ederreloaded

Jogador de video games desde os 4 anos de idade. Colecionador, músico e apreciador dessa arte.

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  • ederreloaded Eder Valente
    2019-02-12 09:55:47 -0200 Thumb picture
    <p>Provavelmente vcs não conseguirão ver a diferenç - Alvanista

    Medium 616523 3309110367

    Provavelmente vcs não conseguirão ver a diferença pela foto, mas compre um cabo S-Vídeo pro meu Saturn e ficou lindo!! Recomendo muito 

    Panzer Dragoon II Zwei

    Plataforma: Sega Saturn
    149 Jogadores
    6 Check-ins

    6
  • ederreloaded Eder Valente
    2019-02-11 10:03:17 -0200 Thumb picture

    Minish Cap Finalizadk

    Medium 616375 3309110367

    Mais um Zelda finalizado. Jogo lindo, bem polido, feito no capricho. Não sei pq demorei tanto pra jogar esse. 

    Ainda tenho pela frente Oracle os Seasons, Four Swords Adventure e os dois Zeldas de NES pra finalizar a série 

    The Legend of Zelda: The Minish Cap

    Plataforma: Gameboy Advance
    4957 Jogadores
    299 Check-ins

    7
  • ederreloaded Eder Valente
    2019-02-10 13:43:30 -0200 Thumb picture
    ederreloaded fez um check-in em:
    <p>Zerei Battletoads..&nbsp;</p><p>Mas com Save Sta - Alvanista
    Battletoads

    Plataforma: NES
    2809 Jogadores
    26 Check-ins

    Zerei Battletoads.. 

    Mas com Save State. 

    Pelo menos não abusei dele, mas mesmo assim ainda é trapaça. Não me orgulho, mas pelo menos fiquei conhecendo as fases e posso treinar pra jogar no vera. Cara, esse jogo é sem dúvida um dos mais difíceis que eu já joguei, se não for o mais difícil. Exige uma habilidade absurda com os controles e muita memorização. Por diversas vezes eu desliguei o meu NES MINI de raiva. Quem zerou esse jogo sem save state merece muito meu reconhecimento. 

    3
  • ederreloaded Eder Valente
    2019-02-05 23:09:12 -0200 Thumb picture
    ederreloaded fez um check-in em:
    <p>#img#[615344]</p><p>Dando prosseguimento&nbsp;</ - Alvanista
    The Legend of Zelda: The Minish Cap

    Plataforma: Gameboy Advance
    4957 Jogadores
    299 Check-ins

    Dando prosseguimento 

    10
  • ederreloaded Eder Valente
    2019-02-02 13:41:07 -0200 Thumb picture

    Esse é o ano do Resident Evil (Pra mim)

    Decidi que esse vai ser o ano do Resident Evil. Vou rejogar todas aquelas velharias e coisas novas, começando com o Remake do 2 talvez já agora em Fevereiro. 

    Esse hype todo me deu uma saudade.. Essa franquia é foda demais

    Resident Evil 2 Remake

    Plataforma: Xbox One
    26 Jogadores
    9 Check-ins

    6
  • jonomaia João Gabriel Maia
    2019-01-05 01:44:07 -0200 Thumb picture
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    A Crítica "Desespecializada"

    Medium 3695717 featured image

    A Crítica "Desespecializada"

    É de se pensar: Uma empresa multimilionária realiza o lançamento de um jogo pelo preço padrão da indústria – 60 dólares – fundamentalmente problemático, com questões de balanceamento, performance, bugs, produz falsa propaganda sobre o seu produto vendido e, de alguma forma, parte da “mídia especializada” sustenta a narrativa de que a culpa é, ao final, do próprio consumidor.

