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  • darleysantos676 Darley Santos
    2020-12-31 11:06:30 -0200 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in:
    Post by darleysantos676: <p><strong>BRAID&nbsp;</strong></p><p>100% (28/11/2

    BRAID 

    100% (28/11/2020)

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    Braid é um jogo indie lançado no ano de 2008, e seu exímio criador é Jonathan Blow, com a arte assinada por David Hellman. É considerado já um “clássico moderno”, bastante elogiado pela crítica, e reunindo um número fiel de fãs.

    Braid é um jogo de quebra-cabeça e plataforma 2D , no qual o jogador deve avançar pelos cenários usando a habilidade de manipulação do fluxo do tempo para progredir e resolver os puzzles. Além do mérito destes, a obra se destaca por um enredo altamente enigmático (forçando o jogador a ler e tentar interpretar os indícios do que está acontecendo), pelos belos gráficos produzidos de modo pictórico em estilo aquarela, e pela belíssima trilha sonora, outro grande ponto da obra.

    Enquanto jogo de plataforma, a referência à franquia de jogos do Mario é evidente, pois o jogador deve controlar o personagem correndo, pulando e escalando por vários níveis, percorrendo paisagens idílicas, bucólicas e cavernosas, e derrotando inimigos pulando em suas cabeças. Sem falar da presença, em alguns pontos do jogo, da icônica planta carnívora saindo e entrando da encanação verde, uma alusão bem proposital, sendo na verdade uma homenagem ao rei dos jogos de plataforma.

    Mas para além dos aspectos de plataforma, o jogador deve solucionar puzzles que envolvem a manipulação do fluxo temporal, para então conseguir obter peças soltas de quebra-cabeça, que quando reunidas formam no seu todo quadros de pintura. De fato, o desafio real do jogo está na resolução dos puzzles, e não nas ações de plataforma, como seria típico do gênero. O personagem nem mesmo pode morrer, pois no momento que isso aconteceria a tela trava, requerendo do jogador que volte alguns segundos no tempo para continuar o jogo. Percebe-se mesmo algo como uma “jogabilidade tolerante mas desafiante”, pois na verdade, não é a mensagem que está em função do jogo, e sim o jogo e suas mecânicas é que estão em função da mensagem que a obra quer transmitir. Até a função de voltar no tempo parece passar uma mensagem - aprender com os nossos erros. Ora, até mesmo os próprios puzzles parecem querer expandir a mente, forçando a novas formas de pensamento ao colocar o jogador diante de desafios contra-intuitivos e que contrariam o senso comum.

    Sim, a progressão do jogo ocorre mesmo se o jogador não resolver os puzzles, podendo retornar depois para tentar de novo (“jogabilidade não-linear”), claro que sob o preço da ignorância, visto que se não há resolução de puzzles não há peças de quebra-cabeça, e sem as peças não haverão os quadros de pintura, e sem estes não haverá o progresso do jogo, nem em sua narrativa, nem no gameplay. Basicamente, o jogador pode avançar por todos os cenários de todos os mundos, cruzando a bandeira e o castelinho ao final do último cenário de cada mundo, mas não conseguirá formar nenhuma história e nem avançar no jogo, ficando num limbo! Realmente, o jogador depende das peças de quebra-cabeça para formar os quadros e assim avançar rumo ao final da história, pois somente depois de completados todos os cinco quadros é que se abre o caminho escada acima para o sótão, onde está a verdade...

    São contados 6 mundos dentro jogo: o exterior, onde temos a imagem de fundo de uma cidade, com uma enigmática constelação de estrelas, de início apagadas; e os demais cinco mundos que estão contidos dentro de uma casa, situados como cômodos distintos, cada um com um quadro de pintura a ser formado com a aquisição das peças de quebra-cabeça espalhadas nos cenários de cada mundo. Após completar todos os quadros de pintura, a visão em conjunto dos cinco quadros parece contar uma determinada narrativa, não necessariamente linear... Para a tarefa de interpretação, o jogador encontrará dentro de cada mundo livretos com vários escritos metafóricos, os quais deverá ler e bater cabeça para conseguir entender e chegar a alguma conclusão interpretativa.

