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  • 2018-02-22 09:52:06 -0300 Thumb picture
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    #47 - Dig Dug [Arcade] 1982

     A empresa japonesa Namco, mais uma vez, consegue emplacar mais um personagem carismático no mundo dos games. Dig Dug é um simpático minerador que tem o objetivo de escavar a terra da tela a fim de eliminar os tomates com óculos e dragões verdes que cospem fogo. Podemos inflar nossos inimigos até eles explodirem ou deixar uma pedra cair em cima deles, que vale mais pontos. Os gráficos do jogo são extremamente coloridos e detalhados, assim como as animações. A música do jogo vai tocando conforme caminhamos com o nosso personagem pela tela. A cada nova fase, quantidade de inimigos aumenta.

     - A Namco realmente possui os jogos mais bonitos dos Arcades. Seu colorido e detalhes são bem chamativos e bem definidos, atraindo todo tipo de jogador. Sua mecânica de inflar os inimigos foi muito bem pensada e aplicada. A dificuldade do jogo é muito equilibrada, permitindo você acostumar-se com ele primeiro e então ir atrás da melhor pontuação. Os inimigos ativam um modo fantasma que permitem atravessar a terra e as pedras, que pode deixar Dig Dug em apuros. A adição da pedra para esmagar um monte de inimigo de uma vez foi uma bela sacada. A trilha sonora é muito genial, pois ela só toca quando caminhamos e a música é muito boa.

    Nota pessoal: ★★★★★

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @luizkorynga [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Dig Dug

    Platform: Arcade
    25 Players

    55
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      porlock · about 1 year ago · 3 pontos

      caramba.. q bunitinho.
      to sempre me surpreendendo com qualidade grafica desses jogos de 81/82...

      1 reply
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      leafargs · about 1 year ago · 3 pontos

      uma curiosidade, o inimigo vermelho com olhos amarelos aparece no pac-man world do PS, como amigo de pac-man que deve ser resgatado.

      1 reply
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      jessicagdsantos · about 1 year ago · 2 pontos

      Ahh eu adoro Dig Dug <3

      1 reply
  • 2018-02-05 16:47:42 -0200 Thumb picture
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    ​DATABASE - Cap. 1 Beat n’ up guys

    Medium 3598298 featured image

    Cinco jovens estão de frente a entrada de uma cidade que parecia estar abandonada, nas ruas há carros parados alguns deles destruídos e pegando fogo, não podia se ver pessoas no local, as ruas estão totalmente desertas só uma densa neblina cobria o lugar. Boa parte das casas e prédios em suas portas e janelas havia estacas e madeiras pregados, dando a perceber que a entrada é proibida ou uma forma de proteção. Ao longe no centro da cidade um imenso prédio chama muito a atenção dos jovens, por cima dele uma grande nuvem preta se forma em formato de redemoinho, relâmpagos é formado a todo instante. A iluminação da cidade ainda funciona, alguns dos postes de luz estavam quebrados outros tinha a sua lâmpada que piscam, pela fraca energia. Por sorte os cinco jovens não ficaram na escuridão da noite.

    “Que lugar é esse? Não existe carros e eletricidade na idade média, estamos no lugar errado”. – Disse o Mago preocupado com a situação.

    “Temos que descobrir nos mesmos onde realmente estamos, espero que não seja um lugar

    ruim”. – Disse o Cavaleiro, tentando acalmar o grupo.

    “Como esse lugar pode não ser ruim? Olhe só para o estado desse lugar. Sabia que seria uma má ideia usar a máquina do professor”. – Se irritou a Ladra.

    “De qualquer forma temos que descobrir como esse jogo funciona”. – Sugeriu a Arqueira.

    “E o que estamos esperando? Vamos logo descobrir”. – Disse o Bárbaro, já entrando na cidade.

    Ao entrarem na cidade começa a tocar uma música frenética no fundo, como em qualquer jogo a ser iniciado, que por sinal é muito boa e acabou deixando o Bárbaro empolgado com o jogo ele sabia muito bem qual tipo de jogo eles estão, mas antes de falar para os seus companheiros ele precisa confirmar a sua hipótese, até que um grupo de pessoas vieram ao encontro dos jovens. Um deles, tinha o cabelo longo que tapava os olhos e anda curvado, seu estilo de roupa lembra um Roqueiro das antigas, logo atrás dele vinha outro, esse parecia com um Segurança de uma festa noturna, possuía corte de cabelo bastante famoso entre as pessoas negras nos anos 80, na lateral era todo raspado deixando apenas a parte de cima da cabeça com cabelo, ele usa óculos escuros e uma faixa amarrado em seu braço direito, o último era um Punk, ele tinha um cabelo moicano espetado para cima, boa parte de rua roupa está rasgada.

    No instante que a gangue aparece, o Bárbaro vai ao encontro do Roqueiro, e começa o seu ataque, acertando o seu taco de hockey com uma sequência de golpes, até que o Roqueiro cai ao chão, o Bárbaro tenta bater no inimigo enquanto ele está caído mas o sistema do jogo não permitia, logo depois de alguns segundos o corpo do Roqueiro começa a piscar e some e um placar de pontos é adicionado para o Bárbaro, nesse instante os olhos dos jovens são voltados para uma barra amarela de vida sobre as suas cabeças, havia outras informações perto da barra mas os jovens não puderam observar por muito tempo, a gangue se aproxima cada vez mais. Restando 2 inimigos o Cavaleiro entra para a luta usando a sua tampa de lixo como escudo, com esse item ele defendia o máximo que podia para não levar dano, como arma ele leva um taco de basebol e nos momentos em que o Punk estava distraído ele também acerta uma sequência de golpes que também não podia continuar o combo quando o inimigo ia ao chão, a luta não havia acabado o Punk se levanta mas acaba caindo novamente. Por último sobrou o Segurança, que parecia ser mais resistente e mais esperto que os seus companheiros, mas essa foi apenas uma impressão, logo o Bárbaro fez as mesmas sequências feita no Roqueiro, mas durante toda a ação o Bárbaro segura o Segurança e o arremessa, pondo um fim a batalha.

