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  • rodrigockp Rodrigo
    2018-01-20 02:44:18 -0200 Thumb picture
    rodrigockp checked-in:
    Post by rodrigockp: <p>Rumo ao desafio de fechar 24 jogos no ano e o de

    Rumo ao desafio de fechar 24 jogos no ano e o desafio do Joken de de escolher um jogo do ano que voce nasceu!

    8
    • Micro picture
      xch_choram · almost 2 years ago · 2 pontos

      Eita 24, já ta em qual já? minha meta esse ano é pelo menos 50 kkk

      1 reply
  • duque_games tiago duque
    2017-08-13 00:49:08 -0300 Thumb picture

    Saga Myst, conhecendo a fundo.

    Galera, venho aqui divulgar este site, que não é de minha autoria, mais que acho de extrema importância para quem curte o mundo Myst: Www.grandecaverna.com. Este site esta todo em português, e traz detalhes, atrevo a me dizer, de TODO O MUNDO MYST, fora detonados, traduções dis livros, cronologias, TUDO. Então, fica aqui a minha dica.

    1
  • 2017-07-10 06:55:45 -0300 Thumb picture

    O poder de criar realidades minimalistas

                                             Tudo se inicia num livro carcomido

     Quem não gostaria de mudar radicalmente seu modo de vida? Se pudesse criar um ser, um mundo apenas seu...quantos estariam tentados a tentar fazer esse mundo perfeito? Contudo, mexer com a realidade pode ser imprevisível. Veremos um game onde é amado e odiado por muitos. Consagrado de ser um dos mais vendidos, gerando uma pentalogia de jogos e um MMO, outras produtoras fizeram jogos inspirados no seu estilo de gameplay e acusado injustamente ou não de matar um gênero de jogo.

    Myst é um jogo de estilo Adventure, Desenvolvido pela Cyan, Inc (hoje, a empresa se chama Cyan Worlds) e publicado pela Broderbound Inc. Inicialmente feito para os computadores Macintosh em 1993 e tendo versões para inúmeros sistemas. 3DO, Playstation 1, Atari Jaguar, CD-I,Amiga, Psp, Nintendo DS, IOS,Android,OSX,Steam e para o Sega Saturn. Onde a versão foi publicado pela Sunsoft, Sega (JP) em 11 de janeiro de 1994, pela Acclaim (US) em 1995 e a versão em português lançada em Março de 1996. o jogo se trata sobre mundos vazios onde se pode trafegar livremente sem nada para detê-lo ou feri-lo. Sem qualquer tutorial ou saber da sua localização, como dar um mergulho no escuro. Tendo de explorar os locais de arquitetura de diferentes designs. Para o belo ao pitoresco, passando pelo grandioso e bizarro para a solução de puzzles, onde sua única bussola é a sua intuição.

    O enredo do jogo é muito vago mesmo se ler o manual, porém vasto em historia e informação. O jogador é alguém que teve a sorte (ou a infelicidade) de ler numa biblioteca um livro com o nome na capa escrito “'Myst” e é tragado para o vazio rodeado de estrelas e o único objeto a vir contigo é justamente o cartapácio que o personagem estava lendo. Ao abrir-lo, nota-se uma imagem de um sobrevoo sobre uma ilha desconhecida, ao tocar na foto, você está dentro de Myst. O lugar não é do tipo, esquecida pela civilização. Há um pequeno porto onde se vê um navio submerso (ou o mastro dele) construções excêntricas europeias sendo uma delas, um pequeno planetário e a outra contem uma coleção vasta de livros com a maior parte das obras carbonizadas, um foguete espacial onde parece ser um modelo de algum filme de ficção científica dos anos 50/60 e além da floresta de pinheiros, uma torre do relógio separada pela água do mar. E não há ninguém para trocar alguma informação sobre a localidade...ou quase.

    Ao explorar a ilha, você pode encontrar os irmãos Sirius e Achenar, um que parece ser alguém arrogante e ardiloso e o outro parece sofrer de transtornos psicológicos. Onde se encontram presos em livros e mesmo sem o conhecer, lhe pedem para encontrar as páginas das cores de seus alfarrábios correspondentes para serem libertos e acusam o pai deles por estarem naquela situação. As mensagens dita por eles parecem estar interrompida com estática em partes importantes e não se pode entender muito bem ou se for mais sagaz na sua busca por respostas por papeis “largados” ao chão, o jogador pode encontrar Atrus, o suposto responsável pela localidade.  

                 Atrus manda uma mensagem de alerta...mas não é para você

    Atrus é um “Bookmaster”, alguém capaz de criar mundos através da escrita em livros e esse se encontra também enclausurado onde se pode entender pela mensagem dada para a sua esposa, Catherine num aparelho holográfico e diz ele que seus próprios filhos causaram todo esse problema. Mas quem estaria falando a verdade? Os irmãos ou enigmático escritor?