    Na história, controlamos o personagem Tim (um sujeito engravatado que destoa da ambientação bucólica), que está em busca de uma tal “princesa”, que parece estar correndo perigo em algum lugar; o personagem parece correr contra o tempo para salvar a tal princesa, que parece ter sido raptada por um “monstro”. Dito assim, a história do jogo parece ser simples e bem básica, um enredo típico de jogos de aventura/plataforma. Mas essas são somente aparências, pois o texto do jogo é todo escrito de forma metafórica. Os livretos que estão dispostos ao início de cada mundo dão bastante informações, e mais informações estão disponíveis no balão de diálogo do dinossauro que guarda os castelos ao final de cada mundo, além de que no último mundo não-numerado ocorrerão vários textos em tela, como uma narrativa persistente, mas que não se entrega. Todos os textos são escritos de forma metafórica, devendo ser interpretados para se chegar a alguma conclusão, que pode variar desde um conto de fadas moderno até o desenvolvimento da bomba atômica.

    Apesar do enredo curioso e inteligente, o protagonismo do jogo fica mesmo com as mecânicas de manipulação do fluxo temporal. Mas antes de tudo, é possível perceber em Braid o casamento perfeito dos gêneros plataforma e puzzle. No jogo, basicamente, há ações que requerem tão somente o timing natural para conseguir atingir o objetivo, algo mais próximo do próprio gênero plataforma, como por exemplo, esperar um objeto mortal passar para só depois, de forma hábil, no timing certo, saltar pelo caminho. Mas a partir das próprias ações básicas de plataforma, o jogador, ao correr, pular e cair nos espinhos pode acabar encontrando o “instante” da morte (visto que o jogo não permite que o personagem efetivamente morra); nesse momento, o jogo trava e nada acontece até que o próprio jogador aperte os botões e retroceda no tempo. Aí já temos a primeira experiência de necessidade de manipulação do tempo, e sempre que o jogador estiver em situação de perigo ou morte iminente, poderá recorrer a essa habilidade. Essa manipulação do fluxo temporal pode se dar de várias formas, começando pela habilidade básica de retroceder o tempo em velocidades variáveis (1x, 2x, 4x, 8x) ou congelando o tempo (0x), mas conforme se avança no jogo, o personagem ganha novos poderes conforme o mundo em que se está, para solucionar os diferentes puzzles que determinam novas mecânicas envolvendo o comportamento do tempo.

    Cada mundo trará uma mecânica nova de manipulação do tempo, somada a alguma das mecânicas anteriores. No mundo 2, há uma “aura verde” em torno dos objetos e inimigos que os tornam imunes à manipulação do fluxo do tempo, ou seja, tudo ao redor pode voltar no tempo, menos eles. No mundo 3, há uma inconveniente sincronização do movimento do personagem com os inimigos e objetos móveis, isto é, eles se movem se e conforme o movimento do personagem, o que pode bloquear o caminho para alcançar os objetivos. No mundo 4, o personagem pode criar uma “sombra”, isto é, uma cópia de si mesmo, após cada retrocesso de tempo, que irá reproduzir suas últimas ações dentro de um limite de tempo; somente através dessa “sombra” alguns objetos – como alavancas, portas, chaves e peças – e inimigos marcados com a cor lilás (que indica que podem ser tocados pela “sombra”) poderão ser interagidas. No mundo 5, o personagem está em posse de uma argola poderosa que cria um campo circular (que tem até delimitação em duas circunferências), que em sua influência lentifica a ação de qualquer coisa que se aproxime, seja inimigos, plataformas ou objetos móveis. Dessa forma, pode-se listar as mecânicas de manipulação do tempo como segue: retrocesso no tempo, imunização de objetos ao retrocesso no tempo, tempo condicionado à sincronização do movimento no espaço, a criação de paralelismo de realidades passadas, e dilatação/lentificação do tempo.

