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  • jhonattangames2020 Jhonattan Rafael Tischer
    2020-07-26 10:53:49 -0300 Thumb picture

    Prince of Persia The Sands of Time

    Medium 725481 3309110367

    Quinto game de 2020.

    O game Prince of Persia The Sands of Time é baseado no filme de 2010.

    Nesse jogo o príncipe Dastan ajuda a princesa Farah em suas aventuras mais difíceis.

    2
    • Micro picture
      jcelove · 10 days ago · 1 ponto

      Parabéns!
      So corrigindo, o filme que é baseado nele, misturando elementis da sequencia Warrior Whithin.
      A trilogia sands of time começou em 2003

      Dastan inclusive é um nome inventado pro filme.

  • gabrielpinheiro Gabriel Pinheiro
    2020-05-13 21:34:11 -0300 Thumb picture
    gabrielpinheiro checked-in:
    Post by gabrielpinheiro: <p>#img#[707278]</p><p>Prince of Persia: The Sands

    Prince of Persia: The Sands of Time (GameCube) parte 1 ao vivo em

    https://www.twitch.tv/bielrandonplays/
    https://www.facebook.gg/BielOldSchoolLives/

    1
  • luchta Ewerton Ribeiro
    2020-05-12 00:53:38 -0300 Thumb picture

    E ai concordam?

    Eu admito que ando muito nostálgico ultimamente, só jogando jogo antigo ou com a pegada dos clássicos mesmo. Mas vamos ser sinceros, o PS2 tinha MUITO jogo bom e muita coisa criativa, muitos jogos e uma biblioteca bem interessante e diversificada. E por lá muitas franquias morreram, e outras se perderam na gerações seguintes, e hoje em dia temos os indies para salvar, já que a maioria das grandes produtoras só entregam mais do mesmo.

    17
    • Micro picture
      ikke · 3 months ago · 1 ponto

      Xbox paguei 1100 Zerado com 3 jogos grátis, mais 110 reais tive 250 jogos por 2 anos no Gamepass Ultimate...
      Sdds...

      1 reply
    • Micro picture
      mastershadow · 3 months ago · 1 ponto

      Assino em baixo,em cima, de lado,de ponta cabeça!

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      santz · 3 months ago · 1 ponto

      Tirando a última parte, concordo.

  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-03-27 16:32:08 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[696875]</p><p>Estou sem armas e tenho de p

    Estou sem armas e tenho de passar por um corredor cheio de inimigos, consigo até derruba-los no soco, mas não consigo finalizá-los, então é perca de tempo, vejo uma luz no fim do corredor e na esperança que fosse uma arma, corro até lá.

    De fato era uma arma, mas ela está protegida por magia, tenho que resolver um puzzle com espelhos para liberar o poder que a cerca.

    Ao solucionar o puzzle, pego uma nova espada.

    Agora eu tenho que subir toda a torre de novo, mas sem a habilidade de voltar no tempo, caí inúmeras vezes, deixando todo esse percurso bem tenso, já que ao morrer, eu voltava na base da torre.

    Fico surpreso ao perceber que a nova arma derrota os inimigos com apenas um golpe, facilitando e muito o combate.

    Continuo subindo, essa torre parece não ter fim.

    Ao chegar no topo, vejo Farah cercada por guerreiros de elite, ela é encurralada e jogada num buraco, se segurando por pouco com a adaga.

    Corro até ela quando ela já caía, na tentativa de segurar sua mão acabo pegando a adaga, Farah percebe que nenhum dos dois aguentará por muito tempo e se solta.

    Tentamos voltar no tempo, mas a adaga está vazia.

    O príncipe fica furioso e vai descontar sua fúria nos soldados de elite, ou morrer tentando.

    Esses soldados são os mais resistentes e mesmo morrendo com um hit, defendem praticamente todos os golpes, então é fundamental jogar no erro deles.

