filipessoa

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  • carlospenajr Carlos Pena
    2019-01-16 14:25:34 -0200 Thumb picture
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    Natural Doctrine a venda

    Medium 610981 3309110367

    Colocando o Natural Doctrine pra venda (só por que eu peguei a versão do PS4 XD)
    Fora do ML fica R$ 70 + frete
    No ML fica R4 85 + frete
    Link do anuncio:

    https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1166574433...

    @trocavenda

    Natural Doctrine

    Plataforma: Playstation Vita
    19 Jogadores
    2 Check-ins

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  • pauloaa Paulo
    2019-01-16 14:17:46 -0200 Thumb picture
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    pauloaa fez um check-in em:
    <p>Estou querendo pegar 99% das conquistas se algué - Alvanista
    Left 4 Dead 2

    Plataforma: PC
    16901 Jogadores
    518 Check-ins

    Estou querendo pegar 99% das conquistas se alguém tiver o mesmo objetivo me dá um alô, para nos ajudarmos. 

    Pra mim falta algumas do modo busca e coleta, modo que ninguém mais joga. E os mods que peguei não funcionam direito para este modos.

    L4D2 é jogo que mais joguei e é meu jogo casual que jogo para distrair e por isso queria pegar todas as conquistas possiveis, apesar de não dar pra platinar por causa de uma maldita conquista impossivel de conseguir hoje em dia, que depende da boa contade da steam.

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      minato3 · 1 mês atrás · 1 ponto

      Compartilhei pra ajudar ^^/

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      rodrigocaldas1993 · 1 mês atrás · 1 ponto

      Putz, com o pc que eu tenho agora nem da pra jogar L4D2 senão ajudava, faz mais de 1 ano que não jogo, ele é o jogo de pc que mais joguei na vida, um clássico.

    • Micro picture
      game_zone · 1 mês atrás · 1 ponto

      um bom game da epoca que joguei demais na steam, e hoje em dia esta morto os servidores infelizmente !!

  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-08 14:54:55 -0200 Thumb picture
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    Gráficos Importam ( ! / ? )

    Medium 3696401 featured image

    Gráficos importam?

    O mundo muda, o ser humano se adapta, nos aventuramos cada vez mais nos mistérios da natureza e da existência, dando assim sentido a uma eterna e infinita busca pelo conhecimento, pelo novo, por uma verdade que sabemos que nunca alcançaremos. Neste caminho, a cada resposta que levantamos, um par de perguntas surgem para nos lembrar do quão pouco sabemos. Porém, algumas destas questões estão fadadas a assombrar a humanidade por toda a sua breve estadia.

    Após essa introdução completamente desnecessária e irrelevante, gostaria de convidá-los a uma das discussões mais antigas no curto tempo em que o vide-o game existe enquanto mídia:

    O debate sobre a importância dos gráficos nos jogos sempre reverbera na comunidade e se intensifica em conjunto com as comparações entre o cenário Indie e AAA. Diferentes prioridades despontam na produção de diferentes jogos.

    Talvez o argumento mais usado seja o da “opinião”. Dizer que a relevância da parte gráfica concerne apenas à preferência do jogador está correto, porém incorreto ao mesmo tempo. Busquemos adiante enfim compreender os argumentos mais utilizados sobre a importância deste fator e entender um pouco melhor a relação dos jogos com seus elementos visuais


    Definindo o conceito:

    Quando discutimos aqui a ideia de “gráficos”, podemos estabelecer como um sinônimo o “Visual”, ou seja, tudo aquilo que é de algum modo projetado na tela e como é feito isso. Deste modo, estamos falando da qualidade de textura e efeitos, a animação dos personagens e ambientação, o feedback visual do jogo, o HUD e muitos outros elementos diversos. Vamos agora, por meio de exemplos específicos debater cenários em que a importância do visual vai além da preferência.


    Benchmark - Cloak Engaged!

    Mas roda CRYSIS? A clássica pergunta que circulava a maioria dos ambientes da comunidade de PC Gaming. Crysis e suas sequências tornaram-se referência no mundo dos jogos não somente pelo seu gameplay e enredo mas justamente por demonstrar a capacidade e limites da computação gráfica do seu momento. Mesmo não sendo realmente otimizado da melhor forma possível, o jogo chamara a atenção por ser tanto uma ferramenta para testar performance dos computadores como sendo parâmetro de qualidade a ser batido.

    Animações faciais e corporais bem detalhadas, a vida animal e vegetal da ilha paradisíaca extremamente convincente, efeitos de iluminação, sombras e pós-processamento anos a frente do padrão da indústria fizeram com que Crysis seja algo a se admirar até os dias de hoje e digo sem medo que continua sendo mais convincente que muitos jogos da contemporaneidade.

    O realismo do jogo também indica a mais um aspecto: Imersão.

    Existem diferentes modos de se proporcionar a imersão do jogador. Esta pode ser alcançada por uma narrativa sólida, mecânicas intuitivas, controles bem planejados e de muitas outras formas, porém, quando se tem um time de arte e design tão competente em seu trabalho ou uma tecnologia de renderização tão avançada, fica realmente mais fácil.


    A Animação:

    Para os familiarizados com jogos de luta, este é um fator que tem grande peso na leitura do jogo. Um jogo de luta é sobre ler movimentos e reações do adversário tanto no real quanto no virtual. Para reconhecermos um golpe em um determinado momento, é necessário que o personagem desfira o ataque com claresa, ou seja, gestos visíveis e distintos que marque a animação de uma forma que possamos distingui-los durante o momento da luta.

    Exemplos disso são Mortal Kombat (2011) e Mortal Kombat X, sendo um o bom exemplo e o outro o ruim. O apelo ao realismo em MKX fez com que o time deixasse de lado uma importância maior à animação caricada dos movimentos fazendo com que seja mais difícil ter uma boa leitura da ação de alguns personagens em certo momento. Já em Mortal Kombat (2011), as cores mais vibrantes e reações mais exageradas delineiam perfeitamente as ações ao jogador de maneira muito mais direta.

