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  • sannin Ilkner
    2019-03-29 23:37:51 -0300 Thumb picture

    Morrowind

    Joguei um pouquinho de Morrowind uma vez,
    E achei o início de ESO idêntico ao início de morrowind.

    Não joguei na época, por que tava jogando mario world com os primos, mas imagino como a galera pirava nesse jogo, pra min ele continua bonito até hoje.

    11
  • cyberwoo Diogo Batista
    2019-03-26 12:09:28 -0300 Thumb picture

    The Elder Scrolls III Morrowind gratuito até o dia 31

    Galera, em comemoração aos 25 anos anos da franquia The Elder Scrolls, a Bethesda está dando o jogo The Elder Scrolls III - Morrowind de graça.

    Foi noticiado que o resgate era possível só até ontem (25), mas no artigo do site oficial da Bethesda confirmam que a oferta vai até o dia 31 desse mês, então não percam tempo.

    Para resgatar é bem simples, basta você logar no site da Bethesda.nethttps://bethesda.net/…/celebrate-25-years-of-the-elder-scro… e usar o código: TES25TH-MORROWIND para resgatar o jogo, se tiver problemas, instale o launcher (o aplicativo da Bethesda que é igual o Steam) em seu computador e resgate usando o código.

    Quem gosta da franquia não pode perder essa oportunidade.

    Curtam Arquivos do Woo

    #elderscrolls #morrowind #bethesda #freegames

    4
  • 2019-03-25 22:30:18 -0300 Thumb picture
  • eduardo_wrzecionek Eduardo Wrzecionek
    2019-03-25 21:22:02 -0300 Thumb picture
  • le Leandro Santos
    2019-03-25 13:10:19 -0300 Thumb picture

    Morrowind grátis

    MAS só instalando o launcher da Bethesda.

    https://bethesda.net/en/game/bethesda-launcher

    https://elderscrolls.bethesda.net/en/tes25

    Só usar o código TES25TH-MORROWIND

    *O site tá muito ruim, dando erro direto. Tá difícil até de logar.

    42
    • Micro picture
      paulohpedro · about 2 months ago · 2 pontos

      Atualização: eles estenderam a oferta ate o final de semana.

    • Micro picture
      rafaelseiji · about 2 months ago · 1 ponto

      Acabei de tentar pegar aqui, me irritei e larguei mão

      1 reply
    • Micro picture
      0blivion · about 2 months ago · 1 ponto

      Eu não consegui ta uma merda esse site

  • bobramber Jefferson Da Silva Prado
    2019-03-21 16:45:44 -0300 Thumb picture
    bobramber checked-in:
    Post by bobramber: <p>Levado pelas goodvibes que o Skyrim me proporcio

    Levado pelas goodvibes que o Skyrim me proporcionou, resolvi tentar o Morrowind mais uma vez (terceira tentativa). Só que dessa vez não tentei o jogo vanilla (termo que percebi ser usado para designar o jogo original, sem nenhum tipo de mod).

    Costumava ser contra os Mods, porém li alguns artigos e reportagens que me fizeram mudar de ideia para alguns casos, e um deles foi o TES3.

    Não lembro o tamanho do instalador do jogo, mas o mod para melhoria dos gráficos e outras coisitas tem 1,7gb, muito bem aproveitados. Além dos gráficos, os mods que usei melhoraram diversas questões técnicas e práticas, como a redução de bugs, corrompimento de saves e até um que instalei para aumentar a velocidade do jogo (pois andar pelo mundo era frustrante - agora posso correr por ele).

    Outro item que me impediu de apreciar este jogo, nas minhas duas tentativas anteriores, foi a falta da marca do objetivo no mapa, sabe aquela marquinha no mapa dizendo onde você tem que ir para cumprir a missão?

    Agora que não sou mais um jovem gafanhoto (como diria o Zangado), e o melhor entendimento da língua inglesa, me dotaram de uma paciência maior e um senso melhor na busca dos objetivos. Ajuda até na imersão.

    Morrowind é tido como a pérola da saga The Elder Scrolls... eu não entendia o motivo... posso dizer que agora estou mais perto da resposta.