    “Estamos em um beat n’ up, para a minha sorte joguei muitos jogos assim. ” – Confirmou o Bárbaro.

    “Estranho era para a gente estar em um RPG medieval, me lembro bem de ter selecionado o jogo certo na máquina do professor. ” – Disse o Cavaleiro tentando achar o motivo de estarem ali.

    “Talvez alguém mudou antes de chegarmos aqui sem a gente perceber. ” - Sugeriu o Mago

    “Só tinha nos na garagem do professor e seu gato, um gato não poderia colocar a gente nesse problema. ” – Disse o Cavaleiro.

    (Uma ilustração irá mostrar um gato mudando de jogo)

    “Argh! Do que adianta achar o culpado, agora estamos em um jogo totalmente chato e repetitivo que não faz sucesso nos dias atuais. ” – Retrucou a Ladra. “Mas pelo menos eu vou divertir batendo em alguém. ” – Terminou socando a palma da mão com um leve sorriso no rosto.

    “Mas como eu faço as ações nesse jogo? Eu tentei ajudar nessa luta, só pude ficar observando. ” – Perguntou a Arqueira.

    “Eu apenas tentei movimentar o meu corpo, mas senti que os meus movimentos fossem limitados, como em um loop infinito de combos”. – Explicou o Bárbaro.

    “Então só podemos fazer os mesmos movimentos? Interessante muito interessante. ” - Disse o Mago

    “Mas á uma coisa que me preocupa no contador de vidas aparece apenas 1, quer dizer que se morrermos é game over certo? O que que acontece com a gente depois disso?” – Perguntou a Arqueira.

    Nesse instante todos ficam quietos olhando para o chão sem saber o que falar a tensão e dúvida toma conta da situação.

    “Vamos ir até o fim igual as nossas partidas de RPG de mesa na garagem do Professor! Eu sei que tem um risco, mas precisamos procurar um jeito de sair, vamos procurar um NPC que nos possa ajudar. Também deve existir uma boa história nesse jogo que pode valer a nossa atenção, e tornaremos heróis desse lugar. ” – Disse o Cavaleiro terminando a frase com uma pose de super herói.

    Todos olham para o Cavaleiro e começaram a rir, a tensão que tinha entre eles foi diminuindo.

    “Você anda lendo muitas histórias em quadrinhos cara. Tenho certeza que o meu irmão vai fazer contato com gente, até lá vamos trabalhar em equipe. ” – Disse o Bárbaro, dando um tapa nas costas do Cavaleiro.

    Todos os jovens agora estão mais confiantes e entraram cada vez mais na cidade, só tem um caminho que eles podiam seguir, uma rua com várias construções por perto, como lojas a maioria com portas e vitrines arrombadas. Os 5 jovens passam em frente de uma cafeteria onde eles foram surpreendidos, os inimigos atravessam a vitrine e começam a atacar, rapidamente o Bárbaro e Cavaleiro fazem os mesmos movimentos na luta anterior e graças a explicação do Bárbaro. A Arqueira e a Ladra entra na luta, mas algo sai errado na batalha, sem querer o Cavaleiro acerta a Ladra e sua barra de vida diminui.

    “O que você está fazendo? Agora deixa eu tirar um pouco da sua vida para ficar igual a minha! ” – Disse a Ladra, indo em direção ao Cavaleiro.

    “Me desculpe, não foi por querer aconteceu por que você estava perto demais. ” – Disse o Cavaleiro tentando explicar.

    “Isso sempre acontece no começo, é só cada um lutar contra um NPC e os outros tentam pegar outro, mas mantendo distância. ” – Disse o Bárbaro.

    O Mago deixa o seu medo de lado e tenta ajudar os seus companheiros usando sua vassoura para atacar, parte dela á um circuito que permite emitir choque elétricos que paralisa o inimigos por alguns segundos. A Arqueira usa o seu arco para causar danos atirando nos inimigos com as suas flechas, ela não carrega uma aljava suas flechas saem diretamente do arco como um feixe de luz que pode ser carregado por alguns segundos para causar mais danos. Já a Ladra carrega um estilete como faca e um lock pick (ferramenta utilizada para abrir fechaduras de portas), dentre os jovens ela tem a melhor agilidade seus combos são rápidos e precisos. Aquele que tem muita força é o Bárbaro, além de ser forte ele pode carregar o inimigo e lança-lo, mas por ser muito forte é lento para andar. O mais equilibrado em força e agilidade é o Cavaleiro, ele é o único que pode defender dos ataques recebidos, por conta de sua tampa de lixo como escudo, mas ele só pode defender um lado de seu corpo a outra parte fica exposta a ataques.

    Avançando ainda mais os jovens entra em um galpão abandonado e mais inimigos vem para lutar, novamente Roqueiro, Segurança e o Punk, por conta da limitação gráfica o jogo não podia gerar inimigos diferentes a cada luta. A vida do Mago está quase na metade e os outros perderam um pouco de sua vida e para recuperar foi encontrado maçãs em latas de lixo e cabines de telefone, o grupo decide deixar tudo para o Mago que recupera um pouco de sua vida.