    Pensemos também: Blizzard e Diablo Imortal. Ignorando completamente os pedidos da própria comunidade, sem o menor tato para suas prioridades, produzindo um jogo de uma das franquias mais aguardadas para uma plataforma distante de seu público de forma barata, reaproveitando Assets de outros jogos já existentes e completamente descaracterizada, a reação do fã é mais do que compreensível. É de se orgulhar. São raras as vezes que nós como público não aceitamos de forma pacífica as piores práticas que povoam hoje o mercado de jogos e que tem a cada dia se tornado mais predatórias. Mas porque, outra vez, grande parte da cobertura especializada mantém-se outra vez ao lado contrário daqueles que são o elo mais fraco e seu público – o consumidor?

    O quê acontecera com a “grande mídia” do video game? Kotaku, GiantBomb, IGN entre outras tornaram-se para muitos sinônimo de palco para grandes empresas anunciarem seus jogos, críticas rasas, pontuações esdrúxulas e mercenarismo.

    o que deveria ser o standart para uma boa leitura crítica e objetiva dos jogos e das reações da indústria?

    A resposta:

    Dinheiro. Quando tratamos de empresas gigantescas, informação, lançamentos milionários e a corrida do jornalismo do topo da pirâmide, dinheiro alimenta fundamentalmente sua existência. No caso das desenvolvedoras grandes, até certo ponto, o feedback verbal da comunidade tem peso importante, mas ao fim do dia o agrado aos investidores acaba sendo de maior relevância 90 porcento das vezes.

    Já ao abordarmos a mídia especializada, quantidade e velocidade acabam sendo conceitos com maior valor que a qualidade. Manter uma boa relação com as Publishers e garantir a postagem das análises o mais rápido possível é o que garante a “relevância” destas. Obviamente sua qualidade no processo é fortemente comprometida pelo tempo disponível, pela vulgaridade de sistemas de pontuação que conseguem elencar elementos do jogo em notas extremamente abstratas. É realmente cômico tentar entender, por exemplo, a mentalidade por trás de definir a qualidade dos gráficos de um jogo em uma nota como um “8.7”.

    O que busco, portanto, discutir neste artigo é: quais elementos deveriam compor TAMBÉM uma boa crítica de jogos de vídeo game e qual a diferença entre Crítica e Opinião.

    Opções, Performance e Qualidade:

    Geralmente ignorado por grande parte das críticas, a performance do rodar do jogo nas plataformas é um fator extremamente relevante que geralmente não é levada em conta. Problemas de performance e limitação das opções disponíveis podem transformar um bom jogo um grande pesadelo e arruinar a experiência do jogador.

    Need for Speed Rivals foi exemplo disso. A limitação para 30 fps do jogo independente da plataforma irritou grande parte dos jogadores. Uma taxa de quadros reduzida em um jogo de corrida de uma franquia que sempre havia permitido aos jogadores do PC o dobro desta, de uma hora para outra em um port feito às pressas e sem o devido cuidado manchou completamente o lançamento do jogo – que já sofria com a “rotina” da franquia e problemas em questão de jogabilidade, física e inovação.

    Para muitos, performance é um elemento definidor da compra. Jogadores mais competitivos de jogos como Street Fighter, Mortal Kombat ou FPS como Counter Strike e outros tiram maior proveito da fluidez de um maior número de quadro e de mais opções de customisações de visuais, portanto, é algo que deve ser levado em conta. Personalidades como Total Biscuit (RIP) era conhecido por iniciar todas as suas análises por uma tour pelas opções do jogo, exigindo possibilidade de modificações do FOV, limitação de frames, resolução, modificação do HUD e muitos outros elemente que podem fazer grande diferença e que com a tecnologia e o valor de produção de hoje DEVERIAM SER COMUNS de se ver.

    Street Fighter V é um exemplo de jogo que, além do modelo de negócios questionável, sofrera críticas por mudanças significativas em elementos como um maior “input lag” e simplificação de mecânicas que demandavam maior mastering em versões passadas.

    Modelo de negócio:

    Comum em outros setores de mercado, o preço é sempre levado em conta no classificar do produto. A decisão da crítica sobre um modelo de carro pode cair por terra justamente por custar um preço acima do necessário ou valor de revenda, preço da manutenção.

