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Indies, jogos não muito conhecidos e análises :) https://faru.wordpress.com/

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  • farusantos Farley Santos
    2019-11-15 16:02:42 -0200 Thumb picture

    Análise: Sparklite

    Sparklite é um jogo charmoso cuja empolgação não dura muito. O conceito principal é sólido, e é divertido explorar um mundo que muda constantemente por causa dos comandos ágeis e bom ciclo de jogo focado em melhorias. No entanto, a variedade pequena de situações e o combate que não se desenvolve tornam a aventura repetitiva muito rápido e ficamos com a sensação de estar sempre fazendo a mesma coisa. Além disso, muitos dos conceitos do título são mal desenvolvidos ou subutilizados, como os equipamentos praticamente inúteis e os puzzles extremamente fáceis. No fim, Sparklite oferece diversão momentânea e nada memorável.

    Análise completa

    Sparklite

    Platform: PC
    3 Players
    3 Check-ins

    10
  • farusantos Farley Santos
    2019-11-01 15:06:52 -0200 Thumb picture

    Análise: Death Stranding

    Death Stranding faz uma interpretação diferente de conceitos que conhecemos em um jogo único. Pode parecer meio trivial o foco em fazer entregas, no entanto há muito para ver e fazer por causa dos cenários elaborados, mundo vasto e das atividades variadas. Além disso, inúmeras ferramentas permitem diferentes abordagens na hora de superar as complicações que aparecem pelo caminho — a diversão é justamente encontrar maneiras de sair ileso de situações difíceis. Mesmo assim, certos tipos de missões reaparecem várias vezes pela aventura, o que traz sensação de repetição.

    Além disso, o jogo apresenta um universo intrincado e muito bem pensado, com ótimas cenas reforçadas pela parte técnica impecável. Apreciei, em especial, a sensação de melancolia e intimismo proporcionada pelos vastos cenários e pelo uso pontual de música. Já a trama é instigante e até mesmo um pouco confusa, mas nunca deixa de ser interessante. Destaque para os ótimos personagens, que passam realismo com a competente interpretação dos atores que inspiraram suas aparências.

    No fim, Death Stranding é uma experiência exótica e incrível. Claro, seu estilo ímpar pode ser estranho ou enfadonho para alguns, mas aqueles dispostos a experimentar algo diferente possivelmente vão apreciar bastante o jogo.

    Análise completa

    Death Stranding

    Platform: Playstation 4
    386 Players
    33 Check-ins

    11
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-28 16:01:25 -0200 Thumb picture

    Análise: MISTOVER

    MISTOVER mescla RPG e dungeon crawling em uma aventura interessante e brutal. Explorar calabouços repletos de perigos é complicado, no entanto a diversão é justamente sobreviver. Um dos destaques do jogo é seu sistema de batalha por turnos que combina elementos como posicionamento de personagens e habilidades de diferentes classes de heróis, o que traz várias possibilidades estratégicas. A temática de fim do mundo iminente é aplicada na direção de arte bela, mas sombria, na música soturna e nas várias mecânicas de jogo. Entretanto, a aventura carece de balanceamento e variedade: os mapas podem ficar repetitivos, o combate às vezes é difícil por motivos fora do controle do jogador e o sistema de Doomsday Clock é punitivo demais. Felizmente a desenvolvedora está fazendo ajustes constantemente e com o tempo a experiência deverá ficar mais agradável. No fim, MISTOVER é para aqueles que procuram desafio intenso.

    Análise completa

    MISTOVER

    Platform: PC
    3 Players
    3 Check-ins

    14
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-28 16:00:14 -0200 Thumb picture

    Análise: Indivisible

    Indivisible usa diferentes conceitos para criar uma aventura que mescla plataforma e RPG. É divertido superar os vários puzzles de navegação, assim como participar de batalhas ágeis focadas em combos. Além disso, o visual é excepcional e apresenta personagens desenhados à mão, boa variedade de cenários e muito estilo. No entanto, o jogo sofre com problemas estruturais, como história e personagens mal desenvolvidos, combate fácil que não exige estratégia, problemas de precisão nas partes de plataforma e mais. No fim, fica a sensação de que Indivisible podia ser muito mais, afinal muitos de seus aspectos são subdesenvolvidos. Quem procura uma aventura leve e descompromissada talvez aproveite o título, já os interessados em RPGs elaborados provavelmente se decepcionarão.

