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  • muffetdust ペドロ Muffet Dust
    2021-02-05 06:59:17 -0200 Thumb picture
    muffetdust checked-in:
    Post by muffetdust: <p>RE: Operation Raccoon City&nbsp;&gt;&gt;&gt;&gt;

    RE: Operation Raccoon City >>>>>>>>>>>>>>>>>> RE6

    0
  • 2021-01-16 06:08:11 -0200 Thumb picture
    niltondeoliveira checked-in:
    Post by niltondeoliveira: <p>Acabou. Tchau e benção!</p>

    Acabou. Tchau e benção!

    4
  • 2021-01-13 11:40:35 -0200 Thumb picture
    niltondeoliveira checked-in:
    Post by niltondeoliveira: <p>Capcom tava de sacanagem. A voz desse Nemesis eu

    Capcom tava de sacanagem. A voz desse Nemesis eu faço igual sem muito esforço. Será que custava muito emular do áudio original do jogo de 98?

    Jogo cheio de bugs, mecânica e mira irritantes. Uma hora você atira e o som das balas simplesmente some, só escuta a trilha; parece que você tá com o console ligado há 15 horas mas não, é problema do game mesmo.

    Impressão que dá é que pegaram um daqueles battle royales que rodam em qualquer celular mais ultrapassado e fizeram um porte para console. Que coisa lamentável. Pior RE que joguei até hoje. Espero terminar logo esse bagulho.

    5
  • 2021-01-10 03:43:01 -0200 Thumb picture
    niltondeoliveira checked-in:
    Post by niltondeoliveira: <p>Primeira parte encerrada. Me parece um jogo feit

    Primeira parte encerrada. Me parece um jogo feito nas coxas, sem muito esmero. Vou seguir porque quero ir encontrando os personagens clássicos, mas do que vi até agora nada me agradou.

    4
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2020-11-21 21:40:08 -0200 Thumb picture
    Post by denis_lisboadosreis: <p><strong>Finalizado!</strong></p><p>(Com cada per

    Finalizado!

    (Com cada personagem, e com habilidades, armas, e galeria liberadas)

    Esse jogo me surpreendeu, com o tanto de críticas negativas que saíram na época esperava que fosse um lixo incorrigível. Apesar de seus problemas, uns bugs na física de personagens, e um final de história fraco nas duas opções de final, achei o jogo sólido. Ele entrega uma sequência de missões cooperativas satisfatórias, algumas com dificuldade um pouco acentuada, a jogabilidade não é ruim (ela funciona), num jogo de AÇÃO de tiro em terceira pessoa com bons gráficos. 

    O jogo possui uma boa variedade de personagens, com personalidades próprias, habilidades distintas e complementares, e com um excelente design de personagens. Uma pena não serem tão explorados, mas sentir essa falta num jogo feito pra modo online significa que fizeram um bom trabalho. 

    E por falar no modo online, ele ainda funcionar num PS3 é um milagre num jogo que tomou tanta porrada. Tanto na campanha online, quanto nos modos de competição ainda é possível encher uma sala pra jogar.

    A campanha, que pode ser jogada off-line com 3 bots acompanhando, possui equilíbrio razoável, e os bots não estão tão burros como esperado. E quando um jogador online cai, o bot assume sem que se note uma grande diferença. E na história, algumas partes preencheriam sem muitos problemas os espaços vazios dos jogos que se passam em Raccoon City sem afetar muito a história principal da série (com exceção da última missão), como um bom produto derivado deve ser.

    No modo online de competição, existe um modo Heroes, onde é possível jogar também com personagens protagonistas e antagonistas humanos da série de RE 2 e 3. O único modo em que é possível controlar Jill, Leon, e até o Hunk. Que aparecem no modo campanha, em uns poucos momentos.

    E por fim, a maior falha desse jogo talvez sejam as DLCs pagas. Elas adicionam uma campanha com personagens mais "heróicos" com as mesmas habilidades, mas em missões próprias e originais, em oposição aos personagens controlados na campanha normal, que são mercenários a serviço da terrível Umbrella. Essas DLCs são divididas em duas partes, e cada uma custa o preço do jogo, com uma fase inicial liberada de graça. Com a falta de promoções na PSN, e os repetidos aumentos de preços na loja digital, adquirir essas expansões se torna inviável, o que é uma pena.

