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  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2021-04-15 21:18:27 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>Lançou!</p><p>Hogwarts: the Gathering agora.</p>
    Magic The Gathering Arena

    Platform: PC
    66 Players
    132 Check-ins

    Lançou!

    Hogwarts: the Gathering agora.

    Adoro essas temáticas bem diretas sobre a inspiração. Não dou muita bola pra edições repeteco das histórinhas "originais", mas compraria se voltasse qualquer coisa de Kamigawa.

    3
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2021-04-15 13:28:54 -0300 Thumb picture
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    Grátis na Epic - 15/04 até 22/04

    3 em 1

    Deponia: The Complete Journey

    Ken Follett's The Pillars of the Earth

    The First Tree

    Próximos : Alien Isolation, Hand of Fate 2

    Quem quiser que eu marque pra avisar só comentar aí o/

    @noblenexus, @legendoflisboa, @santosmurilo, @denis_lisboadosreis, @cukierti @dlima @vicente_gabriel

    Deponia The Complete Journey

    Platform: PC
    58 Players
    14 Check-ins

    28
  • 2021-04-09 17:31:42 -0300 Thumb picture
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    Resumão da Quarta Geração de videogames

    Medium 3860726 featured image

     A quarta geração de videogames começou em 1987 com o lançamento do PC Engine pela NEC. O console trazia gráficos em 16-bits, muitas cores e sprites grandes, além de um formato de jogos em cartão bem mais barato. A Sega veio em seguida e lançou o Mega Drive em 1988 apelando no marketing com conversões quase idênticas aos jogos de Arcade da época. A Nintendo só foi lançar o Super Famicom em 1990, trazendo Super Mario World e F-Zero para demonstrar as novas capacidades técnicas do aparelho. O lançamento americano desses 3 videogames foi um grande marco na indústria. O Turbo-Grafx-16 teve uma recepção morna, mas o Genesis foi aclamado pelo público com marketing agressivo e jogos com marcas licenciadas e de celebridades da época.

    O Super Nintendo demorou chegar nos EUA, pois o NES ainda era muito popular por lá, mas enquanto isso, o Genesis estava ganhando mais espaço e a Sega apostou todas as fichas em um novo mascote: Sonic the Hedgehog. Os jogos do ouriço foram tão bem aceitos que pela primeira vez a Nintendo foi superada por uma outra empresa nos videogames. Enquanto isso, no Japão, o videogame da Sega não era tão popular, com o PC Engine ficando em segundo lugar, especialmente com o uso do periférico de CD. Nos EUA, o Mortal Kombat sangrento no console da Sega alavancou o Genesis, mas com o lançamento de Donkey Kong Country, o cenário se inverteu e no fim, o Super Nintendo superou as vendas dos consoles da quarta geração com quase 50 milhões de vendas, sendo Mega Drive com 35 e PC Engine com 10.

    Foi também durante a quarta geração que tivemos a primeira guerra nos portáteis. Em 1989, a Nintendo lança o GameBoy, com sistema de troca de cartuchos e tela monocromática, que permitia um tempo de bateria imenso. O Atari Lynx veio na contramão com uma tela colorida e um design imenso, mas a biblioteca de jogos foi muito fraca. A Sega também entrou no mercado com o Game Gear, que também usava tela colorida e teve um sucesso relativo. Até a NEC entrou no mercado com o Turbo Express, uma versão portátil do PC Engine capaz de rodar praticamente os mesmo jogos, mas custava muito mais caro. Por fim, o GameBoy saiu vitorioso com uma larga vantagem, mais de 64 milhões de unidades contra 11 do Game Gear, 1,5 do Turbo Express e apenas 500 mil do Atari Lynx.

