crossanimation

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  • 2019-08-16 21:39:26 -0300 Thumb picture

    We need to play

    Medium 3739988 featured image

    Salve meus caros seguidores,

    Após uma grande E3 que trouxe diversas novidades do mundo dos games para nós, pois só temos a ganhar com tudo isso, trago mais um artigo referente a algo que já faço a um bom tempo. (sim, este artigo está pronto desde a E3, só agora que estou postando).

    Nossa necessidade de jogar.

    Por tempos e tempos vemos que temos uma excelente biblioteca de jogos, seja ele para PlayStation, Nintendo, XBox, Steam, Epic Games, GoG, Uplay…

    É uma grande variedade de jogos que as produtoras lançam a cada mês, ano, produções fantásticas, porém vamos voltar a nossa realidade, somos brasileiros (e acho que tem alguns estrangeiros também), nosso salário mínimo não supera nem ao menos mil reais, e quando vem um grande lançamento, “R$359,99 - R$259,99”.

    Opa, espera, deixa eu ver aqui, pago essa conta, devolvo a grana que pedi emprestado, pago o aluguel, tenho esse boleto a pagar, tenho o curso que não posso esquecer, e…

    Saldo atual = R$25,00 - bom pelo menos posso pedir uma pizza e comer, já o game pode esperar.

    Essa é nossa triste realidade, os preços altos dos games que sofremos para conseguir comprar, acaba limitando muito a jogatina, eu dou os parabéns quem pode bancar um jogo novo que acabou de sair, mas para a minha pessoa não tenho como pagar no momento.

    Eu penso que é o mesmo caso para muitos aqui que leem este artigo.

    De uns tempos para cá, isso eu digo desde 2010 eu adotei uma forma de ter alguns jogos que desejo ter em minha prateleira (afinal gosto de ter os jogos em mídia física), em média ao meu salário, que não é compatível nem nos dias atuais (porque hoje eu tenho um herdeiro que ficará com tudo se eu morrer, é claro), então recém adquirido um PlayStation 3 (isso em 2010), acabei entrando em um pequeno dilema: “Como eu vou ter jogos para meu novo console?”. A solução, se um jogo está caro, não irei comprar, mas e se eu procurar por alguma promoção ou alguma pessoa está desfazendo.

    Aos poucos achei alguns jogos para iniciar minha pequena coleção de jogos por preços que cabem no meu bolso em volta de 30, 40 ou 50 reais, teve um artigo que li em um blog a alguns anos atrás, onde a pessoa mencionava em uma lista de jogos.

    O intuito é você criar uma lista dos jogos que você quer adquirir, todos aqueles que você tem vontade de jogar, jogos no qual você acabou não comprando pelo valor astronômico, inicie a lista mesmo com antigos, e vá adicionando aos poucos o seu interesse, coloque também aquele novo, lançamento nessa mesma lista, vá atrás dos jogos do início de sua lista e perceberá que ele estará com um preço mais camarada com seu bolso em torno de 30 à 50 reais. Quando menos você perceber, aquele jogo novo ou lançamento estará no meio de sua lista e o encontrará no mesmo preço que acabou comprando os anteriores.

    Um outro fator bom para você que está precisando muito de ter um jogo novo, e encontrar comunidades de trocas, há pessoas que estão dispostas a fazer uma negociação contigo caso você tenha o game que a outra pessoa interessa, de preferência, tente negociar com as pessoas que moram próximo onde você mora, e que possa se locomover para efetuar a troca, isso irá economizar um tempo para ambas partes, será mais seguro.

    Ao efetuar algum tipo de troca, peça fotos detalhadas da mídia, um vídeo com funcionamento, garanto que o poupará de algumas surpresas, e assim você terá o jogo que tanto deseja e se atualizará com boa parte do pessoal que está jogando.

    Outra parte interessante sobre os games é sua exploração, dedique-se alguns minutos ou horas para jogar aquele game no qual você já o possui um bom tempo, volte a rejogar antigos games, isso ajuda muito já que não ter um novo para vislumbrar sua visão, pelo menos irá distraí-lo.

    Procure explorar ao máximo um jogo de mundo aberto, coletar todos os itens das fases, crie um desafio, busque pegar todas as conquistas (XBox) ou troféus (PlayStation), isso agregará mais o jogo e também você irá descobrir muitas coisas escondidas que ele pode possuir.

    Voltar aos antigos games, no início pode parecer um pouco massante, pois não lhe trará um novo desafio ou novidades, mas o manterá ativo mentalmente sobre algumas coisas, quem não sentiu um pouco da nostalgia ao jogar novamente a coletânea de Mega-Man em Legacy Collection 1 e 2?

    Com um pouco de paciência, pesquisas, garimpo, você acaba tendo uma boa coleção de jogos que vão entreter você por um bom período de tempo, eu mesmo estou lascado para tentar finalizar a maioria dos jogos dessa foto acima. O grande impacto que vem é a empolgação, pois você inicia um game passa 15 minutos, troca, passa mais 15 minutos, troca, mais 15 minutos e assim sucessivamente (meu caso).

    Alguns serviços hoje em dia como a XBox Game Pass, PSN Plus, apresentam em alguns meses promoções que baixam consideravelmente o conteúdo que eles disponibilizam, a Steam é campeã em fazer suas Sales e roubar os poucos centavos que temos em nossas carteiras, mas com valores convidativos que chamará com toda a certeza a sua atenção e comprar seus jogos.

    Então busque sempre correr atrás de algo diferente, mesmo que você seja apenas um adorador de JRPG’s, você pode se surpreender com outros gêneros jogando em modo coop ou sozinho mesmo (sim até mesmo jogando futebol você poderá dar risadas).

