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  • gennosuke6 Francis
    2020-01-01 18:29:00 -0200 Thumb picture
    gennosuke6 checked-in:
    Post by gennosuke6: <p>Pô, comecei o ano finalizando (mais uma vez) um

    Pô, comecei o ano finalizando (mais uma vez) um game que já finalizei mil vezes, mas tem que constar pra dar status no final. Ahuahauhauhahua. 

    Dessa vez é a primeira (e última) vez que fechei ele no hard. Hotline Miami é demais, tanto o 2 como o 1 tbm, claro.

    17
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      lukenakama · 16 days ago · 3 pontos

      Tenho a collect com os dois jogos pra Switch mas nem abri, preciso criar vergonha na cara kkkk

      20 replies
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      arthurdias25 · 16 days ago · 3 pontos

      Engraçado que eu tenho o 1 no PS3 e não sei nem como é o jogo kk
      Talvez qualquer hora eu dê uma chance pro jogo

      1 reply
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      rax · 16 days ago · 2 pontos

      Caraca que coincidência.Tu rejogando pela milhonésima um mesmo game como eu aushauhsuahusahs xD

      4 replies
  • 2019-11-04 00:55:37 -0200 Thumb picture

    30 dias, 30 games

    Medium 668775 3309110367

    03/11/19 - Último jogo que concluiu

    Hotline Miami 2: Wrong Number 

    3
  • 2019-10-30 00:18:06 -0200 Thumb picture
    conradopatrick checked-in:
    Post by conradopatrick: <p>Finalizei hoje, acabei de fazer uma publicação!!

    Finalizei hoje, acabei de fazer uma publicação!!

    3
  • 2019-10-29 23:52:02 -0200 Thumb picture

    Hotline Miami 2: Wrong Number

    Finalizado

    -

    Um jogo mediano, por vezes irritante e confuso. Trilha sonora excelente.

    Dividido em 25 fases (scenes), o jogo se passa em cenários das décadas de 80's e 90's com muita sangue, violência e homicídios das mais diversas formas, há grande variedade de armas e personagens. O jogo cobra por vezes raciocínio rápido, coordenação e estratégia do jogador, há inúmeras possibilidades de se passar de fase, vários caminhos diferentes, você pode ser mais furtivo, matando com armas brancas ou socos sem chamar tanta atenção, ou sair atirando, matando rapidamente, atraindo vários inimigos, que por vezes pode ser fatal.

    4
  • gennosuke6 Francis
    2019-09-21 12:39:04 -0300 Thumb picture

    Soundtrack 17

    Hj é dia de Hotline Miami 2, com Roller Mobster, do Carpenter Brut, que por sinal, faz músicas mto fodas!

    Eu amo Hotline Miami em todos os aspectos! *__*

    9
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      tassio · 4 months ago · 2 pontos

      Muito bom mesmo!! Gostei demais quando joguei!

  • 2019-09-05 01:28:21 -0300 Thumb picture

    The Asa Games - Hotline Miami 2: Wrong Number - Pensando sobre o jogo

    Esse Persona, como própria definição no Alvanista, é uma extensão do meu perfil para que eu possa fazer de forma apropriada e organizada a divulgação de vídeos sobre games. Focarei em canais que acompanho, como forma de divulgar e apoiar o conteúdo gerado por eles. Espero que vocês gostem e possam me acompanhar aqui no Alvanista. É só me seguir!

    3
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-05-03 23:42:46 -0300 Thumb picture

    Registro de finalizações: Hotline Miami 2: Wrong Number

    Zerado dia 03/05/19

    Peguei esse jogo numa promoção há um bom tempo pra jogar no PS3 e Vita, mas meio que a hora de jogar não veio até um tempo atrás, mais especificamente quando comprei meu PS4 e ao ver o que eu poderia baixar da minha conta, descobri que Hotline Miami 2: Wrong Number (HM2) era cross-buy!

