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  • farusantos Farley Santos
    2018-12-18 13:23:50 -0200 Thumb picture
    farusantos fez um check-in em:
    <p>Bladed Fury é um jogo de ação e plataforma 2D pr - Alvanista
    Bladed Fury

    Plataforma: PC
    1 Jogadores
    1 Check-in

    Bladed Fury é um jogo de ação e plataforma 2D produzido por uma desenvolvedora chinesa. A primeira vez que vi o título só consegui pensar em Muramasa, depois os desenvolvedores disseram que é fortemente inspirado nele.

    A protagonista é uma princesa que é vítima de um golpe e acaba sendo forçada a deixar seu reino. Ela parte em uma jornada em busca de vingança. A trama e ambientação é fortemente baseada na mitologia chinesa.

    O combate é bem legal e a heroína tem muitas técnicas à disposição, como ataques rápidos, golpes poderosos e lentos, esquiva e mais. O foco é montar combos e tem muitas opções de ataques.

    É também um jogo muito bonito, com cenários desenhados à mão. Gostei bastante dos chefes, eles são bem imensos e interessantes. Tem também uns ataques especiais bem legais, o meu preferido é um canhão gigante (tem umas liberdades na hora de retratar a China antiga, haha).

    Tô quase no fim e gostei do que joguei, por mais que parece não ser muito longo nem ter muito conteúdo. No entanto, vale o preço que pedem.

    7
  • farusantos Farley Santos
    2018-12-17 17:36:24 -0200 Thumb picture

    Meus dez jogos favoritos de 2018

    Esse ano joguei mais de 40 jogos, a maioria deles indies. Joguei muita coisa interessante e criativa, foi até difícil escolher só dez. De qualquer maneira, seguem meus favoritos, sem ordem definida:

    Ni no Kuni II: Revenant Kingdom

    A missão de Evan em Revenant Kingdom me cativou bastante com sua aventura leve, mesmo com seus inúmeros problemas. Gostei bastante da mecânica de construção de reino, que exige explorar o mundo em busca de súditos — praticamente fiquei obcecado em administrar o lugar. O mundo é belo e bem construído, com reinos repletos de personalidade e personagens carismáticos. Em contrapartida, o combate é muito fácil e os personagens não têm desenvolvimento suficiente (algumas atualizações e expansões amenizaram esses problemas).

    Yoku's Island Express

    Yoku’s Island Express me chamou a atenção com sua premissa inusitada: um metroidvania combinado com pinball. São estilos que parecem não funcionar juntos, porém esse título consegue realizar essa proeza. O resultado é um metroidvania bem único e criativo, repleto de partes bem legais. O mundo do jogo é uma ilha tropical com um monte de animais carismáticos que, junto com a trilha sonora inspirada em composições havaianas, cria uma atmosfera relaxante.

    DJMAX Respect

    DJMAX Respect é o retorno da série de títulos rítmicos DJMAX e é um dos títulos mais completos do estilo que já tive a oportunidade de experimentar. A característica mais marcante de DJMAX Respect é sua dificuldade: as músicas apresentam padrões complicados mesmo nos níveis mais baixos. No entanto, a precisão é alta e com o tempo vamos evoluindo — comecei jogando (e sofrendo) só com quatro botões, depois de algumas horas já encarava músicas com seis comandos. Muitos modos de jogo e uma trilha sonora extensa e variada com mais de 120 músicas fazem com que DJMAX Respect seja um título excelente.

    TowerFall

    Conheço TowerFall desde o lançamento da versão Ascension para PC e sempre foi um jogo que me divertiu bastante nos encontros com meus amigos. Neste ano o título chegou ao Switch com todo o conteúdo lançado anteriormente e uma novidade excelente: multiplayer para até seis jogadores simultâneos. Mais dois arqueiros deixaram as partidas ainda mais malucas, e a praticidade do Switch fez com que ele fosse um dos multiplayers mais jogados nos encontros com meus amigos.

    Monster Boy and the Cursed Kingdom

    Como fã de metroidvanias, já estava de olho em Monster Boy and the Cursed Kingdom faz tempos. O que mais gostei em Monster Boy and the Cursed Kingdom foi seu level design bem pensado: o jogo tem vários puzzles de navegação interessantes que exigem uso criativo das várias transformações do herói. Também fiquei impressionado com o belíssimo visual desenhado à mão e a ótima e variada trilha sonora.

