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Indies, jogos não muito conhecidos e análises :) https://faru.wordpress.com/

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  • farusantos Farley Santos
    2019-12-03 22:46:12 -0200 Thumb picture

    Análise: Black Future '88

    Black Future ’88 é um bom representante do subgênero roguelike. É empolgante escalar uma torre repleta de perigos cuja complexidade aumenta com o passar do tempo, principalmente por causa das boas mecânicas de tiro e plataforma. A atmosfera é acertada ao se inspirar em distopias cyberpunk por meio de visual elaborado com luzes neon, efeitos visuais marcantes e trilha sonora synthwave. No entanto, o jogo peca ao apresentar variedade reduzida de conteúdo e de situações, o que torna as partidas repetitivas muito rápido. Sendo assim, Black Future ’88 é um roguelike estiloso divertido, mas cuja euforia dura pouco.

    Análise completa

    Black Future '88

    Platform: PC
    2 Players

    14
  • farusantos Farley Santos
    2019-11-30 23:14:58 -0200 Thumb picture
    farusantos checked-in to:
    Post by farusantos: <p>Bug Fables: The Everlasting Sapling é um charmos
    Bug Fables: The Everlasting Sapling

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    Bug Fables: The Everlasting Sapling é um charmoso jogo de ação e RPG inspirado fortemente no primeiro Paper Mario.

    A aventura se passa na terra de Bugaria, um reino que atrai insetos de todo o mundo em busca da The Everlasting Sapling (algo como "a muda eterna"), uma planta que supostamente é capaz de prover a imortalidade. Acompanhamos um grupo curioso de exploradores que também procuram tal item: o simpático besouro Kabbu, a desbocada abelha Vi e a misteriosa mariposa Leif.
    A exploração lembra um jogo de plataforma com puzzles de navegação. Para superar os obstáculos, precisamos utilizar as habilidades dos heróis. Kabbu usa seu chifre para quebrar objetos e mover blocos, o bumerangue de Vi acerta coisas distantes (como botões), já Leif usa um feitiço de gelo para congelar água e inimigos. Com o avançar da jornada, os heróis adquirem novas habilidades, o que permite alcançar novos locais.
    O sistema de batalha é por turnos, sendo que ataques e técnicas exigem comandos diversos para serem desferidos com sucesso. Para acertar o bumerangue de Vi, por exemplo, é necessário apertar um botão quando o marcador passa em um ponto específico de uma barra. O ataque básico de Kabbu exige segurar para baixo e soltar na hora certa. Já um ataque congelante de Leif só é efetivo quando dois alvos se alinham em cima do inimigo. Assim como em Paper Mario, também é possível reduzir o dano ao defender na hora certa.


    O legal do combate é que inimigos diferentes exigem estratégias diferentes: somente o bumerangue de Vi acerta (e derruba) criaturas voadoras; Kabbu consegue virar de cabeça para baixo alguns besouros, que ficam completamente indefesos; plantas se transformam em blocos de gelo com os feitiços de Leif. Sendo assim, há um pequeno aspecto de puzzle na forma de executar os ataques na sequência mais eficiente. O jogo oferece alguns recursos para controlar melhor a ordem das ações, como alterar a sequência de movimento dos heróis ou até mesmo passar um turno para um personagem (ao custo de menor poder de ataque).

    O visual é bem colorido e simples, com personagens que simulam folhas de papel. Os gráficos dão um ar meio retrô ao jogo (o que faz sentido, afinal ele usa títulos do passado como inspiração), mas me passou um ar de amadorismo e acho que não seria problema um visual mais elaborado. De qualquer maneira, ele funciona e tem o seu charme. Já o diálogo é bem humorado e leve, com personagens fazendo trocadilhos e piadas — meu personagem preferido até o momento é Vi, ela é muito sem noção.

