darleysantos676

Amante de games, música, séries e filmes, e crente no poder de formação de caráter dessas mídias!

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  • darleysantos676 Darley Santos
    2019-10-09 07:30:48 -0300 Thumb picture
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    Post by darleysantos676: <p><strong>DEAD ISLAND</strong></p><p><strong>Plati
    Dead Island

    Platform: Playstation 3
    1232 Players
    63 Check-ins

    DEAD ISLAND

    Platinado (04/10/2019)

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    Lugar paradisíaco e zumbis sedentos de sangue... ok! A catástrofe zumbi se passa na ilha de Banoi, um desses lugares que você gostaria de ir passar as férias; imaginem a ilha de Ibiza - Espanha, mas numa versão sanguinolenta e cheia de zumbis comedores de carne humana! 

    Lembro de ter visto anos atrás o trailer desse jogo e como ele prometia... É notório que o jogo ficou aquém do prometido nos trailers, mas acho mesmo que o Dead Island tinha realmente potencial para ser um grande game! Mas não deu... 

    Ah, a ideia do jogo é legal, mas temos personagens esquemáticos, histórias rasas e desencontradas, progressão de enredo pouco hábil e meio arrastada, enfim, um jogo que dá a sensação de ter ficado mais longo do que deveria, chegando a ser repetitivo ao longo das quests e side-quests, mesmo com o aspecto de craft do game, em que você pode construir armas. E tem que se atentar as melhores formas de derrotar os inimigos para upar até o level máximo o personagem, e com isso desbloquear as habilidades das skill trees.

    Até curti a diversidade de zumbis - os walkers, infecteds, thugs, floaters, butchers e rams - e a forma como estão distribuídos ao longo dos cenários, mais frequentemente em bandos do que sozinhos; quando te veem, avançam em sua direção grunhindo ou berrando, causando uma reação em cadeia de atrair mais zumbis das redondezas, formando hordas a te perseguir, das quais o jogador terá que se desvencilhar e despistar. Os zumbis do tipo "infected", que são aqueles que correm em disparada para o seu rumo num surto violento, só podem ter sido inspirados naqueles zumbis do filme "O Extermínio", que possuem uma audição altamente aguçada, capaz de escutar um alfinete caindo a 100 metros, e que atacam com porrada e mordidas da forma mais violenta possível! Mas nesse jogo isso ás vezes é tão forçado! Não há espaço para a abordagem stealth, como em The Last Of Us, por exemplo. Uma pena.

    E o jogo se utiliza de formas artificiais de causar e manter a tensão, como sussurros e gritos berrantes no pé do ouvido vindos do nada, ou inimigos dando respawn ou brotando do nada (inclusive o próprio jogo faz piada disso através de um NPC localizado na parte da cidade hahah)! Sem falar do áudio propositadamente desbalanceado, com gritos longínquos de inimigos te arrancado o pedaço ou berros arrepiantes de bafo quente de inimigos distantes...

    O jogo conta com as DLCs do Ryder, com o qual iniciei a campanha, e um modo denominado Bloodbath Arena, que deve ser divertido de jogar em coop, mas sinceramente, apesar de ter pego alguns troféus ainda, deixei pra lá... Ficou cansativo. Mas valeu a pena conhecer.

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    @platinadores

    24
    • Micro picture
      fredson · 5 days ago · 3 pontos

      Progressão de roteiro ruim e desencontrada mesmo, concordo. Skill Tree deveria se chamar Passive Skill Tree, hehehe. É raríssimo alguma skill proporcionar de fato uma nova habilidade, ao invés disso é quase tudo "aumenta critical", "aumenta regeneration", "aumenta duração do fury"... Quanto a stealth rola sim, contra inimigos humanos. Já dei altos headshots em desavisados, hehehe. Pena que não existe silenciador e o primeiro tiro já alerta todo o resto que está na área.

      Eu e a @barbarabai zeramos na madrugada de sábado pra domingo. Agora eu estou jogando a DLC do White.

      E ah, eu não cansei, apesar de todos os problemas do jogo, eu achei ele muito divertido! XD

      1 reply
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      matheusps92 · 5 days ago · 2 pontos

      Acho que eu só aguentei jogar até a parte da cidade, quando chegou lá o jogo ficou genérico demais pro meu gosto de eu acabei largando...