    Hades

    Hades é o novo jogo da desenvolvedora Supergiant Games, de Bastion e Transistor. Usando mitologia grega como inspiração, o foco é Zagreus, o filho de Hades, que está tentando escapar do lugar. Gosto muito de roguelikes e Hades me conquistou rapidamente com seu sistema simples de entender, porém difícil de dominar. 

    Dandara

    Já fazia tempo que eu estava de olho em Dandara, metroidvania produzido pelo estúdio mineiro Long Hat House, e, felizmente, ele superou todas as minhas expectativas. O maior destaque do título é sua mecânica de movimentação: a gravidade do mundo de Sal não tem direção fixa, sendo assim a protagonista Dandara se movimenta saltando pelos cenários. O level design é bem criativo, com várias sessões que exigem domínio dos saltos de Dandara. Além disso, o mundo de Sal apresenta ótima ambientação com locais surreais, trilha sonora marcante e várias referências à cultura brasileira.Gostei tanto que terminei duas vezes, um dos melhores metroidvanias que já experimentei. 

    Into the Breach

    Grandes robôs enfrentando alienígenas insetóides não é um conceito muito original, no entanto Into the Breach consegue transformar esse embate em um incrível jogo de estratégia. O novo título da Subset Games (de FTL: Faster Than Light) usa mecânicas elegantes e fáceis de entender para montar uma experiência sem igual, praticamente um “xadrez kaiju” cujo cada batalha é um puzzle complexo. Sair vitorioso de situações complicadas traz uma forte sensação de triunfo — nesses momentos, me acho o mestre das estratégias, só para depois quebrar a cara em outra batalha difícil.

    Celeste

    Quando vi Celeste eu pensei que não ia gostar do jogo por parecer difícil e frustrante. E, de fato, o título apresenta essas características, no entanto, para mim, acabou sendo um de seus maiores destaques. O mais legal é como Celeste é impecável na maioria de seus aspectos. É notável a variedade de situações presentes nos cenários, que nos forçam a utilizar as poucas habilidades da protagonista Madeline de maneiras distintas — fiquei surpreso com a criatividade constante.

    Super Smash Bros. Ultimate

    Super Smash Bros. é uma das minhas séries favoritas da Nintendo, mesmo eu sendo péssimo em jogos competitivos. Super Smash Bros. Ultimate está simplesmente incrível com seus mais de 70 personagens e mais de 100 estágios. Eu pensei que seria um simples port melhorado de Super Smash Bros. for Wii U, no entanto o ritmo de jogo é sensivelmente diferente: as batalhas são um pouco mais ágeis e alguns recursos deixam as coisas dramáticas e visualmente apelativas. Claro, a sensação é de estar jogando mais do mesmo, porém a imensa quantidade de conteúdo e a jogabilidade divertida fazem Smash Ultimate valer a pena.

    Menções honrosas

    Iconoclasts, Space Invaders Extreme, Treadnauts, Minit, The Swords of Ditto, Dragon's Crown Pro, Wizard of Legend, Battle Chasers: Nightwar, Moonlighter, Sushi Striker: The Way of Sushido, Dillon's Dead-Heat Breakers, Lumines Remastered, Sonic Mania Plus, Touhou Luna Nights, Guacamelee! 2, Bad North, The Messenger, Hyper Light Drifter — Special Edition, Timespinner, Speed Brawl, Mega Man 11, Full Metal Furies, Super Hydorah, Persona 3: Dancing in Moonlight & Persona 5: Dancing in Starlight, GRIS, Super Mario Party, Sundered: Eldritch Edition.

    7
  • farusantos Farley Santos
    2018-12-13 14:27:47 -0200 Thumb picture

    Análise: GRIS

    Explorar GRIS é uma experiência suave e com tons contemplativos. É interessante acompanhar a mudança dos cenários conforme a protagonista supera sua tristeza — pouco a pouco a cor retorna e os ambientes ficam mais vibrantes. Boa parte do encanto do jogo vem de suas belas e surreais localidades, que são acompanhadas de puzzles e trechos de plataforma simples. Algumas partes podem ser entediantes por causa da ausência de atividades, no entanto isso vai de encontro com a proposta do jogo. Intimista e leve, GRIS oferece uma viagem delicada por inúmeros sentimentos e sensações.

    Análise completa

    Gris

    Plataforma: PC
    9 Jogadores

    5
    • Micro picture
      mattfenrir · 6 dias atrás · 2 pontos

      Vou esperar uma promoçãozinha pra comprar x)

  • farusantos Farley Santos
    2018-12-12 09:33:58 -0200 Thumb picture

    Impressões: Hades

    Depois de mais tempo jogando Hades, escrevi um texto com impressões mais completas do título.

