darleysantos676

Amante de games, música, séries e filmes, e crente no poder de formação de caráter dessas mídias!

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  • 2019-01-15 23:24:02 -0200 Thumb picture
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    Ranking Semanal de Desempenho (03/12- 09/12/2018)

    Olá @platinadores! Começo de dezembro o último mês do ano, temos um conhecido rei. A coroa não fica longe deste rapaz, mais uma vez parabéns @zandryx! @kalasjunior tem seu primeiro destaque por aqui já na segunda colocação. @barroq também retorna ao top 5 no terceiro lugar. @cacotives não se mexeu e guardou a quarta posição. E @allanwerghi fecha o ranking da semana.

    O rei da semana: @zandryx

    O ranking de desempenho será postado as quartas-feira devido a atualização do Mypst que elege o líder semanal neste mesmo dia. Para garantir que os troféus conquistados no domingo entrem na pontuação, mesmo que você atualize o perfil na segunda-feira.

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    E o Top 5 é:

    1° - ZandryX (@zandryx)

    2° - lordxsnow (@kalasjunior)

    3° - Barroq (@barroq)

    4° - cacotives (@cacotives)

    5° - AllanWerghi (@allanwerghi)

    Boa caça!

    Wild_Dark_Shadow (@wild_dark_shadow) | bmslf (@bymyself) | diogopaixao (@diogo_paixao) | u3_Marcos (@supermarcosbros) | SladerAngel (@sladerangel) | TheLastNineDays (@matheusps92) | misterpumpkin97 (@misterpumpkin) | ExuGuerreiro (@leopoldino) | Fanherine (@fanherine) | igor_park (@igor_park) | DragonMaxpower (@z3karlos) | TheGamerClubber (@andre_andricopoulos) | LucasBarcelos29 (@lucasbarcelos5) | msvalle2011 (@msvalle) | TirantValzy (@valvatorez) | JhunVallim (@jhunvallim) | RiFF_Ric (@ricriff) | Rafaelnasso (@rafaelseiji) | Vitor_Sephiroth (@bahamut) | pedrotriforce (@pedrotriforce) | ed_great (@edeziomatias) | ZandryX (@zandryx) | RockySilvaBR (@rockysilvabr) | havink (@havink | Barroq (@barroq) | jhonyfera-rio (@jhonyfera) | ragafe (@vianna) | Sr-Nicko (@srnicko012) | mbsierra (@mauriciobsierra) | RafaaaTheater (@rafaaatheater) | DeadMemories25 (@deadmemories25) | FaelRocker (@faelrocker) | cacotives (@cacotives) | CRISTALESCUITE (@cristalescuite) | Daniel_Canelinha (@daniel_sobreira) | bcns29 (@brunocesar10) | Marculin039 (@marculin0) | chimianopao (@chimianopao) | Hero-of-time-JJJ (@kratos1998) | Lu4n_N3rg1n0 (@luannergino) | PRMontanaro (@montanaro) | jonnykamui (@jonnykamui) | nery_de_lima (@emphighwind) | Andregemeo23 (@andrexdl23) | lKatsuragiKeima (@katsuragi) | GlacialZefie (@zefie) | Cris_bolla (@ccmendes) | MVRigonati (@mrigonati) | DanOrichalcum (@danielori) | Thraphik (@thraphik) | HilquiasCortez (@hilquias) | Eisfeld_L3al (@eisfeld_l3al) | SirXavier676 (@darleysantos676) | zirototoro (@zir0) | licatrek (@lica) | AlphaGaara (@alphagaara) | EridsonKess (@kess) | Bottignon_G (@gabrielbottignon) | sergiotecnicobr (@sergiotecnico) | Ramzarify (@ramzarify) | Matsugaki01 (@matsugaki) | lordxsnow (@kalasjunior) | darlanfagundes (@darlanfagundes) | blinknn (@blinkn) | superfuso10 (@gv_silva) | FredSeph (@fredson) | Neophytu (@neophytu) | AllanWerghi (@allanwerghi) | thiagofslima_ (@thiagofslima) | maninhodmj14 (@maninhodmj) | Renato1bmatos (@warbraz) | gregalexander00 (@gregalexander00) | Adriano__AA (@_adriiano) | Winterstadter (@bubdaniel02) | iketeshima (@ike_teshima) | Thiones (@thiones) | GhostSnakin (@ghostsnakin) | joey_edig (@ralphdro) | DantyBr (@game_zone) | kIeber7777 (@kleber7777) | Xande_38 (@xande38) | Norax_Trycster (@trycster) | rodrigoqueiroz (@rodrigoq) gus_geek (@gusgeek)

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    @marviiu

    NieR: Automata

    Plataforma: Playstation 4
    487 Jogadores
    136 Check-ins

    22
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      bymyself · 1 mês atrás · 3 pontos

      Rapaz, estou para falar que o @wild_dark_shadow já pode voltar para o ranking porque já já o @zandryx passa ele! Kkkkkk....
      Aliás, parabéns ao @zandryx pelo primeiro lugar no ranking! Apenas invejo seu tempo disponível para jogar... u.u

      4 respostas
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      kess · 1 mês atrás · 2 pontos

      Só agora poderei voltar a aparecer nos platinadores... mas vou seguir comentando, mesmo nessa época passada de vacas magras...