    Ainda com o mesmo exemplo, é possível discutir a narrativa pela animação. Em MK (2011) A pose de um personagem é parte responsável pela construção de seu “caráter”, revela origens, estilo e mente. Sub Zero, com uma pose mais centrada, defensiva inerte aponta ao seu elemento definidor – o Gelo – enquanto a pose de Scorpion simboliza o “escorpião” com o braço arqueado por trás como um ferrão de maneira agressiva.

    Mortal Kombat X sofre bastante neste aspecto, em que muitos dos personagens tem instâncias de combate extremamente desengonçadas, estranhas e sem nenhum caráter. Monges shaolin mais cambaleantes que bêbados, Reis sem postura de poder e guerreiros completamente desbalanceados. Aos que entendem inglês, recomendo:


    Competitividade:

    Pequenos detalhes, grandes diferenças. Em jogos como Counter-Strike: Global Offensive, situações podem entregar a posição de um inimigo pela projeção de sua sombra. Em outros jogos como PUBG, o baixo nível da renderização de algumas vegetações em longas distâncias confunde jogadores ao se parecer com inimigos.

    Estes são dois exemplos claros em que a atenção à detalhes e qualidade dos gráficos pode tanto aprimorar a experiência, enriquecendo o gameplay ou diretamente atrapalhar a identificação de elementos fundamentais ao jogo.

    Outro exemplo está nos jogos de corrida. Aos que se interessam pelos simuladores, parte do desafio é aprender o traçado dos circuitos, os pontos de frenagem e aceleração, do reconhecimento de trechos e pontos de referência para não depender somente do mapa visual. A visibilidade das placas indicativas de curvas e de elementos às margens que podem servir como tais referências, assim como poder enxergar claramente os sinais como luz de freios e a fumaça do travamento de rodas dos adversários pode prevenir colisões e te presentear com a vitória.


    Identidade:

    Certos jogos são lembrados com muito carinho hoje justamente por sua identidade visual. Uns arriscam nas mecânicas, no enredo, na trilha sonora, outros arriscam inovar em novos modos de representar o mundo virtual pela tecnologia.

    Jogos como Borderlands, XIII e outros se aproveitam de uma tecnica chamada Cel Shading para simular um visual cartunesco em ambientes 3D, engrossando liinhas, saturando cores e solidificando sombras e gradientes. Essa é também uma das tecnicas mais usadas para transpor a estética dos quadrinhos e mangás para o virtual, justamente pelo efeito que proporcionam. Outro exemplo é Street Fighter III para Street Fighter IV, em que a animação em duas dimensões fora basicamente convertida para um 3D (também conhecido como 2.5D) na sequência.

    Metal Slug é também uma série extremamente aclamada não somente pelo seus gameplay mas pela riqueza e características de sua arte. Tudo, desde os veículos e armas, seguem uma temática coerente, a animação das ações dos personagens, suas poses, gestos, marcam profundamente a forma com que a experiência é concebida. O satirismo com a simbologia nazista no uniforme dos soldados é outro ponto a se chamar atenção.


     MENTE DESCONTÍNUA:

    Em alguns exemplos vistos, os gráficos não possuem tanto impacto na jogabilidade, no enredo ou em mais elementos. Mas aí que está a questão: o video game não é apenas gameplay, apenas enredo, uma coisa ou outra. O video game é tudo ao mesmo tempo – o Audiovisual Interativo! Todos os seus elementos têm sim determinada importância e acredito ser extremamente prejudicial nos prendermos num ínfimo debate sobre “qual é mais importante que o outro”. É preciso compreender o lugar de cada um dos seus elementos para a contribuição da experiência.

    Como “São Pirula” dizia, a mente descontínua é a que não se deixa compreender a relevância mútua de dois ou mais aspectos. “ou é inutil, ou é mais importante que tudo!”. O problema é que o mundo não funciona em binarismos simplistas. Diferentes pesos necessitam de diferentes medidas.

    É, contudo, fundamental lembrar que existe sim uma discussão sobre PRIORIDADES que se faz muito mais que válida. Digo a respeito de um foco exacerbado de recursos e atenção a um elemento e abnegação de outro, que é o caso de muitas AAA contemporâneas. O debate saudável não é se algo é ou deixa de ser relevante ou necessário, mas sim ATÉ QUE PONTO ESTES ELEMENTOS SÃO RELEVANTES E NECESSÁRIOS. E esta é uma discussão para outro momento.

    Metal Slug

    Plataforma: Neo Geo
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    • Micro picture
      santz · 1 mês atrás · 5 pontos

      Gráficos sempre importam. Nunca pode ser o grande definidor se um jogo é bom ou ruim, mas é um os pontos mais importantes dos jogos desde o começo dos tempos. A direção de arte e as animações são os que realmente geram gráficos belíssimos, mas todos os demais pontos devem ser levados em consideração. Jogos feios tem que brilhar muito nos outros quesitos para ter destaque.

      2 respostas
    • Micro picture
      artigos · 1 mês atrás · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      johnny_bress · 1 mês atrás · 3 pontos

      e é por isso que esta é a rede social de games mais foda de todas. a galera cria otimos conteudos;

      1 resposta
  • anebarone Juliane H B
    2019-01-15 03:53:45 -0200 Thumb picture
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    <p><a href="https://www.youtube.com/watch?v=nZlLiFm - Alvanista

    Hoje estudamos na live como pintar algumas cavernas, com referência. Vou pintando e comentando. .psd e high-res ficam sempre disponíveis pro pessoal do APOIAse/Patreon // Software: Paintstorm Studio

    Site | APOIA.se | Podcast | Facebook | Twitter | Youtube | Instagram | Lojas: Colab55, Redbubble e Society6

    Se quiserem ser marcados em desenhos futuros, me avisem (se quiserem deixar de ser marcados, tb me avisem!)