    Análise completa

    Indivisible

    Platform: PC
    41 Players
    15 Check-ins

    16
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-15 17:25:16 -0300 Thumb picture

    Análise: WARSAW

    WARSAW consegue transformar as complicações da guerra em um bom RPG. Controlar um grupo de insurgentes por uma Varsóvia em conflito é tenso e difícil, sendo forte a sensação de triunfo quando temos sucesso nas missões. O jogo apresenta boas mecânicas na forma de exploração em tempo real, batalhas estratégicas por turnos e administração de recursos. Além disso, a ambientação é certeira ao usar fatos históricos como inspiração para os personagens e eventos da campanha, sendo que o clima apoiado por ótimo visual e música. Faz sentido a experiência ser intensa por causa de se passar em uma situação de guerra complexa, contudo, algumas vezes, o jogo traz frustração com seus picos de dificuldade imprevisíveis ou elementos repetitivos — ajustes futuros devem amenizar esses problemas. No fim, WARSAW é uma experiência brutal capaz de evocar diferentes sentimentos e é recomendado para aqueles que procuram alto desafio.

    Análise completa

    WARSAW

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    6
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-11 10:44:25 -0300 Thumb picture
    farusantos checked-in to:
    Post by farusantos: <p>MISTOVER é um RPG dungeon crawler que, em um pri
    MISTOVER

    Platform: PC
    3 Players
    3 Check-ins

    MISTOVER é um RPG dungeon crawler que, em um primeiro momento, me pareceu uma mistura de Darkest Dungeon, Etrian Odyssey e conceitos de Mystery Dungeon. De fato ele pega muitos elementos desses jogos, no entanto consegue identidade própria.

    No jogo, o mundo foi tomado por uma estranha névoa que, segundo profecias, é um prenúncio do fim do mundo. Tal bruma trouxe consigo monstros e outros perigos, além de ser capaz também de contaminar comida e fazer as pessoas perderem a memória. No controle de um grupo de guerreiros, precisamos explorar regiões dentro da névoa a fim de encontrar uma maneira de dissipá-la e impedir a destruição do mundo. O detalhe é que há representação física do fim: um relógio mostra constantemente o quão longe estamos do fim do mundo, e ações no jogo podem fazer os ponteiros avançar ou retroceder.

    A estrutura da aventura é dividida em missões. Nelas, montamos um grupo de até cinco heróis e exploramos calabouços a fim de executar missões. As áreas são escuras e a luz vai acabando aos poucos, sendo assim precisamos ativar plantas luminosas especiais para não ficar no breu completo. Além disso, cada passo nos labirintos consome comida, e quando os suprimentos acabam os personagens perdem vida continuamente. Como é de praxe, as áreas estão repletas de obstáculos, armadilhas e monstros, o que dificulta a exploração. Cada classe tem uma habilidade que ajuda no momento de desbravar: a paladina consegue destruir certos obstáculos, o ronin é capaz de se mover por vários espaços de uma única vez, o grim reaper detecta itens próximos, e assim por diante. O desafio, então, é conseguir executar os objetivos e encontrar a saída antes que a comida e a luz acabem. Para mim a atmosfera é bem tensa e foram vários os momentos em que escapei por um triz.

    O combate é por turnos e tem forte aspecto estratégico. Os heróis e monstros ficam organizados em uma área de espaços 9 x 9 e a posição define os ataques que podem ser executados. Muitas das técnicas movimentam os personagens pelos espaços, logo quebrar a formação do inimigo é uma boa estratégia para deixar os combates mais tranquilos — e, naturalmente, os heróis também estão sucetíveis a tais condições. A formação do nosso grupo afeta outras coisas: certas organizações dão bônus de status para os heróis e é possível ativar ataques em conjunto caso certos guerreiros estejam em posições específicas. O jogo tem oito classes variadas e gostei da variedade de mecânicas, pois cada uma tem funções e particularidades de jogo bem distintas. Até o momento eu achei as batalhas difíceis, pois os monstros são bem fortes e ágeis, no entanto é muito recompensador quando a estratégia que eu pensei funciona certinho. Mas imagino que algumas coisas estão desreguladas, como a taxa de acerto dos heróis (eles erram bastante, mesmo que o menu indique 95% de acerto), nos fóruns do Steam a desenvolvedora já disse estar ciente e promete ajustes.