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      kalasjunior · 1 mês atrás · 1 ponto

      Eita bagaceira! *-*

  • 2019-01-15 23:28:51 -0200 Thumb picture
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    Ranking Mensal de Dificuldade - Outubro 2018

    Olá @platinadores! Como sempre, aqui não basta a quantidade, isso é demonstrado ao comparar quem tem mais troféus no mês com o primeiro lugar. @cacotives travou suas batalhas para permanecer na série B e também pegou o topo do ranking de dificuldade. @warbraz joga de tudo um pouco e é uma constante nos rankings semanais por aqui. @faelrocker também ficou na série A e teve destaque merecido também. @igor_park já é top 5 no ranking geral, mas continua com um bom desempenho. E até @darleysantos676 está surpreso de se ver entre os melhores do mês.

    Eis o ranking do mês de Outubro:

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    Nosso Top 5:

    Marcando os esforçados:

    Boa caça!

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    @marviiu

    Dead By Daylight

    Plataforma: Playstation 4
    102 Jogadores
    38 Check-ins

    28
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      igor_park · 1 mês atrás · 2 pontos

      67 troféus 7k de pontos

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      kess · 1 mês atrás · 1 ponto

      26º, Metade superior, estou feliz!

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      darleysantos676 · 1 mês atrás · 1 ponto

      Sim, estou muito surpreso de estar no top 5! Bem no mês de aniversário, perfect!

      1 resposta
  • harpuia Éverton Castro
    2019-01-14 15:35:05 -0200 Thumb picture
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    <p>Me deparei hoje com esse vídeo por acaso e resol - Alvanista

    Me deparei hoje com esse vídeo por acaso e resolvi assistir. O nome do vídeo em uma tradução grosseira é: Seus dados, sua carteira. Eu já tinha visto alguns dessa série "What Happens Next" do canal Quartz, mas não sabia que tinham feito um sobre videogames. Enfim, eu gostaria de comentar alguns pontos do vídeo que chamaram minha atenção.

    O primeiro ponto trás de volta um debate já antigo sobre a relação entre jogos violentos e violência na sociedade. Uma pesquisa (LINKLINK) feita pelo professor Christopher Ferguson, da Stetson University, concluiu que não há relação entre jogar jogos de tiro desde criança e problemas comportamentais relacionados à violência no futuro desenvolvimento de uma pessoa. Inclusive ele publicou um artigo (LINK) em que mostra como a mídia vende uma verdade muitas vezes fazendo uma abordagem precipitada de estudos onde dados relevantes não são interpretados corretamente. Isso me remete muito ao que a mídia se tornou hoje em dia como um todo, manipulando informações para construir a narrativa que deseja passar para o público. Tanto é que a confiança nesses grandes meios de comunicação parece ter decaído drasticamente nos últimos anos.

    Outro ponto interessante tratado no vídeo é como o perfil demográfico de pessoas que jogam videogames mudou após o constante advento dos smartphones. Segundo o autor, mulheres adultas são a maioria entre os gamers nos EUA hoje.  Encontrei também uma notícia (LINK) que cita uma pesquisa intitulada Pesquisa Game Brasil 2018 e coloca as mulheres como maioria entre os gamers brasileiros. Infelizmente eu não consegui acessar a pesquisa completa com infográficos organizados e outras informações complementares, o site (LINK) disponibiliza apenas alguns dados dela na sua página inicial. É louco como uma única ferramenta pode trazer uma mudança social tão significativa.

    Por fim, uma questão que me chamou muito a atenção no vídeo foi o trecho que trata da análise de perfil das pessoas que jogam videogames. Você já conversou com alguma pessoa e percebeu que ela estava analisando você de cima a baixo? Isso é algo que me deixa desconfortável e, parando pra pensar que isso ocorre o tempo todo com videogames nos dias de hoje, fico incomodado. A ex-pesquisadora do CERN que aparece no vídeo, África Periáñez, que agora traça perfil de gamers para as companhias que querem aumentar o lucro por jogador em seus jogos, explica que faz isso registrando cada interação sua no jogo, por mais pequena que ela seja. Cada clique seu é registrado e analisado.

    O modo como o indivíduo é tratado também mudou, agora eles são divididos basicamente em: não gastadores, gastadores ocasionais e grandes gastadores. O tempo todo as empresas estão usando essas análises de dados para fazer o jogador subir nessas categorias, independente de qual categoria ele está. E o principal é descobrir os potencias grandes gastadores e focar neles para ou se tornarem grandes gastadores ou aumentarem ainda mais a quantidade gasta. Eu imagino que eles devam imaginar o público gamer como gado, tentando fazer você comer mais para ganhar mais dinheiro com você.

    30
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      warbraz · 1 mês atrás · 2 pontos

      Belo artigo! O big brother está de olho em tudo e, na jogatina despretensiosa do dia a dia, nem paramos pra pensar nisso.

    • Micro picture
      giovanavoig · 1 mês atrás · 1 ponto

      Uau! Bem interessante mesmo. Confesso que fiquei surpresa quando vi que mulheres adultas são maioria...e assustada sobre isso de traçar o perfil. Cada movimento, cada escolha, tudo sendo observado.

  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-13 17:46:45 -0200 Thumb picture
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    Registro de finalizações: Papers, Please

    Zerado dia 13/01/19

    Antes de começar o meu texto, vou avisar duas coisas: a primeira é que a única versão desse jogo registrada aqui no Alvanista é a do PC! Se não me engano há outras, talvez no celular e a que eu joguei, no Vita. Se alguém dar uma complementada no site, esteja avisado (por mais que seja fácil fazer isso, eu sempre fico com preguiça). Segundo, as imagens que uso nos meus posts eu sempre pego no Google, então pode rolar fotos da versão de computador e possivelmente serão todas em inglês, mas eu joguei ele completamente em Pt-BR.