    Lá em baixo, onde Farah caiu, o príncipe chora por sua morte, quando o Vizir aparece fazendo promessas de que poderia reviver sua amada, não caímos mais em suas mentiras e pra finalizar de uma vez por todas essa história, cravamos a adaga na ampulheta, selando de vez as areias do tempo.

    O tempo começa a voltar, voltado bem mais que os segundos do poder da adaga, volta horas, até a noite antes da invasão do exército persa.

    Acordamos no acampamento, assustados, mas com a daga ainda em punho.

    Seguimos até o palácio, onde encontramos Farah, que se assusta, afinal ela não nos conhece, então cotamos toda a história, ligando o final ao início do jogo. GENIAL.

    Após horas contando a história, Farah parece não acreditar muito, zombando que parece uma história das mil e uma noites.

    Mas o Vizir que escutava escondido, pensa diferente e quer o poder da adaga para si.

    Iniciasse aqui o combate final.

    O Vizir parece complicado no início, defendendo todos os golpes, mas depois que se consegue pular por cima e golpeá-lo, ele começa a aceitar os golpes.

    Ele invoca 3 cópias de si, ao derrotá-las, o jogamos para fora do quarto da princesa, ele cego pela fúria, diz que nos matará e depois matará a princesa, leva o golpe final e morre (?)

    Farah escuta tudo, "então o Vizir era mesmo um traidor?"

    Feliz em vê-la o príncipe a beija, mas ela se afasta, afinal essa versão de Farah nem o conhece, voltamos no tempo pra evitar a vergonha, devolvemos a adaga e nos despedimos.

    Mesmo sem acreditar na nossa narrativa Farah se despede e pergunta o nome do príncipe, ele responde, Pode me chamar de (palavra mágica ensinada pela mão de Farah que ela nunca tinha contado pra ninguém, exceto o príncipe momentos antes de traí-lo.)

    Farah fica surpresa e o jogo acaba.

    Gostei bastante do jogo, a história é intrigante e o gameplay é muito gostoso de jogar, algo que não gostei são os constantes bugs nas texturas, que forçam a fechar e reiniciar o jogo, isso é exclusivo da versão de PC, mas mesmo assim tira do jogo e as vezes nos força até a repetir partes difíceis.

    Depois de ter jogado, o filme Sands of time cresceu no meu conceito, eu já gostava do filme e agora que conheço a história de origem, percebi que ele foi de certo modo bem fiel, tirando a parte dos avestruzes.

    Fica a recomendação para quem não assistiu.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    37
    • Micro picture
      thejosephkorso · 4 months ago · 3 pontos

      Trilogia é ótima. Até Forgotten Sands é ótimo. Só não recoendo o primeiro da geração anterior, aquele colorido e sem muito o que fazer ao redor por só terem pensado no lado artístico do título.

      6 replies
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      jcelove · 4 months ago · 2 pontos

      Parabéns! Acho a história do SoT bem maneira, muito legal qdo vc chega no final e volta pra ele termiando de contar a história, indo embora com toda saudade do que nunca viveu com a Farah...

      Apesar de não curtir as mudanças no clima do jogo, WW retoma bem com o esquema de girar em torno das consequencias dos atos dele nesse.

      2 replies
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      luis_f · 4 months ago · 2 pontos

      Gostei muito deste game e mais ainda do segundo, Warrior Within. A tática que você mencionou para derrotar o vizir, é a ideal para o jogo todo: ir de frente aos inimigos e pular golpeando-os pela nuca. Na minha interpretação, posso ter viajado um pouco, o filme traz o clima, cenários e mescla a persona de Farah com a vilã da segunda aventura.

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-03-26 17:57:27 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[696666]</p><p>A parte dos lustres estava d

    A parte dos lustres estava dando dor de cabeça por eu estar com pouca vida, então eu não conseguia pular de um lugar muito longe pois na queda eu sofria um pouquinho de dano, mas era o suficiente para eu morrer, tive de voltar um save e derrotar os inimigos e fazer DE NOVO o puzzle da biblioteca.

