darleysantos676

Amante de games, música, séries e filmes, e crente no poder de formação de caráter dessas mídias!

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  • vinicios_santana Vinicios Santana
    2021-02-20 05:17:39 -0200 Thumb picture
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    vinicios_santana checked-in to:
    Post by vinicios_santana: <p>#img#[762378]</p><p>Uma das franquias do PS2 que
    Devil May Cry HD Collection

    Platform: Playstation 4
    50 Players
    9 Check-ins

    Uma das franquias do PS2 que menos conheço é Devil may Cry, ou melhor dizendo, uma franquia que desconheço no geral, visto que só havia jogado o 4 anos atrás. Vi o anime também, não sei se conta hahaha.
    Peguei o HD collection em uma promoção recente da PSN, 75 em 3 jogos achei ok, mesmo que alguns duvidem da qualidade dos primeiros jogos.


    No que se diz respeito a história, Dante tem uma empresa de "dedetização" de demônios, ele recebe uma cliente estranha, Trish que o contrata para derrotar Mundus, um demonhão de 3 olhos.

    O curioso é que a logo de sua empresa possui uma silhueta bem semelhante a de Trish, coincidência?


    O que não sabemos é que Dante é filho de um capeta chamado Sparda com uma humana, o tornando meio demônio e Trish é muito parecida com sua mãe, o que o faz poupar sua vida e aceitar a missão.

    Depois descobrimos que Trish trabalhava para Mundus, mas é descartada por ele ao fracassar, depois se junta a Dante para enfrentá-lo.
    Cheguei até a pensar que eles fossem irmãos também, mas ao pesquisar as imagens para esse post, vi que colocam apenas Virgil como irmão do Dante,  Trish é apenas uma criação de Mundus, não sei o porque da semelhança com a mãe de Dante, talvez Mundus tivesse uma queda pela humana que encantou o coração do outro capetão e criou uma só para si.

    O jogo é o pai do hacki n slash que evoluiu de uma tentativa de criar um novo resident evil, mais ou menos como a origem de Assassins Creed que seria um novo Prince of Persia.
    Muito dessa sua origem é perceptível no jogo, como inimigos mortos-vivos e lagartões semelhantes aos Hunters de Resident Evil 1,  a câmera fixa e em ângulos cinematográficos,  sem falar que grande parte do jogo se passa nas imediações de uma mansão com uma entrada bem semelhante à mansão do primeiro Resident.


    O jogo é divertido, o humor ácido de Dante e seu aspecto fanfarrão dão um charme extra ao derrotar os inimigos, tendo até um botão exclusivo para provocar os inimigos.

    A progressão de fases interligadas com puzzles e combate é interessante, algumas missões são curtas, outras nem tanto.
    O combate no geral é ótimo, Dante possui uma arma de combate físico e armas de tiro, que evoluem ao longo do jogo, dando mais força e combos.


    Podendo trocar entre espadas e uma manopla de fogo, adquirindo uma foice mais perto do fim do jogo.
    Cada uma dessas armas apresenta golpes e combos distintos.
    Por ser meio demônio, Dante também assume formas demoníacas com o Devil Trigger, dando poderes extras enquanto a barra durar.

    Sendo um para cada uma das armas principais Alastor e Ifrit e outra como herança da espada de seu pai, Sparda.


    Agora alguns pontos negativos que realmente podem datar o jogo para alguns.
    As partes submersas onde Dante tem de nadar em primeira pessoa....horríveis.
    A câmera fixa atrapalha muito em setores de plataforma e em combates onde a esquiva é fundamental, como nos confrontos contra Aranhas Gigantes ou o Nightmare.
    Além disso a dificuldade sobe de forma desleal, os primeiros bosses já exigem certa atenção, retirando um dano assombroso, alguns bosses me matavam em DOIS hits, no começo do jogo.


    Então aprender o padrão dos chefes e esquivar na hora certa para só depois contra atacar é fundamental, mas fazer isso com a câmera te travando ou mudando a orientação ou tapando o ataque do inimigo é algo desafiador.
    Mas quando se decora os padrões do chefe e principalmente, descobre onde não ser atrapalhado pela câmera, o chefe fica relativamente fácil para quem dominou minimamente o sistema de combos.
    Só que até decorar os padrões, você vai morrer e morrer e repetir toda a fase sem checkpints, o que é muito frustrante se estiver passando por sessões complicadas de puzzles e mini chefes até a sala do boss.


    No geral gostei do jogo, me divertiu na medida certa e estou preparado para matar mais demônios na sequência.

    Bom, é isso, até a próxima e abraços para todos.

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      jcelove · 5 days ago · 3 pontos

      Excelente compra. O preço acho meio salgado, mas a qualidade dos jogos compensa, o unico ponto baixo é DMC2, que apesar de melhorar grafico e adcionar movimentos pro Dante e uma personagem nova jogavel é repetitivo e chato e sem criatividade ou dificuldade (da pra matar qq coisa so atirando de longe) mas o primeiro explodiu cabeças na epoca e ainda é bem legal se rekevados esses problemas q mencionou.

      O logo do escritorio do Dante ja ter a silueta da trish no começo é moscagem dos devs.hehe

      Ela foi criada parecida com a mae do Dante pq mundos sabia que isso faria eke aceitar o trabalho e segui la.

      O anime nao é de todo ruim mas nao tem a mesma pegada dos higos apesar de ser canonico (ele se passaria antes do dmc 2, que cronologicamente era o ultimo ate dmc v ignora lo XD

      Dmc 2 vc termina rapidinho e parte pro 3 que foi o jogo q levantou a serie novamente. O 3 crinologicamente é o primeiro e cobta como o jovem arrogante Dante virou o grabde csçadir de demonhos.

      4 replies
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      manoelnsn · 5 days ago · 3 pontos

      Essa é uma franquia que me interessa um pouco pelo protagonista, mas quando lembro que é hack and slash e tenho um certo asco do gameplay, aí desanimo na hora, ahauahua

      2 replies
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      mateusfv · 5 days ago · 2 pontos

      O primeiro DMC eu acho difícil de voltar pra jogar, não só pelos pontos que vc levantou do gameplay que envelheceram meio mal, mas por conta de pessoal eu achar ele semelhante demais a RE (já que ele é um projeto descartado do RE4), algo que por algum motivo me incomoda um pouco kk

      O 2 é uma bagunça do caramba, começaram a fazer quando o primeiro jogo nem tinha sido terminado ainda, e por uma outra equipe que só fazia jogo de arcade, é uma história bem maluca, recomendo esse vídeo que resume bem a situação: https://www.youtube.com/watch?v=9T9DVqVZcLE

      Fora isso tudo gostei desse seu avatar novo, boa tirada essa do Gordon XD

      2 replies
  • 2021-02-10 16:18:03 -0200 Thumb picture
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    Ranking Semanal de Dificuldade (04/01 a 10/01)

    Quer participar? Leia as orientações em https://cutt.ly/BsGHkxk

    Antes de mais nada: #FiqueEmCasa

    Pessoal, o MyPSt passou por problemas durante o final do ano, e voltou em janeiro. Agora vamos regularizar a publicação dos rankings!