    Seguindo a tendência da terceira geração, os jogos de plataforma 2D foram o estilo mais explorado, com jogos mais bonitos, rápidos e jogabilidade refinada. Outro gênero que explodiu de vez foi o RPG, que recebeu títulos que ficaram consagrados na história como os melhores de todos os tempos, principalmente com os jogos da Squaresoft. O gênero de jogos de luta se popularizou com força graças ao sucesso de Street Fighter II. Os beat ‘em ups tiveram seu auge durante essa geração. Nos PCs, os jogos de FPS trouxeram uma nova perspectiva com o sucesso de Doom ao lado de jogos de point-and-click icônicos da LucasArts. E claro, os jogos de puzzle estilo Tetris eram perfeitos para passar o tempo nos portáteis.

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    57
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      artigos · 7 days ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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      thecriticgames · 7 days ago · 2 pontos

      Vou compartilhar porque as notificações desapareceram.

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      dobkeratops_king · 7 days ago · 2 pontos

      Por mais que o SNES seja o mais popular, eu ainda prefiro o PC-Engine, aliás, quero ser marcado na próxima postagem.

      1 reply
  • dobkeratops_king Dobkeratops
    2021-04-10 22:44:54 -0300 Thumb picture
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    Os chefes gigantes do NES

    Medium 3860920 featured image

    Você já se perguntou o por quê quando aparecia um chefe gigante em um game do NES, o fundo ficava vazio? caso não saiba, hoje você vai descobrir o motivo desses chefes aparecerem desse jeito, e avisando, o conteúdo que eu estou mostrando aqui neste artigo, não me pertence, então eu dou os devidos créditos para quem falou sobre isso no Reddit, então vamos lá!

     

    O NES tem um chip chamado de PPU ou Picture Processing Unit (Unidade de Processamento de Imagens), e ele serve para mostrar as imagens na tela da TV, já que a tela da TV é formada por pixels, e a resolução de uma TV é de 255x224, mas há algumas TVs mais curtas (Ou até mais longas).

    O PPU faz que o cartucho mostre gráficos com pequenos retângulos chamados de tiles, que tem o tamanho de: 8x8 ou 8x16 se depender do jogo. Quando alguém joga um jogo, o tal da PPU recebe várias instruções de um cartucho de um jogo para mover as tiles durante o game.  

    Existe duas formas de usar as tiles: como sprites ou como background. Mas a maioria das coisas  que aparecem na tela são sprites, pois eles podem se mover e tals, um bom exemplo disso é o seu protagonista, ele é um sprite assim como os inimigos normais que aparecem e os power ups. Os sprites usam tiles para ver aonde devem aparecerem,  e essas mesmas tiles são bem pequenas até, assim podendo faze vários sprites na tela. Porém, a PPU só pode exibir alguns sprites, já que: Se aparecerem 8 sprites na tela da TV, eles começarão a piscar, já que a PPU não é tão rápida assim.

    E sim, existe Altered Beast para o NES

    Então a melhor alternativa são os backgrounds, o background usa várias tiles para manter a sua aparência como deve ser, mas eles não podem se mover, mas certas partes do fundo são realmente sprites, como por exemplo: o Golem de Life Force (e Gradius II também), os seus braços são realmente sprites, mas o seu olho e o seu corpo são apenas planos de fundo.

    O único problema é que se tiver algo a mais no fundo além do chefe, tudo que estiver no background vai se mover, então eles deixam o fundo preto para não causar estranheza entre os jogadores, mas há games como Parodius Da! que usa estrelas no fundo como sprites, até as Homebrew e Bootlegs do NES são assim.

    Este foi o artigo, eu espero que tenham gostado bastante dele, e eu vou indo nessa e flw!

    25
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      santz · 5 days ago · 2 pontos

      Eu já notei isso. Acho que fica bem claro no Phantasy Star do Master System. Do nada, o cenário some e o chefe gigante aparece. Dá para perceber que o background, na verdade é o chefe.

  • 2021-04-08 11:18:14 -0300 Thumb picture
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    Ora, vejam só...

    Reportagem curiosa, não apenas pela questão racial, mas também em relação à diferença de poder aquisitivo de quem consome games em celular, em PC e em consoles, e por fazer a gente pensar sobre aquela questão clássica: jogador de celular, é gamer? A forma como alguns jogos atuais para smartphone estão sendo desenvolvidos nos permitem considerar o jogador de mobile um gamer? Ou sempre foi?