    Voltando pros lustres com mais da metade da vida, foi até simples.

    Passando dessa parte, chego em mais desafios, algo que é a cara de Prince of Persia, é um corredor cheio de armadilhas que deve ser atravessado antes da alavanca voltar pro lugar, fechando assim a porta.

    Do lado de fora mais sessões de parkour, num cenário lindo, até chegarmos finalmente na Torre do Destinooooo!

    A ponte cai antes que possamos atravessar, farah está bem, já eu, caio alguns andares, bem no meio da prisão do palácio.

    Já todo rasgado, o príncipe decide tirar de vez a camisa, ficando com o visual da capa do jogo.

    É legal ver que ele vai se ferindo e tendo as roupas rasgadas ao longo do jogo, isso mostra que a trajetória não está sendo fácil.

    A prisão tem muita sessão onde devo apertar botões que ativam plataformas, mas que depois de um tempo se desativam, então tem que ser bem rápido e preciso aqui.

    Também têm muiiitos inimigos chatos.

    Voltando pra superfície, tenho mais visões de que Farah iria tomar a adaga, acordo em seus braços já escondendo a adaga, ela estranha, mas seguimos com a missão.

    Conseguimos dar a volta e entrar na Torre do Destinooooo por outra ponte, lá dentro há um elevador.

    Essa parte foi de longe a mais difícil até agora, um lugar apertado, repleto de inimigos, Farah morreu MUITAS vezes.

    Abusei do uso da paralisia da areia, só assim tinha tempo de recuperar um pouco de energia e dar um descanso para Farah também se recuperar.

    No topo da Torre do Destinoooo encontramos uma sala do tesouro, onde repousa a ampulheta das areias do tempo.

    O príncipe hesita em colocar a adaga na ampulheta e ser traído por Farah, nesse momento de hesitação, o Vizir chega e destrói a ampulheta, tenta roubar a adaga mas falha.

    Somos arremessados para longe e caímos em uma catacumba escura.

    Aqui Farah pergunta por que não colocamos a adaga na ampulheta, contamos da visão e ela fala que confiava na gente e é uma pena não confiarmos nela.

    Depois de um pouco de papo, ambos pedem desculpa.

    Farah fala algo sobre uma palavra mágica que sua mãe contava quando ela era criança, ao pronunciar a palavra, uma porta se abre em algum lugar.

    Seguimos na total escuridão até que chegamos numa escadaria, Farah desapareceu e escuto seu chamado ao longe.

    A escadaria parece não ter fim e parece estar em um looping infinito.

    Finalmente chegamos numa fonte, ainda escutamos o chamado de Farah, mas a cada porta que entramos, voltamos para a entrada da sala.

    Bom, fiquei perdido um pouco, tentando todas as portas, mas aqui é jogador raiz kkk, percebi que determinadas portas emitiam um som de água e segui por elas.

    Deu certo!

    Chego num salão onde Farah toma banho, ela chama o príncipe, que retira suas armas e roupas, eles se aproximam e se entregam à paixão.

    Lindo não é mesmo?

    NÃO!

    Acordamos nas catacumbas, sem as armas, completamente indefeso.

    E todo aquele papo de "confia em mim"?

    Sinto a frustração do príncipe, ele teve o coração partido.

    Maldita Farah!

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      kalini · 4 months ago · 2 pontos

      Parece incrível mesmo esse jogo, talvez mais divertido que o Warrior Within. Os cenáriossão otimos. Sò não sei da trilha sonora. Vou jogar um dia, com certeza.

      8 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-03-24 16:56:22 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[696225]</p><p>Voltei a jogar e PASSEI DE P

    Voltei a jogar e PASSEI DE PRIMEIRA cotra os inimigos da ponte, eu devia estar cansado.