    Bem vindos ao ranking semanal de dificuldade! O ranking que separa platinadores de garapeiros meninos!

    @cacotives conquista a almejada platina de dificuldade!

    @diogo_paixao garante o ouro!

    @deadmemories25 assegura com a prata!

    @daniel573 aparece para ficar com o bronze!

    @mason fecha o top de dificuldade da semana!

    Eis o ranking:

    (Clique na imagem para ampliá-la)

    Top 5:

    Marcando os esforçados:

    SladerAngel (@sladerangel) | igor_park (@igor_park) | TheGamerClubber (@andre_andricopoulos) | msvalle2011 (@msvalle) | JhunVallim (@jhunvallim) | ZandryX (@zandryx) | Barroq (@barroq) | ragafe (@vianna) | Sr-Nicko (@srnicko012) | cacotives (@cacotives) | CRISTALESCUITE (@cristalescuite) | gus_geek (@gusgeek) | kIeber7777 (@kleber7777) | bcns29 (@brunocesar10) | Hero-of-time-JJJ (@kratos1998) | GlacialZefie (@zefie) | Thraphik (@thraphik) | HilquiasCortez (@hilquias) | Eisfeld_L3al (@eisfeld_l3al) | SirXavier676 (@darleysantos676) | zirototoro (@zir0) | licatrek (@lica) | sergiotecnicobr (@sergiotecnico) | Ramzarify (@ramzarify) | Matsugaki01 (@matsugaki) | lordxsnow (@kalasjunior) | darlanfagundes (@darlanfagundes) | thiagofslima_ (@thiagofslima) | gregalexander00 (@gregalexander00) | Thiones (@thiones) | DantyBr (@game_zone) | nery_de_lima (@emphighwind) | chimianopao (@chimianopao) | hcaandrade2 (@hcaandrade) | LisboaReis (@denis_lisboadosreis) | EridsonKess (@kess) | Renato1bmatos (@warbraz) | Wild_Dark_Shadow (@wild_dark_shadow) | ArthurDias25 (@arthurdias25) | beadama_ (@beadama) | ThiaguimReis (@thiagoreis) | santiago-chrono (@chronoxplay) | iketeshima (@ike_teshima) | diogolpaixao (@diogo_paixao) | adriiano_a (@adriiano_a) | zTREVOLz (@ztrevolz) | Daniel_Sonny573 (@daniel573) | Soullfox (@soullfox) | ZehKarlos (@z3karlos) | jhonyfera-rio (@jhonyfera) | shadowgestalt (@bahamut) | DeadMemories25 (@deadmemories25) | CarlosPenaJr (@carlospenajr) | MateusFV8 (@mateusfv) | Last_Wander (@mason)




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    @msvalle

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      cacotives · 15 days ago · 1 ponto

      Não fiz platina mas o PDM ficou no talo!

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      cacotives · 15 days ago · 1 ponto

      Tem como fazer o ranking anual ?

      5 replies
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      kess · 7 days ago · 1 ponto

      Em janeiro só peguei 2 troféus, e nem sei em que altura do mês... e não atualizei o mypst, então, não vou estar nessas listas... Mas acho que estou me curando dessa fase de quase 3 meses sem jogar...

      2 replies
  • 2021-02-10 16:17:38 -0200 Thumb picture
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    Ranking Semanal de Pontos (04/01 a 10/01)

    Quer participar? Leia as orientações em https://cutt.ly/BsGHkxk

    Antes de mais nada: #FiqueEmCasa

    Pessoal, o MyPSt passou por problemas durante o final do ano, e voltou em janeiro. Agora vamos regularizar a publicação dos rankings!

    Bem vindos ao ranking semanal de pontos! Vamos ver quais foram os caçadores de platina mais ativos da semana?

    @diogo_paixao conquistou a almejada platina!

    @srnicko012 leva o ouro!

    @vianna garante a prata!

    @cacotives fica com o bronze!

    E @bahamut fecha o top 5 da semana!

    Eis o ranking:

    (Clique na imagem para ampliá-la)

    Top 5:

    Marcando o povo:

    SladerAngel (@sladerangel) | igor_park (@igor_park) | TheGamerClubber (@andre_andricopoulos) | msvalle2011 (@msvalle) | JhunVallim (@jhunvallim) | ZandryX (@zandryx) | Barroq (@barroq) | ragafe (@vianna) | Sr-Nicko (@srnicko012) | cacotives (@cacotives) | CRISTALESCUITE (@cristalescuite) | gus_geek (@gusgeek) | kIeber7777 (@kleber7777) | bcns29 (@brunocesar10) | Hero-of-time-JJJ (@kratos1998) | GlacialZefie (@zefie) | Thraphik (@thraphik) | HilquiasCortez (@hilquias) | Eisfeld_L3al (@eisfeld_l3al) | SirXavier676 (@darleysantos676) | zirototoro (@zir0) | licatrek (@lica) | sergiotecnicobr (@sergiotecnico) | Ramzarify (@ramzarify) | Matsugaki01 (@matsugaki) | lordxsnow (@kalasjunior) | darlanfagundes (@darlanfagundes) | thiagofslima_ (@thiagofslima) | gregalexander00 (@gregalexander00) | Thiones (@thiones) | DantyBr (@game_zone) | nery_de_lima (@emphighwind) | chimianopao (@chimianopao) | hcaandrade2 (@hcaandrade) | LisboaReis (@denis_lisboadosreis) | EridsonKess (@kess) | Renato1bmatos (@warbraz) | Wild_Dark_Shadow (@wild_dark_shadow) | ArthurDias25 (@arthurdias25) | beadama_ (@beadama) | ThiaguimReis (@thiagoreis) | santiago-chrono (@chronoxplay) | iketeshima (@ike_teshima) | diogolpaixao (@diogo_paixao) | adriiano_a (@adriiano_a) | zTREVOLz (@ztrevolz) | Daniel_Sonny573 (@daniel573) | Soullfox (@soullfox) | ZehKarlos (@z3karlos) | jhonyfera-rio (@jhonyfera) | shadowgestalt (@bahamut) | DeadMemories25 (@deadmemories25) | CarlosPenaJr (@carlospenajr) | MateusFV8 (@mateusfv) | Last_Wander (@mason)




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    @msvalle

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  • gusgeek Gustavo Francescheto
    2021-01-24 14:00:55 -0200 Thumb picture
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    Jogos que fazem 30 Anos em 2021!!