    1
  • sonicsalies Daniel Serezane
    2018-07-25 23:59:34 -0300 Thumb picture

    Um jogo por ano desde que nasci

    Medium 3655248 featured image

    Tive esse ideia há alguns meses: escrever um texto para publicar no meu aniversário, falando de vários jogos diferentes desde 2002. Desde o início das férias pensei em já ir elaborando o texto, mas como todo bom brasileiro (mentira, eu até que não costumo fazer isso) deixei pra última hora - quase literalmente, inicio este escrito às 20:30 do dia de postagem. Justificam-se assim meus comentários breves e pouco elaborados, pelos quais já me desculpo antecipadamente.

    2002 - THE ELDER SCROLLS III: MORROWIND (Bethesda Game Studios)

    Para não me reiterar demasiadamente nesta lista, impus-me um regra: não repetir jogos de uma mesma série. Então, senhoras e senhores, aqui está o representante da grandiosa The Elder Scrolls, o também magnificente Morrowind. Sua estética e ambientação, propositalmente estranhas, sua história, sua trilha sonora, sua permissividade e, principalmente, sua simulação sublime da experiência de um RPG tradicional promovem uma imersão inigualável, do tipo que só esta saga me proporcionou.

    2003 - SILENT HILL 3 (Team Silent)

    Apesar de não ser o meu favorito da série (esse cargo será eternamente ocupado pela segunda iteração desta mesma saga), Sillent Hill 3 é um jogo substancialmente consistente e com certeza é um ótimo representante para a minha saga de terror favorita.

    Não posiciono esta série em tão alto pedestal à toa. Sendo o chato que sou, raramente amedronto-me com trivialidades e, desta forma, tornei-me alheio ao gênero de terror. No entanto, Silent Hill, assim como as obras de H.P. Lovecraft conquistaram meu apreço por justamente não me provocarem medo, mas fascínio por suas vidrantes narrativas e excentricidades. Reprisei tal fascínio em Dark Souls, que infelizmente ficou de fora desta lista por motivos que posso explicar caso surja-lhes a curiosidade.

    2004 - HALF-LIFE 2 (Valve Corporation)

    A joia preciosa desta lista. Os personagens carismáticos e inesquecíveis, a ambientação ímpar, os gráficos impressionantes e a narrativa magnífica de Marc Laidlaw fazem de Half-Life 2 um produto de qualidade inquestionável. Pode ser que não se trate de uma obra perfeita - como acredito que nenhuma seja, sendo todas as obras humanas fadadas à imperfeição - mas a qualidade excepcional do jogo, típica de sua produtora, aliada às minhas singulares preferências pessoais fazem deste shooter, eternamente sem sombra de dúvidas, um dos meus jogos favoritos.

    2005 - LEGO STAR WARS: THE VIDEO GAME (Traveller's Tales)

    Incapaz de achar um bom representante para 2005, resolvi aproveitar a oportunidade para relembrar minha infância.

    LEGO Star Wars foi um dos primeiros jogos no qual fiquei completamente apaixonado, passando horas a fio repetindo as fases em busca dos inúmeros coletáveis (os quais conquistei, com muito orgulho) num saudoso PC, e posteriormente em meu Xbox 360, que ganhei após muita insistência. Nascia aí meu sentimento compleicionalista, que me levaria à duas horas de destruição urbana com carroças, muitos anos depois.

    2006 - HITMAN: BLOOD MONEY (IO Interactive)

    Mesmo considerando Absolution como um jogo tecnicamente superior, sendo uma execução genuína de um jogo Hitman, não posso deixar de expressar minha imensa admiração por Blood Money.

    Poderia passar linhas destacando as missões icônicas, a jogabilidade robusta e os gráficos excelentes, mas o que realmente me marcou nesse jogo foi o final. A conclusão da história é simplesmente genial, e fecha o arco narrativo de maneira primorosa. É uma daquelas "sacadas" que te levam a pensar em como você não havia pensado naquilo antes (salvo repetição em favor da informalidade e expressividade), similar às de filmes como O Sexto Sentido.

    Caso minhas alegações tenham provocado-te curiosidade, vá em frente e jogue esse clássico, garanto que você não irá se decepcionar. Ao menos não com o final.

