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  • netogermano Neto Germano
    2021-01-18 21:04:29 -0200 Thumb picture
    netogermano checked-in:
    Post by netogermano: <p>Terminado! No Ultraviolent...</p><p>#img#[756652

    Terminado! No Ultraviolent...

    Nossa, esse boss final deu um pouco trabalho, mas, minha burrice tava contribuindo... Eu não percebi por um bom tempo que os ataques do Crisol respawnavam... Dai, eu nunca usava o Crisol pra matar os inimigos, quando percebi isso, foi numa porrada só... 

    Que jogo fantástico, não poderia estar mais satisfeito e feliz. Assinei o gamepass justamente com ele em mente e valeu apena. Agora posso falar que zerei todos os Doom novamente.

    Fiz praticamente tudo que deu pra fazer e coletei tudo. Só em uma das ultimas fazes que dormi e esqueci de fazer dois desafios. Amanhã pego ela e faço.

    15
  • mandaloriano_95 Henrique
    2021-01-07 16:21:08 -0200 Thumb picture

    Hora da listinha: meus jogos favoritos de 2020

    É verdade que eu deixei passar a época em que todo mundo estava fazendo este tipo de coisa por aqui, pois a preguiça falou muito alto. Mas, de qualquer forma, vou postar minha lista agora. 

    Ano passado eu acabei rejogando bastante coisa excelente (como Resident Evil 4 e os Halos na Master Chief Collection), porém vou deixar esses de fora da lista por razões óbvias. Também não vou ser muito descritivo e profundo nas minhas opiniões sobre cada jogo porque, além de eu já ter falado de alguns deles em postagens passadas, a lista ficaria longa demais. Então, sem mais enrolação, segue o primeiro dos quatro jogos (não ordenados por preferência):

    1. DOOM Eternal

    De longe um dos melhores FPS lançados nos últimos anos, junto com DUSK e outros independentes. E digo isso como alguém que não é grande fã do jogo anterior de 2016. O loop de gameplay do Eternal é tão cativante que, mesmo já tendo terminado a campanha há boas semanas, continuo jogando ele com muito gosto, a ponto de já ter acumulado quase 50 horas totais de jogo (e olha que pouco usufruo do modo multiplayer). 

    Estou ansiosamente na espera por uma boa promoção na expansão The Ancient Gods e pela adição de mais Master Levels com o mesmo estilo de Super Gore Nest (levei três horas para completar esse negócio pela primeira vez no Nightmare e foi ótimo).

    2. Outer Wilds

    “For small creatures such as we, the vastness is bearable only through love.”
    ― Carl Sagan.

    Chega a ser difícil descrever a sensação hipnotizante de descoberta e deslumbramento em Outer Wilds de forma que faça jus à experiência. A exploração livre de cada um dos planetas e outros corpos celestes, únicos em ideia e design, oferece à jornada pelo sistema solar do jogo o descobrimento de uma história lindamente montada e a solução de quebra-cabeças muito orgânicos.

    O loop temporal do jogo é recheado de momentos que permanecerão na minha memória por muito tempo, como a ansiedade e a insignificância que senti quando estava prestes a realizar a minha primeira decolagem ao espaço sideral, ou como a primeira vez em que um tornado lançou a ilha em que eu estava para a órbita de Giant's Deep. Uma aventura de 17 horas cativante, imersiva e sem nada igual. Ah, a trilha sonora composta pelo Andrew Prahlow também é linda.

    3. NieR: Automata

    NieR: Automata preserva o uso inusitado de enquadramentos do primeiro jogo e vai ainda mais longe com a criatividade na variação de gameplay. O enredo também conta com momentos simplesmente emblemáticos (a abertura da rota C é dirigida de forma impecável) e um desfecho para lá de único.

    E um grande trunfo do Automata em relação ao NieR original é que a qualidade do gameplay é muito mais balanceada com a qualidade do roteiro.

    4. Dark Souls III

    Ainda que o terceiro jogo não ofereça toda a meticulosidade e engenhosidade do mundo do primeiro Dark Souls, o level design específico de cada área e as mecânicas de combate continuam com o mesmo primor (na maior parte do tempo).

    Dark Souls III também apresenta alguns dos melhores chefes da série, tanto em conceito quanto na implementação das batalhas.

