clubeludum

Elaboração de vídeos de gameplays, vlogs e entretenimento relacionado ao mundo dos games, morô?

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  • 2021-02-25 13:50:56 -0300 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Hoje enfrentaremos vários bruxos em duelos no Ha

    Hoje enfrentaremos vários bruxos em duelos no Harry Potter and the Chamber of Secrets para PlayStation 1. Eu amo este mini-game de duelos. Detonando todo mundo com o Flipendo e outros feitoçoso, digo... Feitiços. Divirtam-se!

    Harry Potter and the Chamber of Secrets

    Platform: Playstation
    1846 Players
    7 Check-ins

    4
  • 2021-02-23 13:16:31 -0300 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Spider-Man é o próximo jogo a ser analisado no C

    Spider-Man é o próximo jogo a ser analisado no Clube Ludum. Lançado em 2000, certamente é um dos melhores jogos do Miranha, morô? Como sempre, uma análise breve e objetiva.

    Spider-Man (2000)

    Platform: Playstation
    5991 Players
    25 Check-ins

    15
  • felipe_turesso Felipe Turesso
    2021-02-21 16:27:37 -0300 Thumb picture
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    Resident Evil: Survivor finalizado.

    Ontem fechei o Resident Evil: Survivor.

    Eu já tinha jogado umas duas vezes no passado, porém nunca o joguei inteiramente em decorrência do medo quando criança (HAHAHA). Pensei que seria pior, haja vista as inúmeras coisas que li e ouvi falar sobre o game. Não se trata de um jogo formidável, mas é divertido. Particularmente gostei dele, mesmo possuindo uma jogabilidade complicada em alguns momentos.

    Só não entendi mesmo a sacada de não poder salvar o progresso do jogo. Enfim, é um jogo legal até. Dá para se divertir jogando ele. Além disto, possui um enredo interessante e macabro.

    Muito ôxi!

    Resident Evil: Survivor

    Platform: Playstation
    2199 Players
    11 Check-ins

    8
    • Micro picture
      jcelove · 6 days ago · 2 pontos

      É mesmo, nao tem save, mas é por ser curtinho. A pegada arcade.hehe
      Dependendo da rota q pegue termina em uns 40min .

      2 replies
  • 2021-02-18 15:02:45 -0200 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Hoje vamos dirigir em alta velocidade no grande

    Hoje vamos dirigir em alta velocidade no grande Forza Horizon. Certamente um jogo que se destacou em 2012 e muito divertido. Aperte o cinto e não esqueça a sua CNH hein. Divirtam-se!

    Forza Horizon

    Platform: XBOX 360
    2487 Players
    367 Check-ins

    5
  • felipe_turesso Felipe Turesso
    2021-02-17 14:45:50 -0200 Thumb picture
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    Analisando os mistérios de Journey

    Medium 3852583 featured image

    Certamente Journey é um jogo lindo, simples, cheio de emoções e interpretações. Conforme o game avança, o jogador descobre cada vez mais coisas que são a principal fonte de conhecimentos sobre este mundo aparentemente pós-apocalíptico. Estas coisas são “visões” que o jogador obtém ao completar as fases do jogo, sendo necessário interpretá-las para encontrar uma possível conclusão. Dito isto, pensamentos e conclusões divergentes claramente podem existir.

    Primeiramente, percebe-se que ocorreu alguma coisa neste mundo que ocasionou no fim de uma civilização, haja vista os inúmeros edifícios parcialmente destruídos e outros locais abandonados. Além disto, existem pedras no chão nas quais contêm símbolos, podendo ser interpretadas como lápides. Sendo assim, muitas pessoas foram mortas por alguém ou morrerem por causas naturais? Difícil afirmar em um primeiro momento. Ressalta-se a existência de panos vermelhos que possuem uma espécie de magia ou energia capaz de levitar o personagem e fazer outras coisas. Por alguma razão, estes panos ou tecidos executam suas ações com os sons emitidos pelo personagem, aliás, muitas coisas reagem aos sons ou pela fala do personagem do game

    O protagonista explorará diversos locais em que esta civilização existiu, sendo possível deduzir como viviam, as finalidades das construções e descobrir desenhos que explicam outras questões.