      2 replies
    • Micro picture
      hyuga · 5 days ago · 2 pontos

      as vezes acho que sou o único que gostou deste game

      14 replies
  • 2019-10-03 21:27:41 -0300 Thumb picture
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    Platinadores - Ranking Semanal (03/10/2019)

    Quer participar? Leia as orientações em https://goo.gl/3orK6A

    Bem vindos de volta @jhonyfera, @trycster2, @kess, @warbraz e @wild_dark_shadow! Vamos participar da rede hein
    E já temos ultrapassagem essa semana: @srnicko012 passa por @matheusps92!
    @zir0 se anima e passa dois, se afastando do fundão!

    E eis o ranking da semana:
    Essa marcação não é automática, temos de conferir "na mão", pode haver erros. Não hesite em chamar nossa atenção.

    Nossos rankings serão publicados às quartas.

    Top 5:
    1º - Wild_Dark_Shadow (@wild_dark_shadow)

    2º - ZandryX (@zandryx)

    3º - igor_park (@igor_park)

    4º - ExuGuerreiro (@leopoldino)

    5º - Daniel_Canelinha (@daniel_sobreira)


    E o último lugar:
    40º - hcaandrade2 (@hcaandrade)


    Marcando o povo:
    SladerAngel (@sladerangel) | TheLastNineDays (@matheusps92) | ExuGuerreiro (@leopoldino) | igor_park (@igor_park) | TheGamerClubber (@andre_andricopoulos) | LucasBarcelos29 (@lucasbarcelos5) | msvalle2011 (@msvalle) | JhunVallim (@jhunvallim) | RiFF_Ric (@ricriff) | ZandryX (@zandryx) | Barroq (@barroq) | ragafe (@vianna) | Sr-Nicko (@srnicko012) | cacotives (@cacotives) | CRISTALESCUITE (@cristalescuite) | Daniel_Canelinha (@daniel_sobreira) | gus_geek (@gusgeek) | kIeber7777 (@kleber7777) | bcns29 (@brunocesar10) | Hero-of-time-JJJ (@kratos1998) | lKatsuragiKeima (@katsuragi) | GlacialZefie (@zefie) | Thraphik (@thraphik) | HilquiasCortez (@hilquias) | Eisfeld_L3al (@eisfeld_l3al) | SirXavier676 (@darleysantos676) | zirototoro (@zir0) | licatrek (@lica) | sergiotecnicobr (@sergiotecnico) | Ramzarify (@ramzarify) | Matsugaki01 (@matsugaki) | lordxsnow (@kalasjunior) | darlanfagundes (@darlanfagundes) | blinknn (@blinkn) | FredSeph (@fredson) | thiagofslima_ (@thiagofslima) | gregalexander00 (@gregalexander00) | Thiones (@thiones) | DantyBr (@game_zone) | nery_de_lima (@emphighwind) | chimianopao (@chimianopao) | hcaandrade2 (@hcaandrade) | LisboaReis (@denis_lisboadosreis) | thiagofslima_ (@thiagofslima) | EridsonKess (@kess) | Renato1bmatos (@warbraz) | jhonyfera-rio (@jhonyfera) | Norax_Trycster (@trycster2) | Wild_Dark_Shadow (@wild_dark_shadow)


    --
    @msvalle

    Code Vein

    Platform: Playstation 4
    69 Players
    11 Check-ins

    25
  • thiones Sebá Oliveira
    2019-10-09 01:30:01 -0300 Thumb picture
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    47
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      jesspras · 6 days ago · 4 pontos

      Eu amo controle do n64 tb. Depois o de gamecube

      2 replies
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      ermeson · 6 days ago · 4 pontos

      Controle do N64 💚

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      avmnetto · 6 days ago · 3 pontos

      Te julgo com um extremo bom gosto e racionalidade!

      1 reply
  • 2019-09-25 21:35:13 -0300 Thumb picture
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    Platinadores - Ranking Semanal (25/09/2019)

    Quer participar? Leia as orientações em https://goo.gl/3orK6A

    Como tivemos uma baixa muito grande de platinadores inativos, essa semana não teremos análise, ok?

    E eis o ranking da semana:
    Essa marcação não é automática, temos de conferir "na mão", pode haver erros. Não hesite em chamar nossa atenção.

    Nossos rankings serão publicados às quartas.