    Seguindo pelo castelo, passo por um puzzle simples, que nos leva até o topo da torre, onde uma ponte leva até outra torre. Ao atravessá-la a ponte quebra.

    Aqui nos separamos de Farah, ela consegue passar por uma pequena abertura e eu tenho de dar uma volta absurda, porque a porta da torre está trancada.

    Sigo por uma sessão onde tenho de me equilibrar em paredes e ripas de madeira, ativar alguns mecanismos e correr para a porta, enquanto pássaros tentam me derrubar, tudo isso antes da porta se fechar completamente.

    A porta me leva por umas cavernas que terminam num rio e cachoeiras no ventre da montanha, tudo é muito grandioso e cheio de buracos. E adivinhem, os gráficos dão problema de ovo e eu não salvei depois da última sessão.

    Não estava querendo passar de novo pela parte da corrida contra o tempo e fui seguindo me guiando pelos eventuais clarões dos sprites, conseguindo chegar no save e resetando o jogo, dessa vez desabilitando o fog.

    Das cavernas sigo para uma espécie de galerias de tratamento de água, algumas sessões de parkour me levam até a corda do poço que da acesso para a superfície.

    Chego no Harém do sultão, aqui é cheio de inimigas mulheres, que apesar de rápidas, não são tão chatas quanto os soldados de elite azuis.

    Aqui encontro Farah e seguimos até uma biblioteca, onde tem um novo inimigo, uma nova versão do soldado zumbi de areia de elite.

    Ele aparenta ser mais forte e resistente.

    Após enfrentar uma série de soldados azuis e vermelhos, salvamos o jogo, temos as visões costumeiras e, caímos exaustos pelo poder da areia. Farah fica muito preocupada e nos chama até de "meu amor", o príncipe fica sem entender nada, mas eu suspeito que a Farah já usou os poderes do tempo e já teve uma história anterior com o príncipe. Será?

    Na biblioteca, uma série de puzzles com espelhos e raios de luz, me da acesso até mais um upgrade da espada.

    Fiquei quase duas horas nessa sessão da biblioteca, para finalmente abrir a porta no centro da sala. 

    Chego em mais uma sessão de puzzles, dessa vez com lustres.

    Já não estava com cabeça pra pensa, continuo depois.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      manoelnsn · 4 months ago · 3 pontos

      Os cenários são lindões, hein?

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      ralfrisi · 4 months ago · 2 pontos

      pra mim essa trilogia do ps2 é fantastica...

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      jcelove · 4 months ago · 2 pontos

      O primeiro é o q mais tem puzzles.hehe
      Essa lance do amor abrupto da Farah tem a ver com o fato de ser o principe q esta contando a historia....XD mas rola o romance e na epoca lrmbro dd um redatof da egm gringa pontuando o quao poetica era a sequencis da sscada (meio q no esquema da escada infinita do metal gear 3 XD)

      7 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-03-22 15:53:24 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[695732]</p><p>Não avancei muito na históri

    Não avancei muito na história propriamente dito, mas passei por várias missões cheias de puzzles e inimigos.

    Continuei com Farah me auxiliando, tanto em puzzles, passando por passagens estreitas ou no combate, como assistente, ela faz lembrar o filho de Kratos no novo God of War.

    O fofo é que ela se preocupa quando eu me machuco, e assusta nas minhas quase quedas, o não tão fofo é que ela quer roubar a adaga do tempo.

    A arquitetura do jogo é incrível, cheia de locais grandiosos que fazem você parar e pensar um pouco "como vou chegar lá em cima?"

    Em determinado momento, consigo uma nova espada.

    Ela parece mais poderosa e pode quebra portas e paredes danificadas.

    Em tese era pra essa arma ser forte, mas logo em seguida, chegam inimigos mais fortes ainda, que limpam o chão com meu cadáver.

    Custei passar dessa parte do refeitório dos guardas.