    Papers, Please é praticamente um "job simulator" em que você trabalha como agente de imigração de fronteira permitindo ou não a entrada das pessoas no país de Arstotzka. O jogo tem um climão meio Guerra Fria e cada pessoa que você atende tem algo a dizer, uma história pra contar ou um argumento diferente para tentar te convencer a entrar no país por debaixo dos lençóis.

    O visual da aventura é do típico indie querendo ser 8bit, mas não tinha como ser melhor. Inclusive, a paleta de cores ajuda bastante na imersão de trabalhar um país são sério e cheio de regras.

    A jogabilidade lembra um bocado a de jogos como Ace Attorney. A pessoa te entrega os documentos, você verifica as informações de cabo a rabo e tenta encontrar discrepâncias. Depois fica a seu critério deixar a pessoa entrar ou não no país, mas claro que deixar uma pessoa passar com a papelada falsificada ou vencida ou ainda não deixar alguém que tinha tudo certinho gera punições. E você definitivamente não quer punições.

    O jogo tem regras básicas para serem sempre executadas, como fazer raio-x naqueles que estão acima do peso documentado para verificar se carregam armas e afins. Essas regras serão levadas até o final da aventura.

    Por outro lado, as regras podem ser alteradas a cada dia (fase) e você deve estar sempre atento ao que fazer. Se ontem eu não permitia a entrada de ninguém de determinado lugar ao país, hoje eles podem entrar sem problema.

    PP ainda se reinventa com mecânicas e adição de mais documentos obrigatórios (logo, mais informações para você prestar atenção de cada pessoa) conforme você avança na estória.

    No final do jogo, você vai ter juntado muitas regras e mecânicas básicas para vários tipos de situações + regras provisórias para prestar atenção. Não é fácil, mas você acaba organizando as idéias e sistematizando tudo na sua cabeça.

    Ainda assim, não vou mentir que nos últimos dias eu deixei gente passar depois de verificar tudo e ainda recebia uma notificação ou mais por algo errado que deixei passar sem ver.

    A sensação de jogar Papers, Please pra mim foi exatamente como trabalhar no guichê de verdade. você quer trabalhar rápido, mostrar serviço, mas ser chamado à atenção é tenso, de dar um frio na barriga.

    Mas por que não trabalhar tranquilo e lendo tudo devagar? Bom, o jogo tem tempo em cada fase (uns 6 minutos?) e a fila de pessoas é infinita. Quanto mais pessoas você atender até dar o horário de "ir embora", mais dinheiro você vai receber.

    E pra quê dinheiro? Você tem uma família em casa pra ser sustentada. Eles passam fome, frio, ficam doentes no no final do seu expediente, você deve escolher o que comprar com o pouco que ganhou. Investir em aquecimento? Comida? Comprar um remédio pro seu filho ou pra sua sogra? Tá todo mundo sofrendo nesse país, amigo!

    Quando zerei o jogo, o meu tio morreu no meio da aventura e o filho lá pros 2/3 da campanha. No final sobraram esposa, sogra e prima. Nas minhas primeiras jogatinas, o povo morreu depois de poucos dias e deu Game Over.

    Falando em Game Over, PP permite que você recomece a jogar da parte que desejar, já que o jogo faz um save automático pra cada dia de cada campanha que você jogar. Basicamente, você pode iniciar um novo jogo quando quiser mas todos os dias que completou estarão abertos classificados por campanhas iniciadas e dias.

    Fez besteira no último dia? Você tem a opção de tentar refazê-lo direito. Fez uma escolha infeliz que te deu um zeramento ruim dos 20 possíveis prematuramente? Volta no dia que você fez aquela decisão e faz diferente! Isso é bem legal, principalmente se você tá perto do último dia (30) e ganha um zeramento ruim por algo que nem imaginava, evitando ter que rejogar tudo. Isso também ajuda bastante àqueles que querem ver todos os finais possíveis (inclusive o jogo registra isso e provavelmente dá uma conquista).

    Pra quem jogou 9 Hours 9 Persons 9 Doors ou Zero Escape vai se familiarizar com esse esquema.

    Resumindo: Papers, Please é mais ou menos como eu já imaginava pelo pouco que eu conhecia. Um jogo que exige bastante atenção e um bocado de leitura com uma atmosfera interessante. Senti que a estória poderia ser um pouco mais profunda, principalmente no zeramento, mas é possível que fazendo mais finais e pegando rotas diferente isso seja melhor (apesar que escolhas e zeramentos diferentes são tão simples e rápidos ou acabam com seu jogo de uma forma bem sem graça).

    De bom: jogabilidade simples (possivelmente melhor no PC) e idioma brasileiro, que qualquer um consegue jogar (a barreira do idioma impediu que eu recomendasse Phoenix Wright pra muita gente, por exemplo). Inclusive, serve como uma ótima entrada para esse mundo de jogos de leituras e contradições. Alguns personagens aparecem mais de uma vez e o jogo sabe disso, o que faz você se apegar a eles e suas estórias. Vários finais. Possibilidade de voltar para rejogar os dias que você quiser da campanha. Visual bacana. Encontrar contradições com base em regras é legal pois não exige contexto pros personagens. Variações constantes no gameplay e missões.