    Uma pequena menção honrosa: Succumate

    Quis mencionar este aqui porque, mesmo que não se encaixe exatamente como um dos meus favoritos, eu gostei dele ainda mais do que eu achei que gostaria. É um jogo erótico relativamente simples, mas agradável a ponto de ter feito com que eu passasse muitas horas seguidas completando a quota da succubus Lilim, fazendo dinheiro para não morrer de fome e avançando nas storylines dos NPCs. Tem também um gráfico pixelado bem bacana, especialmente durante as "cenas de ação". 

    Infelizmente, acabei jogando o jogo por meio de uma conversão não oficial para Android antes de saber que a Kagura Games havia publicado ele na Steam, então agora preciso ficar de olho para comprá-lo em alguma promoção.

    Visual Novel favorita do ano: Tomoyo After -It's a Wonderful Life-

    Triste e, ao mesmo tempo, cheia de esperança. Encorajadora, mesmo que devastadora. Eu diria sem qualquer hesitação que Tomoyo After é uma das produções mais bonitas da Key, se estabelecendo em um patamar acima de CLANNAD, sua obra mãe. 

    Os diversos momentos felizes vividos pelo Tomoya e sua pequena família, assim como os eventos tristes e as batalhas árduas que compõem sua bela vida, são tocantes e transmitem uma mensagem simples, porém igualmente profunda e nem um pouco ingênua.

    "O mundo é belo. E a vida é sempre tão magnífica.

    É uma vida maravilhosa!"


    TODOS OS JOGOS TERMINADOS EM 2020

    Segue também uma lista com cada jogo (e cada visual novel) que terminei durante o ano passado, incluindo os rejogados (seguindo uma ordem mais ou menos cronológica, com exceção dos Halos que decidi colocar um atrás do outro).

    Jogos:

    1. NieR (PS3)

    2. Resident Evil 4 (PC)

    3. Halo: Reach (PC)

    4. Halo 2: Anniversary (PC)

    5. Halo 3 (PC)

    6. Halo 3: ODST (PC)

    7. Halo 4 ( PC)

    8. Mega Man (PC)

    9. Master of Orion II (PC)

    10. NieR: Automata (PC)

    11. Wolfenstein: The New Order (PC)

    12. DOOM 3 + expansão Resurrection of Evil (PC)

    13. Project Warlock (PC)

    14. Dark Souls III (PC)

    15. My Perverted Experience Record (PC)

    16. Alien: Isolation (PC)

    17. Amnesia: The Dark Descent (PC)

    18. Resident Evil VII (PC)

    19. Half-Life (PC)

    20. Helltaker (PC)

    21. F.E.A.R. (PC)

    22. Shrine (PC)

    23. The Legend of Zelda: A Link to the Past (SNES)

    24. DOOM Eternal (PC)

    25. Left on Read (PC)

    26. Succumate (PC)

    27. Titanfall 2 (PC)

    28. Outer Wilds (PC)

    Visual Novels:

    1. CLANNAD: Side Stories (PC)

    2. Tomoyo After -It’s a Wonderful Life- (PC)

    3. Tsukihime (PC)

    4. Kanon (PC)

    17
    • Micro picture
      noyluiz · 18 days ago · 3 pontos

      Damn Boy! que lista hein, vou ver esse Succumate e ver se tomo vergonha na cara e começo tsukihime logo

      1 reply
    • Micro picture
      rax · 18 days ago · 2 pontos

      Eu pensei que só teria FPS na lista UAHSUAHSUAHUSHAUSH-q

      Curti a lista.Nier Automata eu ainda jogo um dia e esse Doom mais recente também (um dia.)

      2 replies
  • 2020-12-31 00:52:42 -0200 Thumb picture
    jackwack checked-in:
    Post by jackwack: <p>Finalizado em 30/12/2020.</p>

    Finalizado em 30/12/2020.