    Chegando ao fundo do galpão aparece uma pessoa diferente dos inimigos, ele é enorme seu corpo é todo malhado, sua cara está escondida por um saco de papel com um rosto desenhado e um par de chifres saia de sua cabeça, suas roupas eram bem comuns estava usando uma camiseta, short e tênis, sua aparência lembra um cosplay mal feito de Minotauro, ao seu lado está Roqueiro, Segurança e Punk que carregam caixotes de madeira junto com a pessoa misteriosa. Quando os jovens avistam o inimigo eles se preparam para a luta, e uma grande barra de vida com o nome Manotauro aparece por cima do ser que era diferente dos inimigos comuns, já estava bem claro que ele é o boss daquela fase, de repente Manotauro começa a rugir e vai para cima dos jovens os inimigos comuns larga as caixas e também começa a atacar. Os cinco jovens tentam a todo custo derrotar os inimigos mais fracos e deixar o boss para depois, essa foi a primeira estratégia para vencer a luta com isso os jovens podem observar melhor os movimentos do Manotauro e explorar o seu ponto franco. Com o plano em prática a Ladra começa o seu ataque em um dos inimigos, mas algo inusitado acontece Manotauro percebe o ataque sendo causado por um de seus aliados corre em direção a Ladra com a cabeça apontada para frente a fim de perfurá-la com os seus chifres, o seu ataque foi o suficiente para tirar ¼ da barra de vida da Ladra.

    “Vamos continuar batendo nos inimigos fracos. ” – Sugeriu o Cavaleiro.

    “Você só pode estar de brincadeira, você não viu o que acabou de acontecer comigo! ” – Disse a Ladra intrigada com a ideia do Cavaleiro.

    “Você não entendeu, deixe me explicar huhuhu. Vamos usar os inimigos fracos para chamar a atenção do Manotauro para ele ir em nossa direção, mas precisamos escapar do seu ataque para que ele atinja o inimigo fraco. ” – Explicou o Mago enquanto arrumava os óculos.

    “Ok agora eu estou gostando. ” – Disse a Ladra pronta para a briga.

    Os jovens seguem o plano do Cavaleiro até que não sobrar nenhum inimigo na tela, ficando apenas Manotauro que começa a correr de um lado para o outro com a sua cabeça apontada para frente que depois de algum tempo seu cansaço impedia de correr e fica parado para recuperar o fôlego, esse é o seu ponto fraco enquanto ele descansa os jovens atacam e aos poucos sua vida diminuí, logo depois de levar dano ele se recupera de seu cansaço e acerta a Arqueira com um soco e novamente começa a correr, esse era o seu padrão e com o passar da luta os jovens ficam mais esperto e esquivam de seus chifres e atacam quando pode, para recuperar a vida uma das caixas deixadas no chão havia um frango frito, dessa vez a Arqueira e a Ladra precisaram se recuperar.

    Depois de causar bastante dano em Manotauro, sua barra de vida estava quase acabando, para a surpresa de todo mundo um míssil atinge o local a vida de Manotauro chega ao fim, a primeira fase havia se terminado com os últimos suspiros do primeiro boss. Uma forte fumaça domina o lugar e aos poucos se dissipa e revela uma silhueta de um carro que está bem próximo, curiosos com a situação os jovens vão ao encontro do carro e vê uma Mulher ao lado de uma Kombi modificada para um provável apocalipse zumbi. A Mulher segura uma espécie de bazuca que está apoiado em seus ombros, sua expressão nesse momento é bem séria seus olhos está voltado para os jovens, ela anda em direção aos jovens e pergunta.

    “Vou perguntar só uma vez vocês fazem parte da gangue Bad Gear? ” – Disse a Mulher misteriosa enquanto apontava a sua bazuca em direção aos jovens.

    “Bad Gear? Deve haver algum engano acabamos de chegar na cidade e fomos atacados. ”

    – Disse o Cavaleiro tentando se explicar.

    A Mulher misteriosa encara os jovens por um tempo com a sua bazuca e fala.

    “Parece que você está falando a verdade nunca vi clones como vocês. ”

    “Clones? Quer dizer que eles são clones? ” – Perguntou o Mago.

    “Sim, eles são clones menos o grandão com o saco de papel na cabeça. ”

    Ela enfinca sua bazuca no chão que tem um lâmina em sua lateral.

    “Ah me desculpem ainda bem que eu perguntei antes de atirar, me chamo Maureen e vocês quem são? ”

    Nesse momento surge uma tela onde os jovens digitam o seu nome

    Cavaleiro – Kurt

    Arqueira – Arlet

    Bárbaro – Buster

    Ladra – Lenna

    Mago – Melvin

    “É melhor a gente ir antes que a Bad Gear volte, tem um esconderijo bem perto daqui vocês querem ir comigo? ”

    “Seria ótimo não temos para onde ir. ” – Disse o Cavaleiro Kurt.

    O grupo entra na Kombi e partem deixando o galpão.

    “O que você foi fazer naquele galpão? ” - Pergunta Kurt.

    "Estava atrás de suprimentos médicos e munição, o prefeito da cidade não está nada bem."

    O grupo parte do local em direção ao esconderijo, enquanto isso bem perto do galpão uma

    pessoa avista a Kombi deixando o lugar.

    "Manotauro foi derrotado, devo seguir até o esconderijo da resistência?" - Perguntou a pessoa misteriosa falando para um comunicador em sua mão.

    "Siga e acabe com eles não aceito falhas!" - Respondeu a outra pessoa pelo comunicador

    Double Dragon

    Platform: Arcade
    278 Players
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    26
  • danielgfm DoomGuy
    2018-02-19 08:41:39 -0300 Thumb picture
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    O grande problema da leitura superficial.