    Espero que essas dicas ajudem a buscar jogos a serem explorados por vocês, eu mesmo estou aumentando aos poucos minha coleção (e sem grana também).

    É isso galera, comentem, façam um poema, me xinguem…

    Autor: @armkng

    Quem irá revisar: @hizaki (e com certeza irá me xingar)

    Assassin's Creed II

    Platform: Playstation 3
    8718 Players
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      kess · about 1 month ago · 4 pontos

      Já aproveitei promoções da PSN... e consegui 12 jogos pelo preço de um novo. Serviu bastante para ter mais de 120 jogos no PS3.... agora eu preciso é achar tempo para conta de tudo que tenho para jogar...

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      chronoxplay · about 1 month ago · 3 pontos

      Artigo muito bom. Eu tenho jogado ultimamente jogos de consoles antigos que na época de lançamento não tive oportunidade de ter. Tenho me surpreendido com jogos de Game Cube e PSP. Recentemente comprei um Nitendo Switch e tenho dois jogos que ainda não sequer consegui tempo para jogar. Parabéns pelo artigo!

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      artigos · about 1 month ago · 2 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

  • 2019-08-07 09:58:48 -0300 Thumb picture
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    Os mais importantes portes dos anos 80

    Medium 3738251 featured image

    Voltando para 1980, o porte de Space Invaders para o Atari 2600 foi o primeiro caso de licenciamento de um Arcade para um console doméstico da história e foi responsável por quadruplicar as vendas do aparelho. Ele também foi o primeiro cartucho a vender mais de 1 milhão de unidades. Pac-Man, mesmo saindo 2 anos depois do original e tendo uma qualidade questionável, foi o título que mais vendeu na plataforma, 7 milhões de cópias. A Atari foi a campeã de sua geração graças aos portes de seus próprios Arcades, como Asteroids de 1981, que vendeu 3,8 milhões de cópias e Missile Command, também de 1981, com 2,5 milhões. A concorrência começou a se mexer para licenciar títulos de renome dos Arcades para suas plataformas.

     A Coleco conseguiu a licença de títulos da Nintendo e adotou uma estratégia curiosa. Desenvolveu portes de qualidade de Donkey Kong e Zaxxon (da Sega) para seu Colecovision e nas concorrentes, portes de péssima qualidade. Ela não conseguiu vender mais consoles com isso, muito devido ao seu alto preço e não vendeu bem os jogos nas concorrentes. A empresa faliu em 1988. No Japão, em 1983, nascia a nova geração. Tanto o Famicom quanto o SG-1000 apostaram em portes de seu sucessos do Arcade, como Mario Bros. e Congo Bongo, mas com a chegada de Super Mario Bros., a Sega teve que apostar em outra plataforma 8-bit. Os títulos inovadores nos Arcades continuavam aparecendo e as adaptações ainda tinham grande relevância para todos.

     A plataforma Nintendo, sendo a mais vendida em todos os territórios, recebeu adaptações de alta qualidade de quase todas as empresas. Os maiores destaques vão para Contra e Double Dragon. O novo Master System da Sega também se destacava com seus portes, como After Burner e Wonder Boy in Monster Land. O PC Engine teve grande apoio de portes de Arcade, com R-Type e Street Fighter, usando o CD. O Mega Drive chega ao mercado com a proposta de trazer o Arcade para dentro de casa. O porte quase perfeito de Altered Beast saia junto com o console, que também teve destaque com Golden Axe, ambos saindo no mesmo ano do lançamento do Arcade.

     E não foi apenas os portes de Arcade que fazia sucesso nos consoles, pois os computadores também tiveram jogos de grande relevância para as plataformas domésticas. Títulos de ação rapidamente ganhavam portes para consoles, como Metal Gear para NES e California Games no Master System. Alguns conseguiam migrar dos computadores para os Arcades, como Choplifter e Lode Runner. Títulos de RPG como Ultima III: Exodus no NES de 1987 e Ys I & II para o PC Engine de 1989 demoravam mais para sair, bem como os adventures, como o Maniac Mansion para NES em 1989 e King’s Quest no Master System também em 1989. E claro, não podemos esquecer de Tetris, o jogo de computador que foi sucesso em todas as plataformas.

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      andre_andricopoulos · about 2 months ago · 3 pontos

      Bem legal ver essa corrida em trazer bons consoles pra dentro de casa, ou seja, praticamente trazer o ARCADE pro conforto da sua casa.
      ...

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      leandro · about 2 months ago · 3 pontos

      A grande referência para os consoles, pelo menos ali ate os 16 bits, eram os arcades. Se não eram totalmente igual, mas, pelo menos que fossem próximo a isso.

      1 reply
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      artigos · about 2 months ago · 3 pontos

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  • 2019-08-16 10:15:51 -0300 Thumb picture
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    As revistas de videogame dos anos 80

    Medium 3739877 featured image

    Após o surgimento das primeiras revistas de videogames, algumas editoras começaram a apostar nesse tipo de mídia, porém, a maioria era focado em jogos de computadores e informática. Nos EUA, foram poucas, como a Atari Age e a Electronic Fun with Computers & Games, ambas de 1982-1984. Na Europa, jogos de computadores sempre foram os preferidos, daí nasceram a Page 6 para computadores Atari, Sinclair User para o ZX Spectrum e Tilt, todos de 1982. No ano seguinte, tivemos a Crash para jogos da linha Sinclair e Computer User Amiga. Em 1984, Nasce a Your Sinclair e em 1985 temos as espanhola Micromania e a britânica Zzap!64. Os EUA viva o Crash dos videogames, então ninguém se aventura no assunto videogame.