    O modelo de negócios deveria ser algo a se pesar ao se analisar criticamente seja qual for o jogo. Pagar 20 reais em um jogo Indie desenvolvido por um jogo desenvolvido por um sujeito solitário, mesmo que realmente não tenha esse valor, é algo que fazemos pelo apreço ao esforço e trabalho de quem desenvolveu. Já pagar 20 reais em microtransações em um jogo simples de celular desenvolvido por uma empresa milionária chinesa que claramente não deveria custar tal valor é algo completamente diferente subjetivamente mesmo sendo similar objetivamente.

    O preço do jogo, as microtransações, a forma como seu conteúdo é disponibilizado, season passes e outras práticas são fatores levados em conta por críticos como Angry Joe em suas análises mas raramente despontam de forma significativa ou impactam na nota de um jogo em sites mais convencionais como IGN.

    Dificuldade e Design:

    Dificuldades e modos de jogo extras, curva do desafio, inteligência artificial, constância da experiência são também coisas a se pensar. Jogos aclamados como Call Of Duty Modern Warfare 4 é um exemplo perfeito de como as dificuldades complementares como o modo mais difícil – Veteran – se torna uma experiência extremamente frustrante por conta do design de certas partes de mapas onde é basicamente inevitável ser atingido. Neste caso, o aumento da dificuldade apenas amplia a porcentagem de dano dos adversários. O comportamento, posicionamento, número e estratégias destes são as mesmas, o que demonstra uma maneira simplista de pensar no desafio do jogo.

    O remake de Doom, por mais brilhante que seja em muitos aspectos também gera uma pequena decepção pela falta da experimentação em comparação com o design dos clássicos e pela repetição do formato do gameplay nos estágios finais.

    “1000 Horas de conteúdo!”:

    O discurso das infinitas horas de conteúdo, para mim, é uma das maiores perdas de tempo que vemos hoje na indústria. Vemos dezenas de vezes jogos novos chegarem ao mercado anunciando horas e horas de conteúdo jogável mas que, ao final do dia, são apenas uma reciclagem das mesmas missões, elementos e mecânicas que já passamos as primeiras dez horas fazendo. Uma missão bem planejada e marcante deveria pesar muito mais que cinco missões secundárias onde fazemos a mesma coisa sem nenhum real sentido.

    Uma campanha de Resident Evil 7 tem muito mais presença que centenas de horas em Metal Gear Survive. Porém o argumento da quantidade parece ter hoje muito mais presença que a qualidade, quando estamos a todo momento tentando justificar nosso dinheiro gasto. No final das contas, jogos diferentes demandam prioridades diferentes.

    Histórico:

    Como descrito por Videogame Dunkey, um dos problemas de grandes sites de análises é justamente o fato da descaracterização do crítico, ou seja, não sabermos realmente “quem é” aquele que a escreve no sentido de preferências, outras críticas e mais fatores. Sendo assim, alguém como eu que raramente passa tempo jogando jogos de esporte dificilmente faria uma crítica boa e completa sobre estes.

    Quando investimos tempo em um gênero, conhecemos mais sobre o que o torna especial. Ao contrário do que muitos dizem, é por gostar muito de jogos de FPS que não me agrado com facilidade com qualquer jogo genérico que gaste meu tempo. Ao conhecer a fundo este, desenvolvemos a habilidade de reconhecer as mecânicas que os definem, os problemas que se repetem constantemente e em quais áreas há possibilidade de arriscar e inovar, nos tornando assim, mais críticos a cada elemento dos jogos que analisamos. 

    Proposta X e Proposta Y:

    Cada produção deve ser pensada isoladamente até certo ponto. Jogos diferentes possuem propostas diferentes. Por tal motivo, é extremamente errado e cômico quando vemos uma análise de um jogo como Assetto Corsa em que o autor reclama sobre a dificuldade de se dirigir e da física comparada a algo como Forza Motorsport. Enquanto este segundo se molda num pseudo-realismo onde elementos da simulação compartilham espaço com mecânicas mais acessíveis, a simulação completa de Assetto Corsa se mostra algo completamente diferente em termos de jogabilidade. Jogos diferentes, públicos diferentes.