    Os jogos Não estão listados do Melhor ao Pior, e Sim, existem outros que não coloquei na lista, eu apenas citei alguns mesmo!! :)

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      denis_lisboadosreis · about 1 month ago · 2 pontos

      A Link to the Past eu pensei que fosse mais recente que isso.

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      fagnerale · about 1 month ago · 2 pontos

      Também tem o Teenage mutant ninja turtles : turtles in time(joguei muito) QuackShot, Golden Axe

      1 reply
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      jesspras · about 1 month ago · 2 pontos

      Eu e o zeldinha a link to the past tamo veio

  • raccoon Ronaldo D'Arcadia
    2021-01-17 18:57:36 -0200 Thumb picture
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      noblenexus · about 1 month ago · 3 pontos

      `só mais um turno`

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      tassio · about 1 month ago · 3 pontos

      Só uma olhadinha nesse joguinho aqui... ... ... 3h30 da madrugada... "EITA CARALHO!!"

      1 reply
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      tsuyoi · about 1 month ago · 2 pontos

      Trabalhar igual doido e se distrair tirando um tempo pra relaxar, tão bom <3

  • cyberwoo Diogo Batista
    2021-01-17 22:25:17 -0200 Thumb picture
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    10 Jogos para jogar com seus filhos

    Galera, eu decidi produzir um vídeo baseado em um texto do site, então quem puder conferir e dar um feedback, ficarei muito grato.

    Ah, toda inscrição e curtida é bem-vinda ☺️

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  • anduzerandu Anderson Alves
    2021-01-01 04:22:02 -0200 Thumb picture
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    Feliz Ano Novo!! Meu Top 10 de 2020!

    Feliz Ano Novo para toda a galera do Alvanista, de coração! Esse ano foi meio bosta e isso afetou muito a todos de uma forma ou outra, inclusive financeira e psicologicamente. Se até a Rede Globo saiu demitindo geral, imagine a gente, né? O lance é que a virada de ano é uma desculpa muito legal para reiniciar os planos e começar a mudar umas coisas. Sendo assim, boa sorte a todos que logo a vacina chega e os planos podem ser colocados em prática de novo!

    Já na questão video games, 2020 foi um ano bom pra isso, até porque muitos de nós ganhamos muito tempo livre. Eu mesmo terminei 109 jogos esse ano! Até esperava mais, pra ser sincero (pois vários anos anteriores eu terminei mais), porém acredito que foi um ano que terminei jogos mais longos ou que exigissem mais empenho. Basicamente houveram mais Octopath Travelers e menos Super Mario Lands.

    Como todo ano, eu faço um top 10 dos jogos que terminei no ano, mas vale lembrar que NÃO são jogos LANÇADOS em 2020.

    Para quem quiser ver uma montagem com todos os jogos que fechei este ano, aí vai:

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    https://www.facebook.com/photo/?fbid=1022326881821...

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    Então segue a lista, que não segue nenhum ordem de preferência (ou talvez um pouco):

    10 - Streets of Rage 4

    Ano passado um jogo do mesmo estúdio do Streets of Rage 4 entrou no meu top 10. Coincidência? Acho que não! O trabalho dos caras é mesmo incrível, parando para pensar, e conseguiram reviver uma série clássica com essas, agradando do fã mais oldschool até a molecada e nunca jogou um beat'em up na vida.

    São muitos personagens e fases para se conhecer e até desbloquear, fora modos de jogo diferentes que garantem um fator replay ainda maior. Seja sozinho ou com a galera, SoR4 é sensacional!

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    09 - Blazing Chrome

    Já que a Konami não faz faz seu trabalho direito, o pessoal indie faz e vai além, deixando o gênero run and gun com uma cara mais nova e visuais super fluídos que, mais uma vez, agradam quem jogava a série Contra na época 8 ou 16bit e quem não faz questão de conhecer, mas que quer algo divertidíssimo para jogar (e sem precisar ficar emulando).

    Bastou uma jogatina de Blazing Chrome para eu adorar o jogo e todo o seu estilo. Espero ainda comprar no Switch e jogar casualmente com o pessoal. Aliás, não quero só o jogo. Quero figuras de ação, camisetas, pôsteres e continuações, por favor!

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    08 - Yo-kai Watch

    Nunca imaginei que fosse curtir tanto esse jogo, mas ele traz um sentimento nostálgico muito gostoso, a cultura japonesa da forma que meus olhos viam na infância/adolescência e basicamente continua de onde a Gamefreak deixou a bola cair com Pokémon.

    Agora não me surpreende em nada que o jogo tenha sido remasterizado pro Switch. Gostei muito de verdade, apesar de ter achado que o 2 não me causou o mesmo impacto e foi meio que na mesmice, infelizmente.

    Esse eu literalmente procuro figuras de ação para comprar, sobretudo do Jibanyan e Komasan!

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    07 - Heave Ho

    Eu não me lembro qual a última vez que um party game me divertiu tanto (fora esses Jackbox da vida) como Heave Ho fez. Eu ria demais pelo simples fato dos personagens não agarrarem o que eu imaginava e isso ter um resultado completamente inesperado.

    Vale a pena dizer ainda que eu joguei online pelo Parsec e funcionou brilhantemente!

    Na época, assim que terminamos a "campanha", senti que aquelas horas tinham sido o bastante e era hora de ir para a próxima jogatina, mas já sinto que jogaria novamente com pessoas diferentes. Jogaço!

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    06 - Demon's Souls

    Quando eu comprei Demon's Souls no PS3, eu não tinha noção de quando o jogaria. Eu precisava vender o meu "medo" da série Souls. Após terminar Dark Souls e me apaixonar, resolvi voltar ao seu antecessor e esperava algo bem tosco, mas o jogo muito me surpreendeu!

    No início eu tive alguns problemas e estresses, mas logo peguei o jeito e meu progresso estava garantido, além do meu gosto pela experiência.

    Após terminá-lo, senti que posso encarar qualquer jogo. Senti ainda bastante falta da jogatina e comecei a recomendar a todos. Que jogo bom! E eu nem imaginava que sairia um remake pro PS5 logo em seguida (se alguém quiser um remake/remaster de qualquer jogo, basta esperar que eu o finalize que um mês depois alguém anuncia que está trazendo de volta).

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    05 - Capcom Vs SNK 2: Mark of the Millenium

    Comprei esse jogo por recomendações aleatórias em fóruns da internet quando procurava por jogo de luta similares à Marvel vs Capcom 2. Menos de 5 reais na PS Store no PS3? Comprei!