    Top 5:
    1º - ZandryX (@zandryx)

    2º - igor_park (@igor_park)

    3º - ExuGuerreiro (@leopoldino)

    4º - Daniel_Canelinha (@daniel_sobreira)

    5º - RiFF_Ric (@ricriff)


    E o último lugar:
    34º - hcaandrade2 (@hcaandrade)


    Marcando o povo:
    SladerAngel (@sladerangel) | TheLastNineDays (@matheusps92) | ExuGuerreiro (@leopoldino) | igor_park (@igor_park) | TheGamerClubber (@andre_andricopoulos) | LucasBarcelos29 (@lucasbarcelos5) | msvalle2011 (@msvalle) | JhunVallim (@jhunvallim) | RiFF_Ric (@ricriff) | ZandryX (@zandryx) | Barroq (@barroq) | ragafe (@vianna) | Sr-Nicko (@srnicko012) | cacotives (@cacotives) | CRISTALESCUITE (@cristalescuite) | Daniel_Canelinha (@daniel_sobreira) | gus_geek (@gusgeek) | kIeber7777 (@kleber7777) | bcns29 (@brunocesar10) | Hero-of-time-JJJ (@kratos1998) | lKatsuragiKeima (@katsuragi) | GlacialZefie (@zefie) | Thraphik (@thraphik) | HilquiasCortez (@hilquias) | Eisfeld_L3al (@eisfeld_l3al) | SirXavier676 (@darleysantos676) | zirototoro (@zir0) | licatrek (@lica) | sergiotecnicobr (@sergiotecnico) | Ramzarify (@ramzarify) | Matsugaki01 (@matsugaki) | lordxsnow (@kalasjunior) | darlanfagundes (@darlanfagundes) | blinknn (@blinkn) | FredSeph (@fredson) | thiagofslima_ (@thiagofslima) | gregalexander00 (@gregalexander00) | Thiones (@thiones) | DantyBr (@game_zone) | nery_de_lima (@emphighwind) | chimianopao (@chimianopao) | hcaandrade2 (@hcaandrade) | LisboaReis (@denis_lisboadosreis) | thiagofslima_ (@thiagofslima)

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    @msvalle

    36
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      kess · 19 days ago · 2 pontos

      Fui marcado, mas não estou na lista

      4 replies
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      leopoldino · 19 days ago · 1 ponto

      É, tá faltando uma galera aí. Mas conforme a notícia do retorno do MyPST se espalhe eles devem voltar pro ranking.

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      zir0 · 19 days ago · 1 ponto

      vish pelo mypst ta bem desatualizada a minhaahaha

  • seufi Marcio Garcia Seufitele Pinto
    2019-09-22 23:18:27 -0300 Thumb picture
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    Master ou Remaster

    Medium 3746796 featured image

    Acabo de ver um post de @_gustavo abordando a possibilidade de um remaster de SplatterHouse e klonoa, o que me deu a ideia deste texto. Na prática, posts de remasters tem se multiplicado nos últimos anos entre as empresas de games.

    Mas por qual razão temos visto, entre as grandes softhouses (nome que davam na época que comecei a me interessar por games às empresas produtoras de jogos), uma abordagem mais agressiva com relação a remasters e muitíssimo mais conservadora com relação a novos IPs?

    A resposta pode parecer, numa análise superficial, muito óbvia: Remasters dão retorno mais ou menos garantido, tem um público próprio, ao se apelar para a nostalgia, enquanto novas criações tem um risco maior por não ter ambos.

    Analisando mais a fundo, entretanto, podemos encontrar outros aspectos, e assim sendo, queria propor algumas reflexões em torno deles:

    Público - remasters sempre tem um público muito específico. Vamos nos dirigir aos grandes jogos em remaster atualmente. Todos eles remontam à década de 90/2000. Esse público, entre infantil e pré-adolescente até então, ganhava jogos de presente dos pais. Hoje o mesmo público está na idade madura, e boa parte dele ainda consome jogos com regularidade, destinando sempre, na medida do possível, uma parte da renda mensal à aquisição de jogos e outros relacionados. Sob esta ótica, quando uma empresa decide lançar, por exemplo, um remaster de Klonoa ela tem um público específico, que teoricamente vai consumir o produto, o que diminui os riscos do jogo "Flopar". Mas como a empresa sabe se o público que conheceu o jogo realmente vai se interessar em adquiri-lo de novo? Propaganda é uma das formas... Uma fonte ligada a uma third party que produziu um jogo, solta uma imagem de um possível remaster no Twitter... ali, as expectativas tomam forma, e as empresas conseguem perceber, pela publicidade, comoção e etc se os custos de "remasters" vão justificar a publicação. Em alguns casos, os custos são tão ínfimos, que se lança assim mesmo, e o que vier é lucro. De um jeito ou de outro se tem um público em mente... Mas e jogos novos? Não são

    direcionados a um público específico também? Sim, mas tem outros problemas... O mercado de consumo de jogos aumentou ao longo do tempo, de modo que cada vez mais pessoas têm contato com este tipo de lazer.