    Medium 3602824 featured image

    É que a inclusão digital não inclui pessoas que tenham a capacidade técnica de ler um texto, quiçá, um artigo. Estas mesmas baseiam-se completamente no título que veem num Twitter, num Facebook, num Zap da vida, e acham que estão completamente corretas.

    Uma das grandes lições que eu tive nesta vida até hoje é que, antes de dar uma opinião sobre um determinado assunto, é de bom tom conhecer o assunto em questão. Ler a matéria, apesar de ser algo sofrido para a geração da voracidade da informação - lembrando que quantidade não é qualidade - faz com que o leitor tenha controle sobre a opinião na qual vai soltar.

    Pena que isto não acontece. Quantas informações erradas ou que tem ausência de qualidade de fonte são repassadas por aí ao ponto de virarem fake news? Quantos sites promovem este tipo de situação? Seja isto em qual área for. Com um pequeno senso crítico - cada vez mais em falta nas pessoas - ou sempre esteve em falta e com a Internet isto se tornou mais crítico -, dá para separar o joio do trigo de tudo aquilo que recebemos, lembrem-se, quantidade não é igual a qualidade.

    Quantas e quantas vezes já não vi pessoas por aí vociferando sobre o filme do Pantera Negra, o exemplo mais recente, sobre questão de representatividade, lacração e coisas do tipo, sendo que o filme é tudo, menos isso? Tem um artigo que eu li sobre o filme, teoricamente, que o título é um baita de um clickbait: "Querida pessoa branca, “Pantera Negra” não foi feito pra você", a pessoa que fez o artigo não pegou a essência do filme e este mesmo título só cria uma reação inversa a lacração, principalmente em países com um nível de mimimi acima do normal como o Brasil.

    Claro que não podemos cobrar senso crítico de pessoas que nunca o tiveram e que com a Internet, o impacto com uma realidade muito maior do que a dela deixa esta - e muitas outras pessoas - extremamente confusas na forma de se relacionar com o mundo ao ponto que acontece aquilo que eu disse ontem:

    Se ter opinião é ser Hater...

    Eu sou hater de um bocado de coisa. Prefiro ser assim, do que não ter opinião a respeito e "gostar" de tudo.

    Literalmente não me vejo sendo uma pessoa que vê um produto sendo lançado, cheio de falhas - ou não, com muita gente aplaudindo - nesta banana tem espinha -, todo mundo elogiando - por que será? - e quando recebe o produto ninguém fala nada - ou porque simplesmente não abriu e experimentou ou porque não tem senso crítico para dar uma análise sobre o mesmo ou não quer ferir os sentimentos de quem criou.

    No momento que você coloca em prática a sua crítica, seja ela positiva ou negativa, tudo o que quer alcançar é uma forma de transmitir ao criador do serviço, produto ou obra algo que poderia ser melhorado de forma X, Y ou Z, mas, assim como é com as matérias sejam digitadas e postas num blog, sejam estas nos jornais, sejam estas feitas em vídeo, se faz necessário assistir ou ler e, PRINCIPALMENTE, entender sobre o assunto. E, neste caso, entender sobre o assunto não significa ser expert do mesmo, mas compreender o que está na matéria para se ter uma opinião com base nalgum conhecimento que você tenha em vida.

    Achismo é bem interessante, como um todo, principalmente se você é um leigo, mas é bom ter cuidado para não falar abobrinha e passar informação errada para meio mundo de pessoas ao seu redor. Tenha uma certeza, uma convicção e talhe a sua opinião sobre o assunto, seja esta certa, seja esta errada.

    E aí, quais textos você passou do título hoje?

    26
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      zefie · about 1 year ago · 4 pontos

      Eu quase sempre passo do título, só não passo quando o título é muito forçado (sensacionalista,
      tentando iniciar com polêmica e outras formas de prender a atenção de um jeito desonesto) porque aí eu perco completamente o interesse pela matéria ou artigo.
      Tanto aquele link dos irmãos "que vão ter um filho, mas não é o que você tá pensando" quanto o do "gente branca, 'Pantera Negra' não é pra vocês" eu nem me daria ao trabalho de abrir o link pra ver do que se trata. Não dou meu clique pra gente que usa esse tipo de artifício. Aqueles posts "de tiozão de Facebook" com título "o que acontece a seguir é inacreditável" eu gostaria muito que existisse uma forma de bloquear completamente...

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      gradash · over 1 year ago · 3 pontos

      Na realidade não é pessoa que só leem o título, a merda que anda rolando atualmente é muito causado pelo Facebook, pra começar ele tem a merda do código que se adapta a pessoa, isso por si só é TERRÍVEL pois faz a pessoa ficar presa em uma bolha já que ele só te mostra o que você gosta e vai fazendo você ficar cada vez mais e mais extremista e ai quando se depara com alguém que discorda de você, isto é um choque e com isto vem a violência.

      Do outro lado o próprio Facebook só mostra o título quando você coloca um artigo nele com um link, como tem um bando de imbecis que acha que internet é o Facebook, ela não clica no link e por fim só leu o título que é o que o Facebook mostra.

      Eu cometi Facebooksídio faz um bom tempo e não me arrependo.

      1 reply
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      darlanfagundes · over 1 year ago · 2 pontos

      Eu sempre passo do título.... mas geralmente me debato com cada 'argumentação' que até me assusta.... Vc por exemplo, poderia explicar duas coisas que quero achar que não entendi em seu texto??? 'Quantas e quantas vezes já não vi pessoas por aí vociferando sobre o filme do Pantera Negra, o exemplo mais recente, sobre questão de representatividade, lacração e coisas do tipo, sendo que o filme é tudo, menos isso? ' E então vc cita um texto afirmando que seu titulo é um clickbait....fui no texto e ele trata justamente de representatividade, empoderamento, reparação.... aliás o próprio título desse texto é uma referência a série Queridas pessoas brancas, que recomendo todo mundo a assistir sempre... eu queria entender o que vc quis dizer com 'clickbait' e pq 'o filme do Pantera Negra é tudo menos isso'...