    Amigos que pediram para ser marcados

    @jokenpo @drodro @laumiramos @darlanfagundes @inksketch @ermeson @flaviohideki @raccoon @typhonite @akromvaleth @ralfrisi @tiagoandrade @marcusmatheus @sugarbae @vinicios_santana_3 @manoelnsn @wildwolf @raquelita @kratos1998 @tiagoandrade @onai_onai @manoelnsn @volstag @ticianavalle

    46
  • vico Vico
    2019-01-10 20:01:37 -0200 Thumb picture
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    Tô com uma baita dúvida sobre qual formato do Windows 10 comprar

    EDIT: Pessoal, agradeço pela ajuda. Comprei a chave ESD na Digimer, me custou 700 contos kkk. Melhor estar seguro do que comprar gato por lebre

    Pessoal do Alvanista,

    Montei um PC hoje, tudo novo (comprado em Kabum e Pichau) exceto o SSD que eu tinha comprado há um certo tempo e vinha usando como armazenamento principal do meu note (Lenovo G50).

    Hoje fui dar uma olhada pra comprar o Windows (não quero usar pirata pois uso pra caramba a store e não quero arriscar a minha conta por besteira) e fiquei com uma baita dúvida sobre os licensiamentos: OEM, COEM, ESD...

    Pesquisando na internet parecia que a COEM me bastava (eu não quero "transferir" a licença do note antigo pro PC, só vou reaproveitar o SSD e formatado ainda por cima), então fui falar com o suporte da Microsoft (poderia colar aqui o link da tripa de tweets mas não sei se é contra as regras) no Twitter, porém os caras parece que fizeram uma confusão do caramba e acharam que eu queria transferir a licença do note pro PC (se eu quisesse não estaria pra comprar uma licença nova, duh).

    Depois de muita dificuldade explicando pros caras que eu só vou reaproveitar o diacho do SSD reformatado eles me disseram que eu não poderia comprar e ativar a COEM pois o SSD já foi usado com uma edição OEM (a do note) do Windows, então a ID dele já foi "anotada" pro banco de dados de ativação deles.

    Fiquei puto, ai perguntei qual era a versão correta pra eu comprar e eles simplesmente me dizem:

    "Dê uma olha com calma nas opções disponiveis, e veja qual a melhor para você!"

    Sério, se fosse pra ouvir esses conselhos era só falar com a minha mãe aqui. Eu esperava mais clareza do suporte da Microsoft, mas não, inicialmente nem entenderam o que eu tava tentando explicar.

    Como disse acima, não quero usar pirata, e até pensei em pegar e instalar um Debian aqui, mas aí já tava imaginando a dor de cabeça de configurar Wine, drivers e o cacete a quatro pra rodar uma simples ferramenta ou programa que não tenha versão nativa pra Linux.

    Enfim, alguém que manja dos paranauês de licenças pode me esclarecer qual licença e aonde eu posso comprar sem estresse?

    Obrigado!

    25
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      vianna · 1 mês atrás · 2 pontos

      compartilhando pra ajudar

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      jonomaia · 1 mês atrás · 2 pontos

      também compartilhei pra ajudar. não entendi disso tb, mas algo que vc pode ver são as chaves que vendem no Ebay. sim, são de procedência um pouco duvidosa pelo preço que custam kkkk mas até o momento, comprei 2 e outros dois amigos compraram e não tiveram problemas. A Store funciona perfeitamente, inclusive, comprei por isso - pra comprar Forza horizon 3 na época.

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      denisshadow · 1 mês atrás · 2 pontos

      Acho que uma licença FPP resolve seu problema

  • filipessoa Filipe Pessoa
    2019-01-15 02:13:46 -0200 Thumb picture

    Voltei das férias!

    Medium 610709 3309110367

    Três dias foras mas cá estou! A viagem que fiz foi super legal e fiquei muito feliz que finalmente consegui tirar o "ranço" do ano passado, agora que venha 2019 de fato com muitas alegrias, jogatinas e qualquer coisa que termine com ina:

    Vacation Quest: Australia

    Plataforma: PC
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  • hidatte Hidatte
    2019-01-06 11:45:08 -0200 Thumb picture
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    <p>Alguém que joga Naruto Shinobi Striker? Queria s - Alvanista

    Alguém que joga Naruto Shinobi Striker? Queria saber se vale a pena pegar

    Naruto to Boruto: Shinobi Striker

    Plataforma: Playstation 4
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  • sakuroikazuki Wesley Godoy
    2019-01-06 11:16:46 -0200 Thumb picture
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    Pergunta pessoal sobre modos "Hardcore"

    Gentlemen,

    Estava pensando esses dias atrás sobre jogos que tem o modo HARDCORE em que a morte é permanente. Esse modo parece ser mais comum em ARPG como Diablo 3, Grim Dawn e acho que Torchlight 2.

    Vi muita gente em outros sites (estrangeiros) fazendo a mesma pergunta que eu mas quero ver a opinião por aqui. Qual é a vantagem de se jogar em modo hardcore, que qualquer deslize você perde todo seu progresso e o tempo investido! No Diablo 3 por exemplo, se você perder conexão com o servidor, conta como morte.

    Se o jogo tem alguma coisa que te beneficie depois da morte, tipo um item que você ganhe por ter zerado no hardcore que possa ser usado por outros personagens em modo normal, acho que é até válido mas parece que a maioria dos jogos apenas dão achievements.

    Em um dos sites que vi o cara perguntando isso, uma resposta foi: "Qual é a graça de jogar uma coisa que você sabe que vai ganhar?"

    Então, pro pessoal que curte jogar em modo hardcore, me digam seu ponto de vista da vantagem em jogar nesse modo. Ou se é questão de gosto mesmo.

    Diablo III

    Plataforma: PC
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      filipessoa · 1 mês atrás · 2 pontos

      Eu costumo jogar no normal então também não faço ideia ushasausha mas quero ver as demais respostas a essa pergunta.