    Quando finalmente resolvi jogar CvsSNK2, o amor veio instantaneamente! Que jogo lindo e funcional, com MUITOS personagens de diversas franquias! Não envelheceu nada!

    Eu quero esse jogo sendo relançado em todas as plataformas!

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    04 - Super Smash Bros. Ultimate

    Nunca fui o melhor jogador de Smash Bros, mas a série tem me conquistado ainda mais desde a geração passada, no Wii U.

    A versão mais recente, de Switch, além de trazer a jogatina frenética típica da série, reuniu todos os lutadores que já tinham aparecido em seus jogos e adicionou mais uma penca. Da última vez que contei tinham mais de 80! E poxa, trouxeram o protagonista de Dragon Quest, Banjo e Kazooie e muitos outros e de formas espetaculares. É um fanservice de melhor qualidade e um jogo incrível mesmo para quem não conhecer nenhum dos lutadores sequer. Diferentemente de Mario Kart 8, e outros, esse Smash funciona muito bem em festas em que as pessoas não saibam jogá-lo (apesar de eu ainda preferir batalhas x1, sem itens e demais bagunças).

    Ultimate ainda inclui um modo campanha divertidíssimo que traz um zilhão de referências a jogos importantes e um ótimo motivo para jogar sozinho.

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    03 - Kirby: Planet Robobot

    Como a maioria dos jogos desta lista, nunca esperei incluir este daqui. O fato é que a série Kirby foi por ladeira abaixo do Wii em diante, mas Planet Robobot deu uma boa revigorada aos jogos da bolota rosa e muito me lembra o que eles costumavam ser.

    Cada cenário foi pensado com muito carinho, foram as muitas mecânicas e interações dos muitos poderes do Kirby, elevados ao quadrado pois, com um robô, é possível descobrir variações desses poderes.

    Eu simplesmente não achei nada de ruim nesse jogo e os motivos pro replay estão aí!

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    02 - Terraria

    O famoso Terraria me parecia apenas um jogo esquisitão até uns youtubers que sigo resolverem jogar. O jogo simplesmente subiu na minha lista de prioridades instantaneamente!

    Como não sou de ver vídeos de jogos que não joguei, comprei Terraria com alguns amigos e jogamos do zero, aprendendo tudo, melhorando nossos personagens e até o ponto de nos tornarmos quase invencíveis! Mas o caminho foi longo. Longo e divertido.

    Foram muitas horas defendendo a base, conhecendo eventos, matando inimigos para conseguir itens, furando o subsolo atrás de pedras preciosas para criar itens, chefes difíceis que se tornaram fáceis.

    Terraria é incrível, muito além do que eu esperava e isso pode ser melhor ainda se você tiver com quem jogar.

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    01 - Assassin's Creed Odyssey

    Eu cheguei a jogar tudo quanto é Assassin's Creed praticamente, mas demorei para entrar nessa nova onda da série que mistura RPG e, quando finalmente joguei, me surpreendi pra c@#%lho!

    A Ubisoft juntou sua grande franquia com elementos de muitas outras, como Breth of the Wild, The Witcher 3 e Shadow of War, entre outras, e o resultado foi incrível!

    Um jogo imersivo e cheio de coisas para fazer, mas de uma forma que não joga mil tutoriais na sua cabeça. Fácil de entender, difícil de masterizar.

    Você gosta de stealth? Lutas? Sistema de nemesis? Exploração? Visuais lindos e reais? Navegar? Ir até onde você consegue enxergar? Tem tudo aqui. Tudo! Esse jogo me deixou VICIADO loucamente do começo ao fim por algumas semanas (tive que me obrigar a parar).

    Repito o que disse na publicação original: nem parece um jogo da Ubisoft e possivelmente o trabalho mais incrível deles (ironicamente não me animei ainda no Origins e Valhalla).

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    Menções honrosas: Celeste, Gato Roboto, Digimon: Cyber Sleuth, Gunstar Heroes, Starcraft, A Short Hike, Yakuza 3, Xenoblade 2: Torna ~The Golden Country, Mechstermination Force, Golden Sun, entre outros.

    Jogos ruins: Kid Chameleon, Payday The Heist, Life of Black Tiger, The Escapists, Sky Racket, entre outros.

    Maiores decepções: Pokémon Shield, The Division 2, Fez, Castle Crashers, The Escapists, Paper Mario: The Origami King, Baba is You, Sky Racket, Runner 3, Mafia, Night Slashers, Octopath Traveler, Battletoads (2020), Unruly Heroes, Fantasy Life, Little Nightmares, etc.

    Jogos mais difíceis de terminar: Shinobi, Shadow Dancer, The Elder Scrolls III: Morrowind, Kid Chameleon, Payday the Heist, Payday 2, Toejam & Earl, Baba is You, Nuclear Throne, etc.

    Jogos largados (desisti): NoReload Heroes, High Noon Revolver (ambos quebrados)

    ================================================

    Obrigado a todos que me acompanham e que fazem parte do Alvanista. Amo essa rede (por mais que eu seja desligado em participar, smepre leio as postagens e comentários de todos que aparecem no feed hehe).

    Minha pendências estão quase acabadas e o plano para 2021, de início, é focar no Wii e me livrar dele. Então seria um ano de Wii, Gamecube e WiiWare. Vamos ver!

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      msvalle · about 2 months ago · 4 pontos

      Feliz Ano Novo! Eu aqui feliz com meus 27 jogos concluídos e você me aparece com 107! XD
      Parabéns pelas conclusões e pelos seus excelentes reviews!
      Que em 2021 você dobre a meta hehe

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      herics · about 2 months ago · 2 pontos

      Happy new year ^·^

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      caramatur · about 2 months ago · 2 pontos

      Feliz ano novo! ^^

  • 2021-01-01 01:06:05 -0200 Thumb picture
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    Desafio Limpa Backlog (Finalizados em 2021)

    A proposta é concluir 50 jogos em 2021, sendo assim você tem até o fim do ano para fechar esse mínimo de títulos ... se procurar tenho certeza que vai encontrar um jogo que comprou e está pegando poeira na sua biblioteca.

    O objetivo será diminuir o que a pessoal chama de "backlog" , uma pendência de jogos que você ainda não terminou ou não deu inicio.

    Hoje em dia, com tantos catálogos, bibliotecas e a Epic Games que distribui jogos toda a semana, quando notar seu backlog aumentando cada vez mais e você não encontrando tempo para esses jogos que às vezes foi comprado e nem mesmo instalado.

    Depois de dois relatos como ""Esse desafio de limpar o backlog eu to desde o primeiro jogo q comprei na steam 7anos atrás" e "eu tento isso desde 2014 e sempre falho" notasse que o habito de comprar jogos em promoções tem crescido e a presença de serviços onlines por assinatura e como sempre podemos contar com a Epic para auxiliar se não estiver com dinheiro.