    Contudo, os públicos variam imensamente. Há 30 anos, PC não era uma plataforma viável para venda massiva de jogos. Portáteis ainda rastejavam (e alguns até faziam sucesso), de modo que, grosso modo, haviam um foco em consoles caseiros. Hoje, ao se criar algum jogo, precisa-se ter em mente em qual plataforma será lançado: android, pc ou consoles; entre estes últimos, para qual plataforma em específico, e se serão para portáteis ou não. Dado o exposto, fica muito mais complicado e arriscado lançar algo novo no mercado de consoles.

    Crowfunding - Há alguns anos, como forma de resolver ambas as questões (público-alvo e avaliar o interesse das pessoas), surgiu esta forma de financiamento coletivo, em que uma produtora apresenta a idéia de um jogo, e as pessoas pagam para que a idéia seja convertida em um produto. É interessante que a produtora vende uma idéia, e as pessoas, sem nenhuma segurança do que vai ser lançado, pagam para que a idéia seja convertida em um jogo. Isso garante uma relativa segurança para quem vai fabricar o jogo, uma vez que ele (se financiado) já está pago, mas tem um preço alto do ponto de vista da qualidade. O exemplo de Mighty nº 9 está aí para não ser esquecido. O jogo arrecadou mais de 3.800.00 dólares, e entregou um jogo, segundo boa parte da crítica, apenas mediano, além de entregar com atrasos e outros problemas ao longo do desenvolvimento. Mas esta segurança, além de aparentemente resolver facilmente todos os problemas, traz outros: precisa haver uma enorme transparência no projeto, e apesar de não necessário, é sempre bom apresentar um nome de peso na produção, para atrair os recursos, além de precisar lidar com a frustração de todas as centenas ou milhares de pessoas que pagaram para que aquilo se realize, cada um com suas críticas e expectativas com relação ao produto final, ou seja, é preciso agradar, de modo geral, a todos os que pagaram.

    Mobiles - há 30 anos um fator impensável, hoje jogar no celular é uma realidade das novas gerações. Meu filho tem um ps4, um ps3 abarrotado de emuladores de vários sistemas, e ainda passa mais tempos jogando no celular do que com algum dos consoles. E não é falta de oferecer ou de opções, como eu citei. É uma questão de praticidade e mobilidade (leva o aparelho para onde quer). Mobiles surgem, como um fator de produção de jogos, a partir do momento que é relativamente mais fácil e menos arriscado lançar um mobile game do que um jogo de ps4, por exemplo. Temos um exemplo na indústria brasileira recenete disso. Aquiris produziu o Horizon chase, primeiramente para mobiles, a um preço módico. Utilizou os feedbacks e aprendizados para, posteriormente, lançar o mesmo jogo, na versão turbo, para PCs. Lá obteve know-how e receita para fazer a produção para XBOX e PS4, e hoje já possui versão em Switch também. O exemplo citado permite perceber que a produção para mobiles apresenta um custo relativamente mais baixo do que para outras plataformas, aliado ao fato de se poder melhorá-lo, aprimorá-lo e colher feedbacks e receitas para produções em plataformas mais específicas. Toda semana, ao se ver as promoções da PSN, vemos novos conversões de jogos de celulares para ps4, ou de pcs para ps4 chegando.

    Qualidade - o público que possui um ps4, um x360 ou Switch é muito mais exigente com relação a qualidade do que qualquer outro. Na verdade, não é per si, mas para o jogo ser lançado em uma plataforma como o PS4, há um mínimo de padrões exigidos, que começa com a Sony e termina na escolha do consumidor se deve ou não adquiri-lo. Pessoal das antigas, que conheceu os jogos originais, e hoje vê remasters aparecendo aos quilos na loja da Microsoft, é sempre muito seletivo com relação a jogos novos que vai comprar (4x mais seletivo no Brasil, onde um dólar vale mais que 4 reais), seletibilidade esta que é embaçada pela nostalgia dos clássicos. Assim sendo, qualquer jogo novo que se vai lançar, precisa ter um gráfico muito bom (se for remaster, não precisa de muita coisa não, já que joguei no original e era bom sem precisar demais), uma jogabilidade muito boa (nos remasters, a segurança da mesma jogabilidade é um fator importante) e uma história no mínimo interessante, ou seja, uma qualidade de excelência. E a gente vê estes jogos aparecendo, como The Last of Us, ou God of War, ou ainda Horizon Zero Down. Outros, se destacam em um dos quesitos citados acima, e apresenta os seguintes de maneira mediana, mas apelam para a publicidade fora do jogo (youtubers, principalmente) ou dentro (a bunda da 2B) para garantir umas vendas a mais. Em resumo, os padrões para a produção de jogos mais novos é relativamente mais alto do que os exigidos para remaster.

