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  • anacmarc Ana Marcondes
    2018-11-11 19:23:36 -0200 Thumb picture
    anacmarc fez um check-in:
    <p>Estou sem palavras pra essa estória...</p> - Alvanista

    Estou sem palavras pra essa estória...

    9
  • raccoon Ronaldo D'Arcadia
    2018-02-02 18:14:34 -0200 Thumb picture
    raccoon fez um check-in:
    <p><strong>Finalizado.</strong> Meo deos Ex Machina - Alvanista

    Finalizado. Meo deos Ex Machina... que jogo legal. Eu gostaria muito de filosofar pesado sobre a história, mas é preciso você ver pra poder entender toda a criatividade por trás do jogo. Tudo é bem complexo, e essa história me encontrou em um momento em que tudo fez completo sentido... E o final é MIND BLOWING, pra dizer somente.

    Reitero... MIND BLOWING!

    25
  • raccoon Ronaldo D'Arcadia
    2018-01-30 00:54:25 -0200 Thumb picture
    raccoon fez um check-in:
    <p>Estou na missão de vencer DragonAge Inquisition, - Alvanista

    Estou na missão de vencer DragonAge Inquisition, isso depois de ter parado por quase um ano. Quando comecei eu explorei praticamente todos os mapas antes de realizar as missões... e acho que isso meio que me esgotou na época. Com mais de 200 pontos, agora só estou finalmente jogando as missões principais e aparando as arestas nos mapas com muita atenção e apreço rs. 

    Mas junto com DragonAge estou jogando também este The Red Strings Club, que foi uma baita surpresa, mais uma da Devolver. Jogo 16 bits sensacional até o presente momento, com mecânicas de gameplay que pensam completamente fora da caixa (por mais piegas que isso soe rs) e principalmente uma história narrativa excelente, que fala de androides criados para tornar os humanos mais felizes... e fazem isso com aplicativos biológicos. Existencialismo 2.0 tá ligado? E o melhor é a oportunidade de mistura e servir drinks pra clientes no The Red Strings Club, e são os drinks que vão conduzir o clima das conversas.  BEM INTERESSANTE.

    31
  • 2018-01-22 14:44:48 -0200 Thumb picture

    Análise - The Red Strings Club

    Conforme a marcha incessante do progresso tem apertado seu passo cada vez mais nas últimas décadas o gênero da ficção científica só tem solidificado seu espaço no imaginário popular. Em um mundo extremamente interconectado e futurista como o nosso acredito que seja inevitável, e talvez até saudável, possuir aquela sensação incômoda de que há algo de errado, como se estivéssemos constantemente à mercê de uma força maior que nós mesmos. E, naturalmente, nenhum gênero explora isso tão bem quanto a ficção científica.

    É justamente com essas ideias que The Red Strings Club brinca, uma prole orgulhosa de marcos do cyberpunk como Blade Runner e Neuromancer (VA-11 Hall-A é por diversos motivos a comparação mais óbvia a ser feita aqui). Todos os clichês do gênero estão aí: corporações com projetos obscuros, coletivos hackers revolucionários igualmente obscuros, protagonistas com profundo descontentamento com o status quo e tecnologias inovadoras que todo mundo consegue ver de cara que, sim, vai dar errado.

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