    Parece Fácil, Mas Também Não é

    Nos dias atuais temos a correria diária, tarefas domésticas, atividades esportivas, estudos, carreiras, etc. Nossas agendas são lotadas, tudo isso acaba criando obstáculos que vão tornar de fato este evento em um DESAFIO. Fazendo assim reforçar que não prejudique ou coloque em segundo planos seu cronograma diário. Não é uma corrida de Top Gear e nem uma competição. É uma brincadeira que serve para distraí-lo da sua rotina e tirar a poeira dos games esquecidos na sua biblioteca virtual.

    Como Participar?

    Para sua postagem ser válida será necessário colocar a tag no marcador do alvanista que é #desafioanual e marcar o persona (@desafioanual) toda vez que você quiser marcar um jogo como finalizado coloque a marcação como Finalizado 1º, 2º etc, e claro caso queira fazer um relato breve da sua experiência, uma foto fica a seu critério. Para sua postagem ser válida será preciso colocar a Tag e marcar o persona.

    Em quais plataformas posso jogar para participar e precisa de um mínimo de horas para ser valido?

    Você pode zerar o jogo que quiser, na plataforma que quiser de emuladores até os consoles da atualidade. Como foi dito a proposta é só um limpa backlog fazendo assim não será imposto regras e nenhuma fiscalização referente a conclusão de ninguém.

    "Mas aí você tentar zerar (gêneros que trocentas horas é pouca para finalizar o jogo) duvido que vai conseguir terminar o desafio até o fim do ano"

    Se você incluir um CRPG, JRPG, Roguelike, metroidvania ou qualquer coisa que vai tomar muito o seu tempo porém isso é uma decisão sua. Torne o seu desafio pessoal em 10 jogos de RPG no ano.

    Jogos como Far Cry têm finais secretos sem esforço algum e aparece os créditos. Conta?

    Se aparecer a tela de créditos conta, é possível zerar Chrono Trigger com seus 19 finais diferentes vão ser 19 jogos, o importante é fazer tirar a poeira virtual dos jogos da sua biblioteca.

    Iniciei um jogo quando o Zeebo era lançamento e só comecei só agora. Eles contam?

    Sim

    Se eu ultrapassar os 50 faz diferença?

    Não

    Comprei um jogo recentemente ele conta?

    Sim

    Quem terminar primeiro ganha algo?

    Não. É uma brincadeira, não uma competição. Mas compartilhar as suas conquistas pessoais e conseguindo limpar o backlog pode ser tão recompensador quanto.

    __________________________________________________________________________

    Alguma sugestões

    Se você quiser também pode manter registro do seu progresso de diversas formas.

    GOG Galaxy 2.0

    É possível criar marcadores (tags) no software para separar jogos. Por exemplo, crie uma categoria Backlog e uma categoria Concluído. Assim você tem duas listas para manter tudo organizado. Lembrando que o Gog tem integração com Battle.net, Bethesda.net, Emuladores, Epic, GOG.com, Origin, PS4, Steam, Twitch, Uplay e Xbox. No entanto, muitas pessoas estão adicionando manualmente jogos antigos de consoles clássicos e do Switch.

    GGAPP

    O site te possibilita a pode criar playlists, adicionar progressos como finalizados, concluidos entre outros segue o exemplo do meu perfil.

    Alvanista

    E claro também tem o check-in podendo registrar a mesma forma.

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    @sergiotecnico,@beadama,@emphighwind,@gv_silva,@dlima,@_gustavo,@noblenexus,@roberto_monteiro, @realgex,@ramzarify, @sweet_lorelei,@mastermune.@daisuke@allexhjp@mariamartins,@nicholasaraujo0, @rennanneves, @arthurdias25@mysteron , @leoaldrighi@danilodlaker@lukenakama,@s4nn1n

    47
    • Micro picture
      linkaby · about 2 months ago · 3 pontos

      Adorei a proposta. Nunca participei de nada do tipo e quase não possuo interações no alvanista. E achei fantástico a recomendação do Gog Galaxy 2.0.

    • Micro picture
      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 2 pontos

      🤣🤣🤣 esse gif ❤️🤗

    • Micro picture
      hyuga · about 2 months ago · 2 pontos

      2020 foi um ano de muita limpeza no backlog, basicamente comprei pouquíssimos e me foquei em zerar os que já tinha, vou tentar participar da brincadeira. isso se lembrar de por a tag

      1 reply
  • darleysantos676 Darley Santos
    2020-12-31 14:46:10 -0200 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in to:
    Post by darleysantos676: <p><strong style="background-color: initial;">Resid
    Resident Evil CODE: Veronica X HD

    Platform: Playstation 3
    633 Players
    62 Check-ins

    Resident Evil CODE Veronica X

    100% (06/12/2020)

    *

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    É o quarto jogo dentro da cronologia principal da série Resident Evil, franquia da nossa amada Capcom... Foi lançado em 2000 para Dreamcast, teve uma versão melhorada intitulada Resident Evil Code Veronica X lançada em 2001, e a presente versão em HD do jogo foi lançada para PlayStation 3 em 2011.

    Conheci Resident Evil Code Veronica no PS2 entre 2011 e 2015, não lembro o ano exato. Sempre fui fã da franquia, mas depois que meu PS1 deu problema em meados de 2003, fiquei até 2011, quase dez anos, sem ter um videogame. Durante todo esse tempo, fiquei imaginando como deveria ser a continuação das sagas de videogame que eu amava, como Resident Evil. Quando ganhei o PS2, tratei logo de comprar o RE4, o Dead Aim, os Outbreak, e o Code Veronica. Joguei todos eles, deixando o Code Veronica até por último, pois na minha cabeça, todos os demais eram jogos muito diferentes da trilogia original de PS1, e o que mais escutava era o quanto RE4 era diferente. Quando finalmente resolvi jogar o CV, na esperança que tivesse se mantido na mesma pegada da trilogia, sem nada de mudanças cabulosas, vi ali um jogo de transição – uma sequência não-numerada (CV deveria ter sido o RE4, seguindo a numeração normalmente) que possui características dos RE’s clássicos, mas com características conceituais e de enredo que já apontavam para as transformações pelas quais a franquia passaria. E sim, pra mim isso faz muita diferença. Resolvi jogar novamente o Code Veronica nessa versão remasterizada para PS3 e obter a insígnia de platina/100%, primeiramente por respeito à franquia, e também por ser um ótimo jogo, pois sim, apesar de discordar dos rumos tomados a partir deste Code Veronica em diante, não consigo sentir raiva a ponto de não querer jogar mais, como já vi por aí, é uma atitude infantil, procuro conhecer todos os jogos, considero todos bem divertidos, dá pra entreter e passar o tempo, mas não consigo mais ter aquela identificação e afeição visceral como a que tenho pela trilogia original.