     Com o sucesso massivo do Famicom no Japão, a Nintendo lança a Famitsu para divulgar novos jogos e dicas em 1986 e no ano seguinte, a britânica ACE vai falar de computadores no geral. O público americano estava praticamente sem nenhuma revista sobre games, mesmo depois que o NES revitalizou a indústria no país, até que a Nintendo lança a Nintendo Power em 1988 após o sucesso do Nintendo Fan Club News. A revista era um dos maiores sucessos nos Estados Unidos e trazia dicas e detonados de jogos que pareciam impossíveis sem ela. Na Itália, a The Games Machine inicia suas tiragem, falando sobre jogos de computadores e de consoles. Em 1989, no Reino Unido, temos a Amiga Action para computadores e a Electric Brain para consoles.

     Já em 1989, nos EUA, a Electronic Gaming Monthly é uma das maiores e mais importantes revistas americana sobre games da história, bem como a GamePro, que falava sobre games no geral. Outra revista que também foi lançada nessa época foi a Game Players, outra gigante que falava sobre dicas e detonados de jogos. Para difundir seus consoles e jogos, a Sega lança no Reino Unido o Sega Power, claramente para competir com a gigante Nintendo Power. Nessa época, o jornalismo de videogames estava difundido em todas as partes do mundo para divulgar as novidades tecnológicas e jogos apresentados na feira CES. Teremos um post próprio só para falar das primeiras revistas brasileiras posteriormente.

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      porlock · about 1 month ago · 3 pontos

      uau... q irado!

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      andre_andricopoulos · about 1 month ago · 3 pontos

      EGM...comprava todas!
      Era uma excelente revista e, não sendo antipatriota...mas era infinitamente melhor do que as brasileiras.
      ...
      Mas eu comprava todas BR também...
      ...

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      old_gamer · about 1 month ago · 3 pontos

      Eu era um consumidor assíduo destes revistas, milhões em dinheiro do meu lanche da escola foram para a banca de revistas : )

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  • 2019-07-26 09:18:47 -0300 Thumb picture
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    Turbo Express: O PC Engine de bolso

    Medium 3736002 featured image

    Para não ficar de fora da onda dos portáteis, a NEC lança o mais poderoso e incrível videogame de bolso da época. Sob o codinome de Game Tank, o aparelho foi demonstrado em abril e prometia trazer total compatibilidade com os jogos de cartão do PC Engine. A versão japonesa do portátil saiu como PC Engine GT e a americana como Turbo Express, ambos saíram em dezembro de 1990. As dimensões do aparelho lembrava muito o GameBoy da Nintendo, com botões de ação inclinados, D-pad circular e botões Run e Select na parte inferior. Uma vantagem que este controle tinha com relação ao controle padrão do PC Engine era o seletor de turbo, que podia ser ativado tanto para o botão I quanto o II. As duas versões vinham com uma carcaça preta.

     Se tratando de um produto de tecnologia para massas, o aparelho era o que tinha de mais avançado. O hardware era quase idêntico ao que podia ser encontrado no PC Engine. Mesmo processador e memória RAM. Tinha uma saída de som mono na parte frontal e saída para fones de ouvido para som estéreo. A tela de 400x270 px colorida possuía retroiluminação, como o Game Gear, porém, era capaz de reproduzir até 481 cores simultâneas na tela, contra apenas 32 do aparelho da Sega. Foi lançado também o acessório TurboVision, que se conectava na lateral do portátil. Com isso, ele era capaz de receber o sinal analógico de radiofrequência de uma televisão para reproduzir na tela do portátil. Um feito simplesmente inacreditável.

     Como o aparelho é basicamente um PC Engine portátil, todos os jogos já lançados em cartões para a plataforma podiam ser jogados no Turbo Express. Isso garantiu a ele uma biblioteca gigante comparado aos concorrentes, porém, nem tudo são flores. Como os jogos foram pensados para jogar em TV, alguns títulos são quase impossíveis de jogar no portátil, especialmente RPGs, pois mal dava para ler as informações na tela. O preço também foi um fator determinante para o fracasso do aparelho, 199 dólares, o mesmo valor de um console de mesa de 16-bits. O dispositivo também necessitava de 6 pilhas AA e durava apenas 3 horas de jogo. Além disso, teve um campanha de marketing fraca. No Japão, o aparelho teve um pouco mais de aceitação.

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      riki_samejima · about 2 months ago · 4 pontos

      Foi um pecado enorme a NEC não ter vingado na indústria de video games.

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      manoelnsn · about 2 months ago · 3 pontos

      Dá até medo de pegar um negócio desses, ahuahua

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      artigos · about 2 months ago · 2 pontos

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  • 2019-07-17 09:04:16 -0300 Thumb picture
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    Super Famicom: O 16-bits da Nintendo

    Medium 3734134 featured image

    Apesar do lançamento do PC Engine, Mega Drive e suas versões americanas, tanto o NES quanto o Famicom ainda eram as plataformas favoritas. Com uma vasta e rica biblioteca de qualidade, a Nintendo não se via pressionada a lançar a sua plataforma de 16-bits. O protótipo NES 2 trazia um design todo esquisitão, mas em 21 novembro de 1990, no Japão, a Nintendo lança o Super Famicom, seu console de próxima geração que chegou desbancando suas concorrentes, mesmo com uma biblioteca mínima inicialmente. O lançamento foi tão intenso que o governo do Japão teve de intervir e pedir para que empresas não lançassem mais novos consoles em dias de semana, como foi o caso.

