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  • 2019-03-12 09:34:06 -0300 Thumb picture
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    O contrato de licenças da Nintendo

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    O Crash de 1983 deixou o público americano desacreditado com videogames e a Nintendo veio com a importante missão de salvar a indústria com o lançamento do NES. Depois que a Activision ganhou o processo de poder criar e distribuir jogos para o Atari 2600, criando o conceito de Third Party, várias outras empresas começaram a lançar jogos de baixíssima qualidade. Para evitar que isso acontecesse, a Nintendo criou uma série de restrições para que as desenvolvedoras terceirizadas pudessem lançar jogos para o seu novo sistema. A criação do selo de qualidade Nintendo passava ao consumidor a ideia que tal jogo era licenciada e, portanto, um jogo de qualidade. Porém, para conquistar esse selo, as empresas tinham que seguir uma série de regras bem rigorosas.

     Em questão de software, jogos eram facilmente censurados. Não podia haver nenhuma conotação sexual, cenas de violência, sangue ou mesmo imagens profanas ou com ligação religiosa. As produtoras de jogos estavam restritas a publicação de até 5 jogos por ano, que fez com que muitas empresas criarem marcas adicionais para publicações de mais jogos, como a Ultra Games da Konami e a Namcot da Namco. Outra restrição imposta pela Nintendo é de que se a empresa optar por trabalharem com o NES, deveria ficar exclusiva a plataforma por pelo menos 2 anos. Isso limitava o alcance de jogos de terceiros para as concorrentes NEC, Atari e Sega.

     Em questão de hardware, a Nintendo incluiu em todos os videogames o 10NES Chip. Era um chip de autenticação que se comunicava com outro chip que vinha em cada cartucho. Como ela era a única fabricante de cartuchos para o NES, isso obrigava as empresas a comprar cartuchos apenas da Nintendo. As empresas eram obrigadas a comprar, pelo menos, 10 mil cartuchos dela. Mesmo que o jogo não vendesse bem, a produção já estava paga e o prejuízo era inteiramente da produtora. Essas práticas de mercado gerou muita revolta para as produtoras e um processo foi aberto junto ao órgão regulador dos Estados Unidos, o FTC, contra o quase monopólio que a Nintendo havia criado nos videogames.

     A Nintendo acusou a Blockbuster de desonestidade mercadológica com a prática de alugar cartuchos do NES. Jogos de lançamento podiam ser facilmente alugados e prejudicava a venda. O Blockbuster teve que parar de distribuir os manuais originais para poder continuar com a locação. A Tengen, que era a subdivisão de jogos para consoles da Atari Games, criou o chip Rabbit por meio de engenharia reversa que simulava a autenticação do 10NES Chip. A partir daí, uma leva de jogos não licenciados pela Nintendo foram lançados pela Tengen. Outras empresas usavam um Dongle para conectar o jogo não licenciado e burlar as regras da Nintendo.

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      manoelnsn · 12 months ago · 6 pontos

      É bem plausível essa atitude da Nintendo na época após o crash, mas mesmo hoje em dia ela continua com umas ideias um tanto retrógradas

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      andre_andricopoulos · 12 months ago · 5 pontos

      Obrigado, NINTENDO!
      😍

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      speedhunter · 12 months ago · 5 pontos

      Para a época, foi até compreensível as restrições que a Nintendo fez. Hoje em dia, ainda há muitas ideias arcaicas da que me distanciam cada vez mais da Nintendo.

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  • 2019-02-08 10:07:36 -0200 Thumb picture
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    Mega Drive: O poderoso console de 16-bits da Sega

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    O console de 8-bits da Sega, o Master System, embora tenha feito sucesso na Europa, não conseguiu superar as vendas do NES nos EUA e nem do Famicom no Japão. O CEO da Sega japonesa, Hayao Nakayama montou uma equipe para desenvolver um novo console doméstico para a nova geração. O lançamento do PC Engine da NEC deu ainda mais urgência ao desenvolvimento, que propunha adaptar a placa de Arcade System 16 em formato menor. O console foi anunciado com o nome de Mark V, porém, a administração da Sega propôs um nome mais forte. Em 29 de Outubro de 1988, o Sega Mega Drive é lançado no mercado japonês, porém, o aparelho foi ofuscado por um novo jogo da série Super Mario lançado 1 semana antes.

     A Sega, mais uma vez, acertou no design do aparelho. Ele vinha escrito “16-BIT” no topo em grande destaque, pois era o verdadeiro videogame de 16-bits da nova geração, uma vez que o PC Engine vinha com 2 processadores de 8-bits. A carcaça era preta com um grande círculo no topo acompanhado da entrada de cartuchos e os as funções do aparelho no canto. Ele vinha com 2 entradas para controles e uma curiosa entrada para fones de ouvido. Por dentro, ele vinha com uma CPU Motorola 68000 de 16-bits com 7,6 MHz como processador principal e um Zilog Z80 de 8-bits para o controle de som. 72 KB de RAM e 64 KB de RAM de vídeo, era capaz de produzir 61 cores simultâneas com resolução de até 320x240 pixels.