    10
  • darleysantos676 Darley Santos
    2020-08-15 14:27:04 -0300 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in:
    Post by darleysantos676: <p><strong>RESIDENT EVIL - OPERATION RACCOON CITY<

    RESIDENT EVIL - OPERATION RACCOON CITY

    PLATINADO (14/06/2020)

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    O primeiro jogo da franquia Resident Evil que jogo na geração PS3 e o primeiro que platino.

    Fazemos parte do grupo de agentes da unidade paramilitar Umbrella Security Service - USS, subordinada à Umbrella Corporation, mas somos a equipe secundária designada de Delta Team, ou ainda Wolfpack. São ao todo sete missões, ou episódios/capítulos, que se passam em várias localidades icônicas de Raccoon City. Apesar do jogo ser um spin-off, é bem interessante ver e participar dos eventos fatídicos que acometeram a cidade e sua população a partir do ponto de vista desse grupo de agentes empregados pelo comando central da Umbrella. Na primeira missão, somos designados a dar suporte ao Alpha Team da USS, liderado pelo “Mr. Death”, o lendário Hunk, que deve coletar uma amostra do G-Virus, antes que seu criador, o cientista William Birkin, venda essa biotecnologia para o serviço secreto americano; ao final, Hunk assume sozinho a missão de recuperar a amostra (enfrentando como um mestre a monstruosidade que se tornou o Dr. William) e ordena nossa retirada do complexo laboratorial (aquele mesmo de Resident Evil 2), mostrando o quanto o cara é capaz e guiado por um código moral próprio. 

    Na segunda missão, que se passa dias depois da missão inicial (seguindo a cronologia de RE 2 e 3, isto é, respeitando a distância de tempo entre a invasão do laboratório, assassinato de William Birkin e coleta do G-Virus, e o começo da contaminação da cidade), nossa equipe é mandada novamente para a cidade, mas dessa vez já durante o surto/outbreak de T-Virus, e somos designados a destruir as evidências na City Hall que impliquem a Umbrella quanto a epidemia. Bem interessante, é um deleite para os fãs poder admirar a construção do prédio da administração municipal da cidade, que possui um grandessíssimo número de salas e escritórios guardando os arquivos da prefeitura; é interessante, pois em todo local da cidade, seja nos prédios do funcionalismo público seja nos prédios comerciais, é possível vemos o reflexo dos investimentos da corporação farmacêutica multinacional na cidade, de forma que esta estava, sem nem desconfiar, descendo pela garganta do monstro que ajudou a alimentar. É de fato uma tragédia: a empresa foi a responsável pelo desenvolvimento da cidade em termos de infraestrutura e tecnologia (desproporcional e até megalomaníaco para o tamanho dela, um município do interior com uma população de pequeno porte), mas sem saber do maquiavelismo e planos secretos antiéticos de uma aparente empresa do ramo farmacêutico, que na verdade investia em armas biológicas e biotecnologia, com ambições de dominar o mundo mesmo, tanto no sentido de governos nacionais quanto a nível de mercado. Os braços abertos à Umbrella Corporation por parte dos líderes locais – prefeito, delegado, políticos, elite econômica e financeira, adesão de uma maioria da população – foi o abraço da morte. Tragicamente, em cada canto da cidade é possível perceber a nauseante onipresença da Umbrella... 