      A segunda coisa que fico intrigado em seu texto é a frase 'países com um nível de mimimi acima do normal como o Brasil.' Mimimi quer dizer o que em sua concepção?!

      5 replies
  • 2018-02-21 09:50:08 -0300 Thumb picture
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    Arcade Awards de 1982

    Medium 3603464 featured image

    Na segunda edição da revista, de março de 1982, a Electronic Games homenageia os melhores dos anos 1980 e 1981.

    -----------------------------Jogo do ano---------------------------------------------

    Asteroids [Atari VCS]:

    O clássico dos Arcades recebe um porte para a plataforma do mais alto nível, com cores novas e mecânicas iguais ao original.

    -----------------------------Jogo mais inovador------------------------------------

    Quest for the Rings [Odyssey²]:

    O maior jogo de aventura já criado para um console. Utilizando o teclado alfanumérico para criar combates e estratégias mais elaboradas.

    -----------------------------Melhor jogo competitivo-----------------------------

    Tennis [Atari VCS]:

    Voltando as bases do jogo de tênis, a Activision cria um game simples, mas super divertido e cheio de ação. É o melhor para se jogar contra a máquina ou um colega.

    -----------------------------Melhor jogo para 1 jogador--------------------------

    Missile Command [Atari VCS]:

    Outro porte de um Arcade da Atari para a sua plataforma doméstica. A qualidade do jogo ficou impecável, com todas as mecânicas implementadas e visual lindíssimo.

    -----------------------------Melhor jogo de ficção científica---------------------

    UFO [Odyssey²]:

    Um dos jogos de nave mais empolgantes do Odyssey². Bastante ação, tiros e explosões para todos os lados, onde nossa missão é destruir os 3 objetos não identificados no espaço escuro.

    -----------------------------Melhor jogo de esporte------------------------------

    Auto Racing [Intellivision]:

    O Intellivision possui os jogos voltados mais para o esporte, então era evidente que ganharia mais uma vez o prêmio de melhor esporte. Com um jogo de corrida fenomenal, colorido e com a tela andando junto com os jogadores.

    -----------------------------Melhor variante de Pong-----------------------------

    Warlords [Atari VCS]:

    O porte de um dos jogos mais divertidos de 1980 não poderia ficar de fora. Devemos controlar escudos a fim de defender nosso castelo de uma terrível bola de fogo.

    -----------------------------Melhor efeito audiovisual---------------------------

    Kaboom! [Atari VCS]:

    O console é realmente fascinante. Mesmo com um hardware mais fraco que seus concorrentes, ele conseguiu produzir uma figura humana com perfeição, bombas detalhadas e efeito sonoros precisos, dada a velocidade que o jogo possui.

     A nova premiação agora tem uma área exclusiva para jogos de computadores.

    -----------------------------Jogo do ano---------------------------------------------

    Star Riders [Atari 400/800]:

    Um jogo que demonstra a potência dos computadores pessoais, mesclando um visual lindíssimo, com combate espacial em primeira pessoa, junto com um jogo de estratégia, onde devemos estar atento na posição dos inimigos.

    -----------------------------Melhor jogo de ação----------------------------------

    Jawbreaker [Atari 400/800]:

    Um clone de Pac-Man extremamente bem feito. Controlamos uma boca cheio de dentes que deve percorrer o labirinto, comendo balas duras e fugindo da criançada.

    -----------------------------Melhor jogo Adventure------------------------------

    Empire of the Over-Mind [Apple II]:

    Aparentemente, parece um Adventure de texto comum, mas ele possui uma história sensacional, onde guiamos o herói pelas trilhas e resolvemos puzzles de mais fácil acesso.

    -----------------------------Melhor jogo de esporte------------------------------

    Computer Baseball [Apple II]:

    E os computadores pessoais também são capazes de rodar jogos de esporte, principalmente os mais complexos. Podemos montar nosso time, criar campeonatos e jogar as partidas usando comandos de texto.

    -----------------------------Melhor jogo para Arcade----------------------------

    Pac-Man

    E quem leva o prêmio de melhor jogo de Arcade vai para o simpático e sucesso Pac-Man. Fugindo completamente dos tradicionais jogos de tiro, controlamos uma bolinha amarelo em meio a um labirinto e que deve comer todos os pontinhos, escapando dos fantasmas.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    42
  • 2018-02-21 00:10:02 -0300 Thumb picture
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    Coração Flamejante...Alma Congelante

    Medium 3603301 featured image

    Eaeeee pessoal, tudo bem com vocês? Como de praxe, trazemos mais uma lore sobre o universo Dark Souls, mas antes de tudo, gostaríamos de agradecer o constante apoio de vocês, comentando, compartilhando e seguindo nossos trabalhos ^^. Mas sem mais delongas, bora começar essa lore.

    Há muitas e muitas eras atrás, uma força avassaladora fora criada com intuito de prolongar a era abençoada, substituindo o alicerce primordial do mundo, a quase extinta Primeira Chama. Porém a criadora dessa força que também era ligada diretamente a primeira chama, perdeu o controle desse poder, resultando na origem uma raça abominável, Os Demônios. Lost Izalith fora palco desse ato cataclísmico, tomado pelo poder das Chamas do Caos e sua prole amaldiçoada, mas isso fora a muito tempo, ninguém mais se lembra ao certo dessa época, sobrando somente fragmentos de uma história quase esquecida, porém o poder do Caos permanece vivido, consumindo tudo a sua volta.