    O game é bem extenso, tanto que o tempo exigido para rank A é de no máximo 04:30:00, o que eu fiz em 03:46:19, mesmo fazendo o glitch da erva infinita (sem o glitch eu teria feito com tempo bem mais apertado). A campanha é de fato longa e por isso mesmo dividida em duas partes: a primeira jogando com a Claire Redfield, sendo a maior parte da campanha na ilha Rockfort, e a segunda com Chris Redfield, tanto na ilha Rockfort quanto na base da Umbrella na Antártida. É interessante perceber como o enredo de RE CV tem uma ligação emocional com a trilogia Raccoon City: Chris e Wesker têm uma relação de inimizade após os eventos em RE 1 na mansão Spencer; Claire consegue se comunicar com Leon Kennedy, seu parceiro em RE2, de um computador na ilha Rockfort e avisa de sua situação, inclusive foi Leon que repassou a informação sobre a situação de apuros que Claire estava passando na ilha, e Chris ficou sabendo; e a sede de vingança por causa da tragédia ocorrida sobre Raccoon City, com sua total destruição, em RE3.

    [SPOILER]

    Resident Evil Code Veronica se passa no mesmo ano da tragédia de Raccoon City, em 1998, três meses depois. Claire continua persistente em encontrar seu irmão Chris, este que está em busca de uma forma de desmascarar a organização criminosa que é a corporação farmacêutica multinacional Umbrella. Ela acaba prisioneira de mercenários da Umbrella ao invadir instalações da matriz francesa da organização e é levada pra uma ilha privada no hemisfério sul, e após alguns eventos dramáticos, acaba parando na base de pesquisas da Antártida (algo sugere que seria uma localidade mais próxima ao país da Austrália do que de qualquer outro país). Só essas informações já são muito interessantes, pois vemos aqui a expansão da Umbrella para além do território americano, abarcando continente europeu, e o alcance do poder patrimonial da corporação, possuindo ilhas e uma base no continente gelado.

    A ilha Rockfort é atacada por forças desconhecidas, que na verdade se trata de Albert Wesker, oficial da Umbrella que busca o controle total da corporação para fins megalomaníacos. Esses ataques aniquilam a população residente na ilha e desestabilizam as instalações de complexos laboratoriais e de treinamento da Umbrella, além dos alvos de interesse adjacentes como as mansões da família Ashford. Num primeiro momento, apesar de ser algo favorável um ataque à Umbrella, você fica se perguntando quem estaria por trás disso – forças do bem? Ou outra organização pior ainda? Descobrir que é Albert Wesker, não só vivo como transformado num quase semi-deus, meio que explode sua cabeça. Enquanto Claire, ainda na ilha, estamos novamente em meio a zumbis e monstrengos bizarros, tendo que arrumar um jeito de escapar. Acabamos por conhecer um mocinho chamado Steve Burnside, filho de um relevante funcionário da Umbrella que planejava fugir daquela ilha levando planos confidenciais da corporação, mas foi assassinado antes disso, e transformado em zumbi. A história de Steve é só uma dentre várias histórias de famílias inteiras tragadas para o mal que a Umbrella criava, e pelo qual estavam para sempre condenadas – algo semelhante à máfia ou facção de drogas, você não entra e depois simplesmente decidi sair... Ao entrar você assinou sua carta de condenação... Apesar da perseguição de Alfred Ashford, um herdeiro da família Ashford, uma das famílias fundadoras da Umbrella, Claire e Steve conseguem fugir para a Antártida. Alfred Ashford é um personagem um tanto bizarro (inspirado num personagem de cinema, o psicótico Norman Bates), que por vezes se traveste para se passar por sua brilhante irmã Alexia Ashford, supostamente desaparecida ou morta, mesmo status de seu pai... É realmente muito interessante conhecer esse aspecto de origem da Umbrella, isto é, como tendo sido fundada através da união de famílias nobres da Europa em prol de atividades de eugenia e manipulação genética, no caso as famílias Ashford e Spencer, além do Dr. James Marcus. Até aí tudo bem, é uma origem perfeitamente plausível. Pena que extrapolaram isso em RE4, quando uma outra família nobre, os Salazar, surge como partícipe de um plano criminoso megalomaníaco: a caracterização dos personagens e a banalização das experiências e manifestações das criaturas dão até ranço, aff...

    Uma vez na Antártida, conhecem a amoral e perversa Alexia Ashford, atualmente ela mesma o resultado bem-sucedido das experiências de fusão do vírus Progenitor com outras formas de DNA, resultando na variante poderosíssima T-Veronica. É outro avanço no plot da saga, um novo vírus (na verdade antigo), para além dos famigerados T-Virus e G-Virus! O que faz pensar em quantas outras linhas de pesquisa não devem existir ao redor do mundo, graças aos trabalhos da Umbrella – e as outras filiais e matrizes da corporação, o que têm desenvolvido?

    Chris, depois de passar pela ilha Rockfort – e lá ter descoberto de forma humilhante que Wesker está vivo -, se dirige à base na Antártida atrás de Claire. Lá chegando deve lidar tanto com Wesker quanto com Alexia. Até que finalmente encontra Claire, que está sozinha sem o Steve, este que já está sendo usado como cobaia de experimentos – descobrimos depois com Claire o fim trágico de Steve, que se tornou uma criatura horrenda, mas mesmo com a ferocidade do T-Veronica, Steve consegue se controlar e não matar Claire, pois tamanho o afeto criado por ela, sua humanidade prevaleceu... Chris resgata Claire mais uma vez e confronta Alexia sob a forma mutante, até finalmente manda-la pelos ares com uma arma anti- BOW que vaporiza o monstrengo.

    Ufa!!! Acontece bastante coisa, o enredo é, sem dúvida, bem denso, com tantos eventos que, sim, são importantíssimos para a franquia – plot de origem, fabricação de novo vírus, expansão e decadência da corporação Umbrella, personagens clássicos e outras coisas mais. Nesse sentido, RE Code Veronica tem extrema relevância para a saga. E em seus aspectos técnicos, considerando a época, é um jogo primoroso, não é à toa que é um dos jogos preferidos dos fãs. Mas não consigo considera-lo da mesma forma que os jogos da trilogia original, estes sim formam o modelo perpétuo da saga Resident Evil.