    Identifica-se que, ao final de cada fase, existe uma espécie de altar e pedras que reagem aos sons emitidos pelo protagonista. Estas pedras possuem runas nas quais contêm uma energia que dá acesso às visões que o jogador assiste para desvendar os mistérios deste mundo. Nestas visões, percebe-se que há uma pessoa ou um ser que efetivamente transfere ao protagonista as visões ou ensinamentos.

    Ante a primeira visão, interpreta-se que no início de tudo já existia a montanha na qual é o objetivo final do jogo. Ela possui uma espécie de energia que deu gênese aos animais, as plantas, as árvores, o ar, as almas, as pessoas e os tecidos vermelhos. Por alguma razão, as pessoas que viviam neste mundo usavam vestes brancas.

    A segunda visão demonstra que as pessoas começaram a construir edifícios e passaram a utilizar os tecidos vermelhos para gerar energia como uma espécie de recurso natural. A civilização destas pessoas cresceu cada vez mais e, aparentemente, tornou-se próspera.

    Por alguma razão, os tecidos vermelhos desapareceram e se tornaram escassos. Isto gerou conflitos e guerra entre as pessoas e provavelmente foi neste momento que iniciou a destruição gradativa desta civilização. A quarta visão apresenta que várias pessoas morreram devido a guerra e, aos poucos, as areias do deserto enterraram os edifícios desta sociedade.

    Depois de um tempo, uma pessoa com vestes vermelhas surge. Obviamente ela é o protagonista do game. Não existem esclarecimentos sobre a razão de seu surgimento. Neste momento ocorre uma “cisão” no enredo, pois toda a estória por trás deste mundo pós-apocalíptico está esclarecida, contudo, resta saber qual a missão do protagonista.

    Seu surgimento seria uma espécie de profecia? Alguém que virá para libertar os tecidos vermelhos que estão aprisionados em alguns locais e aprender mais sobre este mundo? E os jogadores que eventualmente são encontrados? Trata-se apenas de uma questão de jogabilidade ou vários seres foram criados para libertar os tecidos vermelhos? Será que é preciso que os tecidos retornem para a montanha? Qual o motivo? Existe uma imagem que pode ser encontrada durante o jogo que demonstra as pessoas com vestes brancas retornando à montanha.

    Além do fato do ser que sempre aparece para o protagonista ao final de cada fase utilizar vestes brancas, no final do game também surgem mais seres com as mesmas roupas. Sendo assim, esta imagem representa os seres que sobreviveram ao caos da guerra e decidiram retornar para seu criador, portanto, a montanha? Seria a montanha uma espécie de divindade? A montanha seria uma força metafísica que deu gênese a este mundo? Tantas perguntas sem resposta.

    O protagonista deve enfrentar o desafio final ao subir a montanha. Parece que seu destino já estava definido. Toda a sua jornada aparenta ser uma profecia, mas sem uma resposta clara. De qualquer forma, o final de sua jornada é tão intenso que ele acaba falecendo, porém os seres com roupas brancas o ajudam. Depois de uma longa jornada com altos e baixos, sua recompensa é enfim concedida, ou seja, o protagonista está em uma espécie de paraíso. A música do momento e as cores vivas demonstram uma alegria tão intensa e sensação de conforto nas quais são indescritíveis. É um local com tanta harmonia e paz. Realmente aparenta ser um paraíso.

    Eventualmente o jogador adentra na luz da montanha. Seria um encontro com a divindade que criou este mundo? O que é esta luz? Qual o propósito de se juntar à esta luz? De qualquer maneira, o protagonista se transforma em uma espécie de estrela cadente e retorna para o início do jogo para começar uma nova jornada, mas... Por quê?

    Certamente Journey é um game com várias interpretações que podem ser desmistificadas de várias formas, todavia por meio da religiosidade é uma forma extremamente interessante.

    Analisando o espiritismo, existem conceitos e questões sobre o espírito, reencarnação, Deus, a origem do universo, dentre outras coisas.

    O objetivo de uma pessoa é a busca pela constante evolução, portanto, “a ampliação de sua consciência através da aquisição de conhecimentos”. Com isto e ao longo de sua vida, a pessoa amplia sua “percepção e compreensão da natureza, das coisas, das pessoas, de si mesmo, do Cosmo, da estruturação inteligente do Universo e, em consequência, o seu entendimento de Deus”.

    Sob esta perspectiva, o protagonista de Journey surge neste mundo para aprender tudo que aconteceu, portanto, sobre a origem deste universo, o nascimento desta civilização, o quanto prosperaram, seus conflitos e sua inevitável autodestruição. O personagem adquire conhecimento sobre as coisas, pessoas e o local por meio dos glifos, visões dos seres com vestes brancas e a exploração do ambiente.