    Na missão 3, temos a tarefa de isolar Raccoon City do resto do mundo cortando todo o fornecimento de energia elétrica, pois possíveis sobreviventes - civis ou não - podem utilizar os serviços de telecomunicação – telefonia/internet - para registrar e mandar provas e evidências para destinatários fora da cidade que poderiam incriminar a Umbrella. O destaque fica para Nicholai Ginovaef, supervisor/monitor do esquadrão da U.B.C.S. (Umbrella Biohazard Countermeasure Service, ou Serviço de Contramedida de Risco Biológico da Umbrella, ou Serviço de Medidas de Contenção Biológica), um grupo militar privado - leia-se mercenários - a serviço da Umbrella especializado em operações de resgate durante surtos de risco biológico. Nicholai demonstra ter segundas intenções dentro das operações da UBCS em Raccoon, assistindo impassível ao extermínio dos pelotões de soldados de sua própria equipe... apenas para enviar dados de combate! Um aspecto que considero até surreal do enredo é que a cidade toda se transformou numa área de teste, onde a equipe de mercenários serviu de cobaias, mas cobaias que acabaram dizimadas; bom, para uma empresa antiética que visa os lucros acima de qualquer pudor e respeito à vida, tal logística realmente não é estranha, e sim reflexo da lógica utilitarista sem limites, seja num contexto de capitalismo selvagem ou de um estado totalitário comunista que determina a vida de seus indivíduos. Os valentes mercenários não tiveram chance, pois não estavam preparados para um evento de tal magnitude, e foram aniquilados em sua maioria logo na chegada à cidade, tudo com conhecimento de parte seleta dos supervisores, que eram parte da política secreta do comando central da Umbrella de registrar os dados de combate. Não chegamos a ver o bravo líder de pelotão Mikhail Victor, que lutou bravamente para salvar seus soldados e ajudou Jill Valentine e Carlos Oliveira a sobreviverem no caos da cidade em Resident Evil 3, mas seria legal vê-lo, seu sotaque russo e espírito heroico deixam saudades; aliás, os personagens de Jill e Carlos estão presentes apenas no modo multiplayer online, pois o foco do modo campanha de REORC está em RE2. Outra coisa a destacar, é que a UBCS é um elemento de enredo muito interessante, pois seus integrantes são ex-soldados e até criminosos de guerra advindos do contexto político-bélico da extinta União Soviética, e que acabam cooptados pela poderosa Umbrella; ok, uma empresa farmacêutica com um esquadrão bélico.

    Na quarta missão, nossa equipe se dirige a um complexo da Umbrella que possui em seu subterrâneo um laboratório de alta tecnologia, onde recebemos a instrução de retirar um parasita de um T-103 desativado (só que não), que é um exemplar do famoso “Mister X”, para injetar no T-02, a mais ainda famosa arma biológica Nemesis, para que então o mesmo possa dar início à caça aos agentes da S.T.A.R.S (Special Tactics And Rescue Service, ou Serviço Especial de Táticas e Resgate). Esse capítulo tem vários dados interessantes também. Primeiro: conhecemos os laboratórios da Umbrella através dos jogos principais e canônicos: em RE1 e RE0, temos os laboratórios secretos nas montanhas Arklay, tanto no Centro de Treinamento quanto na Mansão Spencer; em RE2, temos o complexo de laboratórios abaixo de Raccoon City; e em RE3 temos instalações laboratoriais ao longo da cidade, como no hospital e outras localidades. Mas quantos laboratórios e complexos da Umbrella haviam de fato instalados em Raccoon City??? Pois em REORC acabamos conhecendo a existência de mais deles. É interessante as implicações desse fato oriundo de um spin-off para a própria canonicidade da franquia, pois poderiam, se a Capcom assim quisesse, acrescentar ainda mais fatos ao plot. De forma parecida, a origem do fator persecutório da arma biológica Nemesis aos agentes da STARS, que como dito acima, teria sido após a equipe Wolfpack ter injetado o parasita – apesar de uma inserção considerável, sabemos que o Nemesis foi transportado para Raccoon já para essa finalidade de aniquilar os STARS, tendo sido treinado exaustivamente para isso, mas o tal parasita teria sido parte do próprio desenvolvimento biológico do Nemesis, antes mesmo desse treinamento/condicionamento, e não simplesmente injetado às pressas com o bicho já loucaço, atirando pra tudo que é lado em militares das forças especiais americanas, para subitamente mudar sua conduta e sair em perseguição aos STARS hahah! O próprio Nemesis é uma criatura interessante: é um experimento dentre a enorme gama de variações do Tyrant, com o diferencial de possuir parasita NE-Alpha, se tornando então Nemesis T-Type (T-02). Ele é fruto do aperfeiçoamento das pesquisas com o modelo Tyrant, desde o protótipo T-001 (destruído pela dupla Rebecca e Billy em RE0), passando pelo aprimoramento do seu sucessor, o T-002 (destruído pela dupla Jill e Chris em RE1), chegando ao Tyrant T-103 (o “Mister X”, que foi produzido em massa). Mas nenhuma dessas criaturas, por mais implacáveis que fossem, foram capazes de acabar os remanescentes da STARS, força policial de elite que se assemelharia na vida real à SWAT (Special Weapons And Tactics, ou Armas e Táticas Especiais), e que teve sua criação e treinamento financiada pela, dentre outros parceiros, Umbrella Corporation.