    E é um game que segue a tradição antiga dos jogos repletos de segredinhos e macetes: por exemplo, o personagem pode pular mais alto quanto mais vezes ele pular sobre um inimigo, mas o inimigo morre com uma pisada só, então se tiverem 2 ou mais numa mesma área, pode-se realizar uma sequência de pulos para alcançar um lugar mais alto; ou você pode fazer “arte” no mundo 3 (!). Assim como um movimento que pode-se chamar de “pulo da escada” que alguns jogadores habilidosos conseguem fazer – eu só consegui umas poucas vezes, e sem querer.

    O jogo ainda conta com um final verdadeiro que, para ser descoberto, requer que o jogador obtenha 8 estrelas secretas (que são as mesmas da constelação lá no início do jogo) dentro dos cenários. E é muito difícil descobri-las! E mesmo descobrindo, o mais difícil mesmo é conseguir alcança-las, mesmo assistindo aos vídeos no YouTube... Bom, eu só peguei uma, que é uma propositalmente fácil de alcançar, as outras nem fiz questão mesmo.

    Confesso que eu, por meus próprios méritos, fiz apenas o percurso dos mundos, pegando uma maioria de peças, sendo que em um determinado mundo não consegui pegar nem metade. Para pegar todas as peças, tive que olhar uns vídeos de detonado no YouTube mostrando como fazer as resoluções dos quebra-cabeças. Acabei vendo até speedruns de pro-players terminando o jogo em 20 minutos, algo que requer muito domínio do controle e das mecânicas do game. O pior que tem um troféu requerendo fazer speedrun, e você tem que fechar o jogo em até 45 minutos. O jogo normal demorei mais de 2 horas para fechar. Na obtenção do troféu de speedrun, esse foi meu progresso em 7 tentativas:

    Minutagem:161:02.03
    Minutagem:86:17.97
    Minutagem:63:52.12
    Minutagem:59:42.82
    Minutagem:47:28.35
    Minutagem:45:06.65
    Minutagem: 43:20.90

    Curiosas referências o autor do jogo teve para compor essa obra... Nos créditos finais, os agradecimentos especiais são dirigidos para os seguintes nomes: Italo Calvino; David Lynch; Milorad Pavic; Alan Lightman; Brian Moriarty; Daniel Engber; William L. Laurence. Confesso que sou familiarizado apenas com os dois primeiros nomes, o resto não lembro quem são.

    Nos mesmos créditos finais constam esses dois textos, creditado a uma tal Christina Rossetti (e mais no final do final, o texto meio que se repete):

    "Who has seen the Wind? (Quem viu o Vento?)

    Neither you nor I: (Nem você nem eu:)

    But when the trees bow down their heads (Mas quando as árvores baixam suas cabeças)

    The wind is passing by. (O vento está passando.)"

    Está previsto um remake do jogo em comemoração ao aniversário de lançamento – “Braid: Anniversary Edition”, previsto para o próximo ano. Os gráficos e resolução serão aprimoradas para 4K, além de adicionarem novidades conceituais. Esperar para ver.

    *

    *

    *

    @platinadores

    16
    • Micro picture
      msvalle · 20 days ago · 2 pontos

      Parabéns pela persistência, eu desisti desse troféu de speedrun =P

      1 reply
    • Micro picture
      volstag · 19 days ago · 2 pontos

      Esse jogo é espetacular

  • coragemmm josiel
    2020-04-05 16:11:23 -0300 Thumb picture
    coragemmm checked-in:
    Post by coragemmm: <p>Jogo excelente!</p><p><br>Finalizado dia 04/04/2

    Jogo excelente!


    Finalizado dia 04/04/2020

    0
  • marlonfonseca Marlon Fonseca
    2020-01-08 20:51:17 -0200 Thumb picture
    marlonfonseca checked-in:
    Post by marlonfonseca: <p><strong style="background-color: initial;">Jogo

    Jogo finalizado #2302-Braid (XBOX 360)

    #9 em 2020/ # 105 no xbox 360

    Finalizado em 08.01.2020

    E pensar que depois de tudo o último minuto era tranquilaço. Bem, eu sou um entusiasta dos jogos indies e achava que por esse fato não ter jogado Braid ainda era um dos grandes furos gamers meus.