      1 resposta
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      jclove · 1 mês atrás · 2 pontos

      Tem vantagem nenhuma, só frustração e a vaidade de conquistar o maior desafio do jogo (se conseguir) . É modo masoquista.hehe
      Torch, que segue o modelo do Diablo ao menos vc perde o personagem e todo avanço que conseguir assim que morre independente de onde estiver...

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      tassio · 1 mês atrás · 1 ponto

      Se o jogo é BOM MESMO, se você REALMENTE GOSTA do jogo, começa-lo do zero de novo e de novo e de novo, perdendo todo o save e tendo coragem e animo pra tentar joga-lo novamente é a maior prova disso, nem precisa querer finaliza-lo. O meu jogo de corrida mais divertido durante muitos anos no Master System/Mega Drive (Road Rash), eu nunca havia terminado ele, fui fazer isso por pura casualidade anos depois e em emulador e no console mas já muitos anos depois, só por curiosidade mesmo. Nunca me desanimei com as centenas de telas de Game Over's vistas quando chegava lá pro nível 4 ou 5.

      Hoje tá cheio de "melhor jogo do últimos tempos da última semana aclamado pela mídia especializada" que é lançado/jogado/terminado/esquecido justamente por causa disso, o jogo é feito justamente pra TODO MUNDO gostar (ou achar que vai gostar) de joga-lo (até quem não gosta de video game e se obriga a gostar), reduzindo o máximo a frustração em perder. Aí todo mundo joga, se diverte sem frustração só que depois descarta o jogo, ele morre... ou é muito menos jogado.

      A frustração em perder e o sentimento de conquista na superação é MUITO BOM num jogo, mas não é todo mundo que tem esse animo, então ou o jogo morre definitivamente porque ninguém se anima, ou quem vai até o fim acha DE VERDADE UM ÓTIMO JOGO.

      E a indústria precisa de todo mundo comprando os jogos dela, gostando ou não kkkkk seja por gostar de desafios, ou só pra se divertir sem compromisso mesmo... então tem que fazer o mais acessível possível pra todos quererem comprar.

      *(Só deixando claro que tem jogos mundo aberto hoje em dia que saem disso aí e realmente permadeath não rola porque o jogo é MUITO GRANDE né, tipo os GTA da vida...). Tem o outro lado da história também que hoje em dia o jogos estão muito maiores e uma coisa dessa de morte definitiva fica inviável, mas vou parar por aqui que isso aqui já virou uma bíblia jesus amado!!

      1 resposta
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-05 01:44:07 -0200 Thumb picture
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    A Crítica "Desespecializada"

    Medium 3695717 featured image

    A Crítica "Desespecializada"

    É de se pensar: Uma empresa multimilionária realiza o lançamento de um jogo pelo preço padrão da indústria – 60 dólares – fundamentalmente problemático, com questões de balanceamento, performance, bugs, produz falsa propaganda sobre o seu produto vendido e, de alguma forma, parte da “mídia especializada” sustenta a narrativa de que a culpa é, ao final, do próprio consumidor.

    Pensemos também: Blizzard e Diablo Imortal. Ignorando completamente os pedidos da própria comunidade, sem o menor tato para suas prioridades, produzindo um jogo de uma das franquias mais aguardadas para uma plataforma distante de seu público de forma barata, reaproveitando Assets de outros jogos já existentes e completamente descaracterizada, a reação do fã é mais do que compreensível. É de se orgulhar. São raras as vezes que nós como público não aceitamos de forma pacífica as piores práticas que povoam hoje o mercado de jogos e que tem a cada dia se tornado mais predatórias. Mas porque, outra vez, grande parte da cobertura especializada mantém-se outra vez ao lado contrário daqueles que são o elo mais fraco e seu público – o consumidor?

    O quê acontecera com a “grande mídia” do video game? Kotaku, GiantBomb, IGN entre outras tornaram-se para muitos sinônimo de palco para grandes empresas anunciarem seus jogos, críticas rasas, pontuações esdrúxulas e mercenarismo.

    o que deveria ser o standart para uma boa leitura crítica e objetiva dos jogos e das reações da indústria?

    A resposta:

    Dinheiro. Quando tratamos de empresas gigantescas, informação, lançamentos milionários e a corrida do jornalismo do topo da pirâmide, dinheiro alimenta fundamentalmente sua existência. No caso das desenvolvedoras grandes, até certo ponto, o feedback verbal da comunidade tem peso importante, mas ao fim do dia o agrado aos investidores acaba sendo de maior relevância 90 porcento das vezes.

    Já ao abordarmos a mídia especializada, quantidade e velocidade acabam sendo conceitos com maior valor que a qualidade. Manter uma boa relação com as Publishers e garantir a postagem das análises o mais rápido possível é o que garante a “relevância” destas. Obviamente sua qualidade no processo é fortemente comprometida pelo tempo disponível, pela vulgaridade de sistemas de pontuação que conseguem elencar elementos do jogo em notas extremamente abstratas. É realmente cômico tentar entender, por exemplo, a mentalidade por trás de definir a qualidade dos gráficos de um jogo em uma nota como um “8.7”.

    O que busco, portanto, discutir neste artigo é: quais elementos deveriam compor TAMBÉM uma boa crítica de jogos de vídeo game e qual a diferença entre Crítica e Opinião.

    Opções, Performance e Qualidade:

    Geralmente ignorado por grande parte das críticas, a performance do rodar do jogo nas plataformas é um fator extremamente relevante que geralmente não é levada em conta. Problemas de performance e limitação das opções disponíveis podem transformar um bom jogo um grande pesadelo e arruinar a experiência do jogador.

    Need for Speed Rivals foi exemplo disso. A limitação para 30 fps do jogo independente da plataforma irritou grande parte dos jogadores. Uma taxa de quadros reduzida em um jogo de corrida de uma franquia que sempre havia permitido aos jogadores do PC o dobro desta, de uma hora para outra em um port feito às pressas e sem o devido cuidado manchou completamente o lançamento do jogo – que já sofria com a “rotina” da franquia e problemas em questão de jogabilidade, física e inovação.