    Sendo assim, o protagonista obtém este conhecimento e evolui, tornar-se um ser cada vez mais elevado, um ser mais compreensivo, um ser cada vez mais evoluído. Isto é muito interessante, pois além dos glifos que contêm a estória deste lugar, existem símbolos luminosos que funcionam como os coletáveis do game. Além disto, conforme o jogador joga várias vezes o game, detalhes na roupa do protagonista surgem.

    É como se o personagem estivesse várias vezes aprendendo cada vez mais sobre o mundo ao jogar novamente e coletar os símbolos luminosos que, após obter todos, lhe concederão vestes brancas similares ao do ser que aparece nas visões no qual pode ser uma espécie de espírito que guia o protagonista. Aliás, depois de pegar todos os referidos símbolos, o jogador desbloqueia um troféu com o título “Transcendência”. De outro modo, o protagonista se torna algo superior, algo que ultrapassa o comum, ele se eleva.

    A resposta para o jogador retornar ao início do jogo após concretizá-lo pode ser a ideia de reencarnação no espiritismo:

    "Reencarnação é o processo pelo qual o espírito, estruturando um corpo físico, retorna, periodicamente, ao polissistema material. Esse processo tem como objetivo, ao propiciar vivência de conhecimentos, auxiliar o espírito reencarnante a evoluir".

    Dito isto, depois que o protagonista finaliza sua jornada, ele desencarna e se une à montanha para reencarnar para que possa continuar a evoluir. É possível observar que outras estrelas cadentes surgem no céu durante a jornada. Seriam espíritos que reencarnaram? Realmente é algo lógico, afinal a montanha pode ser definida como Deus, porém o que é Deus para o espiritismo?

    Allan Kardec, o codificador do espiritismo, estabelece no Livro dos Espíritos que “Deus é a inteligência suprema, causa primeira de todas as coisas”. Ainda, para o espiritismo:

    "Deus não se relaciona ao mágico, ao místico, ao divinal, ao sacro, ao infinito, ao absoluto. Deus não é matéria, nem energia. Ele não tem uma forma definida. Deus não está restrito a uma pessoa, por mais evoluída que seja, como Jesus. Deus não está no céu. Ele está nos seres mas não se confunde com eles; está nas coisas mas não se confunde com elas".

    Outrossim, a montanha dá gênese a tudo que existe neste mundo. Allan Kardec dita que Deus criou o universo por sua vontade. A melhor representação disto está na Bíblia Sagrada, mais precisamente no livro gênesis: “E disse Deus: Haja a luz; e houve luz”. No game, mostra-se a montanha criando animais, plantas e os seres. Antes disto, possivelmente a montanha criou o universo e o planeta. Tudo que existe neste mundo do Journey é oriundo da vontade da montanha, ou seja, de sua fala.

    Allan Kardec esclarece que no começo tudo era caótico, pois os elementos estavam em confusão. Aos poucos as coisas foram se organizando para que seres vivos pudessem viver no planeta Terra.

    Talvez o glifo que contém a imagem dos seres com vestes brancas retornando para a montanha demonstre que eles evoluíram a tal ponto que não reencarnam mais. Reencarnaram tantas vezes e aprenderam tanto que agora são seres evoluídos. Aparentemente as vestes brancas representam a evolução máxima que alguém pode alcançar, embora estes seres tenham surgido no início do mundo com roupas brancas e, obviamente, aniquilaram-se. Talvez estivessem muito próximos de alcançar a perfeição, quem sabe.

    E quanto aos outros jogadores que eventualmente são encontrados ao longo da jornada? Possivelmente são pessoas, portanto, espíritos, que possuem o mesmo propósito: evoluir. Allan Kardec afirma que a criação dos espíritos é permanente, ou seja, Deus não parou de criá-los. Os espíritos surgem da vontade de Deus, afinal ele os cria tal qual cria outras criaturas. Apesar disto, a origem dos espíritos é um mistério.

    Deste modo, o aparecimento do protagonista não é resultado de uma profecia, como se ele fosse um messias. Aparentemente a montanha cria estes seres para que possam evoluir até que se tornem tão evoluídos e não precisem mais reencarnar.