    Afinal de contas foi praticamente ele que sedimentou o cenário indie atual e tornou o mercado digital atrativo e fonte para jogos "menores" em investimentos mas com liberdades criativas quase infinitas.

    E não me espantou ver nele coisas que eu andei observando em mais de uma década de jogos indies que joguei.

    Um excelente (e por muitas vezes complicado e milimétrico) puzzle plataforma atemporal cujos gráficos, sons e jogabilidades parecerem estar fadados a se manter sempre atuais.

    Nem vou debater o final porque ainda quero fazer minha pesquisa sobre as teorias a respeito dele - fiquem á vontade de colocar nos comentários as de vocês.

    Foi uma viagem com emoções díspares, mas valeu muito á pena. Um título de respeito para o meu CV gamer.

    22
    • Micro picture
      kleber7777 · about 1 year ago · 2 pontos

      Que bacana ver que esse jogo ainda continua relevante e atual como vc disse. Eu tb nunca joguei até aqui. Tenho mas só adiei. Bom saber. Vou dar um jeito de tirar essa pendência tb.

    • Micro picture
      santz · about 1 year ago · 2 pontos

      Minha única emoção com esse jogo foi de uma completa confusão.

  • marlonfonseca Marlon Fonseca
    2020-01-07 20:44:37 -0200 Thumb picture
    Post by marlonfonseca: <p>E me restou o último mundo. Será que amanhã eu t

    E me restou o último mundo. Será que amanhã eu termino? Fé no Pai!

    18
    • Micro picture
      lukenakama · about 1 year ago · 2 pontos

      Vai que tu consegue.

  • marlonfonseca Marlon Fonseca
    2020-01-06 19:28:57 -0200 Thumb picture
    Post by marlonfonseca: <p>Mais um "mundo resolvido". Faltam 2...</p>

    Mais um "mundo resolvido". Faltam 2...

    13
    • Micro picture
      santz · about 1 year ago · 1 ponto

      O primeiro (que na verdade é o segundo) é um dos que achei mais difíceis de coletar as peças.

  • marlonfonseca Marlon Fonseca
    2020-01-05 20:32:44 -0200 Thumb picture
    Post by marlonfonseca: <p>Estou num ritmo de um mundo por dia. Logo, Fiz 3

    Estou num ritmo de um mundo por dia. Logo, Fiz 3 até o momento.

    Ele é mais genial do que eu sequer imaginava mas é bem cansativo.

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      santz · about 1 year ago · 2 pontos

      Se você agarrar num mundo, vai para o próximo. Alguns puzzles só serão resolvidos de cabeça fria.

  • marlonfonseca Marlon Fonseca
    2020-01-03 17:59:50 -0200 Thumb picture
    Post by marlonfonseca: <p>Comecei de "leve" terminando o primeiro mundo, q

    Comecei de "leve" terminando o primeiro mundo, que na verdade é o segundo.

    Esse tava lá no fundo do backlog.

    15
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      santz · about 1 year ago · 2 pontos

      A história é bem embolada, mas os puzzles, os gráficos e a trilha sonora são geniais.

  • hilquias Hilquias Miranda Cortez
    2019-12-10 16:46:59 -0200 Thumb picture
    hilquias checked-in:
    Post by hilquias: <p><strong>FINALIZADO!!!</strong></p><p>Terminei ho

    FINALIZADO!!!

    Terminei hoje, eu tinha começado a um bom tempo, terminei os 3 primeiros mundos e droppei no mundo 4 porque odiei ele. Ontem eu tava atualizando o backlog do ano e vi esse na lista de droppados... lembrei da motivação do @filp pra eu terminar logo e decidi finalizar. Acabei hoje, faltava pouquinho.