    Para muitos, performance é um elemento definidor da compra. Jogadores mais competitivos de jogos como Street Fighter, Mortal Kombat ou FPS como Counter Strike e outros tiram maior proveito da fluidez de um maior número de quadro e de mais opções de customisações de visuais, portanto, é algo que deve ser levado em conta. Personalidades como Total Biscuit (RIP) era conhecido por iniciar todas as suas análises por uma tour pelas opções do jogo, exigindo possibilidade de modificações do FOV, limitação de frames, resolução, modificação do HUD e muitos outros elemente que podem fazer grande diferença e que com a tecnologia e o valor de produção de hoje DEVERIAM SER COMUNS de se ver.

    Street Fighter V é um exemplo de jogo que, além do modelo de negócios questionável, sofrera críticas por mudanças significativas em elementos como um maior “input lag” e simplificação de mecânicas que demandavam maior mastering em versões passadas.

    Modelo de negócio:

    Comum em outros setores de mercado, o preço é sempre levado em conta no classificar do produto. A decisão da crítica sobre um modelo de carro pode cair por terra justamente por custar um preço acima do necessário ou valor de revenda, preço da manutenção.

    O modelo de negócios deveria ser algo a se pesar ao se analisar criticamente seja qual for o jogo. Pagar 20 reais em um jogo Indie desenvolvido por um jogo desenvolvido por um sujeito solitário, mesmo que realmente não tenha esse valor, é algo que fazemos pelo apreço ao esforço e trabalho de quem desenvolveu. Já pagar 20 reais em microtransações em um jogo simples de celular desenvolvido por uma empresa milionária chinesa que claramente não deveria custar tal valor é algo completamente diferente subjetivamente mesmo sendo similar objetivamente.

    O preço do jogo, as microtransações, a forma como seu conteúdo é disponibilizado, season passes e outras práticas são fatores levados em conta por críticos como Angry Joe em suas análises mas raramente despontam de forma significativa ou impactam na nota de um jogo em sites mais convencionais como IGN.

    Dificuldade e Design:

    Dificuldades e modos de jogo extras, curva do desafio, inteligência artificial, constância da experiência são também coisas a se pensar. Jogos aclamados como Call Of Duty Modern Warfare 4 é um exemplo perfeito de como as dificuldades complementares como o modo mais difícil – Veteran – se torna uma experiência extremamente frustrante por conta do design de certas partes de mapas onde é basicamente inevitável ser atingido. Neste caso, o aumento da dificuldade apenas amplia a porcentagem de dano dos adversários. O comportamento, posicionamento, número e estratégias destes são as mesmas, o que demonstra uma maneira simplista de pensar no desafio do jogo.

    O remake de Doom, por mais brilhante que seja em muitos aspectos também gera uma pequena decepção pela falta da experimentação em comparação com o design dos clássicos e pela repetição do formato do gameplay nos estágios finais.

    “1000 Horas de conteúdo!”:

    O discurso das infinitas horas de conteúdo, para mim, é uma das maiores perdas de tempo que vemos hoje na indústria. Vemos dezenas de vezes jogos novos chegarem ao mercado anunciando horas e horas de conteúdo jogável mas que, ao final do dia, são apenas uma reciclagem das mesmas missões, elementos e mecânicas que já passamos as primeiras dez horas fazendo. Uma missão bem planejada e marcante deveria pesar muito mais que cinco missões secundárias onde fazemos a mesma coisa sem nenhum real sentido.

    Uma campanha de Resident Evil 7 tem muito mais presença que centenas de horas em Metal Gear Survive. Porém o argumento da quantidade parece ter hoje muito mais presença que a qualidade, quando estamos a todo momento tentando justificar nosso dinheiro gasto. No final das contas, jogos diferentes demandam prioridades diferentes.

    Histórico:

    Como descrito por Videogame Dunkey, um dos problemas de grandes sites de análises é justamente o fato da descaracterização do crítico, ou seja, não sabermos realmente “quem é” aquele que a escreve no sentido de preferências, outras críticas e mais fatores. Sendo assim, alguém como eu que raramente passa tempo jogando jogos de esporte dificilmente faria uma crítica boa e completa sobre estes.

    Quando investimos tempo em um gênero, conhecemos mais sobre o que o torna especial. Ao contrário do que muitos dizem, é por gostar muito de jogos de FPS que não me agrado com facilidade com qualquer jogo genérico que gaste meu tempo. Ao conhecer a fundo este, desenvolvemos a habilidade de reconhecer as mecânicas que os definem, os problemas que se repetem constantemente e em quais áreas há possibilidade de arriscar e inovar, nos tornando assim, mais críticos a cada elemento dos jogos que analisamos. 

    Proposta X e Proposta Y:

    Cada produção deve ser pensada isoladamente até certo ponto. Jogos diferentes possuem propostas diferentes. Por tal motivo, é extremamente errado e cômico quando vemos uma análise de um jogo como Assetto Corsa em que o autor reclama sobre a dificuldade de se dirigir e da física comparada a algo como Forza Motorsport. Enquanto este segundo se molda num pseudo-realismo onde elementos da simulação compartilham espaço com mecânicas mais acessíveis, a simulação completa de Assetto Corsa se mostra algo completamente diferente em termos de jogabilidade. Jogos diferentes, públicos diferentes.

    No que diz respeito à continuações, parte da proposta de uma sequência é... ser uma sequência? Justamente por isso que mudanças muito bruscas ou radicais podem não ser bem vindas, descaracterizando e se distanciando demais com relação aos seus antecessores.

    Excessão: é importante lembrar que, quando a própria desenvolvedora, pelo seu material de marketing, anuncia um tipo de experiência e o jogo nos apresenta outra distinta, então este argumento passa a realmente ser válido, como foi o caso de Project Cars ao anunciar-se como a maior e mais completa experiência de simulação do mercado – estando, no fim das contas, anos atrás de iRacing, Rfactor 2, Assetto Corsa e outros.