    Logo em seguida, após poucos puzzles, chego numa ponte protegida por mais guardas zumbis de areia de elite.

    O mais difícil mesmo é a Farah não morrer, até da pra ir separando eles e derrotando um por um, mas acaba que a Farah fica desprotegida e ela tem um life ( arco no canto superior direito).

    Minha missão é entrar nesse castelo, mas ta difícil kkk.

    Tenho de matar cada inimigo 3 vezes, assim a horda para de vir, isso as vezes é rápido, mas com esses guerreiros de elite é sempre complicado.

    Lembro que no Two Thrones havia um círculo soltando areia e de lá que vinham os monstros, eu podia selar ele ates de ser ativado e ter uma briga tranquila, ou ficar enfrentando hordas e hordas de inimigos. Tentei selar esse faixo de luz da imagem acima, mas não consegui.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      kalini · 5 months ago · 3 pontos

      O unico que eu joguei da série inteira foi o Warrior Within. Parece totalmente diferente desse Sands of Time, com uma pegada que lembra o God of War: muita violencia e umas mulheres mostrando demais, haha! Eu até gostei do jogo, mas vi muitos haters dele tambem.

      10 replies
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      jcelove · 5 months ago · 2 pontos

      É nessa tela onde pega a espada que quebra parede que encontra o jogo original nas versões pra console, não sei pq não deixaram na versão PC e não avisaram os sites de cheats...fiquei HORAS tentando derrubar a suposta parede ond eo jogo estava U_U_ hehe

      Sobre a dificuldade dessa parte ai não lembro mais mas o que lembro dos combates do 1 era de ficar pulando sem parar.hehe era bem limitado apesar do jogo te empurra muita batalha.

      6 replies
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      ikke · 5 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é foda, infelizmente a Ubisoft colocou Assasins Creed no lugar, nunca fui fã de AC por causa disso.

      2 replies
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-03-20 16:07:20 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[695198]</p><p>Segui adentrando o castelo a

    Segui adentrando o castelo até chegar num salão com uma ampulheta gigante, era isso que o Vizir queria.

    Mas algo brilhante me chama a atenção e entrando numa sala escondida, encontro uma adaga peculiar, assim que a pego, uma rocha cai sobre mim, mas volto no tempo a evitando.

    Voltando para o Rei e seus exércitos persas, o Vizir percebe que estou com a adaga e a exige para si, o rei diz que posso ficar com ela como suvenir a batalha e que o Vizir pode escolher qualquer outro tesouro das pilhagens. Exceto a adaga e a amulheta.

    O vizir não fica muito feliz mas fica calado.

    Os homens do rei levam a ampulheta gigante como presente para um Sultão, lá o Vizir fala que ela têm diversos outros poderes e nos convence a enfiar a adaga na ampulheta, libertando assim suas areias.

    Farah, a princesa da Índia, que fora sequestrada pelo exército persa, presencia tudo de forma angustiada, tenta impedir, mas sem efeito.

    As areias libertas, transformam os mais próximos em monstros, o Vizir exige a adaga, mas o príncipe foge.

    Enfrento as primeiras criaturas de areia, elas são fortes e revivem constantemente se não forem absorvidas pela adaga.

    A areia também, com a ajuda da adaga, faz com que tenhamos vislumbres do futuro e voltar alguns segundos no passado, evitando assim algum mal.

    Farah foge, e encantado com sua beleza e percebendo que ela sabe mais da adaga do que nós, seguimos a garota.

    O jogo segue com áreas de plataforma, parkour e combates, que, agora com o poder de voltar no tempo, fica um pouco mais "fácil", já que as vezes que voltamos no tempo é limitada pela quantidade de areia que podemos armazenar.

    (bolas amarelas no canto superior esquerdo)

    A franquia Prince of Pérsia é conhecida também pelos puzzles gigantescos e fui apresentado ao primeiro de muitos.