    Fora dos calabouços, administramos nossos recursos e heróis em uma cidade. A variedade de customização dos heróis é bem ampla e cada classe tem inúmeros ataques e habilidades para aprender. Equipamentos podem ser melhorados por meio de fusão e liberação de aspectos especiais. Atributos gerais, como quantidade máxima de comida e luz, podem ser melhorados em um laboratório. Enfim, existem vários sistemas interessantes espalhados na vila de MISTOVER.

    Tecnicamente é um jogo bonito, com gráficos 2D bem desenhados e com estilo único (por mais que lembra um pouco Darkest Dungeon). A ambientação é acertada na forma de ambientes escuros e detalhados — de fato traz a sensação de fim do mundo iminente. Momentos chave contam com dublagem em japonês e ajuda a trazer personalidade às pessoas desse mundo. Já a música me incomodou um pouco por ser simples e repetitiva.

    No fim, tô gostando bastante de MISTOVER. Se gosta de RPGs e dungeon crawlers, ele é uma ótima opção :)

    15
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      kleber7777 · about 1 month ago · 2 pontos

      Bacana ver que Darkest Dungeon virou referência para vários jogos que surgiram recentemente. Que venham mais.

    • Micro picture
      onai_onai · about 1 month ago · 2 pontos

      Que doideira! Gostei da mistura e do conceito!

  • farusantos Farley Santos
    2019-10-07 14:33:02 -0300 Thumb picture
    farusantos checked-in to:
    Post by farusantos: <p>Joguei cinco horas de Indivisible e até agora tô
    Indivisible

    Platform: PC
    41 Players
    15 Check-ins

    Joguei cinco horas de Indivisible e até agora tô gostando bastante.

    É um jogo curioso, pois mistura ação e plataforma 2D nos momentos de exploração com combate por turnos (com elementos de ação) inspirado em Valkyrie Profile.

    Por enquanto tá bem linear, mas parece que mais pra frente fica mais livre. É um jogo muito bonito, principalmente os personagens, e os sistemas são bem legais. Tô gostando bastante do sistema de batalha, a variedade dos ataques dos personagens é grande e dá pra fazer muitos combos legais. Ah, a tradução para o Português tá ótima.

    Ainda não deu pra tirar uma conclusão definitiva, mas no entanto já recomendo o jogo :)

    23
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      kipocalia · about 1 month ago · 2 pontos

      Lançou, aleluia.

    • Micro picture
      lendaryo · about 1 month ago · 1 ponto

      Parece um jogo bem bonito, mas q n oferece desafio nenhum

      1 reply
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      santz · about 1 month ago · 1 ponto

      Quanto personagem diferente.

      4 replies
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-05 09:37:55 -0300 Thumb picture
    farusantos checked-in to:
    Post by farusantos: <p>WARSAW usa fatos históricos para criar uma tensa
    WARSAW

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    WARSAW usa fatos históricos para criar uma tensa experiência de estratégia e RPG.

    O jogo retrata a Revolta de Varsóvia, uma luta armada que aconteceu durante a Segunda Guerra Mundial. Nesse evento, o Exército Clandestino Polaco tentou libertar a cidade de Varsóvia (Polônia) do controle da Alemanha nazista. A revolta durou 63 dias, e no fim a força de resistência se rendeu às forças alemãs.

    Em WARSAW controlamos o grupo de resistência polaco e o objetivo é fazer o máximo para não deixar o movimento morrer. Em uma primeira olhada o jogo parece bastante com Darkest Dungeon por causa de conceitos parecidos e até mesmo direção de arte, mas ele tem algumas particularidades que o distingue do RPG de terror cósmico.

    A jornada é dividida em missões. Nelas, temos que realizar alguma tarefa em algum dos distritos de Varsóvia, como neutralizar forças inimigas, procurar recursos escondidos ou ajudar pessoas. Isso se passa em um mapa em que movimentamos o grupo em tempo real e interagimos com pontos de interesse. Às vezes precisamos reagir a algum evento fazendo decisões, outras vezes a solução é o combate.