    Crítica e Opinião:

    Uma crítica pesada e nota baixa em um site não excluio direito de cada um de tirar proveito na obra. Ainda que impossível de reprimir toda a subjetividade, a crítica tem o papel de debater a obra de maneira objetiva, com estudo, argumentos, comparação, tecnicalidades e uma série de palavras bonitas que estão para além da opinião. Led Zeppelin é uma excelente e importante banda mas eu não gosto assim como Stallone Cobra é um péssimo filme e eu amo. A crítica e opinião podem coexistir tranquilamente a partir do momento em que estendamos o lugar de cada uma.

    Terminologia:

    Uma das palavras que mais me frusta é uma das também mais usadas para descrever jogos: A diversão. “the Fun”.

    Obviamente que a princípio não há nada de errado em achar um jogo divertido, descrevê-lo assim ou julgá-lo por isso. O problema é que muitas vezes essa palavra acaba a ocupar espaço demais nas críticas, obscurecendo análises mais profundas.

    Como dito antes, cada jogo possui uma proposta. Não necessariamente todo jogo é “divertido”, assim como qualquer outra obra como filmes ou livros. Uns aproveitam do sentimento de frustração para passar uma mensagem, outros o medo ou puramente o desafio. Eu não descreveria as dezenas de horas que passei no modo de treinamento de Mortal Kombat 9 (2011) descobrindo combos e treinando execuções como divertidas. São parte de um esforço competitivo para dominar as mecânicas de certo jogo, estas trazem sim uma satisfação, outros jogos produzem entretenimento sem necessariamente serem “fun”.

    Um vocabulário mais amplo e específico não somente enriquece a forma da análise como também torna a mensagem e a própria crítica muito mais clara. Jogos não são SOMENTE brinquedos digitais. São trabalho para uns, entretenimento, experiências, esporte e muito mais AO MESMO TEMPO. Valorizemos isso!

    Sistema de notas

    Atribuir uma pontuação à obra tem o propósito de condensar a crítica e resumir de certa forma a experiência. É compreensível o seu uso, já que é uma forma de agilizar o processo aos desinteressados. Porém, não deixa de ser problemático. Escalas, por mais diretas que sejam, já possuem problemas, quando elevamos ao padrão extremo de elencar uma “trilha sonora” em um “7.3”, deveria estar claro a questão: o que determina a exclusão de 7 décimos, o que cada décimo significaria em uma situação como essa, como fazer a contagem? É basicamente inexplicável.

    Números são objetivos demais para descrever algo que dificilmente se enquadra com tamanha exatidão. Em minha perspectiva um simples “Bom”, “mediano”, “ruim”, “acima da média” indica um padrão de qualidade mas sem engessar a interpretação de quem lê, dando margem a uma subjetividade um pouco maior da crítica.

    Uma outra possibilidade é a exemplificada pelo canal “worth a buy”. É simples: vale ou não vale a pena investir o dinheiro e porquê? Aos que não se interessam, vão pelo veredito final, aos que buscam uma razão, ouçam os argumentos.

    http://static1.squarespace.com/static/566a4af357eb8d...(img)

    Conclusões:

    Nem toda crítica convencional é ruim e nem toda crítica complexa é boa. O tipo de plataforma que discutimos aqui hoje existe e existe por um motivo. Visa direcionar o consumidor médio ou então casual à uma possível boa experiência ou ao menos saber se o gastar de dinheiro vale a pena sem precisar ler 6 páginas de artigo ou ver 30 minutos de vídeo. Porém, a crítica especializada também tem um motivo de existir. É por meio desta que os consumidores mais interessados se colocam, discutem os problemas da mídia e seus acertos e podem demandar algum tipo de atenção e evolução, tornando possível um canal de comunicação mais complexo com o desenvolvedor.

    No tempo de hoje em que a grande parte da crítica mainstream existe como veículo de anúncio e propaganda, como busca de cliques e outdoor para grandes empresas, àqueles que ainda mantém vivo o real interesse pelo desenvolvimento da mídia possuem cada vez mais relevância nos pequenos nichos e mantém acessa a fagulha do pensamento crítico que permite a mudança e a união das comunidades.

    Segue o nosso trampo lá! :)


    https://open.spotify.com/show/3vuHkXmewsXkyLvf1vNnSY#upsell

    https://soundcloud.com/tru_cast">https://soundcloud.com/tru_cast

    https://www.instagram.com/tru.cast/

    Fallout 76

    Plataforma: Playstation 4
    10 Jogadores
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      jonomaia · 2 meses atrás · 3 pontos

      Obrigado pela leitura!
      Eu tambem acompanho desde sempre. Justamente por ser algo bem dinamico e as vezes nos poupar de precisar ler 15 críticas diferentes. Mas quando se trata de algo que eu nunca vi ou algo caro, não dispenso as reviews de 40 minutos ahhaahh

      O "FUN" pode ser extremamente valido especialmente quando acompanha uma boa crítica mesmo. Então, comp num exemplo, um jogo de luta que possua boas mecaniscas de combos, balanceamento, diversidade de rooster e etc, pode ser definido assim. O meu incomodo é mais pela falta de especificidade as vezes hhahjdha

      E vc tem toda razão sobre o opinar. A crítica é um meio de discutir as obras, não proibir ou dificultar seu acesso