    À primeira vista parece bem complicado, mas assim que se entende o mecanismo, fica até gostoso de se fazer. Tomara que continuem assim.

    Chegamos num salão, onde Farah está cercada por monstros de areia, descemos para ajudá-la e nos deparamos com o Rei, nosso pai, transformado num mostro.

    Esse é o combate mais difícil até o momento, morri algumas vezes no processo, Farah nos ajuda com seu arco e flechas.

    Assim que o derrotamos, ela percebe nossa tristeza e decide que sou aliado e não inimigo.

    Farah segue me ajudando com seu arco, dando suporte nos combates, uma nova habilidade que descubro, é que posso paralisar os monstros, transformando-os em estátuas de areia por um tempo  facilitando a absorção da areia.

    Posso deixar também o tempo mais lento, me ajudando no combate ou pra atravessar uma porta antes que ela se feche.

    Estou gostando bastante e o fato de poder tirar prints que são salvos direto na pasta do jogo, sem precisar ficar abrindo paint, ajuda bastante. 90% das fotos desse check-in foram prints meus.

    A câmera do jogo é meio ruim de controlar jogando com mouse e teclado.

    O jogo tem suporte para controle, mas o meu está com um problema no analógico e fica acusando que ele está sempre pressionado, no jogo não interfere, mas ao selecionar a configuração, sempre que vou mudar uma tecla, ela vira "para frente".

    Então estou jogando com mouse mesmo.

    Outro problema que tive foi com as texturas do jogo, de tempos em tempos ele ficava todo preto, piscando e as texturas aparecendo e sumindo.

    Pensei que fosse algum defeito no meu notebook, mas ao pesquisar na internet, parece que esse bug é comum ao se jogar em sistemas mais modernos e a forma de se concertar é bem simples.

    Bom, é isso, até o próximo check-in.

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      jcelove · 5 months ago · 2 pontos

      Show, partiu mesmo pra trilogia. Ja tinha jogado?
      Gosto muito do clima do sands. O lance do prince contando a história tbm é bem legal, o unico grande defeito é o combate que fica repetitivo e limitado demais em comparação com seus sucessores

      Finalmente jogando algo no steam.hehe O triste é que a versão PC não tem o PoP original escondido ao contrário dos consoles, mas da pra jogar o level 1 refeito em 2.5d e ainda ver a doto dos devs, ja viu?
      https://www.youtube.com/watch?v=8A2ZvmrmdKk

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      onai_onai · 5 months ago · 2 pontos

      Tenho aqui no meu HD a trilogia pra jogar, mas a fila anda devagar...

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      andre_andricopoulos · 5 months ago · 2 pontos

      E o filme é muito bom também...

      1 reply
  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2020-03-19 06:03:37 -0300 Thumb picture
    vinicios_santana checked-in:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[694451]</p><p>Depois de passar raiva com o

    Depois de passar raiva com o Vagrant Story, bateu uma saudade de Prince of Pérsia e me toquei que nunca tinha jogado o Sands of Time, mesmo sendo um fan da franquia.

    Conheci a franquia com a versão de Nes, aquele em rotoscopia, na época eu não conseguia encontrar a princesa antes do tempo acabar e acabei indo jogar Castlevania ou outro jogo do Nes no meu Dynavision.

    Futuramente joguei o remake de Snes, mas foi a mesma história.

    Foi com Two Thrones que conheci a série no mundo 3D e ele se tornou um dos meus jogos favoritos do PS2/GC e que abriu caminho para os jogos posteriores.

    Chegou a hora de conhecer a origem da trilogia da areia:
    O jogo começa com o príncipe narrando uma história e essa narração irá seguir por todo o jogo.
    A narrativa começa com o exército da Pérsia invadindo a Índia a mando do Vizir, não precisa ser um gênio pra supor que esse Vizir não é flor que se cheire.

    Acabamos nos separando do exército principal e temos de achar uma saída por nossa conta.