     Com uma carcaça branca e cinza, o console trazia botões de força, reset e um para ejetar o cartucho, que era inserida na parte de cima. Vinha com um novo padrão de entrada para controles. Por dentro, vinha equipado com a CPU Ricoh 5A22 de 16-bits com 3,58 MHz, 128 KB de RAM e um chip dedicado de som da Sony, o S-SMP. O conjunto de GPU trazia 8 modos para trabalhar com planos de fundo e principal, permitindo parallax e uma ampla opções de cores dependendo do modo escolhido. O modo mais famoso, o Mode 7, permite escalonar e rotacionar uma camada usando transformações matriciais. O aparelho chegou ao mercado japonês custando ¥ 25.000, um pouco mais caro que o Mega Drive.

     O controle padrão do videogame segue o mesmo estilo do NES, com direcional à esquerda, start e select no centro e botões de ação a direita, que agora somam 4 (A,B,X e Y) e dispostos em forma de losango, cada um com uma cor. Há também mais 2 botões de ação situados na parte de cima do controle, os chamados L e R, posicionados de forma ergonômica. Tomando como exemplo o chip MMC em cartuchos de NES para dar mais possibilidade aos jogos, a arquitetura do console foi desenhada para dar suporte nativo a possíveis chips que poderiam vir no futuro e competir com as novas gerações. Os cartuchos seguiam um estilo arredondado com uma belíssima arte desenhada na parte frontal.

     A Nintendo foi ousada e trouxe apenas 2 jogos no lançamento do aparelho. F-Zero, um jogo de corrida futurista que mostrava as possibilidades do Mode 7 e Super Mario World, novo jogo da franquia de maior sucesso. Até o final do ano de 1990, mais 6 jogos foram lançados, 3 originais (Bombazul, Pilotwings e ActRaiser) e 3 portes (Final Fight, Gradius III e Populous). Mesmo com um catálogo muito menor que as concorrentes, o novo jogo do Mario superou todas as expectativas dos fãs. Com este videogame, temos o início da primeira grande guerra dos videogames, no Japão, contra o PC Engine e nos EUA, futuramente, contra o Genesis.

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      manoelnsn · 2 months ago · 6 pontos

      Acho lindão o super famicom, até mais do que o snes americano

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      andre_andricopoulos · 2 months ago · 4 pontos

      Horrível esse SNES da imagem...😂
      Comprei o meu com SUPER STREET FIGHTER 2.😍
      Logo em seguida o maravilhoso TMNT.
      ...
      Foi um dos videogames, de acordo com Alvanista, que mais joguei...assim como PS1 e PS3.
      ...

      6 replies
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      artigos · 2 months ago · 3 pontos

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  • 2019-07-10 22:50:49 -0300 Thumb picture
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    Post by lcfreezer: <p>Peguei o admin da wiki do Horizon Chase em inglê

    Peguei o admin da wiki do Horizon Chase em inglês, que foi criada por alguém ano passado e nunca mais foi feito nada. Criei as páginas das pistas e dos carros, tenho adicionado conteúdo pouco a pouco, mais nas infoboxes , já que meu inglês para escrever é bem porco. Se vc descobriu alguma coisa legal do jogo, escreve lá, tá livre pra qualquer um editar!

    https://horizon-chase.fandom.com/wiki/Horizon_Chase_Wiki

    Se tiver alguma sugestão ou dica de como lidar com wikis, também é bem vindo, já que eu não manjo muito de como fazer as coisas (conseguir alinhar videos um ao lado do outro parece difícil! haha)

    Horizon Chase Turbo

    Platform: PC
    58 Players
    103 Check-ins

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  • _gustavo Luis Gustavo Da Luz
    2019-07-11 15:02:48 -0300 Thumb picture
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    Valve anuncia o Steam Labs

    A  Valve anunciou hoje o lançamento do Steam Labs

    A Plataforma permitirá que usuários testem novas ferramentas da Steam enquanto elas estão em desenvolvimento e prestem feedback e suporte aos desenvolvedores, algumas podem ser lançadas oficialmente, e outras descartadas.

    https://steamcommunity.com/games/593110/announcements/detail/1612767708821404529

    https://store.steampowered.com/labs

    Os projetos atuais em desenvolvimento liberados para teste são Micro- Trailers para gereneros selecionados pelo jogador, loops de 6 segundos exibidos de maneira similar ao que foi feito durante as promoções de Verão;

    Uma melhor ferramenta de recomendações , que pega seus games mais jogados recentemente e recomenda games similares dando ao usuário controle de exibição para cada tag e genero

    E por um ultimo, está um video de 30 minutos gerado automaticamente por um bot mostrando os lançamentos e games mais vendidos do dia.

    Com o Labs a Valve pretende aproximar mais a comunidade da Steam e os desenvolvedores da plataforma, um grande Overhaul da Biblioteca foi vazado a poucos meses atrás, mas quanto a isso, nada foi revelado ainda.

    Portal

    Platform: PC
    12580 Players
    231 Check-ins

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      gradash · 2 months ago · 2 pontos

      Este automatic shows é muito maneiro

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      mastermune · 2 months ago · 1 ponto

      Testar quantas vezes a ferramenta vai bugar, antes de sair a versão oficial bugada, kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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      salvianosilva · 2 months ago · 1 ponto

      Opaaa

  • 2019-07-09 15:05:52 -0300 Thumb picture

    Crítica de Jogos: Ela pode influenciar você?

    Medium 3732645 featured image

    Convertam-se meus caros,

    Venho aqui primeiramente agradecer a galera que está curtindo e lendo os artigos que publico aqui, não sabe o quão importante ler e saber da opinião que vocês comentam, um feedback é sempre bem vindo e os comentários de vocês são super importantes.

    Agora iniciando mais um artigo, na realidade foi uma conversa que realizei a tempos atrás com alguns grupos de amigos, sobre a influência de uma crítica possui sobre um determinado jogo, mecânica, história, desenvolvedora.