    Hades oferece uma aventura de ação com bases sólidas, com grande foco na habilidade do jogador. Os aspectos de roguelike trazem diversidade com rotas que mudam a cada partida, inúmeras habilidades para modificar o herói e desbloqueáveis entre as tentativas — o ciclo de jogo é divertido e recompensador. Além disso, a apresentação, montagem do mundo e áudio são impecáveis com sua interessante interpretação da mitologia grega. Depois de algumas partidas a quantidade limitada de conteúdo começa a pesar na experiência, porém isso deve mudar no decorrer do desenvolvimento. Hades pode não oferecer ideias novas, no entanto já mostra excelência no que se propôs fazer e deve ficar ainda melhor com o passar do tempo.

    Texto completo

    Hades

    Plataforma: PC
    1 Jogadores
    1 Check-in

    3
  • farusantos Farley Santos
    2018-12-11 15:05:17 -0200 Thumb picture

    Análise: Desert Child

    Desert Child acerta com uma ambientação excepcional e atividades diversificadas. É bem divertido participar de competições curiosas que mesclam corrida com shoot’em up por causa da simplicidade de conceitos e variedade de opções. Além disso, Marte é um local que convida à exploração com sua atmosfera urbana construída por meio de visual elaborado e trilha sonora inspirada no hip-hop da década de 1990. Infelizmente faltou profundidade nas mecânicas, o que faz com que o jogo ofereça uma experiência simples demais. Breve e instigante, Desert Child é uma experiência boa, só não muito memorável.

    Análise completa

    Desert Child

    Plataforma: PC
    1 Jogadores

    5
  • farusantos Farley Santos
    2018-12-10 13:32:57 -0200 Thumb picture
    farusantos fez um check-in em:
    <p>Hades é o novo jogo da produtora Supergiant Game - Alvanista
    Hades

    Plataforma: PC
    1 Jogadores
    1 Check-in

    Hades é o novo jogo da produtora Supergiant Games, conhecida por jogos como Bastion e Transistor. O título está em Acesso Antecipado exclusivamente na nova loja da Epic.

    No jogo, controlamos Zagreus, filho de Hades, que está tentando fugir do Submundo. O título é um dungeon crawler de ação com aspectos de roguelite, ou seja, toda vez que você morre a aventura recomeça desde o início. Como é de praxe, as salas sempre mudam.

    O combate é o foco do jogo e gostei bastante. Em cada run Zagreus tem à disposição uma única arma com dois diferentes ataques e uma pedra mágica para lançar nos inimigos, além de um movimento de esquiva. O curioso é que você pode usar as habilidades quantas vezes você quiser, não há custo de mana ou tempo de recarregamento. Para compensar, cada ataque deixa o herói completamente vulnerável por diferentes períodos. Sendo assim, é importante dosar corretamente os ataques para não ser atingido enquanto estiver indefeso. Posicionamento também é importante: inimigos levam mais dano se acertados por trás e os cenários têm várias armadilhas.

    A variedade das partidas vem na forma de habilidades e modificadores dados por deuses do Olimpo. Em uma partida, aceitei a bênção de Zeus e minhas esquivas passaram a soltar raios elétricos. Em outra, a minha pedra mágica virou uma espécie de lâmina giratória lenta. Em uma terceira run conseguia envenenar os inimigos e rebater projéteis. 

    As armas mudam sensivelmente o ritmo de jogo. A espada longa é ágil e apresenta mecânicas básicas desse tipo de jogo. Já o arco e flecha é bom para acertar vários inimigos simultaneamente pela distância, mas é lento e ruim à curta distância. O escudo foi o meu preferido por sua versatilidade: ele é lento, porém é possível lançá-lo nos inimigos e fazer uma investida perfeita para melhorar o posicionamento.

    E como é de praxe da Supergiant Games, o jogo apresenta aquele belíssimo visual característico desenhado à mão, ótima dublagem e trilha sonora incrível. Parece que vai ter história elaborada também, pelo que indicam algumas opções no menu.

    Hades é mais um daqueles jogos em Acesso Antecipado que já apresentam base sólida. O título não traz nada de realmente novo, porém o combate é divertido e o ciclo de jogo é recompensador. Parece que no momento não tem muito conteúdo, no entanto a produtora promete atualizações constantes. Recomendo bastante desde já :)

    15
    • Micro picture
      xch_choram · 9 dias atrás · 1 ponto

      Agora to animado *-*, espero que por ser roguelite tenha um bom sistema de evolução, pra não sentir que vc jogou um monte e vc está melhor mas seu personagem não, eu gosto quando vc está melhor nos 2 sentidos.