    E quanto aos panos vermelhos? Seriam eles uma espécie de espírito? É possível. Talvez espíritos que deveriam guiar os seres. Vislumbra-se que os panos vermelhos possuem uma inteligência e foram usados para coisas boas e coisas ruins. Possivelmente foram embora, pois perceberam que sua presença acarretaria em mais caos do que harmonia. Provavelmente sua intenção inicial era ajudar ou guiar os seres para que conhecessem a existência da montanha.

    Além disto, suas habilidades de levitar e realizar outras coisas são executadas por sons, portanto, será que os panos possuem uma habilidade similar à montanha? Os panos executam suas habilidades por sua vontade? Seriam orações ou preces? Allan Kardec afirma que a prece é um ato de adoração e aproxima a pessoa de Deus. É possível propor três coisas em uma prece: louvar, pedir e agradecer.

    Os sons emitidos seriam preces pedindo ajuda? As runas que estão escritas nos tecidos, lápides e altares são uma personificação ou extensão da vontade da montanha? Se as palavras que estão escritas forem proferidas, elas simplesmente executam o que está escrito? Certamente é algo lógico, posto que que os sons ou falas do personagem são necessários para se comunicar e executar as habilidades dos tecidos vermelhos.

    De qualquer forma, além do enredo do jogo e as interpretações aqui realizadas, vislumbra-se que Journey é uma metáfora da jornada da vida e os desafios que precisam ser superados. Enfrentar as adversidades que existem ao longo de nossa vida, nossa jornada. Assim que uma jornada é concluída, outra se inicia, afinal nossa vida é composta por diversas jornadas com desafios cada vez mais complexos.

    Talvez não existam respostas objetivas para Journey. Trata-se de um jogo que possui tantos sentimentos e interpretações tão diversas e ambíguas que resultam em conclusões subjetivas. De qualquer forma, esta é a graça. Isto é o que torna este jogo tão incrível e deslumbrante.

    Com base nas interpretações envolvendo o espiritismo, o que realmente importa é o que aprendemos e como evoluímos para nos tornarmos cada vez melhores. Talvez uma forma de compreender melhor isto é por meio das palavras do sr. Data, personagem da série Jornada nas Estrelas: A Nova Geração no episódio 16, “Descendência”, da 3ª Temporada desta série: “O esforço em si é mais importante. Nós devemos nos esforçar para sermos mais do que somos. Não importa que não atinjamos nossa maior meta. O esforço gera sua própria recompensa”.

    Por fim, existe uma frase que é atribuída ao Allan Kardec, mas aparentemente não é de sua autoria, e que possivelmente esclarece a ideia por trás da jogabilidade e o enredo de Journey: “Nascer, viver, morrer, renascer de novo e progredir continuamente até que se tenha chegado aos limites da perfeição”.

    Referências:

    Dicionário Priberam. Transcender. Visto em 05/02/2021. Disponível em <https://dicionario.priberam.org/transcender>.

    KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 46ª edição, São Paulo: Instituto de Difusão Espírita, 1989. - p. 45, 56, 57, 71 e 268.

    Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas. Deus. Visto em 04/02/2021. Disponível em <https://www.sbee.org.br/ceag/deus/>.

    Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas. Reencarnação. Visto em 04/02/2021. Disponível em <https://www.sbee.org.br/reencarnacao/>.

    Journey

    Platform: Playstation 4
    941 Players
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      hyuga · 10 days ago · 2 pontos

      marcado para ler depois

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      lordsearj · 10 days ago · 2 pontos

      Eu achei esse jogo sensacional.

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      bobramber · 10 days ago · 2 pontos

      Rapaz, esse analisou profundamente (não cheguei a ler), mas me emocionei jogando Journey.

  • 2021-02-17 14:45:40 -0200 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Hoje temos um vídeo especial sobre o deslumbrant

    Hoje temos um vídeo especial sobre o deslumbrante Journey. Existem várias coisas no game que não são esclarecidas. Sendo assim, vamos analisar estes mistérios e tentar encontrar respostas. Divirtam-se! :D

    Journey

    Platform: Playstation 4
    941 Players
    100 Check-ins

    5
  • 2021-02-16 14:30:16 -0200 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Singularity é o próximo jogo a ser analisado no

    Singularity é o próximo jogo a ser analisado no Clube Ludum. Lançado em 2010, certamente é um game com bastante potencial. Como sempre, uma análise breve e objetiva.

