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Donut County - Análise

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A Annapurna Interactive é uma das minhas indie publishers favoritas, por trazer jogos incríveis que surpreendem o jogador de várias formas, como Journey, Outer Wilds, Sayonara Wild Hearts, entre outros indies. Mas, assim como as demais publishers, há também jogos interessantes e divertidos. E no caso da Annapurna, descobri recentemente o jogo Donut County.

Lançado em 2018 inicialmente para Playstation 4, Mobile e PC, e depois para Nintendo Switch e Xbox One, o jogo foi desenvolvido por uma única pessoa: Ben Esposito, que já trabalhou em What Remains Of Edith Finch e The Unfinished Swam, dois jogos desenvolvidos pela Giant Sparrow e publicados pela Annapurna Interactive.

Em Donut County, é nos apresentado dois personagens que trabalham em uma loja de donuts em uma pequena cidade: Mira, uma garota rebelde, e BK, um guaxinim malandro que é tratado tanto como um "protagonista", quanto um "antagonista", já que toda a história se desenrola por causa dele. O jogador controla um buraco que nasce através de um aplicativo que BK usa, e seu objetivo é bem simples: engolir tudo o que aparecer em seu caminho.

O buraco começa pequeno, engolindo folhas de grama, tijolos e objetos pequenos, e conforme vai crescendo de tamanho, ele pode engolir mesas, carros, pequenas casas, e até mesmo rochas gigantes, acabando com a calmaria que ali havia. Cada fase possui algo que vai modificar o buraco, como usar a fogueira para esquentar o buraco e assim fazer um balão voar, ou usar o buraco como um recipiente para fazer uma sopa, e por aí vai. 

Donut County é um jogo diferente e descontraído, que diverte o jogador e traz uma atmosfera maluca, com guaxinins e rosquinhas. Mas será que o buraco é mais embaixo? Só jogando para descobrir.

Donut County

Platform: PC
29 Players
4 Check-ins

3
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