                                                               Que frio é esse?

    Eleum Loyce, uma província gélida, envolta por diversas cadeias de montanhas do mais puro marfim, localizada bem ao norte do continente. Não se sabe por quem, mas as gigantescas muralhas feita de alvenaria, foram construídas como uma linha de defesa contra um poder ancestral e das coisas que de lá nasciam, Old Chaos como nós atualmente conhecemos se encontra exatamente no subterrâneo dessa região, mas cada dia que se passava, a fúria das chamas aumentava, sendo demais para aqueles que viviam na região poderes confrontar. Foi nessa época que um certo homem vindo de uma cidade chamada Forossa, lar dos maiores cavaleiros que se tem mencionado em DS II, utilizou o poder de sua própria alma para conter o Chaos. Tempos depois viera se tornar rei daquelas terras, proclamando o título de Ivory King.

    O monarca de Eleum Loyce, construiu uma belíssima cidade dentro dos limites das muralhas e no centro dessa arquitetura a Grande Catedral, local estrategicamente escolhida para vigiar e apaziguar seu maior inimigo. Junto dessa empreitada, Ivory King contava com poder de suas fiéis sacerdotisas do reino e não menos importante, Alsanna Oráculo Silencioso.

                                                     Eitaaa maluko fodaaaaaaaa.

    Do seu trono, Rei de Marfim mantinha a prosperidade de seu povo, enquanto alimentava constantemente as chamas com a força de sua alma. Mas ao passar dos anos seu incrível vigor acabou por ser drenado, colocando mais uma vez sua terra a um perigo iminente, só havia uma coisa a se fazer, um ato nobre que poucos em sua posição ousaria pensar. O Rei traçou um plano extremamente meticuloso, primeiro deixou a tutela de seu reino em nome de Alsanna, sua pequena protegida, com o Tigre branco Aava fazendo guarda. Depois usando ao seu favor a fidelidade e o amor que sua tropa nutria pelo mesmo, marchou com seu exército de Loyce para as profundezas do Chaos.

    Seus corpos e suas vidas foram usadas como catalisadores para conter a fome devastadora das chamas diabólicas, com suas essências prezas eternamente em um inferno inebriante. Mas no fundo, aguardavam que um ser pode-se lhes conceder um descanso merecido.

                                                           A dor do Oráculo

    Alsanna se via sozinha na Grande Catedral, rezando constantemente pelas almas dos corajosos heróis e por seu senhor. A delicada donzela, uma criatura formada pelo medo de seu antigo pai Manus, encontrou na gentileza de Marfim, seu próprio lugar no mundo e a proteção de tanto ansiava. Algo bem diferente de suas irmãs, o Oráculo teve seu coração mudado por causa do rei e em seu diálogo dá a entender que havia despertado um certo amor ou respeito pelo monarca das geleiras.

    Meu querido senhor, um rei muito verdadeiro.

    Foi com sua alma magnífica

    que ele construiu Eleum Loyce ...

    ... e continha a propagação do Caos.

    Mas o Caos não seria saciado,

    e o Rei deu sua própria alma.

    Mas um fio de esperança surgiu quando Bearer derrotou Aava e adentrou em seus aposentos, Alsanna confiou ao forasteiro a tarefa de dar o devido descanso ao seu antigo senhor. Junto com os 4 Loyce Knight que permaneceram na guarda do reino, uma incrível batalha foi travada, resultando na recuperação da Coroa perdida e das almas atormentadas pelo fogo.

                                   Diferente das suas irmãs, essa parece um anjo.

                                                                     A Origem 

    Ivory King é originado do reino de Forossa, uma nação conhecida pelos antigos Lion Knight, com suas armaduras abençoadas pela proteção do deus da guerra Faraan. Quando a nação se desfez por completo, alguns viajaram por planícies buscando desafios, outros viraram adepto a atos mercenários, já o marfim buscou o poder da coroa em companhia do sábio Azal, também de Forossa.

    Como é descrito nas coroas dos antigos reis, seus nomes foram esquecidos ao passar das eras, porém o rei das terras gélidas, pode fugir a regra. Na descrição da espada “Ivory Straight Sword”, a mesma alega ter pertencido a Sir Fabbian, um cavaleiro que liderou o exército de Loyce até as profundezas do Chaos. O mais interessante é que ela só pode ser forjada com base na alma de Aava, o próprio mascote do rei, então é possível dizer que esse tal cavaleiro foi ou faz uma referência a identidade do antigo monarca, mas claro não passa de uma teoria.

    Bem pessoal, chegamos ao final de mais uma lore, esperamos que tenham gostado dessa Chronica nas terras congelantes de Eleum Loyce, os Sentinelas Azuis agradecem o vosso apoio, até a próxima.

    Autor: @hizaki

    Revisão: Equipe@sentinelas_azuis

    Dark Souls II: Scholar of the First Sin

    Platform: Playstation 4
    388 Players
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    40
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      jhonatasantos · about 1 year ago · 2 pontos

      Com certeza adorei a história. Meus parabéns e obrigado pela postagem.

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      hizaki · about 1 year ago · 1 ponto

      Melhor que a gente brisa umas 500 vezes antes de começar a escrever ksksksksksksksksks

  • 2018-02-15 08:45:15 -0200 Thumb picture
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    #45 - Tempest [Arcade] 1981

     Mais uma vez, a Atari nos trás um jogo bem diferente e inovador. Aqui, controlamos um nave em forma de garra que pode percorrer as extremidades de uma estrutura 3D vetorial e atirar contra os inimigos que vem do fundo. O jogo foi um dos primeiros a utilizar gráficos vetoriais coloridos e também um dos primeiros a ter a possibilidade de escolher o nível que se deseja iniciar a partida. Após destruir todos os inimigos da tela e conseguir desviar dos mais variados perigos que vem ao seu encontro, você faz a transição para a próxima tela. São 16 telas que vão se repetindo sempre com uma dificuldade maior.