     O Control Pad do Mega Drive é um dos primeiros controles de videogame a apresentar um design ergonômico. Há pegadores em formato de bumerangue que se ajusta melhor nas mãos dos jogadores, fugindo do design quadrado dos controles das concorrências. O D-Pad circular permite acessar as 8 direções com mais facilidade. Há 3 botões de ação posicionada em fileira, de modo que o polegar consiga alcançar todos com grande precisão. Os botões foram chamados de A, B e C e possuem orientação da esquerda para a direita. Além disso, o botão de Start agora estava no controle, situado acima dos botões de ação. Os cartuchos eram pretos e vinham com uma belíssima arte do jogo, ocupando quase toda a frente do cartucho.

     Os títulos de lançamento do Mega Drive eram adaptações ou portes de Arcade. Altered Beast é o jogo principal e o que mais se assimilava a versão de Arcade, inclusive, era o único jogo com que permita 2 jogadores simultâneo. Osomatsu-kun: Hachamecha Gekijō era um jogo de plataforma que promovia o anime lançado no mesmo ano. Space Harrier II era muito semelhante a versão do primeiro jogo de Arcade, mas com opção de selecionar a fase que deseja se aventurar. Era incrível ver aqueles efeitos de Super Upscale 3D dos Arcades rodando em um console caseiro. E por fim, Super Thunder Blade, também similar a sua versão de Arcade.

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      kb · about 1 year ago · 5 pontos

      O Motorola 68000 era um processador bem poderoso no final da década de 80. O meu Mega Drive é esse original japonês da foto. Foi com o Mega Drive/Genesis que a Sega atingiu seu ápice e se tornou uma forte potência na indústria dos videogames. Enquanto o sucesso no Japão foi de certa forma modesto, nos EUA o console brilhou devido às estratégias acertadas do CEO da Sega for America, Tom Kalinske e o Genesis foi um adversário e tanto para o SNES da Nintendo. O modelo original com saída de fone de ouvido fazia um diferencial e tanto nos jogos, com acústica e sonoridade bem melhor do que o som exibido na TV.

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      darlanfagundes · about 1 year ago · 5 pontos

      O melhor da era 16 bits.... NADA supera Sonic! IJOSoijasoiasjioasjasoas!

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      porlock · about 1 year ago · 2 pontos

      eu adoro altered beast...

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  • 2019-03-21 09:10:16 -0300 Thumb picture
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    A evolução das placas de Arcade

    Medium 3710954 featured image

    Os primeiros Arcades criados, como o Computer Space (1971) e o Pong (1972) eram baseados em circuitos integrados e lógica booleana, mas em 1975, a Taito cria o primeiro jogo de Arcade baseado em processador, Gun Fight, baseado em um Intel 8080 de 2 MHz e sem cores. A partir daí, a Atari também começa a criar Arcades com processadores da Motorola, como o 6800, e o 6502 que permitia gráficos coloridos e era capaz de criar gráficos vetoriais. A mais poderosa placa de Arcade dos anos 70 foi a Namco Galaxian, criada em 1979 e usava o processador Zilog Z80 de 2,5 MHz. Suportava cores em RGB, sprites multicoloridos e fundo com tilemap. No ano seguinte, o hardware permitia que vozes sintetizadas fossem emitidas, como no jogo King & Balloon.

     A fim de diminuir os custos de troca de gabinete, a Data East introduz o DECO Cassete System em 1980. Era uma placa de Arcade onde os jogos eram distribuídos em fita cassete. Apesar de revolucionário, o sistema ficou defasado quando os jogos de Arcade se tornavam cada vez mais complexos. O Bubble System da Konami de 1985 usava jogos em disquetes e foi onde Gradius nasceu. Em 1984, a Nintendo lança o VS. System, que também seguia essa mesma premissa, com jogos focados em competições e distribuídos em cartuchos. Os jogos eram semelhantes a sua versão de NES ou Famicom. Também em 1984, a Atari lança suas placas de Arcade. Marble Madness estreia a System 1 e PaperBoy a System 2. O PlayChoice-10 da Nintendo de 1986 vinha com 10 jogos de NES disponíveis para o gabinete.

     A Sega foi uma das empresas de maior destaque nos anos 80. A ideia de criar vários jogos para uma mesma placa nasceu na VIC Dual de 1977, com Depthcharge. A Z80 era uma versão modificada da Namco Galaxian e estreou com Moon Cresta em 1980 e teve upgrades até 1984. A VCO Object foi criada em 1981 e trouxe o jogo Turbo, com um revolucionário gráfico pseudo 3D com sprites escalonados. Essa técnica foi aprimorada com a Hang-On e Space Harrier de 1985, Out Run de 1986, X-Board de 1987 com After Burner e a Y-Board de 1988 com Power Drift. Além dessas placas, a série System também teve destaque, como as System 1 de 8-bits que foi lançada em 1983 com Star Jacker, a System 16 em 1985 com Teddy Boy Blues e a System 24 em 1988 com Gain Ground. A Sega também foi pioneira nos jogos em laserdisc, com Astron Belt em 1983.