    Joguei só pouco, mas já gostei bastante de Bug Fables. É bem óbvio que o jogo tem a intenção de ser um Paper Mario indie, no entanto ele apresenta ambientação e algumas mecânicas únicas, o que traz um ar de identidade ao título. Recomendo bastante :)

    17
  • farusantos Farley Santos
    2019-11-29 12:03:40 -0200 Thumb picture

    Análise: Monkey Barrels

    Monkey Barrels é um bom representante do gênero de ação e tiro twin stick. A experiência é estonteante e repleta de momentos complicados que exigem agilidade e técnica para serem superados — é muito recompensador sair vitorioso dos trechos cheios de inimigos e projéteis. Seus maiores destaques são a grande quantidade de tipos de armas e a boa variedade de situações de estágios, além da atmosfera estilosa. Mesmo sendo tecnicamente simples, o jogo sofre com slowdown e confusão visual em momentos mais frenéticos, o que atrapalha as partidas. No fim, Monkey Barrels diverte, mesmo não apresentando algo único.

    Análise completa

    MONKEY BARRELS

    Platform: Nintendo Switch
    1 Players

    13
  • farusantos Farley Santos
    2019-11-27 16:06:14 -0200 Thumb picture

    Análise: Romancing SaGa 3

    Romancing SaGa 3 é um JRPG clássico que não tem medo de desafiar as convenções do gênero. Em um primeiro momento ele parece básico com seu combate por turnos e exploração familiar, mas bastam algumas horas para perceber suas peculiaridades. A progressão aberta, o sistema flexível de treinamento de personagens e as batalhas altamente estratégicas são seus maiores destaques. No entanto, o jogo raramente explica seus conceitos, o que o torna um pouco frustrante às vezes — dedicação e experimentação são essenciais para aproveitá-lo. A versão remasterizada traz novidades bem-vindas, como visual retrabalhado e conteúdo inédito, mas, infelizmente, não apresenta opções modernas que deixariam a jornada mais agradável. No fim, Romancing SaGa 3 é recomendado para os amantes do gênero que procuram uma experiência única, densa e nada convencional.

    Análise completa

    Romancing SaGa 3

    Platform: PC
    2 Players

    17
    • Micro picture
      kipocalia · 3 months ago · 0 pontos

      abaixaram o fps para 30 ao invés de 60 como na versão de snes :\

      3 replies
  • farusantos Farley Santos
    2019-11-22 20:54:47 -0200 Thumb picture
    farusantos checked-in to:
    Post by farusantos: <p>Um amigo me emprestou The Legend of Zelda: Link'
    The Legend of Zelda: Link’s Awakening

    Platform: Nintendo Switch
    88 Players
    13 Check-ins

    Um amigo me emprestou The Legend of Zelda: Link's Awakening :)

    Joguei muito no GB e GBC, mas já esqueci tudo... consegui ficar travado logo no começo, haha
    Vou jogar bem aos poucos, pois estou frenético com outras coisas pra jogar @_@

    9
    • Micro picture
      roberto_monteiro · 3 months ago · 1 ponto

      Pelo incrível que pareça para mim esse é um dos Zelda que mais travam!

  • farusantos Farley Santos
    2019-11-15 16:02:42 -0200 Thumb picture

    Análise: Sparklite

    Sparklite é um jogo charmoso cuja empolgação não dura muito. O conceito principal é sólido, e é divertido explorar um mundo que muda constantemente por causa dos comandos ágeis e bom ciclo de jogo focado em melhorias. No entanto, a variedade pequena de situações e o combate que não se desenvolve tornam a aventura repetitiva muito rápido e ficamos com a sensação de estar sempre fazendo a mesma coisa. Além disso, muitos dos conceitos do título são mal desenvolvidos ou subutilizados, como os equipamentos praticamente inúteis e os puzzles extremamente fáceis. No fim, Sparklite oferece diversão momentânea e nada memorável.

    Análise completa

    Sparklite

    Platform: PC
    5 Players
    4 Check-ins

    10
  • farusantos Farley Santos
    2019-11-01 15:06:52 -0200 Thumb picture

    Análise: Death Stranding

    Death Stranding faz uma interpretação diferente de conceitos que conhecemos em um jogo único. Pode parecer meio trivial o foco em fazer entregas, no entanto há muito para ver e fazer por causa dos cenários elaborados, mundo vasto e das atividades variadas. Além disso, inúmeras ferramentas permitem diferentes abordagens na hora de superar as complicações que aparecem pelo caminho — a diversão é justamente encontrar maneiras de sair ileso de situações difíceis. Mesmo assim, certos tipos de missões reaparecem várias vezes pela aventura, o que traz sensação de repetição.