     - Temos aqui um belo exemplo de jogo balanceado de Arcade. Ele não apenas te permite escolher o nível que quer começar, mas também te faz querer ir ainda mais longe a cada partida para ver as novas telas. O gráfico do jogo pode não agradar, por se tratar de um tema tão abstrato, mas jogar o game é muito bom. Nossa nave é muito rápido, que ajuda a desviar dos projéteis e inimigos, mas atrapalha na hora da precisão. O mais difícil do jogo é estar sempre em movimento para desviar de um inimigo que te prende. Ao passar de cada fase, temos que ficar atento aos espinhos que pode atrapalhar a transição. O som e as animações dão show, dando uma sensação futurista e psicodélica.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

    Tempest

    Platform: Arcade
    5 Players

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      lgd · over 1 year ago · 2 pontos

      Mais um que nunca havia visto.

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      manoelnsn · over 1 year ago · 2 pontos

      Não conhecia também, jogo bem interessante!

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      porlock · over 1 year ago · 2 pontos

      interessante mesmo... tb nao conhecia esse.

      1 reply
  • 2018-02-09 09:39:39 -0200 Thumb picture
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    Os computadores dos anos 70

    Medium 3599600 featured image

    Já sabemos que os primeiros computadores da história eram mainframes gigantescos que ocupavam andares inteiros de prédios para fazer apenas cálculos matemáticos mais rápido. Os primeiros jogos eletrônicos surgiram nessas máquinas, que ainda tinham grande força até a metade dos anos 70. Os jogos e as máquinas presentes nessa época já foi explorado aqui na persona, então vamos nos focar nos computadores domésticos, que tiveram início em 1950, com o Simon. Ele ainda utilizava tecnologia de cartões perfurados e não possuía tela. Nesta época, os poucos que se aventuravam neste mundo, criava computadores para uso próprio.

      Em 1957, a IBM entra nesse mundo e cria um dos primeiros computadores a ter um teclado, o IBM 610. Em 1965, a Olivetti cria o primeiro computador programável comercial da história, o Programma 101, onde fazia a aritmética básica e podia gravar os programas em cartões. Entre 1965 e 1969, O grupo soviético de Victor Glushkov criam a série MIR, computadores pessoais com alto grau de sofisticação. Eles poderia ser acoplado a um monitor e permitia programar direto em fitas magnéticas, como os mainframes faziam naquela época. Inclusive, o MIR-2 já era capaz de renderizar polígonos e linhas e vinha com uma caneta especial que permitia fazer desenhos na tela.

     O Datapoint 2200 da CTC surgiu em 1970 e foi um dos primeiros a vir com monitor integrado. Em 1973, a empresa Xerox cria o primeiro computador com sistema operacional baseado em interface gráfica, o Xerox Alto. Foi o primeiro também a vir com um mouse, para permitir a interação com o sistema. A IBM não fica pra trás e lança um dos primeiros computadores “portáteis”, com tela e leitor de fitas integrados, o IBM 5100 de 1975. No mesmo ano, surge uma alternativa mais barata e se torna o primeiro grande sucesso de mercado, o Altair 8800 da MITS. O primeiro Apple chega no ano seguinte, mas como tinha um design bem rústico e vinha de uma empresa desconhecida, o sucesso foi moderado.

     A disputa mesmo começa em 1977 com a chegada do Apple II, o Commodore PET, sendo o primeiro computador com interface colorida e o TRS-80 como a opção mais barata do mercado. A cada trimestre surgia um computador novo, mas nenhum chegava próximo ao sucesso dessa tríade. Em 1979, O Sharp MZ é sucesso no Japão e Europa, pois vinha equipado com o poderoso Z80. No mesmo ano, a Apple lança o upgrade Apple II Plus, com melhorias em sua memória, processador e capacidade de armazenamento. E no mesmo ano, a Atari inicia a sua série de computadores 8-bit, o Atari 400 e 800, cheio de entradas padrão para os mais diversos periféricos, inclusive, os joysticks do Atari VCS.

    @andre_andricopoulos, @filipessoa, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @velhoretrogamer, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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  • 2018-02-11 16:02:58 -0200 Thumb picture
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    Old Wolf of Farron

    Medium 3600305 featured image

    Praise the Sun!!! Caros Ashes One e que seguem o Caminho Azul, nós Sentinelas Azuis, vamos fazer nosso trabalho para auxiliar sua jornada e impedir Dark Spirit atrapalhe seu caminho. Trago para vocês uma Lore que terão gosto de ler, pois foi um trabalho difícil e pesquisas e mais pesquisas para conseguir passar tudo nesta Lore, e que é de nosso mais carismático NPC/Boss em Dark Souls.Em resumo, esta Lore busca a junção pelos dois games da série: Dark Souls Prepare To Die e Dark Souls III.Apreciem a leitura...

    O Lobo de Farron é o Sif. Os Abyss Watchers trabalham sob o comando de Sif, fazendo aquilo que o Sif sempre fez em Dark Souls : impedir que o Abismo volte ao mundo.

    Em Dark Souls, nós encontramos a Covenant chamada de Forest Hunters, liderada pela gata Alvina. Em um certo momento a Alvina mente para o Chosen dizendo que "não existe nenhum túmulo do Artórias na floresta e que isso aí é tudo lenda". Com esta mentira a Alvina estava na verdade tentando proteger o Sif, que certamente era um protegido da covenant, a qual era especializada em proteger a natureza daquela região, o que incluía o lobo. Porém mesmo assim nós matamos o Sif em Dark Souls.