     Outra empresa que teve grande destaque nos Arcades foi a Namco. Depois do lançamento da placa Pac-Man em 1980 e a Galaga em 1981, a placa de Pole Position de 1982 é a primeira com processador de 16-bits da história. A Namco Pac-Land de 1984 inaugura os jogos de plataforma com side-scrolling. Em 1986, a System 86 estreia com Sky Kid Deluxe e no ano seguinte, duas placas poderosas, System 1 com Yokai Dochuki e a System 2 com Final Lap. Mas a grande revolução vem em 1988, com a System 21 Polygonizer rodando Winning Run. É a primeira desenhada especificamente para renderizar polígonos 3D. A Capcom, que sempre focou em jogos com sprites 2D, lançando, no mesmo ano, a CPS-1 e Forgotten World é o jogo estreante.

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      andre_andricopoulos · 11 months ago · 3 pontos

      Lembro da época, em especial anos 80...meados dos 90...que ARCADE era absurdamente bem superior graficamente aos games "de casa".
      ...
      Uma pena que pararam com tal investimento, né? Seria massa os arcades com gráficos que vemos na atual geração...
      ...

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      leandro · 11 months ago · 3 pontos

      Baita matéria. Uma curiosidade: Qual placa seria a do clássico Arcade Donkey Kong ? Eu nunca cheguei estudar isso, a respeito

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      porlock · 11 months ago · 3 pontos

      q maneira a historia das placas... quero uma continuação disso, com as placas mais modernas...

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  • jugemu 寿限無
    2019-03-27 05:48:45 -0300 Thumb picture
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    Super Dark Bros.

    Super Dark Bros. - Created by Gary Hall
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  • jugemu 寿限無
    2019-03-13 19:24:27 -0300 Thumb picture
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    Novamente culpam os videogames pela violência do mundo

    (Post do blog NerdPai - 13 de Março de 2019)

    Em 1999, um estudante de medicina entra numa sessão de cinema no Shopping Morumbi (São Paulo), com uma submetralhadora, mata três e fere outros espectadores. Estava passando o filme O Clube da Luta e logo começaram a vincular o filme ao ato de violência.

    Em 2004, Gil Rugai deu 11 tiros na residência em que morava e matou seu pai e sua madrasta. Lembro que culparam o game Duke Nukem por essa barbárie.

    Hoje, dia 13 de março de 2019, duas pessoas entraram em uma escola em Suzano/SP, sendo que uma delas foi expulsa recentemente, e, pelas últimas notícias, mataram seis alunos e duas funcionárias da escola.

    O vice-presidência da República fez uma declaração e, claro, culpou os videogames por isso:

    “Hoje a gente vê a garotada viciada em videogames violentos. Quando eu era criança jogava bola, soltava pipa e jogava bola de gude”

    A Universidade de Oxford realizou uma ampla pesquisa indicando que não há correlação entre comportamento agressivo em jovens e contato com games violentos. Reuniram 1004 adolescentes, entre 14 e 15 anos, e a mesma quantidade de pais ou responsáveis – totalizando 2008 participantes.

    O estudo analisou o conteúdo de vários games e levaram em consideração suas de acordo com suas classificações indicativas na Europa e nos Estados Unidos, ao mesmo tempo em que recebia relatos comportamentais dos responsáveis pelas crianças. Diferente de pesquisas prévias sobre esse assunto, os cientistas divulgaram o método usado com antecedência, garantindo mais credibilidade.

    Quem quiser ler a pesquisa, ela se encontra completa aqui.

    Chega a ser infantil culpar determinado comportamento das crianças e adolescentes usando a Cultura Pop e o mundo dos games. É muito mais complexo e quando um político diz isso, é mais importante analisar o que ele não disse.

    Mas o que pode resultar isso, Nerd Pai? Como podemos evitar que isso ocorra no futuro?

    Olha, isso é a soma de vários fatores e confesso que sou incapaz de listar todos. Porém a tendência é piorar. E muito! A única coisa que podemos fazer é ficar atentos com nossos filhos e filhas e conversar MUITO com eles. Saber de tudo o que eles passam é primordial para entenderemos o que passa em suas cabeças.

    Não será o Fortnite que irá estimular o seu Padawan a pegar uma arma e matar geral, nisso você pode acreditar.

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      le · 12 months ago · 8 pontos

      Aparentemente, os caras "aprenderam" como fazer o massacre num fórum extremista de direita.

      E o nosso governo, extremista de direita, que tanto incentivou intolerância e "metralhar" a oposição, colocando a culpa nos video games.

      Sensacional.

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      manoelnsn · 12 months ago · 4 pontos

      Mourão só abre a boca pra falar merda, deus do céu...

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      wilford_fernandes · 12 months ago · 3 pontos

      pessoa ruim n existe, deve ser culpa dos video games msm...

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  • gorilouco Gorilouco
    2019-02-04 20:00:29 -0200 Thumb picture
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    Os anúncios de games mais bizarros de todos os tempos

    Medium 3701885 featured image

    Os anos 80 e 90, nos presentearam com videogames maravilhosos, com seus jogos clássicos que até hoje divertem quem se aventura a jogar.