    No que diz respeito à continuações, parte da proposta de uma sequência é... ser uma sequência? Justamente por isso que mudanças muito bruscas ou radicais podem não ser bem vindas, descaracterizando e se distanciando demais com relação aos seus antecessores.

    Excessão: é importante lembrar que, quando a própria desenvolvedora, pelo seu material de marketing, anuncia um tipo de experiência e o jogo nos apresenta outra distinta, então este argumento passa a realmente ser válido, como foi o caso de Project Cars ao anunciar-se como a maior e mais completa experiência de simulação do mercado – estando, no fim das contas, anos atrás de iRacing, Rfactor 2, Assetto Corsa e outros.

    Crítica e Opinião:

    Uma crítica pesada e nota baixa em um site não excluio direito de cada um de tirar proveito na obra. Ainda que impossível de reprimir toda a subjetividade, a crítica tem o papel de debater a obra de maneira objetiva, com estudo, argumentos, comparação, tecnicalidades e uma série de palavras bonitas que estão para além da opinião. Led Zeppelin é uma excelente e importante banda mas eu não gosto assim como Stallone Cobra é um péssimo filme e eu amo. A crítica e opinião podem coexistir tranquilamente a partir do momento em que estendamos o lugar de cada uma.

    Terminologia:

    Uma das palavras que mais me frusta é uma das também mais usadas para descrever jogos: A diversão. “the Fun”.

    Obviamente que a princípio não há nada de errado em achar um jogo divertido, descrevê-lo assim ou julgá-lo por isso. O problema é que muitas vezes essa palavra acaba a ocupar espaço demais nas críticas, obscurecendo análises mais profundas.

    Como dito antes, cada jogo possui uma proposta. Não necessariamente todo jogo é “divertido”, assim como qualquer outra obra como filmes ou livros. Uns aproveitam do sentimento de frustração para passar uma mensagem, outros o medo ou puramente o desafio. Eu não descreveria as dezenas de horas que passei no modo de treinamento de Mortal Kombat 9 (2011) descobrindo combos e treinando execuções como divertidas. São parte de um esforço competitivo para dominar as mecânicas de certo jogo, estas trazem sim uma satisfação, outros jogos produzem entretenimento sem necessariamente serem “fun”.

    Um vocabulário mais amplo e específico não somente enriquece a forma da análise como também torna a mensagem e a própria crítica muito mais clara. Jogos não são SOMENTE brinquedos digitais. São trabalho para uns, entretenimento, experiências, esporte e muito mais AO MESMO TEMPO. Valorizemos isso!

    Sistema de notas

    Atribuir uma pontuação à obra tem o propósito de condensar a crítica e resumir de certa forma a experiência. É compreensível o seu uso, já que é uma forma de agilizar o processo aos desinteressados. Porém, não deixa de ser problemático. Escalas, por mais diretas que sejam, já possuem problemas, quando elevamos ao padrão extremo de elencar uma “trilha sonora” em um “7.3”, deveria estar claro a questão: o que determina a exclusão de 7 décimos, o que cada décimo significaria em uma situação como essa, como fazer a contagem? É basicamente inexplicável.

    Números são objetivos demais para descrever algo que dificilmente se enquadra com tamanha exatidão. Em minha perspectiva um simples “Bom”, “mediano”, “ruim”, “acima da média” indica um padrão de qualidade mas sem engessar a interpretação de quem lê, dando margem a uma subjetividade um pouco maior da crítica.