    E olhem esse comentário!!! É tanto problema nele, de racismo, a associação de gamer ser uma pessoa sem educação, que não estuda, ou um desocupado...nem sei por onde começar...

    A reportagem completa vocês encontram aqui: https://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2021/04/ne...

    ou: https://www.folhape.com.br/noticias/negros-sao-mai...

    Reprodução:

    Num domingo de março, há dois anos, no Capão Redondo, bairro periférico de São Paulo, a exceção à regra aconteceu.
    O prédio da Fábrica de Cultura se tornou um lugar onde o personagem Link, do jogo "Zelda", era uma menina negra de olhos escuros. Foi na PerifaCon, evento que se propõe a levar cultura nerd para mais perto da periferia.

    O cosplay do herói loiro de olhos claros acena para um problema no universo dos games -não são tantos os personagens negros, e os que existem nem sempre passam uma imagem boa. Em compensação, os que jogam videogame no Brasil, em sua maioria, têm a pele mais escura do que a de Link.

    Num país em que renda e cor estão intimamente interligados, mais da metade dos gamers são pretos ou pardos. São 50,3%, segundo a Pesquisa Game Brasil, a PGB 2021, espécie de censo do ecossistema gamer nacional.

    No Brasil de 2021, não dá para dizer que videogame é coisa só de rico. Quase metade dos que consomem jogos, 49,7%, são das classes C, D e E. Cerca de um terço dos que jogam videogame vem de famílias de renda de até R$ 2.090. Outro terço tem renda familiar de até R$ 4.180. Os dados são da PGB.

    Mas como explicar isso num momento em que um console novo pode custar R$ 7.000? É que a plataforma preferida dos entrevistados pela pesquisa é o celular -41,6% afirmaram preferir jogar no smartphone, enquanto só 25,8% preferem consoles.

    Segundo a pesquisa, 60,8% dos que jogam em celulares são das classes C, D e E. Dos que jogam em console, 59% são das classes A e B. Entre os que jogam no computador, 57,4% são das classes A e B –para aguentar os jogos que fazem sucesso atualmente, a máquina precisa ser potente, não adianta tentar jogar em computador capenga.

    "A galera não consegue ter acesso aos consoles justamente pelo preço. E aí as alternativas tendem a crescer. Cada vez mais os jogos mobile vão tomar a periferia. Quem tende a perder são essas marcas [de console], porque a galera até chega a consumir esses videogames, mas são os consoles mais antigos", diz Andreza Delgado, uma das criadoras da PerifaCon e do PerifaGamer, iniciativa que busca dar visibilidade à comunidade gamer nas periferias do Brasil.

    Segundo a PGB, 72% dos brasileiros têm costume de jogar games, sendo que mais da metade são mulheres. Desses, quase metade, 45,4%, afirma que só faz download de jogos gratuitos, e 44,9% dizem que só compram games de vez em quando. Só um em cada dez afirma comprar jogos frequentemente.

    Hoje vivemos um surto mundial de jogos "battle royale", que são games multiplayer de sobrevivência –no esquema "Jogos Vorazes", todos tentam derrubar um ao outro, e ganha a partida o último sobrevivente. "Fortnite" e "PUBG" são alguns dos títulos mais famosos.

    Um game que vem crescendo nos últimos tempos é o "Free Fire", que é exclusivo para dispositivos móveis. De gráficos mais simples que os de "Fortinite", costuma rodar tranquilamente em celulares intermediários.

    Cerca de 80% dos brasileiros com mais de dez anos de idade têm um celular, segundo o Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia, o IBGE, em pesquisa do ano passado. Não por acaso, o "Free Fire" tomou conta das periferias brasileiras.

    O jogo lançado em dezembro de 2017 já tem campeonatos dedicados a jogadores vindos das periferias do Brasil, como a Copa das Favelas Free Fire e a Taça das Favelas Free Fire. Virou um fenômeno de cultura pop. O DJ Alok ganhou um personagem jogável e até Mano Brown já lançou música sobre o jogo, com direito a clipe do Kondzilla.