    E como todos sabem, as empresas de games (consoles e jogos) investiam pesado no marketing afim de divulgar seus produtos e sair na frente dos concorrentes.

    Muitas vezes, esse marketing era algo bem exagerado, e muitas vezes, éramos presenteados com propagandas bizarras.

    Listei abaixo, alguns dos anúncios de videogame s mais toscos de todos os tempos:

    7 - Game Boy - Alguém acha divertido ter um furão nas calças?

    6 - Mais um do Game Boy - Uma baita distração, até mesmo em momentos, hã...deixa pra lá!


    5 - Mortal Kombat - Esse é clássico, mas não deixa de ser bizarro!

    4 - SEGA Game Gear - Parece que os piores anúncios, são feitos pra portáteis, e esse do Game Gear, é ridículo!

    3 - Game Boy, mais uma vez... - Na época, realmente os gráficos eram legais, mas esse anúncio...?

    2 - GEX 3 - Muito safadinho esse calangão hein? Que pena que não tinha essa personagem no jogo...

    1 - Advinha quem voltou? Ele de novo! O Game Boy é o grande campeão do prêmio de anúncios mais bizarros dos games.

    Será que essa versão pocket, depois de uma bela lambida, deixava sua língua colorida mesmo? Kkkkkkkk

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      kipocalia · about 1 year ago · 3 pontos

      No Gex 3 de ps1 tem essa personagem, só que ela só aparece nas cutscenes\cgs.

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      jcelove · about 1 year ago · 2 pontos

      década de 90 não tinha limites nem noção em propaganda...tem muito material pra explorar em infinitos posts.hehe

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      salvianosilva · about 1 year ago · 1 ponto

      Curti o do Gex 3 kk

  • 2019-03-07 09:09:14 -0300 Thumb picture
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    Combo#132 [NES] (1988): Konami Wai Wai World & The Battle of Olympus

    A Konami tem a ideia de criar um jogo único, onde a proposta seria um grande crossover entre vários personagens de outros jogos produzidos por ela. Os protagonistas Konami Man e Konami Lady devem explorar 6 cenários e resgatar os personagens de cada jogo. Após resgatados, eles podem ser selecionados a qualquer momento e cada um possui suas próprias habilidades. Dentre os mais conhecidos, estão Simon Belmont da série Castlevania, Penta, de Antartic Adventure e Goemon, de Gambare Goemon! - Um jogo muito divertido e cheio de coisas para fazer e explorar. Além de sua mecânica única, o jogo permite 2 jogadores simultâneos, onde cada um controla um personagem diferente. Há vários itens e passagens secretas pelas fases.

    Nota pessoal: ★★★★☆

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     O primeiro jogo da empresa Infinity foi altamente influenciado pelo Zelda II: The Adventure of Link. O jogo se passa na Grécia Antiga e o nosso herói, Orfeu, deve fazer alguns favores para os deuses para ganhar novos equipamentos e enfrentar Hades, que está aterrorizando toda o país. Algumas áreas do jogo dão acesso a um novo reino, onde é mostrado o mapa da Grécia com seus templos, cidades e masmorras. - Um jogo que bebe bastante do Zelda II, principalmente na jogabilidade. Os cenários são bonitos até e a música é boa, mas nada muito marcante. A navegação pelas áreas é um tanto confusa, mas a exploração permitida pela aquisição de novos itens é boa. Para o primeiro jogo da empresa, está ótimo.

    Nota pessoal: ★★★☆☆

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    Wai Wai World

    Platform: NES
    24 Players

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      darlanfagundes · 12 months ago · 2 pontos

      A Konami Girl é tão lindinha! Rsrsrrs!

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      lukenakama · 12 months ago · 2 pontos

      Esse primeiro eu não conhecia, vou dar uma olhada.

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      old_gamer · 12 months ago · 2 pontos

      Realmente o Konami Wai wai world é um excelente jogo que só saiu no Japão para o famicom, o 2 consegue ser ainda melhor que o primeiro.tenho a sorte de ter o 2 jogos completos : )

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  • jcelove José Carlos
    2019-02-15 16:38:18 -0200 Thumb picture
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    O fiasco do PSClassic - ou como estragar uma boa idéia

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    A Nintendo recentemente inaugurou a moda dos "consoles colecionáveis", modelos em miniatura de consoles clássicos com jogos inclusos na memória e interface HDMI padrão, focados no público saudosista e colecionadores no geral.

    A ideia não era novidade já que a anos existem empresas que reciclam o hardware de consoles antigos, como o Atari Flashback, a Gopher e AT games com suas diversas versões do Genesis e por que não, a nossa amada Tec Toy, que surpreendentemente continua vendendo muito Master System e Mega Drive até hoje. 

    A grande diferença, como em tudo que a Nintendo lança é o polimento: Enquanto todos os exemplos citados acima são versões emuladas com peças de qualidade bem duvidosa e desempenho sofrível, tanto o Nes Classic quanto o Snes Classic, versões dos consoles de 8 e 16 bit da empresa lançados até agora tem um nível de qualidade impecável em sua construção e uma seleção de jogos que apesar de nunca ser perfeita, era satisfatória, englobando grandes clássicos que realmente representam essas duas plataformas.