    No espírito dos jogos anteriores, assim que você termina o jogo pela primeira vez é habilitado um mini-game, o modo Battle Game. Ao estilo The 4th Survivor, de RE2, e The Mercenaries, de RE3, o objetivo do jogo é matar os zumbis e fugir ao mesmo tempo. Você deverá decorar todo o percurso, e quanto menor for o tempo melhor será o ranking. Se me lembro bem, no mini-game de RE2 você só tem que escapar no menor tempo possível, já no Mercenaries a contagem de tempo é regressiva, mas dá pra ganhar bônus de tempo matando os monstrengos, já aqui no Battle Game o jogador só avança se tiver matado todos os inimigos de cada sala, mas dá pra pegar munição e ervas pelo caminho.

    *

    *

    @platinadores

    20
    • Micro picture
      cacotives · about 2 months ago · 2 pontos

      Boa! Como é o estilo do controle nesse RE? Tenho interesse nele mas não tenho coragem de jogar games com controle tank.

      4 replies
    • Micro picture
      cacotives · about 2 months ago · 2 pontos

      Valeu!

    • Micro picture
      juninhowii360 · about 1 month ago · 2 pontos

      Vc disse que o jogo não se manteve com a mesma pegada da trilogia e houve mudanças cabulosas, vc não consegue considerá-lo da mesma forma que os jogos da trilogia original. Eu fiquei esperando pra ver vc explicar o motivo e não teve explicação.

      Pra mim esse RE é muito mais parecido com os anteriores do que o RE3 que vc considera. RE 3 é quase um jogo de ação (rumo que a serie tomaria no futuro), vc usa esquiva, cria munições, toda hora tem um boss te perseguindo pra manter o jogo frenetico. E faz sentido o RE3 ser tão diferente já que ele seria um spin off e o Code veronica seria o 3 de verdade.

      Então realmente não entendo vc considerar o 3 um classico e o RE code veronica que tem todo o gameplay dos primeiros jogos (com melhorias por ser de dreamcast claro) diferente. Queria entende o motivo se é só saudosismo mesmo ou tem um motivo mais plausivel.

      2 replies
  • darleysantos676 Darley Santos
    2020-12-31 11:06:30 -0200 Thumb picture
    darleysantos676 checked-in to:
    Post by darleysantos676: <p><strong>BRAID&nbsp;</strong></p><p>100% (28/11/2
    Braid

    Platform: Playstation 3
    449 Players
    18 Check-ins

    BRAID 

    100% (28/11/2020)

    *

    ***************************************************************************

    Braid é um jogo indie lançado no ano de 2008, e seu exímio criador é Jonathan Blow, com a arte assinada por David Hellman. É considerado já um “clássico moderno”, bastante elogiado pela crítica, e reunindo um número fiel de fãs.

    Braid é um jogo de quebra-cabeça e plataforma 2D , no qual o jogador deve avançar pelos cenários usando a habilidade de manipulação do fluxo do tempo para progredir e resolver os puzzles. Além do mérito destes, a obra se destaca por um enredo altamente enigmático (forçando o jogador a ler e tentar interpretar os indícios do que está acontecendo), pelos belos gráficos produzidos de modo pictórico em estilo aquarela, e pela belíssima trilha sonora, outro grande ponto da obra.

    Enquanto jogo de plataforma, a referência à franquia de jogos do Mario é evidente, pois o jogador deve controlar o personagem correndo, pulando e escalando por vários níveis, percorrendo paisagens idílicas, bucólicas e cavernosas, e derrotando inimigos pulando em suas cabeças. Sem falar da presença, em alguns pontos do jogo, da icônica planta carnívora saindo e entrando da encanação verde, uma alusão bem proposital, sendo na verdade uma homenagem ao rei dos jogos de plataforma.

    Mas para além dos aspectos de plataforma, o jogador deve solucionar puzzles que envolvem a manipulação do fluxo temporal, para então conseguir obter peças soltas de quebra-cabeça, que quando reunidas formam no seu todo quadros de pintura. De fato, o desafio real do jogo está na resolução dos puzzles, e não nas ações de plataforma, como seria típico do gênero. O personagem nem mesmo pode morrer, pois no momento que isso aconteceria a tela trava, requerendo do jogador que volte alguns segundos no tempo para continuar o jogo. Percebe-se mesmo algo como uma “jogabilidade tolerante mas desafiante”, pois na verdade, não é a mensagem que está em função do jogo, e sim o jogo e suas mecânicas é que estão em função da mensagem que a obra quer transmitir. Até a função de voltar no tempo parece passar uma mensagem - aprender com os nossos erros. Ora, até mesmo os próprios puzzles parecem querer expandir a mente, forçando a novas formas de pensamento ao colocar o jogador diante de desafios contra-intuitivos e que contrariam o senso comum.

    Sim, a progressão do jogo ocorre mesmo se o jogador não resolver os puzzles, podendo retornar depois para tentar de novo (“jogabilidade não-linear”), claro que sob o preço da ignorância, visto que se não há resolução de puzzles não há peças de quebra-cabeça, e sem as peças não haverão os quadros de pintura, e sem estes não haverá o progresso do jogo, nem em sua narrativa, nem no gameplay. Basicamente, o jogador pode avançar por todos os cenários de todos os mundos, cruzando a bandeira e o castelinho ao final do último cenário de cada mundo, mas não conseguirá formar nenhuma história e nem avançar no jogo, ficando num limbo! Realmente, o jogador depende das peças de quebra-cabeça para formar os quadros e assim avançar rumo ao final da história, pois somente depois de completados todos os cinco quadros é que se abre o caminho escada acima para o sótão, onde está a verdade...

    São contados 6 mundos dentro jogo: o exterior, onde temos a imagem de fundo de uma cidade, com uma enigmática constelação de estrelas, de início apagadas; e os demais cinco mundos que estão contidos dentro de uma casa, situados como cômodos distintos, cada um com um quadro de pintura a ser formado com a aquisição das peças de quebra-cabeça espalhadas nos cenários de cada mundo. Após completar todos os quadros de pintura, a visão em conjunto dos cinco quadros parece contar uma determinada narrativa, não necessariamente linear... Para a tarefa de interpretação, o jogador encontrará dentro de cada mundo livretos com vários escritos metafóricos, os quais deverá ler e bater cabeça para conseguir entender e chegar a alguma conclusão interpretativa.