    Cheguei a jogar umas poucas missões e esqueci de voltar até que fiquei entediado na casa de um amigo e o baixei com a minha conta em seu console. Pra minha surpresa, meu progresso estava lá! Cross-buy e cross-save? Amei! Avancei mais um pouco e resolvi que deveria continuar em breve. Adicionei o jogo a lista de pendências que havia começado e tal, mas recentemente passei por uma maré de zerar jogos emprestados e isso demorou um pouco.

    Agora, de volta, estou caçando a cada jogo que comecei, seja mês passado, 1 ano atrás ou até mais que isso (geralmente jogos que esqueci que não terminei no passado e muito provavelmente terei que reiniciar).

    Bom, se você não conhece nada sobre HM, imagine os primeiros GTAs, que tinham essa visão top-down e muita violência. É basicamente isso, mas a parte terrorista é elevada  a décima potência.

    Por outro lado, não há liberdade de andar pela cidade. Aqui você joga fase após fase, que geralmente se passam dentro de prédios com um único objetivo: exterminar a todos. O jogo conta com um grande arsenal de armas de todos os tipos e muitas possibilidades para abordar seus inimigos, que geralmente te matam com apenas um hit.

    Tudo isso banhado à muito sangue e vaporwave pesado num clima anos 80 como Miami Vice, mas bem mais pesado.

    A jogabilidade é relativamente simples, mas exige um pouco de reflexo para executar as ações e tentar sobreviver às "surpresas" do mapa. É um jogo que envolve rapidez e estratégia.

    Você anda com o analógico esquerdo e mira com o direito. O L1 pega armas do chão e/ou arremessa a que você já tem e o R1 atira/ataca. Certas ações, como socar um inimigo ou abrir uma porta na cara dele, o derruba. E o botão X serve para finalizar esses inimigos.

    A questão é que os inimigos não dão mole! Alguns ficam andando por aí, te atacam de muito longe, saem correndo para investigar quando ouvem tiros e afins. Além disso, sua munição é bem limitada e é fácil errar seus tiros quando vários inimigos estão vindo e você sabe que poderá morrer a qualquer momento. 

    A punição pra morte é refazer o andar do prédio que você está do início. Isso é tão chato e demorado as vezes que vai fazer você valorizar cada momento vivo.

    Além de sair atacando e se protegendo atrás de paredes e portas, você pode tentar métodos de aproximação diferentes, como ser mais stealth usando armas brancas, ficar aparecendo no campo de visão dos capangas para eles irem até onde você estiver ou se separarem de grupos e mesmo jogar sua arma com ou sem munição para derrubá-lo, restando apenas finalizá-lo.

    Já as más consequências podem ser as mais variadas. Um inimigo pode "sentir sua presença", virar e atirar mais rápido do que você imaginaria, ou inimigos te atacam enquanto você está fazendo a longa animação de finalização de caídos.

    A dificuldade aumenta com mais fatores: existem tipos diferentes de inimigos, como os gordos que demoram pra morrer e servem de escudo pra quem estiver por trás, além de não sofrerem dano por armas de curta distância e cães, que correm com tudo e pulam em cima de você. O visual do jogo também é confuso e com muito sangue e armas no chão, é comum ter um cara vivo no meio da bagunça e você não ver. Isso acontece mesmo sem bagunça e com vitrais/janelas, que você confunde por parede e do nada toma um tiro por elas.

    Pra ferrar ainda mais as coisas, o jogo tem um "zoom" no personagem, e é possível que personagens fora do seu campo de visão atirem e te matem! A solução? Usar o botão L2, que aumenta o seu campo de visão na direção que você mira (basicamente te tiro do enquadramento pra focar a câmera à frente). Esse comando é obrigatório para atirar em inimigos antes que eles te vejam na distância e analisar o cenário em busca da estratégia perfeita.