    Cabendo ao jogador investigar e descobrir o que aconteceu, através de enigmas em realidades magníficas com toques de minimalismo e solidão.

     Desde o inicio do game, precisamente nas docas da ilha, o movimentar é feito clicando com a mãozinha onde serve como seta para andar sobre o local em fotos em 3D de baixa resolução, onde o responsável pela engine do game é Chuck Carter onde ele desenhou e deu forma cada estrutura, mapas,e design de interiores belíssimos em 2500 imagens. Para quem não esta acostumado a trafegar num game de “tela em tela” pode parecer incomum, mas conforme a jogatina isso se torna um charmoso detalhe para alguns e um pouco lento para outros.

    Basicamente se deve ir a casa onde está a biblioteca destruída e lá procurar por pistas onde o levará pelos mundos dentro de livros, chamados de “Eras”. São quatro ao todo, denominados Mechanical Age, Stoneship Age, Channelwood Age e a Selenetic Age (a quinta era, Rime somente surge em versões posteriores) e não há uma ordem certa em qual mundo devemos começar. Cada fase possui suas características únicas variando de paisagens paradisíacas, florestas pantanosas e regiões de natureza mista e somado com sons característicos desses ambientes, os locais passam a sensação gostosa de serenidade. Raramente você encontra alguma fauna em curtas imagens em Cgs bem simples, esses momentos cortam um pouco a sensação de estar trafegando num game feito de fotos estáticas.

    Os enigmas do game não aparentam serem difíceis embora pareçam complexos. Como é comum em jogos do gênero, é necessário pensar um pouco para saber o que fazer ou as vezes experimentar algo na base da tentativa e erro. Veteranos da franquia e em adventure games consideram Myst o mais “fácil” da quintologia se comparados a futuros jogos da série, por ser aquele a dar mais pistas para ajudar os jogadores. Mas não espere em momento algum alguém lhe pegar pela mão e ajuda-lo na sua busca pelas páginas mágicas. Para aqueles não iniciados a esse gênero de game, cada puzzle pode ser um tormento para ser solucionado, mas quando feito, lhe dá uma ótima sensação de parecer sagaz.

         Achar as pistas não são o problema, o empecilho é entendê-las

     Ao explorar os firmamentos, pode se encontrar pequenos itens como chaves e caixas de fósforos, onde são a solução para alguns quebra-cabeças. Contudo no jogo não há uma tela para inventário, e aí que está uma das partes onde tornam Myst um jogo trabalhoso. A boa notícia é pelo objeto é para ser utilizado na mesma sala onde se encontra para abrir algo e pelo lado ruim em relação a sua busca... depois de todo o trabalho de achar uma das páginas dos livros ao encontrar a outra de diferente coloração na mesma fase, você se dá conta que se pode levar APENAS uma folha do livro azul ou vermelho. Ou seja: terás que achar a saída da fase, colocar a folha no livro certo e retornar a Era para coletar a qual você deixou para trás. Pode não parecer incômodo agora. Já que o caminho para entrar no universo paralelo novamente, se decifrada, estará sempre aberta e alguns puzzles já estarão resolvidos. Mas ao chegar na Selenetic Age...

                                         Os cristais pontiagudos de Selenetic

    Selenetic é considerada o mundo mais trabalhoso, pela fase lidar com sons e sincronismo. Um dos quebra cabeças mais famosos do jogo é o enigma do piano e a mais degostosa para ser solucionada para se adentrar no livro correspondente. É considerada um dos cenários mais bonitos do game visualmente e a mais variada em paisagem. A Era é tecnicamente simples, pois o enigma de áudios não é árdua de solucionar quanto a do piano e não lhe dará trabalho a encontrar uma das páginas perdidas.

    O “inferno” dessa fase ficou guardada para o final, onde para sair daquele mundo é necessário embarcar num submarino amarelo e seguir por um caminho subterrâneo onde possui dezenas de rotas guiadas por sons de lata (?) e alguns incomuns e a única visão do caminho é por uma janelinha onde é mostrado um Cg um pouco demorado ao percorrer os trilhos. Você pode avançar, retroceder ou virar o veículo para a esquerda ou direita onde esse percorre 8 pontos cardeais. Sem tentar desenhar um mapa, fica difícil tentar sair desse local claustrofóbico. E piora pela maior parte do trajeto serem quase idêntica e tendo a visão limitada, dificulta ao jogador saber se está indo pelo caminho certo ou quão longe ele se encontra, é sem duvidas, a “esfinge” mais árdua de completar em Myst.