    Só que nem sempre essas pessoas se veem representadas nos games que jogam. Em "Free Fire", a maioria dos personagens é branca.

    "Tem esse problema muito grande de representatividade, mas eu acho que isso é só um reflexo da nossa sociedade", diz Andreza Delgado. "Eu sinto uma grande mudança, que vem de um esforço coletivo. Um pack novo com personagens negros geralmente vem depois de muita luta, da galera falando [na internet] sobre representatividade.

    Um dos carros-chefe do lançamento do PlayStation 5 foi "Spider-Man: Miles Morales", que traz um protagonista negro e latino. Morales tem um perfil bem distinto de outro famoso personagem negro dos games, o protagonista de "GTA: San Andreas", o CJ, um criminoso.

    "A indústria de games há muitos anos representa pessoas negras de forma sexualizada ou marginalizada", afirma a desenvolvedora Raquel Motta, do estúdio Sue The Real, especializado em jogos com temáticas afro-brasileiras.

    "Mas isso está mudando, principalmente porque o consumidor cobra. Hoje a internet tem um impacto muito grande e as pessoas têm um acesso muito mais fácil às empresas." Segundo Motta, a tendência é que uma nova geração de personagens não estereotipados passe a habitar mais os jogos. "Não tem jeito, se não veio antes vai vir agora", diz.

    "A gente tem que cobrar essa mudança ou parar de consumir esse tipo de conteúdo. Não faz sentido a gente consumir um produto que é agressivo com o negro."

    Alimentam essa tendência as crescentes pressões por diversidade nos estúdios de games, inclusive nos que fazem AAA, que são os jogos de grande abrangência. Mas são os produtores independentes –mais livres de amarras corporativas e de pressões de grandes investidores por retorno financeiro– que demonstram se aventurar mais em narrativas ligadas às periferias e com personagens não brancos.

    "Miles Morales" fez barulho com seu Homem-Aranha negro, mas não se pode ignorar que se trata de um spin-off de uma franquia já muito bem estabelecida, que tem um branco como protagonista original.

    No Brasil, o estúdio Aoca Game Lab ambientou o jogo "Árida" no sertão baiano do século 19, com acenos ao contexto da Guerra de Canudos. "Dandara" é um jogo que traz uma versão moderninha da companheira de Zumbi dos Palmares e entrou na lista da revista Time dos melhores jogos de 2018, ao lado de títulos como "God of War" e "Red Dead Redemption 2". Sue The Real, o estúdio de Raquel Motta, tem em seu portfólio jogos como "Angola Janga", inspirado na HQ de mesmo nome, sobre o quilombo dos Palmares, e "One Beat Min", que simula batalhas de beat box.

    Também nas competições de esports, pretos são minoria. "Eu acompanho o Campeonato Brasileiro de League of Legends e quando eu vejo que só tem pessoas brancas eu até perco a vontade de assistir", diz a streamer Sher Machado, que faz parte do Wakanda Streamers, iniciativa que promove e impulsiona a comunidade gamer negra.

    "Quando 'Wild Rift' [versão mobile de 'League of Legends' recém-lançada] saiu, eu pensei que estavam lançando um jogo para ser mais acessível para as pessoas, como o 'Free Fire'. Mas quando eles lançam o material de divulgação e só põem ali pessoas brancas e cis, não me sinto representada. Põem um negro no fim, como se estivessem falando 'olha, temos uma pessoa negra aqui'."

    "Não acho que a representatividade tem que ser uma esmola, um personagem, um jogador. A gente não quer ser incluído, o espaço já pertence a nós. Então eu não quero esmola, isso é meu por direito."

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      kratos1998 · 8 days ago · 2 pontos

      Nos comentários do Twitter é só gente falando bosta tbm. Me dá muita raiva do racismo velado das pessoas!

