma redação

    Medium 3693730 featured image

    Usar mods em jogos da Bethesda é algo comum desde os primeiros jogos do estúdio, porém com o Fallout 76 tudo isso mudou. Entretanto, muitos jogadores ainda não pararam de usar mods em Fallout 76, o que levou a serem banidos. Mas e agora como posso recuperar a minha conta?

    Em um vídeo recente do JuiceHead para o Youtube, ele apresentou um email da Bethesda onde avisava que a conta do usuário havia sido banida por usar “aplicação de terceiros” para burlar o jogo. Para recuperar a conta precisaria fazer uma redação explicando como essas ações impactavam negativamente a comunidade.

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  • 2018-12-09 18:33:20 -0200 Thumb picture
    <p>O Felipe Ramos comenta que o sistema de VATS no - Alvanista

    O Felipe Ramos comenta que o sistema de VATS no Fallout 3 e NV eram ruins e que nesse melhorou bastante. Errado, VATS no Fallout 3 e NV era fieis ao do clássico, porque claro, ele ajudava a melhorar a mira em combate e exigia pontos para você melhorar, o VATs era obrigatório ter melhor skill com arma para ser mais eficiente e foi inutilizado no Fallout 4 e 76 já que agora é um FPS e a evolução não existe mais, basta atirar pra frente que a bala vai, não precisa mais se preocupar em upar arma para não perder tiro atoa.

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  • grey_hawk Gabriel Bean
    2018-12-07 13:25:54 -0200 Thumb picture

    Lembram da Bethesda dizendo que as bags de Canvas eram caras demais?

    Pois eles deram algumas DE GRAÇA para "influencers" e jornalistas no evento de preview do Fallout 76

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  • pyre Pyre
    2018-12-06 22:50:25 -0200 Thumb picture

    Bethesda vazou informações de quem contatou o suporte para Fallout 76

    Medium 3689521 featured image

    Quando você acha que não poderia ficar pior para a Bethesda, um bug no site de suporte vaza uma grande quantidade de informações pessoais dos seus usuários para outros clientes.

    O problema aconteceu na noite de ontem, quando os clientes que enviavam tíquetes de suporte à Bethesda também começaram a receber tíquetes de suporte de outras pessoas, que incluíam username, nomes, endereços e outros detalhes de contato.

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  • vico Vico
    2018-12-06 20:52:47 -0200 Thumb picture

    A BOMBA de Fallout 76

    Bem feito pra quem quis fazer tanto retcon em uma série estabelecida (e esnobar o trabalho de outra empresa que ela mesmo contratou pra fazer uma obra da série)...

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  • mbomnis Marcelo Oliveira
    2018-12-06 16:38:04 -0200 Thumb picture

    Tá cada vez mais difícil defender a Bethesda

    Não é mistério nenhum que Fallout 76 tá sendo um desastre. O jogo é extremamente bugado, tem pouco conteúdo e, num geral, é uma repaginação de Fallout 4 em um jogo multiplayer.

    Mas infelizmente o problema não para aí. A edição de colecionador do jogo deveria incluir uma bolsa de lona. Quem comprou teve uma surpresa desagradável ao descobrir que a bolsa era, na verdade, de nylon, um material inferior e mais barato.

    Ao questionarem a situação, eles foram respondidos com "Os custos para entregar as bolsas de lona eram muito altos, portanto mudamos para nylon. Nada mais será feito em relação a isto".

    Não bastasse o rage que isso causou, a Bethesda pisou na bola mais uma vez. Uma falha de segurança no SAC da empresa fez com que os dados pessoais de vários clientes fosse exposto à internet.

    --

    E o que eu tenho a dizer sobre isso? É simples. Desde a época de Oblivion, Fallout 3 e Skyrim eu sempre falei que acho a Bethesda uma empresa horrorosa que produz jogos bugados e mal-feitos. Na época, todo mundo me chamava de hater chatão, e falavam que os bugs "faziam parte do charme dos jogos". (Alguns idiotas falam o mesmo dos jogos da EA e da Ubisoft também)

    Pois como defender a Bethesda agora? Não só o jogo, mas o serviço de atendimento é cheio de bug. Eles tem bug enfiado até no cu. Como diabo vocês querem defender uma empresa tão porca?

    E eu não falo mal dos jogos deles só por falar. Eu joguei a maioria deles. Ironicamente, eu acho Fallout 4 o mais tolerável de todos, e a maioria das pessoas odeia o jogo por causa da "história tosca" e porque o "aspecto RPG do jogo é um lixo". Acho que a culpa é mais dessas pessoas de esperarem história boa e RPG bem feito num jogo da Bethesda. Eu deixei de querer isso em qualquer jogo deles faz tempo, e por causa dessas expectativas baixas eu acabei gostando do Fallout 4.

    Mas é uma completa loucura querer defender essa empresa depois de tanto problema que tá acontecendo com o Fallout 76. O jogo lançou há menos de um mês e a empresa já tá sendo processada duas vezes por problemas nele.

    Quem é que vai falar que os bugs "fazem parte do charme" agora? Esse tempo todo de gente tolerando, aceitando e pior, comprando jogos mal feitos e inacabados culminou numa situação absolutamente ridícula.

    Ah, e pra vocês que acham que DLC é a escória do mundo dos games, adivinha só quem é que vocês deveriam parabenizar pela popularização dessas práticas? Sim, a Bethesda, com aquele infame DLC de armadura pro seu cavalo no Oblivion.

    Muita gente reclama que a indústria dos jogos está demonstrando práticas abusivas, lançando jogos inacabados, abarrotando a gente de DLC e microtransações, entre outras vigarices. Mas eles só fazem isso por um motivo: porque as pessoas são trouxas, compram e acham lindo.

    O mais triste de tudo é que tem gente que acredita que a empresa pode dar a volta por cima e consertar o jogo, de uma forma similar que a Hello Games fez com No Man's Sky. Então pra piorar, além de toda essa merda que tá acontecendo, ainda tem gente achando que há salvação.

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      mbomnis · 2 meses atrás · 1 ponto

      Só pra adicionar: isso tá sendo dito por alguém que tinha um genuíno interesse no jogo. "Fallout", "multiplayer" e "cooperativo" são 3 palavras que eu gosto separadamente. Juntas, então...

    • Micro picture
      edknight · 2 meses atrás · 1 ponto

      Só um adicional quanto à situação da bolsa, que eu lembro de ter ouvido num vídeo: A empresa demitiu o funcionário que deu essa declaração aí em cima e disse que não tinha conseguido Lona para fazer as bolsas. Eu sinceramente não sei qual a raridade do material lona, mas se fosse assim tão difícil achar, não creio que eles tivesse anunciado numa versão do jogo que querem que venda muito.
      Mas se você mandar para o suporte técnico do jogo a prova de que comprou a versão de luxo do jogo, eles te dariam uma quantia de créditos ingame. Quantia essa que nem mesmo dá pra comprar a versão digital da mesma bolsa de lona pro personagem do jogo.

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      tassio · 2 meses atrás · 1 ponto

      "Muita gente reclama que a indústria dos jogos está demonstrando práticas abusivas, lançando jogos inacabados, abarrotando a gente de DLC e microtransações, entre outras vigarices. Mas eles só fazem isso por um motivo: porque as pessoas são trouxas, compram e acham lindo."

      Tem que mandar fazer faixas com isso e penduras em todas as esquinas das principais avenidas do pais.

      2 respostas

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