    Sabemos que há dois tipos de críticas que nossa sociedade possui, a crítica construtiva que tem o intuito de falar muito bem, elogiar algo referente a determinados assuntos e a crítica destrutiva onde consiste de denegrir, destruir, falar mal, negativar um determinado assunto.

    Na sociedade em que vivemos, a comunidade gamer tem muito os dois lados da moeda, seja ela bem escrita por uma revista, um site, comunidades, fóruns, podcast e bate papo com a galera. Todos tem sua própria opinião, seu ponto de vista, isso é valioso demais para você mesmo e para outras pessoas também, porém é muito difícil manter um certo nível de respeito quando algo fica fora dos eixos.

    A maior influência que muitos buscam não é mais em revistas de games ou sites especializados, onde tirou aquela notícia fresquinha do forno e serve para nós, mas sim o YouTube com canais de pessoas que fizeram seu nome há alguns anos e hoje ganham patrocínios.

    Um outro fator que também influencia grande parte do pessoal, são os comentários que algumas empresas disponibilizam, Steam e Google possui um espaço dedicado para que você possa comentar o jogo que adquiriu em sua loja, alguns dos comentários são os mais simples desde os que expõem um nível de crítica detalhada e busca colocar em palavras, como também há análises negativas o porque não gostou do jogo e o que faltou para ganhar um ponto positivo.

    É certo que todo jogo até mesmo console de videogame possui seus prós e contras, mas também temos aquela pessoa que não possui um discernimento para expor sua opinião e logo incita uma crítica destrutiva sem ter um conteúdo agradável de se ler, e quando questionado o porquê desta crítica, acaba levando para xingamentos e até mesmo repete as mesmas coisas sem nexo nenhum (em poucas palavras: tóxico).

    Grandes comunidades sofrem da mesma causa e diagnóstico, aqui mesmo já li artigos com um conteúdo rico de informações que ao terminar de ler, quero expor a minha opinião.

    Não sei se recordam, mas quando o jogo CupHead para XBox One foi lançado, ele ganhou boas críticas de vários sites de notícias e pessoas que o compraram, uma jornalista deu uma nota abaixo dos 10 que é a nota máxima, porém ela fez um excelente artigo falando do jogo e para a visão dela, sua nota é justa, uma comunidade inteira caiu matando e xingando, ameaçando a jornalista, alguns mesmos mencionou o Gamerscore baixo dela, já sabemos que isso foi mais fator para detona-lá.

    A Steam uns tempos para cá, está sofrendo com “Reviews Bomb” que um grupo de pessoas estão comentando em alguns jogos, para deixar a imagem negativa, fazendo com que alguns ao ler, desista de comprar o jogo, a Epic Game Store não disponibiliza a opção de Review aos jogos em sua loja com medo de “Reviews Bomb” que está sendo praticado na plataforma de sua concorrente.

    Temos alguns sites de games que possuem um senso crítico excelente, mas também temos matérias no qual não passa uma imagem agradável do jogo, ainda mais sua nota de avaliação de um jogo.

    Revistas como PlayStation e XBox Oficial (ambas da Editora Europa) dificilmente você verá que um jogo exclusivo para sua plataforma receberá uma nota abaixo de 8, notas nas alturas, matéria visando tudo o que é de bom sobre o jogo quando isso não vem seguido de um detonado e um pôster para você arrancar e colar na parede de seu quarto.

    Acho que uma crítica bem desenvolvida por um determinado canal de informação, ou uma opinião (sim ela pode ser uma crítica construtiva) deve vir com bons aspectos em sua leitura, mostrando os pontos fortes e fracos que um jogo não foi desenvolvido por uma empresa, às vezes boa parte das pessoas são pegas por um hype maior pela empolgação e espera ou expectativa de um novo conteúdo, o que acaba atraindo a curiosidade.

    Recomendação boca a boca, também é uma forma de intenção para estimular uma curiosidade sobre o jogo.

    Podemos mencionar o pós jogo, você comentar os pontos fortes e fracos, o que tem de melhorias na mecânica do jogo, gráficos, personagens, armas e etc., este momento é importante e ao escrever uma crítica, é importante você utilizar as palavras corretas, pois é um longo trabalho que uma equipe de desenvolvimento teve durante um período de tempo para trazer um jogo para você.

    Já temos outras pessoas que para evitar qualquer tipo de spoilers sobre a história, evitam comunidades, leem uma matéria e crítica sobre o jogo, mas nem por isso a influência a jogar ou a não jogar por aspectos negativos, ela possui a curiosidade e quer entender se realmente é aquilo que mencionaram.

    Eu mesmo gosto de ler os artigos da galera aqui na rede, vejo reviews, leio revistas sobre games quando estou indo para o trabalho e voltando para casa, ouço podcast sobre games, e com isso vou construindo uma base crítica para saber, o mais importante para mim é poder pegar o jogo, observar tudo sobre ele, história, exploração, personagens, conexões que ele traz, diversão, horas jogadas, são pontos que avalio, pode ser que um jogo como Lollipop Chainsaw caiu em críticas negativas por muitos que o jogaram, mas eu curti o jogo por ser uma temática diferente e que coloca zumbis dentro do game.

    Need for Speed: Shift 2 da EA Games, ouvi vários amigos meus dizendo que o jogo é ruim, que tem uma péssima mecânica, ignorando essas informações, acabei comprando ele mesmo assim e o joguei, acabei gostando do jogo pela dificuldade que ele traz, diferente de outros games de carro tendem a manter a mesma mecânica, o diferencial foi de arcade simulador juntos em um, fora que detonei meu carro todo.

    Eu sei que as críticas são importantes para saber se o conteúdo é bom, mas também acho importante você ter sua própria opinião e procurar as informações necessárias, desde que seja um fator decisivo para compra de um jogo, atualmente a internet nos ajuda de diversas formas.