    Eu não estranhei nada, assim que comecei a jogar, parecia que estava de volta há época que joguei o terceiro jogo pela primeira vez, a jogabilidade é bem parecida.
    A ambientação e músicas nos deixam no clima perfeito, estava com saudade dessa sensação.

    O combate fluido e com ataques respondendo à direção apontada, MUITO semelhante aos jogos da série Arkham.

    Ahhh, quantos anos fazem que não corria pelas paredes.

    Joguei bem pouco, até o primeiro save, estava perto da hora de ir trabalhar, mas o pouco que joguei, foi o bastante para acender uma chama de nostalgia de uma época mais simples.
    Bom, é isso, até o próximo check-in.

    27
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      darlanfagundes · 5 months ago · 2 pontos

      Tá aí uma série que eu nunca joguei os poligonais... eu joguei o de NES, SNES e Mega só...

      1 reply
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      manoelnsn · 5 months ago · 2 pontos

      Essa é uma série que eu nunca joguei... Exceto uns jogos em java no ngage, hauhauha

      2 replies
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      supernova · 5 months ago · 2 pontos

      Saudades desta franquia.

      1 reply
  • natnitro Renata
    2020-03-08 05:48:54 -0300 Thumb picture
    natnitro checked-in:
    Post by natnitro: <p>(Sem Spoilers)</p><p>#Sands of Time&nbsp;finalme

    (Sem Spoilers)

    #Sands of Time finalmente nos 100%  e a maratona de Prince of Persia continua firme, já a de Castlevania na netflix nem tanto, mas pelo menos apareceu para salvar o dia um super easteregg do que deve vir por ai em breve... :-)

    Depois de maratonar um monte de tranqueiras meio duvidosas por ai, bateu aquela saudade da trilogia das areias do tempo, que eu não jogava há uma eternidade e lá fui eu de volta ao Sands of Time na maior empolgação até me lembrar como esse jogo consegue ser desgranhento de difícil assim lá no inferno... huahuahua

    E falando em dificuldade, se tem uma coisa que fez esse jogo entrar na minha lista dos cinco preferidos de sempre é justamente o nível de desafio dele, seja no parkour, no combate e até nos puzzles que, (salvo pouquíssimas exceções), são de fazer os controles voarem na direção da parede mais próxima, porque tem partes que realmente nos testam tanto a coordenação motora quanto a paciência, seja para passar uma fase inteira de escalada frenética ou só para achar um simples caminho pra chegar no alto de uma torre ou de um poço, etc.

    E até a trama do Sands of Time consegue ser sensacional para sua época, apesar de ser bem simples e não chegar nem à sombra de um AC2 por exemplo, e o mais legal ai é que ela é contada pelo próprio Prince, que vai narrando suas aventuras para reverter uma maldição que ele causou ao soltar as areias do tempo e o tom de humor meio galhofa dele é uma das melhores partes do jogo, já que ele sempre quebra a quarta parede na narrativa e faz até umas zoeiras quando morremos, dizendo que aquilo não está certo, já que não foi bem assim que aconteceu, que ele não errou o pulo, que ele não caiu, etc e talz... 

    E por falar em AC, o mais interessante ai é que Prince of Persia é uma das primeiras franquias de peso da Ubi, e foi justamente de uma nova aventura que se chamaria PoP Assassins que veio a ideia do que depois se tornaria nada menos do que Assassin's Creed, tanto que o Altair quase foi um protagonista de Prince of Persia, até alguém perceber todo o potencial que aqueles personagens e a lore deles tinham para se tornar uma nova franquia e dai pra frente o resto é história, literalmente... ♥♥♥

    (Arte conceitual do PoP Assassins)

    Por isso que meu maior rage com a dona Ubi não é só por terem mandado o PoP pro limbo, mas também porque eles tem nas mãos duas fórmulas imbatíveis mas que nunca souberam usar direito, porque com os PoP eles já provaram que sabem desenvolver jogos com um nível de desafio de fazer inveja a Dark Souls e com os AC da trilogia renascentista por exemplo, eles já mostraram que sabem contar histórias épicas, mas o problema ai é que as duas fórmulas nunca andam juntas, já que até hoje ainda não apareceu um AC que preste em desafio e coloque o jogador no limite da paciência e da persistência, enquanto os Prince of Persia depois do SoT nunca tiveram uma trama decente que não passasse de desculpa pra fazer arruaça no jogo... 