    De ruim: as vezes é difícil saber o que você fez de errado pra ter ganhado um zeramento ruim do nada. As primeiras jogatinas não são tão amigáveis assim e fiquei meio perdido (mas ainda assim a jogatina só durou 4h30min). Meu dedo gordo as vezes tinha dificuldade de pegar a coisa certa no meio de tantos papéis na tela do Vita e não tem opção de usar analógico como cursos (apenas como câmera). Mesmo trabalhando bem rápido e certo, achei difícil pacas conseguir manter a família sempre bem e as vezes o povo tinha uma doença e eu comprava remédio pra eles, mas na tela seguinte dava Game Over porque eles morreram. Achei o fim da estória meio sem graça, pouco melhor que o fim de um dia comum.

    No geral, gostei muito do jogo, mesmo ele ficando repetitivo aqui e ali. Os dias são rápido e tem como jogar um pouco por dia (mas não recomendaria largar por muito tempo a não ser que você planeje reiniciar a estória, pois tem muito detalhezinho pra lembrar). Gostaria de ver uma versão dublada pra não ter que olhar pros balões de fala de tudo que dizem haha. Experiência muito boa!

    PS: busque terminar o último dia (23 de Dezembro)/zeramento 20/20 para considerar o jogo terminado!

    Papers, Please

    Plataforma: PC
    749 Jogadores
    66 Check-ins

    33
    • Micro picture
      jclove · 1 mês atrás · 3 pontos

      Parabêns. É um jogo surpreendente mesmo. Viu o curta metragem. Adaptou perfeitamente.

      2 respostas
    • Micro picture
      onai_onai · 1 mês atrás · 3 pontos

      Bem legal esse jogo.

    • Micro picture
      seigouhh · 1 mês atrás · 2 pontos

      Achei interessante a ideia do jogo, vou colocar na minha lista.

      1 resposta
  • raiden Raiden
    2019-01-12 16:40:52 -0200 Thumb picture
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    raiden fez um check-in em:
    <p>Joguei a demo de 30 minutos e PQP!!! O jogo vai - Alvanista
    Resident Evil 2 Remake

    Plataforma: Playstation 4
    235 Jogadores
    105 Check-ins

    Joguei a demo de 30 minutos e PQP!!! O jogo vai ser sucesso garantido!!! Tá magnifico!!! Pra mim Resident Evil 2 é disparado o melhor da série desde a versão de 1998 que joguei na época. E terei o privilégio de poder comparar as mudanças e melhorias do original com esse remake como ocorreu com o primeiro RE. No vídeo joguei com muita calma sem me importar com a conclusão da missão, analisei os mínimos detalhes gráficos aqui, etc. Como tenho outra conta na psn e outra no xbox one, vou jogar de novo pra concluir. Já deu pra notar que muita coisa nova foi inserida no jogo. Já fiz a pré venda da mídia física e só vem!!! ISSO é Resident Evil. ^^

    15
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-06 23:02:57 -0200 Thumb picture
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    Registro de finalizações: Shadow of the Colossus (2018)

    Zerado dia 05/01/19

    Seguindo as jogatinas dos jogos emprestados pra devolver rápido, fui de Shadow of the Colossus, o remake do jogos de Playstation 2 exclusivo do PS4, pois pareceu ser a escolha certa entre os demais, ainda mais depois de jogar The Last Guardian.

    Quero deixar claro duas coisas de antemão: eu joguei a versão original de duas gerações atrás, mas há apenas uns 6 anos atrás eu realmente terminei o jogo. O fato é que eu conheci SotC por volta da sua época de lançamento, mas não dava a mínima pro jogo ou pro console que um amigo próximo tanto gostava. Eu realmente só o joguei depois quando resolvi experimentar todos os jogos relevantes de videogame e descobri que esse título era importante (mas não tinha noção de que as pessoas o amam tanto).

    Em segundo lugar, o meu primeiro playthrough durou cerca de 8 horas na época, na casa de um outro amigo e depois de fechar a aventura, eu achei a experiência bem "ok". Cheguei a jogar o começo da versão HD do PS3 porque a Sony o deu pra mim, mas logo larguei por não ver nada demais.

    Bom, eu provavelmente teria até ignorado esse jogo (e mesmo esquecido pois não vejo ninguém mais falar desse remake) mas um vídeo que a Sony soltou no Facebook na época de seu lançamento: lindo!

    A verdade é que eu acredito que SotC tem uma ambientação bacana e que os visuais gráficos definitivamente fazem diferença pra imersão e aproveitamento de seu mundo.

    O começo se abre com uma cena que me deixou em dúvida se era uma CG ou realmente uma cena renderizada na engine do jogo. Não que seus visuais tenham me confundido com a realidade, mas a forma como essas cenas foram dirigidas parece bastante com as cinemáticas de jogos do passado que nos faziam sonhar em como os jogos seriam um dia.

    A estória é obviamente a mesma, e contada do mesmo jeito. Wander carrega uma donzela em seu cavalo até um santuário repleto de estátuas com o intuito de conseguir a alma dela de volta e assim, trazê-la de volta à vida. A voz do santuário explica que para conseguir fazer seu desejo realidade, o nosso protagonista deverá derrotar todos os Colossus do vale e que isso custará um preço alto (que só descobriremos qual é nos momentos finais do jogo). Wander concorda imediatamente e segue sua aventura para derrotar os gigantes inimigos.

    Nesse ponto do enredo eu já até havia esquecido que estava jogando um remake. Sabe quando você só percebe a diferença quando compara as duas versões de algo? Pois é, e eu me vi constantemente me fazendo lembrar que o jogo era um remake e prestar atenção em cada detalhe para poder falar sobre a experiência.

    Para encontrar seu alvo, segure o botão R1 e Wander apontará sua espada aos céus no maior estilo He-Man. Uma luz sairá da espada em direção ao seu alvo, mas sem especificar rotas para lá chegar, mas dando uma ótima noção (e geralmente é bem tranquilo de chegar em cada Colosso).