    Além disso, o jogo apresenta um universo intrincado e muito bem pensado, com ótimas cenas reforçadas pela parte técnica impecável. Apreciei, em especial, a sensação de melancolia e intimismo proporcionada pelos vastos cenários e pelo uso pontual de música. Já a trama é instigante e até mesmo um pouco confusa, mas nunca deixa de ser interessante. Destaque para os ótimos personagens, que passam realismo com a competente interpretação dos atores que inspiraram suas aparências.

    No fim, Death Stranding é uma experiência exótica e incrível. Claro, seu estilo ímpar pode ser estranho ou enfadonho para alguns, mas aqueles dispostos a experimentar algo diferente possivelmente vão apreciar bastante o jogo.

    Análise completa

    Death Stranding

    Platform: Playstation 4
    440 Players
    128 Check-ins

    11
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-28 16:01:25 -0200 Thumb picture

    Análise: MISTOVER

    MISTOVER mescla RPG e dungeon crawling em uma aventura interessante e brutal. Explorar calabouços repletos de perigos é complicado, no entanto a diversão é justamente sobreviver. Um dos destaques do jogo é seu sistema de batalha por turnos que combina elementos como posicionamento de personagens e habilidades de diferentes classes de heróis, o que traz várias possibilidades estratégicas. A temática de fim do mundo iminente é aplicada na direção de arte bela, mas sombria, na música soturna e nas várias mecânicas de jogo. Entretanto, a aventura carece de balanceamento e variedade: os mapas podem ficar repetitivos, o combate às vezes é difícil por motivos fora do controle do jogador e o sistema de Doomsday Clock é punitivo demais. Felizmente a desenvolvedora está fazendo ajustes constantemente e com o tempo a experiência deverá ficar mais agradável. No fim, MISTOVER é para aqueles que procuram desafio intenso.

    Análise completa

    MISTOVER

    Platform: PC
    4 Players
    9 Check-ins

    14
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-28 16:00:14 -0200 Thumb picture

    Análise: Indivisible

    Indivisible usa diferentes conceitos para criar uma aventura que mescla plataforma e RPG. É divertido superar os vários puzzles de navegação, assim como participar de batalhas ágeis focadas em combos. Além disso, o visual é excepcional e apresenta personagens desenhados à mão, boa variedade de cenários e muito estilo. No entanto, o jogo sofre com problemas estruturais, como história e personagens mal desenvolvidos, combate fácil que não exige estratégia, problemas de precisão nas partes de plataforma e mais. No fim, fica a sensação de que Indivisible podia ser muito mais, afinal muitos de seus aspectos são subdesenvolvidos. Quem procura uma aventura leve e descompromissada talvez aproveite o título, já os interessados em RPGs elaborados provavelmente se decepcionarão.

    Análise completa

    Indivisible

    Platform: PC
    41 Players
    15 Check-ins

    16
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-15 17:25:16 -0300 Thumb picture

    Análise: WARSAW

    WARSAW consegue transformar as complicações da guerra em um bom RPG. Controlar um grupo de insurgentes por uma Varsóvia em conflito é tenso e difícil, sendo forte a sensação de triunfo quando temos sucesso nas missões. O jogo apresenta boas mecânicas na forma de exploração em tempo real, batalhas estratégicas por turnos e administração de recursos. Além disso, a ambientação é certeira ao usar fatos históricos como inspiração para os personagens e eventos da campanha, sendo que o clima apoiado por ótimo visual e música. Faz sentido a experiência ser intensa por causa de se passar em uma situação de guerra complexa, contudo, algumas vezes, o jogo traz frustração com seus picos de dificuldade imprevisíveis ou elementos repetitivos — ajustes futuros devem amenizar esses problemas. No fim, WARSAW é uma experiência brutal capaz de evocar diferentes sentimentos e é recomendado para aqueles que procuram alto desafio.

    Análise completa

    WARSAW

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    6
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