    2007 - PORTAL (Valve Corporation)

    O que dizer sobre Portal? Narrativa fantástica, quebra-cabeças inovadores, final inesquecível. São incontáveis os elogios à esta obra que, horando suas raízes independentes, trouxe uma experiência tão revigorante que conseguiu obter imenso destaque mesmo sendo vendida em meio à Team Fortress 2 e Half-Life 2. Afinal, é impossível deixar tamanha qualidade passar despercebida. Trata-se de um autêntico exemplo de clássico instantâneo. 

    2008 - FALLOUT 3 (Bethesda Game Studios)

    O jogo responsável por trazer de volta um gigante adormecido não poderia deixar de constar nesta lista.

    Fallout é algo único. Trata-se de um produto sem igual, que cria, através da união de elementos culturais de um peculiar e interessantíssimo período histórico com um futurismo absurdo e chocante, uma atmosfera densa, que o tempo todo flerta com o absurdo a fim de explicitar cinicamente o comportamento humano. Aliás, essa é uma palavra que define perfeitamente a saga: humano. Fallout é visceral, afinal todos estão incessantemente buscando a sobrevivência como animais que somos, ao passo que é sublime, pois todo humano também tem seu lado particular, sentimental, idealístico, que seja, por mais que o mesmo se expresse mais em uns do que em outros. Caracteriza-se assim uma oscilação magistral entre o homem como animal e o homem sui generis.

    Por mais que algum critiquem Fallout 3 por ter perdido o tom de cinza da saga, - a demonstração explícita de que não há certo e errado - limitando o jogador ao "branco e preto", ainda acredito que seja um bom jogo, com certeza muito superior ao seu sucessor numérico.

    Os personagens deste jogo estão dentre os meus favoritos dos jogos da BGS, sendo um ótimo exemplo o inesquecível Liberty Prime, que por si só é uma síntese do sentimento da saga Fallout, um acerto em cheio. Tais elementos somam-se à quests divertidíssimas e algumas novidades, como a reelaboração do sistema V.A.T.S. que apesar de não ter salvo a jogabilidade de ser excessivamente limitada para um shooter, constituiu uma adição inédita e interessante.

    Fallout 3 é um jogo que se beneficiou de suas limitações, sejam essas a falta de tempo ou o receio de se afastar do produto original. É um exemplo raro, mas que prova que o receio muitas vezes pode nos levar à escolhas mais sábias.

    2009 - ASSASSIN'S CREED II (Ubisoft Montreal)

    O jogo que começou minha relação de amor e ódio com esta saga. Foi o primeiro que eu joguei e ainda é o meu preferido.

    Ezio Auditore da Firenze é um personagem memorável e muito bem desenvolvido, com certeza dos mais carismáticos que já vi.  Ao final de sua jornada, é como se você tivesse vivenciado a história de um amigo.

    Destacam-se ainda a jogabilidade dinâmica e a encantadora ambientação da Itália renascentista, banhada com ícones do passado, resultaram num ambiente histórico que ampliou aquilo que havia sido feito no primeiro Assassin's Creed e que seria responsável por alçar a série ao posto do ícone que hoje é.

    2010 - CALL OF DUTY: BLACK OPS (Treyarch Studios)

    A série Call of Duty foi o pontapé inicial do meu percurso pelos jogos de tiro em primeira pessoa. O ápice das qualidades da saga, para mim, é fielmente representado pelos jogos de subtítulo Black Ops.

    Um multijogador equilibrado de combate fluido e mapas bem projetados (que recebem remasterizações até hoje) associado a modos single player com narrativas fantasticamente bem elaboradas constituíram um produto de custo-benefício altíssimo, que oferece centenas de horas de diversão. Isso sem falar nas expansões, nas quais se destacam os mapas de Zombies, com a última expansão dedicada exclusivamente à eles.

    2011 - BATMAN: ARKHAM CITY (Rocksteady Studios)

    Batman é meu herói favorito desde pequeno. Mesmo não tendo completa capacidade de compreensão na época, sempre achei legal o aspecto humano do personagem, a forma como suas fragilidades são explicitas, mesmo ele sendo obrigado a escondê-las. Em suma, a mescla entre a fantasia - um homem vestido de morcego - e a realidade - um garoto que perdeu os pais e sê vê determinado a combater o crime - sempre me encantou.

    Não bastasse o encanto prévio, tive o benefício de crescer em um período onde grandes obras com o personagem estavam sendo lançadas fora das HQs, como os incríveis filmes de Christopher Nolan e, é claro, a série de jogos Batman Arkham. Todo esse material reforçou minha proximidade com o personagem, do qual eternamente serei fã.