    Publisher - Tomemos Square-enix, por exemplo. Ela tem, pra quem não sabe, um serviço chamado "Square-Enix Collective", uma plataforma mantida para que criadores de jogos e jogadores julguem quais ideias devem se tornar realidade e quais não, através de votações abertas ocasionalmente. Em alguns casos, caso a comunidade julgue que um projeto merece atenção e suporte, a SE se oferece pra financiar o projeto, inclusive via financiamento coletivo (olha ele, olha ele - Nhonho), com vistas a dar visibilidade aos projeto de pequenas equipes indies até a publicação. Na prática, ela assina em baixo do projeto, o que garante, teoricamente, um mínimo de qualidade. Sabemos que os jogos unem as pessoas, mas sabemos que de graça nem cascudo a gente ganha, ou seja, alguma coisa a SE ganha com isso. É um "greenlight" da Square, em resumo. Esta prática de se aproximar de indies é benéfica pra quem produz, porque garante uma plataforma e apoio para a publicação do projeto, bem como, imagino, sugestões para melhor direção comercial do projeto. Por outro lado, ele garante, para a publisher, uma comissão das vendas, ou seja, é mutuamente benéfica.

    Mas a maior vantagem para o "Mecenas", neste caso, é comprar a IP/ estúdio produtor por um valor bem abaixo do que ele poderia se tornar, caso o jogo seja um sucesso.

    Um exemplo disso é o caso da franquia tomb raider. O 1º game foi produzido pela Core Design e publicado pela Eidos Interactive, detentora dos seus direitos. Tomb Raider, enquanto franquia, vendeu mais de 30 milhões de cópias. No fim, num momento de relativo declínio da franquia, a Eidos, detentora de seus direitos, foi adquirida pela SE, pelo equivalente hoje a mais de 105 milhões de trumps. As vendas dos jogos baseados no remake da franquia já somaram mais de 22 milhões.

    No fim, assediando indies ou adquindo Ips e revendendo, o lucro é garantido!

    Fatores menores - Há alguns outros fatores menores que poderíamos citar, como o a ausência prolongada de bons roteiros, os quais vem sendo, em alguns casos, vencidos com a cada vez aproximação entre literatura e games. The witcher, antes de ser um jogo, era uma série de livros, que contém todo um mundo a ser explorado, mundo este mais tarde adaptado aos gostos de jogadores do mundo inteiro. Ainda que a falta de um bom roteiro possa não configurar um grande problema para uma franquia de luta ou de esportes por exemplo, cujo foco é dado na jogabilidade e competição, o mesmo não se dá entre RPGs, ou numa menor escala em  jogos de aventura e exploração. A falta de roteiros originais vem sendo um grande problema na indústria dos jogos, de modo geral. Mas a dúvida que fica é:  a falta de bons roteiros que determina os tipos de jogos que temos recebidos, ou temos recebido jogos mais voltados à competição por falta de um bom roteiro? Ainda que a razão não seja nenhuma das duas, vale a pena a reflexão. Outro fator que vale a pena abordar é a expectativa. Recentemente vimos um híbrido de remake e new IP, o Project Resistance. Até então, a comunidade se dividia aguardando o anúncio de um RE:8, ou um remake do RE:Outbreak, e a maioria tinha certeza que era o remake de RE:3. No fim, o que se apresentou foi um game com a jogabilidade muito semelhante a outbreak, bons gráficos, mas as expectativas dos fãs eram diferentes. Neste momento em que redijo o texto, a reação de quase 3 mil pessoas ao vídeo era negativa, num total de 15,9k avaliações, uma média de quase 20%, de modo que ela é um fator a ser considerado, até porque, dizem que cada pessoa que não gosta de algo, espalha para mais cinco, enquanto as que gostam espalham para mais 2, o que torna uma rejeição de 20% algo a ser seriamente considerado.

    Enfim, espero ter contribuído para que todos entendamos por quais razões as empresas têm se proposto a lançar mais remakes do que indies. Se encontrarem algum erro, por favor me corrijam, inclusive com relação ao conteúdo, já que o texto trata da minha percepção - o que não necessariamente pode corresponder à realidade

    Resident Evil 2 Remake

    Platform: Playstation 4
    342 Players
    150 Check-ins

    30
    • Micro picture
      salvianosilva · 21 days ago · 2 pontos

      Ótimo artigo, mano

      1 reply
    • Micro picture
      artigos · 21 days ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

    • Micro picture
      kess · 8 days ago · 2 pontos

      Sua visão não está equivocada. Mas com toda a mídia que temos, poderiam arranjar um jeito de testar novas IPs sem terem que correr o risco de não dar certo. Claro, se fosse algo do tipo mostrar 5, e só a melhor iria pra frente, teriam os fãs das outras quatro enchendo o saco por não ter ido pra frente sua preferência.