    Na 5ª missão, a equipe é designada para se dirigir à delegacia como o último lugar para destruir evidências, o que foi uma coisa rápida, pois elas estariam todas incrivelmente numa única sala... Mas após fazer isso e se preparar para embora, com o helicóptero à espera, presencia-se aquele memorável acidente de carro de Leon Kennedy e Claire Redfield do começo de RE2, então com isso há mudança de planos, e somos ordenados a persegui-los e elimina-los, mas obviamente não conseguimos, o que nos leva ser abandonados pelo comando da Umbrella, algo haver com um plano B... Presenciamos então o envio massivo de BOWS como Hunters e Mister X, e para sobreviver temos que destrui-los... Bem, por mais que seja breve a passagem logo no início, visitar a delegacia (ou R.P.D. - Raccoon Police Department) é algo nostálgico, com aquela música do hall de entrada tocando! Saímos pelo portão da frente, não sem antes poder descer e subir as escadarias onde encontraríamos depois - em RE2 - a forma zumbificada de Brad Vickers. Temos ainda evidenciada a relação crua e seca de patrão e empregado, ou cliente e funcionário, entre o comando central da Umbrella e os agentes da Wolfpack. É interessante também que as mudanças repentinas de ordens que recebemos do comando remetam aos eventos dos jogos canônicos, e isso acontece algumas vezes.

    Na missão 6, após algum tempo presos na cidade destruindo muitas armas biológicas, somos novamente contatados pelo “empregador”, dessa vez para voltar ao laboratório de William Birkin – do início do game - e acabar com espiões – e leia-se aqui Ada Wong. Acabamos por constatar a relação dela com Leon, que está com a Claire e Sherry Birkin. É interessante, pois estamos nos últimos momentos de RE2, momentos antes da destruição do laboratório. E temos nossa própria batalha contra o “Mister X” já na sua forma Super Tyrant, sem limitador de poder.

    Na última missão, temos que capturar Leon, Claire e Sherry, esta que se torna importante alvo para a Umbrella, pois é verificado que ela possui dentro de si o G-vírus mas sem apresentar as mutações, dessa forma ela se torna objeto de interesse para futuras pesquisas, mas é preciso captura-la antes que o governo americano consiga. Para nossos agentes da USS, se não conseguirmos matar Leon e Claire e capturar viva a menina Sherry, então missão fracassada e adeus pagamento da Umbrella... Mas entre negociatas e conflitos contratuais (nada de afeto, só negócios), com os agentes se dividindo quanto ás ordens recebidas, um final feliz é possível para os heróis... Essa missão se passa numa área externa, numa ferroviária, um pátio de trens, então na verdade se trata de mais uma inserção de plot, a partir da licença criativa de um spin-off, pois seria uma continuação dos eventos finais de RE2, isto é, depois de sairmos do túnel que leva ao laboratório Birkin da Umbrella e depois de subir os créditos, portanto, rsrsrs.

    O jogo tem esse mérito em mostrar os eventos de Raccoon City de outro ponto de vista, de uma equipe da Umbrella cuja existência, apesar de não canônica, é perfeitamente plausível. O principal mérito sem dúvida é poder revisitar lugares (como o laboratório de Birkin, a delegacia de polícia, o hospital, a Clock Tower) e personagens icônicos de Resident Evil 2 e Resident Evil 3. O jogo mostra também Raccoon City como uma cidade tomada por diversos atores que determinarão a vida de toda a população: há militares americanos das forças especiais, assim como agentes e mercenários da Umbrella, em operações paralelas e disputa de poder. Interessante notar que a cidade, no começo, em certas partes ainda não tá tão descaracterizada, enquanto que em outras temos já uma cidade totalmente destruída, já em pleno outbreak, após o embate entre policiais e monstros e a tentativa de fuga caótica das pessoas. O multiplayer também se destaca, onde podemos controlar o grupo de heróis dos RE 2 e 3, o grupo de vilões da Umbrella, e um grupo de soldados americanos Spec Ops, podendo jogar em diversos cenários. É um jogo divertido sim, e vale a pena conhecer, principalmente para quem é fã da franquia. 