    Conheci Arkham City através dos trailers na internet e joguei a demo inúmeras vezes em meu 360 até que minha mãe pudesse comprar o jogo completo para mim, um bom tempo depois. Lembro-me como se fosse hoje da minha espera pelo jogo, pois havia sido uma compra online. Os três dias de aguardo pareciam intermináveis. 

    Quando finalmente pus minhas mãos no jogo a sensação foi incrível. Devorei-o em pouquíssimos dias, fascinado com a fluidez do combate e com a narrativa envolvente.

    É uma obra pela qual cultivo um carinho enorme, uma que sempre terá um lugar especial na minha história com os videogames.

    2012 - DISHONORED (Arkane Studios)

    https://imgur.com/m5VMXVN.png

    Sabe quando parece que algo foi feito especialmente para você?

    Adorava jogar com adagas em The Elder Scrolls V, combinando-as com magia e atacando meus inimigos furtivamente. Sou um grande entusiasta da estética steampunk e de toda cultura cigana marginalmente presente no período. Uma das minhas sensações favoritas nos videogames é a de furtividade - entrar e sair de um lugar sem ser notado me provoca um imenso entusiasmo.

    Dadas as afirmações do parágrafo anterior, não é surpresa alguma que eu tenha gostado de Dishonored. A arte conceitual de Viktor Antonov, curiosamente o mesmo responsável por Half-Life 2 e o dinamismo incrível propiciado pelas mecânicas de jogo, onde ressalta-se o Blink, fizeram-me lembrar de clássicos do passado como Thief, ao passo que conceberam ares de originalidade, pela qual muito prezo.

    2013 - BIOSHOCK INFINITE (Irrational Games)

    http://www.gamechannel.hu/pictures/hirblock/mar_37_m...(img)"Belo" define Bioshock Infinite de várias formas. Não somente os cenários despertam encanto, mas também a capacidade da história em emocionar e prender o jogador impressiona, apresentando um desfecho surpreendente e bem construído, que só não é melhor que a conclusão da saga apresentada em Burial at Sea, melhor DLC de todos os tempos.

    Definitivamente um dos melhores, senão o melhor, FPS que já joguei. Uma peça artística incrível que, infelizmente, talvez nunca se repetirá.

    2014 - NEVER ALONE (Upper One Games)

    https://www.jvfrance.com/wp-content/uploads/2014/11/...(img)

    Em um ano de muitas decepções no ramo dos jogos, a obra que mais me surpreendeu é inusitada.

    Never Alone (Kisima Ingitchuna) busca transmitir a cultura do povo Iñupiat, que por se localizar nas inóspitas regiões do Alasca, é massivamente incógnito ao público geral. Para tal finalidade, o jogo baseia sua narrativa - contada por um Iñupiaq em sua língua nativa - em uma lenda tradicional dos Iñupiat, assim como abriga influências artísticas dos mesmos, notáveis na caracterização dos personagens.

    Forma-se assim uma obra realmente incomparável, algo que só os indies podem nos trazer.

    2015 - LIFE IS STRANGE (Dontnod Entertainment)

    http://cdn1us.denofgeek.com/sites/denofgeekus/files/...(img)

    Talvez seja o jogo que mais me tenha feito "queimar a língua". O que eu veementemente acreditava ser apenas mais um produto qualquer para adolescentes acabou sendo um dos point-and-click mais envolventes que já joguei.

    Mesmo que o primeiro episódio ainda seja teen demais para mim, a qualidade de Life Is Strange cresce progressivamente junto ao seus capítulos, culminando em uma desfecho coeso, apesar de altamente previsível.

    Digamos que minha experiência com esse jogo me ensinou a não reter preconceitos em relação a arte alguma, e aplicar tão lição em minha vida rendeu-me excelentes descobertas que antes passariam despercebidas.

    2016 - FINAL FANTASY XV (Square Enix)

    https://rampaga.ru/_sf/64/57935878.jpg

    Está aí um jogo que eu considero incrível - graficamente lindíssimo, narrativamente cativante e emocionante - mas que poderia ter sido ainda melhor. Ao se aproximar do meio da história, ficam claros à qualquer jogador atento os cortes e saltos narrativos, que pelo visto tiveram que ser feitos para que o jogo não fosse adiado mais uma vez.