      1 reply
  • darleysantos676 Darley Santos
    2019-09-17 04:49:08 -0300 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in to:
    Post by darleysantos676: <p><strong>THE SWAPPER</strong></p><p><strong>PSN 1
    The Swapper

    Platform: Playstation 3
    122 Players
    9 Check-ins

    THE SWAPPER

    PSN 100% (12/09/2019)

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    Um jogo de plataforma e puzzles inteligentes, com uma narrativa instigante de temática científico-espacial. É um interessantíssimo game indie, idealizado e produzido por pouquíssimas pessoas que, a meu ver, são dotadas de mentes habilíssimas, pois conseguem aqui realizar uma congruência singular de elementos tais como ambientação (uma ótima alternância de luz e sombra), trilha sonora, quebra-cabeças e enredo. O game consegue ser bonito, imersivo e profundo em sua ambientação e proposta, ao mesmo tempo em que minimalista e versátil em sua jogabilidade. E prova como é possível se fazer algo novo a partir do que já está estabelecido como paradigma, fórmula ou gênero. Um título único, mesmo! Ainda bem que ele não ficou só para PC e foi lançado para os consoles também.

    Com respeito aos puzzles, confesso que normalmente não sou muito bom de raciocínio, e nesses jogos com esse tipo de desafio, costumo me utilizar da velha e bruta tentativa e erro e também do auxílio da, por vezes iluminada, intuição. No caso, para terminar todos os quebra-cabeças e obter todos os necessários orbs, ficaram faltando resolver uns quatro finais, e diante de uma certa urgência de tempo e com a mente já embaçada, acabei recorrendo a um vídeo do Youtube para ver a solução. Com respeito aos troféus, existem dez terminais escondidos ao longo do mapa, este que pode ser visto como um mundo aberto até, através do qual o jogador pode se deslocar por meio de portais de teletransporte, só consegui encontrar dois, os oito restantes acabei me valendo de vídeo também, e realmente, não são nem um pouco óbvios de serem localizados. Os puzzles são muito prazerosos de serem resolvidos, e depois que finalizei o jogo a primeira vez, e uma segunda para saber o outro final, zerei ele mais umas três vezes só pela boa sensação de recompensa de um speedrun resolutivo de quase duas horas.

    A jogabilidade é focada num dispositivo chamado “swapper” (que dá nome ao título, e que podemos traduzir como “o permutador”), que possui a função de clonagem, capaz de criar até 4 clones funcionais (que agirão de forma sincronizada com o corpo-matriz, no caso o nosso astronauta), além também da função de transferência de consciência entre esses corpos, podendo o personagem optar pelo corpo final que desejar, conforme a conveniência da situação-desafio. Os clones se desfazem quando são tocados pelo corpo-matriz, isto é, o corpo que está possuindo a consciência ou “alma”. Cada sala que guarda os orbs que o jogador deve coletar possui características que limitam ou condicionam o uso do dispositivo swapper, e essas características são os botões de pressão no chão ou teto, a inversão de gravidade, e a propagação dos espectros visíveis de cor vermelha, azul e rosa cuja radiação restringe, respectivamente, a transferência de consciência, a replicação de cópias/clones, e por fim a total inibição do dispositivo. Os puzzles tanto mais aumentam de complexidade/dificuldade quanto mais essas condicionantes ou variáveis se combinam num mesmo puzzle, conferindo dinâmicas diferentes. É um daqueles jogos onde, como li em um lugar, “os puzzles apenas somam-se a experiência de contar e avançar em uma história; não é um game que funciona pelos puzzles, mas os puzzles que funcionam pelo game”.

    Desde a primeira vez que joguei, fiquei tentando conectar as informações dadas pelo game (a partir do meu rudimentar entendimento de inglês) através dos terminais (registros e diários, os “logs”, e também as informações obtidas nos terminais secretos), dos diálogos (ora com outra personagem astronauta, ora entre as vozes de outras pessoas) e das telepatias (os pensamento das “watchers”, as rochas “vivas”). Mas acabei fazendo uma ideia não muito esclarecida dos eventos do game, então fui pesquisar na internet e encontrei vários reviews, de sites grandes e pequenos, de jogadores que também se encantaram pelo game. E realmente, o enredo é instigante e tem mérito em problematizar conceitos metafísicos como alma, identidade, consciência, e o quanto a realidade física/material/cósmica, estudada pela ciência, pode corresponder a essas supostas realidades – o que é o pensamento senão meros impulsos eletro-químicos? Ou o escopo é mais abrangente que a realidade orgânica? A mente é algo que não se limita ao cérebro? E o que são as tais “cadeias mentais” de que insistem em falar as formas aliens de vida pesquisadas, as “watchers”? A destruição é mera transformação advinda da desconexão de uma cadeia de existência, sendo a desconexão tão somente uma “escassez de conhecimento”? Um clone é só um clone? O jogo faz jus à ambientação de seara científica quando envereda por conceitos da física, filosofia, psicologia e ética.