    Darkroot Garden é o mesmo lugar que Oolacile, isto é revelado na DLC do Artorias. Oolacile foi um lugar tomado pelo Abismo e em um certo momento Artorias entrou lá com seu lobo Sif para tentar lutar contra o Abismo. Neste processo Artorias acabou sendo derrotado e o pobre Sif continuou sozinho até o dia em que nós o matamos. Proteger o avanço do abismo era a missão da dupla, porém com seu dono morto, Sif se viu sozinho como encarregado deste dever, então por isto ele vigia dia e noite o túmulo do Artorias para impedir que qualquer um pegue o anel do seu antigo dono que dá a quem usa a habilidade de andar no abismo. Na cabeça do lobo, impedir que alguém entre lá na escuridão do abismo é a melhor forma de não deixar com que a escuridão volte para a terra assim como foi no passado em Oolacile.

    O Chosen mata o Sif e no fim não sobra ninguém para vigiar o Abismo. Porém o lobo tinha aliados, estes aliados eram os membros da Forest Hunters. Alvina e seus amigos conseguiram de alguma forma manter o sangue do Sif circulando em seu corpo. O lobo em essência estava morto, pois sua alma foi tomada pelo Chosen, porém seu corpo continuou em uma espécie de sobrevida hollow.

    Anos se passaram e o Sif, agora um lobo fisicamente morto passou a usar o poder do seu sangue para formar um exército de undeads para vigiar o abismo, os Abyss Watchers. Tanto tempo passou que as pessoas até esqueceram seu nome e passaram apenas a chamá-lo de "O Lobo de Farron", da mesma forma que esqueceram o nome do Artorias e a sua armadura é chamada apenas de "Armadura do Guerreiro lupino" (lupino de lobo).

    Este exército tinha uma única ordem: encontrar qualquer foco de abismo e exterminar ele. O lobo não tinha mais alma, porém seu sangue vivia uma vida própria graças à magia feita pelos Forest Hunters e esta vontade própria do seu sangue era capaz de comandar todo o exército, então segundo as ordens do lobo, foi construída a Fortaleza de Farrom no mesmo local onde o Abismo apareceu pela primeira vez, em Oolacile, e de lá os Abyss Watchers passaram a fazer incursões em todos os locais do mundo, procurando focos do Abismo e matando todos que tivessem no caminho a fim de destruir esse foco. Todos os soldados do exército dividiam uma única alma, comandada pelo lobo. Cidades caíram nas mãos dos Abyss Watchers, várias vidas foram ceifadas e várias almas foram capturadas pelos undeads, fortalecendo cada vez mais a alma compartilhada deles. Foram tantas almas que ficaram fortes ao ponto de a sua alma única ter força suficiente para linkar a primeira chama e se tornarem um lorde das cinzas.

    Em um certo período Lorde Wolnir, um rei ganancioso se interessou em usar o poder do Abismo para ganhar mais poder, este rei então foi subjugado pelos Abyss Watchers e foi preso na taça em formato de crânio e mais uma vez o abismo foi selado.

    Porém o pior aconteceu. Os próprios Abyss Watchers foram tocados pelo abismo.Então temendo o pior, o lobo comandou que todo o exército se trancasse numa sala e foi então que começou a auto-matança. Cada soldado olhava o outro e via a marca do Abismo, e isso já era o suficiente para um atacar o outro (por isso que os Abyss Watchers ficam um matando o outro). Porém eles são undeads e assim que morrem, eles voltam, e quando voltam, continuam lutando em um eterno ciclo de luta, morte e ressurreição. Como todos eles tem uma única alma, logo essas mortes entre eles não tem efeito, porém sempre vai ter um corpo de Abyss Watcher vivo na sala, ou seja, o último que matou alguém. Esse último vai manter a alma viva e assim os outros vão conseguir voltar. Tudo isso acaba quando o Ashen One entra na sala e mata todos eles e absorve alma para ele mesmo, não permitindo ela voltar para um dos corpos.

    [Alguns prints mostram que Farron Keep é Oolacile *que não tem pernas para andar). Da para achar a roupa da princesa de OOlacile e a cogumelo Elizabeth em Farron Keep...e os Ghrus de Farron Keep são os Oolacile Residents em uma versão "evoluída"...eles evoluem, tanto é que existem aqueles Ghrus gigantes lá]

    Este é uma grande pesquisa colocando os dois jogos, Dark Souls e Dark Souls III.Com certeza ao jogar o Dark Souls III, me atiçou a grande curiosidade, e eis um material para vossa leitura galera.

    E segue abaixo o link do vídeo da batalha do Lord das Cinzas: Abyss Watchers. Que é uma das Boss Fight que coloco em primeiro lugar no Dark Souls III

    Autor: Naelson Douglas (Facebook)

    @armkng

    Revisão: @hizaki

    Dark Souls III

    Platform: Playstation 4
    623 Players
    362 Check-ins

    29
  • 2018-02-09 13:53:39 -0200 Thumb picture
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  • 2018-02-03 15:40:06 -0200 Thumb picture
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    Post by lcfreezer: <p>#img#[522569]</p><p>da pagina Gamer Poser 4k</p>

    da pagina Gamer Poser 4k

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      thiones · over 1 year ago · 6 pontos

      Haha tipo isso. Fanboy é uma droga mesmo XD

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      mateusfv · over 1 year ago · 6 pontos

      Faltou o 4° passo que é postar no Facebook, tbm conhecido como o novo Orkut, só que pior husahuashu

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      roberto_monteiro · over 1 year ago · 4 pontos

      "história envolvente de Fifa 15"..... hum.....

      1 reply
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