    Final Fantasy XV também é outro exemplo de uma situação onde engoli meus preconceitos, pois um jogo de uma série que eu antes considerava "um amálgama de frescuras japonesas" se tornou o meu favorito do seu ano de lançamento.

    2017 - THE LEGEND OF ZELDA: BREATH OF THE WILD (Nintendo EPD)

    https://www.invader.be/wp-content/uploads/2017/07/Zelda.jpg

    Não obstante o fato de já ter sido exaustivamente elogiado por outros autores, poucos mencionam o elemento que mais me fascinou em Breath of The Wild: seu equilíbrio. O jogo se preocupa em distribuir uniformemente suas qualidades para criar uma experiência consistente como um todo, em oposição a outras obras, que preferem apoiar-se em suas qualidades a fim de mascarar suas faltas. Cria-se assim um produto versátil, capaz de agradar jogadores que se atraem pelos mais diversos atributos. Uma verdadeira obra prima dos videogames.

    Contemplem a minha lista! Deu muito mais trabalho do que eu imaginei, mas valeu a pena pois fiquei satisfeito com o resultado (e acreditem, isso é muito, muito raro mesmo). Talvez eu até publique este artigo como primeiro de um blog que estou planejando - basta apenas eu criar o sistema em que o mesmo rodará. Comentarei a respeito de quaisquer atualizações.

    Obrigado a todos que leram até aqui! Adeus.

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      sonicsalies · 10 months ago · 2 pontos

      O texto acabou superando minhas expectativas em tamanho. Vou finalizá-lo hoje mais tarde.

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      mattfenrir · 10 months ago · 2 pontos

      Wow, você tem 16 anos e escreve tão bem. Continue aprimorando este talento!

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      roberto_monteiro · 10 months ago · 2 pontos

      Showwww!
      Muito massa o texto e a ideia, talvez eu copie hahahaha

      4 replies
  • 2018-07-23 10:27:10 -0300 Thumb picture
  • 2018-06-26 13:03:49 -0300 Thumb picture

    Desafio dos 10 jogos - dia 6

    O @desafio dos Jogos: 10 games que causaram impacto em mim; uma imagem apenas, sem explicação; 1 game por dia.


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      griffor · 11 months ago · 3 pontos

      Tô pensando em começar agora! Só joguei Skyrim até hoje

      3 replies
  • scarthnite Roberto Paggi
    2018-02-15 11:58:44 -0200 Thumb picture
    scarthnite checked-in:
    Post by scarthnite: <p>Por desleixo meu eu fui deixando de postar aqui

    Por desleixo meu eu fui deixando de postar aqui no Alva mas pretendo retomar as atividades a partir de já, e bora começar com um jogo que eu tô praticamente viciado de tanto que jogo ausuahsuhae

    Aqui eu ainda era um jovem mancebo desbravando a nova província de Morrowind

    Aí começam as ash storms e as blight storms, as pragas do antagonista do jogo, o mais daora é que o teu personagem põe a mão na cara quando as tempestades aparecem, mas só quando o vento vai contra a sua cara, se não ele tira, um detalhe que passa despercebido mas é bem legal de ver.

    Eu tirando umas fotos na paisagem do Divayth Fyr, o mago mais fodão do jogo que tem 4 filhas que são clones dele e também são suas esposas. Vai vendo...

    Essa nuvem dourada era efeito de uma magia de um inimigo, mas por bug ela ficou paradona ali, aproveitei pra me embrenhar e tirar uma screenshot bacana

    Aqui sou eu no Akulakhan, logo depois de derrotar o vilão, antes que tudo aqui vá pro saco.

    Já terminei a Main Quest, já sou líder da Guilda Dos Lutadores e da Guilda Dos Ladrões, também já sou mestre da Casa Hlaalu(e baixei um mod que permite que eu participe das 3 Casas, pra virar mestre de todas), ainda falta chegar no posto máximo nas guilds restantes, terminar as side quests e explorar todo o mapa, daí vou partir pras duas expansões Tribunal e Bloodmoon

    17
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      raulgage · over 1 year ago · 1 ponto

      Esse jogo é sensacional hein mano, faz as expansões também! Mas todas as sidequests eu não creio...esse jogo tem umas 300 véi.

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