    Agora só falta mesmo a dona Ubi parar de fazer tanta merda, já que, quando querem, eles sabem fazer jogos épicos e o problema agora é só acordarem para ver todo o potencial que eles sempre tiveram nas mãos e colocarem isso em prática, que ai nós jogadores ficaremos eternamente gratos... \o/

    PoP + AC = perfeição de jogo ♥♥♥

    E por mencionar a 3ª temporada de Castlevania na Netflix lá atrás, bem que tentei assistir a tudo de novo, mas realmente não deu porque a paciência acabou antes, já que dessa vez focaram muito mais na enrolação do que na ação e a história vai se arrastando tanto que chega a um ponto que desanima totalmente de continuar, mas, pra quem tiver um pouquinho de persistência para não dormir no meio da sofrência e das pegações do Hector ou do menage-a-trois do Alucard que perdem até pra Crepúsculo, ao menos há alguns eastereggs que ainda podem salvar as coisas da perda total, sendo que um deles é nada menos do que a Rebellion do Dante, que aparece por alguns segundos no arsenal do castelo em ruínas do Dracula, aos 14:07 min do episódio 8... 

    E a explicação para essa aparição da Rebellion ai tem a ver com um projeto do Adi Shankar, o produtor da serie na Netflix, que pretende juntar Castlevania e DmC no mesmo universo, a que ele chama de Bootleg Multiverse, como já comentei  nesse post aqui há quase um ano... 

    Por enquanto não se sabe muito desse projeto, até porque não disseram ainda nem em que época deve ocorrer esse multiverso, já que a série Castlevania por enquanto se passa por volta de 1479, que é a época do Curse of Darkness, sendo que DmC com Dante, Vergil e cia estão no presente, e ai as possibilidades podem ser de termos o Sparda no passado, como sugere a Rebellion ai no castelo do Drácula no sec XV, ou, quem sabe no presente, com o Alucard, Nero, Dante e cia tocando o terror por ai nos dias atuais... 

    Ou ainda poderemos ter o Saint Germain aprontando das suas, já que ele é um tipo de viajante do tempo, e, em um desses seus passeios pelo passado, vai que ele acaba juntando a galera da Transilvânia com a família Sparda no meio de um só caos... 

    Agora é esperar pra ver o que vai sair da cabeça do Shankar com esse Bootleg Multiverse ai e torcer pra vir uma coisa boa, porque essa 3ª temporada de Castlevania ai já estourou toda a quota de merdas e lacrações para o ano todo... :-) 

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      _gustavo · 5 months ago · 3 pontos

      Excelente a trilogia desse PoP, uma pena que a Ubisoft deixou a franquia de lado, acho que ela poderia ter andando com AC sem atrapalhar uma a outra

      1 reply
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      zefie · 5 months ago · 2 pontos

      Eu preciso ver a temporada 2 ainda, mas lembro que achei a 1 bem legal. Como eu nunca joguei nenhum Castlevania, a chance de eu me decepcionar é pequena, mesmo com enrolações XD

      6 replies
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      miguelpardal · 5 months ago · 2 pontos

      entao essa temporada foi usada mais para desenvolver os personagem a próxima vai ser mais direta tendo alucard nao tao bonzinho tendo belmonte talvez com filhos sypha morrendo talvez e o belmonte putasso isaac e hector se junto acho para ressuscitar dracula sei la kkk

      2 replies

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