    Contudo isso, quero saber a opinião de vocês galera.

    E até um próximo artigo.

    @armkng

    Sekiro: Shadows Die Twice

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      rax · 3 months ago · 8 pontos

      Olha,crítica ao meu ver é algo pessoal.Por mais que seja feita uma crítica voltada mais a ver detalhes técnicos,somos Humanos e é impossível ser completamente imparcial sem colocar nosso próprio ponto de vista e (ou) um "q" do nosso gosto pessoal no meio.

      Teve games que eu tive uma resistência em conhecer mas devido ao público eu dei uma chance e me surpreende (Celeste.)

      Assim como teve outros games de novo pelo público também fui jogar e me decepcionei por achar que era um game de qualidade alá "volta de Jesuis" (Zelda Ocarina of Time.")

      Eu acho importante ler críticas bem embasadas (e de preferência quem foi do início até o fim do game) pra escutar a opinião/experiência dos outros,mas não se levar totalmente pela crítica.

      Tem umas aqui no Alvanista que não concordo nem a pachorra (me desculpa o termo mas é o que eu quero expressar com isso),e por mais que não cocordasse eu li,joguei e tive a minha experiência a respeito.

      Resumindo: Críticas são importantes mas só levando em conta a NÃO SER totalmente interpretado a nível pessoal do leitor (lavando como ofensa).Se não pode acabar frustrando/decepcionando e etc.

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      leopoldino · 3 months ago · 5 pontos

      Crítica construtiva não se resume em elogiar e falar bem, pode se muito bem apontar defeitos e falar mal para que os próprios desenvolvedores tenham um feedback e possam corrigir alguma coisa ou tomar um rumo diferente num próximo jogo, se a crítica não dá opinião que ajude na correção ou melhoria do jogo ela não é construtiva.

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      speedhunter · 3 months ago · 4 pontos

      Eu tenho que parabenizar a comunidade do Alvanista. Graça aos céus que aqui, tem muitas pessoas que possuem um alto nível de bom senso crítico. É raro ver hate gratuito e argumentação vazia. Fora do Alva, você precisa peneirar bem o que é lixo e o que não é. O que é uma boa e o que é má review, gostei do ponto de vista do artigo!

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  • 2019-07-06 13:34:36 -0300 Thumb picture
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    Os problemas gerais de jogos de cartas colecionáveis

    Medium 3732136 featured image

    Jogos de cartas são um passatempo que existe desde de 1829 quando as pessoas já jogavam poker em bares, hospitais, qualquer lugar em que tivesse uma mesa, cadeiras e baralhos as pessoas estavam lá, jogando e se divertindo com os amigos. nessa época um joguinho simples como poker era apenas um passa tempo leve com conhecidos e nada mais, mas com o tempo, ele foi evoluindo e se tornou hoje um dos meios mais lucrativos e de certa forma “sujos” que um ser humano pode optar para ser rico em pouco tempo.

    “Mas não só de pão vive o homem, não é mesmo?” outros cardgames com o tempo surgiram, tais como o Uno em 2006, Magic the gathering em 1993 e Pokemon TCG em 1999, para nós, o poker e suas variantes não era o suficiente e precisávamos de mais mecânicas “complexas” que fizessem uma partida ser mais interessante, e para isso surgiu os cardgames acima citados, talvez não com esse propósito mas definitivamente eles nutrem essa necessidade de “inventar a roda não é o suficiente!”

    “Mas, o que é um cardgame se não for distribuído para todos e financiando?” e ai que começam a nascer os problemas mais comuns que todo cardgame sofre, não importa o país, eles sempre irão ter esses obstáculos e é nisso que irei aborda neste artigo, listando os pontos mais críticos onde ponto final ira ser o mais polêmico de todos, então vamos começar:

    Preço

    Black lotus, uma carta de magic, é conhecida por ser uma das mais caras do mercado.

    Sejamos francos, cardgames custam caro tanto digitalmente quanto na vida real, comprar boosters esperando que venham “aquela carta” é uma dor de cabeça enorme, se você tiver sorte ela ira vir no primeiro booster que abrir, se tu for azarado, ela ira vir no décimo, vigésimo ou trigésimo, agora, se to for muito azarado, a tal carta só ira vir no quinquagésimo pacote, e até lá, toda a sua grana vai pro ralo como água por gasta tanto nessas coisas, mesmo que os pacotes sejam baratos, abrir-los um por um esperando algo bom é um teste para cardíaco, “a mas você pode comprar a carta que quer separadamente sem necessitar de um pacote!”, é mesmo? Mas, e se ela for uma amostra rara como a black lotus aqui em cima? Vale a pena você torrar mais de 100 reais numa única cartinha como ela? Mesmo que seja boa? Creio que a reposta seja óbvia demais então vamos para o próximo tópico.

    Formatos e Restrições

    Eu gosto tanto da carta [inserir o nome da carta que você gosta] mas é uma pena que eu não poça usa-la nesse formato

    Eu sei, a finalidade desses formatos é de regular o jogo para novos jogadores e para o publico antigo não sair, mas, é um porre saber que sua carta favorita é proibida em tal formato, sem contar que, você fez um deck mó legal e não quer mais comprar a cartas da nova coleção, você vai la todo feliz para começar uma partida e quando olha... seu deck não é mais permitido naquele jogo porque uma ou mais cartas estão restringidas, ou, no pior dos casos, o seu deck inteiro, é frustrante, é chato mas é assim que as coisas são, pior é quando você gosta mais de um formato por achar as partidas mais suaves/tranquilas/equilibradas e sabe que no formato onde tudo é permitido e o seu deck é mais forte você só vai achar gente com deck apelão/chato de lidar que só vai te estressar partida por partida sem dó!