    0
  • danilodlaker Danilo Rodrigues
    2020-12-27 09:40:37 -0200 Thumb picture

    TOP 10 de 2020

    Como eu sei que não vou terminar mais nada nesse ano então já vou postar aqui o meu top 10 de jogos que terminei esse ano:

    O meu top 3 foi composto por jogos de tiro em primeira pessoa e é até fácil explicar. DOOM Eternal é sem dúvida um dos jogos mais bonitos e com a gameplay mais frenética que joguei esse ano, Halo: The Master Chief Collection tem o incrível desfecho do Halo 3 e também tem muita ação e uma história extremamente envolvente de Halo 2. Call of Duty: WWII foi um jogo que me surpreendeu em diversos aspectos, mas o que mais me pegou foi a temática da Segunda Guerra Mundial.

    22
    • Micro picture
      gamerroots · 28 days ago · 2 pontos

      Cara, sem palavras pra esse Doom. Adoro os combates frenéticos dele, a trilha sonora, as inovações.. E o jogo tá lindo mesmo

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 28 days ago · 2 pontos

      Watch2 já está engavetado aqui esperando ser jogado há 1 ano ou +...😖

    • Micro picture
      herics · 29 days ago · 1 ponto

      Parabéns ótima lista ^.^

  • edergamerroots Eder Valente
    2020-12-27 00:16:22 -0200 Thumb picture
    edergamerroots checked-in:
    Post by edergamerroots: <p>Jogo finalizado. Sério galera, se vcs curtem FPS

    Jogo finalizado. Sério galera, se vcs curtem FPS, Devem jogar DOOM Eternal. Pra mim foi o jogo do ano. Me diverti demais! 

    13
  • edergamerroots Eder Valente
    2020-12-23 14:42:30 -0200 Thumb picture
    edergamerroots checked-in:
    Post by edergamerroots: <p>Rapaz, o jogo da MUUUUUITO FODA. Eu não tenho dú

    Rapaz, o jogo da MUUUUUITO FODA. Eu não tenho dúvidas que foi o melhor de 2020 pra mim. É tipo aqueles jogos que você não quer que acabe, saca? Eu acho que vou pegar todas as conquistas só pra jogar mais.  Recomendo muito, depois devo fazer um review no canal Gamer Roots.

    9
  • netogermano Neto Germano
    2020-12-20 22:23:07 -0200 Thumb picture
    netogermano checked-in:
    Post by netogermano: <p>Nesse mês fiz um upgrade bem bacana no pc. E o m

    Nesse mês fiz um upgrade bem bacana no pc. E o melhor de tudo foi tudo no rolo daquele jeitinho pra caber tudo no bolso.

    Com isso toquei minha memória de 8gb por duas novas ficando com 16gb. 

    Assim como troquei meu processador. Um i3 8100 por um i7 8700.

    Somando que tenho minha velha 1060 de guerra e já uso SSD a um bom tempo. Com isso ganhei uma potência considerável no pc e com isso tô podendo jogar tudo bem mais tranquilo.

    O próximo passo foi pegar aquele belo desconto da assinatura do gamepass.

    Com isso já tô jogando o Doom Eternal (que pretendia comprar na promoção agora de fim de ano do Steam) e o maravilhoso Forza Horizon 4. Nem preciso falar o quanto tô feliz com isso. 

    Tô testando várias outras coisas também, mas, o foco é terminar primeiro esses dois.

    10
    • Micro picture
      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      Também preciso fazer um up de memória RAM. 8GB não tá dando não.

  • raccoon Ronaldo D'Arcadia
    2020-12-20 01:38:15 -0200 Thumb picture
    Post by raccoon: <p>xD</p>

    Medium 751412 3309110367

    xD

    36
    • Micro picture
      sweet_lorelei · about 1 month ago · 3 pontos

      acho que um pouco dos 2 fiquei confusa por um momento srsrrs

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      🤣🤣🤣🤣

    • Micro picture
      lgd · about 1 month ago · 2 pontos

      kkkkk

  • nilomonteirogamer Nilo Monteiro
    2020-12-03 18:29:41 -0200 Thumb picture

    Batalha Sanguinária no Doom Eternal

    Sabe aqueles games que servem como terapia depois de um dia cheio de estresse, pois é meus amigos esse é um dos meus, pelo menos o que estou jogando agora, e vocês ai, qual o tira estresse de vocês?

    2
  • mandaloriano_95 Henrique
    2020-12-03 18:19:35 -0200 Thumb picture
    mandaloriano_95 checked-in:
    Post by mandaloriano_95: <p><em>"</em><em>The longer the Icon of Sin is on E

    "The longer the Icon of Sin is on Earth, the stronger it will become."