    Foto roubada da invejável coleção do amigo @zak_yagami, com todos os "mini" consoles oficiais lançados até agora.

    Com o grande sucesso desses lançamentos outras empresas passaram a tentar navegar nessa onda de nostalgia: a SEGA prometeu uma versão "mini" do Mega Drive, a SNK lançou um Neo Geo Mini no formato de arcade com telinha embutida e controle extra vendido a parte e a Sony causou grande hype dos fãs ao anunciar o Playstation Classic no ano passado.

    Lançado com um trailer pomposo, o console seria uma versão miniatura do modelo original do PS1 e traria 20 "grandes" jogos da plataforma mais amada da 5ª geração, porém só com 3 games anunciados na época: Wild Arms, Ridge Racer Type 4 e Tekken 3, que de fato foram games marcantes.

    A coisa começou a desandar quando a empresa finalmente anunciou a lista completa e veio a primeira grande frustração!

    A famigerada lista dos 20 jogos na versão ocidental do console

    O console como os lançamentos das concorrentes teve 2 listas diferentes, uma pros mercados Americano/Europeu e outra pro Japonês

    Dos 20 games anunciados nem metade correspondia a expectativa de "grandes clássicos", trazendo inclusive vários jogos multiplataforma que sequer foram marcantes no PS1.

    Várias escolhas sem sentido como Os primeiros Toshinden, GTA, Destruction Derby, Persona e Twisted Metal, quando as sequências desses títulos fizeram muito mais sucesso que as versões originais e envelheceram um pouco menos mal que eles. 

    Outras foram injustificáveis como Super Puzzle Fighter ao invés do fantástico Pocket Fighter, Rayman 1 ao invés de Rayman 2 (ou Crash Bandicot), Mr Driller, que apesar de ser um arcade divertido nem sequer teve a melhor versão no PS1, ou Coolboarders 2 que apesar de divertido na época é BEM obscuro e pouco diverte hoje em dia.

    Como um console com tantos jogos memoráveis seria representado por uma lista tão fraca? Tá certo que licenciamento pode ter sido um entrave mas incluíram jogos da Capcom, Konami e Namco, empresas que tem muitos jogos excelentes no console e que poderiam ter sido incluídos no lugar de vários dos citados acima.

    Metal Gear Solid, Resident Evil DC, FF VII, Wild Arms,Jumping Flash!, Abes Odissey, Intelligent Qube, Syphon Filter, Ridge Racer Type 4 e Tekken são boas escolhas mas dificilmente seriam suficientes pra justificar a compra do produto pela grande maioria do público.

    Ter um console "comemorativo" com menos de 10 jogos realmente clássicos inclusos já seria problema suficiente pras vendas do console (que era 10 dólares mais caro que o Snes Classic), mas não era só isso...

    Um dos vídeos que ficaram famosos no lançamento do console provava que o Snes Classic conseguia rodar os jogos do ps1 melhor que o PSClassic. Que vergonha!

    Além da lista duvidosa e do mal desempenho, o PsClassic não traz nenhuma funcionalidade extra pros games além do save state e de um Memory Card Virtual. nada de filtros, nada de recursos, sequer um modo "smooth" como tinha no PS2. Muito limitado mesmo.

    Logo no lançamento se descobriu que ao invés de desenvolver um software próprio ou ao menos adaptar o eficiente emulador de PS1 embutido no PSP a Sony utilizou um emulador de código aberto chamado PSX E esse emulador estava pessimamente configurado pro hardware do console fazendo com que vários dos jogos tivessem um desempenho sofrível com lentidões e quedas de frames nítidas. Jogos como Tekken 3 e Ridge Racer Type 4 ficam quase injogáveis dependendo do nível de tolerância do usuário de tão lentos. O problema pode ser facilmente suavizado pela configuração do emulador, que NÃO é acessível normalmente.BOA Sony!U_U

    Dai temos um produto que tem uma lista de jogos que não faz jus ao console original E um desempenho ainda pior que jogar o console original em TVs recentes usando cabo AV. Obviamente não teria como dar certo por mais que o PS1 seja idolatrado por toda uma geração, e então tivemos um case reverso ao lançamento da Nintendo.

    Enquanto o Nes e Snes Classic geraram filas em lojas, pre-orders que terminaram em 1 dia e preços altíssimos em sites de leilão, o PSClassic amargou um lançamento criticado por público e crítica e virando motivo de piada entre os fãs da concorrência.

    O Caddicarus foi um dos muitos Youtubers pra quem a Sony enviou o console e que desaconselharam a compra do PSClassic

    O impacto foi tão negativo que a Sony reduziu o preço em mais de 40% em menos de 1 mês de lançado no ocidente. A coisa encalhou tanto que refletiu até aqui no Brasil onde a especulação reina, o preço do console diminuiu quase pela metade em sites como o Mercado Livre. Custava em média 700 reais no lançamento e baixou pra 380 em menos de 1 mês.