    Braid é um jogo do início do BOOM dos indies no mercado, junto de fez, limbo e meat boy, eu lembro q ouvi falar muito bem dele, mas sinceramente achei ele só ok, tipo, achei bacana cada mundo usar o conceito do tempo de forma diferente, mas o mundo 4 é tão odioso q amargou o gosto do jogo pra mim, por outro lado, a cena do final com a princesa me surpreendeu, foi incrível de verdade, genial.  

    com isso, mais um jogo limpo do backlog, e dessa vez, um que foi tirado do buraco dos droppados. Considerações finais, a jogabilidade é boa, é um puzzle de plataforma decente, não sei se chegaria a recomendar, mas achei uma experiencia válida no geral.

    16
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      poisony · about 1 year ago · 2 pontos

      acho que na época dropei ele por aí tb, taí um backlog vergonhoso pra mim

      1 reply
    • Micro picture
      santz · about 1 year ago · 2 pontos

      O mundo 4 é qual mecânica mesmo?

      3 replies
  • slashgoodboy Vitor Benício
    2019-07-29 11:13:21 -0300 Thumb picture
    Post by slashgoodboy: <p>.</p>

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    22
  • santz Santz
    2018-12-26 10:56:56 -0200 Thumb picture

    Jogo finalizado nº: 322 - Vai e volta insano no indie revolucionário

     Outro jogo que conheci no Indie: Video Game Movie foi esse Braid, que era sempre retratado como fonte de inspiração para os novos desenvolvedores. Foi o primeiro Indie a realmente explodir e apresentar esse novo paradigma que tanto amamos. Os gráficos do jogo são lindíssimos, com cenários de fundo e animações extremamente fluídas. A trilha sonora é clássica, com violino e piano. Mais legal ainda é ouvir ela ao contrário quando estamos voltando no tempo. A história e vários elementos do jogo fazem referência ao grande clássico Super Mario Bros., mas na verdade, a trama de salvar a princesa, na verdade, conta a história do sonho americano em busca de uma arma de destruição em massa, a bomba atômica, que trouxe tanto sofrimento e medo ao mundo.

     Confesso que a mecânica de voltar no tempo a qualquer momento e quantas vezes quisesse não me prendeu logo de cara, achei que o jogo ficaria muito fácil. Mas quando joguei, entendi que não se tratava de um jogo de plataforma tradicional, e sim, de puzzle. Voltar no tempo infinitamente era apenas uma mecânica para resolver os enigmas de cada fase. O jogo é dividido em mundos e cada um possui uma mecânica diferente. Os mais lembrados são do anel que retarda o tempo a sua volta e as fases que avançam e retrocedem conforme nosso personagem se move para frente e para trás (que por sinal, é a minha mecânica favorita). O jogo possui alguns enigmas difíceis, porém, consegui passar por todos em 3 dias, sem olhar guia nem nada. O ponto que mais me desapontou no jogo é sua curta duração e a forma que a história é contada, cheio de poemas e metáforas que me deixou perdidinho.

    36
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      bye · about 2 years ago · 3 pontos

      Parabéns! Mas pôxa vida eu também conheci o Braid assistindo o Indie: Video Game Movie! Tanto ele quanto o FEZ, na verdade. Curti tanto a proposta quando a jogabilidade da viagem no tempo que, baseado no 10 que você classificou esta categoria, não deixou a desejar nenhum pouquinho, perfeito! Finalizar jogo de puzzle sem guia dá uma satisfação né não? :v

      1 reply
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      kipocalia · about 2 years ago · 2 pontos

      Também tem o final de que na verdade a princesa tava fugindo dele. Esse das armas nucleares era um final especial bem dificil de fazer. Você só conseguia pegando as estrelas das fases, e muitas vezes demorava horas para aparecer a plataforma que te levava até ela. Esse jogo desconstruiu nos 2 finais a histórinha do Mario, de uma forma TOP, curti pakas o sistema.

      1 reply
    • Micro picture
      taironecass · about 2 years ago · 2 pontos

      Também conheci o jogo pelo filme dos indie games e até hoje não zerei.

      1 reply

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