    Comprei na promoção de outono da Steam aproveitando os 67% de desconto e já terminei a campanha. Joguei na dificuldade Nightmare, tendo concluído o jogo após 20 horas mais ou menos. Bem longo, mas não achei nada cansativo. Além do mais, eu precisei repetir duas fases para completar os Slayer Gates que eu havia deixado para trás, então acabou afetando o tempo que levei.

    Ainda que o Doom 2016 fosse um bom jogo, ele perdia muita força após a primeira fase no Inferno e, por consequência, a segunda metade da campanha se tornava bastante insatisfatória. As arenas passavam a ficar estagnadas e a raramente oferecer algum desafio ou ideia interessantes. Doom Eternal é o oposto disso. Ele, sim, é o jogo excelente que alguns categorizavam o jogo anterior como. Um baita de um FPS.

    O design de combate sofreu uma melhoria absurda. Ele ficou tão bem elaborado e tão dependente da pura habilidade do jogador, que fez do jogo um dos mais viciantes que joguei recentemente. Não importa quantas vezes eu morresse durante um Slayer Gate, eu não conseguia parar até que eu finalmente fosse capaz de concluí-lo. O jogo é absolutamente desafiador, mas gratificante ao invés de frustrante. O sucesso somente depende do jogador e da sua capacidade de priorizar os alvos, tomar decisões rápidas e conseguir gerenciar tarefas simultâneas.

    Saber quais são as melhores armas para cada situação (nada de zerar o jogo usando apenas a Super Shotgun, como era possível no anterior) é essencial, assim como é se movimentar de forma incessante.

    Os encontros do Eternal, assim como no predecessor, ainda se baseiam em arenas, mas neste eles seguem testando o jogador da primeira à última fase. As arenas possuem muita verticalidade, dando ao jogador múltiplas rotas de escape e de ataque, e a variedade de inimigos, além da função que cada um deles exerce no tabuleiro de xadrez, permitem uma quantidade gigante de desafios e criatividade no design de cada luta.

    No entanto, por mais incrível que seja o combate, o jogo obviamente possui algumas pequenas falhas. Acho que o mais gritante (e que é herança do 2016) é o fato de que alguns mods das armas não são tão úteis quanto outros. Ainda mais agora com a introdução de fraquezas dos inimigos, o mod automático para a combat shotgun, por exemplo, é inútil comparado ao lançador de granadas. Também fica claro que os desenvolvedores acabaram abandonando algumas ideias no meio do caminho, como os tentáculos e a gosma roxa que deixam de aparecer na segunda metade.

    As fases são, no geral, bastante legais, mesmo que consideravelmente longas. As várias sessões de plataforma pessoalmente não me incomodam (pelo contrário, gosto da variedade que elas dão ao gameplay entre as grandes arenas), embora eu admita que elas matem um pouco a rejogabilidade. Porém, eu gostaria que houvessem alguns mapas menos lineares e com progressão mais dependente da exploração para além dos meros colecionáveis. Inclusive, são pouquíssimas as fases que envolvem a coleta de chaves e, mesmo estas, possuem um único caminho possível, como é o caso de Super Gore Nest.

    The Dopefish lives!

    Também gostei muito da direção de arte. Embora o Doom 2016 tivesse uma atmosfera interessante, tanto a grande parte dos monstros quanto o visual das armas eram um tanto sem graça, salvo algumas exceções como o Revenant. Já no Eternal, os inimigos não são apenas baseados nos designs dos jogos originais, como são realmente carismáticos. O Cacodemon, por exemplo, ficou lindo e expressivo.

    Tecnicamente o jogo também é uma maravilha. Em alguns mapas lá para metade da campanha, a minha GPU sofria para manter 60 quadros por segundo com tudo no máximo, então acabei abaixando a qualidade das sombras para o High, mas o jogo é bonito e roda de forma fenomenal. 

    Agora é aguardar a primeira expansão entrar em promoção e tentar completar os Master Levels que tenho disponíveis (adicionaram um novo dois dias atrás que é simplesmente insano). Também restaram alguns coletáveis pelas fases, então é provável que eu vá atrás deles (principalmente dos álbuns de vinil com músicas dos outros jogos da id que eu achei super legais).

    11

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