    É impressionante como a empresa tinha um caça-niquel perfeito e desperdiçou a oportunidade, o que provavelmente zerou a chance de vermos um PS2 mini oficial algum dia. 

    Puxa, tantas possibilidades de fazer dinheiro fácil com a nostalgia...imagina se esse aparelho vem com alguma forma de conectar a PSN via PC e baixar jogos da linha PSone Classics, ou se a empresa vendesse jogos em pendrives...mesmo com a possibilidade de emulação grátis, acredito que muitos fãs mais fieis adorariam pagar por isso. Mas pra quê pensar nisso se pode-se lançar qualquer porcaria né? Foi um fracasso merecido.

    O Velberan foi um dos poucos Youtubers BR que se interessaram em testar o produto (porque recebeu de graça tbm...hehe)

    Apesar de ser um colecionável legal pra quem é fã do primeiro videogame da Sony o preço original realmente não compensa, MAS atualmente talvez até valha a pena dependendo do seu nivel de fanboyzisse. 

    Um incentivo é que a comunidade modder está tentando consertar o projeto e logo após o lançamento vários métodos de desbloqueio e formas de adicionar jogos e funcionalidades surgiram o que tornou o console um pouco mais interessante.

    Atualmente existem dois grandes projetos de mod que permitem adicionar praticamente toda a biblioteca do console ao PS mini, ambos fazem menção ao primeiro emulador comercial da história:

    O Bleem! foi o primeiro emulador de videogame comercial. Lançado em 1999. Permitia jogar os discos de alguns jogos do PS1 como MGS, Resident Evil e Gran Turismo com resolução melhor no PC e no Dreamcast e estourou a polêmica sobre a legalidade desse tipo de programa sendo retirado do mercado por pressão da Sony logo depois.

    O mod mais badalado pela comunidade hoje é o BleemSync, que na sua recém-lançada versão 1.0 realmente modifica o software do console e permite adicionar jogos do PS1 via navegador de internet, conectando o console ao PC através do cabo USB de alimentação e usando a porta USB do controle 2 pra alocar um pendrive com o software e os jogos. 

    O outro se chama Autobleem e tbm utiliza a porta USB do controle 2, no entanto até a versão 0.5.1 não faz alteração alguma no software original rodando apenas pelo pendrive (ou um HD externo). O Autobleem tem algumas limitações e menos recursos que o Bleemsync mas é bem mais fácil de configurar (basicamente já vem pronto, só é preciso adicionar os jogos na pasta "Games").

    Ambos os emuladores hoje vem com o Retroarch tbm, famoso front end de uma infinidade de outros emuladores, tornando possível rodar jogos de vários outros consoles no PSClassic. Ambos os projetos estão em constante desenvolvimento e prometem muitas melhorias ainda.

    Um problema chato do desbloqueio é a compatibilidade da porta USB do PSC que tem uma limitação de energia, proposital da Sony, já que a intenção era apenas usar o gamepad, que deixa o console incompatível com a grande maioria dos pendrives do mercado, o que pode ser um problema irritante já que se você não tiver um dos que foram testados pelos moders (geralmente os Sandisk Cruzer Glide e Cruzer fit apenas) vai precisar de sorte pra que funcione.

    Caso o pendrive não seja compatível ele vai exigir mais energia que a porta libera e ai o mod não vai ser reconhecido ou vai chegar a iniciar e desligar, o que é bem frustrante (tentei 3 pendrives que tinha aqui e nada). Dai caso você seja um dos malucos que como eu preferiram comprar esse console a um Raspiberry Pi e está tentado a desbloquear já fique avisado que só modelos como esse funcionam com certeza.

    Bom, como fanboy assumido do PS1, não tinha como ficar feliz com um fracasso tão grande de algo tão esperado, mas ainda assim comprei o meu console quando o preço reduziu só por amor mesmo. 

    O visual e acabamento da peça são muito bons, o gamepad é bacana e a interface que remete ao console original me prendem e como vários jogos dele estavam na minha lista de pendências (e tinha MGS e RE) eu ainda consegui achar interessante apesar do desempenho e falta de funcionalidades do produto. Com essas novas possibilidades talvez se torne interessante pr outros fanboys daqui também, ainda mais com a constante redução de preços (já dá pra achar a 350 reais no ML), apesar de ainda ser BEM mais caro que um e limitado que Raspiberry Pi.

    Uma coisa curiosa é que na tela de aviso de comandos do console da pra ver uma imagem onde se tem vários jogo diferentes dos que vieram na versão final.

    Alguns usuarios da comunidade de Hacking descobriram uma lista de clássicos que deveria vir nos codigos do console como Tomb Raider e Crash. Não da pra saber onde começou a dar errado mas é uma pena mesmo.

    Agora é torcer que ao menos a Nintendo continue lançando seus Mini consoles. To doido pra pegar o Snes e adoraria UM N64 e Cube Mini...

    Jumping Flash!