    A batalha de WARSAW é por turnos e tem várias nuances. Os combates se passam em áreas divididas em espaço e o posicionamento é importante, pois certos ataques só podem ser executados de espaços específicos e algumas técnicas permitem movimentar aliados e inimigos. Em cada turno, temos um número determinado de "ativações" e podemos utilizá-las livremente: um mesmo personagem pode ativar várias habilidades no mesmo turno ou podemos dividir os usos. Só é importante ficar de olho na munição, pois a maioria dos ataques consomem projéteis (que são bem escassos).

    Fora as missões, há um aspecto de administração no jogo. Além de usar com cuidado os poucos recursos que temos, precisamos olhar com cuidado as situações dos distritos de Varsóvia — a motivação de lutar vai caindo aos poucos e quando chega a zero o bairro desiste da luta, diminuindo bastante a quantidade de recursos que recebemos diariamente. 

    WARSAW é um jogo bem difícil e para mim conseguiu passar as dificuldades de estar se rebelando durante uma guerra. Os recursos são bem escassos, os grupos de inimigos são grandes, as missões são bem complicadas, e mais. Para deixar as coisas mais complicadas, os personagens (que são baseados em pessoas reais) morrem definitivamente ao serem derrotados em combate e eles precisam passar dias na enfermaria para recuperar a saúde. É uma experiência bem tensa e é muito recompensador conseguir sobreviver. 

    Eu gostei do que joguei até agora, mas senti que a dificuldade é um pouco desbalanceada: perdi as contas das vezes em que meus personagens erraram ataques em sequência enquanto o inimigo dava dano crítico no grupo. Os elementos aleatórios (RNG) também atrapalham um pouco, trazendo muito de sorte às missões. Felizmente a desenvolvedora já está ciente disso e está fazendo ajustes, além de prometer conteúdo inédito e opções nas próximas semanas — já senti uma diferença grande do dia do lançamento até hoje.

    No fim, WARSAW é um bom RPG. Se gosta de experiências tensas e difíceis, recomendo bastante.

    20
    • Micro picture
      rafaelssn · about 1 month ago · 2 pontos

      Um pouco disso é mostrado no filme O Pianista, muito bom!
      Me interessei pelo jogo, se tiver pra consoles com certeza vou dar uma chance :-)

      1 reply
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      onai_onai · about 1 month ago · 2 pontos

      Interessante, tomara que saia no GOG.

  • farusantos Farley Santos
    2019-10-04 17:36:37 -0300 Thumb picture

    Análise: Fight'N Rage

    Fight’N Rage empolga com sua jogabilidade acelerada, variada e muito divertida. É ótimo acabar com inúmeros oponentes por meio de combos elaborados no ar em um sistema de jogo repleto de nuances interessantes — é particularmente recompensador bater tanto em um monstro a ponto de ele explodir, literalmente. Situações complicadas e muitos inimigos agressivos tornam a dificuldade intensa, e a graça é justamente dominar as particularidades e sair vitorioso. Além disso, o jogo conta com muito conteúdo como modos extras, personagens adicionais e vários finais. No fim, Fight’N Rage moderniza os beat ‘em ups de forma incrível e isso o torna indispensável.

    Análise completa

    Fight'N Rage

    Platform: Nintendo Switch
    2 Players
    2 Check-ins

    16
  • farusantos Farley Santos
    2019-10-01 15:34:59 -0300 Thumb picture

    Análise: Cat Quest II

    Cat Quest II é um ótimo RPG de ação leve com suas mecânicas simples e mundo descomplicado. É divertido controlar uma dupla de heróis em uma jornada com combate ágil e direto e mundo extenso e repleto de atividades — tudo fica ainda mais legal no multiplayer cooperativo para dois jogadores. A ambientação é acertada e bem humorada com a presença de vários trocadilhos e belo visual 2D. O título se propõe a ser um RPG descomplicado, no entanto isso pode atrapalhar a experiência: sistemas simples demais e pouca variedade de conteúdo podem deixar a aventura cansativa e repetitiva. No fim, Cat Quest II diverte e é uma ótima opção para curtir com alguém mais jovem ou que não procura algo muito complexo.

    Análise completa

    Cat Quest II

    Platform: PC
    2 Players
    1 Check-in

    9
    • Micro picture
      costadelli · about 2 months ago · 1 ponto

      Quando será que sai pra ps4? Eu adorei e até platinei o primeiro...

      3 replies
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