      1 resposta
  • farusantos Farley Santos
    2018-12-09 09:28:15 -0200 Thumb picture
    farusantos fez um check-in em:
    <p>Tô jogando Super Smash Bros. Ultimate desde o la - Alvanista
    Super Smash Bros

    Plataforma: Nintendo Switch
    108 Jogadores
    11 Check-ins

    Tô jogando Super Smash Bros. Ultimate desde o lançamento (graças a um amigo que compartilhou a conta comigo, haha) e tô gostando bastante. Já não era dúvida que esse jogo seria excepcional, mas, mesmo assim me surpreendi: é de fato um jogo novo, dá pra sentir isso jogando, mesmo ele aproveitando muita coisa dos anteriores.

    Dos novatos, gostei bastante do Inkling (é um meio termo entre técnico e comum) e do Simon (é um pouco difícil de jogar, entretanto bem interessante).

    Não sou muito bom no jogo e perdi a maioria das 50 partidas que joguei com meus amigos, mas me diverti bastante — e me divertirei ainda mais no futuro :)

    6
  • farusantos Farley Santos
    2018-12-06 09:21:37 -0200 Thumb picture

    Análise: MUSYNX

    MUSYNX oferece uma ótima experiência focada em mecânicas clássicas de jogos de ritmo. Uma trilha sonora expressiva, visual belo e boas opções de dificuldades são os maiores destaques do jogo. Em contrapartida, a simplicidade é evidente nas poucas opções de jogo e na interface básica — isso pode mudar no futuro com algumas atualizações. De qualquer maneira, MUSYNX é muito competente e uma das melhores opções do gênero no PC.

    Análise completa

    MUSYNX

    Plataforma: PC
    1 Jogadores
    1 Check-in

    5
  • farusantos Farley Santos
    2018-12-04 09:25:13 -0200 Thumb picture

    Análise: Monster Boy and the Cursed Kingdom

    Monster Boy and the Cursed Kingdom conquista com uma aventura variada e de ritmo ágil. Controlar Jin e suas várias transformações por um mundo imenso é uma experiência divertida por causa dos controles precisos e o desenho de níveis interessante, com puzzles e situações que exploram as habilidades dos monstros de maneiras criativas. Além disso, o visual é impecável com gráficos desenhados à mão e a música é muito bem produzida (algo natural, afinal a equipe de compositores é notável). Há alguns tropeços, como pequenos problemas de ritmo, contudo eles atrapalham muito pouco a experiência geral. No fim, Monster Boy and the Cursed Kingdom resgata e moderniza muito bem conceitos clássicos, sendo o resultado uma experiência excepcional.

    Análise completa

    Monster Boy and The Cursed Kingdom

    Plataforma: Nintendo Switch
    17 Jogadores
    1 Check-in

    5
  • farusantos Farley Santos
    2018-12-02 21:28:40 -0200 Thumb picture
    farusantos fez um check-in em:
    <p>Joguei hoje Super Mario Party com amigos pela pr - Alvanista
    Super Mario Party

    Plataforma: Nintendo Switch
    48 Jogadores
    3 Check-ins

    Joguei hoje Super Mario Party com amigos pela primeira vez e me surpreendi positivamente com o jogo.

    Joguei mais o modo de tabuleiro clássico e gostei bastante do estilo geral: a pegada é bem clássica com algumas novidades estratégicas legais, como vários tipos de dados e tal.

    Os minigames, em sua maioria, são simples. Alguns são bem esquecíveis, já outros têm ideias interessantes. Os que eu mais gostei usavam os controles de maneiras mais criativas, como um que uma dupla precisa encaixar blocos e eles são movimentados por meio do giroscópio do Joy-Con. Outro legal é um que o controle é uma frigideira e precisamos fritar todos os lados de um cubo de carne.

    E nossa, achei impressionante demais que o controle "toca" uma música com a vibração do controle quando chega a nossa vez, bruxaria demais isso, haha XD

    Só achei mesmo uma pena que tem somente quatro tabuleiros. Tem alguns outros modos, mas não gostei tanto deles. O de ritmo é até legalzinho, mas o da corredeira eu achei bem meh, depois tenho que testar os outros. Torcer pra Nintendo lançar updates pro jogo, principalmente com mais tabuleiros. 

    Super Mario Party não é a glória do passado, porém tá no caminho certo :)

    7
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