    Uma outra possibilidade é a exemplificada pelo canal “worth a buy”. É simples: vale ou não vale a pena investir o dinheiro e porquê? Aos que não se interessam, vão pelo veredito final, aos que buscam uma razão, ouçam os argumentos.

    http://static1.squarespace.com/static/566a4af357eb8d...(img)

    Conclusões:

    Nem toda crítica convencional é ruim e nem toda crítica complexa é boa. O tipo de plataforma que discutimos aqui hoje existe e existe por um motivo. Visa direcionar o consumidor médio ou então casual à uma possível boa experiência ou ao menos saber se o gastar de dinheiro vale a pena sem precisar ler 6 páginas de artigo ou ver 30 minutos de vídeo. Porém, a crítica especializada também tem um motivo de existir. É por meio desta que os consumidores mais interessados se colocam, discutem os problemas da mídia e seus acertos e podem demandar algum tipo de atenção e evolução, tornando possível um canal de comunicação mais complexo com o desenvolvedor.

    No tempo de hoje em que a grande parte da crítica mainstream existe como veículo de anúncio e propaganda, como busca de cliques e outdoor para grandes empresas, àqueles que ainda mantém vivo o real interesse pelo desenvolvimento da mídia possuem cada vez mais relevância nos pequenos nichos e mantém acessa a fagulha do pensamento crítico que permite a mudança e a união das comunidades.

    Segue o nosso trampo lá! :)


    https://open.spotify.com/show/3vuHkXmewsXkyLvf1vNnSY#upsell

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    Fallout 76

    Plataforma: Playstation 4
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      jonomaia · 1 mês atrás · 3 pontos

      Obrigado pela leitura!
      Eu tambem acompanho desde sempre. Justamente por ser algo bem dinamico e as vezes nos poupar de precisar ler 15 críticas diferentes. Mas quando se trata de algo que eu nunca vi ou algo caro, não dispenso as reviews de 40 minutos ahhaahh

      O "FUN" pode ser extremamente valido especialmente quando acompanha uma boa crítica mesmo. Então, comp num exemplo, um jogo de luta que possua boas mecaniscas de combos, balanceamento, diversidade de rooster e etc, pode ser definido assim. O meu incomodo é mais pela falta de especificidade as vezes hhahjdha

      E vc tem toda razão sobre o opinar. A crítica é um meio de discutir as obras, não proibir ou dificultar seu acesso

      1 resposta
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      augus · 1 mês atrás · 3 pontos

      Primeiramente, excelente texto. Sua linha de raciocínio exemplifica bem a situação da mídia especializada atual. Todos os pontos levantados no texto são bem argumentados. Os exemplos não poderia serem melhores, TotalBiscuit, deixa saudades, e AngryJoe são ótimo reviews que trazem pontos únicos de discursão, poderia acrescentar aqui também a Digital Foundry que é mestre no seu trabalho com hardware e desempenho. Entretanto, gostaria de me apoiar em um trecho de seu texto, e quem sabe prestar o serviço de advogado do diabo, no qual você fala sobre a descaracterização do crítico. Eu sigo alguns grandes site especializados e ao clicar na review que eu quero ler, ou ver o vídeo, a primeira informação que é passada é quem escreveu a análise. Naquele momento, o usuário, que segue aquele portal, deve identifica quais direção aquele texto vai tomar ou, até mesmo, como será escrito. É verdade que muitos não são capacitados para tal, existe muitos escritores que eu me pergunto porque estão ali, contudo existe, sim, bons. Inclusive posso citar exemplos, como a Meghan Sullivan, do IGN, ou o Felipe Gugelmin, do Voxel, e temos os caso ruins como, a moça do "Too much water" na review de Pokemon OR/AS que virou meme.
      Para finalizar, queria parabenizar seu texto de novo, para tirar esse gosto agridoce do meu comentário, e reforça que o sistema de notas é desnecessário e condessa um, muitas vezes, rico texto em número sem sentidos.