    Platform: Playstation
    35 Players
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      1977rider · about 1 year ago · 9 pontos

      A gente sabe que o produto foi um fracasso quando encontra ele sendo vendido a um preço justo no mercado livre

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      fonsaca · about 1 year ago · 4 pontos

      Pena que a seleção de jogos e emulação não é tão boa no PS, mas acho pagação demais pra Nintendo dizer que ela inaugurou algo ou foi a única que fez direito. Descem o cacete no Mega Drive 2017, mas creio que ele é mais original que os NES ou SNES além de dar pra por mais jogos. Já existiu também o Neo Geo Gold. Não era mini, mas oficial e de qualidade aceitável.

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      natnitro · about 1 year ago · 4 pontos

      Sempre fui meio desanimada com esses consoles nostalgia, justamente porque a maioria usa uns emuladores travados que nem dá pra configurar por padrão, sem ter que fazer aquela engenharia reversa básica no firmware pra liberar os recursos... E ai acabo indo naquela vibe de que se é pra ser nostálgico, então é melhor ir no original mesmo e ai vale até comprar aqueles usados com uns defeitinhos simples como no leitor de cd, que fica bem em conta pra reformar e ai você ganha um console praticamente novo por muito menos do que a turma da especulação adora cobrar por ai... :-)

      4 replies
  • thecriticgames Matheus Pontes
    2019-02-19 23:51:50 -0300 Thumb picture
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    Uma experiencia com Bloodborne, entre tantas outras com games.

    Medium 3704748 featured image

    Esse texto é de puro teor pessoal e as imagens meramente ilustrativas, não são minhas, as vezes é incrível pensar os tipos de emoções  que os games já tiraram de mim e de você, eu sempre gosto de lembrar das lagrimas que tive com Persona 3, das reflexões com Shadow of Colossus, dos momentos de risadas e gargalhadas que tive com Super Mario Bros 3 no modo VS, ou nos momentos de brotheragem que tive em The Great Battle V, são meus jogos mas podem ser os seus e suas emoções aqui, e as vezes é meio foda envelhecer e achar que a gente não ira experimentar mais emoções tão incríveis como as que já teve, e é sempre gratificante se descobrir errado, como foi pra mim.

    Meu background com a saga Souls se resume no Demon's Souls, um dos meus primeiros games de PS3 e um dos meus favoritos, antes mesmo de jogar eu já havia ouvido falar da famigerada dificuldade do jogo, e sem receber spoiler li dicas simples do tipo, prestar atenção nas dicas de outros jogadores e afins e zerei Demons com um gameplay dos mais cuidadosos e meticulosos que já fiz, morri apenas 11 vezes, o que é pouco para um novato jogando a saga pela primeira vez, ainda mais Demons que é tido por uns como o mais difícil. 

    Bloodborne foi o primeiro game que vi no PS4 em trailer a ponto de eu dizer (agora o PS4 merece ser comprado ) no entanto somente agora em 2019 resolvi joga-lo. Assim como Demons eu já sabia das dificuldades, sabia que a filosofia aqui era outra diferente de Demon's e Dark, sabia que deveria esquecer de escudo e de agir na defensiva entre outros elementos, eu o encarei ao lado de um amigo já experiente que havia zerado Blodborne há tempos e que me guiaria nessa jornada lovecraftiana, o resultado tinha tudo para ser um novo Demons para mim com respeito ao desafio.. MAS NÃO eu me ferrei nervosamente com Bloodborne, eu estive morrendo desde o inicio e tentando pegar o mindset do game mas eu era falho ao extremo em minha investida, as 11 vidas que gastei zerando Demon's Souls inteiro foram perdidas apenas em Gascoine, um dos primeiros chefes do game.

    O jogo possui varias mecânicas a qual eu não conseguia me adequar por mais que as entendes-se, por exemplo a pistola, eu faço uso péssimo da arma de fogo, cuja melhor função é atordoar inimigos para realizar o "ataque visceral", no entanto enquanto meu amigo demonstrava uma facilidade imensa de fazer isso com inimigos e chefes eu não conseguia usar um único ataque desses no inimigo mais básico, a arma de fogo não é pra mim, assim como durante o gameplay conheci outra mecânica do jogo que é a de conseguir munição pra pistola a troco de vida -PORQUE DIABOS VOU TROCAR VIDA POR UMA MERDA QUE NÃO SEI USAR, armas de fogo em Bloodborne não são pra mim. A unica mecânica que me era de fácil uso era a de "ser o caçador" contra-atacar inimigos faz você recuperar um pouco de vida e isso aprendi e usei bem, ainda que morrendo muito.

    Não muito distante no game resolvi experimentar a DLC, li como acessava ela, eu a tinha, meu amigo não há havia jogado, eu um novato apanhando do game, ele um jogador experiente, mas sem conhecimento do conteúdo da DC Old Hunter por ter jogado o game antes dela, era algo novo para ambos. Enfrentei alguns dos maiores perrengues do game aqui, inclusive a batalha contra o maldito Ludwig a qual pensei que jamais passaria, então tivemos o encontro com uma das chefes principais da DLC a caçadora Maria. Eu sou terrível em PvP na saga Souls e em Bloodborne não é diferente, ainda sim tentei antes da hora enfrentar Maria e como esperado morri, cheguei a segunda fase dela onde a mesma ligeira espadachim passa a usar ataques de sangue que atingem a distancia (chefes em Bloodborne mudam de estratégia 2 ou 3 vezes por combate a medida que perdem vida, caso você seja leigo como já fui) e consegui contornar um pouco a situação com um item, um osso que ao custo de munição fazia o personagem dar pequenos dashs em forma de fumaça, tal qual um ninja, estiloso e bonito.