    Singularity

    Platform: PC
    255 Players
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  • jcelove José Carlos
    2021-02-11 15:31:31 -0200 Thumb picture
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    UNmetal, o Metal Gear Zoeiro que não pedi mas que preciso!

    To sem upar videos no canal a umas semanas pq ta brabo, tanto o celulixo qto o laptop da zua tão me trollando a gravar. Dessa vez o audio saiu estourado de novo mas vai assim mesmo.

    No fone da pra ouvir melhor, só precisa abaixar o volume pra não ficar surdo, ou pode assistir no mute tbm pra ver essa demo maravilhosa do meu jogo mais esperado de 2021 (que eu espero que saia.hehe)

    Unepic

    Platform: PC
    301 Players
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    29
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      tiagotrigger · 15 days ago · 3 pontos

      Legal demais, não conhecia. E ainda fiquei mais animado porque gostei muito de UnEpic.

      3 replies
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      rax · 16 days ago · 2 pontos

      Caraio ai sim boto fé UAHSUAHSUAHSUH XD.Lembra bastante os 2 primeiros Metal Gear.

      Vou baixar a demo aqui,vlw pela dica :D

      1 reply
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      rax · 16 days ago · 2 pontos

      Compartilhei aqui para não me esquecer de baixar depois a demo (to tentando entrar na Steam mas ta dando erro.)

  • 2021-02-11 14:43:19 -0200 Thumb picture
    Post by clubeludum: <p>Hoje vamos jogar o grande Devil May Cry!! O jogo

    Hoje vamos jogar o grande Devil May Cry!! O jogo que se originou nos protótipos de Resident Evil 4. O jeito é detonar os demônios na versão HD Collection. Divirtam-se!

    Devil May Cry HD Collection

    Platform: Playstation 4
    50 Players
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    12
  • felipe_turesso Felipe Turesso
    2021-02-10 14:33:02 -0200 Thumb picture
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    Resident Evil não é mais o mesmo?

    Medium 3851458 featured image

    Certamente a saga Resident Evil é muito polêmica. Qual a razão? Ora, observa-se que a saga se transformou ao longo dos vários jogos que foram lançados. Claramente a Capcom, empresa responsável pela criação e desenvolvimento dos jogos da saga, seguiu tendências ao longo dos anos. Isto se vislumbra tanto em Resident Evil: Gun Survivor com sua visão em primeira pessoa quanto no famoso Resident Evil 4 com sua visão em terceira pessoa e câmera focada no ombro do personagem. Jogabilidade esta que influenciou e continua sendo inspiração para muitos jogos.

    Estas mudanças acarretaram em frustração em alguns fãs da saga gerando divisões entre eles. Existem aqueles fãs que gostam dos jogos antigos, ou seja, aqueles games que são voltados para o gênero survival horror. Existem aqueles fãs que gostam e conheceram Resident Evil por meio do Resident Evil 4 em diante. Existem também aqueles fãs que gostam de todos os jogos e apreciam suas respectivas características. De qualquer forma, é uma base de fãs bastante dividida.

    Diante disto, argumenta-se que Resident Evil deixou de ser o que foi. Em outras palavras, a saga Resident Evil, mais precisamente após Resident Evil 4, abandonou elementos que faziam parte de sua identidade. Apesar disto, questiona-se se isto realmente ocorreu.

    Analisando os jogos da saga Resident Evil, é possível identificar dois critérios que os definem. O gênero do survival horror, podendo ser traduzido como “horror de sobrevivência”, e a existência de armas biológicas.

    O gênero de jogos survival horror se tornou efetivamente famoso devido o lançamento do primeiro Resident Evil em 1996, todavia já existiam jogos neste estilo, como o Sweet Home (1989) e Alone in the Dark (1991). Aliás, estes games influenciaram enormemente a criação de Resident Evil. De qualquer forma, este gênero de jogos eletrônicos consiste em o jogador estar em um local hostil, devendo enfrentar inimigos perigosos e possui poucos recursos para sobreviver, ou seja, o jogador está em grande desvantagem.

    Além disto, percebe-se que o jogador deve solucionar quebra-cabeças, administrar seus recursos, coletar itens e explorar o cenário. Há um medo psicológico em avançar no jogo, haja vista a vulnerabilidade do personagem, recursos limitados (armas, munição, remédios etc.), inimigos fortes e a ambientação escura e/ou assustadora/macabra.