      1 resposta
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      kess · 1 mês atrás · 3 pontos

      Faz um tempo que queria escrever algo parecido, mas menos sério que a sua abordagem, muito obrigado pelas ideias. Realmente, o sistema de notas é algo que objetifica uma experiência subjetiva, e que gera discussões colossais entre os fãs e qualquer tipo de jogador, na verdade. E ainda tem aqueles meios sérios, como a Famitsu, que muito raramente dá uma nota máxima para um game, mas já fez isso com NintenDogs, por exemplo...

      2 respostas
  • ederreloaded Eder Valente
    2019-01-31 07:45:15 -0200 Thumb picture

    Sobre Platinar...

    Caras, eu não sei  vocês, mas ultimamente perdi muito o tesão por correr atrás de platinas. E olha que eu já colecionei umas bem difíceis pra minha estante, incluindo a série Souls e Bloodborne.. Algumas foram bem divertidas de pegar pq eu não queria parar de jogar determinado jogo, mas outras eu percebi que isso só me custou tempo fazendo umas atividades bem chatas a custo de nada. Acho que essa caça tem que ser algo saudável e prazeroso pra valer a pena, caso contrário só toma um tempo desnecessário que poderia tá sendo usado pra jogar outro game(a estante já tá cheia de jogos lacrados na fila). Tá, tudo bem que alguns eu confesso que aumentou bastante o tempo de vida do jogo, mas nem sempre acho isso válido, dependendo do que a platina exigir. Talvez a Nintendo tenha razão quando fez aquela declaração sobre os troféus. Enfim, tô num momento que não me importo mais com isso... Pelo menos se a gente ganhasse uns brindes seria legal. 

    O que vcs acham disso? 

    52
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      cross99 · 16 dias atrás · 5 pontos

      Olha eu vou dar a MINHA opinião quanto a platinas e de uma certa forma com a minha experiência de jogos.Quem não gostar paciência,quem se sentir ofendido n posso fazer nada,e quem gostar ok.E quem discordar eu tbm n posso fazer nada pq é a minha idéia que eu tenho sobre platinas e "100%" em geral.

      Olha primeiramente eu n me considero um platinador.Eu tenho algumas platinas mas não é algo visualizo muito,pq eu prefiro ter a experiência como um todo do jogo,e honestamente ao meu ver trófeus limitam a EXPERIÊNCIAS do jogador (vou explicar do pq do Capsloock.)

      Eu digo limitar pq eu já vi notando tanto no Retroachievements (site que tem achievements/troféus pra jogo antigo),quanto na PSN que muitos trófeus na maioria das vezes ou fazem com a bunda trófeus escrotos pra conseguir ou por sorte.Eu até entendo quando é um trófeu hardcore de matar um boss ultra forte ou coisa do tipo,mas muitos que eu vejo e jogando e só pra dizer que o cara ta sendo "Recompensado" por tal requisito banal (mate 2975416872638461892536489165284816253841823654 inimigos no jogo)
      que dificilmente o jogador faria sem que tivesse aquele trófeu.

      Ao meu ver platinas não demonstram o que o jogador pode fazer "Tudo de Tudo" de um jogo pq simplesmente os caras que desenvolvem os tgrófeus não colocam na cabeça que cada jogador tem a SUA experiência ea SUA forma de aproveitar o jogo como ele quiser.

      Eu vou dar um exemplo pra ficar mais claro: Eu já platinei O jogo Metal gear Solid 3 e acredite se quiser mas NÃO tem trófeu pra terminar o jogo no Hard.isso é algo que acho lamentável pq isso é algo que REALMENTE o jogador quis jogar até ir no jogo e chega a ser um desafio acima da média mas sem ficar algo absurdo.

      Platinas eu vejo que é uma forma limitada do jogador aproveitar o jogo,pq ele só ta vendo APENAS os trófeus sem as vezes poder aproveitar o jogo dando algum auto desafio que o jogador impos no jogo,as vezes descobrir algo que ningéum descobriu antes e etc.

      Esse povo que eu percebo que só visa a Platina o único motivo relativamente sensato é que deva ser tudo gente que não se senti "reconpensado" jogando video game e quer tipo uma forma de mostrar que "é o pika grossa dos jogos" platinando mais de 100 jogos pra ter um "reconhecimento gamistico social."