    Saindo do santuário e tendo um pouco de dificuldade com os controles (mais diferentes de The Last Guardian do que eu lembrava), o jogo demonstra mais da sua beleza. Cavalgar pelos campos, com a câmera descentralizada do personagem em direção à montanhas e construções grandonas é super cinematográfico e passa aquela sensação de inferioridade do personagem afrente um mundo tão grande e com oponentes que naturalmente tem toda a vantagem de te derrotar em batalha.

    Eu tava um pouco preocupado em enfrentar os Colossus por medo de ter dificuldade em descobrir como os derrotar e pelos traumas com a jogabilidade de SotC. Eu lembro do perrengue que tinha em ficar agarrado a oponentes que ficam se mexendo constantemente enquanto a sua estamina acaba e você tem que o escalar novamente com o personagem mais molenga e controles que não gostavam tanto de responder.

    Pra minha surpresa, eu derrotei o primeiro super rápido, assim como o segundo e só demorei um pouco no terceiro e dali em diante foram quase todos bem rápido. Eu levei 5 horas para fechar a campanha de SotC dessa vez.

    Outra surpresa foi que, de 16 Colossus, eu ainda lembrava de 14 e me cérebro só apagou duas batalhas da minha memória: uma cobra marítima elétrica e um javali que tem medo de fogo (me refiro aos designs dos inimigos e cenários mesmo, pois tive que descobrir como matar quase todos do zero).

    Pois é, cada Colosso é diferente, baseado em criaturas diferentes, com movimentos e fraqueza únicas. As vezes você precisa esperar um ataque deles para achar uma brecha de escalar ou os acertar e fazer com que se aproximem, as vezes você tem que achar uma fraqueza com sua movimentação ou atacá-los quando estiverem em uma posição específica ou ainda usar do mapa contra eles.

    Basicamente, cada luta é um puzzle e varia de duração de acordo com o seu raciocínio e habilidade, até porque a grande maioria exige que você os escale em determinado momento e os ataque em um ponto específico e as vezes isso demora para acontecer e enquanto você sobe o se mantém agarrado em seus pelo, o monstro está fazendo de tudo para que você o deixe em paz e sua estamina acabe. Demorar um pouquinho na luta faz com que a voz dê uma dica de como prosseguir.

    Saber poupar energia e recarregá-la quando possível é essencial, mas logo isso fica óbvio, como a maior parte do jogo fica.

    Apesar da aventura ser curta e rápida, logo eu comecei a a achar repetitiva, sensação que não tive quando joguei no PS2. Você mata um Colosso, é transportado de volta ao santuário, a estátua daquele inimigo se destrói, a voz fala alguma coisa sobre seu próximo objetivo e em seguida você estará cavalgando de novo em direção à luz da sua espada e enfrentando outro Colosso.

    Aquela coisa de achar o cenário bonito começou a desaparecer na metade do jogo pra mim, pois você anda tanto pelos mesmos lugares ou outros parecidos que acaba perdendo um pouco da graça. O mapa em si não é muito grande e é bem limitado. Além disso, é tudo meio morto, ainda mais depois de jogar Breath of the Wild e Xenoblade Chronicles 2, entre outros. Nada acontece, árvores só numa floresta ou outra, várias áreas desérticas, nenhuma vila ou outro personagem. Sei que tudo isso é pra reforçar a sensação de solidão mas acredito que o cenários poderia ser um pouco mais vívido e imersivo enquanto pra mim foi mais como se o mapa fosse um intervalo ou descanso para a próxima batalha.

    Sinto que muita coisa do PS2 se deu por conta de limitação de hardware e que eles poderiam ter aprimorado além dos visuais. Lembra quando eu falei sobre o visual da propagando ter me convencido? Era uma floresta e passando por lá no meu humilde PS4 Slim, não achei nada demais e só jogando pra você perceber que não tem muita graça fica parado pela fase fazendo anda ao invés de ir jogar de verdade.

    Resumindo: Shadow of the Colossus é um remake bacana e que não saiu muito do que o jogo era no PS2, sendo exatamente o que eu esperava quando joguei a versão HD do PS3. Pra quem curte o jogo original, esse remaster é uma boa pedida, mas vou lembrar que eu definitivamente me senti jogando o mesmo jogo, como se eu já tivesse o jogado sem mudar nada 6 anos atrás. Comparando as versões, esse aqui humilha o outro, mas por si só, não é nada exuberante (como achei que seria).

    De bom:  agradável aos olhos. Eu senti bastante o fim da estória e meu amigo me disse que é porque essa versão tem legendas e a gente entende melhor o enredo, coisa que não tinha no PS2 (não tinha mesmo não? Não me lembro). Fiel ao original. Batalhas diferentes e exigem que você explore os chefes e os cenários.

    De ruim: jogabilidade meio zoada, como já esperado. Me estressei muito com isso e com o personagem não escalando pro lado desejado, não pulando pra onde eu queria e tal.  Outro exemplo disso é que o d-pad pra esquerda equipa o arco e pra direita a espada. Por quê não simplesmente apertar qualquer um pra mudar visto que não há outros equipamentos e nem a possibilidade de tirá-los da mão? Em várias batalhas eu tinha que trocar rápido e eu acabava "trocando pro mesmo" e as vezes você nem percebe a confusão porque o corpo do personagem escondeu a arma ou no calor do momento e a falta de um ícone dizendo o que você está usando não permitem distinguir bem. A câmera não gosta de responder aos seus comandos, muitas vezes em troca da cinematografia do jogo. Cenários meio vazios e nada impedindo você de chegar ao próximo inimigo, nem um puzzle, um inimigo, sei lá, reforçando o boss rush que SotC é.