    Claramente isto é visível nos jogos Resident Evil (1996), Resident Evil 2, Resident Evil 3: Nemesis, Resident Evil Code: Veronica, Resident Evil Zero e Resident Evil 7: Biohazard, dentre outros.

    Apesar disto, ressalta-se que este critério do gênero survival horror é ausente nos jogos Resident Evil 4, Resident Evil 5 e Resident Evil 6. Nestes games, o jogador enfrenta vários inimigos, às vezes hordas deles, possui várias armas e muitos recursos para utilizar. O jogador se sente muito mais seguro e poderoso ao confrontar os inimigos e chefes. Certamente são jogos mais voltados para a ação do que para o terror.

    Embora o game Resident Evil 4 tenha efetivamente introduzido estes elementos na saga, ele ainda possui algumas características do gênero survival horror, mesmo que sejam reduzidas quando comparados com os jogos anteriores. Cita-se exemplos como a solução de quebra-cabeças, administrar seus recursos com sabedoria e organizá-los no inventário do personagem, apesar de não serem tão escassos quanto nos jogos anteriores. Além disto, jogador está em um local hostil, existem inimigos perigosos, a ambientação é macabra e há um certo receio em prosseguir no jogo.

    Em relação ao Resident Evil 5 e Resident Evil 6, há um foco muito mais intenso na ação, momentos frenéticos e vários inimigos atacando os personagens. Há quem classifique estes jogos com o gênero action horror, podendo ser traduzido como “ação de horror”.

    Mesmo que se afirme que o critério do gênero survival horror possa ser descartado ante a existência dos jogos Resident Evil 4, Resident Evil 5 e Resident Evil 6, o segundo critério está presente em todos os jogos: armas biológicas.

    Desde o primeiro jogo da saga, as armas biológicas são os principais inimigos dos protagonistas. Ao longo dos jogos, o enredo da saga Resident Evil foi se aperfeiçoando e existem diversos documentos e explicações que demonstram o objetivo da Umbrella Corporation em criar armas biológicas das mais diversas.

    A Umbrella desenvolve incessantemente armas biológicas cada vez mais poderosas e inteligentes o suficiente para serem controladas, ou seja, para receberem ordens e que estas sejam cumpridas. Cita-se como exemplo os Hunters que são criados por meio de um óvulo humano fertilizado no qual é inserido o DNA de um réptil infectado com o T-Vírus. Esta criatura obedece a ordens simples e seu objetivo é eliminar as pessoas que são geneticamente imunes ao T-Vírus ou aquelas que foram infectadas e se transformaram em zumbis.

    Dito isto, em todos os jogos o protagonista deve enfrentar armas biológicas e sobreviver. Obviamente que estas criaturas vão ficando cada vez mais aprimoradas ao longo dos jogos, vide o Nemesis no Resident Evil 3. Até então, esta criatura era a arma biológica mais versátil já criada pela Umbrella. Nemesis é capaz de cumprir ordens com mais precisão e realizar decisões sozinho para concluir seu objetivo que, no caso do referido jogo, era eliminar os membros dos S.T.A.R.S. que sobreviveram ao incidente na Mansão Spencer. Além disto, ele é capaz de usar uma bazuca. Evidencia-se a grande evolução do Nemesis quando comparado com o Tyrant, último chefe de Resident Evil (1996) e Remake e, até então, a arma suprema da Umbrella.

    A existência de zumbis não deve ser encarada como algo primordial para os jogos da saga Resident Evil, afinal estas criaturas são uma espécie de arma biológica. Não são criaturas que podem ser controladas, assim como os Hunters, mas possuem sua utilidade para os propósitos da Umbrella.

    De qualquer maneira, vislumbra-se que o fato das pessoas que se transformaram em zumbis na Mansão Spencer e em Raccoon City é uma consequência do vazamento acidental do T-Vírus e não o foco dos jogos em si. Claramente os zumbis são os inimigos mais comuns, porém, diante deste raciocínio lógico do aprimoramento das armas biológicas, sua presença não é obrigatória.

    Com a inevitável falência da Umbrella a partir do Resident Evil 4, outras pessoas e empresas tiveram acesso aos vírus e, consequentemente, dão gênese a outros vírus e armas biológicas mais poderosas. Em suma, armas biológicas estão e sempre estarão presentes nos jogos da saga, afinal este é seu foco desde os seus primórdios.