    O jogo se passa num futuro longínquo em que após os recursos naturais da Terra terem se esgotado, a humanidade criou sete estações de pesquisa e colonização para coleta e extração de recursos em lugares distantes do universo. O jogo se passa numa dessas estações de pesquisa, denominada de Theseus, que está em órbita do planeta Chori V, onde os pesquisadores passaram a estudar rochas que manifestam atividade eletroquímica e alguma forma de inteligência. De alguma forma, as coisas começaram a desandar – na verdade, as tais rochas parecem ser bem mais inteligentes do que parecem, e trazem consigo uma forma de vida mortal para os humanos, e nesse curso a estação de pesquisa acaba se tornando um lugar deserto e com uma série de mal-funcionamentos. Devemos descobrir o que aconteceu com os pesquisadores e por que a estação se encontra naquele estado. Mas para todas as questões levantadas pelo jogo - desde sobre quem é o personagem principal, passando pelos eventos dentro da estação, até as definições dos conceitos metafísicos - o mistério permanece até o fim.

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    @platinadores

    20
  • darleysantos676 Darley Santos
    2019-09-09 05:44:03 -0300 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in to:
    Post by darleysantos676: <p><strong></strong><strong>DUCKTALES Remastered</s
    DuckTales Remastered

    Platform: Playstation 3
    821 Players
    88 Check-ins

    DUCKTALES Remastered

    PSN 100% (06/09/2019)

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    Outro clássico Disney! Uma remasterização do clássico de 8 bits, esse jogo com certeza é mais desafiador que a média dos jogos Disney e é bem desafiador comparado a qualquer outro jogo de plataforma também. O que dizer de um jogo produzido e lançado pela Capcom e que contou com nomes como Keiji Inafune?

    Essa remasterização suavizou pouco nesse quesito, continua mais ou menos a mesma dificuldade hahaha! Coisa gostosa demais, lembra aquela estilo Mega Man de pegar os macetes e ir avançando! É uma obra de arte jogar games assim no formato speed run, envolve o mérito de capacidade motora fina e boa memória!

    E o jogo é muito bonito e a trilha sonora maravilhosa! Aliás, pode se escolher jogar com a trilha original, para quem preferir.

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    @platinadores

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    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 3 pontos

      Odiei esse jogo...
      Chato...
      Repetir Boss battles e as fases também é chato...
      O barulho da bengala do patinhas é de doer os ouvidos...
      ...
      Mas sim, geral ama esse game. Prefiro mil vezes o Castle of Ilusion.😍
      ...
      Parabéns pelo 100%

      3 replies
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      fabiorsodre · about 1 month ago · 2 pontos

      Ainda não tenho a mídia física. Foi um projeto de remasterização feito com capricho. Nota 10 😄

      1 reply
    • Micro picture
      realgex · about 1 month ago · 2 pontos

      Caraca, estava jogando ele ontem, fiz duas fases até agora. Ótimo jogo !

      2 replies
  • darleysantos676 Darley Santos
    2019-09-09 05:24:03 -0300 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in to:
    Post by darleysantos676: <p><strong>CASTLE OF ILLUSION Starring MICKEY MOUSE
    Disney Castle of Illusion starring Mickey Mouse

    Platform: Playstation 3
    1449 Players
    69 Check-ins

    CASTLE OF ILLUSION Starring MICKEY MOUSE

    PSN 100% (25/08/2019)

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    Quem não gosta de joguinhos Disney??? Eu amo!!! Trato dessa forma "itimalia" devido ao estilo carismático, fantástico e fofo tão característico das animações, cenários e personagens da Disney, mas se tratando desses lindos e cativantes jogos, eles escondem uma dificuldade não tão fácil assim... É claro que as versões remasterizadas ou refeitas desse jogos antigos da era 8 e 16 bits são suavizadas no quesito dificuldade, justamente para serem convidativos para os novos jogadores.