    Eis que após 3 derrotas tentei mais uma vez, sem treino e sem objetivo maior, lutando a esmo, não tinha sangue/XP pra perder mesmo e algo, algo me disse na minha cabeça -eu posso vence-la, e quase como num passe de magica, como naqueles típicos clichês de anime onde o protagonista descobre um poder novo bem na batalha contra seu arqui-inimigo eu transitei do noob ao mestre na arte de "stunnar" a chefe com a pistola para dar o ataque visceral, fiz isso 3 vezes seguidas e até meu amigo olhou incrédulo, eu estava lutando de forma diferente, não apenas venci a primeira fase dela, como alcancei a segunda estratégia dela com os ataque de sangue, e ao custo de muitos itens de cura alcancei a terceira onde os ataques eram de sangue e fogo causavam um dano imenso eram rápidos e pegavam quase toda a tela, logico que na segunda fase eu já não estava mais stunnando ela com as balas e usei a munição restante com o osso do teleporte. Chegar até a terceira fase já era uma vitoria, eu ja podia morrer, não tinha problema algum, eu não tinha mais munição e só tinha 3 itens de cura, mas eu tive a ideia inusitada, disse a meu amigo -TENHO UM PLANO e ele me viu atônito correr da chefe recebendo um golpe pelas costas e perdendo mais vida, eis que me afastei dela após muita corrida, sacrifiquei minha vida a troco de munição (a maldita mecânica que jamais pensei em usar!!) usei o que tinha sobrando de itens pra me curar, e ali com umas poucas balas suficiente pra usar o osso do teletransporte mais uma vez o ativei e fui pra cima da mesma com o que tinha de melhor. 

    O que tivemos na tela, imagino na cabeça do meu amigo foi uma dos duelos de espada mais meticulosos e ágeis que vimos ali no jogo sem deixar de ser tambem uma troca brutal e incessante de porradas entre dois adversários, tudo era rápido, incessante e calculado ainda sim, só fiquei vivo por conta da bemdita mecânica do caçador que me fazia recuperar parte da vida ao contra-atacar, a vida da Maria para meu desespero não descia mais independente dos ataques, desviei com o poder do osso ainda ativado e com nós dois grudados no canto da sala espremidos desferi sem estratégia alguma uma saraivada de espadadas ao mesmo tempo que ela, curando migalhas da minha vida e deixando ela algumas vezes sem ação, a minha estamina zerou, sem estamina você não esquiva, não ataca, não faz nada alem de andar a esmo, ela preparou um ataque de dois hits já conhecido, curto e rápido o golpe não podia ser parado, e ela o usou quando eu dei o ultimo golpe da minha estamina e com nada de vida e de itens, apenas apertei incessantemente o botão de esquiva com a estamina vazia e ouvi o "aaaah" de desanimo ser dito por meu amigo. Meu personagem, Caleb é seu nome, desviou com o teleporte do osso nos últimos segundos de efeito e reapareceu dando o golpe final segundos antes de receber o que seria o próximo golpe de Maria e único necessário pra mata-lo. O comodo foi tomado por gritos meu e de meu amigo, parecia até uma comemoração de vitoria na copa, quase quebrei o controle na emoção que foi enorme e não foi apenas de vitória dificil de ser alcançada, meu amigo olhou pra mim e comentou sobre a estratégia que tomei sacrificando vida em troca de munição para usar o osso, ele disse - isso foi uma estratégia de caçador, eu finalmente e do modo mais difícil havia alcançado o mindset de Bloodborne, meu batismo de caçador de Bloodborne foi ali, e dali em diante nada nem nenhum chefe foi tão difícil que eu não olhasse pensando -eu posso vence-lo.

    Bloodborne

    Platform: Playstation 4
    2555 Players
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      hard_frolics · about 1 year ago · 4 pontos

      Salvando aqui pra ler amanhã. :)

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      luis_f · about 1 year ago · 2 pontos

      Cada vez sou menos paciente com games difíceis, me tornei um jogador acostumado a save states e cheats diversos, a vida adulta tira o tempo para insistir em morrer e tentar novamente infinitamente, mas sei o quanto é glorioso virar/detonar/zerar/terminar um desses ferrados jogos.

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      artigos · about 1 year ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

      1 reply
  • 2019-02-22 15:19:53 -0300 Thumb picture

    A Historia da TecToy

    Um vídeo que conta sobre a grande empresa brasileira que nos proporcionou os consoles da SEGA aqui no Brasil.

    Vale a pena, mesmo sendo antigo, vale muito a pena.

    Alex Kidd in Miracle World

    Platform: Master System
    3219 Players
    57 Check-ins

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