                             Prepare-se para se frustrar, temei-vos o submarino 

     Sobre os irmãos, você encontra o aposento de cada um deles em algumas Eras , onde pelo visual das acomodações, se pode ver refletido a personalidade de ambos na decoração. Nesses locais pode se achar uma pista importante onde para solucionar o principal mistério do game. Uma boa maneira de entender uma pequena parte de porque há acomodações nesses mundos é lendo os livros onde Atrus narra as suas aventuras. São pequenas estórias onde o jogador terá mais informações sobre aqueles mundos relatado e um pouco da relação dele com os filhos e a esposa. Mesmo assim, as estórias não explicam sobre quem ou o que é Atrus, como ele adquiriu o poder de criar mundos e porque um livro mágico dele estaria numa biblioteca pública.

    Uma das estórias interessantes escritas nos livros foi como Atrus e sua família passaram por aventuras na Era mecânica.

     Robyn e Rand Miller são os idealizadores do game e onde fazem suas atuações de personagens no jogo. Eles já estavam no ramo de jogos eletrônicos point and click com temática infantil como The Manhole e Spelunx. Richard Watson seria o “Storyteller”, onde ficou tão fascinado com a trama do game de mundos criados em livros que fora convidado para as continuações que ele chegou a criar uma língua própria onde alguns nativos e alguns personagens importantes se comunicam e esse também faria a história do Universo do game. A linguística somente seria melhor explorado em outros games da série e essa fez tanto sucesso que fãs mais fervorosos tentam falar Dni (o termo correto de fala é “Dunny”), a linguagem oficial daqueles mundos. É louvável um game cativar tanto a ponto dos jogadores quererem aprender um idioma fictício

                                    O abecedário e o sistema numérico de Dni

     Há um pequeno vídeo de quase quinze minutos onde pode ser facilmente encontrado de como os criadores e sua pequena equipe criam o game em cada passo. Vale como curiosidade

     Os efeitos sonoros são um destaque a parte. Há boas músicas onde combinam com o cenário geralmente se dão em locais fechados como cavernas, túneis, dentro de construções e nos quartos de Sirius e Achenar.. Os sons de água, do fogo, quando se puxa uma alavanca para fazer um mecanismo funcionar entre outros são feitos na qualidade “fundo de quintal”. Como o som de chamas ser feito por um carro andando sobre britas, o som de trovões é má estática ao sintonizar uma estação de rádio e o som de quando se adentra num dos mundos, onde se tornou a marca registrada do jogo é feito com uma pistola de ar concentrado. Mesmo sem uma grande equipe musical composta apenas de Robyn Miller e Chris Brandkamp (responsável pelos efeitos sonoros), o pessoal da Cyan mostrou criatividade, onde gerou quase 60 minutos de trilha sonora.

     Para salvar o seu progresso, basta apertar Start e selecionar save game, o mesmo pode ser dito para recarregar , onde ao reiniciar de onde parou. Se estiver em Myst, sempre começará na sala da livraria queimada olhando para o teto. As opções são da velocidade do cursor e da velocidade de quanto as telas são passadas (é recomendado a velocidade 3) e o nível de gama/brilho

     A sensação de isolamento lhe dá uma sensação de calma e insegurança

    O tempo de duração pode variar, numa primeira jogada pode variar o quão sapiente o jogador é para descobrir e desvendar os mistérios e os mundos são pequenos, então fica fácil saber aonde tem de ir. Aproximadamente umas cinco a seis horas talvez.... mas numa segunda jogada, você pode terminar o game em menos de 5 minutos. Não posso dizer se o game tem um alto fator de replay e se haverá vontade para revisitar a ilha após saber de todas as nuances.

    O Port para o Saturn, por ser um console é um pouco inferior a versão para computadores mas a sensação de imersão não é perdida e para os puristas, não faz sentido jogar um adventure sem teclado e mouse. Porém o Saturn tinha um mouse para essa finalidade

     Myst pode ter sido o ultimo a fazer sucesso do gênero adventure na década de 90, era um dos jogos mais vendidos até o game The Sims aparecer nesse meio tempo, mas o jogo deixou seu legado. A popularidade do jogo levou a várias menções na cultura popular. Referências a Myst fez aparições em um episódio de Os Simpsons ("Treehouse of Horror VI")

    Matt Damon, ator da Franquia Bourne gostaria que o jogo The Bourne Conspiracy (X360/PS3) baseado nos filmes consagrados do espião Jason Bourne tivesse um quê de puzzle game baseados nos enigmas de Myst. Mas fora transformado num FPS. Onde o mesmo declinou em fazer a dublagem e fazer o modelo do personagem ficar a sua semelhança devido a divergências criativas.

    Peter Bergman, criou um jogo satírico baseado no game intitulado “PYST”. Dando um novo olhar ao game dos irmãos Miller, onde mostra as consequências a ilha por ter sido explorada por milhões de jogadores e se alguns deles tivessem ficado (ou desistido de terminar) na localidade. O ator John Goodman faz o papel de um auto proclamado rei de nome Mattrus daquele mundo. O game é cheio de piadas e gags visuais e algumas zoam os pobres jogadores que tentaram com esforço completar Myst, impagável.