    Uma ótima oportunidade de rememorar esse clássico!

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    @platinadores

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    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse sim...uma perfeição.
      Lindo... maravilhoso... impecável.
      🤩😍🥰🤗😘😚

    • Micro picture
      marviiu · about 1 month ago · 2 pontos

      Esse eu tenho da PLUS e até hoje só fiquei no começo mesmo.

      1 reply
  • darleysantos676 Darley Santos
    2019-09-09 05:01:49 -0300 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in to:
    Post by darleysantos676: <p><strong>WATCH DOGS</strong></p><p><strong>Platin
    Watch Dogs

    Platform: Playstation 3
    1396 Players
    238 Check-ins

    WATCH DOGS

    Platinado (16/08/2019)

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    Jogão! Sabemos como a Ubisoft é versada em jogos de mundo aberto (juro que via um "Assassino" toda vez que o Aiden Pearce começava a correr), logo atrás de uma tal Rockstar... Encarnamos aqui um hacker justiceiro que se utiliza de seu conhecimento com o mundo virtual/digital para se vingar dos indivíduos que fizeram mal a ele e sua família.  E através de seu smartphone - ou o sistema instalado nele que leva o nome de perfilador - podemos controlar tudo na cidade que esteja conectado ao sistema público-privado de logística e vigilância urbana - a CTOs.

    O jogo toca em um tema importante que é o embate entre segurança X privacidade: até que ponto estamos dispostos a abrir mão de nossa intimidade e privacidade  em prol de uma suposta eficiência dos sistemas de vigilância e segurança?!? Na busca por nossos objetivos, acabamos nos deparando com muita coisa inusitada sobre as pessoas, e coisas até perturbadoras... E sim, conhecemos a podridão do submundo do crime.

    Juro que amei a ambientação da cidade de Chicago, uma das maiores cidades dos Estados Unidos (quer você ame ou odeie esse país). Dizem que de fato ficou bem fidedigno o retrato da cidade, e se for, deu vontade de visitá-la um dia, quem sabe; e gostei da distribuição ou balanceamento entre zona urbana e rural, onde se percebe o uso da licença criativa para a recriação da fictícia Chicago. Lembro sempre da imersão da poluição sonora de uma grande cidade, como quando você está no centro e fica aquele fundo sonoro, um "zum-zum" de automóveis, máquinas, músicas e pessoas conversando.

    Gostei também dos personagens, possuem carisma, apesar de ter sentido falta de um maior tempo com eles e seus dilemas...

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    @platinadores

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      salvianosilva · about 1 month ago · 2 pontos

      Parabéns mano

      1 reply
    • Micro picture
      natnitro · about 1 month ago · 2 pontos

      Parabéns pelo esforço porque esse jogo tem umas partes chatas pra platinar que são um porre literalmente... kkkkkkkk

      2 replies
    • Micro picture
      marviiu · about 1 month ago · 2 pontos

      Jogo incompreendido! Platinei duas vezes, gosto muito dele, mesmo com o banana do Aiden, Mas o 2 me fez apreciá-lo muito mais, pois odiei quase tudo na sequência.

      2 replies
  • darleysantos676 Darley Santos
    2019-09-09 04:19:22 -0300 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in to:
    Post by darleysantos676: <p><strong>FAR CRY CLASSIC</strong></p><p><strong>P
    Far Cry Classic

    Platform: Playstation 3
    85 Players
    25 Check-ins

    FAR CRY CLASSIC

    Platinado (14/07/2019)

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    Aqui fecho a tríade de primeiros jogos de três franquias que respeito demais! Havia platinado o primeiro Crysis (quem lembra desse nome como sinônimo de qualidade gráfica?), mas infelizmente não consegui platinar o Crysis 2 e o 3, apesar de ter feito absolutamente tudo da campanha e alguns desafios online multiplayer também. Depois platinei o primeiro Killzone, e da mesma forma, fiz tudo da campanha em Killzone 2 e Killzone 3 e alguns troféus online multiplayer também, mas não os platinei. E apesar de já ter feito os 100% de Far Cry Blood Dragon (recomendadíssimo, principalmente pra quem gosta de tiro, porrada e bomba e muito humor), só agora platinei um Far Cry, o primeiríssimo da franquia! 

    Com exceção da série Killzone, desenvolvido e lançado desde sempre para os consoles, os primordiais Crysis e Far Cry são jogos de PC desenvolvidos pela Crytek e sua CryEngine, obras que marcaram bastante o mundo dos jogos para computador.

    Quero ver se consigo platinar os demais jogos da franquia, já que tenho todos até o Far Cry 4.

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    @platinadores

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