      Eu acho isso escroto pq tira a real forma de jogar o jogo,simplesmente aproveitando o jogo e tendo a SUA experiência no jogo.Eu enfatizo demais isso pq NINGUÉM tem EXATAMENTE a mesma experiência que você num jogo.

      Tipo,em um jogo online por exemplo,como você poderia dizer que TODOS os jogadores tiveram a MESMA EXPERIENCIA que vocÊ no jogo? ISSO É ALGO QUASE IMPOSSÍVEL!!!!

      E diria até pra jogo offline pq cada um vê um jogo de uma forma diferente,por isso é importante ver a experiência que o jogo lhe traz (ao invés de ficar "cego" com platinas e 100%.)

      Eu mesmo já vi gente no Retroachievements que tinha um usuário aqui que saiu da rede chamado higorhuannhardcore que o cara literalmente TRAPACEAVA nos jogos pra conseguir 200% no jogo pra chegar ao topo.Ai eu te pergunto: Cade a diversão? cade o amor aos jogos? vale apena isso tudo só pra ter reconhecimento em um site de jogos? sério mesmo?

      Me desculpa quem ficar ofendido mas acho ESCROTO querer reconhecimento por causa de trófeu,pq tirando isso n entendo essa gente que platina mais de 100 Jogos por ai.

      Eu fico aproveitando os jogos da minha forma e acho que é o que todo mundo deveria fazer,aproveitar os jogos DA SUA FORMA sem ESTRAGAR A EXPERIÊNCIA DO OUTRO JOGADOR.

      Desculpa se ficou longo demais esse texto,mas queria tirar isso da garganta a um tempão,mas acho que consegui de uma certa forma.

      8 respostas
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      warrior_ · 16 dias atrás · 4 pontos

      A platina devia ser usada para explorar o máximo do jogo e não pra ficar coletando itens.

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      hard_frolics · 16 dias atrás · 3 pontos

      Se eu gostar do jogo realmente e não tiver troféu absurdo ou online e chato eu vou atrás! Hoje faz exatamente um ano que platinei Dark Souls :3

      3 respostas
  • ederreloaded Eder Valente
    2019-01-29 11:43:06 -0200 Thumb picture

    Dúvida N64

    Galera, tenho dois N64. Um americano de 1996, acho que é da primeira leva de modelos.. O que ganhei do meu pai na época, e outro de 1998 nacional da Gradiente, série sabores. Quando eu ligo usando o cartucho de expansão, percebo que na versão nacional a tela não fica bem enquadrada, passa um pouco do limite, como se tivesse um pouco esticada, já no americano tá normal. Isso só acontece com o expansion Pack inserido. Alguém sabe o que seria? Já aconteceu com alguém? 

    20
  • ederreloaded Eder Valente
    2019-01-29 00:36:16 -0200 Thumb picture

    Apenas um comentário sobre Xenoblade Chronicles

    Hoje eu coloquei uma playlist de músicas de games no carro até que tocou Gaur Plains do Xenoblade Chronicles, e eu lembrei o quanto esse jogo é foda, então me veio tanta memória legal só de ouvir a música que eu gostaria de falar o seguinte:

    Todo fã de RPG deveria jogar Xenoblade Chronicles

    Xenoblade Chronicles

    Plataforma: Nintendo Wii
    1435 Jogadores
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    8
    • Micro picture
      mastershadow · 18 dias atrás · 1 ponto

      Essa música é foda, apesar de eu nao curtir o sistema de batalha,quests e o mundo enorme estilo MMORPG,a história e a trilha sonora desse game são ótimas!

      1 resposta
    • Micro picture
      thorgrin · 15 dias atrás · 1 ponto

      Finalizei 2 vezes essa "criança" !

      1 resposta
  • ederreloaded Eder Valente
    2019-01-24 19:36:04 -0200 Thumb picture
    12
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