    O que seria da ilha se alguém não tentasse desvendar os mistérios e possui muito tempo em excesso. 

     Myst conseguiu seu lugar ao sol no gênero, onde para a maioria dos gamers, os jogos da LucasArts eram absolutos num tipo onde poucos se arriscavam na época e ainda hoje se aventuram, justamente pela sua jogabilidade, o tal “apontar e clicar. Esse pode ser uma porta de entrada para introduzir futuros adeptos em adventure games . Sem um limite de tempo para apressa-lo ou nada para matar o seu jogador, é mais motivador a querer explorar cada local em busca de respostas em seu próprio tempo. Em 2016, Robyn e Rand Miller traziam outro jogo com a mesma premissa chamada Obduction que teve fundos para o seu desenvolvimento no Kickstarter, e a premissa do game possui semelhanças com os jogos feitos pela Cyan. No qual você é um um estranho ao chegar numa cidadezinha onde tempo depois, cidadela inteira é abduzida por alienígenas e nos cabe descobrir o porque disso.

    Myst foi um jogo grandioso mesmo sendo ele de curta duração e a sua sequência, Riven, praticamente abre as portas para a magnitude.

    Humildemente me despeço.

    21
  • 2016-08-27 23:44:47 -0300 Thumb picture

    Alone With You parece boa companhia

    Medium 334192 3309110367

    Tem adventure novo no pedaço, que por sua vez é SciFi, e que por sua vez tem um lado romântico também.

    ► Post completo no DaiBokém!

    [@jvhazuki]

    6
  • kawens ^__^
    2014-06-17 17:27:17 -0300 Thumb picture
    Post by kawens: <p><img src="http://media.alvanista.com/uploads/tim

    23
    • Micro picture
      bubsy · over 5 years ago · 0 pontos

      nunca vou conseguir

    • Micro picture
      artoriasblack · over 5 years ago · 0 pontos

      um dos melhores Point and Click já feito. zerei uma porrada de vezes!

    • Micro picture
      artoriasblack · over 5 years ago · 0 pontos

      @guest1982 mas esse jogo não é TÃO dificil, basta botar um pouco a cabeça pra funcionar, já a sua continuação, Riven......velho. mas vou pegar na Summer Sale dessa semana

  • andrenesman Andre Nesman
    2013-09-30 02:09:14 -0300 Thumb picture
    andrenesman checked-in:
    Post by andrenesman: O PS3 que me desculpe, mas hj o clima está mt bom p

    O PS3 que me desculpe, mas hj o clima está mt bom pra jogar Myst.

    1
    • Micro picture
      zir0 · about 6 years ago · 0 pontos

      classiqueira

  • grupogamesenior Grupo Game Sênior
    2013-09-24 20:50:40 -0300 Thumb picture
    Post by grupogamesenior: <p> Há exatos 20 anos atrás, os irmãos Rand Mille

    Há exatos 20 anos atrás, os irmãos Rand Miller e Robin Miller revolucionavam o mundo dos games com o lançamento de Myst. O game ajudou também a popularizar o formato CD-ROM, algo que começava a engatinhar na época. Até 2002, o game foi o mais vendido para PC's na história, dando seu lugar para The Sims.

    O último game da série foi Myst V: End of Ages, lançado em 2005

    19
    • Micro picture
      andrenesman · about 6 years ago · 0 pontos

      Lembro de ter ficado jogando ele a noite toda no Saturn, ligado no headphone. O jogo dá uma imersão gigante. Quando lançou Riven, foi a mesman coisa. Fica noites e noites acordado passeando pelas ilhas e tentando desvendar os mistérios.

    • Micro picture
      deividso · about 6 years ago · 0 pontos

      Excelente jogo

    • Micro picture
      mateusmassa · about 6 years ago · 0 pontos

      @painkiller Num dos Monkey Island, o Guybrush comenta que Myst é chato!

  • tarlyson Tarlyson Aquino
    2013-08-15 11:59:06 -0300 Thumb picture
    tarlyson checked-in:
    Post by tarlyson: Jogando a versao do psp, pq disseram q esse jogo eh

    Jogando a versao do psp, pq disseram q esse jogo eh mto foda!

    2
  • itsahghost morreu
    2013-07-09 15:31:16 -0300 Thumb picture
    itsahghost checked-in:
    Post by itsahghost: http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailp

    AHSUHAUSDHA XD @romgb

    0
  • itsahghost morreu
    2013-07-08 19:05:48 -0300 Thumb picture
    itsahghost checked-in:
    Post by itsahghost: de novo

    de novo

    0

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