      1 resposta
    • Micro picture
      augus · 2 meses atrás · 3 pontos

      Primeiramente, excelente texto. Sua linha de raciocínio exemplifica bem a situação da mídia especializada atual. Todos os pontos levantados no texto são bem argumentados. Os exemplos não poderia serem melhores, TotalBiscuit, deixa saudades, e AngryJoe são ótimo reviews que trazem pontos únicos de discursão, poderia acrescentar aqui também a Digital Foundry que é mestre no seu trabalho com hardware e desempenho. Entretanto, gostaria de me apoiar em um trecho de seu texto, e quem sabe prestar o serviço de advogado do diabo, no qual você fala sobre a descaracterização do crítico. Eu sigo alguns grandes site especializados e ao clicar na review que eu quero ler, ou ver o vídeo, a primeira informação que é passada é quem escreveu a análise. Naquele momento, o usuário, que segue aquele portal, deve identifica quais direção aquele texto vai tomar ou, até mesmo, como será escrito. É verdade que muitos não são capacitados para tal, existe muitos escritores que eu me pergunto porque estão ali, contudo existe, sim, bons. Inclusive posso citar exemplos, como a Meghan Sullivan, do IGN, ou o Felipe Gugelmin, do Voxel, e temos os caso ruins como, a moça do "Too much water" na review de Pokemon OR/AS que virou meme.
      Para finalizar, queria parabenizar seu texto de novo, para tirar esse gosto agridoce do meu comentário, e reforça que o sistema de notas é desnecessário e condessa um, muitas vezes, rico texto em número sem sentidos.

      1 resposta
    • Micro picture
      kess · 2 meses atrás · 3 pontos

      Faz um tempo que queria escrever algo parecido, mas menos sério que a sua abordagem, muito obrigado pelas ideias. Realmente, o sistema de notas é algo que objetifica uma experiência subjetiva, e que gera discussões colossais entre os fãs e qualquer tipo de jogador, na verdade. E ainda tem aqueles meios sérios, como a Famitsu, que muito raramente dá uma nota máxima para um game, mas já fez isso com NintenDogs, por exemplo...

      2 respostas
  • 2019-01-02 12:03:55 -0200 Thumb picture
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    Alvanista O Livro(Prólogo)

    Narrador- Era um tempo de guerra, entre os reinos Microsoft, Playstation, Nintendo e Sega, até que alguns homens desses reinos, deixaram as diferenças de lado e se uniram para criar uma nova terra, livre de conflitos.

    Eles criaram sete gemas, uma para cada criador, e com o poder delas, surge o reino Alvanista, a terra prometida.

    Três gemas vermelhas, representando os três criadores que vieram do reino Nintendo, Mendes, Cavalcante e Lima.

    Duas gemas azuis, representando dois criadores que vieram de Playstation, Oliveira e Barcelos.

    E duas gemas verdes, represando os dois criadores que vieram de Microsoft, Sikora e Gadelha.

    E pra representar Sega, bem, PORRA NENHUMA!

    Por um tempo, vários foram até la buscando paz, mas após alguns anos, ninguém novo apareceria, sempre tendo as mesmas pessoas e as poucas novas que vinham, abandonavam a terra.

    Os criadores demoraram pra perceber, mas quando perceberam, não houve duvidas, Alvanista falhou.

    Sera que não existe saída para paz, sera que a guerra é uma parte natural da vida? Tristes, os criadores voltaram para seus reinos de origem.

    Mas as gemas foram descobertas pouco a pouco pelos reis, eles mataram cada portador e as pegaram para si.

    Graças a tortura, descobriram que as gemas possuíam poderes inimagináveis, quanto mais delas você tem, mais forte é, e se possuir todas elas, você se torna o ser mortal mais poderoso , só podendo ser ferido pela espada lendária, Master Sword.

    A Master Sword também tem poder de destruir as gemas, se uma gema for destruída, o reino de Alvanista vai perdendo forças, e se todas forem, vem o temido Ragnarok.

    Os reis tentaram usar o poder das gemas, mas elas eram poderosas de mais para pessoas comuns, então, elas foram guardadas dentro de baus guardados com chaves que só os reis possuam, mas todos eles tinham medo de usa-las e morrerem.

    Após as gemas serem roubadas de seus portadores, o reino de Nintendo possuía três gemas, o reino de Playstation possuía duas e a de Microsoft uma gema, porém, os reis sabiam que foram criadas duas  gemas que representavam  os dois criadores que ali tinham origem, faltava uma gema para o reino de Microsoft

    Gadelha jurou que não estava com a outra, mas ele sabia onde estava, em Alvanista, pois Sikora,um dos criadores do Alvanista, nunca voltou para sua terra de origem, Microsoft, pois acreditava em Alvanista mais que os outros criadores, Gadelha se recusou a entregar seu companheiro, sua morte foi lenta, dolorosa e brutal.

    Com uma das gemas Microsoft em mãos, Sikora a guardou com sua vida, e após sua morte ele a entregou para seu filho, e seu filho entregou para seu neto, e assim foi, por várias gerações.

    Esse é o começo do reino Alvanista, mas tudo que tem um começo tem um meio e um fim.

    Centenas de anos se passam e um habitante do Alvanista, Luke Nakama, decide embarcar numa jornada para trazer pessoas dos outros reinos para  Alvanista.

    Luke, é descendente dos povos de Nintendo, e sabe, através de seus antepassados, que em Nintendo, os habitantes são muito pacíficos, e querem parar com a guerra, querem um lugar para viverem uma vida tranquila e sem violência, mas os tiranos do reino negam a existência da paz, senão,acabar com Microsoft e Playstation, então ele precisara lutar contra o rei Walace Pop, e o vice rei Digplay, para contar a verdade ao povo.

    Ele também pretende passar pelos reinos Microsoft e Playstation, mas quer começar com Nintendo, mas ele ira precisar de ajuda, por isso, ele começa o recrutamento.

    Luke Nakama vai a casa de um velho amigo, certo de que ele o ira ajudar-lhe nessa jornada,pois ele também é descendente do povo Nintendo, o nome dele é..........

    Luke- SANTZ!

    Narrador- Não me interrompa, seu idiota.

    Luke- Eu faço isso quando eu quiser.

    Santz- Você continua falando sozinho, não é Luke.

    Luke- Estou falando com o......

    Santz- Narrador, claro, você continua pensando que estamos em um livro.