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      fagnerale · 8 days ago · 2 pontos

      Em todo lugar tem ignorante falando merda e realmente tem poucos personagens negros nos games, lembro do CJ no Gta, Miles Morales, Eddy Gordo, Sheva do RE5, Aveline do AC3 liberation, Jax do MK, Markus do Detroit become human, Dandara, Marcus do Watch dogs 2, tem no Crysis também e outros que não lembro, muito pouco comparando

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      kingsysiphos · 8 days ago · 1 ponto

      Bom, papo complicado. Eu ainda não entendo bem a discussão sobre representatividade na mídia de filmes e jogos, ficção e afins, como é o caso.
      Racismo é um problema real, e a formação da sociedade brasileira criou uma divisão econômica que tem as diferenças intensificadas pelo próprio sistema econômico que concentra renda.
      Porém... a abordagem dessa matéria foi questionável em alguns pontos, começando por usar exemplos como Zelda, criados por japoneses em 86.
      Depois aparece uma Andreza Delgado, figurinha marcada do twitter por suas opiniões *incrivelmente fundamentadas* e interessantes, tão terrível que até eu que mal uso a plataforma reconheci pelo nome.
      Comentam sobre Freefire, criado no sudeste asiático... Vietnã. Estranho que um dos personagens base gratuitos é um homem negro, e a única característica que eu percebi que identificasse outro como alguém da região dos criadores era ser lutador de Muay Thai,
      Depois exaltam e em seguida diminuem o Miles Morales porque é um spin-off de um personagem originalmente branco????????
      Mas eu admito que o elemento que mais me surpreendeu negativamente foi a moça dizendo que fica desestimulada de assistir um torneio brasileiro de lol pelo fenótipo dos atletas. ????????
      Uma última observação curiosa é que a visão da militância ocidental reduz a questão étnica a seus problemas locais, e eu nunca vi mencionada a diversidade asiática e no leste europeu - eslava ou não-, que também gera muitos conflitos. E isso é evidente quando certos elementos apontam asiáticos como brancos e reduzem a Eurásia a uma coisa só, uma visão bem preconceituosa pro sinal.
      Se alguém entendeu, por favor me explique.

      6 replies
  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2021-04-08 13:53:10 -0300 Thumb picture
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    Grátis na Epic - 08/04 até 15/04

    3 Out of 10: Season Two

    Lançamento

    Semana que vem 3 juntos !

    Próximos : Deponia Complete Journey, The First Tree,  The Pillars of Earth

    Quem quiser que eu marque pra avisar só comentar aí o/

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    3 out of 10

    Platform: PC
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    28
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      santz · 7 days ago · 1 ponto

      Só pego porque é a de graça, pois é um estilo de jogo que não me interessa em nada.

  • 2021-04-06 08:48:20 -0300 Thumb picture
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    Combo#327 [Arc](1998): Street Fighter Alpha 3 & JoJo's Venture

     O terceiro e último jogo da série Alpha é lançado para os Arcades. Ele traz o maior elenco de personagens até então, 28 lutadores no total, com alguns deles secretos. O jogo traz 3 opções ao jogador para ele escolher o modo de jogo que prefere jogar. O modo A-ISM é o modo tradicional, com barra de especial de 3 níveis, o X-ISM é o modo clássico, com uma única barra de especial, só que mais poderosa e o V-ISM traz de volta o super combo personalizável introduzido no título anterior. Além disso, cada modo também traz barras de defesa diferentes e detalhes sutis na forma de jogar. - O terceiro título é o mais completo, com uma quantidade gigantesca de lutadores e muitas opções de jogabilidade. Tudo muito rápido e bem acabado.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     Baseado no mangá clássico Jojo’s Bizarre Adventure, a Capcom lança um jogo de luta para a sua placa CPS-III. A história reconta os eventos do arco Stardust Crusaders, mas dependendo do lutador escolhido, a ordem e a perspectiva do enredo é diferente. O jogo oferece 14 lutadores a disposição e a maioria deles possuem Stand, que são os espíritos de cada personagem que podem auxiliar nos movimentos e especiais do lutador ou até mesmo se mover livremente pelo cenário. A desvantagem de usar o Stand é que qualquer dano sobre ele cai sobre a saúde do jogador e ele tem um medidor separado também. - Um jogo de luta incrível e com animações bem refinadas e cenários exuberantes. A jogabilidade é bem diversificada com uso dos Stands e cada luta é bem frenética.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Street Fighter Alpha 3