    Este segundo critério se observa em todos os jogos da saga. Estão equivocados aqueles que afirmam que Resident Evil 7, por exemplo, não possui características de Resident Evil, ou seja, que ele é uma cópia do jogo Outlast e não possui relação alguma com a saga. Este argumento não merece prosperar, pois Resident Evil 7 aborda uma pessoa qualquer sendo exposta a um incidente envolvendo uma arma biológica criada por uma empresa, assim como ocorreu com Leon e Claire em Resident Evil 2, por exemplo.

    Sendo assim, este critério das armas biológicas não pode ser descartado. Ele está presente em todos os jogos da saga Resident Evil. As razões para a existência dos inimigos que são enfrentados nos diversos games desta incrível franquia advém de uma ficção científica, ou seja, empresas que elaboram vírus e outros organismos capazes de criarem armas biológicas. Em todos os jogos, os personagens devem enfrentar estas criaturas, portanto, estas armas biológicas para sobreviverem.

    Mesmo que se desconsidere o critério do gênero survival horror, no qual claramente a Capcom percebeu sua importância ao elaborar o Resident Evil 7, o critério das armas biológicas não pode ser descartado, afinal este demonstra a essência da saga Resident Evil.

    Dito tudo isto, conclui-se que estes dois critérios são básicos nos jogos da saga Resident Evil. O argumento de que “isto não é Resident Evil” é pífio perante as explicações aqui realizadas. Desde que os jogos da saga permaneçam abordando a sobrevivência do personagem perante armas biológicas continuarão a serem Resident Evil.

    Isto não significa dizer que os jogos Resident Evil 4, Resident Evil 5 e Resident Evil 6 devem ser ignorados, afinal são tendências que a Capcom quis adotar e são ótimos games que devem ser apreciados mesmo com a ausência do estilo horror de sobrevivência.

    Apesar disto, entende-se que o gênero survival horror é de suma importância, não à toa que isto retornou com os últimos jogos lançados, todavia sua ausência não faz o jogo deixar de ser Resident Evil. Isto se dá, pois o critério das armas biológicas é essencial, embora se entenda que o critério do survival horror também o é.

    O jogo ser do gênero survival horror ou action horror não exclui o critério das armas biológicas. Ora, Resident Evil 5 é um jogo de ação de horror no qual os protagonistas enfrentam armas biológicas desenvolvidas por uma empresa e precisam sobreviver. A sobrevivência do personagem perante as armas biológicas pode ser nos termos do survival horror ou do action horror, mas se entende que é preferível o gênero survival horror.

    Por fim, a câmera em primeira pessoa do Resident Evil 7 deve ser encarada como uma nova tendência que a Capcom desejou adotar e isto não é demérito para o game. Trata-se de um excelente jogo que possui diversas características dos jogos da saga, além dos critérios debatidos exaustivamente neste artigo.

    Resident Evil 4

    Platform: Playstation 2
    18681 Players
    129 Check-ins

    30
    • Micro picture
      mastershadow · 17 days ago · 5 pontos

      Resident Evil Survivor Horror é até o Code Veronica.

      Depois disso pra min é palhaçada desnecessária,pronto falei haha.

      4 replies
    • Micro picture
      andre_andricopoulos · 15 days ago · 3 pontos

      Exatamente:
      ✓ Embora o game Resident Evil 4 tenha efetivamente introduzido estes elementos na saga, ele ainda possui algumas características do gênero survival horror,
      ✓ Sendo assim, este critério das armas biológicas não pode ser descartado. Ele está presente em todos os jogos da saga Resident Evil.

      Minha opinião:
      ✓sou fã de RE e curto todos menos RE 5 e RE6. Dá pra se divertir como jogos de ação, mas é insuportável e insustentável como universo de RE.

      ✓ Amo RE VII, RE em 1st person.

      Meus favoritos:
      ✓ RE1 e REMAKE
      ✓ RE2 e REMAKE
      ✓ RE VERONICA
      ✓ RE 4
      ✓ RE 7

      1 reply
    • Micro picture
      kess · 15 days ago · 2 pontos

      Devia ter fechado com o argumento que o nome, no original japonês, é Biohazard, ou seja, perigo biológico. O que sustenta, no título, o segundo critério apresentado. Elemento esse que até a própria Capcom brinca, ao entitular o sétimo jogo como Resident Evil: Biohazard no Ocidente e Biohazard: Resident Evil no Oriente.

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