    Na história, controlamos o personagem Tim (um sujeito engravatado que destoa da ambientação bucólica), que está em busca de uma tal “princesa”, que parece estar correndo perigo em algum lugar; o personagem parece correr contra o tempo para salvar a tal princesa, que parece ter sido raptada por um “monstro”. Dito assim, a história do jogo parece ser simples e bem básica, um enredo típico de jogos de aventura/plataforma. Mas essas são somente aparências, pois o texto do jogo é todo escrito de forma metafórica. Os livretos que estão dispostos ao início de cada mundo dão bastante informações, e mais informações estão disponíveis no balão de diálogo do dinossauro que guarda os castelos ao final de cada mundo, além de que no último mundo não-numerado ocorrerão vários textos em tela, como uma narrativa persistente, mas que não se entrega. Todos os textos são escritos de forma metafórica, devendo ser interpretados para se chegar a alguma conclusão, que pode variar desde um conto de fadas moderno até o desenvolvimento da bomba atômica.

    Apesar do enredo curioso e inteligente, o protagonismo do jogo fica mesmo com as mecânicas de manipulação do fluxo temporal. Mas antes de tudo, é possível perceber em Braid o casamento perfeito dos gêneros plataforma e puzzle. No jogo, basicamente, há ações que requerem tão somente o timing natural para conseguir atingir o objetivo, algo mais próximo do próprio gênero plataforma, como por exemplo, esperar um objeto mortal passar para só depois, de forma hábil, no timing certo, saltar pelo caminho. Mas a partir das próprias ações básicas de plataforma, o jogador, ao correr, pular e cair nos espinhos pode acabar encontrando o “instante” da morte (visto que o jogo não permite que o personagem efetivamente morra); nesse momento, o jogo trava e nada acontece até que o próprio jogador aperte os botões e retroceda no tempo. Aí já temos a primeira experiência de necessidade de manipulação do tempo, e sempre que o jogador estiver em situação de perigo ou morte iminente, poderá recorrer a essa habilidade. Essa manipulação do fluxo temporal pode se dar de várias formas, começando pela habilidade básica de retroceder o tempo em velocidades variáveis (1x, 2x, 4x, 8x) ou congelando o tempo (0x), mas conforme se avança no jogo, o personagem ganha novos poderes conforme o mundo em que se está, para solucionar os diferentes puzzles que determinam novas mecânicas envolvendo o comportamento do tempo.

    Cada mundo trará uma mecânica nova de manipulação do tempo, somada a alguma das mecânicas anteriores. No mundo 2, há uma “aura verde” em torno dos objetos e inimigos que os tornam imunes à manipulação do fluxo do tempo, ou seja, tudo ao redor pode voltar no tempo, menos eles. No mundo 3, há uma inconveniente sincronização do movimento do personagem com os inimigos e objetos móveis, isto é, eles se movem se e conforme o movimento do personagem, o que pode bloquear o caminho para alcançar os objetivos. No mundo 4, o personagem pode criar uma “sombra”, isto é, uma cópia de si mesmo, após cada retrocesso de tempo, que irá reproduzir suas últimas ações dentro de um limite de tempo; somente através dessa “sombra” alguns objetos – como alavancas, portas, chaves e peças – e inimigos marcados com a cor lilás (que indica que podem ser tocados pela “sombra”) poderão ser interagidas. No mundo 5, o personagem está em posse de uma argola poderosa que cria um campo circular (que tem até delimitação em duas circunferências), que em sua influência lentifica a ação de qualquer coisa que se aproxime, seja inimigos, plataformas ou objetos móveis. Dessa forma, pode-se listar as mecânicas de manipulação do tempo como segue: retrocesso no tempo, imunização de objetos ao retrocesso no tempo, tempo condicionado à sincronização do movimento no espaço, a criação de paralelismo de realidades passadas, e dilatação/lentificação do tempo.

    E é um game que segue a tradição antiga dos jogos repletos de segredinhos e macetes: por exemplo, o personagem pode pular mais alto quanto mais vezes ele pular sobre um inimigo, mas o inimigo morre com uma pisada só, então se tiverem 2 ou mais numa mesma área, pode-se realizar uma sequência de pulos para alcançar um lugar mais alto; ou você pode fazer “arte” no mundo 3 (!). Assim como um movimento que pode-se chamar de “pulo da escada” que alguns jogadores habilidosos conseguem fazer – eu só consegui umas poucas vezes, e sem querer.

    O jogo ainda conta com um final verdadeiro que, para ser descoberto, requer que o jogador obtenha 8 estrelas secretas (que são as mesmas da constelação lá no início do jogo) dentro dos cenários. E é muito difícil descobri-las! E mesmo descobrindo, o mais difícil mesmo é conseguir alcança-las, mesmo assistindo aos vídeos no YouTube... Bom, eu só peguei uma, que é uma propositalmente fácil de alcançar, as outras nem fiz questão mesmo.

    Confesso que eu, por meus próprios méritos, fiz apenas o percurso dos mundos, pegando uma maioria de peças, sendo que em um determinado mundo não consegui pegar nem metade. Para pegar todas as peças, tive que olhar uns vídeos de detonado no YouTube mostrando como fazer as resoluções dos quebra-cabeças. Acabei vendo até speedruns de pro-players terminando o jogo em 20 minutos, algo que requer muito domínio do controle e das mecânicas do game. O pior que tem um troféu requerendo fazer speedrun, e você tem que fechar o jogo em até 45 minutos. O jogo normal demorei mais de 2 horas para fechar. Na obtenção do troféu de speedrun, esse foi meu progresso em 7 tentativas:

    Minutagem:161:02.03
    Minutagem:86:17.97
    Minutagem:63:52.12
    Minutagem:59:42.82
    Minutagem:47:28.35
    Minutagem:45:06.65
    Minutagem: 43:20.90

    Curiosas referências o autor do jogo teve para compor essa obra... Nos créditos finais, os agradecimentos especiais são dirigidos para os seguintes nomes: Italo Calvino; David Lynch; Milorad Pavic; Alan Lightman; Brian Moriarty; Daniel Engber; William L. Laurence. Confesso que sou familiarizado apenas com os dois primeiros nomes, o resto não lembro quem são.

    Nos mesmos créditos finais constam esses dois textos, creditado a uma tal Christina Rossetti (e mais no final do final, o texto meio que se repete):

    "Who has seen the Wind? (Quem viu o Vento?)

    Neither you nor I: (Nem você nem eu:)

    But when the trees bow down their heads (Mas quando as árvores baixam suas cabeças)

    The wind is passing by. (O vento está passando.)"

    Está previsto um remake do jogo em comemoração ao aniversário de lançamento – “Braid: Anniversary Edition”, previsto para o próximo ano. Os gráficos e resolução serão aprimoradas para 4K, além de adicionarem novidades conceituais. Esperar para ver.

    *

    *

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    @platinadores

    16
    • Micro picture
      msvalle · about 2 months ago · 2 pontos

      Parabéns pela persistência, eu desisti desse troféu de speedrun =P

      1 reply
    • Micro picture
      volstag · about 2 months ago · 2 pontos

      Esse jogo é espetacular

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