    Platform: Arcade
    478 Players
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      andre_andricopoulos · 10 days ago · 2 pontos

      Acho a série Alpha sensacional. Bem frenético, divertido e gameplay acessível (fácil de jogar / aprender comandos).

      Já JoJo ouço tanto...e não conheço nada no universo dos games ou fora dele...

      4 replies
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      noyluiz · 10 days ago · 2 pontos

      Melhor Street Fighter

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      thiagobrugnolo · 10 days ago · 2 pontos

      Em 1998 a Capcom estava on fire, chegando com os dois pés no peito com a quantidade de títulos de qualidade.

      1 reply
  • 2021-04-05 08:58:50 -0300 Thumb picture
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    #327 - Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes [Arcade] 1998

     Seguindo os moldes de Marvel Super Heroes vs. Street Fighter, a Capcom lança o terceiro jogo da sua série de crossover. Dessa vez, o escopo do lado da Capcom adicionou personagens de outros jogos da produtora, como Mega Man, Strider e Morrigan. O jogo removeu o modo de assistência a favor de um personagem convidado especial que aparece no meio da luta para dar um golpe e sair, mas só pode ser um número limitado de vezes. Outra novidade é o Variable Cross, um especial que permite que o jogador use os dois personagens ao mesmo tempo para atacar o jogador por um breve período de tempo. O jogo também tem versões secretas de alguns personagens desbloqueáveis.

     - Mais um crossover da Capcom e agora traz os dois universos de forma completa. Ainda que a quantidade de personagens não tenha aumentado, as novas opções de lutadores deixam tudo bem divertido, com participações de Mega Man, Capitain Commando e outros. Além disso, o sistema de assistência de convidado especial abre ainda mais o leque de personagens disponíveis. O jogo continua com lutas frenéticas, visual super caprichado e trilha sonora com remixes fantásticos. A novidade dos especiais e sistemas de duplas é muito boa, mas nada muito fora do padrão que a série já vem evoluindo. É um jogo de Arcade bem viciante e completo, muito divertido de jogar, mas dominar os combos é bem difícil.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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    Marvel vs. Capcom: Clash of Super Heroes

    Platform: Arcade
    987 Players
    19 Check-ins

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      bobramber · 11 days ago · 2 pontos

      Quando queria desestressar, apertando botões feito um louco, era só gastar umas fichas nesses excelentes crossovers!!

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      thiagobrugnolo · 11 days ago · 2 pontos

      Gosto demais dos especiais desse jogo.

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      _gustavo · 11 days ago · 2 pontos

      Joguei muito no PSX, apesar de não ser a melhor versão, criança de 8 anos na época não tava nem aí se faltava algo ou não kkk

      1 reply
  • denis_lisboadosreis Denis Lisboa Dos Reis
    2021-04-02 18:00:35 -0300 Thumb picture
    denis_lisboadosreis checked-in to:
    Post by denis_lisboadosreis: <p>#img#[768852]</p><p><strong>100% dos troféus em
    Pac-Man Championship Edition DX

    Platform: Playstation 3
    835 Players
    34 Check-ins

    100% dos troféus em Pac-Man Championship Edition DX!

    Esse jogo é uma amostra interessante de como revitalizar um clássico sem distorce-lo de sua forma original.

    Ainda mantendo a base do clássico dos arcades, o objetivo ainda é fazer Pac-Man comer todos os pontinhos da tela pra acumular pontuação. Aqui, conseguir todos os pontos de uma metade da tela libera uma "fruta" no lado oposto, que se comida reconfigura o lado limpo preenchendo com uma nova disposição de pontinhos e de fantasmas em repouso enquanto se mantém longe dos fantasmas que te perseguem no labirinto. Mas dessa vez os fantasmas te perseguem diretamente quando o protagonista passa no campo de visão, formando uma fila de fantasmas, e fantasmas parados despertam e entram nessa fila. 