    Powercreep (curva de poder)

    Ambos são cartas do mewtwo, mas, o da esquerda é mais forte, logo, qual você escolheria?

    Esse problema praticamente todos sofrem e não é algo exclusivo dos cardgames, ele sempre ira existir independete do quanto você o negue, a questão é, para vc que o desconhece, powercreep é quando um conjunto de cartas novas atuais ou recentes é muito mais forte do que as cartas antigas que saíram antes, mais precisamente, suas “equivalentes” antigas em nível ou poder, por exemplo, acima, as duas cartas representam o pokemon mewtwo, mas, a da esquerda que saiu depois é muito mais forte em hp e ataques, fazendo o da direita ser meio “obsoleto” nos jogos hoje em dia, o problema principal disso é fazer as cartas antigas serem classificadas como "fracas" ou inúteis e se tornarem inutilizáveis com o tempo, mas isso não é a cereja do bolo, o powercreep pode acabar meio que tornando as novas cartas “desnecessariamente fortes demais” e meio que desbalancear o jogo quase que (ou) completamente, afinal, porque alguém se daria ao luxo de usar uma carta antiga e fraca se essa pessoa pode usar uma carta nova e muito mais forte?

    Mecânicas novas desnecessárias ou muito idiotas 

    Você só tinha uma missão! E falhou miseravelmente!

    Mecânicas novas são sempre bem vindas, exceto quando elas estragam o jogo, e aqui isso não é diferente, o exemplo acima se chama firewall (quebrado) dragon, um monstro link, cujo objetivo era parar o abuso do extra deck que os jogadores viviam fazendo em yugioh, de inicio parecia que essa nova mecânica iria ser a salvação para todos, por mais restringisse o extra deck, as partidas poderiam ser mais calmas, divertidas e balanceadas, mas... alguns meses depois disso, a tal salvação virou uma enorme perdição! O abuso no extra deck piorou, partidas inteiras eram enceradas em menos de 4 turnos, porém, demoravam 15 minutos em um único turno, simplesmente porque vc podia entupir o campo no primeiro  turno com extrema facilidade, os monstros links foram uma maldição e o principal motivo pelo qual esse jogo caiu muito depois de meses, mas, tem algo pior do que eles, sim, chegamos ao ultimo tópico e o mais polêmico de todos, é provável que você ira discorda fortemente de mim, mas ao meu ver, é o pior problema de todos e praticamente é o mais difícil de se resolver até hoje!

    Humanos, Pessoas, o próprio Homo sapiens como um todo!!!

    Rico, pobre, gay, lésbica, negro, chinês, australiano, dinamarquês, não importa, se for um ser humano, ele vai estragar tudo!!!

    Sim, eu culpo as pessoas por serem o problema maior de todos cardgames, elas são as sementes que desabrocham todos esses problemas, se as pessoas não fossem gananciosas por dinheiro não teríamos cartas tão caras, se as pessoas fossem mais respeitosas nas partidas não teríamos distinção entre formatos/restrições, se as pessoas fossem precavidas e pensassem a longo prazo não teríamos o surgimento do powercreep, se as pessoas pensassem mais na diversão e não em ganhar passando por cima dos outros as novas mecânicas (mesmo as idiotas) poderiam ser divertidas de se jogar ou até mesmo fossem desnecessárias, todos esses problemas foram causados por não um mas vários humanos, sejam os próprios jogadores ou os criadores, todo mundo tem uma parcela de culpa nisso, se o jogo ta uma b*sta é por causa das pessoas, e o pior, ninguém joga a culpa em nós mesmos, as pessoas sempre irão jogar a culpa em A ou B mas nunca nelas mesmas, é quase como dizer que o culpado do assassinato foi a arma e não a pessoa que a estava empunhando, tudo corrói por nossa causa, eu sei que nem todos são assim, mas, dê poder e oportunidades demais a alguém em bam! A pessoa se corrompe e vira um babaca, e isso é o que esses joguinhos fazem, equilibro é uma farsa, balanceamento é uma piada de mal gosto, jogo bom mesmo é xadrez, onde temos poucas regras e varias restrições, assim ninguém pode abusar do jogo como bem entender e ele nunca precisou mudar! se você vive se frustrando com esse tipo de jogo sugiro fortemente que busque opções offline/Single Player deles ou jogue apenas com amigos pois é bem mais divertido, ou até mesmo pense um pouco a respeito de você, se realmente vale a pena perde o seu tempo nisso, porque não importa o quanto se esforcem para deixar algo “balanceado para todos”, a sempre um ou mais idiotas ali “escondidos” apenas esperando a hora certa para estragar a sua jogatina!

    E termino meu artigo com algumas frases, todas representando bem esse conceito deste ultimo tópico e valem a pena serem refletidas um pouco:

    Preferir o mal ao bem não está na natureza humana; e quando um homem é compelido a escolher um dos dois males, ninguém escolhe o maior quando ele pode ter menos. - Platão

    A humanidade é composta de dois tipos de homens, aqueles que amam e criam, e aqueles que odeiam e destroem. - Jose marti

    Existe uma suficiência no mundo para a necessidade do homem, mas não para a ganância do homem. - Mahatma Gandhi

    Boas pessoas não precisam de leis para lhes dizer que ajam com responsabilidade, enquanto as pessoas más encontrarão uma maneira de contornar as leis. - Platão 

    Yu-Gi-Oh! Forbidden Memories

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      raiden · 3 months ago · 4 pontos