    Infelizmente, com foco quase zero no seu personagem, pode ser que se aproximem se você sem que note! Mirar muito longe com esse botão segurado também não é nada fácil.

    Já pro seu bem, HM2 conta com a mecânica das máscaras, que você escolhe no início de cada fase. Cada máscara tem um efeito diferentes e as vezes reiniciar o nível com outra delas, ou seja, com uma estratégia diferente, pode ser uma boa ideia.

    Os efeitos são como nos exemplos:

    -Máscara 1: seus punhos matam instantaneamente, mas não poderá armas de fogo;

    -Máscara 2: você começa com duas metralhadoras e muita munição;

    -Máscara 3: você controla dois personagens ao mesmo tempo.

    Bom, existem muitas delas e algumas exclusivas para certos pontos da estória.  Em determinadas partes as máscaras correspondem a personagens diferentes da aventura. O foco nelas em HM2 foi bem menor que no primeiro jogo, mas ainda está lá.

    Por outro lado, o enredo ficou muito bacana, apesar de bem confuso, e a trilha sonora me pareceu melhor ainda!

    Os criadores do jogo fizeram várias estórias diferentes que se conectam de uma ou mais formas. Uma hora você está controlando e curtindo os personagens e umas missões depois, alguém aparece e estoura os miolos de todos eles. É tipo aquele sentimento do Game of Thrones quando seu personagem legal morre do nada.

    Maaaas, nada é contado de forma linear. Então uma hora você joga com uma pessoa, depois com um completo estranho, depois de volta pro primeiro, depois com personagens completamente diferentes em um lugar completamente diferente e assim por diante. É confuso pra caramba e se você não prestar atenção aos diálogos, vai se perder completamente.

    Eu prestei e nem saquei muita coisa, pra ser sincero.

    Mais perto do final, me apeguei muito à uma personagem que ficava recendo ordens misteriosas pelo telefone e tinha uma mãe doente. Cada passo que o enredo dava, aumentava o nó na garganta. Qualquer jogo que causa emoções em mim, é um jogo que merece a minha atenção.

    Resumindo: Hotline Miami 2: Wrong Number é uma ótima experiência, com muita violência e um climão bem legal, mas não feito para crianças, definitivamente, principalmente pelo nível elevado de dificuldade, avalização das fases e estratégias a serem usada. Ir na louca muito dificilmente dá certo. Por outro lado, me pergunto o porquê desse jogo existir. Só pode ser a fama do primeiro, que pra mim, ainda parece o bastante pra essa experiência.

    De bom: estratégico, violento, com uma ótima trilha sonora e um enredo que, quando faz sentido, é bem legal. Sistema de máscaras e habilidades legal.

    De ruim: achei o jogo mais extenso que o necessário e repetitivo. Pouco inovador em relação ao primeiro, quase como se eu estivesse jogando o mesmo jogo. Necessidade de ficar tirando o foco da câmera do personagem pra enxergar mais a frente, e isso desorienta um pouco pois a visão é muito sensível e rápida. Dificuldade elevada pode assustar os jogadores,e  as vezes ela chega a ser injusta ou irritante/frustrante. Gráficos confusos, assim como o level design.

    No geral, curti o jogo, mas tendo jogado o primeiro, esse não deve ser uma prioridade, a menos que você ame Hotline Miami e esteja com saudades. Legal.

    12
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      conradopatrick · 3 months ago · 2 pontos

      Concordo com a parte do "confuso", terminei ele hoje, olha lá na minha publicação :D

  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2018-12-06 21:39:33 -0200 Thumb picture
    juninhonash checked-in:
    Post by juninhonash: <p>Finalizado.&nbsp;</p><p>De fato, é um puta jogo

    Finalizado. 

    De fato, é um puta jogo bom, mas com defeitos graves e até faz parecer que o 1 veio depois do 2. Estranho, né?