    Como recursos Pac-Man tem um número de vidas, o clássico power up que possibilita comer fantasmas e gerar muitos combos de pontuação e aquisição de recursos e velocidade, e bombas que mandam todos os fantasmas em perseguição de volta pra base temporariamente.

    Essa versão possui diversos estágios, cada um com desenho de labirinto diferentes e opções de modalidades de jogo, com time attack, o clássico de pontuação, e combo de comer fantasmas, com variações de dificuldade e situação em cada um deles.

    O jogo é bem colorido e animado, com efeitos sonoros fortes e música agitada, e pacotes de mudança visual tanto da apresentação do cenário do labirinto, quanto de Pac-Man e os fantasmas.

    É um jogo bem frenético e divertido, bom pra jogadas casuais. Tanto que os dois últimos troféus vieram sem perceber que estava completando 100%, e uns 6 anos depois de começar a jogar casualmente, fazendo com que eu conquistasse "tartaruga" no MyPSt.

    @platinadores

    14
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      vinicios_santana · 13 days ago · 2 pontos

      CAra, acabei de adicionar a minha lista no ps4 a demo do 2 desse jogo, motivado por esse texto.

      1 reply
  • 2021-03-29 08:55:34 -0300 Thumb picture
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    #325 - Gran Turismo [PlayStation] 1997

     Depois de 5 anos de desenvolvimento intenso, a Polyphony Digital lança um jogo de corrida que revolucionou o mercado. O jogo é dividido em modo arcade ou simulação. Na opção arcade, o jogador pode escolher qualquer carro e deve vencer as corridas para desbloquear novas pistas. Já no modo simulação, o jogador precisa completar várias etapas para conseguir a carteira e então vencer as corridas para ganhar créditos e comprar novos carros ou melhorias para seu veículo. O jogo foi desenvolvido em Assembly para extrair o potencial máximo do PlayStation, trazendo uma física realista e vários modelos de carros licenciados. O jogo foi um sucesso e ao longo dos anos se tornou o jogo mais vendido da biblioteca do PlayStation.

     - Até então, é o jogo a ter os melhores gráficos para o PlayStation. Tudo nele é incrível e detalhado. Os cenários são belíssimos, os carros são ultra realista e tem toda uma física que torna este jogo o mais avançado do gênero de corrida. A ideia de dividir o jogo em arcade e simulação é perfeita, pois oferece experiências distintas para tipos de jogadores que buscam desafios ou apenas entretenimento. Claro que o destaque maior está no modo simulação. Este modo foi pensado para jogadores profissionais, pois até mesmo para tirar a carteira mais básica requer uma boa dose de tentativas, pois as tarefas não abrem muita margem para erros. O mais incrível do jogo é que ele oferece uma enorme quantidade de modelos de carros e eles de fato possuem diferenças entre si.

    Nota pessoal: ★★★★★

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    Gran Turismo (1998)

    Platform: Playstation
    2661 Players
    15 Check-ins

    48
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      hyuga · 18 days ago · 2 pontos

      conheci a série pelo 2 e quando fui jogar o primeiro achei bem ruinzinho

      2 replies
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      andre_andricopoulos · 18 days ago · 2 pontos

      Não se falava noutra coisa... "a revolução do Gran Turismo"

      Esse foi o único que gostei, mas fato é que não faz meu estilo. Mas nesse em particular eu me amarrava em terminar a corrida...e ficar curtindo os maravilhosos replays com aquelas câmeras foda!

      2 replies
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      _gustavo · 18 days ago · 2 pontos

      Joguei DEMAIS GT1 e o 2 tbm, o 1 na época eu trocava memory card com um primo meu pra copiar o save e ir se ajudando comprar os carros mais caros kkkk

      1 reply
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