    No geral, o jogo é legal, nem fede nem cheira, apesar de um curtir o conceito e a ambientação e odiar a jogabilidade. Ele começa e termina meio do nada e não me pareceu muito memorável. Bacana, mas vou deixar aqui as palavras de um amigo que me viu matar os 3 últimos Colossus ontem: "Esse povo era muito carente pra ter um Zelda no PS2".

    Shadow of The Colossus

    Plataforma: Playstation 4
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      filipessoa · 2 meses atrás · 3 pontos

      Parabéns pela finalização @anduzerandu!

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      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 3 pontos

      Encaixe perfeito dos games engatados pra jogar...
      ...

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      jclove · 2 meses atrás · 2 pontos

      Putz, não lembro como mata praticamente nenhum dos colossus mais.hehe
      Sobre a sensação de vazio e de "tudo morto" faz parte do conceito do jogo mesmo, a idéia é passar a solidão da jornada loka do Wander. Gosto muito do conceito e história dele, mas não rejogaria o remake tão cedo.

      1 resposta
  • darleysantos676 Darley Santos
    2019-01-06 23:35:30 -0200 Thumb picture
    darleysantos676 fez um check-in em:
    <p><strong>SÓ VERDADES...</strong></p><p>#img#[6088 - Alvanista
    Resident Evil 4

    Plataforma: Playstation 2
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    SÓ VERDADES...

    A diferença entre o Resident Evil clássico e o Resident Evil moderno, fase esta que tem como marco o RE4, mas que acho que já foi preparado em Code Veronica, mas enfim...

    23
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      avmnetto · 1 mês atrás · 3 pontos

      O Code Verônica é um RE Clássico para todos os efeitos e em todos os sentidos. Apesar dele ter sido para outro sistema que não o PS1 (Dreamcast), ele não tem nada de heterodoxo como do RE4 em diante.

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      andre_andricopoulos · 2 meses atrás · 2 pontos

      😅😅😅

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      neilson1984 · 2 meses atrás · 2 pontos

      Foi preparado aonde isso? Já disse é repito essa manguá besta tua lhe cega, Code veronica é melhor da antiga serie!

      3 respostas
  • darleysantos676 Darley Santos
    2019-01-02 02:01:48 -0200 Thumb picture
    darleysantos676 fez um check-in em:
    <p><strong style="background-color: initial;">SLEEP - Alvanista
    Sleeping Dogs

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    SLEEPING DOGS

    Platinado (31/12/2018)

    -

    Pra fechar o ano, faltando "2 minutes to midnight", consegui garantir minha última platina de 2018: Sleeping Dogs, um bom jogo de mundo aberto, com main e side quests e vários coletáveis pra pegar ao longo de todo o mapa, e tomo aqui a liberdade de vê-lo como uma combinação de Yakuza com os jogos de uma tal franquia Grand Theft Auto.  No jogo encarnamos um policial agindo sob disfarce dentro do mundo do crime organizado de Hong Kong, em um drama que envolve a relação do protagonista com as tríades (mafia chinesa) no passado, ao mesmo tempo em que se vê em um sério dilema, dividido entre o seu trabalho de policial e o senso de honra e dever.

    -

    Badge do Mypst:

    Open World - Prata (Hardcore) - Platine 20 jogos de mundo aberto.

    *

    *

    *

    @platinadores

    21
  • anduzerandu Anderson Alves
    2019-01-01 23:33:38 -0200 Thumb picture
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    Registro de finalizações: The Last Guardian

    Zerado dia 01/01/19

    Olha aí o primeiro jogo terminado do ano! A verdade é que eu corri pra terminá-lo ontem antes do Ano Novo e de certa forma eu consegui, mas ainda rolou zeramento e tal depois da hora e no fim das contas, o jogo acabou mesmo hoje, logo após os fogos estourarem nos céus.

    The Last Guardian é um dos 4 jogos que peguei emprestado com um amigo, Lucas. Ele vem pensando em vender o Playstation 4 e tem um bom bocado de jogo, sendo que vários deles eu nem me preocupei em comprar porque já sabia que pegaria com ele. Fiz uma jogatina aqui em casa e pedi que o dito cujo os trouxesse. Resultado: tô jogando esses jogos pra zerar logo e devolver rápido, como gosto de fazer.

    Como eu havia acabado de fechar o God of War, escolhi algo mais diferente e rápido pra começar. The Last Guardian (TLG) é outro título criado pelo Team ICO, de ICO e Shadow of the Colossus. Eu já disse isso no passado, mas não sou muito fã desses jogos.

    TLG começa com um garoto conhecendo uma fera gigante que é basicamente um cachorro com orelhas e agilidade de um gato, penas ao invés de pelo, um rabo meio que de roedor, asas, um focinho parecido com o de um pastor alemão e com um formato meio que de bico, patas de pássaro e um par de chifrinhos. Apesar de toda a estética bizarra misturada, a criatura é basicamente um dogão.

    O começo totalmente aleatório numa caverna com o primeiro encontro deles depois de acordar é tão... forçado. Ou foi o que eu achei no início.

    Essa parte serve como um tutorial dos comandos e coisas básicas que você pode fazer, como alimentar a fera jogando barris brilhosos perto dela ou chamá-la para perto. Os comando ainda incluem puxar alavancas, escalar e essas coisas.