    Talvez o New Game Plus dele seja melhor e menos frustrante com as paradas que vamos pegando no decorrer do jogo e liberadas de cara nas fases pra ajudar, porque haja paciência pra esse level design estranho, que te pune severamente e muitas vezes por erros que não são seus.

    De quebra, veio essa zuera aqui:

    Quem zerou o jogo sabe o quão impossível é isso de acontecer. Mas enfim. Fechei esse trem. E no final das contas só deu é mais saudade e carinho pelo primeiro.

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      filipessoa · about 1 year ago · 2 pontos

      Parabéns! Fico imaginando Half-Life fazendo esse zueira aí kkk

      1 reply
  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2018-12-06 11:13:52 -0200 Thumb picture
    juninhonash checked-in:
    Post by juninhonash: <p>To na fase 21, onde jogamos com o filho do mafio

    To na fase 21, onde jogamos com o filho do mafioso russo.

    Apesar da história ter melhorado consideravelmente não dá pra ignorar como o jogo deu muitos saltos pra trás com esse lance das máscaras e do level design.

    Mas to perto de fechar, eu acho. Foda é as fases que tem demorado cada vez mais pra ser concluídas, porque tem que decorar um padrão ENORME de inimigos.

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      filipessoa · about 1 year ago · 2 pontos

      Acho muito foda esse visual do HM visto de cima!

      1 reply
  • juninhonash Juninho Rodrigues
    2018-11-27 11:33:24 -0200 Thumb picture
    juninhonash checked-in:
    Post by juninhonash: <p>Quanto tempo não faço check-in de qualquer coisa

    Quanto tempo não faço check-in de qualquer coisa... nuss.

    Mas enfim, to jogando esse jogo e caramba, como ele é uma mistura estranha de jogo bom com decepção.

    Não dá pra negar, a ideia/fórmula de HM funciona e muito bem, o jogo é divertido, as músicas são espetaculares e em alguns pontos até melhores que do 1, o conceito por trás do jogo é incrível mas estenderam o jogo de forma desnecessária e o level design contém em muitas vezes o erro que mal rolava no primeiro.

    Explico, no primeiro em alguns pontos você tinha salas enormes, com muitos inimigos e um campo de visão limitado onde raramente podia ver, mas a maioria dos cenários era algo de preparação e pronto, resolvido o primeiro.

    No segundo, talvez sem a intenção de prejudicar o jogador, mas colocaram essas situações MUITAS vezes e de formas inacreditavelmente mais difíceis, tornando a dificuldade do jogo alta e com base em pura sorte em vários momentos.

    Atualmente, to no capítulo 13, o jogo no geral melhora a trilha sonora do 1, a ideia de personagens variados é boa mas acaba sendo limitada nas máscaras e a dificuldade subiu pelos motivos errados. Com sorte mantendo esse ritmo, vai continuar sendo um jogo acima da média com problemas, problemas esses que infelizmente o primeiro tinha muito menos intensamente. 

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      juninhonash · about 1 year ago · 2 pontos

      @raiden já jogou e gravou esses dois jogos?

      3 replies
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      edknight · about 1 year ago · 2 pontos

      Eu não sei se minha memória tá me traindo, mas eu lembro que tinha uma fase em que o único caminho era um corredor enorme, praticamente sem pontos para se esconder, e que assim que você entra, vem dois guardas babando de loucura na sua direção, e tu tem que ser muito preciso ou sortudo pra passar (a segunda opção, no meu caso).
      Mas eu acho que concordo em tudo o que tu criticou aí, as fases são grandes então os inimigos ficam fora do campo de visão, muitos com armas de fogo, as paredes de vidro, tudo isso vai criando um desafio meio artificial. Mas gostei também da variação de personagens e a forma como cada um deles é bem único, embora com poucas máscaras para usar.
      E a "cena polêmica" no tutorial Midnight Animal, com o Porco lá, o que que tu achou?

      1 reply
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      sabarock · about 1 year ago · 2 pontos

      Primeiro eu terminei show

      3 replies

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