    Luke- De qualquer jeito, o narrador já explicou o meu objetivo, então é hora do corte, pra não ficar repetitivo e ter de explicar pra você de novo o que ele já falou.

    Santz- Entendi foi nada.

    Narrador- Como puderam perceber, Luke é uma espécie de Deadpool, ele sabe que está em um livro, o motivo é desconhecido, desde quando era criança Luke podia me ouvir, isso era meio estranho porque teve uma vez que....... ah, deixa pra lá, como eu ia dizendo, algum tempo se passa e Luke explica seu plano para Santz.

    Santz- Entendo, bem, eu tenho três Personas para administrar, mas acho que eu topo sua aventura, mas vamos precisar de armas, eu tenho em casa algumas coisas, mas acho que vou usar a Capa-Pena, e você?

    Luke- A arma favorita da minha coleção......... uma Pokébola!!!!!!!

    Narrador- Santz faz uma cara de desgosto impagável.

    Luke- Acho que vamos precisar de mais guerreiros.

    Santz- Uma Pokébola....... estamos fodidos.

    Luke- SANTZ!!!

    Santz- Ah desculpe, eu estava viajando.

    Luke- Depois eu é que sou louco.

    Santz- Eu conheço dois grandes guerreiros.

    Luke- Quem são eles?

    Santz- Andre Andricopoulos, descendente do povo Playstation, sua arma é uma pistola.

    Luke- Estamos na idade média, e existem pistolas, faz tanto sentido quanto as motos que aparecem no Castlevania de Nintendo 64.

    Santz- O outro é o Filipe Ssoa, descendente do povo Microsoft, sua arma é a Portal Gun, ela serve para....

    Luke- Criar portais.

    Santz- Isso.

    Luke- Nossa, mas que reviravolta, enfim, parecem bons, vamos chama-los.

    Narrador- E assim, Luke e Santz foram chama-los.

    Luke- Eu já falei isso, Narrador de merda.

    Santz- Cara, você gosta mesmo de conversar sozinho, procura um psicólogo.

    Luke- Existiam psicólogos na idade média?

    Narrador- E assim, eles vão primeiro até a casa de Filipe Ssoa, que concorda facilmente.

    Filipe- Eu topo, vão ver o Andre enquanto eu preparo a minha arma.

    Narrador- Sua Portal Gun é tirada de seu bau, porém, ele pega uma espécie de pedra que estava dentro do fundo falso da gaveta de sua  escrivaninha(que nem Kira do Death Note) e a coloca dentro da Portal Gun, e da uma franzida digna de vilão nas suas sobrancelhas...... Enquanto isso, na casa de Andre.

    Andre- Calma, vocês querem que eu embarque numa viagem, onde eu possivelmente posso morrer, ou até mesmo perder quem eu amo, e a unica coisa que eu ganho são mais pessoas no nosso reino?

    Luke- SIM!

    Santz- vamos embora Luke, pelo visto ele....

    Andre- Eu posso matar quem eu quiser, quando eu quiser?

    Luke- Com certeza.

    Andre- Eu topo.

    Santz- Beleza, vamos procurar o Felipe para irmos.......

    Filipe- Eu estou bem aqui.

    Narrador- Filipe aparece, com um portal atrás dele, os três tomam um puta susto.

    Andre- Cara, quando você colocou esse portal ai?

    Filipe- A três anos.

    Andre- ...............

    Filipe- Eu gosto de te espiar a noite.

    Andre- E como eu não percebi esse portal antes?

    Luke(no ouvido de Santz): Cinco pratas que foi magia.

    Filipe- Você é distraído.

    Luke- Merda!

    Narrador- Luke da para Santz cinco pratas.

    Santz- Chega de perder tempo, vamos logo.

    Narrador- E assim a jornada dos nossos heróis começam, juntos, esses quatro guerreiros vão derrotar os tiranos dos outros reinos e trazer os perdidos ao Alvanista, eles são, a Liga da Alvastiça.

    Luke- Boa idéia Narrador, juntos, nós somos a Liga da Alvastiça.

    Andre- Acho que já existe algo parecid.....

    Luke- Não, é totalmente novo.

    Narrador- Continua no próximo capitulo.

    Fim do Prologo.

    COM A PARTICIPAÇÃO DE @lukenakama @santz @filipessoa e @andre_andricopoulos

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      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 3 pontos

      Adorei o começo e os respectivos reinos em conflitos...
      ---
      Sikora passando sabedoria de geração em geração...
      ---
      A minha grande dúvida é se LUKE me levará NAKAMA (desculpe, não resisti).
      ---
      Então temos CAPA-PENA, POKÉBOLA, PISTOLA (e diga se de passagem, minha descendência é a melhor...Brincadeira, juntos somos um só!). Estamos bem armados.
      ---
      Tadim do Lukenakama..."fala sozinho" e acham que ele está malucão. kkkkk
      ---
      Andre- Eu posso matar quem eu quiser, quando eu quiser?
      kkkkkk...tá bem na vibe desse meu último check in de FALLOUT 4 (matar geral)
      ---
      Mano...como eu queria esse portal do Filipe...( ͡° ͜ʖ ͡°)
      ---
      Liga da Alvastiça... kkkkkk
      O diálogo final ficou divertido!
      ---
      E que venham as aventuras...

      12 respostas
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      roberto_monteiro · 2 meses atrás · 2 pontos

      Já estou rindo aqui, quero só ver onde isso vai parar

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      filipessoa · 2 meses atrás · 2 pontos

      OK eu já tenho a melhor arma do jogo (e não tô falando da gema) huehuehue. Não sei não mas "I have a bad feeling about my character" ainda bem que tem o narrador da história pra avisar qualquer coisa... ou não xD Minha parte favorita é o André descobrindo que tinha um portal perto da casa dele, aliás toda vez que eu dava uma bizóiada pelas redondezas eu via a casa dele fechada com essa música tocando lá dentro: https://www.youtube.com/watch?v=ixSqc8t6xnU :v

      13 respostas
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