    Se você jogou ICO, já pode imaginar um jogo bem semelhante: cheio de ruínas e áreas verdes aqui e ali com um pouco de árvore e grama. Cada lugar alcançado é como um puzzle. Como sair dali? Pra onde eu vou?

    O jogo flui bem no início mas logo fica repetitivo, com cenários parecidos e poucos elementos novos. Mas TLG se torna frustrante a partir do ponto que a jogabilidade e os controles do personagem parecem não funcionar e você se sente controlando uma ragdoll zoada. As vezes parece que os botões não respondem nas partes de plataforma. Pula! PULA!

    Logo cedo você aprende a escalar na fera, que se chama Trico, para alcançar áreas mais altas ou mesmo ser levada por ela para outros lugares. Imagine um mini-você em cima de um gato que pula em cima da pia, depois em cima da geladeira. É tipo isso.

    A parte de subir em Trico chega a ser frustrante como em Shadow of the Colossus. Que jogabilidade TENSA! Sobretudo quando ele está inquieto.

    Mais pra frente você aprende a dar comandos específicos à ele, como pular pra cima de um lugar que estiver olhando, sentar e deixar o rabo pendurado e mesmo atacar, embora ele já faça isso sozinho de qualquer forma.

    Pois é, há combate no jogo pois em diversas partes armaduras possuídas tentam te pegar e levar para um portal, fazendo você perder o jogo, aparentemente (é bem fácil se livrar delas quando elas conseguem te pegar). Apenas Trico pode destruir esses inimigos e há várias partes onde você estará sozinho e precisará abrir um portão pro seu amigo entrar e acabar com todos, mas é um saco puxar alavancas enferrujadas e carregar peso pra fazer sua missão com os inimigos no sue pé.

    Mais tarde você consegue um escudo que projeta uma luz e faz com que raios saiam do rabo do dogão e destruam o que quer que você estiver mirando.

    Eu joguei basicamente metade do jogo em uma longa sentada e dei uma enjoada. Não aguentava mais tantas ruínas, jogabilidade zoada, esperar meia hora pra Trico executar uma ação que mandei (depender de IA é sempre uma bosta) e o visual que é quase sempre como um remaster de PS3 de um jogo de PS2.

    No segundo dia, eu voltei e com uns 10 minutos de jogatina, eu quase desliguei o PS4. Esse jogo já tinha me cansado de um jeito inédito.

    Mas uma coisa que não vou mentir é que fui me apegando a amizade dos personagens e principalmente ao Trico (sou meio fanzete de animais). Chegam partes que eles estão escalando torres, correndo por pontes quebradas e sobrevivendo por um fio que faziam meu coração disparar. Hummmm... inesperado.

    Todas essas ruínas e cenários estão dentro de um vale, como um vulcão gigante (mas sem lava) e de vez em quando você acaba voltando de alguma forma para uma área visitada há bastante tempo. "Cacete! Eu lembro desse lugar! A gente tinha passado por essas portas, e agora caímos aqui pelo teto depois de um acidente!"

    Chegou um momento que, apesar da jogabilidade estranha, eu tava gostando de pra onde a estória estava indo. Cinemáticas lindas são mostradas e contam a estória das coisas, inclusive o início de tudo e como eles foram parar lá. Nesse momento eu já estava dizendo: esse jogo é bom, apesar de eu ainda ter preferido Shadow of the Colossus.

    Inimigos e acontecimento ameaçam a vida da dupla. Muitas vezes achei que Trico iria morrer e eu estava sentindo como se um cachaceiro da rua tivesse chutado o meu cachorro de estimação e o deixado bem mal no veterinário. Uma mistura de dó e raiva e... pera, é só um jogo. Um jogo esquisito.

    Tem uma parte que nós chegamos num lugar bonito e o seu amigão até deita e tira um cochilo. Umas duas horas depois nós despencamos lá depois de uma feroz batalha por "coincidência" e dessa vez Trinco está completamente acabado. Que contraste legal e que só jogando pra saber.

    Vamos ajudá-lo a se recuperar dando mais barris para comer! Ele te salvou taaaantas vezes, esse lindo!

    Amigos, no último "capítulo" do jogo, a dupla estará próximo de seu objetivo, numa torre bacana. Inclusive os momentos finais são os graficamente mais bonitos de todo o jogo.

    É ainda que as últimas revelações são feitas e os ares ficam muito ruins. Ambos são judiados e injustiçados tentando ajudar um ao outro e depois de fazer o último puzzle no calor do momento, entram as cenas finais.

    A partir daí, TLG se tornou uma EXPERIÊNCIA INCRÍVEL. Eu não conseguia piscar com tudo o que estava acontecendo e como a estória estava sendo levada. Segurei as lágrimas e já tava até quase me dando dor de cabeça. Mas não, nem jogando você consegue imaginar o final surpreendente desse título. Esse zeramento fez tudo valer a pena, cada parte fez sentido! Depois de tudo isso, entram os créditos com uma música bonita e relembrando várias partes da aventura. EU ESTAVA ACABADO. Que experiência, senhores!

    Depois dos créditos, há uma cena que resolve e explica o que faltou. Aí eu não aguentei. Chorei mesmo, como uma garotinha! Que estória bem contada!!

    Logo depois a família entra no meu quarto desejando tudo de bom e eu só ouvia, todo sensível, com medo de falar e repararem no meu estado emocional. No final das contas eu respirei, peguei a capa do jogo e apreciei a arte. Uau!

    Resumindo: The Last Guardian, criado pelo mesmo time que produz uns jogos que nem sou muito fã, me surpreendeu MUITO. Comecei com a expectativa de ser melhor que ICO e terminei pessoalmente achando a experiência muito superior à minha em Shadow of the Colossus (PS2).