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    @platinadores

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    • Micro picture
      denis_lisboadosreis · 7 months ago · 3 pontos

      Comecei a jogar recentemente esse jogo, estou gostando bastante.

      1 reply
    • Micro picture
      seufi · 7 months ago · 2 pontos

      Pode me julgar se quiser, mas gostei deste jogo. É simples, flui bem, tem habilidades. Pra mim, só falha aí não ter um coop offline

      1 reply
  • noblenexus Rafael
    2020-02-21 15:03:43 -0300 Thumb picture
    Post by noblenexus: Mano pra mim campanha curta é bom rssrrs vivo cheio

    Mano pra mim campanha curta é bom rssrrs vivo cheio de coisas pq fora o trampo formal ainda trabalho como técnico nas horas vagas então pra mim campanhas de 20h + dão um desafio, agora de 5 a 10 é must play. mas claro dependendo do preço pago, tipo valor do jogo pelas horas de gameplay que ele vai proporcionar.

    Exemplo the witcher 3, eu levei umas 60 horas e paguei 40 reais, ou seja 0,66 centavos por hora de jogo, comparando com um cinema 10 - 20 reais por um filme de 2 horas em média vc paga entre 5 a 10 por hora e nem sempre o filme te entretêm

    Esse se me lembro bem paguei 10 reais na steam

    Goste ou odeie

    Review by: @hyuga

    Desenvolvedora: Slant Six Games, CapcomPublicadora: CapcomGênero: AçãoPlataforma: PS3, X360 e PCLançamento: 2012Um...

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    • Micro picture
      hyuga · about 1 year ago · 2 pontos

      eu terminei o jogo em 5:30, mas quando terminou eu queria jogar mais uma ou duas missões

      4 replies
  • hyuga Sérgio Henrique
    2020-02-21 10:24:08 -0300 Thumb picture

    Crítica RE Operation raccon city

    Conforme discutido na outra postagem eu fiz a análise do RE Operation Raccon City, para acessar Clique aqui

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  • hyuga Sérgio Henrique
    2020-02-18 08:41:48 -0300 Thumb picture
    hyuga checked-in:
    Post by hyuga: <p>Provavelmente meu último check-in deste game pel

    Provavelmente meu último check-in deste game pelo menos até eu arrumar uma galerinha de boost ou  comprar a DLC

    Zerei o jogo de novo dessa vez como beltway e suas explosões e foi bem mais divertido, um detalhe é que no final do jogo temos que subir uma escada de mão quando eu subi o zumbi me matou, mas ao mesmo tempo entrou uma cutscene e quando ela terminou eu estava morto, porém o jogo não reconhecia isso então não me deixava dar retry (por que ele achava que eu estava vivo) e não deixava eu me mover (por que estava morto) o jeito foi sair para menu principal que o jogo salvou quando entrou na cutscene 

    mesmo sendo um bug é uma situação muito esporádica que dificilmente aconteceria de novo 

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    • Micro picture
      steniohenrique · about 1 year ago · 1 ponto

      Comprei pra PC mas nunca consegui rodar pelo Steam devido ao falecido Games For Windows Live.

  • hyuga Sérgio Henrique
    2020-02-16 21:43:01 -0300 Thumb picture
    hyuga checked-in:
    Post by hyuga: <p>Não é por que eu zerei que parei de jogar, dessa

    Não é por que eu zerei que parei de jogar, dessa vez estou com o beltway, sua especialidade é lançar bombas. Eu escolhi a que gruda na parede, infelizmente ela demora pra explodir e tem a bomba que explode quando alguém passar vou jogar com ela também.

    Ele é um cara bem divertido de se jogar, já que o zumbi perde braço, perna na explosão. Comprei também a arma MOB SPECIAL ela é igual a Chicago typewriter do RE4, mas ela causa o status blood frenzy, quando um inimigo leva muito tiro no corpo e não morre ele começa a sangrar e todos zumbis da área vão atacá-lo.

    Por último quero mandar a capcom e também a Sony a merda. Fui olhar o preço das DLCs de história e está R$41,50 cada uma (são duas) sendo que paguei R$40 no jogo. Vou olhar na PSN americana pra ver se o valor está mais em conta 

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