      Adoro card games tanto físicos quanto digitais mas realmente hoje eu não tenho mais saco e dinheiro pra ficar torrando. Os fanboys de qualquer card game irão sempre enfiar na sua guéla que aquele não é nem nunca foi pay to win. Ô inocência (pra não dizer outra coisa...). Adorava Magic, Legend of the Five Rings, O Senhor dos Anéis TCG, entre muitos outros físicos. Digitais confesso que joguei muito Heartstone na época mas peguei nojo de uns tempos pra cá. Dá pra jogar sem gastar dinheiro? Dá! Mas prepare-se pra ser um merda eterno, não pegar lenda (ou pegar muito raramente), não conseguir completar arena, etc... Mesmo conhecendo de sinergia. Os mais recentes card games que joguei e curti demais foram The Elder Scrolls Legends que tem uma campanha muito bem feita e MILHÕES de vezes superior a Heartstone na minha opinião é o que as vezes jogo ainda hoje Magic Arena. Mas sim, todos tem aquele mesmo esquema de jogo de celular. Te viciar inicialmente lhe fornecendo cartas estilosas e deixando a entender que você é fodão e depois de um certo tempo (que pode demorar de propósito pra lhe viciar ao máximo) lhe dizer indiretamente "a partir daqui se quiser avançar" (como diria o Kiko do Chaves) COMPRAAA!!! É complicado... Tem ótimos card games no mercado mas fica inviável alimentar esse vício.

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      vinicios_santana · 3 months ago · 4 pontos

      Um dos motivos que me fez abandonar TCGs de modo geral, é o alto valor para decks competitivos, pra no fim do ano, ao menos os de Pokemon, sair uma nova coleção e todo seu deck ser rebaixado, não podendo ser usado em competições.
      Hoje ainda mantenho 2 decks daquela época, para jogar ocasionalmente com algum amigo. Até já me chamaram para voltar a jogar sério, mas a questão financeira pesa demais pra mim nesse ponto. Como o @raiden disse, acaba que quem tem mais dinheiro, têm as cartas mais poderosas e por fim leva a vitória.

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      anduzerandu · 3 months ago · 4 pontos

      Joguei muito Pokémon e Magic há uns 12 anos atrás. Era uma super onda por aqui, mas acabei deixando de lado exatamente por todos os problemas relatados, principalmente os próprios jogadores. Tinha gente rica que investiga um dinheiro pesado comprando cartas raras ou simplesmente multiplicando as que já tinham e eu não tinha a menor chance em batalha haha. Atualmente eu estou com vontade de voltar casualmente graças ao tal do Keyforge, que meio que é a moda do momento e parece bem mais justo

  • 2019-06-26 08:52:36 -0300 Thumb picture
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    Game Gear: o portátil colorido da Sega

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    Usando o codinome Mercury, a Sega lança ao mercado um portátil para competir com o Game Boy. O Game Gear foi lançado em outubro de 1990 e trazia uma proposta de ser um aparelho mais moderno e legal que o GameBoy. Campanhas de marketing agressivas contra o portátil da Nintendo mascarava os pontos negativos em relação ao GameBoy, mas vinha com um hardware superior a qualquer portátil no mercado. Assim como o Atari Lynx, o Game Gear trazia uma tela colorida com retroiluminação, que permita jogatinas no escuro. O design foi baseado no gamepad do Mega Drive, com orientação horizontal e carcaça preta. A saída de som era mono, mas trocava para estéreo quando conectado a fones de ouvido.

     Seu interior trazia especificações de hardware muito semelhante ao console de 8-bits da Sega, o Master System. A grande diferença é na disposição de cores, com 4096 opções, contra apenas 64 do console de mesa. Sendo praticamente um Master System portátil, ele consumia 6 pilhas AA de 3 a 5 horas, enquanto portátil da Nintendo fazia 30 horas com 4 pilhas. Essa foi a principal fraqueza do aparelho, pois o preço oferecido era 30 dólares mais barato que o Lynx, que oferecia poder semelhante. Os cartuchos vinham em plástico preto com uma arte estampada e o acessório Gear to Gear permitia partidas multiplayer através de um cabo, como todas concorrentes.

     Como o hardware era muito semelhante ao Master System, isso facilitou a portabilidade de títulos do console de mesa para o portátil. O único título original da biblioteca inicial era Dragon Crystal, um RPG de ação com cenários gerados de forma procedural. Os outros jogos eram portes, geralmente de Arcade, como Wonder Boy, Pengo e Super Monaco GP. O jogo de maior destaque era a versão de Columns para o portátil. Batia direto com o puzzle Tetris da Nintendo que trazia gameplay simples, rápido e sem muito compromisso. Em seu lançamento, o console vendeu bem, mas havia sido lançado apenas no Japão primariamente. O lançamento americano seria só ano seguinte.

    @andre_andricopoulos, @cleitongonzaga, @jack234, @old_gamer, @ziul92, @mardones, @porlock, @darlanfagundes, @jokenpo, @darth_gama, @armkng, @lgd, @noyluiz, @marlonildo, @joanan_van_dort, @volstag, @manoelnsn, @shuichi, @gus_sander, @willguigo, @thecriticgames, @fredson, @kb, @sergiotecnico, @srdeath, @melkorbelegurth, @avmnetto, @spider, @denis_lisboadosreis, @rogerlopezx [Quem quiser ser marcados nas próximas postagens, é só botar nos comentários]

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      leopoldino · 3 months ago · 3 pontos

      Comia pilha com farinha.

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      leandro · 3 months ago · 3 pontos

      Eu tive esse portátil por uns 2 anos mais ou menos. Era incrível pra sua época, realmente ( e ate ouso a dizer que certos jogos tinha melhor desempenho que no Master System ). Os que eu joguei a esmo foram Super Mônaco GP, Columns, Castle Of Illusion e Olympic Gold. Todos eles excelentes, ao meu ver

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      artigos · 3 months ago · 3 pontos

      Parabéns! Seu artigo virou destaque!

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