    De bom: visuais imersivos. Trilha sonora orquestrada (sobretudo em partes cheias de ação) de altíssima qualidade. Personagens amáveis, sobretudo a besta, Trico. Enredo surpreendente e depois, incrível, assim como o final do jogo. As vezes o jogo "se joga sozinho" quando você demora, o que é muito bom pra partes com seu dogão.

    De ruim: alguns comandos não são muito claros (segura R1 e aperte triângulo para mandar Trico pular) e nunca há a certeza que ele ouviu. Dependência da IA chata e as vezes ela demora um século para executar uma ação. As vezes não há a certeza de pra onde ir e você fica tentando fazer algo impossível. Não dá pra confiar na jogabilidade, principalmente os pulos. Em certas situações você só quer descer de Trinco mas o garoto fica se grudando nele ou nas paredes e EU SÓ QUERO IR PRO CHÃO!

    No geral, eu super recomendo a aventura, que deve durar umas 10 horas, sobretudo se você gosta dos jogos do Team ICO. Já tô até buscando miniaturas da dupla depois desse enredo. Uau! Fazia tempo que um jogo não mexia tanto comigo...

    The Last Guardian

    Plataforma: Playstation 4
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    • Micro picture
      gossouza · 2 meses atrás · 3 pontos

      Quem não quer ter um trico em ksa? ^^

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      gossouza · 2 meses atrás · 2 pontos

      A experiência desse jogo é realmente muito profunda.... no começo a gente fica frustado com o andamento, pensa em largar pra lá, mas isso é tudo proposital porque no final tudo faz sentido, recebemos um soco na cara e choramos igual uma criança... kkk

      1 resposta
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      filipessoa · 2 meses atrás · 2 pontos

      E já começou com um jogão! Parabéns! Acho que é consenso que todo mundo diga que o começo é frustrante, mas quase ninguém mantém esse argumento até o fim de jogo kk

      2 respostas
  • fredson Fredson Ricelli
    2018-12-31 22:54:46 -0200 Thumb picture
    Thumb picture

    Fredson's Gaming Retrospective 2018

    Dessa vez vai tudo que joguei, tudo misturado, sem divisões das coisas principais que fiz em cada mês (como platinas, 100%, 200%, etc), só vou separar por plataformas mesmo. Vou deixar links para as retrospectivas anteriores no final da postagem.

    .

    --- PLAYSTATION 4

    - Mirror's Edge Catalyst

    - Alien Isolation

    - Sonic Mania

    - Giana Sisters - Dream Runners

    - Red Dead Revolver

    - Life is Strange - Before the Storm

    - The Awesome Adventures of Captain Spirit

    - Lara Croft and the Temple of Osiris

    - Street Fighter V - Arcade Edition

    - Tekken 7

    - Mortal Kombat XL

    - Mortal Kombat 2

    - The King of Fighters XIV

    - Garou - Mark of the Wolves

    .

    --- PLAYSTATION 3

    - Red Dead Redemption

    - Ultra Street Fighter IV

    .

    --- PC

    - Magicka

    -Magicka - The Other Side of the Coin

    - Magicka - Dungeons & Gargoyles

    - Magicka 2

    - Payday - The Heist

    - Life is Strange

    - Sacred Citadel

    .

    --- PC ENGINE / TURBOGRAFX 16

    - Splatterhouse

    .

    --- ANDROID

    - Pocket Mortys

    - Mortal Kombat X

    .

    Até que parece pouco, mas alguns aí levou muito tempo. Payday que o diga. Platinei / Fiz 100% em 8 desses jogos aí em cima. O melhor de 2018 pra mim com certeza foi o Alien Isolation, a quantidade de sustos que eu tomei, e a inteligência artificial impressionante do Alien acabou fazendo esse jogo ter um destaque e entrar no hall dos meus jogos preferidos. 

    .

    Quero desejar um feliz ano novo pra todo mundo aqui, queria até ir marcando um a um igual já fiz em outras vezes, mas eu estou bebendo e dando uma de retardado longe do pessoal escrevendo essa postagem, então vou marcar só os que mais jogaram multiplayer comigo durante o ano de 2018. Eu gosto de todos vocês! E que a Alvanista ainda dure muito tempo e possamos compartilhar muitas experiências. A propósito, se eu esquecer de marcar alguém que jogou (muito ou mais ou menos) comigo aí em baixo, pode me xingar aqui, beleza? Eu estou com pressa! Hehehe!

    .

    Feliz ano novo, galera da porrada: @barbarabai, @rafael_mingato, @hidatte, @thiones, @leandro2litros, @le, @andreycout.

    .

    Feliz ano novo, galera dos assaltos, e das magias loucas: @barbarabai, @dbcdavid, @tera.

    .

    Feliz ano novo, galera do velho oeste: @lica, @msvalle, @darleysantos676, @misterpumpkin.

    .

    Feliz ano novo @sikora. Obrigado por conseguir manter isso aqui até hoje!

    .

    Retrospectiva 2017

    Retrospectiva 2016

    Retrospectiva 2015

    Retrospectiva 2014

    Alien: Isolation

    Plataforma: Playstation 4
    382 Jogadores
    56 Check-ins

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      barbarabai · 2 meses atrás · 2 pontos

      A cerveja ta esquentando vem bebeeeeeeeeer!! XD

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      misterpumpkin · 2 meses atrás · 2 pontos

      Feliz ano novo!

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      lica · 2 meses atrás · 2 pontos

      É nóis! 😀

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